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	<title>criticas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/criticas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "criticas"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 20:38:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[[Crítica] Dream Theater - Systematic Chaos]]></title>
<link>http://heavyrocknews.wordpress.com/?p=1282</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 20:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>dxvolt</dc:creator>
<guid>http://heavyrocknews.wordpress.com/?p=1282</guid>
<description><![CDATA[
Dream Theater - Systematic Chaos
Data de Lançamento: Junho 2007
Género: Metal Progressivo
Editora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://heavyrocknews.files.wordpress.com/2008/07/dreamtheater_systematic.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1284" src="http://heavyrocknews.wordpress.com/files/2008/07/dreamtheater_systematic.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p><strong>Dream Theater - Systematic Chaos<br />
Data de Lançamento: Junho 2007<br />
Género: Metal Progressivo<br />
Editora: Roadrunner Records</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>1. "In The Presence of Enemies Pt.1" - 9:00<br />
2. "Forsaken" - 5:36<br />
3. "Constant Motion" - 6:55<br />
4. "The Dark Eternal Night" - 8:51<br />
5. "Repentance" - 10:43<br />
6. "Prophets Of War" - 6:01<br />
7. "The Ministry of Lost Souls" - 14:57<br />
7. "In The Presence of Enemies Pt.2" - 16:38</p>
<p>Dream Theater são considerados os deuses do metal progressivo provavelmente desde há 20 anos para cá.<br />
Mike Portnoy, John Petrucci, James LaBrie, Jordan Rudesse e John Myung completam a banda dos sonhos.<br />
Vindos do EUA, lançaram já imensos álbuns onde se encontram "Images and Words", Awake, Scenes of a memory, Sic Degrees of Inner Turbulence e Train of Thought. Discos que marcaram o género e que ajudaram o grupo a vender cerca de 20 milhões de discos mundiais.</p>
<p>Em 2007 lançam o muito esperado Systematic Chaos sucessor de Octavarium de 2005 e depois do DVD Score que assinalou os 20 anos da banda com uma digressão muito bem sucedida.<br />
Este álbum pode dizer-se que é inovador mesmo que não chegue a agradar alguns fãs. O disco é negro, pesado, com poucas faixas mas longíssimas, duas delas a passar os 15 minutos de duração e uma pouco mais de 10.<br />
"In the Presence of Enemies" é marcante, 9 minutos de pura mostra da técnica do grupo. "Forsaken" é uma das melhores do disco indiscutivelmente e com tudo para se tornar um clássico. Dona de vocais negros, introspectivos e uma melodia cativante alternando entre o calmo e pesado, curiosamente a mais curta do disco.<br />
"Constant Motion" respira progressivo por todos os poros, faixa insana irrequieta descontente. Passamos para "The Dark Eternal Night" com vocais mais grosseiros numa modificação do registo de LaBrie. "Repetance" é mais calma, uma balada fantásctica com 10.43min. Um viagem de sentidos sem sairmos do sofá.<br />
Já "Profeths of War" introduz elementos electrónicos de uma forma mais notória, a soar a algo diferente.<br />
Épico é o que se pode dizer das últimas duas faixas extremamente compridas que dão para o grupo condensar tudo o que sabem praticamente num misto técnico e experimental que conseguem marcar este como um bom albúm, com uma direcção diferente do seu antecessor mas mais maduro e consciente. Um disco dificil mas proveitoso.</p>
<p><strong>Nota: 9.3/10</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[Crítica] Sabaton - The Art of War]]></title>
<link>http://heavyrocknews.wordpress.com/?p=1275</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 19:30:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>dxvolt</dc:creator>
<guid>http://heavyrocknews.wordpress.com/?p=1275</guid>
<description><![CDATA[
Sabaton - The Art of War
Data de Lançamento: Maio 2008
Género: Power Metal
Editora: Black Lodge R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://heavyrocknews.files.wordpress.com/2008/07/cover_art_of_war.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1276" src="http://heavyrocknews.wordpress.com/files/2008/07/cover_art_of_war.jpg" alt="" width="291" height="291" /></a></p>
<p><strong>Sabaton - The Art of War<br />
Data de Lançamento: Maio 2008<br />
Género: Power Metal<br />
Editora: Black Lodge Records</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>1. "Sun Tzu Says"<br />
2. "The Ghost Division"<br />
3. "The Art of War"<br />
4. "40:1"<br />
5. "Unbreakable"<br />
6. "The Nature of Warfare"<br />
7. "Cliffs of Gallipoli"<br />
8. "Talvisota"<br />
9. "Panzerkampf"<br />
10. "Union (Slopes of St. Benedict)"<br />
11. "The Price of a Mile"<br />
12. "Firestorm"<br />
13. "A Secret"</p>
<p>Os suecos dos Sabaton são uma banda formada no virar do século, em 1999 com o seu promo CD "First for Fight" a ver a luz do dia em 2000.<br />
Uma banda que apresenta um power/heavy-metal com a temática de guerra e bravura provavelmente inspirados em <strong>Manowar</strong>. Este álbum precede o relançamento de <strong>Metallizer</strong> em 2007 que tinha sido o seu álbum de estreia cinco anos antes devido aos direitos da gravação terem pertencido a sua primeira gravadora, Nocturnal Symphony tem esta só passado este tempo concordado em ceder o material à actual Black Lodge Records, mal isso aconteceu o álbum foi então lançado com o novo selo.</p>
<p><strong>The Art of War</strong> começa com uma vigorante <strong>"Ghost Division"</strong> que introduz o seu power-metal cheio de força e carisma. O tema desta faixa é a divisão de tanques de Rommel em relação à invasão francesa.<br />
<strong>"The Art of War" </strong>consegue ser mais pausada, lenta e forte em bateria. Segue <strong>"40 To 1"</strong> na senda com vocais sempre a rasgar sem no entanto parecer exagerados, faixa com coros de fundo muito ao jeito de bandas sonoras de filmes sobre guerreiros. Esta é sem duvida das mais marcantes de todo o disco. Esta faixa é carregada do mesmo sentimento pautado nas anteriores, sendo este registo de resto muito constante. Depois da intro de <strong>"The Nature of Warfare" </strong>sem nada a registar somos introduzidos à magnifica <strong>"Cliffs of Gallipoli"</strong>, um toque celta onde brilha o piano muito bem interligado diga-se. "Talvisota" é mais curta mas mais metaleira, destaque óbvio para op solo na metade final da faixa.<br />
As duas seguintes não são particularmente as melhores do álbum <strong>"Panzerkampf"</strong> e <strong>"Union (Slopes of S.Benedit)"</strong> e são facilmente puxadas a frente pela dupla seguinte que só fecha o album cedo demais deixando um pouco sabor a pouco. <strong>"Firestorm" </strong>é sem duvida um misto de sensações pautável.<strong> "A Secret"</strong> são 38 segundos de nada.</p>
<p>O álbum bebe inspirações a diversas guerras e acontecimentos históricos como a invação de França, a 1ª e 2ª guerras mundiais, batalha do Kurdistão e ainda o livro Sun Tzu.</p>
<p>Se tiver de apontar algo menos bom a este disco será o som muito constante logo muito parecido em si um pouco por todas as 10 faixas principais. Inovação não mora aqui sendo simplesmente uima continuação do que o grupo já nos tinha mostrado ao longo dos seus quase 10 anos de existência que aliás perfazem para o ano que vem.<br />
<strong>Nota: 8/10</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Southland Tales: Open your mind.]]></title>
<link>http://cinematicworld.wordpress.com/?p=289</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 18:38:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cinematic</dc:creator>
<guid>http://cinematicworld.wordpress.com/?p=289</guid>
<description><![CDATA[
Mucho se ha especulado sobre esta película. Hace algún tiempo publiqué un post anunciando su tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.slashfilm.com/wp/wp-content/images/southlandtaleslogo.jpg" alt="" width="440" height="187" /></p>
<p>Mucho se ha especulado sobre esta película. Hace algún tiempo publiqué <a href="http://cinematicworld.wordpress.com/2007/09/22/trailer-de-southland-tales/" target="_blank">un post</a> anunciando su trailer, comentando su recepción en Cannes y notificando una fecha de estreno prevista (4 de julio de 2008), fecha publicada por multitud de páginas web sobre cine y que finalmente se ha incumplido. La película no tiene distribuición en España, y dudo de si llegará a estrenarse en cines algún día. También comentaba que había 3 novelas gráficas previas al film que se podían leer. Bien. Ahora pongo esto en negrita para que se vea bien: <strong>para la comprensión del film han de leerse las 3 novelas gráficas previas a los acontecimientos del film</strong>. Aquel que la vea sin leer las novelas gráficas podrá percibir algo, disfrutar del virtuosismo audiovisual de escenas aisladas, pero no entenderá el por qué de muchos sucesos. Todas las críticas negativas que he leído acerca de Southland Tales eran de gente que no había leído las novelas gráficas. ¿No se fijaron en que la película indica claramente que está narrando los capítulos IV, V y VI?. Mucha gente la verá sin leer las novelas y se quejarán de que una película no debe depender de novelas gráficas para comprenderse, y estarán en todo su derecho. Pero si deciden verla y acaban echando pestes de ella (cosa que ya ha ocurrido y seguirá ocurriendo), será porque ellos han querido y por vagos. Que no digan que no les hemos avisado.</p>
<p><strong><img class="alignnone" src="http://i29.tinypic.com/2lm5uns.jpg" alt="" width="456" height="190" /></strong></p>
<p>La primera vez que la ví ni siquiera me atreví a valorarla. Había asistido a tal cúmulo de sin sentidos, escenas incoherentes y personajes estrafalarios ahogados en vacuedad general, que mi confusión me impidió abrir boca sobre lo que había visto. En el segundo visionado (tras leer las novelas) todo cambia. Conoces a los personajes, sabes de dónde vienen y por qué están ahí, los hilos que les manejan, etc., y disfrutas con toda la película. Porque como narración de los hechos acontecidos después de las novelas gráficas, es más que correcta. <strong>Southland Tales </strong>empieza justo dónde acaba "The Mechanicals". <strong>Richard Kelly</strong> tiene poco tiempo y en ocasiones la cosa se ve algo apretada (habrá que ver su montaje original), pero es admirable cómo ha sabido crear un universo propio y una distopía futurista que se ha transformado en una <em>ucronía. </em>Kelly se aleja de lo convencional y deja en ascuas a los tópicos. Llena el film de detalles a tener en cuenta, simbologías que aportan complejidad, invitan a la sugestión y están implícitamente conectadas con las historias que se cuentan, por lo que no resultan forzadas. Asímismo, se pueden encontrar muchas metáforas, reflexiones políticas (Kelly remodeló el guión tras el 11-S), paradojas espacio-temporales... mucho sobre lo que pensar.</p>
<p>No sé qué es más extravagante, los actores escogidos para la función o los papeles que interpretan esos actores. Si bien en algunos momentos la caracterización de ciertos personajes puede caer en el ridículo (cosa pretendida), el cast en general cumple y se creen lo que están haciendo a pesar de lo delirante del guión. Destacaría a <strong>The Rock, </strong>que está cómodo con su papel (su tick de dedos puede llegar a cansar, pero al final tiene una explicación) y a <strong>Will Sasso</strong>, cuyo papel tiene más jugo del que se ve en la película. <strong>Sarah Michelle Gellar</strong> está más bien discreta con el papel de actriz porno inteligente.</p>
<p>La BSO es fantástica. Toda la película está envuelta por la música ambiental de <strong>Moby</strong>, y entre medias, tenemos extractos de temas como <strong>Blackout</strong> de <strong>Muse</strong>, <strong>All These Things That I've Done</strong> de <strong>The Killers, Wave of Mutilation</strong> de <strong>Pixies</strong> o <strong>Howl</strong> de <strong>Black Rebel Motorcycle Club,</strong> lo que para mí hizo que la película ganara varios puntos. Todas casan perfectamente con las imágenes, y no son el capricho de alguien que quiere jactarse de cuánto sabe de música en sus películas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://cinefagos.files.wordpress.com/2007/07/aeronave-southland-tales-cinefagos.jpg" alt="" width="449" height="173" /></p>
<p>Aunque claro, no todo va a ser positivo. La voz en off del personaje de <strong>Justin Timbarlake</strong> (¿os preguntais qué coño pinta?, leed las novelas) es innecesaria la mayor parte de las veces y constituye el factor más pretencioso del film. Por otro lado, y este es probablemente su mayor lastre, no es una película que subsista por sí sola, sino que depende y mucho de las novelas gráficas. Si se procede a la lectura de estas, el visionado de la película ganará en riqueza y se podrá disfrutar de ella en todo su esplendor. Junto con esto, los primeros 10-15 minutos son bastante aburridos. Es una especie de recordatorio de las novelas que va dirigido a aquellos que no las han leído, pero sólo sirve para situarnos en el contexto. No resume ni la mitad de lo acontecido en ellas. Y ya que Kelly tenía la intención de proseguir con la historia de las novelas, podría haberse ahorrado ese pequeño ladrillo.</p>
<p>Con todo, Kelly realiza una película única y más que recomendable, que pone a prueba al espectador a la vez que le ofrece momentos brillantes. Los números musicales no son ningún pegote, y toca acertadamente una amplia gama de géneros que van desde la ciencia-ficción, el thriller y el drama, hasta la comedia. Una exquisitez sensorial.</p>
<p><strong>NOTA GLOBAL: 8.</strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.firstshowing.net/img/southland-tales-tsr.jpg" alt="" width="358" height="152" /></p>
<p>Podeis descargar las novelas gráficas en inglés <a href="http://quierovercine.blogspot.com/2008/04/southland-tales.html" target="_blank">aquí</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasileiros e Portugueses, colocando o dedo na ferida,a discussão na mesa:]]></title>
<link>http://conexaobrasilportugal.wordpress.com/2008/07/26/brasileiros-e-portugueses-colocando-o-dedo-na-feridaa-discussao-na-mesa/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 15:56:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>venusaquario</dc:creator>
<guid>http://conexaobrasilportugal.wordpress.com/2008/07/26/brasileiros-e-portugueses-colocando-o-dedo-na-feridaa-discussao-na-mesa/</guid>
<description><![CDATA[
Estereótipo definição Houaiss:
3.1 esse próprio padrão, ger. formado de idéias preconcebidas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_DgnHDYtjmVU/SItp6f90xYI/AAAAAAAABKE/5ddv_3UOPV8/s1600-h/conexÃ£o.bmp"><img style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_DgnHDYtjmVU/SItp6f90xYI/AAAAAAAABKE/5ddv_3UOPV8/s400/conex%C3%A3o.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<p><strong>Estereótipo definição Houaiss:</p>
<p>3.1 esse próprio padrão, ger. formado de idéias preconcebidas e alimentado pela falta de conhecimento real sobre o assunto em questão</p>
<p>3.2 idéia ou convicção classificatória preconcebida sobre alguém ou algo, resultante de expectativa, hábitos de julgamento ou falsas generalizações</p>
<p>Obs.: cf. preconceito</p>
<p>4 aquilo que é falto de originalidade; banalidade, lugar-comum, modelo, padrão básico</strong></p>
<p><strong></p>
<p><em><strong>Estudo mostra visão estereotipada dos brasileiros entre portugueses</strong></em></strong></p>
<p><strong>Jair Rattner</p>
<p>De Lisboa</strong></p>
<p><strong>link da bbc, reportagem de origem:</strong></p>
<p>http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/11/071120_imigracao_np.shtml</p>
<blockquote><p>Uma pesquisa realizada na Universidade de Coimbra sobre a imigração brasileira em Portugal revela que, para os portugueses, a imagem das mulheres brasileiras está relacionada ao sexo e dos homens à falta de compromisso e à malandragem.</p>
<p>Para Benalva da Silva Vitório, autora da pesquisa, "a brasileira é vista como menina de programa". Segundo ela, essa imagem está relacionada às campanhas de turismo promovidas fora do Brasil.</p></blockquote>
<p>"Acredito que isso tenha começado por causa da Embratur, que vendia o Brasil como um lugar de praias bonitas e mulheres sensuais", disse à BBC Brasil.</p>
<p>A Embratur afirma que "desde o início da década de 90 houve mudança radical na orientação da promoção internacional e, desde então, não se usa qualquer imagem desse tipo."</p>
<p>Estereótipos</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a imagem dos homens brasileiros também segue estereótipos e revela uma visão negativa.</p>
<p>“Os homens são vistos como malandros, que fazem muito barulho e não cumprem compromissos”, disse a autora.</p>
<p>O estudo é resultado da tese de pós-doutorado da brasileira Benalva Vitório. O estudo foi publicado no livro “Imigração Brasileira em Portugal – Identidade e Perspectivas” lançado em Lisboa em novembro .</p>
<p>A pesquisa ouviu 50 brasileiros em cinco regiões de Portugal – Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e Algarve. Além das entrevistas, a autora pesquisou artigos veiculados na imprensa portuguesa sobre os imigrantes brasileiros e outras formas de representação de brasileiros no país.</p>
<p>Perfil</p>
<p>A pesquisa aponta ainda uma mudança no perfil dos imigrantes brasileiros em Portugal a partir da década de 90, quando, segundo a autora, a instabilidade econômica gerada pelo Plano Collor provocou a ida de muitos brasileiros de classe média e alta para Portugal. “Foi a época dos dentistas, publicitários e informáticos”, exemplificou.</p>
<p>Segundo ela, atualmente o perfil é diferente. A maioria dos imigrantes brasileiros trabalha na construção civil, no comércio, em restaurantes e no serviço doméstico e em atividades que não exigem qualificação.</p>
<p>A maioria dos brasileiros ouvidos na pesquisa afirmou que estaria morando em Portugal por pouco tempo. “Eles vêm fazer um pé-de-meia e vivem com a idéia de voltar. Todos se dizem passageiros da chuva”, diz a autora.</p>
<p>Choque cultural</p>
<p>De acordo com o estudo, os brasileiros que emigram para o país não conhecem a cultura portuguesa e pensam que, devido à língua, Portugal é como o Brasil.</p>
<p>Para Benalva, a falta de conhecimento dos brasileiros sobre Portugal se deve, em parte, ao ensino das escolas brasileiras. “Na escola, estuda-se até a independência. Passou de 7 de setembro de 1822, acabou. Não ensinam a geografia ou a história dos dois países”, afirmou a autora.</p>
<p>Ela conta que o primeiro choque cultural acontece ao chegar a Portugal, quando os imigrantes enfrentam as primeiras diferenças. Segundo a autora, muitos chegam sem noções básicas sobre a economia do país e sobre a tramitação necessária para se obter documentos.</p>
<p>“É muito difícil admitir que a idéia foi um erro, que não está dando certo. Por isso, os imigrantes se submetem a qualquer situação. Muitos vivem em condições mínimas de sobrevivência”, relatou Benalva.</p>
<p>Numa das entrevistas publicada no livro, um dos brasileiros, identificado pelas iniciais J.C., conta que passa a maior parte do tempo trabalhando. “Aqui a gente trabalha até 19 horas por dia”.</p>
<p>A pesquisa revela também que há diferenças no tratamento recebido pelos brasileiros e por imigrantes de outras nacionalidades de língua portuguesa, principalmente os de origem africana.</p>
<p>“No princípio, sinto-me rejeitado porque sou negro”, conta o brasileiro identificado como W.B. “Depois que eu falo e os portugueses percebem que sou brasileiro, isso muda. No trabalho, ao lado de angolanos, cabo-verdianos e moçambicanos, eu sou mais bem tratado do que eles, pelo fato de ser brasileiro”, admitiu.</p>
<p>Dois</p>
<p><strong>Dois Comentários de brasileiros no site Opinião e Notícia, link:</strong></p>
<p>http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=12962</p>
<p>Ivana:</p>
<p>Me <em>inoja</em> as colocaçoes que os portugueses fazem em relaçao oas brasileiros visto que a Historia conta que o TAL PEDRO ALVARES CABRAL, CHEGOU NO BRASIL SOMENTE PARA ROUBAR.ROUBOU O PAU-BRASIL, AS ESPECIARIAS, A CANA DE AÇUÇAR E O OURO BRASILEIRO.NA VERDADE PORTUGAL TROUXE SUA CULTURA PARA CÁ E DEIXOU SUAS SEMTES MALIGNAS EM NOSSO PAIS.QUE NOJO FALAREM E CRITICAREM OS BRASILEIROS.SERÁ QUE JA NAO É HORA DE VEREM O PROPRIO RABO?</p>
<p>Edvaldo Tavares:</p>
<p>LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA NO RIO DE JANEIRO. Lembro-me, agora, dos idos saudosos do Rio de Janeiro. Infância nos anos de 1940, adolescência na segunda metade dos 1950 e os anos dos 1960, a perseguição torturante e frenética, através do vestibular, de uma vaga em faculdade pública de medicina. Na época, o comércio e, enfim, todo tipo de negócio, infestado e dominado de portugueses. A minha mãe pedia para eu e meus irmãos irem comprar carvão, lá íamos, eu, com uma bolsa à carvoaria do português comprar o carvão e, o mesmo roubava o garoto, eu e meus irmãos, no peso e no troco. A minha mãe pedia para eu ir a quitanda comprar legumes e, novamente, o garoto, eu, era ludibriado pelo português no peso e no troco. Quando ia ao armazém, era enganado na compra do feijão, do arroz, da farinha e do fubá e etc. Chegava em casa com as compras pesando menos e com troco faltando moedas. Esta é a impressão que eu tenho dos portugueses: "quando não rouba no peso, rouba no troco". Agora, estão recebendo o resultado da cultura que implantaram no BRASIL. Os brasileiros que estão lá e que tanto os portugueses reclamam, são frutos da colonização deles, "COLONIZAÇÃO PORTUGUESA". E, eles que se danem! Portugal e Espanha se sentaram e dividiram o mundo: da linha do Tratado de Tordesilhas para a direita seria de Portugal e à esquerda da linha, da Espanha. Brasileiros acostumados a ficarem de quatro, esta é a realidade. "BRASIL ACIMA DE TUDO". EDVALDOTAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.</p>
<p><strong>Mulheres Portuguesas e Brasileiras</strong></p>
<p><strong>Vou colocar aqui o post da minha quase parceira portuguesa, Daniela.</strong></p>
<p>Só o post, a discussão, inclusive com brasileiras (os) e portuguesas (os) e uma pequena contribuição dessa que vos fala, está lá no blog da Daniela, que não sei se ficará muito feliz com essa minha postagem, já que parece não aguentar mais ter que falar sobre isso. Mas foi um desabafo dela, então vou postar, sim.</p>
<p>Este é o link, com muita discussão lá a respeito, vale a pena:</p>
<p>http://behappypah.wordpress.com/2008/01/09/mulher-portuguesa/</p>
<blockquote>
<div><span style="color:#990000;">Estou um pouco cansada e farta de ouvir falar mal das mulheres portuguesas. Talvez por ser uma que me sinto indignada com a generalização feita pelos homens, caracteristica essa típica do português idiota (homem ou mulher). O que tenho a dizer em minha defesa? É o seguinte. Eu nunca engatei uma gaja por isso não sei se a gaja portuguesa é mais díficil do que a espanhola, a belga ou a norueguesa mas tenho amigas e é disso que vou falar. Tenho amigas púdicas e ponto final. Púdicas ao ponto de eu me perguntar se não serem tarada sexual quando no fundo me considero perfeitamente normal. Mas também tenho amigas completamente abertas a nível sexual e que fazem piadas badalhocas sem qualquer problema nenhum. Que já fizeram muito sexo na vida porque assim é que tem de ser porque é giro e elas gostam… Já ouvi gajos a dizer que quando tentam engatar uma gaja num bar que elas são umas brutas e o caraças. Pessoalmente a única vez que fui particularmente bruta foi quando um brasileiro podre da bebado me estava a agarrar à força, e acho que tinha razão para tal. De resto fui sempre simpática e nunca despachei assim ninguém que tivesse sóbrio (sim porque bebados é logo uma biqueirada nos tomates :p). Isto falando da abordagem que os homens fazem às mulheres. Agora já vi amigas minhas a serem completamente brutas quando alguém se metia com elas. E até sei porque. Uma coisa é quando se mete conversa na paz e tal outra coisa é quando temos um gajo com ar de quem nos papava imediatamente ali com ar de porco a olhar para nós. O que não é nada atraente. Estou a fazer-me dificil? Não, estou só a ser selectiva. Neste ponto acho que me não me esqueci de nada.</span></div>
<p><span style="color:#990000;">Falando da beleza. Muito sinceramente há gajas mais giras e boas no Mundo mas também há gajas mais feias. Peço desculpa e não pretendo ofender ninguém mas fala-se muito na beleza das brasileiras… Sim, há brasileiras bonitas mas a grande maioria que vejo por ai “ai jesus me valha”. O que elas têm é atitude e o homem acha piada a isso sei lá. Agora serem mais bonitas? Mais uma vez, não quero ofender ninguém, estou aqui na paz e no amour :p Continuando. A mulher portuguesa está cada vez mais fashion e cuida mais de si e sobre isso há quem disser que não. Mas há outra coisa. Em 2007 passei por Salamanca e pensei “fogo, estas gajas são tão fashion” pudera ganham o triplo de nós! A beleza também custa dinheiro! Quem me dera a mim gastar balurdios em maquilhagem e roupa… Nem é só o dinheiro que é preciso. Quando se está num clima como se está em Portugal como é que se espera ver gajas ai a irradiar beleza estonteante. Para não falar que os portugueses são estúpidos e parvos e só pensam em desgraças, mas isto é outro assunto.</p>
<p>Em relação agora à lata, à tomada de iniciativa ou até mesmo à desinibição. Epa as hungaras (e moças dos arredores= têm falta de homem, para não dizer que os homens delas não são propriamente bonitos. Por isso as raparigas comem tudo o que se mexe incluindo elas próprias :p Não sei se sabem mas como na China e na India há imensos homens, a taxa de homossexualidade aumentou (será que eles assumiram? contaram-me isto hj segundo uma sexologa…) e o msm acontece com elas :p Ok estou na brincadeira. Vamos voltar atrás no tempo e lembrar de como a sociedade antiga latina era tão conservadora e que valorizava os valores familiares (valorizava os valores tão giro)… Lembram-se? Esses valores ainda predominam. Por exemplo não se ouve um gajo dizer que as espanholas ou as italianas são todas abertas (peço desculpa pelo trocadilho… mi não querer ferir susceptibilidades) mas sim que as hungaras, polacas, checas, finlandesas, russas, ect o são. Porquê? Porque não são latinas! As latinas foram criadas numa redoma onde da cozinham saltavam pra cama e onde a palavra do homem é que era incontestada. Agora isto ligada às caracteristicas dos portugueses tipicos (de estupidos e parvos, pessimistas e etc) lixou tudo. Né? Isto não é disparate nenhum, basta pensar un petit peu!</p>
<p>Falando em exemplos. Por exemplo, os bikinis wicked weasel que são super hiper micros. Eu não era capaz de usar. Confesso. As knickers sim mas os bikinis não. Acho que me iria sentir meia envergonhada. Mas adoro-os e acho-os super giros. Para não falar na dolorosa depilação que seria necessário fazer ( eu cá curto andar com a pentilheira de fora e ao vento, depois gosto de fazer rolinhos com os dedos e encaracolar… poupem-me) :p Talvez um dia… E agora dizem vocês ” Ah tás a ver?!” Ah tás a ver? Eu tou a ver muito bem. No site wicked weasel existe uma competição de bikinis onde já apareceram umas portuguesas com bikinis. E quando fui a foruns portugueses que falavam sobre o site a única coisa que os gajos sabiam dizer era que elas (as portuguesas) pareciam umas anormais e gordas quando uma delas até era bem jeitosa. Nem elogiaram o facto daquelas raparigas estarem a ousar e a combater todos aqueles complexos que vocês tantam teimam em nos atirar à cara! E agora com isto irritei-me e só não compro um bikini porque é demasiado caro pro meu bolso!!!!</p>
<p>Ainda não acabei! Lol! Provavelmente ninguém está a ler isto mas ao menos desabafo. A mulher portuguesa pode ainda ser muito complexada e ter muitas raizes cristãs e seja lá o que for na cabeça… Mas a verdade é que está cada vez mais bonita e cada vez mais ousada e por isso aborrece-me esses comentários. É que basta uma tuga ser selectiva que é logo o descalabro. Eu gosto de ter o poder de selecionar as presas, de escolher quem me toca e quem não me toca e se quero isto ou aquilo… Sexo para as portuguesas é taboo? Sim para muitas, mas para muitas também não é! Parem de generalizar e se querem dar uma foda basta ir a um bar que há muita gaja “aberta” para vocês!</p>
<p>Em relação aos homens portugueses. De beleza não são nada de especial. Enganem-se se se acham todos lindos bons porque isso não é bem assim. A raça latina é jeitosa mas a portuguesa tem umas misturas meio estranhas. Se me perguntarem quem são os melhores eu diria que são os italianos ou os australianos (com aquele ar de malandrecos hihi). Os portugueses também têm uma caracteristica irritante que é o excesso de machismo. Depois há aquela desculpa do “Ah é no gozo” mas no fundo no fundo iamos todas ou prá cama ou prá cozinha né? Felizmente já estão mais calmos. Uma outra coisa é o complexo com a beleza. Beleza não é o termo certo mas, como machos latinos, os tugas têm aversão a cremes para a cara ou para o corpo porque é muito “gay” e todos os metrosexuais são muito “gays”… É ou não é? Tendência que muda? Sim mas lentamente. Por isso meus fofos, vocês não são mais que nós :p</p>
<p>Uma outra coisa que acho que não é tipica portuguesa mas que tem bastante peso. É assim, vocês portugueses (homens) não têem nada que nos exigir em relação à beleza. Como aqueles comentários sobre as portuguesas do WW já vi muitos onde a sua barriga é demasiado grande para usar aquilo, ou que não tem mamas suficientes! Se for assim muitos de vocês não têm corpinho pra andar com calçoezinhos nas praias nem na rua tamanha é a pança que camufla qualquer piloca de 15 cm!!!! Tenham tento na cabeça porque se essas barrigudas lhes abrissem as pernas era já a correr né? Sejam mais exigentes com vocês do que connosco e depois logo se vê! Ah e já fui melhor engatada por homens de etnias africanas e ucranianas do que por tugas por isso aprendam com eles! Atenção isto nem é vingança por dizerem mal de nós, é mesmo a realidade das coisas. Aposto que gozam com o Zeze Camarinha mas eles é que a sabe toda!</p>
<p>Acho que já disse tudo e só vos peço para abrirem os olhos para aquilo que têm há frente das trombas, que não é tão mau assim… Peço desculpa pelas ordinarisses, e pelos erros de escrita!</p>
<p></span></p></blockquote>
<div><span style="font-family:courier new;">Minha opinião sobre as mulheres já escrevi lá no blog da Daniela, que infelizmente, deve ter desistido de colaborar aqui, mas me faria muito gosto se o fizesse.</span></div>
<p><span style="font-family:courier new;"><span style="font-family:courier new;"><span style="color:#333333;">Minha opinião,no geral.Há uma ferida entre os dois povos que se alimenta ainda mais de preconceitos, idiotamente. Por que? Porque não conseguimos ainda encarar a nós mesmos, nossa mediocridade. Quando digo nós, estou falando de nós, portugueses e brasileiros. Temos, no fundo um mesmo mal. Que é esse enorme complexo de inferioridade, que ás vezes se mostra numa outra face, uma presunção de superioridade. Enquanto nós acharmos muito mais do que nós realmente somos, fica difícil. A gente só consegue uma auto-estima madura quando conseguimos encarar as próprias fraquezas, incoerencias, idiossincrasia. Os brasileiros são mal formados,sim, na escola, com muito jogo de cintura, mas com muita ignorância em relação a muita coisa. Os portugueses são melhor formados sim, mas com menos jogo de cintura e também muita ignorancia em relação a muita coisa. O que nos faz menos ignorantes? A humildade de tentar pensar outros pontos de vista, olhar pro mundo de forma mais ampla. Ir ao dicionário, ao google, pelo menos, para tentar saber de algo. Saber dizer, "Você sabe que eu não tinha visto por esse ângulo?" E ao mesmo tempo não ser hipócrita, dizer o que pensa,não esconder para si. Quando nos fechamos numa visão pequenininha, fica difícil. Os brasileiros escrevem mal? Portugueses também. Brasileiros gostam de sexo? Portugueses também, e como. E entre si mesmos, não tendo nada a ver com brasileiras. Só que uns aprenderam a civilidade, que significa mais ou menos assim: tenho personagens diferentes que se ajustam à cada ocasião. A civilidade não é um mal em si, na minha opinião é mais bem que mal, na maioria dos casos.Muitos brasileiros, por formação, não conseguiram ainda essas várias possibilidades de personagens, e pior ainda, vestem muitas vezes os estereótipos que se espera deles. Mas o que me irrita mesmo, em brasileiros e portugueses, é quererem ser mais do que são, não terem o menor senso crítico.</p>
<p></span><span style="color:#333333;">Uma vez vi na RTP uma cobertura sobre a festa de passagem de ano no Rio, a repórter dizendo que era o "maior Reveillon do mundo". Nós brasileiros não percebemos como as vezes exageramos em coisas assim. Acho até engraçada essa propaganda que está no ar agora, de brasileiros falando mal do país, e quando chega um estrangeiro falando também, eles mudam imediatamente ficando contra o estrangeiro. Acho engraçada, vale, mas pra mim que tenho olho pro mundo com a curiosidade de conversar com outras culturas, de ampliar horizontes, você não conseguir conversar com alguém de fora sobre o próprio país, ouvir críticas interessantes sem se rebaixar demais ou se enaltecer demais, numa medida justa, é ser obtuso e perder de aproveitar um mundo tão interconectado. Eu acho que o ponto de partida para se crescer em qualquer nível, pessoal ou até de um povo, é uma justa idéia de onde você está e de quem você e de suas qualidades e seus defeitos. Com menos frases feitas, feridas cretinas, e idéias pequenininhas, por favor, dos dois lados.</span></span><span style="font-family:courier new;"><span style="color:#666666;"></p>
<p></span></p>
<p>Obs:Eu sou brasileira, brasileiríssima, não poderia existir como sou se não fosse brasileira, pela minha origem, parte indígena. Por isso mesmo, me sinto no direito de dizer o que quiser sobre meu país, e ponto final. </span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crónica Familiar (Cronaca familiare)]]></title>
<link>http://perroferozamarillo.wordpress.com/?p=420</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 12:22:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Betran</dc:creator>
<guid>http://perroferozamarillo.wordpress.com/?p=420</guid>
<description><![CDATA[Valerio Zurlini, 1962
Basada en la novela de Vasco Pratolini
Estrenada en Zaragoza en 1964
&#8220;El]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Valerio Zurlini, 1962</strong><br />
Basada en la novela de Vasco Pratolini<br />
Estrenada en Zaragoza en 1964</p>
<p style="text-align:justify;"><em>"El materialismo no es otra cosa que la explicación científica del universo"<br />
(Georges Politzer: "Principios elementales de filosofía marxista")</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0958801/">Valerio Zurlini</a>, en la película por la que perdurará en la historia del mejor cine italiano, explica científicamente la agonía de la burguesía personolizándola en los rasgos adolescentes de <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0674742/">Jacques Perrin</a>, indefenso y patético en todo momento. Por su parte, <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0000052/">Marcello Mastroianni</a> -su hermano mayor- es un indigente periodista que uliza la fuerza de la razón (Marx dixit: la verdad es siempre revolucionaria porque es verdad) para superar los condicionantes de su mundo sentimental en el que su joven, enfermo y demacrado hermano es protagonista y víctima.</p>
<p style="text-align:justify;">Hay cineastas, y no pocos, que en un momento de su carrera ven la rasplandeciente luz de la inspiración. Valerio Zurlini, el más sensible representante de lo que el gurú de la crítica italiana, Guido Aristarco, llamó "realismo crítico", llegó a esta crónica maravillosa tras la ya excelente "<a href="http://spanish.imdb.com/title/tt0054225/">La chica con la maleta</a>". Y despues de haber merecido todos los elogios de la epoca, se fue diluyendo cual azucarillo que no encontraba taza con contenido alguno. Frustrantes esperanzas de un cine italiano que ideologizaba; en un sentido o su opuesto, el glorioso neorrealismo que, en 1960 ya no tenía razon alguna para perpetuarse. Nombres como <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0556255/">Francesco Masselli</a>, <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0211548/">Vittorio de Seta</a>, el primer <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0006615/">Mauro Bolognini</a>. Y sobrevolándolos a todos el singular y democristiano <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0647438/">Ermano Olmi</a>; capaz todavía en 2007 de crear la formidable "<a href="http://spanish.imdb.com/title/tt0985597/">Cien clavos</a>" y ajustar cuentas con un pasado de catolicismo exacerbado. Obviamente había una diferencia importante: Ermano Olmi era/es un grandísimo director de cine y un poeta casi místico. Los demás, incluido Zurlini, no.</p>
<p style="text-align:justify;">"Crónica familiar" es un melodrama que parece ejecutado con la delicadeza del orfebre. Amarillento, de textura de ópalo, enfermizo pero no decadente. Y afirmativo: es absolutamente necesario creer no en Dios sino en el materialismo dialéctico: va la vida en ello. Estos hermanos que absorben la práctica totalidad de la película verán, impotentes, la destrucción del nudo que les une: la familia. Mas su reacción ante hechos consumados será radicalmente distinta. Jacues Perrin es el último eslabón que ata al materialista Mastroianni con el universo burgués que él ya ha decidido abandonar. Claramente Mastroianni no es otro que el portavoz de Pratolini. Ama, sufre, pero en el fondo desprecia a su moribundo hermano.</p>
<p style="text-align:justify;">Historia ejemplarmente didáctica siguiendo la praxis marxista. Levantada con suprema elegancia y máximo lirismo para superar el maniqueísmo del que nace. “Crónica familiar” respeta las convenciones del más literario y obvio folletín y, a su vez, sabe despegarse del látigo demagógico del panfleto. El mágico equilibrio logrado por Zurlini se desarrolla a dos niveles. Tal y como corresponde a los dos hermanos y/o arquetipos. De un lado el tono intelectual de la obra (interior). De otro, el puramente emocional (exterior). Los dos niveles se complementan en una armonía impregnada de serenidad. Podemos sentir toda la compasión y pena por el desdichado Jacques Perrin. Mas ha de quedar claro que es Marcello Mastroianni el detentador de la razón. La cual no debe (que es muy distinto a que pueda) supeditarse al sentimiento, a la pasión. “<a href="http://spanish.imdb.com/title/tt0054248/">Rocco y sus hermanos</a>”, la genial película de <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0899581/">Visconti</a>, no anda muy lejos.</p>
<p style="text-align:justify;">Puesta en escena suntuosa, interpretación perfecta, guión de hierro. “Crónica familiar” queda como una entrañable película de izquierdas. Algo imposible en nuestros días; incluso para <a href="http://spanish.imdb.com/name/nm0516360/">Ken Loach</a>. De hecho Valerio Zurlini está y estará siempre en la historia del cine por haber realizado esta joya. Próxima, muy próxima a eso que, con tanta ligereza y escaso criterio, se aplica al cine con enojosa abundancia: la obra maestra.</p>
<p style="text-align:justify;">Luis Betrán Colás</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leer La Letra Pequeña]]></title>
<link>http://jorobateflanders.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 10:05:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>thevaca</dc:creator>
<guid>http://jorobateflanders.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[Un post para los que navegamos por ciertos lugares en los que un cuadro como este nos es bastante fa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un post para los que navegamos por ciertos lugares en los que un cuadro como este nos es bastante familiar, este por ejemplo es de la web <a href="http://adultfriendfinder.com/">adultfriendfinder</a>, en teoría: una red social para buscar sexo.</p>
<p><a href="http://jorobateflanders.files.wordpress.com/2008/07/sala.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10" src="http://jorobateflanders.wordpress.com/files/2008/07/sala.jpg?w=300" alt="" width="300" height="272" /></a></p>
<p>Las circunstancias en las que estoy(viviendo/estudiando/trabajando en Salamanca) hacen que cada vez que paso por estos lugares me aparezcan estas jambas en mi monitor y como se puede leer: pertenecen a esta <span style="text-decoration:line-through;">mierda de</span> ciudad en la que me hayo.</p>
<p>El problema es cuando una de esas tías es <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gianna_Michaels">Gianna Michaels</a>, o Gianna Rossi o Becky... que para quienes no sepan de quién se trata sólo hay que darse una vuelta por la porno-red.</p>
<p>Entonces, <strong>¿están engañando estas webs?</strong> <strong>¿estafan a la gente que de buena voluntad pretende tener sexo?</strong> Pues técnicamente no, sólo hay que leer la letra pequeña:</p>
<p><span style="font-size:xx-small;"> "<strong>Las personas que aparecen en las fotografías no son necesariamente usuarios. Otra información solamente con propósitos ilustrativos. La comunidad mundial más grande de </strong></span><a href="http://adultfriendfinder.com/go/g668278.subfriend+reg?lang=spanish" target="_self"><span style="font-size:xx-small;"><strong>de sexo y swingers</strong></span></a><span style="font-size:xx-small;"><strong> con más de 20,000,000 de usuarios</strong>. "</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em>Lamentables...</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falsa Loura]]></title>
<link>http://agrandearte.wordpress.com/?p=457</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 00:15:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Weiner</dc:creator>
<guid>http://agrandearte.wordpress.com/?p=457</guid>
<description><![CDATA[
Quem conhece Rosane Mulholand como a vítrea e apática atriz de Sete Pecados - ou mesmo de Água ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-458 " style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://agrandearte.wordpress.com/files/2008/07/falsa-loura-poster01.jpg?w=207" alt="" width="207" height="300" /></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Quem conhece <em>Rosane Mulholand</em> como a vítrea e apática atriz de <em>Sete Pecados</em> - ou mesmo de <em>Água na Boca</em> - deve se preparar, em <em><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/falsa-loura/falsa-loura.asp" target="_blank">Falsa Loura</a></em>, para a passagem de um furacão. Sua interpretação invade os nossos olhos com fúria, causa um sério estrago, e depois de quase duas horas de arraso, vai embora, triunfante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Silmara é uma mulher ordinária, de vida ordinária. Não no sentido de má índole (embora certas atitudes da protagonista sejam gritantes aos olhos dos mais conservadores), mas por ser uma figura tão comum entre as brasileiras, a moça bela, provida de um corpo escultural - e ainda assim com anseios e desejos pulsantes abaixo de sua superfície cefálica tingida de loiro. Nascida e criada numa região periférica do ABC paulista, Silmara é uma empenhada operária que se esconde numa aura de arrogância e auto-confiança, e cria portanto, fatalmente, muitas inimizades. Isto só ocorre porque Silmara tem consciência de sua beleza - e o estrago que ela causa nas pessoas: a inveja das mulheres e o fascínio sexual nos homens. Mas se engana quem vê na personagem a futilidade óbvia de sua descrição comportamental. Silmara não apenas se vê na obrigação de sustentar o pai, ex-presidiário desempregado (<em>João Bourbonnais</em>), como tenta de todas as maneiras criar uma relação saudável do mesmo com o irmão homossexual (<em>Léo Áquila</em>). Quando o roteiro nos faz aguardar uma mulher displicente com a família, ela revela o quão manter a harmonia de seu lar é uma coisa sagrada. Até mesmo tirar uma colega de trabalho de uma situação ruim, isto é, melhorar sua aparência para facilitar possíveis namoros, ela quer. Silmara demonstra sentimentos bons pelo próximo nos momentos em que eles mais precisam - e talvez a partir daí ela deixe de ser, por alguns instantes, tão ordinária.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas o roteiro insiste em explorá-la como um ser trivial. Ao apaixonar-se profundamente por homens famosos (como <em>Cauã Raymond</em>, no papel de um <em>rock star</em>), que notadamente desejam sua vitalidade corporal, a moça passará por momentos bem amargos, e o tom de conto-de-fadas contemporâneo que o filme adquire após o início dos relacionamentos da protagonista, cai por água abaixo. Embora as câmeras e o roteiro (ambos comandados por <em>Carlos Reichenbach</em>) tentem criar uma atmosfera de doce irrealidade, logo os mesmos dizem que não há espaço para sonhos pouco práticos na vida de uma mulher como Silmara. E isso de algum modo machuca o espectador. Alguns podem encarar <em>Falsa Loura</em> como uma <em>Cinderella</em> bem moderna, mas adianto que há pouquíssimo espaço para pieguices.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ainda que o trabalho de <em>Reichenbach</em> seja primoroso, pois ele constrói um filme que oscila perfeitamente entre o divertido e o dramático, vale destacar mais uma vez que as honras são de <em>Rosane Mulholand</em>. Guardem este nome, porque se a televisão não lhe reserva papéis à altura de seu talento, o cinema esta aí para mostrar o contrário.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:16pt;font-family:Sylfaen;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:16pt;font-family:Sylfaen;"><strong><span style="color:#000000;"><span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:16pt;font-family:Sylfaen;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:16pt;font-family:Sylfaen;"><strong><span style="color:#000000;">NOTA: 9,0</span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span>   <img style="width:18px;height:19px;" src="http://www.veigas.eu/imagens/estrela_ouro_grande.gif" alt="" width="33" height="28" /><img style="width:18px;height:19px;" src="http://www.veigas.eu/imagens/estrela_ouro_grande.gif" alt="" width="33" height="28" /><img style="width:18px;height:19px;" src="http://www.veigas.eu/imagens/estrela_ouro_grande.gif" alt="" width="33" height="28" /><img style="width:18px;height:19px;" src="http://www.veigas.eu/imagens/estrela_ouro_grande.gif" alt="" width="33" height="28" /><img style="width:18px;height:19px;" src="http://www.veigas.eu/imagens/estrela_ouro_grande.gif" alt="" width="33" height="28" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[...Hancock, agridulce película]]></title>
<link>http://hoyhevisto.wordpress.com/?p=197</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 20:40:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>brovador</dc:creator>
<guid>http://hoyhevisto.wordpress.com/?p=197</guid>
<description><![CDATA[Ayer vi por fin Hancock y la verdad es que la nueva película de Will Smith me causó sensaciones ad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ayer vi por fin Hancock y la verdad es que la nueva película de Will Smith me causó sensaciones adversas</p>
[caption id="attachment_198" align="aligncenter" width="204" caption="Por cierto me encanta el poster"]<a href="http://hoyhevisto.files.wordpress.com/2008/07/hancock1.jpg"><img class="size-medium wp-image-198" src="http://hoyhevisto.wordpress.com/files/2008/07/hancock1.jpg?w=204" alt="Por cierto me encanta el poster" width="204" height="300" /></a>[/caption]
<p>Comienza el destripe de Hancock, avisidados estáis</p>
<p><!--more--></p>
<p>Para mí Will Smith siempre crea espectativas y lo malo es que a veces decepciona (véase Soy Leyenda por ejemplo). Esto es en parte el caso de Hancock y digo en parte porque realmente podemos hablar de "partes" dentro de esta película.</p>
<p>Y es que Hancock para mí ha sido como ver 2 películas, 2 historias, que vale que tienen partes en común, pero que creo que la convierten en un todo desaprovechado.</p>
<p>En esta primera historia, tenemos la historia del superhéroe borracho, solitario, que no respeta nada ni a nadie. La gente le odia y prefiere que no actúe a que se dedique a salvarles. Personalmente pienso que la idea es genial y que Will Smith borda el personaje. En esta primera parte abunda la comedia (con algunos puntos bastante buenos) y cuya historia se centra en el cambio del personaje en convertirse en un modelo de héroe (o de superhéroe mejor dicho).</p>
<p>Sobre esta parte no tengo quejas, me dió todo lo que esperaba: risas, acción, efectos especiales a punta pala y un Hancock carismático. LLegados a este punto, John Hancock ya se ha convertido en un modelo de superhéroe y cae bien a los ciudadanos, y es cuando sucede el giro inesperado en el desarrollo de la película.</p>
<p>Descubrimos que la mujer de su amigo representante, Mary (interpretada por la guapísima Charlize Theron) tiene sus mismos poderes y es cuando comienza la segunda parte de la película.</p>
<p>En esta segunda parte, a pesar de comenzar con un par de escenas cómicas a la altura de la primera, abunda el drama que va haciéndose más y más marcado conforme avanza el film hasta su final. Ahora es como si todo lo que lleváramos visto no hubiera servido de mucho, y se nos presenta otra trama, otra historia, en la que averiguaremos el pasado de Hancock y  Mary (que desde su primera aparición nos hizo sospechar que algo había entre ellos). Así nos dan una pseudo-explicación del origen de la soledad de Hancock, sus poderes y la relación entre ambos, convirtiendo esta historia de héroes en una de amor/drama. Y para acabar tenemos el final, que en sí está bien y muy acorde con la línea seguida en esta segunda parte de la película.</p>
<p>Para mí el fallo de la película es claro: se han mezclado dos historias que por separado son buenas, y que podrían haber dado mucho juego (quizás para desarrollar 2 películas diferentes), pero que juntas me provocaron un efecto extraño a la salida del cine.</p>
<p>Y es que quizás hubiera sido mejor una película de Hancock simplemente reformándose y enfrentándose a un enemigo a su altura (como son todas las películas de superhéroes básicamente), centrada en comedia y acción, y con una resolución de su pasado solitario de otra forma. Por otro lado tenemos la historia de "héroes" que viven eternamente y que "fueron creados por parejas", que al juntarse se convierten en mortales, etc. Un argumento romántico que hubiera dado juego para desarrollar una película de otro estilo o una película de superhéroes pero sin meter el tema del superhéroe borracho antisocial...</p>
<p>Aún así la mezcla en sí tiene sentido en parte, pero el desarrollo es corto y/o confuso y no se llega a profundizar en nada dejando tocado todo muy por encima, y quizás sea eso lo que falla.</p>
<p>Podría haber sido algo muy grande (si hubiera aguantado el ritmo de la primera parte toda la película), pero tampoco se trata de un truño...</p>
<p><strong>Lo mejor de la película</strong>: Will Smith (por supuesto), el personaje de Hancock y la parte de la prisión</p>
<p><strong>Lo peor</strong>: que los mejores puntos se habían visto en los trailers ya...</p>
<p>Bueno siguiente parada ya: The Dark Knight</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em épocas de blockbusters sem qualidade, surge The Dark Knight!]]></title>
<link>http://danielcolombo.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:19:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Colombo</dc:creator>
<guid>http://danielcolombo.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[ 

 
     Diversos são os fatores que merecem destaque neste novo filme do super-herói de Gi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://danielcolombo.files.wordpress.com/2008/07/batman2.jpg"><img class="size-medium wp-image-25 aligncenter" src="http://danielcolombo.wordpress.com/files/2008/07/batman2.jpg?w=187" alt="" width="187" height="300" /></a></p>
<p> </p>
<p>     Diversos são os fatores que merecem destaque neste novo filme do super-herói de Giotham City. Primeiramente, cumpre ressaltar a qualidade do roteiro, muito superior ao do Batman Begins, em que há diálogos instigantes e tramas muito bem armadas, não deixando o espectador sentir o peso de um filme de duas horas e meia de duração. Outra coisa é a considerável diminuição de clichês e de falas desnecessárias em relação ao primeiro filme da série Christopher Nolan, fazendo com que a obra tome um ar de seriedade que a torna tensa do início ao fim.</p>
<p>     Segunda fonte de observação é o excelente elenco, começando pela evolução na caracterização do Batman por Christian Bale, passando pelo ótimo Aaron Eckhart e pela personagem de Rachel Dawes, interpretada por Maggie Gylenhaal, que conseguiu apagar a péssima participação da Katie Holmes no primeiro filme. Não há como esquecer, também, as ótimas atuações de Morgan Freeman, Gary Oldman e Michael Caine, repetindo as performances da película anterior. Com relação ao papel de Heah Ledger, encarnando, literalmente, o vilão Coringa, as críticas não mentem a magnitude de sua atuação. Prefiro não comentar detalhadamente a respeito do papel do ator australiano, morto em janeiro deste ano, e apenas deixar a sugestão de verem o filme e desfrutarem pessoalmente da grande interpretação do personagem.</p>
<p>     Por fim, cabe destacar a direção sólida de Christopher Nolan, genial diretor da nova geração, que conseguiu captar os momentos mais importantes do roteiro, mantendo em todo o filme um clima tenso e sombrio, alternando entre tomadas de cenas muito bem encaixadas e conseguindo dirigir de forma brilhante as cenas de ação. Mostrou, também, incrível evolução em relação ao seu primeiro longa do Homem-Morcego, suprindo os erros cometidos anteriormente e dando vida ao verdadeiro Batman dos gibis.</p>
<p>     Por todos os pontos positivos elencados acima, com certeza este é o melhor filme da franquia Batman e, talvez, uma das melhores adaptações de quadrinhos já produzidas.</p>
<p>     "Why so serious?"</p>
<p>     <em>Imperdível!</em>   <strong>8,5</strong></p>
<p> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uv9vzv-WFg0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/uv9vzv-WFg0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A minha solidariedade para com o blog "Jumento" face à tentativa do seu silenciamento]]></title>
<link>http://jodoas.wordpress.com/?p=4334</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:17:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jodoas</dc:creator>
<guid>http://jodoas.wordpress.com/?p=4334</guid>
<description><![CDATA[Cada vez que acesso ao blog &#8220;Jumento&#8221; que como já por várias vezes o referi é para mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Cada vez que acesso ao blog "Jumento" que como já por várias vezes o referi é para mim uma referência do ponto de vista da oportuna abordagem do seu autor surge esta mensagem:</strong></span></p>
<p><a href="http://jodoas.files.wordpress.com/2008/07/aviso-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4335" src="http://jodoas.wordpress.com/files/2008/07/aviso-2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="146" />Isto porquê?</a></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><em>Porque deve haver muita gente que não estando de acordo com a contundência da abordagem utilizada pelo seu autor pretendem numa primeira fase dificultar o acesso ao blog e muito provavelmente numa segunda fase tentar o seu silenciamento tal como aconteceu com o blog de Aveiro.</em></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><em>Obviamente que, na qualidade de fiel leitor do "Jumento" acredito que o seu autor quando se sentir impedido de continuar a produzir o seu notável trabalho, escolha outra solução para ultrapassar qualquer impedimento estou ciente disso. De qualquer forma quero aqui e agora manifestar a minha solidariedade para com o autor do blog o "Jumento"</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wall-E, a nova produção da Pixar, veio para ser um dos melhores filmes do ano!]]></title>
<link>http://danielcolombo.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Colombo</dc:creator>
<guid>http://danielcolombo.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[ 

    
     Diferentemente da maioria das animações, Wall-E consegue misturar, de forma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://danielcolombo.files.wordpress.com/2008/07/wall-e1.jpg"><img class="size-medium wp-image-15  aligncenter" src="http://danielcolombo.wordpress.com/files/2008/07/wall-e1.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></p>
<p>    </p>
<p>     Diferentemente da maioria das animações, Wall-E consegue misturar, de forma esplêndida, o potencial para um filme tanto para crianças como para adultos. O roteiro, muito bem desenvolvido pelo também diretor, Andrew Stanton, apresenta uma estória que possui como tema principal o amor, vivido entre o "lixeiro" Wall-E e a robô Eva. Além da paixão entre os personagens principais, inegável a magnitude do roteiro ao tratar de temas como a poluição da terra e o futuro de nosso planeta.</p>
<p>     Visulamente espetacular, a primeira parte do filme já demonstra para que veio esta excelente animação. Cerca de meia hora sem diálogos, ambientando o dia-a-dia do personagem Wall-E, nos tira gargalhadas e sentimentos, dando uma introdução à aventura que está prestes a acontecer.</p>
<p>     É verdade que no meio do filme o roteiro dá uma escorregada e se torna apenas mais uma aventura qualquer, mas isso, tratando-se de um filme de anmação, destinado, também, às crianças, não tira o mérito da produção, que possui seu ponto forte na mensagem e na boa direção.</p>
<p>     Ressalto os detalhes da obra, que, para aqueles que conhecem o cinema, são evidentes e majestrosos, como a caracterização do robô Wall-E, lembrando o inesquecível R2/D2 de Star Wars; o tema central da clássica trilha sonora de 2001: Uma Odisséia no Espaço; entre outros.</p>
<p>     Concluindo, é um filme que surpreende os espectadores, envolvendo-nos numa trama mágica e não menos atual, que com suas mensagens interlineares nos faz pensar a respeito da humanidade, tecnologia e amor.</p>
<p>     <em>Excelente!</em>   <strong>8,5</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Bjs7G6R5MrY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Bjs7G6R5MrY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, sugere que homens que consomem produtos à base de soja podem ter o número de espermatozóides reduzido pela metade. ]]></title>
<link>http://jodoas.wordpress.com/?p=4330</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 15:27:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>jodoas</dc:creator>
<guid>http://jodoas.wordpress.com/?p=4330</guid>
<description><![CDATA[A pesquisa, publicada na revista científica Human  Reproduction, analisou o sêmen de 99 homens com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="storytext"><em>A pesquisa, publicada na revista científica </em><em>Human  Reproduction, analisou o sêmen de 99 homens com idade média de 36 anos e  comparou a concentração de espermatozóides com a quantidade de soja consumida na  dieta de cada um nos três meses anteriores à análise. </em></div>
<p class="storytext"><em>Segundo os pesquisadores, a concentração considerada "normal"  de espermatozóide no sêmen fica entre 80 e 120 milhões por mililitro. </em></p>
<p class="storytext"><!-- end_story --><em>No entanto, a equipe observou que os  participantes que consumiam em média uma porção de comida à base de soja em dias  alternados apresentavam uma redução de 41 milhões no número de espermatozóides. </em></p>
<p class="storytext"><em>Apesar da redução, o estudo indica que o consumo de soja não  afetou a mobilidade ou morfologia do esperma, nem o volume de ejaculação. </em></p>
<p class="storytext"><em><strong>Hormônio</strong></em></p>
<p class="storytext"><em>De acordo com Jorge Chavarro, que coordenou o estudo, uma  substância química chamada isoflavona, presente em alimentos à base de soja como  o tofu ou o leite, podem interferir na produção de esperma. </em></p>
<p class="storytext"><em>Ele explica que essas substâncias, também chamadas de  fitoestrogênios, podem ter efeitos similares aos do estrogênio e reproduzir sua  ação no organismo, o que afetaria a produção do esperma. </em></p>
<p class="storytext"><em>Chavarro observou ainda que os homens obesos que participaram  da pesquisa eram ainda mais suscetíveis estes efeitos, o que poderia indicar que  um nível alto de gordura no corpo também poderia aumentar a produção de  estrogênio nos homens. </em></p>
<p class="storytext"><em>"Esses dados sugerem que um maior consumo de alimentos à base  de soja e isoflavonas da soja está associado à redução na concentração de  esperma", afirma o estudo. </em></p>
<p class="storytext"><em><strong>Fertilidade</strong></em></p>
<p class="storytext"><em>Apesar dos resultados, o estudo aponta que, em algumas  regiões da Ásia, o consumo de soja era consideravelmente superior ao máximo  consumido pelos voluntários observados na pesquisa. </em></p>
<p class="storytext"><em>O professor de Andrologia da Universidade de Sheffield, na  Inglaterra, Allan Pacey, afirmou que se a soja realmente tivesse um efeito  prejudicial na produção de esperma, a fertilidade em algumas regiões asiáticas  também seria afetada e não há nenhuma prova de que isso esteja acontecendo. </em></p>
<p class="storytext"><em>"Muitos homens estão obviamente preocupados sobre como sua  dieta ou estilo de vida poderia afetar sua fertilidade por reduzir o número de  espermas. Os compostos de estrogénio na comida ou no ambiente já são motivo de  preocupação há muitos anos", disse. </em></p>
<p class="storytext"><em>"Teremos que observer a dieta adulta com mais cautela. Apesar  de que o fato de várias áreas do mundo terem a soja como uma parte essencial de  suas dietas e não aparentam sofrer de nenhuma alta no índice de fertilidade em  relação aos países ocidentais sugere que, se há algum efeito, é muito pequeno",  afirmou Pacey. </em></p>
<p class="storytext">da BBC Brasil</p>
<p class="storytext"><strong>Conheço várias pessoas que fazem da soja a sua base na dieta alimentar. Desde o leite de soja pela manhã que custa mais do dobro de qualquer outro tipo de leite ao "tofu" etc.etc. Que dirão essas pessoas ao conhecerem esta conclusão que desmonta a ideia daqueles que apostam fortemente na convicção de que se pode fazer uma dieta alimentar essencialmente à base de soja.</strong></p>
<p class="storytext">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presentación]]></title>
<link>http://nomelopuedocreer.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:51:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>nomelopuedocreer</dc:creator>
<guid>http://nomelopuedocreer.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Quiero darte la bienvenida a mi espacio. Si has decidido invertir parte de tu tiempo aquí, que meno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quiero darte la bienvenida a mi espacio. Si has decidido invertir parte de tu tiempo aquí, que menos que darte las gracias!... acerca de eso va este blog, de agradecimientos, detalles y demás comportamientos basados en el respeto hacía las personas de nuestro alrededor... porque a veces nos ocurren cosas ante las que lo unico que me sale es... no me puedo creer!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crítica: Aritmética emocional]]></title>
<link>http://zinema.wordpress.com/?p=249</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:40:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joseba Iñaki Gauna</dc:creator>
<guid>http://zinema.wordpress.com/?p=249</guid>
<description><![CDATA[









Título original: Emotional Arithmetic
País: Canadá
Año: 2007
Duración: 99 min.
Géner]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/cartelemotionalarithmetic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-251" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/cartelemotionalarithmetic.jpg" alt="" width="350" height="491" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#339966;"><span style="font-size:x-small;"><br />
<strong></strong></span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p><strong></strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#339966;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Título original:</strong></span></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> Emotional Arithmetic</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#339966;"><span style="font-size:x-small;"><strong>País:</strong></span></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> Canadá<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Año:</span></strong></span><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;">2007<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Duración:</span></strong></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> 99 min.<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Género:</span></strong><strong><span style="color:#800000;"> </span></strong><a href="http://www.zinema.wordpress.com/tag/Drama">Drama</a></span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#339966;">Director:</span></strong><span style="color:#000000;"> <a href="http://www.zinema.wordpress.com/tag/Paolo-Barzman">Paolo Barzman</a></span></span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#339966;"><strong>Intérpretes:</strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> <a href="http://www.zinema.wordpress.com/tag/Susan-Sarandon">Susan Sarandon</a>, <a href="http://www.zinema.wordpress.com/tag/Christopher-Plummer">Christopher Plummer</a>, <a href="http://www.zinema.wordpress.com/tag/Gabriel-Byrne">Gabriel Byrne</a>, Roy Dupuis, Max von Sydow, Dakota Goyo, Domini Blythe, Kris Holden-Reid, Regan Jewitt, Alexandre Nachi<br />
</span><span style="color:#339966;"><strong>Guión:</strong></span></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> Jefferson Lewis; basado en la novela de Matt Cohen</span></span><strong>Guión:</strong></span></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> Jefferson Lewis; basado en la novela de Matt Cohen<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Música:</span></strong><strong><span style="color:#800000;"> </span></strong><span style="color:#000000;">Normand Corbeil</span></span><strong><span style="color:#800000;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#339966;"><span style="font-size:x-small;">Fotografía:</span></span></strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> Luc Montpellier<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Estreno en Canadá:</span></strong></span><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;"> 18 abril 2008<br />
</span><strong><span style="color:#339966;">Estreno en España:</span></strong><span style="color:#000000;"> 6 junio 2008</span></span></span></span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p>El tema del holocausto del pueblo judío durante el Tercer Reicht ha sido tan recurrente en la cinematografía que siempre pueden asaltarnos las suspicacias ante cada nuevo proyecto que lo aborda. Sin embargo esta nueva aproximación al fenómeno que nos viene al hilo de la novela de <strong>Matt Cohen </strong>aporta además de los más trillados algún otro matiz novedoso que quizás pueda proporcionarnos una mayor profundidad de campo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="color:#000000;">En líneas generales la cinta nos cuenta básicamente el reencuentro de 3 personajes cuyos destinos se cruzaron cuarenta años antes en el campo de “tránsito” francés de Drancy. Este reencuentro inesperado dejará al descubierto los vínculos que se forjaron en tan difíciles circunstancias y los sentimientos de dolor, amor y devastación que de allí se derivaron.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><!--more--></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/drancy_lessive.jpg"><img class="size-full wp-image-262 aligncenter" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/drancy_lessive.jpg" alt="" width="495" height="327" /></a></p>
<p>Este campo, al que la cinta nos remite repetidamente mediante flashbacks en blanco y negro, estaba  ubicado en el parisino barrio de la “Cité de la Muette” y fue diseñado para alojar a unas 700 personas, pese a que llegó a acoger en su punto álgido a más de 7.000 almas.</p>
<p>Se trataba preferentemente de un campo de recogida para judíos que vivían en Francia, muchos de ellos reconocidos intelectuales y artistas franceses disidentes, que posteriormente eran deportados a campos de exterminio.</p>
<p>No mienten los números cuando dicen que hacia 1944, aproximadamente 70.000 judíos, hombres, mujeres y niños, habían pasado por este campo; 65.000 de ellos fueron deportados a los campos de exterminio de Auschwitz y Sobibor, de los cuales 63.000 murieron, incluyendo 6.000 niños.</p>
<p><a href="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/drancy_-a-linterieur-du-camp-de-drancy-en-1942.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-263" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/drancy_-a-linterieur-du-camp-de-drancy-en-1942.jpg" alt="" width="460" height="320" /></a></p>
<p>Muy pocos escaparon pues de aquel destino trágico escrito por la sinrazón. Son precisamente dos de esos niños milagrosamente rescatados, ya adultos, los que en el marco de esta historia se reencuentran con el disidente polaco que fuera su protector y salvador; y lo hacen en el idílico entorno que proporcionan los lagos de Cleveland en Quebec donde reside la protagonista en una granja familiar, bucólico cuadro que no hace sino poner más de relieve el dramático lastre de las trágicas circunstancias vividas en el campo de internamiento y antesala de Auschwitz.</p>
<p>Así pues “Aritmética emocional” explora en un tono intimista y teatralizante amparado en una cuidadísima fotografía y relevante tratamiento de la luz en las consecuencias psíquicas que padecen no sólo las víctimas directas sino los seres queridos que rodean a éstas. Y a esto me refería cuando anteriormente hablaba de nuevos elementos.</p>
<p><a href="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/emotionalarithmetic11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-264" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/emotionalarithmetic11.jpg" alt="" width="480" height="206" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p>Existen efectivamente otras víctimas del holocausto, mayormente ignoradas, que vienen padeciendo en silencio las reverberaciones del eco del prolongado dolor de sus familiares. Seres que en numerosas ocasiones han estado desatendidos emocionalmente y que han sentido que ocupaban el lugar de otro o que vivían como fantasmas y tenían que luchar por alcanzar la versión idealizada del añorado familiar.</p>
<p>Estas víctimas colaterales vienen representadas en la cinta que nos ocupa por el hijo y el marido del personaje central (Melanie), interpretado magistramente por Susan Sarandon. Así hay un momento donde el marido, cansado de la omnipresencia afixiante del dolor invalidante, llegará a recriminar a su mujer diciéndole: <span style="color:#0000ff;">“haber sido víctima de un terrible suceso apocalíptico no te convierte en una santa: esa es la ecuación en esta casa”</span>.</p>
<p>En ese sentido os remito a un magnífico libro que de manera muy plástica y esclarecedora aborda esta problemática que empieza a emerger más evidente tras 5 décadas de los sucesos. Me refiero a “I Was a Child of Holocaust Survivors” (Fui hija de supervivientes del Holocausto), de Bernice Eisenstein, escritora y artista canadiense nacida en 1949 al poco de que sus padres, judíos polacos, emigraran desde Auschwitz a Toronto.</p>
<p>Esta conmovedora obrita magníficamente ilustrada por la propia escritora y que mereciera el premio <em>Canadian Jewish</em> a la mejor mémoire del año 2007, trata de manera tan inteligente como ilustrativa esa angustiosa experiencia de vivir en un paisaje ensombrecido por la sombra y bajo el silencio de un pasado que es y no es tuyo, con la sensación de haber perdido algo que nunca se tuvo, empujando la historia y la memoria cuesta arriba.</p>
[caption id="attachment_281" align="aligncenter" width="400" caption="Ilustración de Bernice Eisenstein"]<a href="http://zinema.files.wordpress.com/2008/07/bernice-eisenstein.jpg"><img class="size-full wp-image-281" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/bernice-eisenstein.jpg" alt="Ilustración de Bernice Eisenstein" width="400" height="485" /></a>[/caption]
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="color:#000000;">No me resisto a reproducir un fragmento de este lúcido testimonio literario que nos habla de la memoria: <span style="color:#0000ff;">“Sin el holocausto estoy perdida en el recuerdo. No es un lugar cartografiado, fijado por coordenadas de longitud y latitud, desde donde volver sobre mis pasos y llegar de nuevo al mismo sitio. Cada vez es distinto.”</span></span></span></p>
<p>En la misma línea, la película reflexiona sobre la dificultad y la pertinencia de liberarse de esa esclavitud impuesta por el recuerdo trágico y así poder estar en condiciones de buscar la felicidad.</p>
<p>Quizás el pensamiento que resume de manera más acertada una vía de solución honesta a este conflicto con la memoria sea aquel que ronda en la reflexión del personaje de Jacob. Lamentando el encargo que confiara a la niña para que custodiara y diera testimonio de los datos recogidos en la agenda de los deportados reflexionará diciendo: <span style="color:#0000ff;">“demasiados números. No debí decirle: Recuerda. Debí decirle: Vive”</span>.</p>
<p>En definitiva nos encontramos ante una obra cuidada y soportada magistralmente por un reparto de garantías encabezado por Max Von Sydow, Susan Sarandon y Christopher Plummer, aunque protegida en el tibio confort de los clichés que salpican toda la cinta privándola de una naturalidad y valentía en las propuestas creativas que a buen seguro le hubieran reportado una mayor conexión emocional.</p>
<p>De cualquier manera, aunque prescindible no deja de ser una obra muy válida tanto desde el punto de vista interpretativo como para los amantes de este género temático.</p>
[caption id="attachment_282" align="aligncenter" width="380" caption="Dibujo de Bernice Eisenstein"]<a href="http://zinema.files.wordpress.com/2008/07/memoire-por-bernice-eisenstein.jpg"><img class="size-full wp-image-282" src="http://zinema.wordpress.com/files/2008/07/memoire-por-bernice-eisenstein.jpg" alt="Dibujo de Bernice Eisenstein" width="380" height="499" /></a>[/caption]
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/aEMobXZ_TlI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/aEMobXZ_TlI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Humanos: hipócritas naturais]]></title>
<link>http://trocandoideia.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 01:14:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ft</dc:creator>
<guid>http://trocandoideia.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[Estava trabalhando quando me deparei com uma reportagem interessante:
&#8220;Mais uma vez, a soberan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estava trabalhando quando me deparei com uma reportagem interessante:</p>
<p><em>"Mais uma vez, a soberania brasileira está no alvo das grandes potências. E novamente, a desculpa é a preservação da Amazônia como pulmão da humanidade [...] O</em> New York Times<em> defende que a floresta não pode ser patrimônio do Brasil, mas do mundo. Já o jornal britânico</em> The Independent<em> diz que a Amazônia “é importante demais para ser deixada aos brasileiros. Se perdermos as florestas, perderemos a batalha contra as mudanças climáticas.”</em> Fonte: Jornal do PC do B.</p>
<p>Que preocupação com a humanidade, não? A grande mata na mão do mundo. O que nos levaria a acreditar que estão todos realmente preocupados com o pulmão do mundo.<br />
Difícil ver florestas nos países, não? Ainda mais, grande como a Amazônica.<br />
É claro que a Amazônia não precisa de baby-sitters...ou de uma torre de Babel, ou de maquinaria pesada internacional que mais parece um fuzil na mão de um pivete...e é claro que a Amazônia não precisa dos brasileiros, dos americanos, dos ingleses, dos monges do Nepal ou sabe-se lá que diabos!<br />
Na verdade, a Amazônia não precisa de ninguém. A natureza (e isso inclui os seres e os eventos) sempre cuidou de si. Afinal, ela, a Amazônia é obviamente o símbolo de maior prova da natureza...enquanto as metrópoles, os centros urbanos e toda esta favelização é o símbolo cadavérico da "Grande-Mãe-Verde". Talvez...realmente no fundo...devêssemos viver como índios, que ao invés de acariciá-la com foices, serras elétricas, pólvora e carnificina, utilizam-se de supostos <em>deuses naturais</em> (ou talvez a própria natureza, incluindo os eventos) para se guiar, se alimentar, <em>viver</em> e não <em>sobreviver </em>como nós, simples humanos urbanos, respeitando sim o que deve ser respeitado, amado, cultivado, que sempre estivera aqui antes e depois de virmos ao mundo, que sempre quando quer dar um castigo, leva milhares, milhões de insignificantes mamíferos intelectuais, diretamente à ela hostis, para a cova (o que ironicamente, fica embaixo da própria).<br />
É impossível refletir sobre a natureza sem pensar em sua força. Nos “desastres”...ou talvez poderíamos dizer “Não-me-machuque-pois-tenho-efeitos-colaterais”, nas coisas naturais que por pura e teimosa auto-ignorância são chamadas de “sobrenaturais”.<br />
Só faço um único pedido: não venham mexer com a mãe do Brasil (e realmente talvez do mundo), porque ela está calminha, mesmo sendo erroneamente classificada de 3º mundo...porque afinal, você nunca se perguntou porque em países de terceiro mundo não existem tantos desastres naturais? Ou talvez você teve uma breve idéia de que somos tão preguiçosos que nem sequer temos força pra machucar a natureza?<br />
Enfim.<br />
Ao mundo, que injustiça! Hipócritas, não enxergam que só está faltando a nossa fotossíntese!?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Knol, el wiki de Google]]></title>
<link>http://dzegarra.wordpress.com/?p=294</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:42:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>dzegarra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoy probé Knol, el wiki que Google ha creado con la intención de mejorar la fiabilidad de las enci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoy probé Knol, el wiki que Google ha creado con la intención de mejorar la fiabilidad de las enciclopedias en internet. Y claro está, ganar algo de dinero en el camino (aunque aún no sepamos como).</p>
<p>En los 3 minutos que le dediqué, me pareció aburrido. No porque la información que contiene por el momento sea muy limitada, sino porque las herramientas para publicacion y busqueda aún no son comparables con las de wikipedia.</p>
<p>Si deseas probarlo dirígete a esta dirección: <a title="Knol" href="http://knol.google.com" target="_blank">knol.google.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[+Peru +Chile]]></title>
<link>http://dzegarra.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:35:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>dzegarra</dc:creator>
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<description><![CDATA[A veces pareciera increible que la gente se discrimine o diferencie por el lugar donde nacieron. Aye]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A veces pareciera increible que la gente se discrimine o diferencie por el lugar donde nacieron. Ayer leí acerca de la mujer peruana que pinto su casa como la bandera chilena, los periodicos decían que había causado gran polemica. Es verdad que eligió el peor momento para hacerlo ya que estamos a pocos días de nuestras fiestas patrias, pero tambien es cierto que ella puede hacer lo que quiera con su casa. No hay ley que prohiba pintar su casa de los colores de la bandera de otro pais.</p>
<p>Hoy tuvo que volver a pintar su casa por miedo a represarias. ¿No es una estupides?</p>
<p>Esto es como si un hincha de la <a title="Universitario de deportes" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Club_Universitario_de_Deportes" target="_blank">U</a> se metiera en territorio <a title="Alianza Lima" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Alianza_lima" target="_blank">Aliancista</a>.</p>
<p>Hasta cuando durará este resentimiento hacia los chilenos...</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Estuve leyendo un artículo sobre uno de ... ]]></title>
<link>http://justleo.wordpress.com/2008/07/24/estuve-leyendo-un-articulo-sobre-uno-de/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 14:22:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
<guid>http://justleo.wordpress.com/2008/07/24/estuve-leyendo-un-articulo-sobre-uno-de/</guid>
<description><![CDATA[Estuve leyendo un artículo sobre uno de los grandes capos de Linux admitiendo que el sistema operat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estuve leyendo un artículo sobre uno de los grandes capos de Linux <a href="http://news.yahoo.com/s/infoworld/20080723/tc_infoworld/107219" target="_blank">admitiendo que el sistema operativo debe parecerse más a Mac OS X</a> en facilidad de uso.</p>
<p>Cita textual: "The challenge for us is to figure out how to deliver something which is crisp and clean" (El desafío para nosotros es ver cómo presentar algo que sea brillante y limpio.)</p>
<p>Ah. ¿Algo como Mac OS X, no? Pero momento, momento. ¿No era que Ubuntu, con los efectitos visuales de Compiz era mejor que Mac? ¿Ahora la cambiaron? ¿Qué pasó?</p>
<p>Lo que me gusta de los linuxeros es eso. Ellos te dicen siempre que todo está bárbaro con Linux, pero cuando alguien admite que las cosas no lo están y luego se corrigen, te dicen "bueno, era una cagada pero ahora ya lo solucionamos!".</p>
<p>Hipócritas.</p>
<p>Alguien en la audiencia reconoció el problema obvio con Linux: "It would be hard to do from a free software point of view, I think, because so many people have so many different opinions" (Sería difícil de hacer desde el punto de vista del software libre porque tanta gente tiene opiniones diferentes.)</p>
<p>Exacto.</p>
<p>Y por eso cuando se habla de diseño, no se puede poner a cargo a doscientos millones de boludos que no tienen la más puta idea de cómo diseñar, a crear algo tan importante como la interfaz de usuario de un sistema operativo.</p>
<p>Eso es algo que la gente de Linux nunca jamás entenderá. Lo que importa es la imagen y el diseño. La facilidad de uso y la coherencia estética a lo largo y ancho de todos los programas. Todos.</p>
<p>Y en una comunidad no hay un líder que diga cómo debe ser el diseño, así que eso no tiene solución ni la tendrá nunca.</p>
<p>Conclusiones simplistas:</p>
<p>1) Si querés usar algo fácil y poderoso, comprate una Mac (ese es mi plan)<br />
2) Los de Linux descubrieron la pólvora pero no saben cómo usarla<br />
3) Todo esto es al pedo, nada cambiará. (Son bárbaros los debates, no?)</p>
<p>(Me encanta esta gente, es tan ingenua)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As coisas do Estado ou o Estado das coisas]]></title>
<link>http://jodoas.wordpress.com/?p=4328</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 09:24:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>jodoas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recentemente salientei a qualidade de funcionamento dos serviços clínicos privados face a uma expe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Recentemente salientei a qualidade de funcionamento dos serviços clínicos privados face a uma experiência que vivi. Relativamente à experiência que tenho vivido por força do mesmo problema de saúde nos Hospitais Públicos a opinião cada vez mais cimentada é que efectivamente os serviços funcionam mal. E funcionam mal não é por culpa do Ministro da Saúde mas dos profissionais que neles trabalham. É frequente vários utentes queixarem-se do mau funcionamento dos serviços de secretaria de apoio às consultas médicas a que pomposamente chamam-lhes secretariado. Não sei nem me interessa se essas secretarias estão a recibos verdes a contrato a termo certo ou se são efectivas, mas uma certeza tenho, o grau de responsabilidade no exercício das suas funções é criticável a todos os títulos. As reclamações acontecem com uma enorme frequência nos guichets e as desculpas são sempre as mesmas, foi a colega que esteve no serviço antes que afirmou ter dado em devido tempo a informação necessária. Estava convocado hoje para uma consulta oncológica no S. Francisco Xavier para as nove horas. Por impossibilidade da médica comparecer no período da manhã comunicou com as ditas secretarias a fim de avisarem os doentes que as suas consultas seriam transferidas para o período da tarde. Ora como não fui contactado pelo tal secretariado eram 8H20 estava ao guichet informando de que tinha consulta marcada para as 9H00. Sou então informado que a consulta tinha sido adiada para as 14H00 e que eu estava avisado segundo indicação aposta por quem não estava na altura no guichet, de molde a eu poder refutar tal afirmação, pois não fui efectivamente avisado coisa nenhuma embora no processo existem dois números de telefones fixos e dois telemóveis para esse efeito. O Jerónimo de Sousa, o Francisco Louçã e o Carvalho da Silva andam muito preocupados com a situação de instabilidade dos trabalhadores da função pública que se encontram na situação de prestação de serviço a recibo verde ou a contrato a termo certo, volto a referir é-me indiferente se será o caso das secretarias de apoio às consultas médicas no Serviço de Oncologia do Hospital São Francisco Xavier, mas uma convicção tenho a sua responsabilidade na execução das tarefas que lhes estão confiadas, não me permite desejar-lhes que o seu futuro seja assegurado através deste tipo de prestação de serviço, ainda que estes dirigentes políticos e sindicais estejam muito preocupados com a sua situação e menos preocupados com a qualidade de serviço que é prestada aos utentes do SNS.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Cavaleiro das Trevas]]></title>
<link>http://cinerosebudd.wordpress.com/?p=318</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 06:14:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alecs</dc:creator>
<guid>http://cinerosebudd.wordpress.com/?p=318</guid>
<description><![CDATA[O Coringa das Trevas: &quot;Why...so...serious? Let&#39;s put a smile on that face!&quot;
É preciso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_319" align="aligncenter" width="430" caption="O Coringa das Trevas: &#34;Why...so...serious? Let&#39;s put a smile on that face!&#34;"]<img class="size-full wp-image-319" style="border:0 none;margin-top:5px;margin-bottom:5px;" src="http://cinerosebudd.wordpress.com/files/2008/07/joker-740320.jpg" alt="&#34;It's all... part of the plan!&#34;" width="430" height="252" />[/caption]
<p style="text-align:left;">É preciso dizer que o novo filme do Batman é muito mais policial do que uma obra sobre super-heróis. O trabalho de Christopher Nolan sempre esteve mais próximo de um David Fincher, por exemplo, do que de um Sam Raimi. Há que se observar também que, neste novo filme levou-se em conta o fato de que Batman, apesar de utilizar corpo e consciência em seu favor, não tem nenhum superpoder como outros "heróis". Talvez seja por isso que este é o primeiro longa sobre o "cara" a rejeitar o título comum de "Batman", e assim temos um filme mais voltado para o Duas-Caras Harvey Dent e para o Coringa do que necessariamente para Batman.</p>
<p style="text-align:left;"><em>O </em><em>Cavaleiro</em><em> das </em><em>Trevas</em> começa algum tempo após o final de <em>Batman Begins. </em>Batman (Christian Bale) tem de se juntar a James Gordon (Gary Oldman) e a um jovem promotor público, Harvey Dent (Aaron Eckhart) para conter o crime e limpar as ruas de Gotham. Na tentativa de eliminar a máfia e, ao mesmo tempo elevar Dent a um possível papel de herói da cidade, os três se deparam com o aparecimento do Coringa (Heath Ledger), que começa a controlar os criminosos a seu favor. A proposta do palhaço macabro é matar Batman, que, segundo ele é a culpado pela investida da polícia contra os criminosos. A partir deste ponto o filme de Batman se torna o filme do Coringa. Através das mais alucinantes armações e de planos que manipulam praticamente todos os outros personagens, o Coringa consegue fazer qualquer coisa com pouco esforço. E mais: ele choca.</p>
<p style="text-align:left;">Mas, talvez o grande feito do Coringa tenha seja o ato de espalhar a dúvida em torno da linha que divide os criminosos e os civilizados. Assumindo que Batman é o culpado de sua existência, ele força o homem-morcego a questionar seu valor na sociedade e cogitar uma possível entrega para a polícia. Para comprovar sua teoria o Coringa coloca em um barco criminosos e noutro a "sociedade" e deposita nas mãos de cada um, a vida do outro. Será o civilizado capaz passar para o outro lado? Talvez seja por isso que Nolan decidiu não abordar Harvey Dent e seu Duas-Caras como um vilão, mas como um guardião ao lado de Batman que por via dos acontecimentos procura sua própria justiça e que teve sua vida e sua história (a mais trágica de todas) montadas como um quebra-cabeça pelas manipulações do Coringa. Como vimos em <em>Corpo</em><em> Fechado</em>, o herói completa o vilão, e vice-versa.</p>
<p style="text-align:left;">E o que seria este filme se não um apogeu do roteiro e dos coadjuvantes? Quando achamos que a reviravolta já não é mais possível aparece o Coringa e puxa uma carta da manga e, apesar dos milhares de personagens que o filme tem, nenhum de suma importância sai prejudicado. Gary Oldman e principalmente Aaron Eckhart são indispensáveis para seus personagens, mas, por outro lado, Maggie Gyllenhaal soa tão desnecessária quanto Katie Holmes no papel de Rachel Dawes, não servindo para nada além do melodrama.</p>
<p style="text-align:left;">Comentar algo sobre a interpretação de Heath Ledger é cair em lugar comum. É uma daquelas coisas que não se pode explicar, é preciso ver e tirar suas próprias conclusões: é uma atuação que obrigatoriamente tem de ser vista. Apesar de seu bom marketing viral, este filme vendeu muito mais pela morte do ator, o que revela nossa costumeira proximidade mórbida com a tragédia e com a ironia. Até agora, o ano foi do Coringa.</p>
<p><a href="http://cinerosebudd.files.wordpress.com/2008/07/poster4.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-321" style="border:0 none;margin-left:5px;margin-right:5px;" src="http://cinerosebudd.wordpress.com/files/2008/07/poster4.jpg?w=64" alt="" width="82" height="123" /></a><strong>O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight. EUA, 2008)<br />
Direção: Christopher Nolan<br />
Roteiro: Jonathan Nolan, Christopher Nolan<br />
Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Michael Cane, Gary Oldman, Maggie Gyllenhaal, Morgan Freeman, Cillian Murphy<br />
Duração: 152 min.<br />
<a href="http://www.thedarkknight.warnerbros.com" target="_blank">www.thedarkknight.warnerbros.com</a></strong></p>
<p>__________</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0KGFG-PhPxs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/0KGFG-PhPxs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No Original]]></title>
<link>http://spanglishpop.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>spanglishpop</dc:creator>
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<description><![CDATA[Why do we get crappy videos and songs when English singers decide to “crossover” into the Spanis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Why do we get crappy videos and songs when English singers decide to “crossover” into the Spanish market? El ultimo ejemplo es de <strong>Rihanna</strong> cantando su hit <em><strong>Hate That I Love You</strong></em> en español. She replaced <strong>Ne-Yo’s </strong>English part con <strong>David Bisbal </strong>in Spanish but she failed to translate her part making it a cheap attempt to reach the Spanish market. To add insult to injury, ella decidio no hacer un video nuevo y decidio reciclar su video original y solo agregar a <strong>David Bisbal</strong> en lugares donde parecia <strong>Ne-Yo</strong>. Come on, at least make an effort to be creative and original. <strong>Beyonce</strong> hizo lo mismo el año pasado con <em><strong>Irreplaceable</strong></em>. She did translate the song but decided to use the same video with the Spanish version playing over it….her lips DIDN’T even match the lyrics of the song en español. Learn from true spanglish artists like <strong>Shakira, Enrique, &#38; Ricky</strong>. You film BOTH versions of the song at the same time, that way you give both your English and Spanish fans the same quality of music and video that they BOTH deserve. If you’re going to do something, do it right.  Below is Rihanna’s English and Spanish versions of her song. </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/GfTgaUVSJZs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/GfTgaUVSJZs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Vm_PT7wBiJU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Vm_PT7wBiJU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fracaso]]></title>
<link>http://spanglishpop.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:53:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>spanglishpop</dc:creator>
<guid>http://spanglishpop.wordpress.com/?p=29</guid>
<description><![CDATA[Que estara pensando Thalia? Tal vez, its time to give up music and stick to ummm, whatever it is she]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Que estara pensando Thalia? Tal vez, its time to give up music and stick to ummm, whatever it is she does. Su ultimo disco <strong>LUNADA</strong> fue un fracaso total. El primer sencillo, <em><strong>Ten Paciencia</strong>, </em>no le ayudo para nada y ni hablemos de su presentacion en Premios Juventud with her bad lypsynching and terrible choreography. Her singing has never been good but she has always been able to work with good producers that enhance her voice with great beats pero esta vez not even Emilio Estefan was able to help her. Now, va a tratar que Daddy Yankee le ayude with the release of the remix version of  <em><strong>Ten Paciencia</strong></em>. From the samples I've heard from the cd, it is unlikely there will be any hits coming out of that cd....atleast she still has her clothing line, or does she? How about su revista?  hmmm wait that's gone. Y los chocolates, lentes, y perfume? Who cares, she's still married to Motolla so I'm sure she won't be short on money.<br />
<a href="http://spanglishpop.files.wordpress.com/2008/07/barrio.jpg"><img src="http://spanglishpop.wordpress.com/files/2008/07/barrio.jpg?w=240" alt="" width="240" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-30" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encontré la historia del "shopping" S ... ]]></title>
<link>http://justleo.wordpress.com/2008/07/23/encontre-la-historia-del-shopping-s/</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 22:07:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
<guid>http://justleo.wordpress.com/2008/07/23/encontre-la-historia-del-shopping-s/</guid>
<description><![CDATA[Encontré la historia del &#8220;shopping&#8221; Spinetto en un blog que aparentemente pertenece a u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Encontré <a href="http://undercoverbuenosaires.blogspot.com/2005/09/la-maldicin-del-spinetto.html" target="_blank">la historia del "shopping" Spinetto</a> en un blog que aparentemente pertenece a un argentino.</p>
<p>No sé ni me importa, pero lo que sí me interesa es que Coto es ahora una suerte de plaga que se ha extendido a lo largo y ancho de todo el dichoso "shopping".</p>
<p>Con razón es tan croto. Tenía que ser Coto.</p>
<p>(Sí, la rima la hice a propósito)</p>
]]></content:encoded>
</item>

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