Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Enquanto os refletores esquentam para 65º Festival de Cinema de Veneza, três filmes de não-ficção fo … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: O amor é uma imagem da nossa vida. Tanto o primeiro como a segunda estão sujeitos às mesmas revoluçõ … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Nós vamos moendo e moendo no moinho de um truísmo (lugar-comum; frases feitas), e nada sai a não ser … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: ALEXANDER SOLJENITSIN (1918-2008) O dissidente que perturba os fundamentalistas Por Alberto Dines Ne … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Quando a Mulher Sobe a Escada (Onna ga kaidan wo agaru toki, 1960) Um filme que justifica a fama (me … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Quanto mais uma razão cultivada se consagra ao gozo da vida e da felicidade, tanto mais o homem se a … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia b … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Se grandes invenções ou descobertas, como o fogo, a roda ou a alavanca, se fizeram antes que o homem … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Sartre O homem começa por existir, isto é, o homem é de início o que se lança para um futuro e o que … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Já nada há de inofensivo. As pequenas alegrias, as manifestações da vida que parecem isentas da resp … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Goethe O que sabemos, sabemo-lo afinal apenas para nós mesmos. Se falo com alguém daquilo que julgo … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Creio que a intensidade de um sentimento tem que ver com o número de elementos a que se aplica. Pens … more →
Rebeca Bartolote wrote 1 year ago: Não é extraordinário pensar que dos três tempos em que dividimos o tempo – o passado, o presen … more →