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	<title>criancas-especiais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/criancas-especiais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "criancas-especiais"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 10:28:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Bebês surdos devem aprender língua dos sinais nos primeiros meses de vida]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3462</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 16:51:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização.
Atividades buscam des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#000080;"><img class="alignnone size-medium wp-image-3463" src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/08/015336786-fmmp00.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização.<br />
Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança.</span></strong></p>
<div><span style="color:#000080;">O maior desafio para quem trabalha com crianças surdas é acreditar nos bebês como diferentes e não como deficientes. É assim que pensa a fonoaudióloga escolar Sandra Refina Leite, que trabalha na Escola para Crianças Surdas (ECS) Rio Branco, em São Paulo. Para Sandra, a melhor maneira de potencializar a produtividade e o desenvolvimento dos bebês é ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde os primeiros dias de vida. A fonoaudióloga participa nesta sexta-feira (22), em São Pulo, de um encontro que vai discutir a educação para surdos.<span style="color:#000080;">“Desde o momento em que os pais descobrem a surdez do bebê é importante procurar um especialista para que, além da própria criança poder aprender a língua dos sinais, eles também possam aprendê-la. É fundamental que a criança desenvolva habilidades visuais para se sentir incluída socialmente e quanto mais cedo ela iniciar o processo de educação, melhor”, diz. “Todos os nossos esforços são para que a criança aprenda da maneira mais natural possível”.</span></span> </div>
<div><span style="color:#000080;">A especialista afirma que os pais não costumam aceitar a surdez do bebê em um primeiro momento. “Nossa sociedade não está preparada para a diferença, e isso se reflete também no comportamento dos pais dos bebês, que demoram um pouco a se acostumar. Ainda assim, o resultado vale muito a pena”, afirma Sandra. A fonoaudióloga diz que em seis meses de atividades o bebê já começa a reconhecer os sinais, mesmo que de maneira ainda não estruturada.<span style="color:#000080;">Em casa, é fundamental que os pais se comuniquem com o bebê por meio da linguagem de sinais. Sandra reafirma ainda a importância de brincar com a criança e contar histórias. “Aos pais cabe a tarefa de apresentar o mundo à criança, nomear pessoas e coisas, para que ela entenda a complexidade do mundo, e interagir sempre”, diz.</span></span> </div>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Surdez</strong><strong> </strong></span></p>
<div><span style="color:#000080;">O teste que identifica a surdez do bebê pode ser feito ainda na maternidade. As causas da deficiência podem ser muitas, mas as mais evidentes, segundo Sandra, são casos de meningite, rubéola e toxoplasmose da mãe durante a gravidez.No processo educacional proposto pela ECS, o bebê participa de atividades educacionais até os 3 anos, para se familiarizar com a linguagem de sinais. A partir dos 3 anos, a criança é encaminhada para o ensino formal em uma turma formada apenas por surdos. Depois do quinto ano do ensino fundamental, a orientação é que o aluno seja encaminhado a uma escola tradicional, acompanhado de um intérprete.</span></div>
<div><span style="color:#000080;"></p>
<div></div>
<p></span></div>
<p><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;"><font color="#000080"><font color="#000080"></p>
<div><span style="color:#000080;">“Propomos que o aluno fique em uma escola especial porque em todos os outros momentos do dia ele conviverá com pessoas ouvintes, dentro da própria família. A idéia não é isolar o aluno, mas ensiná-lo a agir como uma pessoa diferente, mas participante quando for exposto a qualquer situação com ouvintes”, afirma.</span></div>
<p></font></font></span><font color="#000080"></font></span></p>
<div> </div>
<p><span style="color:#000080;">No próximo sábado (23) acontece, em São Paulo, o Congresso Internacional “Bilingüismo - Educação para Surdos: Práticas e Perspectivas”. O objetivo do encontro, que reúne profissionais de vários países, é propor e discutir temas relacionados à educação de surdos.                          </span></p>
<p class="materia-intertitulo"><span style="color:#000080;"><strong>Serviço </strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;">Escola para Crianças Surdas Rio Branco<br />
Rodovia Raposo Tavares, 7.200 (quilômetro 24) - Cotia - SP<br />
Tel: (11) 4613 8478</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Fonte: Portal G1 <br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há diferença na hora de falar sobre sexualidade com uma criança deficiente?]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3438</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 22:21:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O tempo em que a curiosidade desperta pode ser um pouco diferente, mas ela tem o direito de saber t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000080;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-3439" src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/08/01440972900.jpg" alt="" width="200" height="300" /></strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>O tempo em que a curiosidade desperta pode ser um pouco diferente, mas ela tem o direito de saber tudo sobre o assunto.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;">Não. Elas têm o direito de lidar com a própria sexualidade e vão ter os mesmos questionamentos. O que muda é o tempo em que as dúvidas começam a aparecer. Não falar do assunto com o intuito de não estimular pode ter efeito inverso. “Sexualidade é inerente a qualquer pessoa. E não é só sexo. É falar de auto-estima, afetividade, confiança. Do que é gostar, namorar. A criança deficiente precisa ter oportunidade de aprender também”, diz Ana Cláudia Bortollozi Maia, autora do livro Sexualidade e Deficiências (Editora Unesp). Ouvir os filhos, prestar atenção no comportamento deles, responder às perguntas à medida que forem chegando — e não adiantar o assunto — e dialogar sem julgar são maneiras positivas de conversar com seu filho. “Não fantasie. Explique tudo com clareza, dê nomes corretos para as partes do corpo, sem eufemismo. Assim, ele pode relatar o que acontece, o que sente”, afirma. Fazer da deficiência mais uma barreira para a inclusão das crianças é um erro comum, mesmo que tenha um caráter protetor.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Fonte: Crescer</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[QUEBRA-CABEÇA]]></title>
<link>http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye28</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este é um quebra-cabeça para você montar . Imprima o desenho e depois de impresso, cole o quadr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um quebra-cabeça para você montar . Imprima o desenho e depois de impresso, cole o quadro em uma cartolina e recorte as peças. Aí é só misturar as peças e começar a jogar.</p>
<p><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/08/quebra_irmas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-41" src="http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/08/quebra_irmas.jpg" alt="" width="450" height="636" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roupas também educam]]></title>
<link>http://modainfantil.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:03:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogymodas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rou
(Garota para colorir)
Nos primeiros anos de vida a criança aprende a reconhecer o mundo: cores,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://modainfantil.wordpress.com/"><img src="http://www.portalis.co.pt/imagens-k/bratz.gif" alt="" /></a>Rou</p>
<p>(Garota para colorir)</p>
<p>Nos primeiros anos de vida a criança aprende a reconhecer o mundo: cores, formas e sons. Será que a roupa pode ajudar nesse aprendizado? Uma pesquisa feita em Santa Catariana revela que vestidinhos, blusinhas e calças podem contribuir para o desenvolvimento da garotada.</p>
<p>Enquanto brinca com o vestido, Gabrielle aprende. “Nesse momento ela está vivenciando o em cima e o embaixo, ela está desenvolvendo a sua coordenação motora”, diz estilista Ana Cristina Nardelli.As estampas não são escolhidas por acaso. “A criança também começa a perceber as primeiras formas do corpo e do rosto nesse momento”, explica a estilista. Pedagogos orientam e os estilistas transportam a fantasia dos brinquedos para o tecido. Eles criam detalhes curiosos que vão aguçar os cinco sentidos da criança. “A aprendizagem da criança, através dos cinco sentidos até os três, quatro anos, a gente está despertando a criatividade desse ser humano para o resto da vida”, diz a psicopedagoga Bernadete Wolff.</p>
<p>Enquanto trocam a roupa dos filhos os pais dão de cara com a sugestão: que tal resgatar velhas cantigas?</p>
<p>A partir dos três, quatro anos começa a “fase dos por quês”. É comum ouvir: “Mãe, por que isso? Pai, por que aquilo?” E a roupa pode ajudar as crianças estimulando a curiosidade das crianças. Quem olha, pensa que a Camila está usando um simples vestido, mas ele traz a proposta de um jogo de perguntas e respostas. É cavalo ou é peixe? Afinal o que é este bichinho? O nome dele é cavalo marinho.</p>
<p>Matheus e a mãe adoraram a idéia. “A gente vai conversando, vai brincando, é gostoso, né amor? Vai trocando de roupa e vai falando sobre os planetas e um monte de coisa.”</p>
<p>Que tal passear pelo fundo do mar e viajar por outros planetas? Nessa idade a criança já tem capacidade de abstrair e precisa exercitar a imaginação. Se os pais forem companheiros nessa brincadeira, tanto melhor! “A criança aprende pela interação e, especialmente, com carinho, amor, com afeição da mãe que é o grande recurso que a criança tem para o aprendizado”, diz Bernadete.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colorir os 7 anões e a Branca de Neve]]></title>
<link>http://colorirdesenhos.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:23:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye12</dc:creator>
<guid>http://colorirdesenhos.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.qdivertido.com.br/anoes.gif" alt="" width="447" height="508" /></p>
<p><img src="http://www.qdivertido.com.br/branca1.gif" alt="" width="540" height="584" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Músicas Infantis]]></title>
<link>http://musicasinfantis.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:13:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye5</dc:creator>
<guid>http://musicasinfantis.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Meu Lanchinho
Meu Lanchinho
Meu Lanchinho
Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Prá fic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Meu Lanchinho</strong></p>
<p>Meu Lanchinho<br />
Meu Lanchinho<br />
Meu lanchinho, meu lanchinho<br />
Vou comer, vou comer<br />
Prá ficar fortinho, prá ficar fortinho<br />
E crescer! E crescer!</p>
<p><strong>Pirulito que bate bate</strong></p>
<p>Pirulito que bate bate<br />
Pirulito que já bateu<br />
Quem gosta de mim é ela<br />
Quem gosta dela sou eu</p>
<p>Pirulito que bate bate<br />
Pirulito que já bateu<br />
A menina que eu gostava<br />
Não gostava como eu</p>
<p><strong>Se essa rua fosse minha</strong></p>
<p>Se essa rua se essa rua fosse minha<br />
Eu mandava eu mandava ladrilhar<br />
Com pedrinhas com pedrinhas de brilhantes<br />
Para o meu para o meu amor passar</p>
<p>Nesta rua nesta rua tem um bosque<br />
Que se chama que se chama solidão<br />
Dentro dele dentro dele mora um anjo<br />
Que roubou que roubou meu coração</p>
<p>Se roubei se roubei teu coração<br />
Tu roubaste tu roubaste o meu também<br />
Se roubei se roubei teu coração<br />
É porque, só porque te quero bem.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Cante outras</strong></p>
<p><a title="Cachorrinhos encantadores!" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/06/02/cachorrinhos-encantadores/"><span style="color:#5b211a;">Cachorrinhos encantadores!</span></a></p>
<p><a title="Aprendendo e se divertindo" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/05/21/aprendendo-e-se-divertindo/"><span style="color:#5b211a;">Aprendendo e se divertindo</span></a></p>
<p><a title="Atirei o pau no gato/ O Cravo Brigou Com a Rosa" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/05/15/atirei-o-pau-no-gato-o-cravo-brigou-com-a-rosa/"><span style="color:#5b211a;">Atirei o pau no gato/ O Cravo Brigou Com a Rosa</span></a></p>
<p><a title="A Canoa Virou" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/04/25/a-canoa-virou/"><span style="color:#5b211a;">A Canoa Virou</span></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sexo é vida]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=2647</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 06:08:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana</dc:creator>
<guid>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=2647</guid>
<description><![CDATA[A criança com deficiência tem sexualidade como as outras. Tentar escondê-la é o que pode criar b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><strong><span style="color:#000080;">A criança com deficiência tem sexualidade como as outras. Tentar escondê-la é o que pode criar barreiras para seus prazeres</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><img src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/06/noticia_20.jpg" alt="" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">Alessander tinha 4 anos quando sua mãe o surpreendeu numa brincadeira com os primos. "Eles queriam ver se o pênis do meu filho era diferente porque ele tem síndrome de Down", conta Deisy Mohr Bauml. Nesse dia, ela se deu conta de que Alessander estava envolvido em explorações sexuais típicas da infância, que tinha sexualidade e precisava de orientação. A certeza veio um tempo depois num aviso da escola. "Havia uma queixa de que ele ficava se masturbando no recreio", diz Deisy. Ela foi convidada a observar o filho junto com a professora e ambas constataram que o menino não fazia nada demais. "Ele ficava de vez em quando com a mão no pênis, assim como os colegas, mas as pessoas viam nisso um distúrbio por ele ser deficiente", lembra a mãe. Deisy procurou a orientação de especialistas. Descobriu que em crianças com deficiência mental esse processo pode ser mais delicado porque elas percebem seu desenvolvimento corporal com atraso. Isso interfere no comportamento sexual, que fica exacerbado pela dificuldade que essa criança tem de se condicionar às normas sociais. "Sua energia e atenção precisam ser direcionadas para atividades que proporcionem prazer, como jogos e exercícios. Assim, ela não fica tão vulnerável aos estímulos de erotização", diz Deisy, que se tornou pedagoga especialista em educação sexual para crianças especiais.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><strong><span style="color:#000080;">Eles têm desejo</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">Para a pediatra Luci Pfeiffer Miranda, coordenadora do Grupo de Trabalho de Crianças e Adolescentes Especiais da Sociedade Brasileira de Pediatria, as mudanças físicas e hormonais que despertam para a sexualidade estão presentes na criança com deficiência seja qual for sua limitação. "A evolução dessa sexualidade depende da autonomia da criança para explorar seu corpo e das condições oferecidas a ela para se relacionar", explica Luci. O problema, segundo ela, é que a superproteção de muitos deficientes atinge também o campo sexual. "Muitos são tratados como assexuados. Crescem, mas continuam a ser vistos como bebês. A gente nota isso na forma como são vestidos. Não existe a preocupação de caracterizar a criança como menino ou menina", aponta Luci.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">O psicólogo e educador sexual Fabiano Puhlmann lembra que quanto maior a orientação, mais recursos o deficiente mental terá para expressar seu desejo de forma adequada. "Ele precisa de informação e limites em doses maiores do que as outras crianças, mas isso não significa ter o desejo reprimido. Apenas ouvir mais vezes, por exemplo, que pode se masturbar no quarto sem ninguém ou no banheiro de portas fechadas, e não a qualquer hora e lugar na frente dos outros." A médica Luci diz que esse reforço é importante, pois o deficiente é dependente de carinho. "Essa criança é presa fácil de abusadores ou até de paixões de curta duração. Por isso, merece um olhar mais atento."</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">A criança que não enxerga tem desenvolvimento sexual normal. A diferença é que ela precisa de muita liberdade para descobrir seu corpo, pois é essa exploração que lhe permite sentir as mudanças físicas. "Se ela é reprimida, ficará insegura sobre como é e como os outros a vêem", diz a pediatra Luci. Os pais devem valorizar as transformações para o filho, indicar que ele está crescendo e conversar sobre como essas mudanças o preparam para a vida sexual. "Os pais não podem tratá-lo como um bobinho. A idéia de que deve ser protegido dos outros é equivocada. A ausência de visão o faz ter percepção mais aguçada do que a nossa para a presença de alguém", explica a médica.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><strong><span style="color:#000080;">Amor sem voz </span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">Para a criança surda, o problema maior é a dificuldade de se comunicar. "Desde cedo os pais precisam ajudá-la, menos com palavras e mais com exemplos que a estimulem a construir uma linguagem própria para suas sensações e a identificar os sentimentos dos outros", explica Nancy Maria Pinto Milani, que trabalha na Associação de Pais e Amigos de Pessoas Portadoras de Deficiência do Banco do Brasil, em Curitiba. Se isso não ocorrer, a criança surda tende a basear sua atração pelas pessoas em aspectos externos. "Ela se envolve com o primeiro que lhe dá atenção e demonstra carinho. Com isso, corre o risco de não ser compreendida, e desenvolve o medo da rejeição. Vai então limitar suas aproximações, procurando em geral outro deficiente auditivo", diz.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><strong><span style="color:#000080;">Atração sobre rodas</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span style="color:#000080;">Com o deficiente físico um parceiro igualmente deficiente não é a preferência ideal. "Por uma questão de bom senso. Imagine duas cadeiras de rodas num motel", brinca o psicólogo Fabiano Puhlmann, que se tornou paraplégico aos 19 anos e escreveu o livro <em>Revolução Sexual sobre Rodas - Conquistando o Afeto e a Autonomia</em> (Editora O Nome da Rosa, 2000). Segundo ele, nada impede o deficiente físico de ter vida sexual normal. "Com o avanço da medicina e dos recursos tecnológicos de reabilitação, 99% dos casos de lesão medular têm tratamento e permitem sexualidade ativa. Quando isso não existe, é por questões psicológicas", diz. Ele aponta a atitude de muitos pais, de esconder o filho com deficiência, como responsável pelas barreiras emocionais. "A criança tem de aprender que pode e deve ser vaidosa, fazer qualquer coisa para se sentir bonita. À medida que tiver prazer com seu corpo, terá prazer com o sexo." A sexualidade é igual para todos. "Cabe à família e à escola valorizar essa questão e orientar a criança deficiente com informação", resume a psicóloga Susete Figueiredo Bacchereti, orientadora de projetos de educação sexual para deficientes em escolas. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span class="olho"><span class="titulomateriasessao"><span style="color:#000080;"><strong>Orientação sexual</strong></span></span></span></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span class="olho"></span><span style="color:#000080;">Instituto Beneficente Nosso Lar, São Paulo, Tel. (11) 272-5266</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Instituto Kaplan - Centro de Estudos da Sexualidade Humana, com serviço gratuito de orientação sexual pelo Tel. 0800-552533, das 9 às 20 horas, de segunda à sexta-feira, ou pelo site </span><strong><span style="color:#000080;">www.sosex.org.br</span></strong></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, Rio de Janeiro, Tel. (21) 2494-1087/2493-9657; <strong>www.sbrash.org.br</strong></span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em>Revolução Sexual sobre Rodas - Conquistando o Afeto e a Autonomia</em>, da Editora O Nome da Rosa, 2000, de Fabiano Puhlmann, R$ 18, a partir de 12 anos, Tel. (11) 3817-5000</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">FONTE: REVISTA CRESCER</span> </p>
]]></content:encoded>
</item>

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