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	<title>direito-digital &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/direito-digital/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "direito-digital"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 11:32:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[BLOGCAMPRJ e a Oficina de Direito Digital]]></title>
<link>http://dirceusrosa.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 05:14:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>dirceusr</dc:creator>
<guid>http://dirceusrosa.pt-br.wordpress.com/2008/10/04/blogcamprj-e-a-oficina-de-direito-digital/</guid>
<description><![CDATA[Depois de uns bons dias fora de órbita, literalmente, volto ao blog para comentar um pouco do que a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uns bons dias fora de órbita, literalmente, volto ao blog para comentar um pouco do que aconteceu esses dias.</p>
<p>Sábado passado estive participando do #BlogCampRJ , um evento muito bacana organizado pelo <a href="http://www.brunodulcetti.com/blog/">Bruno Dulcetti</a>, o <a href="http://www.videolog.tv/mack">Mackeenzy</a> e o Beto Largman, apresentando uma Oficina de Direito Digital. O evento aconteceu na NAVE, uma escola pública adotada pela Oi/Telemar e que foi totalmente adaptada para o ensino de novas tecnologias.</p>
<p>A experiência de ministrar uma "oficina" de Direito Digital (ou uma palestra ou algo assim) pra mim foi bem diferente pois, em geral, o público para o qual geralmente eu falo é composto por uma maioria de advogados.  Não é que não tinham advogados, tinha pelo menos 1 advogada lá, mas precisei me adaptar pra oficina não ficar monótona.</p>
<p>O grosso da apresentação envolvia questões jurídicas que em geral afetam a blogosfera : Gente que copia post dos outros sem dar autoria, liberdade de expressão, uso de imagem, direito autoral e etc..</p>
<p>Sobre o evento em sí, me surpreendeu a boa vontade e a qualidade da organização do evento e, principalmente, a quantidade de gente que veio de fora do Rio apenas para participar do evento. Claro que a maior parte destes ficou pelos debates que envolviam a monetização dos blogs, etc.. , mas chegamos a travar um bom debate na oficina sobre uso de conteúdo de terceiros que, pelo que eu soube, chegou a repercutir nos outros debates que rolaram no evento.</p>
<p>No evento principal, muita gente se interessou por formatação de startups de Internet, sob o ponto de vista jurídico inclusive. Em breve vou postar algo aqui a respeito, muito da minha experiência advogando na época da 1a. bolha da Internet.</p>
<p>E por ter vindo da 1a. bolha, sou sempre meio ressabiado com esse papo de que dá pra ganahr dinheiro fácil com Internet. Minha opinião sobre a tal monetização dos blogs e do "user generated content" em geral, acho que o caminho passa, em 1o. lugar, pela qualidade do conteúdo produzido pelo usuário/blogueiro, etc.. Se ele tem conteúdo bom, que gera interesse, naturalmente ele vai se destacar na blogosfera. E este conteúdo bom muitas vezes pode ser aproveitado em outras mídias, ser licenciado pelo autor para uso por terceiros em jornais, revistas, sites, etc..</p>
<p>Ninguém vai, na minha opinião, injetar recursos em um blog que não tem conteúdo, mas tem muitos visitantes apenas porque linka coisas de terceiros.</p>
<p>Enquanto as pessoas acharem que o único caminho que existe é vender espaço para anúncios através de terceiros pra faturar um troco, não creio que alguém irá "encher os bolsos" com este tipo de conteúdo, a não ser os provedores dos serviços. Eles sim ganham dinheiro com tráfego, como foi falado no #blogcamprj.</p>
<p><a href="http://dirceusrosa.files.wordpress.com/2008/10/iphone1-0041.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-188" title="iphone1-0041" src="http://dirceusrosa.wordpress.com/files/2008/10/iphone1-0041.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Bem, vou postar as fotos no Flicker e a minha apresentação em PDF ainda este fim de semana.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I CIDAT: Congresso sobre delitos de alta tecnologia (2008)]]></title>
<link>http://dandrea.wordpress.com/?p=471</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 03:30:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo D'Andrea</dc:creator>
<guid>http://dandrea.pt-br.wordpress.com/2008/08/27/i-cidat-congresso-sobre-delitos-de-alta-tecnologia-2008/</guid>
<description><![CDATA[Congresso Internacional de Delitos de Alta Tecnologia
No dia 4 de novembro de 2008 será realizado, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_470" align="alignleft" width="180" caption="Congresso Internacional de Delitos de Alta Tecnologia"]<a href="http://www.cidat.org.br"><img class="size-full wp-image-470" src="http://dandrea.wordpress.com/files/2008/08/logocidat.jpg" alt="Congresso Internacional de Delitos de Alta Tecnologia" width="180" height="180" /></a>[/caption]
<p>No dia 4 de novembro de 2008 será realizado, em São Paulo, o <em><a href="http://www.cidat.org.br">I Congresso Internacional de Delitos de Alta tecnologia (CIDAT)</a></em>. O tema central do congresso será o relativo a crimes cibernéticos praticados contra instituições financeiras.</p>
<p>No site oficial do congresso podem ser consultados todos os detalhes do evento. O congresso contará com as palestras proferidas por <a href="http://www.almeidacamargo.com.br/AlmeidaCamargo/paginas/Anthony.asp">Anthony Reyes</a>, <a href="http://www.almeidacamargo.com.br/AlmeidaCamargo/paginas/Coriolano.asp">Coriolano Almeida Camargo Santos</a> e <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4775171J1">Paulo Quintiliano</a>.</p>
<p>Interessante que o site do congresso possui links para artigos e notícias, de modo que os interessados nos temas respectivos possam aproveitar para consultar as leituras complementares antes do dia do evento. Um dos artigos ali mencionados é o intitulado "<a href="http://www2.oabsp.org.br/asp/comissoes/sociedade_informacao/artigos/crimes_ciberneticos.pdf">Atual Cenário dos Crimes Cibernéticos no Brasil</a>", escrito por Santos e disponível na <a href="http://www2.oabsp.org.br/asp/comissoes/comissao.asp?id_comissao=125&#38;opcao=3">sessão de artigos da página da Comissão de Direito na Sociedade da Informação</a>, da OAB/SP (comissão da qual Santos é o presidente). O CIDAT também foi <a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/08/19/cidat-traz-novidades-de-tecnologia-no-combate-aos-delitos-virtuais">noticiado</a> no IDG Now!</p>
<p>Com o avanço da tecnologia, é certo que congressos como este denotam os esforços dos profissionais em compreender e transmitir o conhecimento especializado sobre a criminalidade cibernética. Novas tecnologias vão surgindo dia a dia, e o cenário se torna cada vez mais versátil no que tange às formas de perpretação de delitos.</p>
<p>Entre os assuntos de interesse do congresso estão o <em>Direito Digital</em>, questões legislativas relacionadas, novos golpes com o uso de tecnologias avançadas, perícia digital etc.</p>
<p><strong>Agende: CIDAT, 4 de novembro de 2008, em São Paulo.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fecomercio discute lei para crimes eletrônicos]]></title>
<link>http://lendo.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:45:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontoeapronto</dc:creator>
<guid>http://lendo.pt-br.wordpress.com/2008/08/19/fecomercio-discute-lei-para-crimes-eletronicos/</guid>
<description><![CDATA[Fecomercio discute lei para crimes eletrônicos
B2B Magazine - São Paulo,SP,Brazil
Além disso, o a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&#38;id_subcanais=17&#38;id_noticia=23012&#38;pg=" target="_blank">Fecomercio discute lei para crimes eletrônicos</a><br />
<span><span style="color:#666666;">B2B Magazine - São Paulo,SP,Brazil</span><br />
Além disso, o advogado especialista em direito eletrônico alerta para a importância da guarda de provas para que o criminoso "virtual" seja encontrado e <strong>...</strong><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reputação é tudo]]></title>
<link>http://lendo.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:44:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontoeapronto</dc:creator>
<guid>http://lendo.pt-br.wordpress.com/2008/08/19/reputacao-e-tudo/</guid>
<description><![CDATA[Reputação é tudo
ti inside - São Paulo,SP,Brazil
Para a advogada especialista em direito digital]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tiinside.com.br/Revista.aspx?ID=92215" target="_blank">Reputação é tudo</a><br />
<span><span style="color:#666666;">ti inside - São Paulo,SP,Brazil</span><br />
Para a advogada especialista em direito digital, Patrícia Peck Pinheiro, as empresas antes somente se preocupavam com o que colocavam na internet, <strong>...</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BANESTES PROMOVE CICLO DE PALESTRAS JURÍDICAS ]]></title>
<link>http://lendo.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 21:58:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontoeapronto</dc:creator>
<guid>http://lendo.pt-br.wordpress.com/2008/08/17/banestes-promove-ciclo-de-palestras-juridicas/</guid>
<description><![CDATA[BANESTES PROMOVE CICLO DE PALESTRAS JURÍDICAS PARA ADVOGADOS
Folha do Espírito Santo (Assinatura) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.folhaes.com.br/folhaes/noticias.asp?nID=14014" target="_blank">BANESTES PROMOVE CICLO DE PALESTRAS JURÍDICAS PARA ADVOGADOS</a><br />
<span><span style="color:#666666;">Folha do Espírito Santo (Assinatura) - Cachoeiro de Itapemirim,ES,Brazil</span><br />
“Direito Digital e Processo de Execução: uma abordagem prática” é o tema do II Ciclo de Palestras Jurídicas, promovido pelo Banestes por meio da Diretoria <strong>...</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direito Digital - E-mail]]></title>
<link>http://lendo.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 21:57:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontoeapronto</dc:creator>
<guid>http://lendo.pt-br.wordpress.com/2008/08/17/direito-digital-e-mail/</guid>
<description><![CDATA[Aprovação de e-mail certificado como prova ainda vai dar o que falar
Convergência Digital (libera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15389&#38;sid=54" target="_blank">Aprovação de e-mail certificado como prova ainda vai dar o que falar</a><br />
<span><span style="color:#666666;">Convergência Digital (liberação de imprensa) - São Paulo,Brazil</span><br />
Quem primeiro levantou a questão foi o advogado especialista em direito digital, Raphael Loschiavo, associado ao escritório Patrícia Peck Advogados, <strong>...</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você usa o nome da concorrência como palavra-chave?]]></title>
<link>http://buscaealgomais.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 16:08:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Junior</dc:creator>
<guid>http://buscaealgomais.pt-br.wordpress.com/2008/05/31/voce-usa-o-nome-da-concorrencia-como-palavra-chave/</guid>
<description><![CDATA[Aparentemente teremos um grande precedente na justiça (TJ-SP) em relação ao uso do nome da concor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente teremos um grande precedente na justiça (TJ-SP) em relação ao uso do nome da concorrência como palavra-chave nos Links Patrocinados.</p>
<p>O TJ-SP decidiu em caráter liminar, ordenar a retirada da palavra-chave Pistelli da campanha de sua concorrente sob pena de pagar multa diária a empresa Pistelli Engenharia. Em muitos casos também há "camaragem jurídica" e as palavras são retiradas após conversas.</p>
<p>Esta é uma discussão antiga no meio, pois muitos usam agressivamente esta técnica e outros entendem que não é uma prática louvável e me incluo nesta segunda "corrente". Não concordo apenas porque vejo comouma prática que fere a ética, mas também porque em geral não gera bons resultados a médio e longo prazos, resultando em uma taxa de cliques abaixo da média da campanha e como consequência um custo do clique elevado o que acaba impactando negativamente a campanha. Sem falar que nos casos onde as pessoas estão procurando por marcas e não produtos os resultados são piores ainda.</p>
<p>Se esta decisão do tribunal for definitiva talvez este assunto tome um rumo menos polêmico, vamos ver.</p>
<p><a href="http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/052008/30052008-4.shl" target="_blank">Dica da Info</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação:]]></title>
<link>http://adubocerebral.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 19:47:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>cwaster</dc:creator>
<guid>http://adubocerebral.pt-br.wordpress.com/2008/04/14/apresentacao/</guid>
<description><![CDATA[O presente blog nasce sem pretensões grandiosas, servindo como meio de pesquisa e publicação de r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:left;">O presente blog nasce sem pretensões grandiosas, servindo como meio de pesquisa e publicação de resultados, com enfoque nos aspectos jurídicos oriundos das relações que envolvem meios digitais, ou seja, tratando basicamente de “Direito Digital”. Contudo, em face da proximidade com áreas tecnológicas, nada impede a inclusão de notícias sobre este universo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha na Internet]]></title>
<link>http://politicadireta.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 14:17:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicadireta</dc:creator>
<guid>http://politicadireta.pt-br.wordpress.com/2008/04/01/campanha-na-internet/</guid>
<description><![CDATA[por  Lairson Giesel, colaborador 
Ontem me surpreendeu uma notícia de que o TSE proibiu os candid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>por</em></strong>  Lairson Giesel, colaborador </p>
<p>Ontem me surpreendeu uma notícia de que o TSE proibiu os candidatos de pedir voto na Internet. A justificativa é de que como não há regulamentação para o uso de campanhas virtuais então não pode ser permitido o seu uso.</p>
<p>A decisão influenciará os mais variados ambientes de distribuição de conteúdo e redes sociais. Nenhum candidato poderá distribuir vídeos no Youtube,  criar comunidades de sua candidatura no Orkut, nem estabelecer um comitê virtual no Second Life. O único meio de divulgação será sua página oficial de candidatura, registrada no TSE.</p>
<p>Com essa medida, a legislação eleitoral segue na contramão da prática da sociedade. Enquanto a tendência é que a democracia na Internet aumente com a participação mais efetiva dos internautas e a facilidade maior de inserção dessa ferramenta na sociedade, a justiça insiste em criar impedimentos à ampla participação da sociedade no processo de discussão das idéias e propostas dos candidatos.</p>
<p>A Internet tem essa característica viral que não pode ser contida. Aqui o conteúdo é distribuído, somos milhões de autores, milhões de consumidores, milhões de produtores de conteúdo.</p>
<p>Um ambiente como o Second Life, por exemplo, foi criado exatamente para que se "saia do mundo real" e possamos recriar uma segunda vida, do jeito que melhor queiramos. Como impedir que alguém faça alguma ação política dentro de um ambiente que foi criado com livre intenção?</p>
<p>Será que a justiça eleitoral vai criar personagens fiscais no Second Life para reprimir a boca de urna?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PRECISAMOS DAR UM GRITO, ANTES QUE NOS CALEM!]]></title>
<link>http://politicadireta.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 13:00:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicadireta</dc:creator>
<guid>http://politicadireta.pt-br.wordpress.com/2008/03/05/precisamos-dar-um-grito-antes-que-nos-calem/</guid>
<description><![CDATA[por  Goethe Ramos, colaborador e analista de sistemas
No artigo postado aqui no Política Direta, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por</strong>  Goethe Ramos, colaborador e analista de sistemas</p>
<h2><font face="Times New Roman"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;">No artigo postado aqui no Política Direta, o Walder Junior</span><span style="font-size:12pt;"><span>  </span></span><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;">questiona</span><span style="font-size:12pt;"> <a target="_blank" href="http://politicadireta.wordpress.com/2008/02/27/a-internet-e-democratica/">A Internet é democrática?</a></span></font></h2>
<p><span style="font-family:Arial;">Este assunto deveria entrar em destaque novamente e merece ser mais bem discutido. Acho a questão se a Internet é ou não é democrática uma discussão enganosa. A questão é como as estruturas de poder vão querer ou tentar interferir em seu funcionamento, acesso ou “limites”. Falei anteriormente do Governo da China que bloqueia o acesso dos chineses a vários sites e serviços, podemos nos lembrar da exclusão digital e, agora, mais recentemente e grave, a Comissão de Ciências, Tecnologia e Informação (CCT), do Senado, aprovou, sem realizar sequer uma audiência pública, projeto de Lei do senador Expedito Junior que altera o Código Penal aumentando em um terço a pena para crimes contra a honra praticados pela comunicação eletrônica, na prática uma vergonhosa restrição à liberdade de opinião e expressão na Internet.</span><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Arial;">Este senador, sr. Expedito Junior (PP-RO),<span>  </span>tem o seu mandato questionado (segundo denúncia do Ministério Público, fazia parte de um esquema que contratou funcionários da empresa Rocha Vigilância, às vésperas do primeiro turno das eleições de 2006, para trabalhar como "formiguinhas" - nome dado aos cabos eleitorais em Rondônia). Deve realmente estar incomodado com a liberdade de imprensa e opinião.</span><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Esta decisão da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informação (CCT) vai contra a recente decisão do STF, onde o Ministro Ayres de Brito pronunciou a sua já histórica sentença liminar suspendendo a vigência da Lei de Imprensa - entulho deixado pela ditadura.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Embora circule muito lixo eletrônico na Internet, o projeto do senador Expedito Junior é, na realidade, mais uma ameaça às liberdades de expressão e informação nas novas formas de comunicação. </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;">Assusta-me, ainda mais, o fato de não ter havido audiência pública, uma vergonha. Esse açodamento para aprovação pela CCT mostra as ações em surdina para calar milhões.</span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">PRECISAMOS DAR UM GRITO, ANTES QUE NOS CALEM.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Internet é democrática?]]></title>
<link>http://politicadireta.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 13:13:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicadireta</dc:creator>
<guid>http://politicadireta.pt-br.wordpress.com/2008/02/27/a-internet-e-democratica/</guid>
<description><![CDATA[
por Walder Junior, colaborador, analista de sistemas e blogueiro
Onde? No Brasil? Na Europa? Inde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img src="http://politicadireta.wordpress.com/files/2008/02/acesso.jpg" alt="Quero Acesso!" /></em></strong></p>
<p><strong><em>por</em></strong> Walder Junior, colaborador, analista de sistemas e blogueiro</p>
<p>Onde? No Brasil? Na Europa? Independente de onde for, sim, é democrática. O que ainda não é democrático é o acesso. O que ainda não é democrático somos nós, dentro da Internet.</p>
<p>Ontem, a agência Reuters de notícias divulgou que O Brasil teve em janeiro um crescimento de 50% no número de internautas residenciais ativos em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 21,1 milhões, doze vírgula alguma coisa por cento de 188 milhões de habitantes. (fonte: Ibope/NetRatings e IBGE/2006)</p>
<p>Doze vírgula alguma coisa por cento ? Isto é muito ou pouco ? Para mim é pouco! Muito pouco!</p>
<p>A impressão que tenho, pode ser uma teoria pessoal de conspiração, é que as grandes empresas de comunicação e tecnologia já estão anos luz em pesquisas, descobertas e serviços do que vemos de fato. Parece que elas vão despejando aos pouquinho no mercado, de acordo com seus interesses comerciais é claro, novos produtos, novos serviços, lançamentos, coisas que já estão no porão de suas fábricas ou operadoras já a algum tempo, o suficiente para ganhar muito dinheiro em um curto espaço de tempo.</p>
<p>E o governo sabe disso? Nessa minha teoria pessoal da conspiração sim, sabe. Compactua.</p>
<p>Vamos lá gente! Pensem no próximo, ainda que seja virtual. Existe alguém querendo falar do outro lado e, no mínimo, 21,1 milhões de pessoas querendo ouvir. Wi-fi pública já! Inclusão digital é pouco, quero acesso!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direito digital e os Blogs]]></title>
<link>http://politicadireta.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 01:16:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicadireta</dc:creator>
<guid>http://politicadireta.pt-br.wordpress.com/2008/02/12/direito-digital-e-os-blogs/</guid>
<description><![CDATA[O ‘Política Direta’ mal começou e nada melhor que participar do Campus Blog – a área destin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O ‘Política Direta’ mal começou e nada melhor que participar do Campus Blog – a área destinada aos blogueiros no Campus Party – para se inteirar das novidades e trocar informações com quem já tem vasta experiência no assunto.</p>
<p>No segundo dia de evento, começaram então as palestras e a primeira delas, foi justamente sobre os direitos autorais e a licença Creative Commons (cc).</p>
<p>Dentre os principais apontamentos feitos durante o debate, anotamos uma coisa interessante: Cada vez mais a prática da sociedade vai mais de encontro àquilo que diz a lei e os mecanismos que existem para coibir tais práticas estão ficando defasados.</p>
<p>Deparados com essa realidade os políticos do nosso país tentam, ao contrário de flexibilizar a legislação para adequar a lei à sociedade em evolução, endurece-la ainda mais. Será que é esse mesmo o caminho?</p>
<p>Comentou-se também da falta de preparo, em geral, de nossos magistrados para arbitrar sobre assuntos relacionados aos direitos do cidadão, invasão de privacidade e violação de direitos autorais (vide caso Cicarelli). Há no entanto, uma iniciativa no Rio de Janeiro onde há treinamento apropriado aos Magistrados para que se preparem melhor para o assunto. Das duas, ao menos uma boa notícia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é pirataria?]]></title>
<link>http://localdomain.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 18:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ThigU</dc:creator>
<guid>http://localdomain.pt-br.wordpress.com/2008/01/31/o-que-e-pirataria/</guid>
<description><![CDATA[
Nas últimas semanas o que tenho mais discutido com um amigo meu é sobre o que é ou não piratari]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://localdomain.wordpress.com/files/2008/01/piratas.png" title="Pirataria"><img src="http://localdomain.wordpress.com/files/2008/01/piratas.png" alt="Pirataria" height="137" width="177" /></a></p>
<p>Nas últimas semanas o que tenho mais discutido com um amigo meu é sobre o que é ou não <i>pirataria</i> no que tange o uso e compartilhamento de músicas e vídeos, principalmente.</p>
<p>Não sou nenhum especialista no assunto, mas posso através de certa discussão e pesquisa inferir meu ponto de vista, que creio eu não estar errado, e caso esteja têm os comentários para indicar onde. :)</p>
<p><!--more-->Pirataria, no <a href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=pirata">sentido literal</a> da palavra, é o ato de roubar, assaltar ou seqüestrar  algo. No meio informático, pirataria é o ato de "roubar", "assaltar" ou "seqüestrar" algo. Esses termos podem ficar um pouco confusos, mas podemos adaptá-los para essa realidade tecnológica, já que <a href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=sequestrar">seqüestrar</a> algo seria encarcerar algo de maneira ilegal. Entendo isso como o armazenamento ou distribuição de conteúdo de maneira não autorizada.</p>
<p>Agora, entedemos "conteúdo intelectual" ou propriedade intelectual como toda e qualquer criação imaterial ou de aspecto intelectual do autor. Podemos incluir nesta categoria softwares, vídeos, músicas e qualquer outro bem que seu valor não seja tangível ou material.</p>
<p>Simples até agora, mas o que é "ilegal"? Uma propriedade intelectual é de posse do autor, como definido na <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm">Constituição Federal</a>, dando-lhe direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras. Sendo ao autor assegurado proteção às participações individuais, mesmo em obras coletivas, além da possibilidade de aproveitamento econômico das obras que participou. Além disso, inventos de caráter industrial têm privilégio temporário assegurado, com proteção à propriedade das marcas, nomes de empresas e outros símbolos. Resumindo drasticamente: o autor faz o que quiser com a obra que a ele pertence! Sendo o que <b>não</b> for autorizado pelo autor considerado crime.</p>
<p>No meio informático, o autor pode ser o criador de uma solução através de um software. O autor detém direitos sobre como deverá ser a distribuição de sua obra.  Ou seja, se será livremente distribuído, mas com restrições de acesso ao código, como um <i>freeware</i>, ou que sua obra é totalmente livre, desde distribuição até acesso ao código-fonte, desde que o créditos sobre a autoria do software seja mantido, o que é o caso de licenças em Software Livre.</p>
<p>Porém, no universo musical ainda <a href="http://www.jamendo.com">existem</a> poucas iniciativas em fazer músicas em formato totalmente livre. Como é feito hoje? Bem, o artista, que normalmente não possui fundos suficientes para bancar a criação e distribuição de cópias de sua obra, recorre as gravadoras. As gravadoras, por sua vez, investem nos artistas, realizando a criação de cópias e distribuindo-as, obtendo normalmente os direitos de distribuição sobre a obra através de um contrato entre ambas as partes. Ou seja, o artista ainda possui os créditos pela autoria da obra, mas a distribuição cabe apenas a gravadora, que frequentemente lucra mais que o artista com a venda das cópias da obra. Esse mesmo modelo de negócios é amplamente adaptado a outras realidades, como os softwares.</p>
<p>Repararam quem é que quer impedir a distribuição de músicas ilegais? São exatamente as gravadores, já que sua fonte de dinheiro provem da distribuição para os usuários. Mas, o que é ilegal quanto se trata de distribuição? De acordo com o <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Decreto-Lei/Del2848.htm">decreto de lei 2.848</a> de 7 de dezembro de 1940, modificado pela <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/2003/L10.695.htm">lei número 10.695</a> de 1º de julho de 2003, a cópia da obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, utilizado apenas para uso privado, sem intenção de lucro direto ou indireto, não constitui violação do direito autoral.</p>
<p>Já que sabemos o que <b>não</b> é crime, podemos imaginar o que seja. De acordo com o mesmo decreto de lei, a violação pode existir caso seja proibido ou não autorizado pelo autor da obra a reprodução total ou parcial da obra, distribuição, venda e aluguel, com intenção de lucro, direto ou indireto. Pode se considerar lucro direto ou indireto inclusive a atitude de realizar o <i>download</i> de música com a intenção de poupar dinheiro que seria gasto na compra de um CD.</p>
<p>Ou seja, fazer uma cópia de um CD de música que tem em casa para poder escutar no carro não caracteriza crime. Porém, a partir do momento que você empresta seu CD com MP3 para seu vizinho, isso já constitui pirataria por estar realizando uma distribuição da obra não autorizada por ele, direito esse na maior parte dos casos exclusivo as gravadoras. O mesmo ocorre com diversas outras obras intelectuais, como softwares, imagens e vídeos. E qual o motivo de existir as proteções contra cópias, como aquelas impostas pela Sony através de seu <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2005_Sony_BMG_CD_copy_protection_scandal"><i>rootkit,</i></a> por exemplo? A intenção inicial é poder coibir o usuário a fazer cópias, de maneira a dificultar o compartilhamento e prevenir a distribuição não autorizada. Sabemos que na verdade isso ocorreu como um "tiro no pé" das gravadoras, já que os usuários não ficam nem um pouco satisfeitos com a "novidade".</p>
<p>Considero um bocado falha o método de proteção ao artista, já que coloca o usuário em uma situação constrangedora onde é difícil saber como ser correto e íntegro sendo que existem mais do que suficientes motivos para cedermos as tentações da <i>pirataria</i>. Será que o site que você compra músicas pela Internet realmente tem direitos de distribuição sobre as músicas que ele põe a venda? Ainda é um bocado difícil saber, já que esse tipo de serviço tem proliferado de maneira veloz. Eu sinceramente ainda tenho receio de comprar músicas em uma loja xingling da vida, que ainda por cima me submete ao uso de arquivos com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_de_direitos_digitais">DRM</a>, o que dificulta e muito minha vida, já que nem todo tocador de músicas que não o da Microsoft com seu WMA irá funcionar.</p>
<p>Façam as suas avaliações e considerações, que eu já estou quase por definir as minhas.</p>
<p>Abraços a todos! :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pesquisa: Continuidade de Negócios]]></title>
<link>http://joaorodolfo.wordpress.com/2007/11/06/pesquisa-continuidade-de-negocios/</link>
<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 02:41:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Rodolfo</dc:creator>
<guid>http://joaorodolfo.pt-br.wordpress.com/2007/11/06/pesquisa-continuidade-de-negocios/</guid>
<description><![CDATA[Olá pessoal ! Faz tempo que não posto novidades por aqui.
Recebi uma pesquisa, vamos colaborar:
A ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal ! Faz tempo que não posto novidades por aqui.</p>
<p>Recebi uma pesquisa, vamos colaborar:</p>
<p>A <a href="http://www.daryus.com.br">DARYUS</a> o convida para participar da 1ª. pesquisa sobre Continuidade de<br />
Negócios elaborada pela DARYUS.</p>
<p>Contamos com sua colaboração para reunirmos um número considerável de<br />
informações para que juntos possamos desenvolver ainda mais esta disciplina<br />
de riscos fascinante e complexa.</p>
<p>Todos os participantes receberão em 1ª. Mão o Relatório Executivo da<br />
Pesquisa.</p>
<p>Por favor, clique no link abaixo e dedique alguns minutos para colaborar com<br />
o mercado brasileiro. (Caso tenha problemas de acesso, por favor, entre em<br />
contato no tel. +55 11 3285-6539, ou por e-mail: <a href="mailto:contato@daryus.com.br">contato@daryus.com.br</a>)</p>
<p><a href="http://www.daryus.com.br/pesquisa/" target="_blank">http://www.daryus.com.br/pesquisa/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palestra do 2º ESLIF: Por Que Se Interessar Por Novas Leis e Normas Sobre o Digital?]]></title>
<link>http://localdomain.wordpress.com/2007/07/15/palestra-do-2%c2%ba-eslif-por-que-se-interessar-por-novas-leis-e-normas-sobre-o-digital/</link>
<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:42:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ThigU</dc:creator>
<guid>http://localdomain.pt-br.wordpress.com/2007/07/15/palestra-do-2-eslif-por-que-se-interessar-por-novas-leis-e-normas-sobre-o-digital/</guid>
<description><![CDATA[Olá pessoal! Hoje vim aqui para escrever sobre um evento bem legal que ocorreu aqui em Brasília! T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal! Hoje vim aqui para escrever sobre um evento bem legal que ocorreu aqui em Brasília! Trata-se do <a href="http://www.institutofatima.edu.br/pos_sl/2eslif/">Segundo ESLIF</a> (Encontro de Software Livre do Instituto Superior Fátima). Esse evento é organizado pela coordenação do <a href="http://www.institutofatima.edu.br/pos_sl/">curso de pós-graduação em Software Livre</a> do <a href="http://www.institutofatima.edu.br/">Instituto Superior Fátima</a>. Ocorreu no dia 7 de julho de 2007 e contou com uma <a href="http://www.eriberto.pro.br/2eslif/grade_2eslif.html">grade de mais de 30 palestras</a>, incluindo alguns palestrantes que vieram de outros estados e uma caravana que veio de Goiânia para presenciar o evento.</p>
<p>Bem, meu objetivo nesse post não é falar sobre o evento em si, mas um pouco sobre as palestras que acompanhei nesse dia inteiro que foi dedicado ao Software Livre. Sendo que cheguei ao evento por volta das 9 horas da manhã e fui direto à palestra ministrada pelo Professor Pedro A. D. Rezende. O tema de sua palestra foi "Por que se interessar por novas leis e normas sobre o digital?".</p>
<p><!--more-->Pedro A. D. Rezende é professor do curso de Ciência da Computação da UnB.  Um resumo de seu currículo pode ser encontrado <a href="http://www.eriberto.pro.br/2eslif/resumos/g10.html">aqui</a>.</p>
<p>Pedro iniciou a palestra pegando um pouco do gancho deixado pela palestra anterior a qual tratava do perfil das pessoas que trabalham com Segurança da Informação. Pois, ao contrário do que foi feito pelo palestrante anterior, ele não gosta do uso da palavra "hacker" como sinônimo de criminoso digital. O correto seria o termo "cracker" para tal. O uso da palavra "hacker" foi assim difundido com o sentido "mau" pela mídia ao achar que poderia generalizar pessoas que gostam de mexer com computadores. Sendo assim, os hackers começaram a se chamar de "geeks" para designar o sentido original. Porém, como foi exemplificado por um participante da palestra, até mesmo essa palavra já está sendo indevidamente utilizada.</p>
<p>O palestrante começou a definir o que é software e como ele foi evoluindo na história da informática. Hoje, software é um produto, porém, como ele irá demonstrar, isso está mudando.</p>
<p>O software passou por fases de evolução.</p>
<ul>
<li>fase artesanal - nessa fase, software era desenvolvido utilizando apenas linguagem de máquina. Era um trabalho extremamemte complexo e sem o uso de qualquer metodologia, sendo aplicado e objetivo.</li>
<li>fase monolítica - programação integrada, com o uso de linguagens mais sofisticadas, com uso de alto nível de programação.</li>
<li>fase autônoma - produção de software em escala e modular, se tornando um processo industrial, como foi realizado pela IBM, por exemplo. Nessa fase, se diz que o software se tornou um produto. Ou, como foi exemplificado, vendido como um "sabonete".</li>
<li>cibercultura - produção de software através de uma metodologia colaborativa, onde a filosofia de Software Livre foi incentivada. Foi citado a IBM como exemplo de empresa que está modificando seu foco de metodologia de desenvolvimento de código para o uso de código aberto e livre.</li>
</ul>
<p>Pedro falou sobre um discurso muito comum hoje em dia, que dita que o combate à pirataria deveria ser uma obrigação do Estado, sendo que, de acordo com seus conceitos, deve ser combatido pelas empresas  que assim desejam proteger sua propriedade intelectual.</p>
<p>Durante a palestra, Rezende falou da possibilidade de uso da lei de Direitos Autorais em licenciamento de software. Além disso, comentou um caso muito curioso, em que ele foi a um evento não-técnico realizar uma palestra, e ao sacar um CD da distro Ubuntu e fazer a pergunta "se eu fizer cópia desse CD e distribuir para todos os presentes, estarei cometendo crime de pirataria?", quase todos os presentes levantaram as mãos concordando que isso seria "pirataria". Porém, houve duas pessoas que não levantaram as mãos. Pedro perguntou o motivo por não concordarem com ele e eles responderam "depende da licença de distribuição do software". Com essa história, Rezende queria nos fazer perceber que o Software Livre hoje é muito confundido com pirataria de software. Apenas é considerado crime a cópia não autorizada de uma obra autoral.</p>
<p>O palestrante falou de um fenômeno interessante de um software, que é o aumento de seu valor de acordo com o aumento da aderência do software, ao contrário do que ocorre com outros produtos, como o "sabonete" ou mesmo uma Ferrari, já que essa última é apenas tão cara apenas por ser produzida em escala muito limitada. Isso é evidente com uma afirmação de Bill Gates ao lhe questionarem sobre a pirataria do sistema operacional Windows na China, "Deixe a China piratear o Windows... depois que ele já estiver em todas as casas, a gente dá um jeito de cobrar por ele.".</p>
<p>Pedro comentou sobre o uso de patentes de software não-óbvias, como algumas empresas estão querendo patentear o uso da ação "duplo clique" ou mesmo como foi patenteada a metodologia de correção ortográfica através do separador de palavras utilizado (um espaço em branco, por exemplo). Para que uma empresa não seja prejudicada com o uso descriminado de patentes de softwares, surgiram hoje acordos de não-agressão em várias empresas, como por exemplo o acordo entre a Novell e a Microsoft.</p>
<p>Patentes de software, porém, não são eficazes contra software realmente colaborativos, pois não há como se processar cada um dos usuários do software, algo que é possível de acordo com as leis americanas.</p>
<p>Hoje estamos diante de uma batalha por padrões de dados digitais. No Brasil temos o caso da adoção do OOXML ou ODF, que está em votação em reuniões patrocinadas pela ABNT. Maiores detalhes sobre isso <a href="http://avi.alkalay.net/2007/07/ajude-odf.html">aqui</a>. Um outro exemplo que foi citado por Rezende, foi a tentativa de parlamentares da Flórida, nos Estados Unidos, de inserir uma cláusula na lei de informática do estado permitindo apenas que documentos de padrão aberto sejam utilizados no governo. Com essa tentativa, lobbistas da Microsoft atuaram junto aos parlamentares ameaçando corte de verbas nas próximas campanhas eleitorais.</p>
<p>Pedro falou sobre o projeto de lei americano chamado CBDPTA (Consumer Broadband and Digital Television Promotion Act), anteriormente chamado de SSSCA (Security Systems Standards and Certification Act), que irá regular o software que será executado no hardware, através do uso de assinaturas digitais nos softwares permitidos. Sendo assim, isso implicaria que apenas softwares que passaram pela mão de algum "burrocrata" possam ser executados no hardware que alguém comprou. O texto do projeto de lei acima pode ser lido na íntegra <a href="http://www.politechbot.com/docs/cbdtpa/">aqui</a>.</p>
<p>Por fim, o palestrante citou que o clima de anarquia no qual a Internet está se tornando está levando também o Brasil à aprovação de leis absurdas. O projeto de lei 84/1999 do senador Azeredo irá tipificar como crime a disseminação de código malicioso, com consentimento ou não, na Internet. Ou seja, usuários comuns com computadores infectados poderão ser processados por outros usuários ou pelo Estado. Poderá resultar em detenção de 1 a 3 anos de prisão, para usuários que não têm consentimento.</p>
<p>Apesar de ter excedido o tempo máximo e o palestrante corrido um pouco com o conteúdo, acho que o recado foi dado pelo professor Pedro, já que eu, por exemplo, desconhecia algumas das iniciativas por ele citadas. Andei pesquisando algumas leituras extras sobre o assunto.</p>
<p>Espero que gostem desse resumo de palestra, já que infelizmente é impossível transcrever tudo o que é dito em 50 minutos de informação. Caso alguém encontre algum nome ou detalhe errado, me informe o quanto antes para que eu possa corrigir! :)</p>
<p>Assim que puder, postarei as outras palestras por aqui. Até mais! :D</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seminário Digital - Senac Rio]]></title>
<link>http://pwdbrasil.wordpress.com/2007/05/22/seminario-digital-senac-rio/</link>
<pubDate>Tue, 22 May 2007 05:12:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Júlio Lopes</dc:creator>
<guid>http://pwdbrasil.pt-br.wordpress.com/2007/05/22/seminario-digital-senac-rio/</guid>
<description><![CDATA[Gestão de Risco Eletrônico e Boas Práticas em Direito Digital,
 com a Dra. Patrícia Peck
O uso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gestão de Risco Eletrônico e Boas Práticas em Direito Digital,<br />
</strong><strong> com a Dra. Patrícia Peck</strong><strong><img align="left" width="288" src="http://pwdbrasil.files.wordpress.com/2007/05/senac.jpg" alt="senac_patricia_peck" height="185" style="width:288px;height:185px;" /></p>
<p></strong>O uso da tecnologia nas empresas é responsável por mudanças de comportamento que vão muito além de cliques e e-mails. Mais que facilitar processos, reduzir custos, agilizar decisões, integrar dados, o crescimento do canal eletrônico como meio de transação e relacionamento entre indivíduos traz um novo formato de responsabilidade civil, ampliada pelo novo Codigo Civil.</p>
<p>Advogada especialista em Direito Digital, formada pela Universidade de São Paulo, com especialização em negócios pela Harvard Business School e MBA em marketing pela Madia Marketing School. É autora do livro “Direito Digital” pela Editora Saraiva, além de participação nos livros e-Dicas e Internet Legal. É colunista do IDG Now e articulista da Gazeta Mercantil, Valor Econômico, Revista Executivos Financeiros, Info Exame, Info Corporate, About, Revista do Anunciante, Jornal Propaganda e Marketing, Meio &#38; Mensagem, Telecom Negócios, Super Interessante, com participação em diversos programas entre eles Globonews, Espaço Aberto, entre outros. Com experiência internacional nos EUA, Portugal, Coréia, começou a trabalhar com tecnologia aos 13 anos, como programadora de games para o computador Atari, tendo tido uma BBS, assim como ainda adolescente montou seu próprio site chamado “Urbanoide.com.br”, além de ter se aprofundado no estudo dos princípios de Lógica Indutiva. Este conhecimento é hoje aproveitado em suas recomendações para criação de vacinas legais eletrônicas e desenvolvimento de “software legal”, como medida de prevenção na gestão do risco digital de seus clientes. Tem ministrado diversos treinamentos para o SENAC, ITA, ISSA, USP, UNICAMP, Sucesu-SP, OAB/SP, CNASI, Security Day/ISS, IPEN, ABA – Associação Brasileira de Anunciantes,  entre outros. Atualmente assessora aproximadamente 95 clientes no Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Maceió, e no exterior nos EUA, América Latina, Portugal, Inglaterra, Suíça e Coréia, já tendo treinado mais de 7.500 profissionais de diversas empresas nos temas de Segurança da Informação. Como diferencial, toda sua equipe de advogados também tem como requisito profissional o conhecimento de tecnologia, por ser um atributo especial na compreensão e solução dos problemas da era Digital.</p>
<p><a target="_blank" href="http://riscodigital.no-ip.org/digital/" title="Seminário Digital">Clique aqui e increva-se<br />
</a><br />
Vale apena dar uma passada por lá.<br />
Um abraço a todos. até breve.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seminário Digital - Senac Rio]]></title>
<link>http://pwdbrasil.wordpress.com/2007/05/22/seminario-digital-senac-rio/</link>
<pubDate>Tue, 22 May 2007 05:12:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Júlio Lopes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gestão de Risco Eletrônico e Boas Práticas em Direito Digital,
 com a Dra. Patrícia Peck
O uso d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>Gestão de Risco Eletrônico e Boas Práticas em Direito Digital,<br />
</b><b> com a Dra. Patrícia Peck</b><b><img src="http://pwdbrasil.files.wordpress.com/2007/05/senac.jpg" alt="senac_patricia_peck" style="width:288px;height:185px;" align="left" height="185" width="288" /></b></p>
<p>O uso da tecnologia nas empresas é responsável por mudanças de comportamento que vão muito além de cliques e e-mails. Mais que facilitar processos, reduzir custos, agilizar decisões, integrar dados, o crescimento do canal eletrônico como meio de transação e relacionamento entre indivíduos traz um novo formato de responsabilidade civil, ampliada pelo novo Codigo Civil.</p>
<p>Advogada especialista em Direito Digital, formada pela Universidade de São Paulo, com especialização em negócios pela Harvard Business School e MBA em marketing pela Madia Marketing School. É autora do livro “Direito Digital” pela Editora Saraiva, além de participação nos livros e-Dicas e Internet Legal. É colunista do IDG Now e articulista da Gazeta Mercantil, Valor Econômico, Revista Executivos Financeiros, Info Exame, Info Corporate, About, Revista do Anunciante, Jornal Propaganda e Marketing, Meio &#38; Mensagem, Telecom Negócios, Super Interessante, com participação em diversos programas entre eles Globonews, Espaço Aberto, entre outros. Com experiência internacional nos EUA, Portugal, Coréia, começou a trabalhar com tecnologia aos 13 anos, como programadora de games para o computador Atari, tendo tido uma BBS, assim como ainda adolescente montou seu próprio site chamado “Urbanoide.com.br”, além de ter se aprofundado no estudo dos princípios de Lógica Indutiva. Este conhecimento é hoje aproveitado em suas recomendações para criação de vacinas legais eletrônicas e desenvolvimento de “software legal”, como medida de prevenção na gestão do risco digital de seus clientes. Tem ministrado diversos treinamentos para o SENAC, ITA, ISSA, USP, UNICAMP, Sucesu-SP, OAB/SP, CNASI, Security Day/ISS, IPEN, ABA – Associação Brasileira de Anunciantes,  entre outros. Atualmente assessora aproximadamente 95 clientes no Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Maceió, e no exterior nos EUA, América Latina, Portugal, Inglaterra, Suíça e Coréia, já tendo treinado mais de 7.500 profissionais de diversas empresas nos temas de Segurança da Informação. Como diferencial, toda sua equipe de advogados também tem como requisito profissional o conhecimento de tecnologia, por ser um atributo especial na compreensão e solução dos problemas da era Digital.</p>
<p><a href="http://riscodigital.no-ip.org/digital/" target="_blank" title="Seminário Digital">Clique aqui e increva-se<br />
</a><br />
Vale apena dar uma passada por lá.<br />
Um abraço a todos. até breve.</p>
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