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	<title>energia-dos-ventos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/energia-dos-ventos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "energia-dos-ventos"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 20:30:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[General Eletric irá construir 667 moinhos eólicos em maior projeto mundial (15.05.2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=139</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 00:23:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/16/general-eletric-ira-construir-667-moinhos-eolicos-em-maior-projeto-mundial-15052008/</guid>
<description><![CDATA[O conglomerado norte-americano General Eletric recebeu um pedido de compra de 667 moinhos eólicos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O conglomerado norte-americano General Eletric recebeu um pedido de compra de 667 moinhos eólicos do grupo Mesa Power, que prevê criar a maior usina desse tipo no mundo, no extremo norte do Estado do Texas (centro-sul), segundo um comunicado divulgado nesta quinta-feira.</p>
<p>O valor total da transação não foi informado, mas o magnata norte-americano da energia, T. Boone Pickens, fundador da Mesa Power citado em um comunicado, estimou que a primeira fase do projeto custaria cerca de US$ 2 bilhões.</p>
<p>Uma vez instalados os moinhos até 2011, a capacidade da fábrica será de cerca de 1.000 megawatts, suficientes para abastecer 300.000 casas norte-americanas.</p>
<p>No final das quatro fases do projeto, a capacidade chegará a 4.000 megawatts, sendo o maior projeto do mundo, segundo o comunicado.</p>
<p>Mesa Power acredita que o projeto deve criar 1.500 empregos na fase de construção e 720 durante o funcionamento.</p>
<p>Fonte: <em>http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u402196.shtml</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Balão que gera eletricidade a partir do vento começa a ser testado (13.05.2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=138</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 05:20:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/14/balao-que-gera-eletricidade-a-partir-do-vento-comeca-a-ser-testado-13052008/</guid>
<description><![CDATA[A empresa emergente Magenn, do Canadá, afirmou que está às vésperas de tornar realidade um proje]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:right;cursor:pointer;margin:0 5px 5px 0;" src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115080513-magenn.jpg" alt="" width="250" height="170" />A empresa emergente Magenn, do Canadá, afirmou que está às vésperas de tornar realidade um projeto que, segundo seus fundadores, deverá revolucionar a forma como a energia eólica pode ser aproveitada.</p>
<p><strong>Testes no hangar</strong></p>
<p>Em vez de gigantescos cata-ventos, instalados em postes, a idéia é utilizar balões infláveis dotados de um sistema que os faz girar ao longo de seu eixo horizontal.</p>
<p>Nos últimos dias, a empresa está conduzindo os testes finais com o seu primeiro balão em escala real, enchendo-o com hélio. Inicialmente o sistema será testado no interior de um gigantesco hangar, com mais de 60 metros de altura. Se tudo caminhar dentro do planejado, o balão será esvaziado, retirado do hangar, e finalmente posto em testes ao ar livre.</p>
<p><strong>Eficiência eólica</strong></p>
<p>O balão deverá funcionar ancorado por um cabo de aço a 300 metros de altitude. O vento fará girar a sua parte externa, movimentando um gerador interno. A eletricidade gerada chegará ao solo por meio de um cabo anexo ao cabo de ancoragem.</p>
<p>Dependendo das dimensões do balão, o sistema será capaz de gerar desde 10 kilowatts de potência - o que o tornará útil também para pequenas propriedades - até a faixa dos Megawatts.</p>
<p>Como o balão ficará em altitude bastante superior à das turbinas eólicas convencionais, seu funcionamento será mais constante, tirando maior proveito das correntes de vento. Segundo cálculos da Magenn, seu sistema MARS ("Magenn Power Air Rotor System") terá uma eficiência na conversão do vento em eletricidade de 50%, enquanto as turbinas eólicas instaladas no solo têm eficiência entre 20 e 25%.</p>
<p><strong>Dirigível estável</strong></p>
<p>O conceito MARS para geração de eletricidade a partir do vento é uma adaptação da "Aeronave Magnus", um conceito de dirigível inventado nos anos 1970 por Fred Ferguson, um engenheiro aeronáutico que é também o fundador da Magenn.</p>
<p>O dirigível Magnus foi projetado de forma a girar à medida que se movia para frente. A rotação permite que ele ganhe sustentação, estabilidade, e possa manter-se posicionado em uma área restrita e totalmente controlada - um fenômeno agora conhecido como efeito Magnus.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=balao-que-gera-eletricidade-a-partir-do-vento-comeca-a-ser-testado&#38;id=010115080513</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Núcleo desenvolve rotor aerodinânico nacional para produzir energia eólica (30-04-2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/06/nucleo-desenvolve-rotor-aerodinanico-nacional-para-produzir-energia-eolica-30-04-2008/</guid>
<description><![CDATA[Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias
O Núcleo de Energias Renováveis da Escola Polit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias</em></p>
<p><a href="http://www.envolverde.com.br/fotos/46312.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://www.envolverde.com.br/fotos/46312.jpg" border="0" alt="" /></a>O Núcleo de Energias Renováveis da Escola Politécnica (Poli) da USP desenvolve uma tecnologia inteiramente nacional para o rotor aerodinâmico usada em turbinas eólicas, que produzem energia elétrica a partir dos ventos. O rotor projetado no Departamento de Energia e Automação Elétricas da Poli será instalado em uma turbina de 10 Kilowatts, destinada a aplicações de pequeno porte, na área rural e em locais de difícil acesso às redes convencionais de distribuição de energia.</p>
<p>O rotor é formado por um conjunto de pás e um eixo, que é acoplado a um gerador elétrico e colocado no alto de uma torre. “Quando as pás se movimentam, a energia cinética do vento é transformada em energia mecânica”, explica a professora da Poli, Eliane Aparecida Faria Amaral Fadigas, que coordena a pesquisa. “O gerador ligado ao eixo converte a energia mecânica em energia elétrica”.</p>
<p>Na fase inicial do projeto, foi feito o modelamento matemático do rotor, sistema de segurança e mecanismos de controle. Por meio de um software específico, os pesquisadores realizaram simulações aerdinâmicas para identificar os parâmetros ótimos de projeto. “O modelo matemático representa as características físicas que o rotor deverá ter, tais como as forças de empuxo a que estará submetido, dimensão e o perfil aerodinâmico das pás e as diversas forças que atuam em função da incidência do vento nas pás”, descreve a pesquisadora.</p>
<p>A próxima etapa será a construção de um protótipo, que deverá estar concluído e testado até o final do ano. O desenvolvimento do rotor inclui um sistema de controle automatizado da nacele (bloco onde são fixadas as pás e que concentra o eixo e o gerador) e do ângulo das pás, para efetuar o controle de potência e velocidade. “Em geral, turbinas eólicas com até 50 kilowatts de potência não possuem controles, apenas um leme acionado pelo vento e pás fixas”, aponta Eliane. “O controle automático permitirá o giro e a regulagem das pás, ampliando a eficiência da turbina”.</p>
<p><strong>Parceria</strong></p>
<p>No Brasil, existe uma única empresa que fabrica turbinas eólicas de pequena potência, com 400 watts, 1 kilowatt, 2 kilowatts e 5 kilowatts. O rotor em planejamento será utilizado em turbinas de 10 kilowatts. Além dos testes de bancada, que serão feitos em equipamentos a serem instalados na Poli, as pás, com diâmetro de 6,8 metros, terão seus corpos de prova testados em um túnel de vento. “Depois dos ensaios em laboratório, o rotor será colocado numa turbina para ser avaliada em condições reais, em campo aberto”, planeja a professora.</p>
<p>De acordo com a professora, para a instalação das turbinas é necessário realizar o mapeamento eólico das regiões. “Isto quer dizer que é necessário um bom conhecimento do regime dos ventos ao longo do ano”, ressalta. A geração de energia elétrica começa com velocidades de vento entre 2,5 a 3 metros por segundo (m/s), mas o seu pleno funcionamento (geração de potência máxima) se dá com velocidades em torno de 13 a 14 m/s, dependendo do tipo de turbina.</p>
<p>“Poucas regiões brasileiras possuem levantamentos mais detalhados das condições dos ventos, como o Rio Grande do Sul, onde está a maior central de turbinas eólicas do País”. Os locais com maior potencial estão no litoral do Nordeste, do Rio Grande do Norte ao Ceará, mas a turbina pode ser adotada em áreas rurais isoladas, como alternativa para fornecer energia elétrica.</p>
<p>O projeto do rotor aerodinâmico faz parte de um edital lançado em 2006 pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, para incentivar a nacionalização de equipamentos na área de energias renováveis. "É um trabalho em parceria entre universidades e empresas para desenvolver produtos e colocá-los no mercado”, comenta Eliane.</p>
<p>Os estudos, coordenados pela professora Eliane Fadigas, contam com a participação dos pesquisadores Alexandre de Lemos Pereira, pós-doutorado em energia eólica, e Fabiano Daher Adegas, doutorando da Poli. Dois alunos de graduação, Lucas Cardoso (engenharia elétrica) e Luis Fernando Prado (engenharia mecânica), atuam como bolsistas de iniciação científica.</p>
<p>Mais informações: (0XX11) 3091-5349/5278, com Eliane Aparecida Faria Amaral Fadigas</p>
<p>Fonte: <em>http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=46312&#38;edt=1</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tufão - cata-vento anemométrico em Irati (PR)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=120</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:22:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/tufao-cata-vento-anemometrico-em-irati-pr/</guid>
<description><![CDATA[Irati (PR) / Cata-vento não convencional - PROTÓTIPO EM EXPOSIÇÃO

(01) Graças a um financiamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Irati (PR) / Cata-vento não convencional - PROTÓTIPO EM EXPOSIÇÃO</p>
<p><img src="http://www.isaorg.org.br/web/Imagens/tufao-rodando-e-outros%20008-crop-w446.jpg" alt="" width="446" height="451" /></p>
<p>(01) Graças a um financiamento conquistado junto ao PROECO - Fundo Aurora Pró-Desenvolvimento Local Sustentável, da FHAU / IPTA-ABDA – Rede Aurora (Brasília / DF), a ONG Instituto Santos-Dumont de Tecnologia e Desenho Industrial - ISAORG (www.isaorg.org.br), com sede em Irati (PR), apresentou dia 21 de setembro próximo passado, sexta feira, às 16h30, nas instalações do Colégio Florestal de Irati (www.irati.com.br/colflorestal), o protótipo do TUFÃO.</p>
<p>(02) A cerimônia foi aberta ao público e integrou a agenda de encerramento do V ENCONTRO NACIONAL DE TÉCNICOS FLORESTAIS, promoção do Colégio Florestal, unidade pública de ensino técnico do Governo do Estado do Paraná. Além de alunos, professores da instituição, empresários e servidores públicos em geral, estiveram presentes ao evento: Eng. Florestal Laércio de Oliveira, Diretor do Colégio Florestal; Marisa Massa Lucas, Vice-Prefeita de Irati (PR); Felipe Guedes Alvarenga, da Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia; Vanderlei Kawa, Diretor Administrativo da AMCESPAR - Associação dos Municípios do Centro-Sul do Paraná; Florêncio Wroblewski, do PROECO / FHAU – ABDA (Fundo Aurora Pró-Desenvolvimento Local Sustentável); Arq. Luiz Gonzaga Scortecci de Paula, Presidente do ISAORG e autor do TUFÃO; Werner Otto Barby, proprietário da Werby Máquinas Ltda, empresa iratiense construtora do protótipo do TUFÃO e que responderá pela construção de exemplares avulsos sob encomenda; Reginaldo Szwaidak, chefe de oficina da equipe construtora do protótipo do TUFÃO na Werbye Máquinas Ltda. (Irati / PR); Eng. Paulo Sérgio Bonatto de Melo, da área de engenharia industrial e modelagem eletrônica do ISAORG; Estela Mara Rosa, da comissão organizadora da KATAVENTO - Ind. e Com. Ltda. – ME, empresa que produzirá em série o TUFÃO; Jackson Manoel de Freitas, Diretor Técnico do ISAORG; Rozenilda Romaniw, da Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Irati; e Professor Mário Menon, Diretor da UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro-Oeste - Campus Irati.</p>
<p>(03) O referido implemento é um tracionador ou rotor eólico (cata-vento não convencional), de giro horizontal e eixo vertical, do tipo anemométrico (lembra um anemômetro gigante), com seis ou oito pás cônicas, e que funciona montado na ponta de uma torre de concreto (poste convencional), para onde é içado por um sistema especial depois de montado na base da torre. O conjunto de pás tem seis metros de diâmetro e, na sua versão final, deverá receber tratamento para operar nas zonas litorâneas sem que seus elementos sofram a ação corrosiva da maresia.</p>
<p>(04) O protótipo do TUFÃO foi encomendado à Werby Máquinas Ltda., empresa iratiense que deverá atender também aos pedidos sob encomenda tão logo o TUFÃO esteja disponível comercialmente. Num segundo momento, o TUFÃO será produzido em série pela KATAVENTO - Ind. e Com. Ltda. - ME, microempresa a ser instalada em Irati (PR) pelas duas ONGs de fins humanitários envolvidas no desenvolvimento do produto (REDE AURORA e ISAORG).</p>
<p>(05) O TUFÃO é parte de uma série de 28 trabalhos tecnológicos "inventivos" e inovadores voltados principalmente para populações isoladas, sitiantes, comunidades rurais, ecovilas e agrovilas, estações aquarianas, pequenos agricultores e fazendas, sem prejuízo, naturalmente, de sua aplicação no meio urbano, principalmente junto a assentamentos socialmente improvisados, por exemplo.</p>
<p>(06) Um tracionador ou rotor eólico é um "cata-vento" ou seja, uma máquina que produz energia mecânica com a força dos ventos, energia essa que pode ser utilizada para muitos fins, como geração de energia elétrica, bombeamento d'água para recalque ou irrigação, aeração silenciosa de tanques de peixes e camarões, ventilação de criadouros, moagem e trituração de grãos e vegetais, exaustão em ambientes fechados, movimentação de cargas em biodigestores, içamento de baladeiras (levantamento intermitente de cargas em planos inclinados), movimentação de letreiros comerciais e até para fins decorativos, em faixas de domínio de rodovias e postos de combustíveis, podendo ser muito úteis também em pousadas e hotéis de campo, no eco-turismo e no turismo rural e de aventura, bem como em estações de monitoramento científico em geral e em pequenos aeródromos.</p>
<p>(07) O TUFÃO só depende de bons ventos, como qualquer tracionador eólico. A média dos ventos deve ser boa, ou seja, a partir de 7 a 8 metros por segundo (25,2  a 28,8 km/h), condições em geral existentes em regiões mais altas e no litoral, em quase todo o Brasil. Melhor ainda quando utilizado como fonte complementar, associado, direta ou indiretamente, com outras fontes alternativas à energia fornecida pelas concessionárias públicas ou pela queima de derivados do petróleo, tração animal e força humana, ainda muito utilizada para carregar ou bombear água.</p>
<p>(08) Sua performance está em estudo e seu preço ao consumidor ainda não foi divulgado, mas os interessados podem se inscrever no grupo virtual "Amigos do Tufão" para receber informações e acompanhar o desenvolvimento do produto. Mande um e-mail em branco para o seguinte endereço eletrônico e depois confirme sua adesão tão logo receba um e-mail automático: assinar-amigos-do-tufao@grupos.com.br.</p>
<p>(09) Sua patente como Modelo de Utilidade foi encaminhada através da APPI - Agência Paranaense de Propriedade Industrial do TECPAR (www.tecpar.br/appi). A concepção do TUFÃO é do Arquiteto mineiro Luiz Gonzaga Scortecci de Paula, 56 (Uberaba / MG), ora domiciliado em Irati (PR), e que vem superintendendo o projeto. A modelagem eletrônica ficou a cargo do Engenheiro Industrial Paulo Sérgio Bonatto de Melo, de Porto Alegre (RS). A chefia da construção do TUFÃO na Werby Máquinas Ltda. foi de Reginaldo Szwaidak. Modelos em escala e ensaios preliminares couberam a Jackson Manoel de Freitas, do ISAORG.</p>
<p>(10) Seus criadores e as duas ONGs que representam estão de olho na geração de emprego, na superação das desigualdades regionais de renda e de oportunidades, na inclusão social responsável, na amenização das conseqüência do aquecimento global, no desenvolvimento de infra-estrutura para refugiados e comunidades nativas em geral, na disponibilização de soluções viáveis para o atendimento humanitário e de defesa civil em situações de emergência, desde o plano local até global, em tempo de paz ou de guerra, bem como no resgate da criatividade popular e do inventor nacional isolado ou independente, com ou sem titulação técnica e acadêmica.</p>
<p>(11) Em pauta no ISAORG está a captação de recursos gratuitos (a fundo perdido), ou bens em espécie, visando o desenvolvimento das próximas etapas, que incluem o acesso a um terreno, a construção de barracão industrial, a aquisição de máquinas e ferramentas diversas, equipamentos, veículos e instrumentos em geral, a incubação da empresa KATAVENTO, a contratação do pessoal e um certo capital de giro, além de recursos para a conclusão do TUFÃO e de seus periféricos, visando seus usos possíveis, e o início das atividades relativas ao desenvolvimento de outros produtos da agenda da parceria REDE AURORA, ISAORG e KATAVENTO.</p>
<p>(12) Parte da renda obtida com a comercialização dos produtos do ISAORG reverterá para o PROECO e para as atividades de difusão de eco-tecnologias de baixo impacto ecológico-ambiental e relevante interesse sócio-comunitário (Tecnologias Sociais), bem como produtos indispensáveis para ações de defesa civil e a ajuda humanitária em larga escala, preocupação central da REDE AURORA.</p>
<p>(13) Mais elementos sobre o TUFÃO e outros trabalhos da parceria em questão poderão ser conhecidos através do site www.isaorg.org.br e www.katavento.com.br. Há uma nota sobre o evento acima citado em www.rts.org.br, site da REDE DE TECNOLOGIA SOCIAL.</p>
<p>(14) Ilustrações: vide link <em>http://www.isaorg.org.br/EXTRAS/solenidade-tufao.htm.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inauguração de protótipo de cata-vento no Paraná]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 11:45:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/04/06/inauguracao-de-prototipo-de-cata-vento-no-parana/</guid>
<description><![CDATA[A Tecnologia Social criada pela Rede Aurora é testada em Irati.
No dia 21 de setembro, o Instituto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Tecnologia Social criada pela Rede Aurora é testada em Irati.</p>
<p>No dia 21 de setembro, o Instituto Santos-Dumont de Tecnologia e Desenho Industrial (ISAORG), com sede em Irati/PR, apresentará publicamente o Tufão. Trata-se de um protótipo de cata-vento não convencional. Tecnicamente, é denominado como um rotor eólico não convencional, de eixo vertical e giro horizontal, planejado para múltiplos usos e voltado para pequenos usuários rurais, populações nativas em risco e povoações isoladas.</p>
<p>A apresentação acontecerá nas instalações do Centro Estadual de Educação Profissional Presidente Costa e Silva – Colégio Florestal de Irati, entidade que está participando da implementação dos testes e ensaios programados para uma avaliação do Tufão nessa etapa de seu desenvolvimento.</p>
<p>À frente desta Tecnologia Social está a Rede Aurora, que faz parte do Instituto Projeto Aurora (IPTA), situada na cidade de Irati. A rede é formada por estações agroecológicas previstas para regiões interioranas acima de 720 ou 840 metros em relação ao nível do mar, de linha holística, ou seja, que incorpore ciências, paraciências, tecnologias e perspectivas não contempladas pelo interesse acadêmico, e que se multipliquem em rede, abrigando moradores que também viverão em rede, sem vínculos patrimoniais, já que a Rede Aurora é uma infra-estrutura ecológica, sem jurisdição territorial, aberta em escala global.</p>
<p>Em torno de suas unidades, a rede visa a cooperar com agricultores isolados, vilas, vilarejos, povoações, povoados e assentamentos rurais em geral, contextos em que as Tecnologias Sociais são fortemente demandadas. "A orientação é para que se responda às necessidades manifestadas pelos habitantes dessas áreas com os quais os integrantes da rede interagem com exemplos que são parte do receituário ecotecnológico das próprias estações ou ecovilas", explica o arquiteto Luiz Gonzaga de Paula, mentor da Rede Aurora.</p>
<p>O rotor (ou tracionador) eólico Tufão é o primeiro de uma série de 28 produtos já elencados pela Rede Aurora. Entre as suas possibilidades de utilização, estão geração de energia elétrica, bombeamento de água, aeração de tanques em aquicultura, ventilação de criadouros, exaustão em hangares, depósitos e oficinas, moagem e trituração, movimentação de cargas em biodigestores, tracionamento de baladeiras (cabos içadores de ação intermitente), movimentação de letreiros, painéis e vitrines em faixas de domínio rodoviário, mostras e exposições.</p>
<p>Luiz Gonzaga de Paula comenta que a apresentação pública do Tufão está entre os eventos mais representativos do momento pelo qual passa o processo da Rede Aurora. "Independente da nossa perspectiva de realidade, ou seja, do universo dos paradigmas que nos orientam enquanto comunidade, estamos viabilizando um melhor diálogo com todo o Terceiro Setor e, em particular, com todos os agentes que têm reconhecido o extraordinário potencial das Tecnologias Sociais como instrumento de promoção sociocultural participativa e altamente questionadora dos valores que têm privilegiado soluções para demandas que podem ser resolvidas de modo descentralizado e de forma cooperativa".</p>
<p><em>Fonte: http://www.rts.org.br/noticias/destaque-4/inauguracao-de-prototipo-de-cata-vento-multiuso-no-parana/?searchterm=cata-vento</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Equipamento aquece água com energia do vento (11.10.2006)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 11:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/04/06/equipamento-aquece-agua-com-energia-do-vento-11102006/</guid>
<description><![CDATA[Uma equipe de estudantes de engenharia da Universidade do Estado do Oregon, Estados Unidos, construi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe de estudantes de engenharia da Universidade do Estado do Oregon, Estados Unidos, construiu o protótipo de um sistema de aquecimento de água que funciona inteiramente a partir do vento. Eles se basearam em rascunhos feitos por seu professor Alan Wallace, falecido no ano passado.</p>
<p>No protótipo, o vento é capturado por uma turbina eólica feita a partir de um tambor de aço. A turbina aciona um eixo que faz girar um conjunto de ímãs permanentes presos em uma placa metálica. Os magnetos giram a uma pequena distância de uma placa de cobre, que se aquece devido à resistência magnética.</p>
<p>O calor é transferido para a água por meio de um sistema de serpentinas colado no lado oposto da placa de cobre.</p>
<p>Além da energia eólica, a turbina pode tirar energia de um fluxo de água, por exemplo, podendo ser montada na forma de uma roda d'água.</p>
<p>Os estudantes Paul Vigansky e Jacques Chiron agora querem fundar uma empresa para explorar as potencialidades de geração de energia sustentável de seu aparelho.</p>
<p><em>Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115061011</em></p>
]]></content:encoded>
</item>

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