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	<title>escolade-imagem &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/escolade-imagem/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "escolade-imagem"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 09:09:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A metáfora do pastel]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/?p=285</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 13:30:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
<guid>http://escoladeimagem.pt-br.wordpress.com/2008/03/06/a-metafora-do-pastel/</guid>
<description><![CDATA[14 de Fevereiro de 2008 @ 19:28 por Armando Vernaglia Junior
Não sei se você que lê meus artigos,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>14 de Fevereiro de 2008 @ 19:28 por Armando Vernaglia Junior</p>
<p>Não sei se você que lê meus artigos, aqui no blog ou nas revistas em que sou colunista, gosta de pastel, especialmente nos sabores queijo ou carne (substituível por carne de soja para vegetarianos), mas sei que a simples e tradicional iguaria pode servir bem para uma analogia com o processo criativo, seja na fotografia ou outras formas de expressão visual, e mesmo para prestadores de serviço de qualquer segmento.</p>
<p>Vou explicar um pouco melhor para que você compreenda a relação metafórica entre um pastel e uma foto, ou um vídeo, uma peça publicitária etc.</p>
<p>Digamos que você não saiba cozinhar nada. Neste caso, mesmo sendo um total iniciante na culinária, caso receba algumas instruções simples já será capaz de fazer um pastel de queijo. Não precisará de muita coisa, apenas comprar a massa, o queijo, ter uma panela com alguma quantidade de óleo, um pouco de bom senso e no final terá alguns quitutes crocantes e queijo derretido esticando ao morder.</p>
<p>Um pastel de queijo é como uma idéia simples, surge rápido, é fácil, gostoso, mas seu efeito dura pouco. A fome logo volta pois ele é cheio de vento, falta consistência além de ter bem pouco valor nutritivo.</p>
<p>Já para fazer um pastel de carne o processo muda. O recheio exigirá temperos e alguma habilidade no preparo para que fique bom e talvez alguma leitura, treino e pesquisa se façam necessários. O preparo levará mais tempo e terá mais chances de ficar uma porcaria caso o cozinheiro não tenha todo o conhecimento necessário.</p>
<p>No entanto, se o mestre cuca de nosso exemplo se dedicar, fizer tudo com carinho e cuidado, no final teremos outro quitute crocante, mas desta vez com recheio mais volumoso, maior valor nutritivo e que irá matar a fome por muito mais tempo.</p>
<p>E o que isso tudo tem a ver com o processo criativo? Simples, ter idéias para fotos, layouts, vídeos, novos produtos ou serviços é como fazer um pastel de queijo, algo ao alcance de todos. Mas se queremos ser mais completos, verdadeiros profissionais que resolvem os problemas dos clientes da mesma forma que o pastel de carne faz com a fome, então temos que estudar mais, dedicar mais tempo, treinar e criar nossos temperos para que nossa receita não seja algo que qualquer um faz.</p>
<p>Não é que uma foto despretenciosa, feita de forma rápida e sem preocupações não possa ser linda, assim como o nosso pastel crocante recheado com queijo pode ser uma delícia. Mas para dar soluções completas aos clientes, temos sempre que nos lembrar do pastel de carne, ou até mesmo pensar mais alto, ir além do pastel e se espelhar nas grandes iguarias dos maiores mestres.</p>
<p>O estudo, o treino e o aperfeiçoamento constante são obrigações do profissional independente, não importa a área de atuação. O mercado muda constantemente, novas necessidades surgem assim como novas modas e temos que estar preparados.</p>
<p>Hoje em dia todos podem comprar uma câmera, um computador e oferecer um serviço, então onde podemos oferecer diferenciais? Com certeza no nosso conteúdo, o nosso recheio.</p>
<p>Nos vemos em quinze dias,</p>
<p>Armando Vernaglia Junior<br />
SP Imagens</p>
<p>http://blog.armando.fot.br/</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Concurso à vista ]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/?p=269</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 17:34:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
<guid>http://escoladeimagem.pt-br.wordpress.com/2008/02/27/concurso-a-vista/</guid>
<description><![CDATA[


Prêmio Click Nagem quer incentivar a arte da fotografia e as belezas regionais
Depois de conside]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/02/praia.jpg" title="praia.jpg"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/02/praia.jpg" alt="praia.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p align="center"><b>Prêmio Click Nagem quer incentivar a arte da fotografia e as belezas regionais</b></p>
<p>Depois de considerar um sucesso a primeira edição, as lojas Nagem – uma distribuidora de materiais de escritório, papelaria e informática com unidades em Fortaleza, Recife, Salvador e São Paulo – promovem novamente o concurso de fotografia digital Click Nagem, que traz o tema “Praias” para este ano. Entre 20 de janeiro e 31 de maio, todos poderão se inscrever para concorrer aos prêmios.</p>
<p>Para participar basta acessar o site da promoção www.clicknagem.com.br , preencher o cadastro, criando login e senha de acesso para o upload da imagem. As fotos precisam estar em formato JPG com tamanho máximo de 5MB.</p>
<p>Acesse: http://www.clicknagem.com.br/</p>
<p>O autor da foto mais votada ganhará uma câmera digital Olympus, uma impressora HP e um monitor LCD LG 19’’. O segundo colocado receberá uma câmera digital Olympus e um monitor LCD LG 17’’ e o terceiro lugar, uma câmera digital Olympus e uma impressora HP. A divulgação dos vencedores será dia 07 de maio de 2008.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fotógrafo André Cypriano abre amanhã exposição "Quilombolas — Tradições e Cultura da Resistência", projeto que realizou em parceria com pesquisador e geógrafo Rafael Sanzio Araújo]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/?p=246</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 13:58:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
<guid>http://escoladeimagem.pt-br.wordpress.com/2008/02/12/fotografo-andre-cypriano-abre-amanha-exposicao-quilombolas-%e2%80%94-tradicoes-e-cultura-da-resistencia-projeto-que-realizou-em-parceria-com-pesquisador-e-geografo-rafael-sanzio-araujo/</guid>
<description><![CDATA[Ao fotógrafo André Cypriano não interessam tanto as coisas fáceis, aquelas que ele já está can]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao fotógrafo André Cypriano não interessam tanto as coisas fáceis, aquelas que ele já está cansado de conhecer. Quanto menos óbvio, aliás, melhor. "A maior dádiva da vida é o desconhecido. Tenho um imenso prazer em buscar coisas que não conheço", determina André. Certamente é por isso que todos os seus grandes projetos são resultado de um processo em que o fotógrafo se embrenha em universos bem diferentes da São Paulo cosmopolita em que nasceu e da ilha no Estado do Rio de Janeiro na qual habita — o paraíso na Terra, como ele mesmo define. E aí estão "Rocinha", imersão fotográfica na maior favela da América Latina, e o mais recente, "Quilombolas — Tradições e Cultura da Resistência", resultado de parceria iniciada em 2005 com o geógrafo e pesquisador Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, professor da UnB. Este último trabalho, aliás, rendeu livro e exposição itinerante, que, a partir de amanhã, entra em cartaz na Galeria Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes.</p>
<p>André Cypriano nem poderia imaginar que o processo de feitura de "Quilombolas" pudesse ter tantos mistérios a descobrir. Claro que ele sabia — e queria — se surpreender, mas o que descobriu nos muitos dias de viagem por dez quilombos espalhados pelo Brasil foi muito mais do que o esperado. Ele imaginava, por exemplo, que encontraria certa unidade entre as diversas comunidades que visitou, por todas elas serem frutos da mesma história de escravidão e formadas por descendentes de africanos que um dia foram escravos no Brasil. Mas não foi nada disso. "Cada um dos dez quilombos que visitei tem características bem próprias. E as peculiaridades têm a ver tanto com a origem e localidade territorial, quanto com problemas socioeconômicos. Alguns estão cientes da importância da preservação, outros, não. Um é cercado por urbanização, outro por tribos indígenas, outros pelo sertão, e alguns por fazendeiros roubando ou querendo roubar suas terras. Foi incrível ver como cada comunidade tem sua própria característica, seja cultural, hereditária ou de ensinamentos místicos, por exemplo", relembra André Cypriano.</p>
<p>O acesso a essas comunidades também causou surpresa ao fotógrafo. Ele já tinha noção de que os quilombolas costumam ser resistentes a pessoas que vêm de fora, por temer que elas interfiram em seus hábitos, em sua cultura e se aproveitem da sua trajetória e da sua luta. "Teve um quilombo que eu pensei que conseguiria entrar com mais facilidade. Ele se chama Cafundó, fica em Sorocaba, perto de São Paulo, mais próximo da urbanidade. Cheguei lá e eles me rejeitaram de cara! Tentei convencê-los e fui o mais sincero que eu pude. Falei que era fotógrafo, que queria fotografá-los para um projeto autoral. Disse que eu não era jornalista, nem eu nem o Rafael, e que nós não estávamos ali para prometer nada, nenhum tipo de ajuda ou coisa do tipo. Fiquei mais de duas horas nessa negociação. Aí eles me disseram: 'Olha, você foi tão sincero que pode entrar nas nossas casas'. Achei isso lindo", conta André.</p>
<p>Em outro quilombo, o fotógrafo teve que negociar por 24 horas para conseguir permissão para entrar e fotografar as pessoas e suas respectivas rotinas. "Até nisso as comunidades se diferem. Em umas encontrei resistência, em outras, não", comenta ele, que esteve no já mencionado Cafundó (SP), em Itamatatiua (MA), Oriximiná (PA), Kalunga (GO), Mocambo (SE), Rio de Contas — Barra do Brumado (BA), Conceição dos Caetanos (CE), Tapuio (PI), Curiaú (AM) e Mumbuca (TO).</p>
<p><b>Cultura complexa </b></p>
<p>As fotos de André Cypriano e as pesquisas de Rafael Sanzio são um registro da complexidade da cultura quilombola. No Brasil, segundo dados do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da UnB, resistem 2.842 comunidades quilombolas espalhadas por todas as regiões do país. São consideradas como quilombos as comunidades que agrupam os descendentes de escravos africanos que mantêm as manifestações culturais de suas raízes e preservam o vínculo com seu passado.</p>
<p>Apesar de guardarem traços fundamentais da cultura brasileira, nem todos os quilombos têm a atenção que merecem por parte da sociedade e do governo. O fotógrafo André Cypriano e o pesquisador Rafael Sanzio perceberam isso na prática, durante as visitas às dez localidades. "Foi incrível viajar com o Rafael porque descobrimos muitas coisas boas. Mas vimos também que as pessoas não fazem o que devem fazer pelos quilombos. A escravidão no Brasil é um passado recente, nós devemos nos sentir responsáveis até hoje e tentar reparar nossos erros, dar o verdadeiro valor aos negros, o valor que eles merecem. Eu me sinto culpado pela escravidão e acho que todo o Brasil deveria se sentir também. Temos que apoiar a cultura quilombola, dar condições de manutenção às comunidades. E não estou dizendo que eles têm que se urbanizar, se enquadrar na realidade urbana. Acho que eles são lindos como são, mas algo tem que ser feito. Um desenvolvimento com muito cuidado", avalia o fotógrafo.</p>
<p><b>Conjunto da obra </b></p>
<p>A mostra "Quilombolas — Tradições e Cultura da Resistência", que o público belo-horizontino poderá ver a partir de amanhã, é composta por 40 fotografias em preto e branco, que enchem os olhos pela força das expressões registradas — uma marca constante na fotografia de André Cypriano —, além de composições que buscam — e alcançam — o olhar menos óbvio. "Eu miro sempre na lua quando fotografo. Nem sempre consigo acertá-la. Mas sempre pego as estrelas. E estrelas também são muito belas. Fico orgulhoso de trazer um bom material para casa", comemora o fotógrafo, consciente do valor de seu trabalho — ele está no acervo museus do Brasil e do mundo e é considerado por publicações especializadas como um dos mais brilhantes fotógrafos brasileiros em atividade.</p>
<p>Além das fotos, a mostra ainda conta com seis ilustrações, três mapas e textos assinados pelo historiador Maurício Falavigna e pela pesquisadora e doutoranda em artes Denise Camargo, que divide a curadoria com Denise Carvalho, produtora cultural e diretora do projeto.</p>
<p><b>AGENDA</b> — Exposição "Quilombolas — Tradições e Cultura da Resistência", com fotografias de André Cypriano e cartografia de Rafael Sanzio Araújo dos Anjos. De amanhã a 2 de março, com visitação sempre de terças a sábados, das 9h30 às 21h, e aos domingos, das 16h às 21h, na Galeria Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes (avenida Afonso Pena, 1.537, centro, 3236-7400). Entrada franca.</p>
<p><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/02/capa_magazine.jpg" title="capa_magazine.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/02/capa_magazine.jpg" title="capa_magazine.jpg"><img src="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/02/capa_magazine.jpg" alt="capa_magazine.jpg" /></a></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p><i>Fonte</i>: O tempo</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fotografia em primeiro plano de Karem Montenegro]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/2008/01/11/fotografia-em-primeiro-plano-de-karem-montenegro/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 17:06:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
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<description><![CDATA[



A fotografia que se dá no primeiro plano documental, instantânea, passa neste instante do trab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/01/karenmontenegro.jpg" title="karenmontenegro.jpg"></a></p>
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<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;" align="left">A fotografia que se dá no primeiro plano documental, instantânea, passa neste instante do trabalho por um processo digestivo que não se contém a enquadramentos, fotometria, e outros. Tenta o além. Busca não só a expressão do sujeito desvelado, mas também a representação de como este sujeito foi apreendido (sentido). Quer imprimir as sensações que estes pequenos encontros cotidianos, entre a câmera e o sujeito, provocam. Como resultado: sobreposições, arranhaduras e diluições conseguidas através de processos artesanais.</div>
<div style="text-align:center;" align="left">Câmeras: Canon EOS Elan7 com lente Sigma 28-135 mm; Sony Cyber-shot 4,1 MP.<br />
Filmes : Kodak 400TX; Kodak Ektachrome 100.</div>
<div style="text-align:center;" align="left">Karen Montenegro</div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"><i>Fonte:</i> FOTOSITE ON LINE</div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/01/karenmontenegro21.jpg" title="karenmontenegro21.jpg"><img src="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/01/karenmontenegro21.jpg" alt="karenmontenegro21.jpg" /></a></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2008/01/karenmontenegro3.jpg" title="karenmontenegro3.jpg"><br />
</a></div>
<div style="text-align:center;"></div>
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<div style="text-align:center;" align="left"></div>
<div style="text-align:center;" align="left"></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOMINE A LINGUAGEM DA LUZ NATURAL E DA COMPOSIÇÃO. ]]></title>
<link>http://escoladeimagem.wordpress.com/2007/12/06/domine-a-linguagem-da-luz-natural-e-da-composicao/</link>
<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 12:27:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafoto</dc:creator>
<guid>http://escoladeimagem.pt-br.wordpress.com/2007/12/06/domine-a-linguagem-da-luz-natural-e-da-composicao/</guid>
<description><![CDATA[A ESCOLA De IMAGEM oferece a 2ª edição  do curso de  &#8220;LUZ E COMPOSIÇÃO&#8221; a parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://escoladeimagem.wordpress.com/files/2007/12/borda_on1.gif" title="borda_on1.gif"></a>A ESCOLA De IMAGEM oferece a 2ª edição  do curso de  "LUZ E COMPOSIÇÃO" a partir  do dia 13 de dezembro de 2008.</p>
<p>Ao fazer o curso "LUZ E COMPOSIÇÃO" o aluno aprenderá a dominar técnicas de fotometria avançada e compensação de exposição. Dominar a linguagem da luz natural e o rico mundo da composição. Trazendo para suas fotos mais estética, equilíbrio, cores e sentimento.</p>
<p>O curso será ministrado em locais com grande variedade de assuntos como gente, animais e natureza. É também voltado para quem gosta de fotografar detalhes como flores, paisagens naturais/urbanas e crianças.<br />
São 4 dias consecutivos de vivência teórica, prática e análise fotográfica que facilitam não só o embasamento como também a fixação dos conceitos passados em sala de aula.</p>
<p>Uma bela foto é resultado de uma boa composição. Uma boa composição depende por sua vez da luz!</p>
<p>Informações : 31 3264 6262</p>
<p><a href="http://www.escoladeimagem.com.br/">www.escoladeimagem.com.br</a> </p>
]]></content:encoded>
</item>

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