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	<title>educacao-no-rs &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/educacao-no-rs/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "educacao-no-rs"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 02:24:40 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Construindo Professores    Construindo Discursos]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=154</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 19:35:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
<guid>http://ocavirtual.pt-br.wordpress.com/2008/07/06/construindo-professores-construindo-discursos/</guid>
<description><![CDATA[Construindo Professores
Construindo Discursos
Franco De Souza Machado

A construção dos saberes do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center"><strong>Construindo Professores</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center"><strong>Construindo Discursos</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;line-height:150%;" align="right"><strong>Franco De Souza Machado</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A construção dos saberes docentes se dá de forma combinada com o desenvolvimento do indivíduo, o sujeito professor existe além da sala de aula.Antes de ser o ‘mestre’ de geografia, biologia ele é o pai, o marido, a mulher ou o homem, o trabalhador vivente em uma sociedade fortemente hierarquizada, dividida em classes sociais antagônicas.A geografia das salas de aula é a geografia dos discursos, o espaço escolar apresenta-se como uma fotografia das relações de produção.O professor reproduz o papel do patrão, carregando em si toda a força do estado.O aluno nesse grande teatro social representa o operariado, esmagado por uma série de discursos e tolhido a ver a educação apenas como um obstáculo social ou como uma oportunidade de desenvolvimento profissional à medida que desenvolve conhecimentos técnicos.Infelizmente, a sociedade tem seu próprio ritmo, seu próprio desenvolvimento histórico, sepultando ora ideologias e categorias científicas para em seguida recuperá-las para o debate.Um tema que em minha opinião necessita ser revisado é a relação da escola com a sociedade, a possibilidade ou não do desenvolvimento de um conhecimento escolar imparcial, de uma escola que apresente o saber como algo determinado, ainda que confundido por uma diversidade de discursos e currículos que convergem sempre para um mesmo caminho a manutenção da ordem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center">*</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A escola de nossos dias aborda questões ainda polemicas como o machismo na construção da mulher ideal, serviçal primeiro do marido e dos filhos e agora do patrão.Avançamos em uma abordagem mais crítica das opressões e explorações presentes no capitalismo, contudo, ainda somos demasiadamente descritivos e quantitativos sem adentrar com maior profundidade nas qualidades dos problemas sociais.A vida real é mais complexa que uma estatística, sendo essa apenas uma ferramenta, embora, muitas vezes tratada como um fim em si mesma.Porém, apesar das conquistas, precisamos ir além, vencendo a barreira do paliativo e do imediatismo intelectual. É preciso estudar,vivenciar e transformar o processo.A máxima de que nenhuma teoria é válida se não resiste a concretude da realidade material é valida para a geografia das salas de aula.O professor e sua relação com os discursos da sociedade, tal qual o machismo em relação às mulheres docentes me chama bastante a atenção, como algo que transborda o espaço das salas de aula.Concordo com a professora Guacira Lopes quando essa apresenta a rede de caricaturas sociais construídas ao longo do tempo sobre as professoras e como essas funcionaram e ainda funcionam como argumentos velados da exploração, pelo não reajuste salarial.A professora se desenhava como a tia, a que dá aulas por amor, por vocação, portanto não importam os baixos salários e as más condições de trabalho a professora seguirá dando aula porque ela nasceu para isso e nada a removerá de seu ideal quase divino.A escola brasileira está falida, existe um projeto de estado para cada vez mais sucatear e fortalecer o ensino privado em todos os níveis educacionais.Questiono Maura Lopes e Eli Henn Fabris como é possível inserir o excluído em um contexto de crise da educação?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center">*</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Como será possível em cenário em que as escolas públicas atendem de forma precária a demanda dita regular de estudastes, que os professores ganham mal e não tem qualificação para lidar com a diferença. É triste mas nossa educação pública que é o que me compete não passa de uma velha máquina fordista,operando pelo ‘milagre’ da luta social de nossos educadores.Falta leitura, falta estrutura para o desenvolvimento de professores mais críticos, que vão além da matéria que conhecem com profundidade, despertando em seus alunos seus próprios valores e colaborando para a criação de um sujeito realmente transformador e participante da realidade, da sociedade em que vive.Meu recado para os professores da faculdade de educação, com toda a humildade para os queridos mestres, e que continuem com suas pesquisas pedagógicas, epistemológicas, mas que também vençam os muros da universidade, participando da luta direta do povo, pois, as teorias por mais brilhantes que possam ser precisam passar pela prova de fogo da realidade concreta.A dialética do conhecimento humano aproveita o que a história demonstra como válido e refuta, supera aquilo que já deu sua contribuição social a humanidade.Temos o direito de perecer, a escola e as ideologias sociais também.Fica, contudo, o processo, o desenvolvimento do conhecimento humano.Já é hora de construir novas geografias, novas escolas, novas sociedades nacionais em um novo sistema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Bibliografia:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong>Gênero e Magistério:Identidade,História,Representação</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Lopes Louro,Guacira.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong>O Discurso Do Avesso: A Geografia Da Sala De Aula</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Moreira,Ruy.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong>Manter-se Na Escola Regular:Um Esforço Que Não Garante Lugar De Incluído.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Corcini Lopes,Maura.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Henn Fabris,Eli.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A POPULAÇÃO NEGRA TRABALHADORA]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=136</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:28:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
<guid>http://ocavirtual.pt-br.wordpress.com/2008/06/24/a-populacao-negra-trabalhadora/</guid>
<description><![CDATA[os efeitos das desigualdades promovidos pelo preconceito racial sobre os rendimentos médios individ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">os efeitos das desigualdades promovidos pelo preconceito racial sobre os rendimentos médios individuais,sem dúvida,inserem-se na grande concentraçao de renda salarial brasileira.Essa perversa realidade tem uma triste relação sobre a qualidade de vida desta grande parcela da população nacional.Desigualdade,pobreza,atingem principalmente a população trabalhadora negra e podem ser sintetizadas pela comparação entre o IDH da população negra e da população não-negra.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudos demonstram que a população de trabalhadores negros ocupa postos de trabalho mais precários e com menor remuneração,carregando também o peso de índices de desemprego subtancialmente maiores do que os índices de desemprego encontrado entre a população trabalhadora não-negra.Os negros tem maior índice de ocupação que os não negros em atividades ligadas a agricultura,contrução civil e prestação de serviços.Nas grandes regiões metropolitanas de nosso país é sempra mais intensa a incorporação de negros ao mercado de trabalho,porém esses são ainda muito poucos entre os trabalhadores estatutários.De fato o negro encontra-se 'apartado' dos serviços públicos em geral.Porém,quando se insere nesse setor geralmente ganha os piores salários ocupando as funções taxadas de menos qualificadas pela burocracia governamental do estado.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[PRA QUE(M) SERVE O TEU CONHECIMENTO????]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=128</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 14:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
<guid>http://ocavirtual.pt-br.wordpress.com/2008/06/16/pra-quem-serve-o-teu-conhecimento/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ocavirtual.files.wordpress.com/2008/06/pra-quem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-127" src="http://ocavirtual.wordpress.com/files/2008/06/pra-quem.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com os alunos da escola estadual Júlio de Castilhos]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=113</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 20:23:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
<guid>http://ocavirtual.pt-br.wordpress.com/2008/05/18/entrevista-com-os-alunos-da-escola-estadual-julio-de-castilhos/</guid>
<description><![CDATA[Entrevista com os alunos da escola estadual Júlio de Castilhos
A voz e a vez do estudante refletir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><span style="font-family:Arial;">Entrevista com os alunos da escola estadual Júlio de Castilhos</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><em><span style="font-family:Arial;">A voz e a vez do estudante refletir a escola</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><strong><span style="font-family:Arial;">Introdução</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Optamos ao entrevistar os estudantes do colégio Júlio de Castilhos, por desenvolver uma abordagem sociológica mais crítica.Percebemos ao longo dos anos, não negando nossa experiência como estudantes secundaristas, que a sala de aula não se configurava e ainda não se configura como um ambiente dos estudantes e sim como um ambiente, onde se manifesta muitas vezes apenas o poder e as vontades dos professores.E nessa escola o ambiente dos estudantes, seu espaço de contestação e relacionamento apresenta-se na figura de seu grêmio estudantil.O grêmio é mais que um espaço de luta onde se discutem os problemas da escola e da sociedade, é um espaço de convivência onde surgem amizades, rixas políticas, amores, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>O grêmio é talvez a célula viva da escola, onde a efervescência de idéias salta aos olhos, por isso mesmo abandonamos a rigidez do sociólogo que observa o seu sujeito de investigação de forma externa, queremos ser parte desse processo, precisamos muito mais ouvir do que perguntar.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>O colégio Júlio de Castilhos, popularmente conhecido como Julinho é o maior colégio de ensino médio do estado.Carrega uma bagagem de luta e excelência, quando o assunto é lutar por uma educação gratuita de qualidade para todos.Seus estudantes sempre estiveram na vanguarda da luta estudantil no RS, des dos anos 60 na luta contra a ditadura, passando pelas manifestações massivas pelas diretas já de 84 e desembocando na luta contra o desmanche da educação promovido na década de 90 e 2000 pelos governos neoliberais com verniz de esquerda ou não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><span style="font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><span style="font-family:Arial;">Entrevista</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><em><span style="font-family:Arial;">O grêmio estudantil: A voz e a vez do estudante refletir a escola</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><span style="font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Ao chegarmos à escola em uma terça feira à noite, fomos muito bem recebidos pela direção, que após um momento de desconfiança sentiu-se bastante à vontade dado ao caráter informal da nossa pesquisa.Hoje, contudo, era o dia de irmos de encontro aos estudantes, em seu espaço dentro da escola: O grêmio estudantil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Chegando ao grêmio fomos tratados como velhos amigos pelos estudantes que lá estavam, éramos iguais, tanto pela idade que não difere tanto, quanto pela postura em relação ao desmonte da educação pública em todos os níveis de ensino.Alguns estudantes responderam nossas perguntas, porém as estudantes Ana Moreau e Angie Bandeira manifestaram total interesse na pesquisa e responderam a todas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Disseram-se apaixonadas pela escola e muito tristes porque mesmo com toda sua luta não conseguem melhorar a escola, que entre outros debilidades apresenta problemas de estrutura em decorrência do corte de verbas da educação pelo governo do estado.Reclamam da enturmação que aumentou o número de estudantes de 20 para 50 estudantes por sala de aula, argumentam que assim torna-se impossível de o professor dar uma boa aula.Logo a revolta começou a aparecer com ainda mais força, os estudantes revelam, que os professores demitidos em decorrência de enturmação, fazem parte em sua grande maioria da oposição a direção da escola e são participantes também da oposição no sindicato.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><em><span style="font-family:Arial;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;" align="center"><strong><em><span style="font-family:Arial;">O papel do professor na avaliação dos alunos e a relação com o currículo</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Para as estudantes o melhor turno para se estudar na escola é o noturno, porque segundo essas, é onde se encontram as pessoas mais sérias, que trabalham o dia inteiro e vêem na escola a oportunidade de melhorar de vida conseguindo um emprego melhor com o aumento de suas escolaridades.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Ao contrário do que o senso comum pensa, os alunos ao apontar que matéria gostavam mais afirmaram que tal avaliação, pois para eles uma aula boa depende muito mais da vontade e do interesse dos professores do que das matérias que esses ministram.Um dos professores mais citado pelos alunos pela qualidade de sua aula é um professor de física, matéria dada como vilã junto com a matemática nas escolas e nos vestibulares.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>Em contrapartida, na conversa com os estudantes explicitou-se claramente a total falta de liberdade para a construção de seus currículos junto com seus professores.Para eles salvo algumas exceções, a relação professor-aluno é fria, superficial e burocrática configurando a sala de aula, como um espaço de poder dos professores.Fatos de descriminação dos professores em relação aos alunos e vice-versa aparecem com certa força, o racismo, o machismo e a homofobia estão fortemente presentes e se percebe pelas músicas que tocam no recreio, pelo comportamento da grande maioria dos alunos.A escola não está pronta do ponto de vista pedagógico e estrutural para receber deficientes, e quando os recebe segundo os alunos os próprios professores acabam discriminando-os.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0 14.2pt 0.0001pt;"><span style="font-family:Arial;"><span> </span>O Julinho é um colégio em decadência em virtude do corte de verba para a educação, mas o amor de seus professores e alunos e as necessidades de aumento salarial e de verbas leva essa grande escola a estar na resistência, contra os ataques a educação.Quem escreverá o próximo capítulo dessa história.</span></p>
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