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	<title>educacao-basica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "educacao-basica"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 16:33:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Plano Nacional de Educação - PNE]]></title>
<link>http://fichamentos.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 13:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>lumusolem</dc:creator>
<guid>http://fichamentos.wordpress.com/?p=13</guid>
<description><![CDATA[Fichamento (espécie de) do PNE
Assinado em 2000
Deverá ser atualizado decenalmente (de dez em dez ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fichamento (espécie de) do PNE<br />
Assinado em 2000<br />
Deverá ser atualizado decenalmente (de dez em dez anos)<br />
Conta com os níveis de ensino e seus diagnósticos, diretrizes, objetivos e metas. Sempre: diagnóstico, diretrizes, objetivos e metas.</p>
<p><strong>Níveis de ensino x Modalidades de ensino</strong></p>
<p><strong>Níveis de ensino:</strong><br />
Educação Básica;<br />
Ensino Superior.</p>
<p><strong>Modalidades de ensino:<br />
</strong>EJA;<br />
Educação à distância;<br />
Educação Profissional;<br />
Educação Especial;<br />
Educação Indígena.</p>
<p>* OBJETIVOS do PNE<br />
- elevação global do nível de escolaridade da população<br />
- melhoria do nível de ensino da população<br />
- redução das desvastanges sociais e regionais no tocante ao acesso e permanência no ensino público<br />
- democratização da gestão</p>
<p>* PRIORIDADES do PNE<br />
1. Garantia de ensino fundamental obrigatório de oito anos a todas as crianças de 7 a 14 anos, asssegurando o seu ingresso e permanência na escola e a conclusão desse ensino.<br />
(Prioridade de tempo integral para as crianças das camadas sociais mais necessitadas)<br />
2. Garantia de ensino fundamental a todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria ou que não o concluíram.<br />
(Erradicação do analfabetismo)<br />
3. Ampliação do atendimento nos demais níveis de ensino - a educação infantil, o ensino médio e a educação superior.<br />
(Extensão da obrigatoriedade e garantia de oportunidades de educação profissional complementar à educação básica).<br />
4. Valorização dos profissionais da educação.<br />
5. Desenvolvimento de sistemas de informação e de avaliação em todos os níveis e modalidades de ensino<br />
(Ensino-aprendizagem)</p>
<p>O Plano Nacional de Educação DEFINE:<br />
- as diretrizes para GESTÃO e o FINANCIAMENTO da educação<br />
- as diretrizes e metas de CADA NÍVEL e MODALIDADE DE ENSINO<br />
- as diretrizes e metas para a formação e valorização do magistério e demais profissionais da educação, nos próximos dez anos</p>
<p>DA EDUCAÇÃO INFANTIL - DIRETRIZES</p>
<p>A criança não está obrigada a frequentas uma instituição de educação infantil, mas sempre que sua família deseje ou necessite, o Poder Público tem o dever de atendê-la.</p>
<p>Objetivos e Metas<br />
1. Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender,<br />
em cinco anos, a 30% da população de até 3 anos idade e<br />
60% da população de 4 e 6 anos (ou 4 e 5 anos)<br />
e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos<br />
e 80% das de 4 e 5 anos</p>
<p>Diretrizes para o ENSINO MÉDIO<br />
Preparando joves e adultos para os desafios da modernidade, o ensino médio deverá permitir aquisição de competências relacionadas ao pleno exercícios da cidadania e da inserção produtiva: auto-aprendizagem; percepção da dinâmica social e capacidade para nela intervir; compreensão dos processos produtivos; capacidade de observar, intepretar e tomar decisões; domínio de aptidões básicas de linguagens, comunicação, abstração; habilidades para incorporar valores éticos de solidariedade, cooperação e respeito às individualidades.</p>
<p>(PERGUNTA: As porcentagens da grana que tem que ser reservada ao ensino médio, fundamental e à educação básica precisam ser decoradas?)</p>
<p>DO ENSINO SUPERIOR<br />
Diagnóstico:<br />
Apesar de o 1,5 de jovens egressos do ensino médio terem à sua disposição várias vagas<br />
O Brasil apresenta um dos índices mais baixos de acesso à educação superior, mesmo quando se leva em consideração o setor privado. Assim, a porcentagem de matriculados na educação superior brasileira em relação à população de 18 a 24 anos é de menos de 12%, comparando-se desfavoravelmente com os índices de outros países do continente.<br />
Os recursos destinados pelos Estados à educação superior devem ser adicionais aos 25% da receita de impostos vinculada à manutenção e desenvolvimento da educação básica.<br />
À União atribui-se historicamente o papel de atuar na educação superior, função prevista na Carta Magna.<br />
Muito tem sido gasto, da grana do ensino superior, com pensionistas e aposentados, o PNE sugere essa mudança. Porque essas despesas só aumentam e as despesas com investimentos estão declinando.<br />
DIRETRIZES:<br />
No mundo contemporâneo, as rápidas transformações destinam às universidades o desafio de reunir em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, os requisitos de RELEVÂNCIA, incluindo a superação das desigualdades sociais e regionais, QUALIDADE e COOPERAÇÃO INTERNACIONAL.<br />
A diretriz básica para o bom desempenho desse segmento é a autonomia universitária, exercida nas dimensões previstas na Carta Maga: didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial.<br />
Objetivos e Metras:<br />
2. Ampliar a oferta de ensino público de modo a assegurar uma proporção nunca inferior a 40% do total das vagas, prevendo inclusive a pareceria da União com os Estados na criação de novos estabelecimentos de educação superior.<br />
5. Assegurar efetiva autonimia didática, científica, administrativa e de festão financeira para as universidades públicas.<br />
15. Estimular a consolidação e o desenvolvimento da pós-graduação e da pesquisa das universidades, dobrando, em dez anos, o número de pesquisadores qualificados.<br />
16. Promover o aumento anual do número de mestres e de doutores formados no sistema nacional de pós-graduação em, pelo menos, 5%.<br />
18. Incentivar a generalização da prática da pesquisa como elemtno integrante e modernizador dos processos de ensino-aprendizagem em toda a educação superior, inclusive com a participação de alunos no desenvolvimento da pesquisa.<br />
19. Criar políticas que facilitem às minorias, vítimas de discriminação, o acesso à educação superior, através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes, desta forma, competir em igualdade de condições nos processos de seleção e admissão a esse nível de ensino.<br />
Financiamento e Gestão da Educação Superior<br />
28. Estimular, com recursos públicos federais e estaduais, as instituições de educação superior a constituírem programas especiais de titulação e capacitação de docentes, desenvolvento e consolidando a pós-graduação no País.<br />
29. Ampliar o financiamento público à pesquisa científica e tecnológica, através das agências federais e fundações estaduais de amparo à pesquisa e da colaboração com as empresas públicas e privadas, de forma a TRIPLICAR, em dez anos, os recursos atualmente destinados a esta finalidade.<br />
Fala-se muito em desenvolvimento de pós-graduação e pesquisa.<br />
32. Estimular a inclusão de representantes da sociedade civil organizada nos Conselhos Universitários.<br />
33. Estimular as IES a identificar, na educação básica, estudantes com altas habilidades intelectuais, nos estratos de renda mais baixa, com vistas a oferecer bolsas de estudo e apoio ao prosseguimento dos estudos.</p>
<p>Modalidades de Ensino:<br />
Educação de jovens e adultos.<br />
Objetivos e metas<br />
1. Estabelecer, a partir da aprovação do PNE, programas visando a alfabetizar 10 milhões de jovens e adultos, em cinco anios e, até o final da década, erradicar o analfabetismo.<br />
15. Sempre que possível, associar ao ensino fundamental para jovens e adultos a oferta de cursos de nível médio para jovens e adultos.<br />
26. Incluir, a partir da aprovação do Plano Nacional de Educação, a Educação de Jovens e Adultos nas forma de financiamento da Educação Básica.</p>
<p>6. Educação à Distância e Tecnologias Educacionais<br />
Diagnóstico<br />
À União cabe o credenciamento das instituições autorizadas a oferecer cursos de educação a distância, assim como o estabelecimento dos requisitos para a realização de exames e o registro de diplomas; são de responsabilidade dos sistemas de ensino as normas para produçaõ, controle e avaliação dos programas, assim como a autorização para sua implementação.<br />
A TV Escola e o fornecimento, ao estabelecimentos escolares, do equipamento tecnológico necessário constituem importantes iniciativas.<br />
O Ministério da Educação, a União e os Estados são parceiros necessários para o desenvolvimento da informática nas escolas de ensino fundamental e médio.<br />
Diretrizes<br />
14. Apoiar financeira e institucionalmente a pesquisa na área de educação a distância.<br />
16. Capacitar, em cinco anos, pelo menos 500.000 professores para a utilização plena da TV Escola e de outras redes de programação educacional.<br />
18. Instalar, em cinco anos, 500.000 computadores em 30.000 escolas públicas de ensino fundamental e médio, promovendo condições de acesso à internet.</p>
<p>Educação Tecnológica e Formação Profissional<br />
Diagnóstico<br />
Diretrizes<br />
Prevê-se que a educação profissional, sob o ponto de vista operacional, seja estrutura<br />
nos níveis básico - indendpente do nível de escolarização do aluno,<br />
técnico - complementar ao ensino médio e<br />
tecnológico - superior de graduação ou pós-graduação.<br />
Objetivos e metas</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Andifes promove Prêmio de Jornalismo ]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:34:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=344</guid>
<description><![CDATA[Os jornalistas de todo o Brasil têm até o dia 30 de agosto para efetuar a sua inscrição no Prêm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornalistas de todo o Brasil têm até o dia 30 de agosto para efetuar a sua inscrição no Prêmio Andifes de Jornalismo 2008. A iniciativa premia anualmente os autores das melhores reportagens ou série de reportagens sobre Ensino Superior e Educação Básica – que abrange a educação infantil, fundamental e ensino médio - publicadas em jornais ou revistas brasileiras. Os candidatos podem concorrer com quantas matérias desejarem. Basta enviar pelo correio um original e uma cópia ou duas cópias do trabalho, junto com a ficha de inscrição para o endereço da Andifes: SCS Quadra 1 Bloco K - Edifício Denasa - Nº 30, 8º andar – CEP 70398-900 – Brasília/DF.</p>
<p>Serão aceitas as matérias publicadas no período de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2007. O vencedor de cada categoria receberá duas passagens aéreas de ida e volta para qualquer capital brasileira. O Prêmio Andifes de Jornalismo, criado em 1999, indica o reconhecimento e a valorização do trabalho realizado pelos veículos de comunicação e por seus profissionais, por meio da publicação de matérias sobre educação. O Regulamento e a ficha de inscrição para o Prêmio podem ser obtidos no endereço eletrônico no site da <a title="Andifes" href="http://www.andifes.org.br" target="_blank">Andifes</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roupas também educam]]></title>
<link>http://modainfantil.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:03:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogymodas</dc:creator>
<guid>http://modainfantil.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[Rou
(Garota para colorir)
Nos primeiros anos de vida a criança aprende a reconhecer o mundo: cores,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://modainfantil.wordpress.com/"><img src="http://www.portalis.co.pt/imagens-k/bratz.gif" alt="" /></a>Rou</p>
<p>(Garota para colorir)</p>
<p>Nos primeiros anos de vida a criança aprende a reconhecer o mundo: cores, formas e sons. Será que a roupa pode ajudar nesse aprendizado? Uma pesquisa feita em Santa Catariana revela que vestidinhos, blusinhas e calças podem contribuir para o desenvolvimento da garotada.</p>
<p>Enquanto brinca com o vestido, Gabrielle aprende. “Nesse momento ela está vivenciando o em cima e o embaixo, ela está desenvolvendo a sua coordenação motora”, diz estilista Ana Cristina Nardelli.As estampas não são escolhidas por acaso. “A criança também começa a perceber as primeiras formas do corpo e do rosto nesse momento”, explica a estilista. Pedagogos orientam e os estilistas transportam a fantasia dos brinquedos para o tecido. Eles criam detalhes curiosos que vão aguçar os cinco sentidos da criança. “A aprendizagem da criança, através dos cinco sentidos até os três, quatro anos, a gente está despertando a criatividade desse ser humano para o resto da vida”, diz a psicopedagoga Bernadete Wolff.</p>
<p>Enquanto trocam a roupa dos filhos os pais dão de cara com a sugestão: que tal resgatar velhas cantigas?</p>
<p>A partir dos três, quatro anos começa a “fase dos por quês”. É comum ouvir: “Mãe, por que isso? Pai, por que aquilo?” E a roupa pode ajudar as crianças estimulando a curiosidade das crianças. Quem olha, pensa que a Camila está usando um simples vestido, mas ele traz a proposta de um jogo de perguntas e respostas. É cavalo ou é peixe? Afinal o que é este bichinho? O nome dele é cavalo marinho.</p>
<p>Matheus e a mãe adoraram a idéia. “A gente vai conversando, vai brincando, é gostoso, né amor? Vai trocando de roupa e vai falando sobre os planetas e um monte de coisa.”</p>
<p>Que tal passear pelo fundo do mar e viajar por outros planetas? Nessa idade a criança já tem capacidade de abstrair e precisa exercitar a imaginação. Se os pais forem companheiros nessa brincadeira, tanto melhor! “A criança aprende pela interação e, especialmente, com carinho, amor, com afeição da mãe que é o grande recurso que a criança tem para o aprendizado”, diz Bernadete.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Níveis da Alfabetização]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:24:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As let]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva "bola", por exemplo, e ele desenha uma bola. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.<br />
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;">Veja também:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;"><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/07/04/educacao-tera-mais-21730-vagas-para-ensino-fundamental-e-medio/" target="_blank">Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OS NÍVEIS DA ALFABETIZAÇÃO]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As let]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva "bola", por exemplo, e ele desenha uma bola. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.<br />
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.</p>
<p><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO</span></strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”</p>
<p><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO</span></strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Veja também:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;"><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/07/04/educacao-tera-mais-21730-vagas-para-ensino-fundamental-e-medio/" target="_blank">Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula lança laptop de R$ 1 mil para 3,4 milhões de professores ]]></title>
<link>http://alissonsc.wordpress.com/?p=1030</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>alissonsc</dc:creator>
<guid>http://alissonsc.wordpress.com/?p=1030</guid>
<description><![CDATA[
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira (04/07), em solenidade no Paláci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1031" src="http://alissonsc.wordpress.com/files/2008/07/laptop.jpg" alt="" width="118" height="118" /></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira (04/07), em solenidade no Palácio do Planalto, o novo programa " Computador Portátil para Professores", que visa facilitar a 2,7 milhões de professores do Ensino Básico, e cerca de 700 mil do Ensino Técnico e Superior,  a aquisição de um laptop. O equipamento custará no máximo R$ 1 mil, será financiado em 24 parcelas pelo Banco Postal e entregue pelos Correios.</p>
<p>O projeto deverá começar primeiro pelas 70 maiores cidades de maior IDEB - Indicador de Desenvolvimento da Educação Básica, já a partir de agosto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartão de inscrição será enviado até 18 de agosto]]></title>
<link>http://passenovestibular.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:29:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye25</dc:creator>
<guid>http://passenovestibular.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[O MEC (Ministério da Educação) vai enviar aos estudantes inscritos no Enem 2008 (Exame Nacional d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O MEC (Ministério da Educação) vai enviar aos estudantes inscritos no Enem 2008 (Exame Nacional do Ensino Médio), até o dia 18 de agosto, o cartão de confirmação que informará o local de prova. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Se não receber até essa data, o inscrito deverá procurar uma agência dos Correios ou acessar a página do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - <a href="http://www.inep.gov.br/" target="_blank">http://www.inep.gov.br</a>) para consultar a o local onde fará o exame. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">As provas serão aplicadas no dia 31 de agosto, em cerca de 1.400 municípios. A expectativa do Inep é a de que, pelo menos, 3 milhões de estudantes de escolas públicas e particulares participem dos testes. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Serão 63 questões objetivas de múltipla escolha sobre diversas áreas de conhecimento, além de uma redação. O estudante terá cinco horas para responder o exame. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Pontos no vestibular</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Atualmente, 525 faculdades -- entre elas, disputadas instituições públicas do país -- incluíram no processo seletivo a opção de usar a nota do Enem na prova de conhecimentos gerais.<br />
O Enem é também requisito para se inscrever no ProUni (Programa Universidade Para Todos), que concede bolsas de estudos em cursos de graduação de instituição particular. Para participar do ProUni, o candidato precisa ter obtido nota mínima de 45 pontos no Enem. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ideb: 40% das escolas não atingiram meta para 8ª série]]></title>
<link>http://professorparticular.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:14:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye26</dc:creator>
<guid>http://professorparticular.wordpress.com/?p=42</guid>
<description><![CDATA[Os avanços na Educação Básica do País, mostrados nos últimos dias com os números mais recente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Os avanços na Educação Básica do País, mostrados nos últimos dias com os números mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ainda deixam para trás boa parte dos alunos dos anos finais do ensino fundamental. Na 8ª série, quase 40% das escolas não conseguiram atingir a meta estabelecida em 2006 pelo Ministério da Educação e um quarto dos municípios pioraram a sua situação quando se compara o Ideb de 2007 e 2005. Entre os 100 que estão em pior situação este ano, 58 caíram em relação ao primeiro Ideb.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Os números divulgados pelo MEC mostram que o avanço ainda se concentra nas séries iniciais. É na 4ª série que os resultados dos municípios e das escolas são melhores. Hoje, há 739 escolas brasileiras dessa série com Ideb 6 – nível considerado um nível compatível com escolas de países desenvolvidos -, mais do que com Ideb ruim. São apenas 542 com Ideb abaixo de 2. Na 8ª, a situação é inversa: apenas 43 escolas - a maioria delas da rede federal de ensino - têm média 6 ou superior. Na ponta de baixo da tabela, com Idebs abaixo de 2, concentram-se 1.042 - ou 7,3% de todas as que participaram do Ideb de 2007.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As próprias notas dos municípios revelam que as 8ªs ainda precisam melhorar muito. Apenas 88 cidades conseguiram fazer médias acima de 5, considerada boa pelo MEC. Apenas 2 - Imigrante e Três Arroios (RS) - alcançaram média 6.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Planalto e Enéas Marques lideram IDEB do primário no Sudoeste]]></title>
<link>http://beltrao.wordpress.com/?p=147</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 01:09:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>squibb</dc:creator>
<guid>http://beltrao.wordpress.com/?p=147</guid>
<description><![CDATA[Pela segunda vez o Município de Enéas Marques aparece em primeiro lugar no ranking de educação p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pela segunda vez o Município de Enéas Marques aparece em primeiro lugar no ranking de educação primária do sudoeste. O município atingiu um IDEB de 5,6 pontos no ano de 2007, ante um índice de 5,4 em 2005. Já o município de Planalto que em 2005 figurava apenas no pelotão intermediário do ranking, avançou 0,8 p.p. e agora divide com Enéas o posto de melhor educação pública da região.</p>
<p>Logo em seguida, empatados na terceira posição com 5,5 pontos aparecem Capanema, Marmeleiro e São João. Todos estes três evoluíram 0,6 p.p. entre 2005 e 2007.</p>
<p><a href="http://beltrao.files.wordpress.com/2008/06/ranking-ideb-2007.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-150" src="http://beltrao.wordpress.com/files/2008/06/ranking-ideb-2007.jpg" alt="" width="295" height="736" /></a></p>
<p><em>*Por questões técnicas do servidor do INEP (instituto que divulga as notas do IDEB) os municípios de Itapejara d'Oeste, Pérola d'Oeste e São Jorge d'Oeste não puderam ser consultados. O problema aparenta ser com a parte final do nome dos municípios que retorna em erro. Tão logo seja corrigido este problema, divulgaremos uma nota com a nota destes municípios.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cervejaria patrocina festa junina do colégio Santa Cruz, em SP ]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 22:41:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[O grupo Schincariol &#8211;empresa de bebida responsável por três marcas de cerveja&#8211; foi um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O grupo Schincariol --empresa de bebida responsável por três marcas de cerveja-- foi um dos patrocinadores da festa junina do colégio Santa Cruz (zona oeste de São Paulo) no último sábado.</p>
<p style="text-align:justify;">No palco com shows, havia o logotipo da marca de cerveja Nova Schin, revela a reportagem. Ao evento --que teve 134 patrocinadores-- houve a doação de água, sucos e refrigerantes. Toda a renda da venda no local das bebidas e de outros produtos foi revertida a um fundo social do colégio.</p>
<p style="text-align:justify;">A reportagem revela ainda que adolescentes que estavam na festa conseguiram comprar cerveja sem objeções dos responsáveis pelas barracas. Procurada, a direção do colégio não se manifestou até a noite de ontem.</p>
<p><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/06/02/adote-um-cachorrinho/"><strong><br />
</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudando pela internet!]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 17:11:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
<guid>http://dicasvestibular.wordpress.com/?p=25</guid>
<description><![CDATA[Oi pessoal!!!
Tenho recebido muitos e-mails elogiando o blog e o post sobre o Educação 24 horas. P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Oi pessoal!!!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Tenho recebido muitos e-mails elogiando o blog e o pos</span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">t sobre o <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e7" target="_blank">Educação 24 horas</a></span><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">. Para quem não viu, essa é uma boa dica de conhecer. Eu achei pela internet há um tempo atrás e gostei bastante.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e7" target="_blank">Educação 24 horas</a> é um site totalmente voltado a criança e ao adolescente. Você consegue encontrar um conteúdo legal tanto para a criança, com jogos educativos e historinhas infantis, onde a criança pode se divertir, aprender e se desenvolver ao mesmo tempo, quanto para os jovens que estão no ensino fundamental e médio, ou até mesmo prestando vestibular, com professores online 24 horas por dia, 7 dias por semana, respondendo a todas as dúvidas que possa ter, inclusive de inglês e espanhol, matérias de atualidades, dicas para o vestibular e material disponível para estudo. É ótimo para fazer trabalhos escolares e pesquisas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Abaixo segue uma imagem do site com o link:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e7" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-26" src="http://dicasvestibular.wordpress.com/files/2008/05/educacao-estudantes.jpg" alt="" width="400" height="335" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e7" target="_blank">www.educacao24horas.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Fica ai a dica para vocês! Aproveitem!</span></p>
<p>Bom feriado para vocês!!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudando pela internet!]]></title>
<link>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 16:56:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye13</dc:creator>
<guid>http://universidadeefaculdade.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[Fala galeraaaa
Hoje vou postar de novo sobre o Educação 24 horas, já que tenho recebido muitos e-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Fala galeraaaa</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Hoje vou postar de novo sobre o <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e13" target="_blank">Educação 24 horas</a>, já que tenho recebido muitos e-mails elogiando o site e o post. Para quem não viu, essa é uma boa dica de conhecer. Eu achei pela internet há um tempo atrás e gostei bastante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e13" target="_blank">Educação 24 horas</a> é um site totalmente voltado a criança e ao adolescente. Você consegue encontrar um conteúdo legal tanto para a criança, com jogos educativos e historinhas infantis, onde a criança pode se divertir, aprender e se desenvolver ao mesmo tempo, quanto para os jovens que estão no ensino fundamental e médio, ou até mesmo prestando vestibular, com professores online 24 horas por dia, 7 dias por semana, respondendo a todas as dúvidas que possa ter, inclusive de inglês e espanhol, matérias de atualidades, dicas para o vestibular e material disponível para estudo. É ótimo para fazer trabalhos escolares e pesquisas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Abaixo segue uma imagem do site com o link:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e13"><img class="alignnone size-full wp-image-34" src="http://universidadeefaculdade.wordpress.com/files/2008/05/educacao-estudantes.jpg" alt="" width="400" height="335" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e13" target="_blank">www.educacao24horas.com.br</a></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Pra quem se interessar, ta ai a dica. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Aproveitem!</span></p>
<p>Bom feriado para todos!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Senado aprova filosofia e sociologia no ensino médio.]]></title>
<link>http://professorparticular.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 18:47:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye26</dc:creator>
<guid>http://professorparticular.wordpress.com/?p=29</guid>
<description><![CDATA[O Senado aprovou quinta-feira ( 8 ) um projeto de lei que determina a inclusão de disciplinas de fi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O Senado aprovou quinta-feira ( 8 ) um projeto de lei que determina a inclusão de disciplinas de filosofia e sociologia nas três séries do ensino médio. O texto prevê que a lei entre em vigor na data de sua publicação, mas não especifica quando deve ser implementada. Já aprovado pela Câmara, o projeto será submetido agora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Em 2006, uma resolução no mesmo sentido já havia sido publicada pelo CNE (Conselho Nacional de Educação) e homologada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Segundo levantamento do colegiado, ao menos 17 Estados implantaram as duas disciplinas no ensino médio. Outras escolas, muitas delas particulares, já oferecem as disciplinas há anos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">De acordo com a conselheira Clélia Brandão, porém, a lei é importante porque houve contestações de alguns Estados. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Uma delas, afirma, ocorreu em São Paulo, onde o Conselho Estadual de Educação publicou uma resolução em que negava a obrigatoriedade das escolas de seguirem as normas do CNE. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">No mês passado, a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo anunciou que os alunos teriam sociologia em um dos três anos do ensino médio --filosofia já estava na grade obrigatória em dois anos do antigo colegial. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O projeto de lei aprovado ontem, de autoria do deputado Ribamar Alves (PSB-MA), inclui as duas disciplinas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases), que tem de ser seguida por Estados e municípios. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Veto em 2001</span></strong><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Filosofia e sociologia foram retiradas do currículo obrigatório do ensino médio durante o regime militar (1964-1985) e substituídas por educação moral e cívica e OSPB. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Em 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso vetou um projeto de lei que incluía as disciplinas novamente. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O texto, proposto pelo petista Padre Roque (PT-RR), havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Sob a gestão tucana, o Ministério da Educação argumentou que o texto criava ônus para os Estados, que teriam de contratar mais professores, e era anacrônico, já que os currículos modernos deveriam, para o ex-ministro Paulo Renato Souza, pregar a interdisciplinaridade. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Célia Brandão, do Conselho Nacional de Educação, discorda. Ela aponta que as escolas que estruturam seus currículos por grandes áreas de conhecimento, e não por tema, não são obrigadas a incluir novas disciplinas, mas colocar filosofia e sociologia entre os temas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Posts Anteriores:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a href="http://professorparticular.wordpress.com/2008/05/07/medicina-da-ufba-aceita-renuncia-de-coordenador/" target="_blank">Medicina da UFBA aceita renúncia de coordenador.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colégios terceirizam aulas de reforço e correção de redação ]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:18:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Para que seus alunos possam ganhar pontos preciosos nos vestibulares, colégios particulares de São]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Para que seus alunos possam ganhar pontos preciosos nos vestibulares, colégios particulares de São Paulo têm contratado equipes externas para oferecer serviços diretamente ligados ao ensino como correção de redações, reforço e aulas de idiomas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">De acordo com a reportagem, "pesquisadores em educação dizem que as iniciativas podem ter resultados positivos, mas as equipes externas devem estar totalmente integradas aos projetos pedagógicos dos colégios". "Caso contrário, podem mais atrapalhar do que ajudar." </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">No colégio Santo Américo (zona oeste de São Paulo), as redações do terceiro ano do ensino médio (antigo colegial) passaram no ano passado a serem corrigidas por uma equipe de seis professores de fora do colégio, todos com passagem em bancas de correção de exames. Os alunos tinham em média um texto revisado por mês; agora, é ao menos um por semana. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Outras escolas têm contratado uma equipe terceirizada para oferecer o reforço escolar aos estudantes do ensino médio. Uma prática mais antiga nas escolas particulares, mas que tem ganhado novos adeptos é a contratação de uma escola de idiomas para oferecer as aulas de inglês do currículo regular. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Uma boa dica para quem precisa de reforço fora da escola é o site <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e29" target="_blank">Educação 24 horas</a>, como já escrevi aqui algumas vezes, com professores online e resumos disponíveis para estudos e pesquisas online. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Posts anteriores:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a title="Link permanente para Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler." href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/05/06/nove-maneiras-de-ajudar-uma-crianca-a-aprender-a-ler/" target="_blank"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler.</span></a></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a title="Link permanente para Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula" href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/04/28/escolas-orientam-alunos-a-pesquisar-temas-antes-da-aula/" target="_blank"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colégios terceirizam aulas de reforço e correção de redação]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 13:59:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=40</guid>
<description><![CDATA[Para que seus alunos possam ganhar pontos preciosos nos vestibulares, colégios particulares de São]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Para que seus alunos possam ganhar pontos preciosos nos vestibulares, colégios particulares de São Paulo têm contratado equipes externas para oferecer serviços diretamente ligados ao ensino como correção de redações, reforço e aulas de idiomas.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">De acordo com a reportagem, "pesquisadores em educação dizem que as iniciativas podem ter resultados positivos, mas as equipes externas devem estar totalmente integradas aos projetos pedagógicos dos colégios". "Caso contrário, podem mais atrapalhar do que ajudar." </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">No colégio Santo Américo (zona oeste de São Paulo), as redações do terceiro ano do ensino médio (antigo colegial) passaram no ano passado a serem corrigidas por uma equipe de seis professores de fora do colégio, todos com passagem em bancas de correção de exames. Os alunos tinham em média um texto revisado por mês; agora, é ao menos um por semana. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Outras escolas têm contratado uma equipe terceirizada para oferecer o reforço escolar aos estudantes do ensino médio. Uma prática mais antiga nas escolas particulares, mas que tem ganhado novos adeptos é a contratação de uma escola de idiomas para oferecer as aulas de inglês do currículo regular. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Uma boa dica para quem precisa de reforço fora da escola é o site <a href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e24">Educação 24 horas</a>, como já escrevi aqui algumas vezes, com professores online e resumos disponíveis para estudos e pesquisas online. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Posts anteriores:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a title="Link permanente para Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler." href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/05/06/nove-maneiras-de-ajudar-uma-crianca-a-aprender-a-ler/" target="_blank"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler.</span></a></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a title="Link permanente para Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula" href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/28/escolas-orientam-alunos-a-pesquisar-temas-antes-da-aula/" target="_blank"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler.]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 16:53:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[Com hábitos simples que podem ser aplicados desde cedo em casa ou na escola, você pode resolver um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Com hábitos simples que podem ser aplicados desde cedo em casa ou na escola, você pode resolver um dos maiores problemas entre os jovens: O Hábito da Leitura.</span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto-suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranqüila e agradável. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Veja a seguir, As nove pequenas coisas que os pais, avós, professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer par auxiliar as crianças a aprenderem e a criar o gosto pela leitura.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">1. Leia em Voz Alta</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.<br />
A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a <strong>ver e a tocar em Livros.</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">2. Para começar, use Livros Ilustrados</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. <strong>Por exemplo,</strong> ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">3. Conte Histórias.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. <strong>"Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">4. Procure por Programas de Leitura.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">5. Compre um Dicionário Infantil.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então comece a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: <strong>"Vamos descobrir o que isto significa?"</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">6. Faça com que Materiais de Escrever</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc., estejam sempre disponíveis e a vista de todos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">7. Procure assistir programas Educativos</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">8. Visite com freqüência uma Biblioteca.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> Comece fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela. </span></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">9. Leia você mesmo.</span></strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> O que você faz serve de exemplo para o seu filho.</span></p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/04/08/educacao-infantil-pela-internet/" target="_blank">Educação infantil pela internet.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:19:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[
Técnica de preparo prévio, adotada em faculdades, facilita envolvimento dos estudantes.


Acabou ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Técnica de preparo prévio, adotada em faculdades, facilita envolvimento dos estudantes.</span></em></strong></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Acabou aquela história de que professor ensina e aluno aprende. Algumas escolas particulares têm rompido essa lógica que parece óbvia, mas hoje é tida como tradicional e ultrapassada porque não combina com o mundo atual, em que as informações estão disponíveis para quem quiser. Elas passaram a exigir que os alunos cheguem preparados para as aulas, com leitura prévia dos capítulos dos livros, pesquisas sobre o assunto, buscas na internet.</p>
<p>"As aulas se tornam mais dialogadas e o professor também precisa estar preparado para essa mudança", diz a assessora pedagógica do Colégio Rio Branco, Vilma Rocha, que instituiu o que foi chamado na escola de "ensino estruturado" no ano passado. Ela conta que as aulas agora sempre começam ancoradas no conhecimento prévio do aluno, pesquisado em casa. Só depois o professor complementa as discussões com mais informações. "O aluno deixa de ser um elemento passivo."</p>
<p>"O estudante precisa se preparar para aprender sozinho porque no trabalho e na faculdade será assim", diz Walkiria Ribeiro, diretora-geral do Colégio Vértice, tido como o melhor de São Paulo há três anos por causa de sua posição no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Seus alunos, desde a 1ª série, são estimulados a preparar-se previamente para as aulas, lendo o conteúdo que será visto no livro didático e trazendo pesquisas de casa.</p>
<p>Ela conta que pede aos pais para não ajudarem os filhos nesse tipo de atividade nem em lições de casa. No primeiro mês do ano letivo, os estudantes aprendem a fazer a leitura prévia, selecionar dúvidas, levantar vocabulário desconhecido e preparar-se para a discussão em classe. E isso não acontece só em aulas de história ou geografia, cujos assuntos podem ser mais facilmente relacionados com temas atuais. É preciso ler e pesquisar também sobre logaritmos, química, física. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
<p><strong>PARADIGMA</strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong></strong></p>
<p>Para a educadora da Universidade de São Paulo (USP) Silvia Colello, esse tipo de estratégia é salutar e segue tendências atuais. "Hoje o conhecimento está disponível e aprende aquele que sabe procurar o que precisa." Mas ela lembra que o professor precisa estar preparado para lidar com o imprevisível, já que os alunos trarão todo tipo de informação sobre o tema.</p>
<p>"Os pais também precisam entender essa proposta e não achar que o professor está deixando de fazer o seu papel", completa. "Essa estratégia pressupõe a multiplicação de vozes na sala de aula e isso muda os paradigmas da escola."</p>
<p>Gustavo Freitas Mancilha, de 16 anos, que estuda no 2º ano do ensino médio no Rio Branco, diz que no começo foi difícil se acostumar com a maior carga de trabalho em casa. "Mas depois se torna um hábito. Você acaba descobrindo assuntos que gosta." A colega Nicole Goldman, de 15 anos, conta que nem todos os alunos têm disposição para fazer leituras prévias, pesquisas. "Fica claro que quem se prepara se sai melhor depois."</p>
<p>O costume de pedir leituras e pesquisas antecipadas é comum em universidades, pois se imaginava que os alunos estariam mais maduros para se deparar com um tema novo antes da intervenção do professor. "Há uma tendência contemporânea de se antecipar a pesquisa. Antes se imaginava que primeiro se aprende e depois se faz pesquisa. Agora, isso acontece junto", explica Silvia.</p>
<p>Na Escola Castanheiras, que atende crianças apenas do ensino fundamental, a estratégia não é sistemática, mas aparece sempre que os professores percebem que alunos podem contribuir com a busca de conteúdos. "É importante instrumentalizar a criança para aprender a pesquisar. Hoje, nem os pais nem a escola conseguem dar conta de todo o conteúdo que ela precisa aprender", diz a coordenadora pedagógica, Rosana De Pieri. Ela conta, porém, que muitas vezes prefere que se pesquise em computadores e na biblioteca da própria escola para evitar a ajuda dos pais.</p>
<p>Em algumas escolas, a mudança é iniciativa de poucos professores. No Colégio Santo Américo, o professor de ciências Cesar Pazinatto pede aos alunos que tragam principalmente reportagens sobre temas que serão discutidos. "Isso facilita a aula porque os alunos participam mais", conta. No Colégio Santa Maria, a aula de geopolítica deixou de ser uma aula, diz a professora Adriana Freitas. "São só oficinas de debates com os conteúdos trazidos pelos alunos."<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
<strong><br />
ESTRATÉGIA</strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><strong></strong></p>
<p>Aviso prévio: Professores avisam aos alunos qual assunto será discutido na próxima aula.</p>
<p>Orientação: Os professores indicam aos estudantes os capítulos de livros a serem lidos e sites na internet com informações. Também pedem que os alunos busquem reportagens de jornal.</p>
<p>Preparo: Os alunos lêem e pesquisam em casa ou mesmo na própria escola antes da aula.</p>
<p>Participação: A aula começa com a participação dos alunos, que contam o que pesquisaram, posicionam-se sobre o tema e trocam informações.</p>
<p>Monitoramento: O professor participa organizando o debate, esclarecendo dúvidas e acrescentando conteúdos.</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Matérias relacionadas:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a title="Estude pela internet" href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/04/08/educacao-infantil-pela-internet/" target="_blank">Educação pela internet.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolas orientam alunos a pesquisar temas antes da aula]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:04:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Técnica de preparo prévio, adotada em faculdades, facilita envolvimento dos estudantes.



Acabou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Técnica de preparo prévio, adotada em faculdades, facilita envolvimento dos estudantes.</span></em></strong></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Acabou aquela história de que professor ensina e aluno aprende. Algumas escolas particulares têm rompido essa lógica que parece óbvia, mas hoje é tida como tradicional e ultrapassada porque não combina com o mundo atual, em que as informações estão disponíveis para quem quiser. Elas passaram a exigir que os alunos cheguem preparados para as aulas, com leitura prévia dos capítulos dos livros, pesquisas sobre o assunto, buscas na internet.</p>
<p>"As aulas se tornam mais dialogadas e o professor também precisa estar preparado para essa mudança", diz a assessora pedagógica do Colégio Rio Branco, Vilma Rocha, que instituiu o que foi chamado na escola de "ensino estruturado" no ano passado. Ela conta que as aulas agora sempre começam ancoradas no conhecimento prévio do aluno, pesquisado em casa. Só depois o professor complementa as discussões com mais informações. "O aluno deixa de ser um elemento passivo."</p>
<p>"O estudante precisa se preparar para aprender sozinho porque no trabalho e na faculdade será assim", diz Walkiria Ribeiro, diretora-geral do Colégio Vértice, tido como o melhor de São Paulo há três anos por causa de sua posição no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Seus alunos, desde a 1ª série, são estimulados a preparar-se previamente para as aulas, lendo o conteúdo que será visto no livro didático e trazendo pesquisas de casa.</p>
<p>Ela conta que pede aos pais para não ajudarem os filhos nesse tipo de atividade nem em lições de casa. No primeiro mês do ano letivo, os estudantes aprendem a fazer a leitura prévia, selecionar dúvidas, levantar vocabulário desconhecido e preparar-se para a discussão em classe. E isso não acontece só em aulas de história ou geografia, cujos assuntos podem ser mais facilmente relacionados com temas atuais. É preciso ler e pesquisar também sobre logaritmos, química, física. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
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<p><strong>PARADIGMA</strong></p>
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<p>Para a educadora da Universidade de São Paulo (USP) Silvia Colello, esse tipo de estratégia é salutar e segue tendências atuais. "Hoje o conhecimento está disponível e aprende aquele que sabe procurar o que precisa." Mas ela lembra que o professor precisa estar preparado para lidar com o imprevisível, já que os alunos trarão todo tipo de informação sobre o tema.</p>
<p>"Os pais também precisam entender essa proposta e não achar que o professor está deixando de fazer o seu papel", completa. "Essa estratégia pressupõe a multiplicação de vozes na sala de aula e isso muda os paradigmas da escola."</p>
<p>Gustavo Freitas Mancilha, de 16 anos, que estuda no 2º ano do ensino médio no Rio Branco, diz que no começo foi difícil se acostumar com a maior carga de trabalho em casa. "Mas depois se torna um hábito. Você acaba descobrindo assuntos que gosta." A colega Nicole Goldman, de 15 anos, conta que nem todos os alunos têm disposição para fazer leituras prévias, pesquisas. "Fica claro que quem se prepara se sai melhor depois."</p>
<p>O costume de pedir leituras e pesquisas antecipadas é comum em universidades, pois se imaginava que os alunos estariam mais maduros para se deparar com um tema novo antes da intervenção do professor. "Há uma tendência contemporânea de se antecipar a pesquisa. Antes se imaginava que primeiro se aprende e depois se faz pesquisa. Agora, isso acontece junto", explica Silvia.</p>
<p>Na Escola Castanheiras, que atende crianças apenas do ensino fundamental, a estratégia não é sistemática, mas aparece sempre que os professores percebem que alunos podem contribuir com a busca de conteúdos. "É importante instrumentalizar a criança para aprender a pesquisar. Hoje, nem os pais nem a escola conseguem dar conta de todo o conteúdo que ela precisa aprender", diz a coordenadora pedagógica, Rosana De Pieri. Ela conta, porém, que muitas vezes prefere que se pesquise em computadores e na biblioteca da própria escola para evitar a ajuda dos pais.</p>
<p>Em algumas escolas, a mudança é iniciativa de poucos professores. No Colégio Santo Américo, o professor de ciências Cesar Pazinatto pede aos alunos que tragam principalmente reportagens sobre temas que serão discutidos. "Isso facilita a aula porque os alunos participam mais", conta. No Colégio Santa Maria, a aula de geopolítica deixou de ser uma aula, diz a professora Adriana Freitas. "São só oficinas de debates com os conteúdos trazidos pelos alunos."</p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
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ESTRATÉGIA</strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p>Aviso prévio: Professores avisam aos alunos qual assunto será discutido na próxima aula.</p>
<p>Orientação: Os professores indicam aos estudantes os capítulos de livros a serem lidos e sites na internet com informações. Também pedem que os alunos busquem reportagens de jornal.</p>
<p>Preparo: Os alunos lêem e pesquisam em casa ou mesmo na própria escola antes da aula.</p>
<p>Participação: A aula começa com a participação dos alunos, que contam o que pesquisaram, posicionam-se sobre o tema e trocam informações.</p>
<p>Monitoramento: O professor participa organizando o debate, esclarecendo dúvidas e acrescentando conteúdos.</p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Matérias relacionadas:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><a title="Estude pela internet" href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/09/educacao-infantil-pela-internet/" target="_blank">Educação pela Internet!</a></span></p>
<p></span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professor falta mais em escola de área vulnerável em SP]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 13:55:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tirando a região central de São Paulo, 38 das 50 escolas estaduais da capital com maior número de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Tirando a região central de São Paulo, 38 das 50 escolas estaduais da capital com maior número de faltas de professores justificadas com atestados de consultas médicas estão localizadas em áreas consideradas de vulnerabilidade social pelo governo, representando 76% das unidades. Essas são também as escolas onde os alunos tiveram os mais baixos desempenhos no Saresp, a avaliação aplicada pela Secretaria de Estado da Educação para aferir conhecimentos em matemática e língua portuguesa.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A conclusão aparece no cruzamento da lista de faltas dos professores por escola com as notas do Saresp, disponíveis no site da secretaria, e a relação das escolas em áreas vulneráveis, onde o professor recebe um adicional salarial. A classificação de vulnerabilidade é feita pelo governo com base em índices de criminalidade, expectativa de vida, analfabetismo, mortalidade materna e renda familiar, por exemplo.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">As faltas com atestados poderiam acontecer dia sim dia não, somando 15 em um mês, sem prejuízo salarial para o docente. Lei sancionada na semana passada pelo governador José Serra (PSDB) restringiu a seis por ano o limite dessas faltas.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Pela comparação entre as três listas, o cenário é pior nas zonas sul e leste. As cinco escolas com mais faltas em cada uma das sete diretorias de ensino estão em locais de vulnerabilidade e tiveram pontuações no Saresp abaixo da média das escolas próximas. São unidades que unem os principais problemas enfrentados pelo ensino público.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Professor falta mais em escola de área vulnerável em SP.]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 13:33:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
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<description><![CDATA[


Tirando a região central de São Paulo, 38 das 50 escolas estaduais da capital com maior número]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div><span style="font-size:12pt;"></span></div>
<p><span style="font-size:12pt;"><span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Tirando a região central de São Paulo, 38 das 50 escolas estaduais da capital com maior número de faltas de professores justificadas com atestados de consultas médicas estão localizadas em áreas consideradas de vulnerabilidade social pelo governo, representando 76% das unidades. Essas são também as escolas onde os alunos tiveram os mais baixos desempenhos no Saresp, a avaliação aplicada pela Secretaria de Estado da Educação para aferir conhecimentos em matemática e língua portuguesa.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">A conclusão aparece no cruzamento da lista de faltas dos professores por escola com as notas do Saresp, disponíveis no site da secretaria, e a relação das escolas em áreas vulneráveis, onde o professor recebe um adicional salarial. A classificação de vulnerabilidade é feita pelo governo com base em índices de criminalidade, expectativa de vida, analfabetismo, mortalidade materna e renda familiar, por exemplo.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">As faltas com atestados poderiam acontecer dia sim dia não, somando 15 em um mês, sem prejuízo salarial para o docente. Lei sancionada na semana passada pelo governador José Serra (PSDB) restringiu a seis por ano o limite dessas faltas.<br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Pela comparação entre as três listas, o cenário é pior nas zonas sul e leste. As cinco escolas com mais faltas em cada uma das sete diretorias de ensino estão em locais de vulnerabilidade e tiveram pontuações no Saresp abaixo da média das escolas próximas. São unidades que unem os principais problemas enfrentados pelo ensino público.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONEB - Participantes desejam mais debates]]></title>
<link>http://iguape.wordpress.com/?p=550</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 14:20:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Silva</dc:creator>
<guid>http://iguape.wordpress.com/?p=550</guid>
<description><![CDATA[A Conferência Nacional da Educação Básica (CONEB) chega ao fim; propostas educacionais serão re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#008080;">A Conferência Nacional da Educação Básica (CONEB) chega ao fim; propostas educacionais serão referência para ações.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">Cerca de dois mil participantes da Conferência Nacional de Educação Básica (entre observadores e delegados) pretendem aprofundar as discussões numa conferência que englobe não apenas a educação básica, mas todos os níveis, etapas e modalidades da educação. Nesta sexta-feira, 18, em Brasília, durante a plenária final do encontro, houve consenso entre os 1,4 mil delegados – representantes de cada estado com poder de voto – quanto à realização em 2010 de uma conferência nacional de educação. O documento final com as proposições aprovadas durante a conferência de educação básica deve ficar pronto em maio. As propostas servirão de referência para a elaboração de políticas públicas.<!--more--></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">“O destaque da conferência foi a perspectiva de darmos continuidade aos debates”, disse o secretário adjunto do Ministério da Educação, Francisco das Chagas. Para o secretário, o encontro permitiu ampla discussão com todos os setores ligados à educação acerca do que esperam de um sistema nacional de educação dentro do regime de colaboração entre as esferas federal, estaduais e municipais. Na visão de Chagas, a possibilidade de haver outros encontros ou uma conferência nacional de educação ajudará a consolidar os processos de discussão.<br />
De acordo com o que foi apresentado no encerramento, a idéia é que a conferência nacional seja precedida de encontros municipais e estaduais. A atual conferência foi antecedida por conferências estaduais. Um possível cronograma do novo encontro prevê a realização de conferências municipais no primeiro semestre de 2009 e de conferências estaduais no segundo semestre do mesmo ano, antes da conferência nacional em 2010.<br />
A coordenadora-geral de educação infantil da Secretaria de Educação Básica (SEB), Rita Coelho, vê a possibilidade com otimismo. “A conferência nacional poderá ampliar as discussões e ajudar na configuração do sistema nacional de educação”, destaca. No mesmo sentido, o coordenador de ensino médio da SEB, Carlos Artexes Simões, defende o aprofundamento das discussões acerca desta etapa de ensino e acredita que um encontro nacional seria significativo para promover uma educação integral no ensino médio. “A educação integral articula os saberes de ciência, cultura e trabalho”, ressalta. Segundo Artexes, o ensino médio precisa superar a dualidade entre o ensino voltado exclusivamente para a formação propedêutica ou para a formação profissional. “O ensino médio integrado é uma das possibilidades de oferecer educação integral”, explica, já que a modalidade busca atrelar o conteúdo regular do ensino médio propedêutico à formação profissional.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">Ampla participação – Professores e funcionários de escolas públicas e privadas, pais, alunos gestores estaduais e municipais, conselheiros municipais e estaduais de educação, representantes de movimentos sociais, de tribunais de contas, do ministério público e de assembléias legislativas discutiram cinco eixos temáticos durante a Conferência Nacional de Educação Básica: sistema nacional de educação; democratização da gestão; construção do regime de colaboração; inclusão e diversidade; formação e valorização profissional. Durante as discussões foram apresentadas propostas para cada eixo e seus subtemas, discutidos em colóquios. As propostas aprovadas serão incorporadas ao documento base da conferência e nortearão a elaboração de ações, programas e políticas educacionais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">Fonte: http://portal.mec.gov.br</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As apostilas na rede pública.]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 17:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[Concebidas originariamente pelos cursinhos preparatórios para exames vestibulares e hoje utilizadas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:11pt;line-height:115%;">Concebidas originariamente pelos cursinhos preparatórios para exames vestibulares e hoje utilizadas em grande escala pelas escolas particulares de ensino fundamental e médio, as apostilas estão sendo cada vez mais adotadas pela rede escolar pública de São Paulo. Segundo levantamento realizado pelo Estado, dos 645 municípios paulistas, cerca de 150 vêm comprando material didático das grandes empresas privadas que atuam na área educacional. A previsão das autoridades do setor é de que esse número seja triplicado nos próximos anos. O setor de produção de material didático cresceu tanto que, só em 2007, duas empresas abriram capital na Bolsa de Valores.</span></p>
<p>Juntas, essas 150 cidades paulistas gastam R$ 100 milhões por ano com a aquisição de material didático e com a contratação de assessoria técnica, como programas de capacitação de professores, portais interativos na internet, sugestões de temas a serem desenvolvidos em sala de aula, sistemas de avaliação de ensino e informações sobre administração escolar. A iniciativa de substituir livros didáticos por apostilas partiu dos municípios de pequeno porte, com até 100 mil habitantes, e já chegou às cidades de médio porte, com 500 mil habitantes. Fora do Estado de São Paulo, outras 150 cidades também já adotaram a mesma política. No total, 690 mil alunos da rede pública usam material preparado por grupos privados.</p>
<p>Ao justificar essa decisão, os secretários municipais de educação alegam que as obras distribuídas pelo Programa Nacional do Livro Didático costumam ser complexas e excessivamente abrangentes. Já o material didático padronizado, preparado pelas empresas privadas do setor educacional, além de incluir os conteúdos mínimos exigidos pela legislação, com fartas ilustrações, sugestões pedagógicas e recomendações didáticas, é fácil de ser utilizado e é bem mais eficiente em termos pedagógicos.</p>
<p>Para os secretários municipais de educação, as apostilas facilitam o trabalho dos professores, permitindo-lhes seguir o conteúdo básico do currículo e, ao mesmo tempo, adaptá-lo à realidade socioeconômica local. Para os estudantes, a vantagem está em poder fazer anotações na apostila e conservá-las definitivamente. ''Antes, as escolas tinham de usar um livro didático para cada dois alunos. E eles não podiam escrever nada, pois o livro teria de ser destinado a outros estudantes no ano seguinte'', diz a professora Miriam Alves da Silva, diretora de escola municipal em Dois Córregos. ''As apostilas são material de base. Com elas, os professores seguem o conteúdo básico, que deve ser expandido depois'', afirma Aparecido Duran Neto, secretário de Educação de Votuporanga, cidade que tem 7 mil alunos matriculados no primeiro ciclo do ensino fundamental da rede pública.</p>
<p>A utilização de apostilas pela rede escolar oficial sempre foi vista com reservas por pedagogos vinculados a universidades públicas. A principal alegação é que as apostilas, apesar de ajudar os professores a definir o plano de aula, limitam sua criatividade e padronizam a educação. ''A adoção desse sistema aplaca ansiedades e inseguranças, mas, do ponto de vista pedagógico, não dá margem para o professor investigar o que os alunos sabem e atropela o processo de construção do conhecimento'', diz Silvia Colello, da Faculdade de Educação da USP. Esse sistema ''pode ser uma ferramenta útil, mas, se for usado sozinho, engessa e trabalha alunos diferentes como iguais'', afirma Ângela Solego, da Faculdade de Educação da Unicamp.</p>
<p>Os resultados dos diferentes sistemas de avaliação do ensino básico, contudo, mostram justamente o contrário. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, que é o indicador oficial mais importante do País, revela que, das 10 cidades de São Paulo com melhor pontuação, 7 utilizam apostilas. Também usam apostilas as 3 cidades paulistas que aparecem em recente relatório da Unicef sobre os 37 municípios com os melhores exemplos de escolas públicas bem-sucedidas.</p>
<p>Desde que tenham qualidade e sejam feitas por especialistas, apostilas preparadas por empresas privadas do setor educacional podem ser uma eficiente ferramenta pedagógica. E com a vantagem de que seu uso não é incompatível com os livros didáticos e outros materiais de ensino.</p>
<p>Veja mais em:</p>
<p><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/04/14/em-sp-150-municipios-adotam-apostilas-em-escolas/">Em SP, 150 municípios adotam apostilas em escolas.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos seis anos, na escola.]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[Por Paulo Araújo
Desde o ano passado, as escolas brasileiras são obrigadas, por lei, a oferecer no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Paulo Araújo</em></p>
<p align="justify">Desde o ano passado, as escolas brasileiras são obrigadas, por lei, a oferecer nove anos de ensino fundamental. Muitos pais ficaram apreensivos com a medida, pois, se antes as crianças de 6 anos freqüentavam a pré-escola, agora elas têm de ser matriculadas no 1º ano. Segundo a educadora Vitória Líbia Barreto, consultora do Proinfantil, curso do Ministério da Educação destinado a professores da educação infantil, a nova lei vai permitir às crianças mais oportunidades de aprender. E você também pode colaborar, em casa, com a adaptação dos pequenos a essa nova organização educacional.</p>
<p align="justify"><strong><em><span style="color:#333399;">Faça a sua parte:</span></em></strong></p>
<p align="justify">1. Pergunte è diretora ou à coordenadora pedagógica da escola como a questão está sendo tratada. Lembre-se de que o prazo para a implantação do novo sistema é 2010. No site <a href="http://www.mec.gov.br/" target="_blank">http://www.mec.gov.br/</a>, é possível ler um documento especial sobre o tema. Clique em “Educação Básica” e depois em “Ensino Fundamental”.</p>
<p align="justify">2. Quando completam 6 anos, as crianças estão em pleno desenvolvimento físico e de coordenação motora. Elas estão educando o corpo e os movimentos, formando a identidade e descobrindo o mundo. Investigue se esses tópicos estão presentes no planejamento da escola.</p>
<p align="justify">3. Explique ao seu filho que ao ingressar no 1º ano, ele vai encontrar uma sala de aula com espaço físico maior e vai conviver com uma turma mais numerosa. Além disso, haverá menos adultos à disposição (geralmente, só uma professora por turma). Por isso, ele terá mais liberdade e mais responsabilidade para cuidar de si.</p>
<p align="justify">4. Ajude seu filho de 6 anos a se adaptar à escola. É importante que ele se envolva nas brincadeiras, tanto em casa quanto na escola, interaja com adultos e outras crianças, explore objetos, viva situações em que a imaginação é desafiada, imite e repita ações e, claro, seja tratado com afetividade e aconchego.</p>
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