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	<title>escrita-coletiva &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/escrita-coletiva/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "escrita-coletiva"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 07:17:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Planejando através de Wikis]]></title>
<link>http://webresearch.wordpress.com/?p=98</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 23:38:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilberto Consoni</dc:creator>
<guid>http://gilbertoconsoni.com/2008/10/02/planejando-atraves-de-wikis/</guid>
<description><![CDATA[Vídeo de Lee LeFever bem divertido que explica de forma simples e básica de como um Wiki pode cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo de Lee LeFever bem divertido que explica de forma simples e básica de como um Wiki pode contribuir para o planejamento de ações em grupo.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-dnL00TdmLY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-dnL00TdmLY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Outros vídeos de LeFever que explicam serviços da web <a href="http://www.youtube.com/user/leelefever" target="_blank">aqui</a>!<br />
Vi no Plurk da <a href="http://www.plurk.com/p/4ujek" target="_blank">Karinex</a>!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[140: criatividade coletiva]]></title>
<link>http://lidoeanotado.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 15:08:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>L@uR!nh@</dc:creator>
<guid>http://lidoeanotado.pt-br.wordpress.com/2008/09/05/140-criatividade-coletiva/</guid>
<description><![CDATA[



Duvido. Mas se você não conhece o Twitter, podemos explicar: de forma um pouco simplista, o Tw]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><BR><BR></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://assets3.twitter.com/images/twitter.png?1220572277" alt="" width="210" height="49" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p><BR></p>
<p style="text-align:justify;">Duvido. Mas se você não conhece o <strong>Twitter</strong>, podemos explicar: de forma um pouco simplista, o <strong>Twitter </strong>é uma ferramenta de microbloggin, ou seja... Limitando sua expressão escrita em 140 caracteres, o sistema nasceu com a pergunta "O que você está fazendo agora?" para se tornar uma importante forma de comartilhamento de micro-informação na Rede. Quanto maior for a sua lista de contatos, mais diversa será a gama de informações (relevantes ou não, curiosas, pessoais e criativas) listadas pra vc...</p>
<p style="text-align:justify;">No <strong>Twitter</strong> também existem as famosas "tags", que podem ser monitoradas através de outras ferramentas (como Hastags, Tweet Scan, Twist ou outras) e fornecem um panorama sobre as discussões ou comentários sobre determinado tema.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao que nos interessa, surgiu essa espécie de micro-meme há algumas semanas que propunha aos twitteiros a criação de <strong>micro-contos em 140 caracteres</strong>. Cada microconto deveria ser precedido da tag <strong>#140</strong> e estaria concorrendo a uma premiação legal, em livros, claro!</P></p>
<p style="text-align:justify;">Produção coletiva de conteúdo literário. A linguagem hipertextual - essa que configura a existência da web como a conhecemos - permite não só a troca criativa ( muita coisa boa aparece, tenha certeza) mas também favorece que a própria linguagem refine, modele, organize suas formas a partir de novos conceitos de escrita e leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">Como os microcontos continuam surgindo entre os meus contatos, resolvi <a href="http://twittersearch.flaptor.com/search/search.do?tz=-3&#38;orderBy=timestamp%3Along%3Areversed&#38;query=140"><strong>pesquisar a tag da campanha</strong></a>, saber o que os colaboradores criativos andam desenvolvendo mundo online a fora... Divertido, construtivo, inspirador... Veja o que está circulando por lá hoje:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@storyteel</strong>, "ainda estava ofegante sobre o vestido branco manchado de sangue quando disparou: consegui o que mais queria, agora quero o anulamento".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@operon</strong>, "Procurou a vida inteira a cura da gagueira. Quando ela finalmente chegou, involuntária e inesperada, já era inútil. Só havia o silêncio".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@saabreu</strong>, " de tantas páginas viradas, amanhã começava um novo diário".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@anarina</strong>, "Só lhe restou puxar a ponta do vestido para secar as próprias lágrimas".</p>
<p><BR><BR></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversando sobre jornalismo e novas mídias]]></title>
<link>http://webresearch.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 02:10:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilberto Consoni</dc:creator>
<guid>http://gilbertoconsoni.com/2008/04/04/conversando-sobre-jornalismo-e-novas-midias/</guid>
<description><![CDATA[
No dia 12 de abril acontece em São Paulo a segunda edição do NewsCamp, uma desconferência sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="u0m6">
<p class="MsoNormal">No dia 12 de abril acontece em São Paulo a segunda edição do <strong><a title="Veja o blog do evento" href="http://newscamp.wordpress.com/" target="_blank">NewsCamp</a></strong>, uma desconferência sobre Jornalismo. Assim como a <strong><a title="Conheça o " href="http://meiodigital.wordpress.com/ciranda-de-textos/" target="_blank">Ciranda de Textos</a></strong>, o NewsCamp também teve sua origem na <strong><a title="Site Jornalistas da Web" href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=lista" target="_blank">Lista Jornalistas da Web</a></strong>.</p>
<p class="MsoNormal">Quem não puder ir até São Paulo para participar do evento pode acompanhar a “desconferência virtual”. Desde o final de março, rola blogosfera afora o "<strong><a href="http://newscamp.wordpress.com/2008/03/31/venha-para-esquenta-do-newscamp/" target="_blank">Esquenta do NewsCamp!</a></strong>". A idéia é a de se fazer postagens sobre temáticas que se gostaria ver sendo discutidas no evento, como uma forma de se preparar para as discussões que por lá serão travadas. Além de servir como um ótimo aperitivo do que vai acontecer por lá, também é uma forma interessante de fazer com que pessoas que, como a gente, não terão como estar presentes, também possam participar das discussões.</p>
<p class="MsoNormal">Então, vamos lá… entrei... er, entramos  (vide rodapé do post) nesta conversa <strong><a href="http://newscamp.wordpress.com/2008/04/04/monetizacao-a-palavra-que-virou-monstro-tambem-esta-no-esquenta/" target="_blank">mediante provocação</a></strong>. Sam Shiraishi, do <strong><a href="http://www.nossavia.com.br" target="_blank">Nossa Via</a></strong>, colocou em pauta a <strong><a href="http://www.nossavia.com.br/editorial/velho-novo-jornalismo" target="_blank">discussão sobre nova e velha mídia</a></strong>, além de comentar um pouco sobre as especificidades do meio online. No post, ela sugere a idéia de que uma mídia absorve a outra, e que a nova geração de jornalistas estaria mais preparada para enfrentar essas mudanças. A partir disso, a <strong><a href="http://ceilasantos.blogspot.com" target="_blank">Ceila Santos</a></strong>, lá no <strong><a href="http://newscamp.wordpress.com" target="_blank">blog do NewsCamp</a></strong>, sugeriu que a discussão fosse continuada...</p>
<p class="MsoNormal">Dentro dessa perspectiva, talvez fosse ser interessante discutir no NewsCamp, também, a questão das novas ferramentas para comunicação na web, e no que elas podem influenciar na prática do Jornalismo. <strong><a href="//alexprimo.com/2008/04/03/o-twitter-vai-terminar-de-matar-o-jornalismo-sera" target="_blank">Será que o Twitter poderá acabar com o impresso</a>?</strong><span style="font-family:'Times New Roman';"> </span>Será que <strong><a href="http://gabrielaz.blogspot.com/2007/09/us-candidate-match-game.html" target="_blank">joguinhos e entretenimento</a></strong><span style="font-family:'Times New Roman';"> </span>serão a grande tendência do online? <strong><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/04/casamento-feliz-entre-facebook-e-nytimes/" target="_blank">As empresas jornalísticas que ficarem de fora das redes sociais terão condições de sobreviver</a>?</strong></p>
</div>
<div id="o0ow">A discussão de como a mídia irá lidar com essas ferramentas, e também com as participações espontâneas dos internautas, não deve ser vista como um mal que irá mudar o jornalismo como o conhecemos hoje. As possibilidades de interação entre os meios de comunicação e a sociedade, através das ferramentas da Web, devem ser vistas como uma extensão do jornalismo "tradicional" - um avanço, um complemento. Por exemplo, as contribuições que podem ser feitas nos espaços destinados aos comentários de alguns veículos podem influenciar na pauta desses mesmos veículos. Além disso, os links que alguns sites estão utilizando para blogs que comentam suas notícias através da ferramenta trackback também provocam pequenas mudanças no modo como encaramos as notícias. Este é o caso, por exemplo, dos jornais <strong><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1323525&#38;idCanal=61" target="_blank">Público, de Portugal</a></strong>, e <strong><a href="http://www.lavanguardia.es/lv24h/20080328/53448813544.html" target="_blank">La Vanguardia, da Espanha</a></strong> (e muitos outros sites europeus) que utilizam a ferramenta <strong><a href="http://www.twingly.com" target="_blank">Twingly</a></strong> para disponibilizar de forma automática links das postagens de blogs que fazem referência àquela notícia. A <strong><a href="http://www.cnn.com" target="_blank">CNN.com</a></strong> usa a tecnologia do <strong><a href="http://www.sphere.com" target="_blank">Sphere</a></strong><a href="http://www.sphere.com" target="_blank"> </a>para linkar para posts de blog<strong> </strong>(conforme comentado pelo<strong> <a href="http://memoriasfracas.com" target="_blank">Thassius</a></strong>). No Brasil, a própria <strong><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br" target="_blank">Agência Brasil</a></strong> já faz algo parecido, listando as notícias "mais blogadas" em sua página inicial (como informado pelo<strong> <a href="http://dandrea.wordpress.com" target="_blank">Gustavo D'Andrea</a></strong>). Então, o leitor mais apurado, que procura ver a discussão e repercussão daquela informação na blogosfera, poderá acompanhar as opiniões das pessoas que estão escrevendo e fazendo referência àquele texto. Ou seja, a notícia online já não termina mais na última palavra do texto, mas pode ser apenas o primeiro passo rumo à discussão sobre um tema, que pode ser comentado por qualquer pessoa que possua um blog, ou então, gerar discussões em redes sociais ou servir de pretexto para diálogos no Twitter.</div>
<div id="puod">
<p class="MsoNormal">O leitor tem outras formas de interagir com a notícia votando nas que ele julgar melhor, dando de certa forma o seu aval àquela informação. Uma outra forma, porém mais passiva, de voto, seria o seu simples acesso, pois há sites que disponibilizam em suas home pages listas das notícias mais acessadas, que podem acabar influenciando nos clics dos visitantes. Antes, quando se comprava um jornal impresso, as manchetes eram definidas exclusivamente pela redação dos jornais. Agora, o leitor passa a poder influenciar nas manchetes que irão para a capa num simples clicar. Com isso, tem-se conhecimento instantâneo e imediato do que está sendo mais lido pelos visitantes do site, e, mesmo que ainda sejam influenciados pelas manchetes sugeridas pela redação, há a possibilidade de uma notícia que foi julgada de pouca importância para a capa ir parar na página inicial.</p>
<p class="MsoNormal">Essas são algumas sugestões de assuntos que também poderiam ser abordados lá no <strong><a href="http://newscamp.wordpress.com" target="_blank">NewsCamp</a></strong>. E também daria para discutir no que a interconexão em tempo real poderia contribuir para a prática jornalística - <strong>será que a web e suas ferramentas não abriria a possibilidade de construção de redações descentralizadas e produção colaborativa à distância de conteúdo?</strong></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">Além de participar do Esquenta do NewsCamp!, este post também foi uma tentativa de escrita coletiva. O texto foi elaborado no <strong><a href="http://docs.google.com" target="_blank">Google Docs</a></strong>. A autoria de cada frase é indeterminada - o texto inteiro foi escrito por mim e pela <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gabrielazago" target="_blank">Gabriela Zago</a>.  </p>
</blockquote>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[e-monografia: produção científica colaborativa]]></title>
<link>http://webresearch.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 01:29:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilberto Consoni</dc:creator>
<guid>http://gilbertoconsoni.com/2008/02/14/e-monografia-producao-cientifica-colaborativa/</guid>
<description><![CDATA[
A organização das anotações das leituras para quem esta produzindo algum texto científico é s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment-->
<p class="MsoNormal"><span>A organização das anotações das leituras para quem esta produzindo algum texto científico é sempre algo essencial para o trabalho, visto a quantidade de livros e artigos que são necessários serem estudados.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O caso é que havia resolvido fazer minhas postagens sobre os artigos que estou lendo e as<span>  </span>relacionar com tags, como a tag <a href="http://webresearch.wordpress.com/tag/conversacao/" target="_blank" title="Veja esse exemplo">conversação</a>, para que depois eu mesmo possa fazer uma rápida pesquisa dos autores do referencial teórico. Por isso, minhas postagens poderão ser um tanto científicas e chatas. :p</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Ontem, discutia com a <a href="http://verbeat.org/blogs/gabrielazago" target="_blank" title="Blog da Gabi">Gabi</a> o que ela achava de eu criar a categoria <a href="http://webresearch.wordpress.com/category/e-monografia/" target="_blank" title="Leia as postagens que estão nessa categoria">e-monografia</a> no blog. Uma categoria que iria linkar todas as postagens da monografia que estou me preparando para escrever para a <a href="http://www.ucpel.tche.br/ecos/pos" target="_blank" title="Conheça a especialização da UCPel">especialização</a>. Ela só não me disse que seria legal, como me deu a dica de um projeto de uma monografia online. Hoje, ela me passou o <a href="http://mono.mbox.blog.br/" target="_blank" title="Blog Monografia Colaborativa">link</a>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A aluna de Comunicação, Louise Martins, da <a href="http://www.uerj.br/modulos/kernel/home.php" target="_blank" title="Site da UERJ">UERJ</a> criou um blog específico para seu trabalho. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>No primeiro <a href="http://mono.mbox.blog.br/monografia-colaborativa/" title="Leia a postagem" target="_blank">post</a> do blog, ela justifica que criou o espaço para convidar os atores do seu tema a participarem através do espaço de comentários, colaborando com a construção de sua produção textual. A Louise diz que seu tema tem pouco referencial teórico e por isso veio a tomar tal iniciativa. Ela usa o termo monografia colaborativa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O fato é que parece que ela pode mesmo conseguir tal façanha. Pois, como pode ser visto nos comentários de uma das <a href="http://mono.mbox.blog.br/macro-categorias-parte-2-repositorios-de-informacao/#comments" title="Veja os comentários dessa postagem" target="_blank">postagens</a>, a estudante já está recebendo a colaboração de uma pesquisadora (<a href="http://pontomidia.com.br/raquel" title="Blog da Raquel">Raquel</a> de novo) de onde pode encontrar referências.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O legal dessa idéia da Louise é que ela poderá contar mais do que com isso. Alguns temas que ela venha a ter dúvidas podem ser esclarecidos por<span>  </span>visitantes nos comentários. Assim como o próprio orientador que poderá fazer suas anotações também nos comentários das postagens.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Me questiono das vantagens que teríamos numa monografia totalmente online sobre algum tema que envolva a Internet. Falo do texto final com hipertexto: onde os exemplos do autor poderiam ser acessados no momento da leitura, facilitando a compreensão; as análises serem comprovadas, ao se seguir o mesmo caminho da metodologia proposta; as referências bibliográficas disponíveis na rede, podendo ser acessadas a qualquer momento; e, as monografias online estarem sendo linkadas umas às outras.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Acredito que a Louise será feliz em sua idéia, abrindo¹ uma lacuna interessante para ser aproveitada na academia. Mesmo àqueles que não desejassem tornar público seus textos ou orientadores que não gostariam de expor seu trabalho dessa forma, poderiam criar espaços privados e aproveitarem tais facilidades da rede. Mas, no caso dos alunos, estariam perdendo uma grande colaboração, como parece que a Louise conseguirá.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Vejo então mais um uso dado aos blogs que parecem ter apropriações diferenciadas a cada dia. Felizmente, de forma cada vez mais colaborativa. Quem sabe eu não faça uma e-dissertação no mestrado :p</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>¹Busquei no Google por “e-monografia”, “e-tcc”, “e-tese” e não encontrei nada. Procurei por “monografia colaborativa” e só encontrei links associados à idéia da Louise. Por isso, considerei sua idéia pioneira nessa postagem.</span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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