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	<title>databar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/databar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "databar"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 20:35:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[GS1 Brasil Lança Programa de Certificação de códigos de Barras na APAS - 2008]]></title>
<link>http://gs1brasil.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 14:32:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>gs1brasil</dc:creator>
<guid>http://gs1brasil.pt-br.wordpress.com/2008/05/15/gs1-brasil-lanca-programa-de-certificacao-de-codigos-de-barras-na-apas-2008/</guid>
<description><![CDATA[Programa visa corrigir erros na impressão dos códigos de barras, minimizando prejuízos às lojas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em>Programa visa corrigir erros na impressão dos códigos de barras, minimizando prejuízos às lojas e aos consumidores.</em></p>
<p>Com o tema “Sustentabilidade em nome do Consumidor”, acontece de 26 a 29 de maio, no Expo Center Norte, a APAS 2008 – 24º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados. Como em todos os anos, a GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação (Antiga EAN Brasil) – levará ao evento um time de profissionais altamente capacitados a esclarecer aspectos fundamentais dos processos de automação das cadeias de suprimentos.</p>
<p>Durante a feira, os visitantes que passarem pelo estande da GS1 Brasil terão a chance de conhecer uma das recentes ferramentas lançadas pela entidade - o Programa de Certificação de Códigos de Barras. Criado com o intuito de corrigir possíveis erros na impressão dos códigos, o programa vai verificar e atestar, por meio do Laboratório de Verificação da entidade, a qualidade dos códigos aplicados a itens comerciais e unidades logísticas, com base em requisitos de negócios e em procedimentos e especificações técnicas internacionais, garantindo, assim, um melhor desempenho na captura de dados.</p>
<p>Assim como o Programa de Certificação, a GS1 Brasil também estará disponibilizando na APAS informações sobre o código de barras DataBar. Com tamanho bastante reduzido, cerca de metade do espaço físico de uma etiqueta de código de barras convencional, o Databar poderá ser utilizado em produtos muito pequenos, que hoje não são codificados por falta de espaço, como é o caso, por exemplo, de frutas, legumes e verduras. Isso possibilitará às empresas melhor acesso a informações de rastreablidade, garantindo um gerenciamento mais eficiente e de melhor qualidade. Até janeiro de 2010 todos os sistemas de check-outs varejistas do mundo deverão estar preparados para identificar itens comerciais codificados com o novo código.</p>
<p><strong>Sobre a GS1 Brasil</strong></p>
<p>A GS1 Brasil é uma associação multissetorial sem fins lucrativos, cuja missão é implementar e disseminar globalmente padrões para a melhoria das cadeias de suprimentos, colaborando, assim, para o processo de automação, desde a matéria-prima até o consumidor final. A GS1 Brasil é o órgão oficial para o EPC – Código Eletrônico de Produto no Brasil e em âmbito internacional é filiada à EPCglobal Inc.  A associação está presente no Brasil desde 1983, e ao longo desse período tem apoiado diversos setores na adoção de sistemas eficientes de rastreabilidade. Dentre os valores que permeiam a entidade estão a ética e a transparência nas relações, o cumprimento dos acordos firmados, e o oferecimento de serviços e produtos de alto valor agregado. </p>
<p>Para melhor atender a seus associados, a GS1 Brasil mantém grupos de trabalho que atuam em segmentos como calçadista, materiais de construção, saúde, cadeia da carne, móveis, telecomunicações, algodão, energia e autopeças, entre outros. A entidade também participa e promove eventos em diversas regiões do país, além de oferecer uma extensa grade de cursos gratuitos voltados às áreas de automação e logística.</p>
<p>Mais informações sobre os serviços da GS1 Brasil, acesse o site <a href="http://www.gs1brasil.org.br">www.gs1brasil.org.br</a> ou pelo telefone (11) 3068 6229.</p>
<div style="border:windowtext 1pt solid;padding:1pt 4pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>SERVIÇO<br />
APAS – 24º Congresso de Gestão e<br />
Feira de Negócios em Supermercados</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>Data / Horário: 26 a 29 de maio</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>Horário: 26/05 - 16h às 22h; 27/05 a 29/05 - 14h às 22h </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>Local: Expo Center Norte </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>Rua José Bernardo Pinto, 333 - S. Paulo/SP</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;padding:0;" align="center"><strong>GS1 Brasil: Pavilhão Vermelho – E</strong><strong>squina entre a Rua U e Rua 18</strong><strong></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista Automação edição 114]]></title>
<link>http://gs1brasil.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 15:01:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>gs1brasil</dc:creator>
<guid>http://gs1brasil.pt-br.wordpress.com/2008/04/22/revista-automacao-edicao-114/</guid>
<description><![CDATA[
Não Tão Pequenas Assim!
Segundo estudo do IBGE, as micro e pequenas empresas já representam 98% ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><a href="Nenhum"><img class="aligncenter size-medium wp-image-90" src="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/revista-automacao-ed114-copia.jpg" alt="" width="257" height="300" /></a></h2>
<h2>Não Tão Pequenas Assim!</h2>
<p>Segundo estudo do IBGE, as micro e pequenas empresas já representam 98% da economia nacional. Este índice demonstra a sua importância na geração de empregos e renda. Porém, as MPMEs ainda enfrentam alguns problemas, como falta de padronização e integração com parceiros comerciais, dificuldade de interpretação para atender os clientes, falta de controle de processos e resultados, informações incompletas e desorganizadas e falta de recursos tecnológicos. Nesse cenário, é prioritário tornar-se cada vez mais eficiente, reduzindo custos operacionais e agregando ganhos de competitividade.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/capa-revista-automacao-gs1-brasil-ed114.pdf">leia mais aqui </a></p>
<h2>Editorial</h2>
<p>No ano de 2008 comemoramos 25 anos de GS1 Brasil. Nesta importante data é oportuno lembrarmos a contribuição que tanto temos prestado para a eficiência das cadeias de suprimentos de nosso país e para a consolidação dos conceitos de Automação.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/editorial-revista-automacao-ed1141.pdf">leia mais aqui</a></p>
<h2>NF-e para Pequenas e Médias Empresas</h2>
<p>A NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) é um documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, que serve para documentar uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços, substitui a conhecida nota fiscal (modelos 1 e 1A) e dispensa a impressão prévia dos blocos em papel. A validade jurídica desse documento eletrônico é garantida pela assinatura digital do emitente e pela recepção, pelo fisco, antes mesmo do trânsito da própria mercadoria.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/orientacao-revista-automacao-gs1-brasil-ed114.pdf">leia mais aqui</a></p>
<h2>Marketing sob Medida</h2>
<p>Baseado no estudo do mercado, o marketing é um importante recurso para as Micro, Pequenas e Médias empresas conquistarem e preservarem clientes no dinâmico e concorrido mercado em que estão inseridas. Trata-se da identificação das necessidades, desejos e hábitos dos consumidores, análise de oportunidade para o desenvolvimento de novos negócios, conhecimento do público-alvo, além da decisão de produtos e serviços que melhor atendem o seu mercado, levando em consideração o objetivo da empresa e anseio dos clientes.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/destaques-revista-automacao-gs1-brasil-ed114.pdf">leia mais aqui</a></p>
<h2>Ações da GS1 Brasil para MPMEs</h2>
<p>O Núcleo MPMEs da GS1 Brasil tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas, estruturar ações e identificar oportunidades que atendam suas necessidades, proporcionando-lhes informações e ferramentas para que elas alcancem eficiência operacional, consigam mapear e automatizar seus processos, e integrarem-se as cadeias logísticas a que pertencem.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/dicas-revista-automacao-gs1-brasil-ed1143.pdf">leia mais aqui</a></p>
<h2>GS1 Anuncia ao Mundo a Adoção da Simbologia DataBar</h2>
<p>A GS1, anunciou ao mundo que 1º de janeiro de 2010 é a data oficial para   a adoção do código DataBar no comércio varejista mundial.<br />
<a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/automacao-e-logistica-revista-automacao-gs1-brasil-ed114.pdf">leia mais aqui</a></p>
<h2>Responsabilidade Social</h2>
<p>Na busca em contribuir para redução do desemprego no País, a GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação criou a Rede de Talentos. O serviço gratuito é parte integrante do programa “De mãos dadas com a Responsabilidade Social”. Funciona como um elo entre profissionais e organizações.</p>
<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/responsabilidade-social-revista-automacao-ed114.pdf">leia  mais</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Que manga é essa?]]></title>
<link>http://gs1brasil.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 13:50:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>gs1brasil</dc:creator>
<guid>http://gs1brasil.pt-br.wordpress.com/2008/04/09/que-manga-e-essa/</guid>
<description><![CDATA[Por Flávia Ponte Bandeira S. Costa*
 
O DataBar como elemento fundamental para identificação de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">Por Flávia Ponte Bandeira S. Costa*</p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<p style="text-align:center;"><em>O DataBar como elemento fundamental para identificação de produtos hortícolas.</em></p>
<p style="text-align:left;">Como diz um famoso artista brasileiro: “Moro! Num País Tropical, Abençoado por Deus e bonito por natureza”. Uma terra que, por suas características climáticas e geográficas, possui um solo fértil,  produtor de grande variedade de frutas, legumes e verduras.<br />
No Brasil existem diversas variedades de mangas, maçãs e laranjas, diferindo no tamanho, cor e forma. Imagine identificar cada uma delas! Manga Haden ou Tommy?<br />
 A comercialização desses produtos nos supermercados tem ganhado cada vez mais importância, seguindo a tendência mundial em busca de melhor qualidade de vida, diretamente ligada a alimentação mais equilibrada e saudável. As áreas dedicadas a esse conceito estão crescendo e necessitam formas claras de identificação dos produtos, tanto para controle interno como para os consumidores. Maçã gala ou Fuji?<br />
 Para solucionar o problema, a GS1 anunciou ao mundo a adoção da simbologia DataBar (antes chamado RSS – Reduced Space Symbology ou simbologia de espaço reduzido). Isto significa que qualquer item comercial poderá ser identificado com o código. Bem menor do que os atuais códigos de barras, o DataBar pode carregar muito mais informações.  Além da identificação do produto, permite a codificação de itens muito pequenos e informações adicionais, como data de validade e lote. Estas informações em conjunto possibilitam às empresas acesso a informações de rastreablidade, garantindo, assim, gerenciamento muito mais eficiente e de melhor qualidade. Laranja lima ou pêra?<br />
 Os produtos de FLV (frutas, legumes e verduras) atualmente têm um gerenciamento complicado justamente pela falta de identificação e de espaço para um código de barras maior. O DataBar facilitará a automação desse tipo de produto, melhorando a precisão e a velocidade de acesso a informações sobre produção e proveniência dos alimentos. Também indica ao operador de caixa qual a variedade de determinada fruta, reduzindo erros no ponto de venda e, conseqüentemente, as perdas financeiras causadas por eles. Distintas variedades de uma fruta podem ter diferenças de até 50% no seu valor de venda!<br />
 Eficiência, controle, confiabilidade! Alguns dos inúmeros benefícios da utilização do Databar. Afinal, pode parecer fácil diferenciar banana nanica, da prata ou ouro, mas muitos ainda podem se confundir!<br />
Para mais informações sobre o DataBar, consulte: <a href="http://www.gs1brasil.org.br">www.gs1brasil.org.br</a>.  </p>
<p style="text-align:left;">*Flávia Ponte Bandeira S. Costa é assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil.</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Identificação de Produtos e Unidades Logísticas - A utilização de padrões globais]]></title>
<link>http://gs1brasil.wordpress.com/?p=76</link>
<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 13:40:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>gs1brasil</dc:creator>
<guid>http://gs1brasil.pt-br.wordpress.com/2008/04/09/identificacao-de-produtos-e-unidades-logisticas-a-utilizacao-de-padroes-globais/</guid>
<description><![CDATA[
Por Flávia Ponte Bandeira S. Costa – fcosta@gs1brasil.org.br
Graduada em Economia pela FEA-USP e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gs1brasil.wordpress.com/wp-admin/Nenhum"></a></p>
<p style="text-align:right;">Por Flávia Ponte Bandeira S. Costa – <a href="mailto:fcosta@gs1brasil.org.br">fcosta@gs1brasil.org.br</a><br />
Graduada em Economia pela FEA-USP e Comunicação Social com ênfase em Marketing pela ESPM. Pós-Graduada em Administração Industrial pela Fundação Vanzolini – USP. MBA em Varejo pela FIA-USP. Na GS1 BRASIL, atua como Assessora de Soluções de Negócios no Centro de Competência de Automação e Rastreabilidade e diversos grupos setoriais focando na aplicação do Sistema GS1 e desenvolvendo novas ferramentas para garantir a qualidade e eficiência na Gestão de toda a Cadeia de Suprimentos.</p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<p style="text-align:left;">O código de Barras e o Sistema de Identificação GS1 têm trazido benefícios aos consumidores nos últimos 30 anos. A utilização de padrões com a globalização da economia e a adoção do Código de Barras nos produtos e serviços tem sido quase que uma regra geral por parte das empresas.<br />
O Ministério da Indústria e do Comércio conferiu à GS1 Brasil a responsabilidade de implementar e administrar o "Código Nacional de Produtos", em nível nacional, por meio da Portaria nº 143, de 1984. O objetivo da adoção do código GS1 é proporcionar uma linguagem comum entre parceiros comerciais. Cada produto tem um único código de identificação, um código inequívoco, que pode ser utilizado por estabelecimentos comerciais e pela própria indústria, contribuindo para a eficiência no processo de comercialização de produtos nacional e internacionalmente, inclusive melhorando o gerenciamento e a tomada de decisão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;">5 bilhões de vezes ao dia um código de barras do Sistema GS1 é lido no mundo</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
</blockquote>
<p style="text-align:left;"><strong>1. Histórico do Código de Barras</strong></p>
<p style="text-align:left;">Os primeiros estudos sobre código de barras começaram em 1948 com Bernard Silver e Joseph Woodland. Em 1952, eles criaram o primeiro leitor de código de barras.<br />
Em 1969, The National Association of Food Chains (NAFC) solicitou a uma empresa que desenvolvesse uma proposta de um sistema único de código de barras para a indústria. Em 1970 foram apresentados os resultados. Em 1973, a NAFC recomendou a adoção do símbolo UPC (Universal Product Code), desenvolvido por George Laurer, que se baseou nas idéias de Silver e Woodland.<br />
Desde 1974, quando foi escaneado o primeiro código de barras nos Estados Unidos, as mudanças no universo do varejo e da indústria foram constantes e aceleradas. A automação trouxe efeitos imediatos na cadeia de suprimentos e principalmente na vida dos consumidores.<br />
Em 1977, os países que compunham o Mercado Comum Europeu resolveram estudar uma solução única que pudesse ser adotada por todos. Nascia a EAN (European Article Numbering System), o sistema europeu de numeração de artigos.<br />
A EAN, hoje GS1, está presente em mais de 140 países, contando com mais de 1,2 milhões de associados.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>2. Os Padrões GS1</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>2.1 GS1 Brasil</strong></p>
<p style="text-align:left;">A GS1 é a Federação de organizações GS1 nacionais e provê o fórum para o desenvolvimento dos padrões globais. A GS1 Brasil, organização membro da GS1, é uma associação brasileira multissetorial, sem fins lucrativos,  que além de administrar o código de barras no Brasil, tem a  missão   de implementar e disseminar globalmente padrões para a melhoria das cadeias de suprimentos. Também é a entidade oficial que representa o EPC (código eletrônico de produto que utiliza a tecnologia da radiofreqüência para transmissão de dados) no País.  A  organização  está presente no Brasil desde 1983 e ao longo desse período tem apoiado diversos setores na adoção de sistemas eficientes de rastreabilidade. Dentre os valores que permeiam a entidade, estão a ética e a transparência nas relações, o cumprimento dos acordos firmados e o oferecimento de serviços e produtos de alto valor agregado.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>2.2 Sistema GS1</strong></p>
<p style="text-align:left;">O Sistema GS1 é um conjunto de padrões utilizado mundialmente, que possibilita a automação e a gestão eficiente da cadeia de suprimentos, identificando com exclusividade produtos, unidades logísticas, localizações, ativos e serviços entre as diversas empresas participantes da comunidade de negócios.</p>
<p style="text-align:left;">Os padrões GS1 facilitam a identificação e a comunicação nacional e internacional entre todos os parceiros comerciais que fazem parte de qualquer cadeia de suprimentos, inclusive fornecedores de matéria-prima, atacadistas, distribuidores, varejistas, hospitais e clientes finais ou consumidores.<br />
Muitas empresas estão expandindo seus canais de distribuição no que diz respeito a mercados e clientes em setores e atividades, que antes não eram usuais para elas. Uma empresa que optar por um padrão específico de algum setor, vai se defrontar com os custos potencialmente elevados da manutenção de dois ou mais sistemas de identificação e comunicação, se quiser vender seus produtos ou serviços, ou simplesmente relacionar-se fora do seu "nicho".<br />
Muitas operações essenciais à eficiência do comércio e à otimização da cadeia de suprimentos dependem da precisão de identificação dos produtos trocados, serviços prestados e/ou localizações envolvidas.<br />
Os números de identificação podem ser representados por meio de símbolos do código de barras para possibilitar a leitura eletrônica (óptica) no ponto de venda, no recebimento nos depósitos ou em qualquer outra etapa em que seja necessária a captura de dados nos processos de negócios. O Sistema é projetado para superar as limitações decorrentes do uso de codificações específicas (restritas) de um setor, organização ou empresa, e tornar o comércio muito mais eficiente e reativo aos clientes.<br />
Esses números de identificação também são usados em mensagens de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) para aumentar a velocidade e a precisão das comunicações. Além de fornecer números exclusivos de identificação, o Sistema também proporciona informações adicionais, tais como data de validade, números de série e números de lote mostrados na forma de código de barras.<br />
Seguir os princípios e o projeto do Sistema GS1 significa que os usuários podem projetar os aplicativos para processar automaticamente os dados. A lógica do Sistema garante que os dados capturados a partir dos códigos de barras produzam mensagens eletrônicas inequívocas e que seu processamento possa ser totalmente pré-programado.<br />
A aplicação dos diferentes padrões GS1 pode resultar em significativas melhorias nas operações logísticas, na redução dos custos com a papelada, na diminuição dos tempos de espera do processamento do pedido e da entrega, no aumento da precisão e na melhor gestão de toda a cadeia de suprimento. Enormes economias de custos são obtidas diariamente por empresas usuárias que o adotaram, porque estas aplicam a mesma solução para comunicar-se com todos os seus parceiros comerciais ao mesmo tempo, os quais permanecem inteiramente livres para executar aplicativos internos á seu critério.<br />
As simbologias do Sistema GS1 e a lista de todos os Als são padrões ISO (International Organization for Standardization) e CEN (European Committee for Standardization).</p>
<p style="text-align:left;"><strong>3. A identificação – Chaves GS1</strong></p>
<p style="text-align:left;">O Sistema GS1 oferece chaves específicas para acesso a dados dos processos comerciais, logísticos e operacionais. São algumas delas:</p>
<p style="text-align:left;">o GTIN (Número Global de Item Comercial) – identificação exclusiva de produtos de produtos comercializados na cadeia de suprimentos.<br />
o GLN (Número Global de localização) – identificação exclusiva de locais<br />
o SSCC (Número de Série de Unidade Logística) – numeração exclusiva e serializada para identificação de unidades logísticas e rastreabilidade</p>
<p style="text-align:left;">Existem outras chaves da GS1 para identificação de ativos, serviços, documentos entre outros.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>3.1 Código de Barras</strong></p>
<p style="text-align:left;">O uso do código de barras para codificar informações, permite a automação da captura de dados, como por exemplo, as chaves de identificação GS1. Atualmente, os códigos EAN/UPC, que inclui o EAN-13 (13 dígitos), são os mais utilizados para a codificação de produtos com leitura no check-out do varejo. A identificação inequívoca do produto é garantida pela atribuição de uma estrutura numérica o GTIN (Número Global do Item Comercial). É a partir do GTIN que é gerado o código de barras EAN-13, permitindo que a empresa identifique um produto individualmente, sabendo exatamente qual é o tipo de produto, suas variações de cor, peso, tamanho etc. Portanto, os códigos EAN/UPC são imprescindíveis para a identificação.</p>
<p style="text-align:left;"> <a href="http://gs1brasil.wordpress.com/wp-admin/Nenhum"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-77" src="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/12345.jpg?w=450" alt="" width="415" height="204" /></p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;">O código GS1 128 utiliza a estrutura de Ais, ou seja, identificadores de aplicação.</p>
<p style="text-align:left;">  <a href="http://gs1brasil.wordpress.com/wp-admin/Nenhum"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-78" src="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/456789.jpg?w=450" alt="" width="450" height="249" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong>4. DataBar</strong></p>
<p style="text-align:left;">Em 2006, a GS1 anunciou ao mundo a adoção da simbologia DataBar (antes chamado como RSS – Reduced Space Symbology ou simbologia de espaço reduzido). Isto significa que qualquer item comercial poderá ser identificado com o código DataBar e que todos os sistemas de check-outs varejistas do mundo deverão estar preparados até2010 para lerem este código.</p>
<p style="text-align:left;">Bem menor que os atuais códigos de barras o DataBar pode carregar muito mais informações. Ele permitirá a mesma identificação do produto, porém com alguns benefícios a mais que os atuais:</p>
<p style="text-align:left;"> Tamanho bastante reduzido, ele ocupa aproximadamente metade da área de um código EAN-13 (em aplicações especiais que não envolvam o ponto de venda do varejo ele pode ser até 15 vezes menor). Essa vantagem reflete diretamente na capacidade de identificação de produtos muito pequenos que hoje não são codificados por falta de espaço.</p>
<p style="text-align:left;"> Muito mais informações, isto porque, no código DataBar será possível trabalhar com AIs (Identificadores de Aplicação). O (AI) é uma linguagem padronizada que identifica uma informação adicional sobre o produto. Por exemplo, o AI (10) indica o Lote do Produto, o AI (15) indica a Data de Validade do produto, estes AIs combinados com o GTIN do produto possibilitam as empresas acesso a informações de rastreablidade garantindo assim um gerenciamento muito mais eficiente e de melhor qualidade. </p>
<p style="text-align:left;"><strong>DATABAR</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-79" src="http://gs1brasil.wordpress.com/files/2008/04/data.jpg" alt="" width="142" height="74" /></p>
<p style="text-align:left;">Olhando para essas vantagens, podemos de imediato imaginar outras aplicações e todos os outros benefícios que poderão ser alcançados com a adoção do DataBar no mercado varejista. Ele trará novas possibilidades de automação como: FLV (frutas, legumes e verduras), segurança alimentar, rastreabilidade e codificação de produtos muito pequenos. Os produtos de FLV (frutas, legumes e verduras) atualmente têm um gerenciamento complicado justamente pela falta de identificação e de espaço para um código de barras maior. O DataBar facilitará a automação desse tipo de produto, melhorando a precisão e a velocidade de acesso a informações sobre produção e proveniência dos alimentos</p>
<p style="text-align:left;">A rastreabilidade dos FLV’s é fundamental, especialmente com o impacto provocado por incidentes de segurança de alimentos aos consumidores, empresas, grupos que lidam com a mesma mercadoria, governos e comércio. Devido à diversidade das práticas da cadeia de suprimentos de alimentos na esfera internacional, é fundamental que os produtores, embaladores, importadores/exportadores e transportadores trabalhem com seus parceiros da distribuição e do varejo, com o intuito de desenvolver tecnologias e padrões que permitam a identificação dos produtos hortícolas, desde a plantação até o varejista.</p>
<p style="text-align:left;">Alguns setores já utilizam o DataBar, como é o caso da saúde, que identifica produtos denominados como Dose Unitária, cujo espaço para a aplicação é bem restrito.</p>
<p style="text-align:left;">O ano escolhido para adoção do DataBar é 2010, justamente para dar tempo às empresas, principalmente aos varejistas, a adaptarem seus softwares de gerenciamento de check-out/retaguarda, leitores (scanners) e coletores a fim de que eles possam decodificar (ler) e processar as informações do código DataBar e principalmente dos Identificadores de Aplicação (AIs).</p>
<p style="text-align:left;">Com o DataBar e os Identificadores de Aplicação (AIs) sendo decodificados também nos PDVs do comércio varejista, os consumidores, assim como toda a cadeia de suprimentos, terão benefícios cada vez maiores dos já garantidos pelos códigos EAN/UPC ao longo dos últimos 30 anos.</p>
<p style="text-align:left;">A adoção oficial é só em 2010, e se a impressão que fica é que existe muito tempo até lá, não se deixe enganar. Se as empresa não começarem agora um trabalho de preparação, certamente ficará para trás tanto no cenário tecnológico como competitivo.</p>
<p style="text-align:left;">Considerações Finais (Obrigatório)<br />
Numa definição técnica o código de barras é uma representação gráfica de dados. Em uma visão de gestão permite:</p>
<p style="text-align:left;">– Rápida captação de dados<br />
– Velocidade nas transações<br />
– Precisão nas informações<br />
– Atualização em tempo real</p>
<p style="text-align:left;">O que implica em:<br />
– Maior controle<br />
– Diminuição de Erros<br />
– Gerenciamento remoto<br />
– Velocidade no atendimento de pedidos e clientes<br />
– Redução de custos (digitação e desvios).</p>
<p style="text-align:left;">Benefícios que cada empresa perceberá na implementação de padrões globais em sua cadeia de suprimentos.</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:left;"><strong>Referências:</strong><br />
• Site GS1 Brasil: <a href="http://www.gs1brasil.org.br">www.gs1brasil.org.br</a><br />
• “Excelências e Valores de Sérgio Ribinik nos processos de Gestão”, São Paulo, 2007 (Exemplar disponível na Biblioteca da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação)</p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background-color:transparent;border:#ece9d8;">
<div class="shape" style="padding:4.35pt 7.95pt;"><strong>Apoiando a Integração da Cadeia de Suprimentos</strong></div>
<p>Existem diversas atividades fundamentais desempenhadas pelas empresas no cumprimento de sua missão, sempre relacionado a agregação de valor aos acionistas, colaboradores e mercado. A <strong><em>logística</em></strong> dentro deste enfoque atua em duas atividades muito importantes: fazer com que os produtos e serviços cheguem ao seu destino final, e cada vez mais importante, gerar toda sorte de informações para poder dizer exatamente tudo sobre estes: quanto, onde, quando, como, vistos por diferentes partes interessadas, dentro e fora das organizações.  Resumindo, todo esforço é despendido para transformar o que simplesmente era “ ter o produto certo no lugar certo”  para  “planejar, possuir a quantidade certa para entregar o item correto, no lugar correto ao menor custo”, e já existem novos requisitos sendo demandados, como por exemplo a vida final do produto, como facilitar a sua eliminação não sobrecarregando ainda mais o meio ambiente.</p>
<p>Os sistemas de informações, que têm a função de auxiliar na gestão sistematizando processos internos, necessitam de ser alimentados com dados precisos e em tempo real. Porém um grande desafio, que vem sendo paulatinamente resolvido, provém do fato que os processos logísticos são executados pelas empresas de forma parcial: uma empresa entrega e a outra recebe. Este grande desafio torna o processo de integração entre os sistemas um grande pesadelo. Os padrões do Sistema GS1 possibilitam a automação dos processos logísticos desde a matéria prima até o consumidor final integrando a informação entre todas as empresas que fazem parte da cadeia de suprimentos.</p>
<p>Os códigos de barras com as identificações padronizadas devem ser aplicadas pela empresa que produz o produto, e isto pode ser feito de diversas maneiras, pela impressão direta nas embalagens, caixas ou etiquetas encomendada às gráficas ou impressão no momento da aplicação através de impressoras dedicadas, e representam custo mínimo. A leitura é realizada por scanner ou leitoras ópticas que capturam a informação e enviam os dados alimentando os sistemas de informação.</td>
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<p style="text-align:right;">  Artigo publicado na revista Mundo Logística</p>
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<title><![CDATA[A GS1 anuncia ao mundo a adoção da simbologia DATABAR]]></title>
<link>http://gs1brasil.wordpress.com/2008/03/26/a-gs1-anuncia-ao-mundo-a-adocao-da-simbologia-databar/</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 13:15:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>gs1brasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bem menor que os atuais códigos de barras o código DataBar pode carregar muito mais informações!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bem menor que os atuais códigos de barras o código DataBar pode carregar muito mais informações!</strong></p>
<p> A GS1, organização mundial sem fins lucrativos, cujo objetivo é estabelecer padrões, anunciou ao mundo que 1º de janeiro de 2010 é a data oficial para a adoção do código DataBar no comércio varejista mundial. Isto significa que qualquer item comercial poderá ser identificado com o código Databar e que todos os sistemas de check-outs varejistas do mundo deverão estar preparados até esta data para lerem este código.</p>
<p>Atualmente os códigos EAN/UPC que inclui o EAN-13 (13 dígitos), são os mais utilizados para a codificação de produtos com leitura no check-out do varejo. A identificação inequívoca do produto é garantida pela atribuição de uma estrutura numérica denominada GTIN (sigla em inglês para Número Global do Item Comercial). É a partir do GTIN que é gerado o código de barras EAN-13 permitindo que a empresa identifique um produto individualmente no mundo inteiro, sabendo exatamente qual é o tipo de produto, suas variações de cor, peso, tamanho etc., portanto os códigos EAN/UPC continuarão sendo imprescindíveis para a identificação. O código DataBar permitirá a mesma identificação do produto, porém com alguns benefícios a mais que os atuais EAN/UPC. Vejamos:</p>
<p> O código DataBar tem um tamanho bastante reduzido, ele ocupa aproximadamente metade da área de um código EAN-13 (em aplicações especiais que não envolvam o ponto de venda do varejo ele pode ser até 15 vezes menor). Essa vantagem reflete diretamente na capacidade de identificação de produtos muito pequenos que hoje não são codificados por falta de espaço. Alguns setores  já utilizam o DataBar, como é o caso da  saúde, que identifica produtos denominados como Dose Unitária, cujo espaço para a aplicação do código é bem restrito.</p>
<p> O código DataBar pode carregar muito mais informações que os códigos EAN/UPC, isto porque, no código DataBar será possível trabalhar com AIs (Identificadores de Aplicação). O (AI) é uma linguagem padronizada que identifica uma informação adicional sobre o produto. Por exemplo, o AI (10) indica o Lote do Produto, o AI (15) indica a Data de Validade do produto, estes AIs combinados com o GTIN do produto no código DataBar possibilitam as empresas acesso a informações de rastreablidade garantindo assim um gerenciamento muito mais eficiente e de melhor qualidade.  O setor da Saúde utiliza fortemente o DataBar combinado com alguns AIs, garantindo um melhor controle de seus processos.</p>
<p>Olhando para essas vantagens, podemos de imediato imaginar outras aplicações e todos os outros benefícios que poderão ser alcançados com a adoção do DataBar no mercado varejista. Ele trará novas possibilidades de automação como: FLV (frutas, legumes e verduras), segurança alimentar,rastreabilidade e codificação de produtos muito pequenos. Os produtos de FLV (frutas, legumes e verduras) atualmente tem um gerenciamento complicado justamente pela falta de identificação e de espaço para um código de barras maior. Outras aplicações como para os produtos de medidas variáveis e para os produtos farmacêuticos vendidos em farmácias se mostram muito promissoras.<br />
Um benefício importante da adoção do DataBar é o aprendizado, pois preparará a empresa para adotar o EPC – Código Eletrônico de Produtos, padrão de identificação que utiliza a tecnologia de RFID para transmissão de informações.</p>
<p>É importante ressaltar que o DataBar não substituirá os códigos EAN/UPC, eles serão complementares. Cada código terá uma aplicação específica e a decisão de quando usar um ou o outro ficará a cargo dos usuários.<br />
A escolha do ano de 2010 para a adoção do DataBar, é justamente para dar tempo às empresas, principalmente aos varejistas, a adaptarem seus softwares de gerenciamento de check-out/retaguarda, leitores (scanners) e coletores a fim de que eles possam decodificar (ler) e processar as informações do código DataBar e principalmente dos Identificadores de Aplicação (AIs).</p>
<p>Com o DataBar e os Identificadores de Aplicação (AIs) sendo decodificados também nos PDVs do comércio varejista, os consumidores, assim como toda a cadeia de suprimentos, terão benefícios cada vez maiores dos já garantidos pelos códigos EAN/UPC ao longo dos últimos 30 anos.</p>
<p>A GS1 Brasil, responsável pela disseminação deste padrão em âmbito nacional, estará por meio de Programas Educacionais (cursos, palestras, workshops etc.), Materiais Técnicos (guias e FAQs) e Grupos de Trabalho (diversos setores) orientando as empresas para se prepararem a esta nova realidade de mercado.</p>
<p>No Centro de Serviços da GS1 Brasil estão disponíveis alguns materiais sobre o DataBar que podem ser consultados. Um exemplo é o guia focado na aplicação do DataBar no setor da saúde, que orienta como os usuários podem tirar o máximo proveito desta tecnologia.<br />
Estão disponíveis também FAQs (perguntas e respostas) sobre o DataBar que ajudarão a esclarecer dúvidas sobre adoção mundial, Guias de Implementação para diversas áreas de aplicação com informações técnicas, e passo-a-passo para adoção, entre outros. Consultem!</p>
<p>A adoção oficial é só em 2010, e se a impressão que fica  é que temos muito tempo até lá, não se deixe enganar. Se sua empresa não começar agora um trabalho de preparação, certamente ela ficará para trás tanto no cenário tecnológico como competitivo.<br />
Garanta já o futuro de seu negócio.</p>
<p>Para maiores informações sobre o DataBar entre em contato com a GS1 Brasil através do telefone (11) 3068-6229 ou visite nosso site <a href="http://www.gs1brasil.org.br/">www.gs1brasil.org.br</a>.</p>
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