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	<title>espirito-critico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/espirito-critico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "espirito-critico"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 16:24:01 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Televisão: uma escola de imoralidade]]></title>
<link>http://intribulationepatientes.wordpress.com/?p=47</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 23:08:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este artigo não vai tratar a imoralidade da televisão no que se refere ao desprezo pela castidade.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este artigo não vai tratar a imoralidade da televisão no que se refere ao desprezo pela castidade. Isso já está tão evidente que apenas uma mente pervertida e afastada de Deus pode suportar o baixo nível dos programas televisivos, que não passam de pornografia barata. Acontece que, a Moral abrange muito mais do que a castidade, e essa não é a única virtude desprezada e atacada pela mídia.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não tenho costume (seria melhor dizer, o vício) de assistir televisão. Não há nada de instrutivo nem de edificante na TV Tupiniquim. No entanto, diante do crime que comoveu o país, decidi ligar um pouco a caixinha eletrônica de besteiras audiovisuais para ver se me inteirava um pouco do triste episódio. Grande teimosia e inocência a minha de ainda achar que poderia ver algo de útil, mas foi o que eu fiz.</p>
<p style="text-align:justify;">O apresentador, como uma vitrola quebrada, repetia, com um sensacionalismo nojento, as mesmas frases e passava as mesmas cenas inúmeras vezes. A certa altura, começaram a exibir umas tais "cenas exclusivas", gravadas ilegalmente com uma câmera escondida. Ao mesmo tempo que o apresentador, berrando como um endemoniado, falava de justiça, as cenas ilegais eram exibidas. Que grande contradição! Exigir a realização de justiça para os criminosos no exato instante em que se transmite, em rede nacional, uma atitude moralmente incorreta, qual seja, a gravação ilegal da prisão dos acusados. Tudo em nome da "liberdade de imprensa", que não passa de uma meio de ganhar dinheiro a qualquer custo, até mesmo a custo da Moral.</p>
<p style="text-align:justify;">É uma pena que as pessoas que assistem à televisão não tenham o mínimo senso crítico. Aliás, a televisão acaba realmente destruindo a capacidade das pessoas de raciocinar. Cria-se um exército de múmias, que recebem informação sem ponderar sobre elas. Por isso, a televisão pode cometer um ato tão imoral quanto desobedecer a polícia, que havia proibido as filmagens no interior do prédio, sem que o público se dê conta da baixaria. Pelo contrário, o apresentador até enfatiza que as imagens são exclusivas, pouco se importando que as mesmas tenham sido gravadas com uma câmera escondida, num ato imoral de enganar a polícia. Enquanto isso, as outras redes de televisão filmavam de fora do prédio, sofrendo desvantagem em relação àquela que não respeitou as regras. A televisão se tornou, em tudo, até nos mínimos detalhes, uma escola de imoralidade. E que não tem vergonha, nem mesmo, de transmitir em rede nacional o produto de um desrespeito à autoridade policial.</p>
<p style="text-align:justify;">Da imbecilidade e imoralidade da televisão, livrai-nos Senhor!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livro escrito por comunista busca manipulação das massas]]></title>
<link>http://intribulationepatientes.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 21:42:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[A reportagem abaixo foi extraída do jornal Folha de São Paulo. É extremamente esclarecedora e int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><font size="3">A reportagem abaixo foi extraída do jornal Folha de São Paulo. É extremamente esclarecedora e interessante porque demonstra a forma desavergonhada com que mentem os defensores de certas ideologias. Quando se fala de subversão, poucos nos levam a sério. As grandes massas já estão de tal forma sedadas pela propaganda que pensam ser o comunismo algo do passado</font><font size="3">. Isso, </font><font size="3">quando já não o vêem com bons olhos. </font><font size="3">A maneira insidiosa de transmitir as ideologias, infiltrando o veneno nas massas sem que elas se dêem conta disso,  não é coisa </font><font size="3">do tempo da Guerra Fria, </font><font size="3">mas matéria atualíssima. </font></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><font size="3">Abaixo, segue a reportagem (os destaques são nossos):</font></p>
<div align="justify">
<blockquote>
<p style="margin-bottom:0;">“<font size="3">Novas lições do Paraguai” - Historiadores revêem a tese de que o país de Solano Lopez teria sido uma Cuba do século 19 derrotada pela alianca militar do Brasil com a Argentina e o Uruguai.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3"><b>O Brasil sofreu um rolo compressor ideológico</b> nos ultimos anos do regime de 64, principalmente graças a dois best sellers desse <b>nacional-populismo revisionista</b>, “As veias abertas da América Latina”, do uruguaio Eduardo Galeano, publicado pela Paz e Terra em 1978, e “Genocídio Americano - A Guerra do Paraguai”, do brasileiro Júlio José Chiavenatto (Brasiliense, 1979).</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3">Os dois livros <b>apelam para a emotividade</b> e <b>para uma seletiva utilização das fontes</b>. “Até sua destruição, o Paraguai se erguia como uma exceção na América Latina: a única nação que o capital estrangeiro não tinha deformado”, escreveu Galeano, que começa a falar da guerra descrevendo primeiro uma viagem de ônibus ao lado de um camponês guarani que “articulou algumas palavras tristes em castelhano: nós paraguaios somos pobres e poucos.”</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3">Para Chiavenatto, <b>a ditadura de Francia era exercida “em favor do povo”</b>, e o Paraguai era “o mais progressita país da América do Sul.”</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><b><font size="3"><u>Um bom exemplo da técnica desse autor pode ser vista na descrição da polêmica batalha de Campo Grande ou Acosta-Nu</u>, para qual Lopez conseguiu reunir um maltrapilho exército de velhos e crianças depois de desbaratadas suas forças em embates anteriores.</font></b></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3">Os brasileiros eram liderados pelo Conde d`Eu (1842-1922), genro de D. Pedro 2<sup>o</sup> . A batalha entre os veteranos brasileiros bem armados e os adolescentes paraguaios durou oito horas. Eram 20 mil aliados e 4.500 paraguaios. Morreram 2.000 paraguaios e 1.300 foram aprisionados; as perdas aliadas foram de apenas 45 mortos e 431 feridos. Foi parecido com o que os norte-americanos fizeram na Gerra do Golfo. O heroísmo suicida dos adolescentes é cultuado no Paraguai, que deu o nome da batalha a seu liceu militar.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3"><b>Chiavenatto acusa o conde de ter <u>deliberademente assassinado os adolescentes feridos paraguaios</u> ao mandar incendiar o capim seco do local</b> e cita como fonte as memórias do Visconde de Taunay (1843-1899), autor de “A Retirada da Laguna”.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3"><b>O especialista em história militar Reginaldo Bacchi não entendia a menção. <u>E foi fazer o que poucos leitores fazem: foi à fonte</u>. <u>E Taunay diz o exato oposto</u>: havia balas que ainda explodiam no campo por causa “incêndio da macega ateado, no princípio da ação, pelos paraguaios, para ocultarem o seu movimento tático”.</b></font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3"><b>Ainda mais curioso, percebe-se de Taunay que antes de ser um sanguinário matador de crianças, o conde era uma pessoal (sic) sensível.</b> Como escreveu Doratioto em sua dissertação: <b>“Depois da batalha de Campo Grande, talvez impressionado com a morte, na batalha, de tantos adolescentes que lutavam nas fileiras paraguaias, o Conde d`Eu mudou de postura. </b>Segundo o Visconde de Taunay, que fez parte do Estado-Maior do comandante das forças imperiais, <b>o Conde deixou de ser ativo e tornou-se `displicente e caprichoso, falando de contínuo na necessidade de regressar ao Rio de Janeiro`, afirmando a cada instante: `Não tenho mais nada que fazer aqui!`</b> ” .</font></p>
<p style="margin-bottom:0;"><font size="3">Folha de São Paulo, caderno Mais!, domingo, 9 de novembro de 1997, pag 5</font></p>
</blockquote>
</div>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">&#160;</p>
<div align="justify"><font size="3">O autor, Chiavenatto, tenta transformar Lopez em um “herói comunista” que teria lutado bravamente contra as potências extrangeiras. E, como é da praxe comunista, tenta denegrir a imagem dos adversários, principalmente dos nobres. Para isso, ela tenta atacar o Conde d'Eu, citando contra ele o que teria escrito o Visconde de Taunay, conhecido escritor brasileiro e testemunha ocular da guerra. E, confiante de que as massas não têm espírito crítico nenhum, distorce completamente as palavras de Taunay. Isso é típico das ideologias. Basta caluniar o adversário, inventar histórias horrendas a seu respeito. E depois sair espalhando-as por aí, porque sabem que a maioria dos ignorantes vão repeti-las sem nem raciocinar. </font><font size="3">É o que fazem constantemente todas as ideologias e seitas contra a Santa Igreja Católica. Inventam toda sorte de mentiras, de calúnias contra a Igreja de Deus. </font><font size="3">É a mesma estratégia dos grandes cínicos e impostores da história, como Voltaire e Hitler. A mentira era a arma de Voltaire: "<i>Mentez, mentez toujours, il en restera quelque chose</i>", ou seja, "minta, minta sempre, alguma coisa ficará".</font></div>
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<div align="justify">Hitler lhe foi bom discípulo: "As grandes massas acreditarão mais facilmente numa grande mentira do que numa mentirinha".</div>
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<div align="justify">E como  nós vemos essa estratégia aplicada hoje em dia! De políticos às seitas, de desarmamento civil a aquecimento global, sem esquecer, é claro, da maior mentira "científica" de todos os tempos, o evolucionismo.</div>
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<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><font size="3">Mas a mentira não é a única arma dos farsantes. Dois outros métodos bastante utilizados para transmitir as mais absurdas ideologias também foram destacados na reportagem:</font></p>
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<blockquote>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><font size="3">Os dois livros<b> apelam para a <u>emotividade</u></b> <b>e para uma <u>seletiva utilização das fontes</u></b>.</font></p>
</blockquote>
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<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><font size="3">A emotividade faz parte de toda campanha que tenta empurrar uma idéia ridícula. Na falta de argumentos, procura-se mexer com os sentimentos. Exemplo típico são as passeatas a favor do desarmamento que saem pelas ruas pedindo 'Paz', como se os bandidos fossem ficar comovidos. A emoção é a forma mais fácil de levar uma multidão a fazer o que um minoria quer, sem nem sequer ponderar com calma sobre o assunto. Quando as multidões faziam a saudação nazista e gritavam '<i>Heil Hitler</i><span style="font-style:normal;">'</span>, que lugar havia para a razão? Era pura manipulação emocional aliada à instensa propaganda, da mesma forma como faz atualmente. A razão é definitivamente inimiga dos manipuladores das massas. <span style="font-style:normal;">Ela</span> nos livra da manipulação da mídia, da política e das seitas.</font></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">E por falar em seita, como não nos lembrarmos da RC"C"? A emotividade é um dos caminhos mais curtos para levar as pessoas ao erro. Colocar a emoção acima da razão é a receita infalível para criar uma massa de fanáticos, prontos a seguir um líder enlouquecido sem sequer ponderar o que se está defendendo. Por isso, a RC"C", como toda seita, usa e abusa do sentimentalismo. E ai de quem lhes tenta apresentar argumentos racionais... Ou mesmo argumentos de Fé, pois eles já não aceitam a autoridade quando ela lhes é desfavorável.</p>
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<div align="justify"> <font size="3">A seletiva utilização das fontes não necessita de muitos comentários. Quem quer esconder a verdade não pode expor os argumentos que a revelam. Os modernistas, por exemplo, procuram esconder as fontes da Tradição porque eles revelam a verdadeira doutrina. Por isso, foi necessário inovar o catecismo, o código de direito canônico, etc. Os artigos modernistas buscam referências apenas nos novos documentos, relegando os velhos ao esquecimento. Prometo para breve um artigo extremamente esclarecedor a esse respeito.</font></div>
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<title><![CDATA[Aloysio Biondi agora tem um blog... ]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/12/18/aloysio-biondi-agora-tem-um-blog/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 05:43:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aloysio Biondi foi uma das maiores referências do jornalismo brasileiro. Quando eu o conheci, já e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aloysio Biondi foi uma das maiores referências do jornalismo brasileiro. Quando eu o conheci, já era isso tudo. Quando ele morreu em 2000, a análise da economia nacional ficou mais pobre, mais medíocre, mais burra. À época, eu era aluno da Cásper Líbero e um dos editores do jornal laboratório <em>Esquinas de S.Paulo</em>, que Biondi comandou enquanto foi professor por lá.</p>
<p>E Biondi era um jornalista monstro... guardava milhões de dados de cabeça, relacionava fatos com impressionante facilidade, c<font color="#000000">riticava com lucidez ácida. Sua morte deixou em vários de seus admiradores e seguidores (inclusive seus filhos) a vontade de organizar e divulgar a obra de Biondi como forma de ampliar a discussão de um modelo de jornalismo.</p>
<p>Assim fizemos.</font></p>
<p style="text-align:center;"><img width="287" src="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/12/biondi.jpg" alt="biondi.jpg" height="445" /></p>
<p>Após cerca de sete anos de trabalho (coletivo, voluntário e não-remunerado) colocamos no ar um <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/">site</a> com informações sobre sua <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique2">vida</a> e sua <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique3">obra</a>. São cerca de mil textos iniciais disponíveis para a consulta, além de entrevistas, áudios, vídeos e fotos (inclusive essa acima do Cássio Loredano).</p>
<p>O trabalho liderado por um grupo pequeno e compartilhado por outras 180 pessoas. Meu destaque inicial para o site é a entrevista que Antonio Biondi, Rodrigo Savazoni e eu fizemos com o jornalista Washington Novaes, amigo e colega de profissão de Aloysio.</p>
<p>I – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article914"><font color="#333366">Primeiros Anos</font></a><br />
II – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article913"><font color="#333366">A Ditadura</font></a><br />
III – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article912"><font color="#333366">A Democracia</font></a><br />
IV – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article911"><font color="#333366">Últimos Anos</font></a></p>
<p>Esse é nossa homenagem para Aloysio Biondi. Em tempos de cultura digital, penso que, se estivesse vivo, poderia fazer um belo site de economia. Sem limite de tamanho, horário ou assunto. Fizemos isso por ele. Biondi agora tem até um <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique1">blog</a>. <a href="http://www.andredeak.com.br/2007/12/16/o-brasil-de-aloysio-biondi/">Deak</a> e <a href="http://www.savazoni.com.br/?p=76">Savazoni</a> também escreveram sobre...</p>
<p>Depende de nós, seus seguidores, continuarmos a discussão de um novo país.</p>
]]></content:encoded>
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