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	<title>edson-lobao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/edson-lobao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "edson-lobao"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 04:50:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O ciclo destruidor da commodity etanol]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=1951</link>
<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 02:58:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>maritamari</dc:creator>
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<description><![CDATA[Site do MST, 21 de agosto de 2008
O interesse comum para que o etanol possa ser comercializado como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1954" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/08/bush_lula_biodiesel_etanol.jpg" alt="" width="300" height="225" /><a href="http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5732">Site do MST</a>, 21 de agosto de 2008</p>
<p>O interesse comum para que o etanol possa ser comercializado como uma commodity - produtos primários negociados no mercado internacional pela bolsa de valores- vem sendo discutido entre o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o subsecretário de Energia dos Estados Unidos, Jeffrey Kupfer.</p>
<p>Em reunião com Kupfer no dia 5 de agosto, Lobão lembrou que, assim como o Brasil, os Estados Unidos pretendem manter uma política cada vez mais intensa na produção de biocombustíveis.<!--more--></p>
<p>Os norte-americanos deverão produzir cerca de 34 bilhões de litros de etanol a base de milho este ano. Já a produção brasileira deve chegar a 23 bilhões de litros, extraídos de cana-de-açúcar. Kupfer ressaltou que os dois países têm interesse em tornar o etanol uma commodity. No entanto, o subsecretário não sinalizou a possibilidade de o governo americano reduzir ou eliminar as tarifas para importação do etanol brasileiro.</p>
<p>Os esforços para tornar o etanol uma commodity trarão grandes benefícios para os empresários do ramo. Isso porque a medida impulsiona um imenso e lucrativo mercado: o da retificação, padronização e certificação. Algo muito parecido com o que compreende hoje o mercado das refinarias de petróleo.</p>
<p>Como explica o engenheiro agrônomo Horácio Martins de Carvalho, "para o etanol ser incorporado como mistura no combustível dos diversos países do globo, é preciso que esteja padronizado", explica.</p>
<p>Bom para poucos. Péssimo para muitos. Horácio Martins aponta que comercialização do etanol como commodity irá exacerbar ainda mais os problemas relacionados à atual estrutura agrária brasileira como a pobreza no campo, a concentração da propriedade, a produção de alimentos e os crimes contra os direitos humanos e trabalhistas.</p>
<p>A intenção é permitir que o etanol seja um produto negociável na Bolsa de Futuros. "Mas para isso, é preciso expandir ainda mais a monocultura da cana, pois o Brasil não pode dizer que vai ofertar 20 milhões de litros em dois anos e não produzir isso. O problema do mercado de futuros é exatamente este: não se pode romper com ele. Nossa estrutura agrária acaba sendo refém desse mercado, como já acontece com a soja, a pecuária, o cacau e outros", pondera o engenheiro.</p>
<p>Dessa forma, o impacto no preço da terra será grande, pois como explica Horácio, o campo tenderá cada vez mais a ser usado para as plantações de maior rentabilidade, ou seja, as destinadas à exportação, afetando as produções para consumo interno. "Pro capitalismo tanto faz. Ele não está preocupado . Para ele se falta feijão no Brasil, importa-se da África. Até mesmo porque a produção de alimentos no mundo já está concentrada nas mãos de grandes grupos empresariais que produzem em várias partes do mundo. Ou seja, eles importam e eles vendem", explica.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSE confirma multa a Roseana por propaganda irregular]]></title>
<link>http://ayres1000.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 02:33:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ayres1000</dc:creator>
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<description><![CDATA[Boletim informativo
TSE confirma multa a Roseana por propaganda irregular
A senadora Roseana Sarney ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>Boletim informativo</h3>
<h4>TSE confirma multa a Roseana por propaganda irregular</h4>
<p class="text">A senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o deputado José Sarney Filho (PV-MA) e a Gráfica Escolar, responsável pela impressão do jornal <em>O Estado do Maranhão</em>, não conseguiram se livrar de multa por propaganda eleitoral antecipada. O ministro Caputo Bastos, do Tribunal Superior Eleitoral, negou Recurso Especial contra decisão da segunda instância.</p>
<p class="text">Segundo denúncia do Ministério Público Eleitoral no Maranhão, no dia 24 de junho de 2006, <em>O Estado do Maranhão</em>, da família Sarney, distribuiu, entre seus cadernos, um boletim informativo com fotografias dos filhos do senador José Sarney (PMDB-AP).</p>
<p class="text">De acordo com o ministro Caputo Bastos (relator), Roseana Sarney alegou, em defesa, que não existe nos autos qualquer fato contra ela. Argumenta que a irregularidade foi cometida pelo irmão, porque ela não poderia proibi-lo de fazer o informativo.</p>
<p class="text">No entanto, para o ministro, as provas “demonstraram, inequivocadamente, a sua situação de beneficiária da propaganda eleitoral antecipada, apto a configurar ilegalidade atribuível à recorrente, quando comprovado o seu prévio conhecimento”.</p>
<p class="text">"O caso que se apresenta nos autos é bastante peculiar, pois não se trata de qualquer propaganda eleitoral extemporânea, mas de boletim informativo de autoria do irmão da co-representada, encartado no jornal de propriedade de sua família, em que se identifica ainda fotos de reuniões e encontros com correligionários, registrando a presença da sra. Roseana Sarney Murad”, afirmou o ministro. Ainda de acordo com o relator, a gráfica está sujeita à sanção prevista no artigo 36, parágrafo 3º, da Lei das Eleições.</p>
<p class="text">O deputado Sarney Filho alegou inviolabilidade material. Segundo Caputo Bastos, “analisando atentamente o boletim informativo, ora impugnado, percebe-se a toda evidência, que o essencial desígnio de sua veiculação não foi o de divulgar a atividade parlamentar do representado José Sarney Filho, nem tampouco o de tecer meras críticas à administração atual do governo do <em>Estado do Maranhão</em>”.</p>
<p class="text">Sarney Filho se lembrou das imunidades parlamentares (formal e material) previstas no artigo 53 da Constituição Federal. Elas têm o objetivo proteger os parlamentares contra abusos e violações de poderes, “assegurando aos membros do Congresso a mais ampla liberdade de palavra, desde que no exercício de suas funções”.</p>
<p class="text">No caso, disse o ministro, o boletim “não foi confeccionado para servir às suas atividades institucionais, ou para a ‘prestação de contas’ de suas atividades regulares como parlamentar, de seus projetos, e ideários, ou mesmo a realização de críticas a atual situação política, serviu como verdadeiro palanque eleitoral, não havendo o que se falar de imunidade parlamentar”.</p>
<p class="text"><strong>Respe 27.826</strong></p>
<p class="text">Fonte: Revista <strong>Consultor Jurídico</strong>, 16 de abril de 2008</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ Brasil, Bolívia e Argentina vão ter 5 hidrelétricas conjuntas]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 13:54:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.wordpress.com/?p=195</guid>
<description><![CDATA[
O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, anunciou ontem que o Brasil, a Bolívia e a Argentina ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, anunciou ontem que o Brasil, a Bolívia e a Argentina vão construir usinas hidrelétricas de forma conjunta para tentar minimizar os problemas de energia na região.</p>
<p>Segundo o ministro, serão construídas cinco hidrelétricas, sendo três conjuntas entre Brasil e Argentina, e duas entre Brasil e Bolívia. As cinco usinas vão gerar 10 mil MW e o custo será da ordem de R$ 30 bilhões.</p>
<p>Após a reunião dos presidentes dos três países em Buenos Aires, no sábado, ficou acertado que em dez dias haverá um encontro entre ministros para discutir a política energética do Mercosul. Segundo Lobão, nessa reunião, cujo local ainda não foi definido, serão discutidos os termos dos acordos dessas hidrelétricas.</p>
<p>O ministro reconhece que não são obras de curto prazo, mas é uma alternativa para tentar solucionar os problemas desses países. Esse plano conjunto de construção de hidrelétricas, segundo Lobão, será nos moldes da usina hidrelétrica de Itaipu, no Paraguai.</p>
<p>De acordo com o ministro, naquilo que os países não puderem arcar com as despesas, recorrerão ao crédito externo. Lobão informou também que, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participará dessas reuniões para evitar problemas de licença ambiental. “Isso é para que a burocracia seja definitivamente banida nesses entendimentos”, declarou o ministro Lobão.</p>
<p>GÁS</p>
<p>Sobre o pedido da Argentina de cessão de parte do gás que o Brasil importa da Bolívia, Lobão foi taxativo, reiterando que o Brasil não abre mão do gás boliviano.</p>
<p>“Não haverá nenhuma modificação no contrato assinado com a Bolívia. O Brasil continuará recebendo da Bolívia 30 milhões de metros cúbicos por dia, que é contratado com aquele país; nada menos do que isso”, afirmou Lobão.</p>
<p>Ele ressaltou, no entanto, que o Brasil está disposto a ajudar a Argentina com outras formas de energia. “Vamos ajudar o país amigo nos momentos difíceis”, disse o ministro, numa referência à possibilidade de fornecimento de energia elétrica ao país vizinho no período de inverno.</p>
<p>Fonte: O Estado de S. Paulo</p>
<p>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br">Newscomex</a> - Comércio Exterior e Logística</p>
]]></content:encoded>
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