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	<title>desatencao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/desatencao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "desatencao"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 12:02:10 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[O que está sendo feito da Aids?]]></title>
<link>http://sapatariadf.wordpress.com/?p=464</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:31:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>sapatariadf</dc:creator>
<guid>http://sapatariadf.pt-br.wordpress.com/2008/10/01/o-que-esta-sendo-feito-da-aids/</guid>
<description><![CDATA[do blog da Lucinha Araújo
Tenho visto, com grande preocupação, que o espaço que a Aids ocupa, n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>do blog da <a href="http://bloglog.globo.com/lucinhaaraujo/">Lucinha Araújo</a></p>
<p class="titulo"><a href="http://sapatariadf.files.wordpress.com/2008/10/aids_medication.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-465" title="aids_medication" src="http://sapatariadf.wordpress.com/files/2008/10/aids_medication.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" /></a>Tenho visto, com grande preocupação, que o espaço que a Aids ocupa, não só na imprensa, mas também na conscientização das pessoas de um modo geral, cada vez menor. Se nas décadas de 80 e 90 a imprensa não cansava de falar sobre ela e era normal ver pessoas discutindo em grupos de amigos sobre a importância da educação sexual, prevenção, o medo da infecção pelo HIV hoje o panorama é bastante diferente. Parece que saiu de moda, que a Aids não mais existe, ou pelo menos não é um problema suficiente para que as pessoas dediquem a ela mais do que um simples comentário, na maioria das vezes de descaso e despreocupação. Um dos sintomas da banalização da Aids está na diminuição de verbas, da diminuição da capacidade de atendimento específico em hospitais públicos, que já foram referência, como o Gaffrée Guinle e o Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, isso só aqui no Rio de Janeiro. Essa percepção também é responsável pela diminuição e esvaziamento das ONG’s/Aids, inclusive a Sociedade Viva Cazuza, que sobrevivem com grande dificuldade e com a persistência, quase heróica, de algumas pessoas compromissadas com a causa. Os novos antiretrovirais que eram aprovados com grande rapidez pelo Programa Nacional de DST/Aids, agora aguardam empoeirados nas prateleiras da Anvisa, começamos a ver faltar medicamentos nos postos de saúde e hospitais públicos, assim como kits de exames. O resultado dessa banalização é o aumento de novos casos, principalmente entre jovens, que não vivenciaram o início da Aids e acreditam que caso venham a se infectar basta tomar um remedinho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que?]]></title>
<link>http://pequenasdigressoes.wordpress.com/?p=833</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:45:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>alane</dc:creator>
<guid>http://pequenasdigressoes.pt-br.wordpress.com/2008/09/15/por-que/</guid>
<description><![CDATA[Por que as pessoas insistem em falar todas ao mesmo tempo? Por que as pessoas não dedicam alguns mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por que as pessoas insistem em falar todas ao mesmo tempo? Por que as pessoas não dedicam alguns minutos a ouvir as outras? Por que as pessoas interrompem as outras sem mesmo terminar de ouvi-las falar? Por quê?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DEPRESSÃO – ÚLTIMA PARTE]]></title>
<link>http://nnoticia.wordpress.com/?p=941</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 23:31:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Natália Alves</dc:creator>
<guid>http://nnoticia.pt-br.wordpress.com/2008/09/04/depressao-%e2%80%93-ultima-parte/</guid>
<description><![CDATA[
Data: 31/08/08
DEPRESSÃO É DOENÇA
Por: Natália Alves
 
Como dito anteriormente, a depressão po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:35.45pt;" align="right"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Data: 31/08/08</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:35.45pt;" align="center"><strong><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;">DEPRESSÃO É DOENÇA</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Por: Natália Alves</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Como dito anteriormente, a depressão pode se manifestar por variados motivos. Pode ser uma doença química, quando a pessoa tem os sintomas sem nenhum motivo, ou seja, sente tristeza, nervoso, mau humor, entre outros sintomas, mesmo estando em uma fase boa da vida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">A doença também pode ser uma conseqüência de um quadro genético, ou seja, histórico familiar ou uma conseqüência de uma situação dolorosa que a pessoa esteja vivenciando como, por exemplo, uma doença ou uma separação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Para esclarecer um pouco mais sobre a doença, o médico Daniel Segenreich respondeu algumas perguntas para o blog NNoticia. O doutor é formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFRJ, residência pelo IPUB/UFRJ, título de especialista pela ABP, mestre em Psiquiatria pela UFRJ e exerce a profissão há sete anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Segue a entrevista:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: Depressão é doença?</span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> Sim. Depressão é uma doença reconhecida pela organização mundial de saúde</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: Existem tipos diferentes de depressão ou seria mais correto dizer que existem motivos diversos?</span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> Existem tipos diferentes sim. A causa não define estes tipos e sim a qualidade dos sintomas e sua gravidade.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: Quais são os sintomas mais comuns?</span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> Os sintomas mais comuns são: humor triste, apatia, desânimo, insônia ao final da noite, perda de apetite, desatenção, falta de memória, entre outros.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: A depressão é uma doença genética? </span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> A depressão possui em sua etiologia um componente genético sim. Porém, a genética não é sozinha a causa para depressão. Equivale dizer que história familiar de depressão aumenta o risco de se ter depressão. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: Pessoas depressivas tendem a cometer suicídio?</span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> Comparando pessoas com depressão de pessoas sem qualquer quadro clínico psiquiátrico, os deprimidos tendem a tentar suicídio mais freqüentemente. Porém, portadores de transtorno bipolar têm risco mais aumentado e até esquizofrênicos tentam o suicídio. Ou seja, não é exclusivamente associado à depressão. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">NNoticia: Como é feito o tratamento?</span></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Dr. Daniel:</span></strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> O tratamento é feito combinando medicação antidepressiva, psicoterapia adequada, suporte familiar, exercícios de respiração e relaxamento, exercícios físicos e melhora de hábitos comportamentais e alimentares. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;color:blue;">Forma de contato com o doutor Daniel Segenreich: <span class="ldacoc">danielsegen@gmail.com</span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hiperatividade]]></title>
<link>http://umrefugio.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 05:44:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lhaiza</dc:creator>
<guid>http://umrefugio.pt-br.wordpress.com/2008/03/13/hiperatividade/</guid>
<description><![CDATA[Observando minha querida irmã de apenas 9 anos de idade, percebi o quanto ela é inquieta. Não pá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Observando <i>minha querida irmã de apenas 9 anos de idade</i>, percebi o quanto ela é inquieta. <b>Não pára um segundo, extremamente falante e impulsiva</b>. E observando também as amigas dela, com a mesma idade, percebi que há uma grande diferença de comportamento entre elas, suas amigas não são tão agitadas quanto ela, e achei que havia algo de anormal com ela.</p>
<p align="justify">Antes de pesquisar sobre o assunto, eu já tinha ouvido falar sobre a <b>Hiperatividade</b>, mas não sabia do que se tratava e fui pesquisar. Mesmo sabendo que não devemos tirar conclusões através de uma pesquisa, sem uma opnião médica, conclui que ela pode ter um <b>transtorno neurobiológico chamado Hiperatividade</b>. Mas o que seria isso?</p>
<p align="justify">É uma doença, ou melhor dizendo um transtorno neurobiológico, inicialmente vinculado a uma <b>lesão cerebral mínima</b>. Nos anos 60, devido à dificuldade de comprovação da lesão, sua definição adquiriu uma perspectiva mais funcional, caracterizando-se como uma síndrome de conduta, tendo como sintoma primordial a atividade motora excessiva. A doença nasce com o indivíduo e já aparece na pequena infância, quase sempre acompanhando o indivíduo por toda a sua vida. <b>O transtorno se caracteriza por sinais claros e repetitivos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desaten%C3%A7%C3%A3o" class="mw-redirect" title="Desatenção"></a>desatenção, inquietude e impulsividade</b>, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo.</p>
<h3 align="justify"><span class="mw-headline">Os sintomas relacionados a hiperatividade/impulsividade</span></h3>
<div align="justify">
<ul>
<li>ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;</li>
<li>não permanecer sentado por muito tempo;</li>
<li>pular, correr excessivamente em situações inadequadas;</li>
<li>sensação interna de inquietude;</li>
<li>ser barulhento em atividades lúdicas;</li>
<li>ser muito agitado;</li>
<li>falar em demasia;</li>
<li>responder às perguntas antes de concluídas;</li>
<li>ter dificuldade de esperar sua vez;</li>
<li>intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify"> Pois é, e lendo estes sintomas, tive certeza absoluta de que ela tem esse distúrbio. Ela se encaixa em TODOS os sintomas citados.</p>
<p align="justify">É interessante também saber as causas. Que podem surgir durante problemas durante a gravidez ou no parto, exposição a determinadas substâncias (chumbo) ou problemas familiares como: um funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, famílias com baixo nível socio-econômico, ou famílias com apenas um dos pais. Famílias caracterizadas por alto grau de agressividade nas interações, podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças.</p>
<p align="justify">Eu acreditava que era algo inofensivo, que não precisava de muita atenção, mas acho que me enganei.</p>
<p align="justify">Fonte:  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_com_hiperatividade">Wikipédia</a></p>
]]></content:encoded>
</item>

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