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	<title>corpo-mente &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/corpo-mente/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "corpo-mente"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 10:38:49 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Exercitando as Sinapses]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 15:55:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Durante uns bons vinte anos da minha vida, digamos, dos 4 aos 24 anos, eu sempre resisti fazer qualq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uns bons vinte anos da minha vida, digamos, dos 4 aos 24 anos, eu sempre resisti fazer qualquer atividade física, com a desculpa, o medo, a impressão de "não dar conta."</p>
<p>Era um ciclo vicioso: eu achava que não levava jeito para coisa, portanto nem tentava, e quando tentava me sentia completamente sem jeito para coisa, e ou me machucava ou me expunha ao ridículo, e portanto parava de tentar, por não achar que levava jeito para coisa, etc.</p>
<p>Na 5a série, por exemplo, comecei a fazer aula de vôlei depois da escola. Lembro do meu sentimento de frustração: todo mundo da minha idade sabia jogar "bem para caramba" e eu, só bola na cara. Eu não conseguia entender em que série foi que minhas coleguinhas aprenderam aquela matéria de saber jogar bem,  mas tinha certeza que eu tinha perdido aquela aula, e portanto era uma vez, nunca mais. E foi assim que aos 11 eu decidi oficialmente não levava jeito para qualquer esporte. </p>
<p>A década que se seguiu me viu ficar cada vez mais sedentária, até lá pelo meu quarto ou quinto inverno na América do Norte, em que o frio de menos trinta por semanas a fio me fazia hibernar por mais de 12 horas diárias, e ainda ficar com preguiça. Pensei comigo que era impossível que eu não tinha três horas semanais sobrando para poder encaixar visitas à academia, quando eu desperdiçava quatro horas diariamente dormindo mais do que o necessário.</p>
<p>Desde então, meu relacionamento com meu próprio corpo tem melhorado muito. As três horas na marra que eu passava na academia se pagavam em dez vezes: não só eu dormia menos, mas os estudos rendiam mais, e a mudança na disposição e no humor não cansavam de me surpreender. Intelectualmente, eu sabia que exercício fazia bem. Mas nada como sentir na pele.</p>
<p>Hoje vejo que meu padrão do que "dou conta" inverteu por completo. Eu sempre tive dificuldade com esportes e nenhuma dificuldade com a escola. Agora que começo achar que não "levo jeito" para essa vida acadêmica, fico procurando nas minhas descobertas esportivas metáforas para transferir para a maratona da tese.</p>
<p>Por exemplo, no Canadá em fevereiro fui patinar no gelo, algo que sempre me deu muito medo. Sinapses exercitadas: se solta, Ester, se solta. Pára de querer segurar na gradinha, de querer andar passos pequenos, firmes, robóticos. Deixe-se deslizar. Curta o ritmo, o vento. Exercite sua flexibilidade. Resultado: muitas risadas, um dedão que ficou roxo por mais de mês, mas nenhum tombo.</p>
<p>Em fevereiro também fui esquiar estilo cross-country pela primeira vez. Sinapses exercitadas: caiu? levanta para cair de novo. Obstáculos muitos: subidas íngremes, descidas mais íngremes ainda, dores em músculos que você nem sabia que existia. Resultado: muitas risadas, roupa molhada de suor e de neve, roxos vários, orgulhosamente contados e relatados.</p>
<p>Agora, de volta a Brasília, estou me divertindo explorando rotas de bicicleta numa cidade tão automotiva. Sinapses exercitadas: buscar caminhos novos, atalhos que nem sempre são mais curtos, caminhos mais fáceis que nem sempre são os mais pertos.</p>
<p>E só Deus sabe o quanto estou precisando dessas sinapses todas para dar conta da minha tese...</p>
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<title><![CDATA[Meditazione]]></title>
<link>http://fr69.wordpress.com/2008/02/24/meditazione/</link>
<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 18:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>fr69</dc:creator>
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<description><![CDATA[Meditazione significa essere completamente attenti e permettere  alla sensazione del corpo-mente di ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;color:rgb(255, 0, 0);font-weight:bold;"><span style="font-family:Batang;font-size:180%;">Meditazione significa essere completamente attenti e permettere  alla sensazione del corpo-mente di presentarsi alla vostra attenzione.</p>
<p></span><span style="font-family:Batang;"><i>da-La naturalezza dell'essere </i> di Jean Klein<br /></span><span><a href="http://www.lameditazionecomevia.it/"><span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#666666;">www.lameditazionecomevia.it</span></a></span></div>
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<title><![CDATA[Para o Alto e Avante!]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/2008/01/10/para-o-alto-e-avante/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 01:05:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dentro do esquema &#8220;sacode a poeira e desperta para a vida, menina!&#8221; fiz algumas coisas i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro do esquema "sacode a poeira e desperta para a vida, menina!" fiz algumas coisas interessantes nessa semana.</p>
<p>1. Na segunda-feira voltei a freqüentar a missa diária, e na terça comecei uma novena, pois como diz o jagunço Riobaldo do <u>Grande Sertões: Veredas</u>, "reza é que sara da loucura."* Os efeitos positivos foram sentidos de imediato.</p>
<p>2. Na terça à noite, resolvi ir à reunião dos vicentinos da Paróquia. Essa foi uma idéia muito esperta, porque mata vários coelhos com uma cajadada só: 1) me tira do esquema: eu-minha tese-e-mais nada; 2) a questão do meu estar ausente em fevereiro não prejudica o trabalho de hoje (como prejudicaria se eu estivesse começando um curso, por exemplo); 3) me faz lembrar de como é bom fazer algo que tem efeitos práticos imediatos e que, além disso, tem utilidade para os outros; 4) me faz lembrar de como Deus é generoso comigo.</p>
<p>Dizia o Raul que "o auge do meu egoísmo é querer ajudar." E é mesmo, estou agindo em benefício próprio total. Só espero que tenha algum benefício para os outros também... E olha que essa empolgação toda foi só com a reunião: mal posso esperar sábado chegar para acordar cedinho para ir visitar as famílias que o nosso grupo assiste.</p>
<p>3. Na quarta, comprei uma bicicleta. Bem básica mesmo, usada, só para quebrar o galho: estava morrendo de saudades de andar de bicicleta. Já dei várias voltas legais, até o parque (só até o portão, porque o acesso é proibido), até a UnB, sempre com meu capacete cor-de-rosa à la Penelope charmosa (só tinha dessa cor, sério mesmo).</p>
<p>Os efeitos positivos também foram sentidos de imediato. Alguns negativos também: em particular, uma dor na região glúteo-sacro-lombar, que não lembro ter sentido nunca na vida -- e olha que eu já parei e voltei a andar de bicicletas um tantão de vezes. Estou pensando seriamente em comprar um banco de gel: pois domingo está chegando, e Eixão lá vou eu!</p>
<p>4. Substituí o café pelo chá-verde. Só que não deu muito certo: depois da segunda xícara meu estômago começa a reclamar em alto e bom som. Ora, se eu desse conta de me contentar com uma xícara diária de líquido quente acordante, o café não me traria problema algum. Mas como a minha média diária é de quatro (com uma margem de erro de um para mais ou para menos) tive que pensar em outra estratégia: café no café e no pós-almoço; chá-verde no lanche matinal e no lanche vespertino. Vamos ver se ajuda.</p>
<p>*****</p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:'Times New Roman';"><font size="2"><font color="#33cccc">* João Guimarães Rosa,</font><strong><font color="#ef6c6c"> </font></strong><font color="#33cccc"><u>Grande Sertão: Veredas</u>, Ed. Nova Fronteira, p. 32</font></font></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Esforço repetitivo (II)]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/2007/12/13/esforco-repetitivo-ii/</link>
<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 10:40:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Era véspera do meu aniversário quando a dor ficou insuportável, e minha mãe me levou a um acupun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Era véspera do meu aniversário quando a dor ficou insuportável, e minha mãe me levou a um acupunturista que costumava tratar de minhas rinites, sinusites e outras manifestações alérgicas de minha infância.</p>
<p>Não visitava tal consultório desde 1990, quando mudamos para Cuiabá e as crises se perderam no caminho. Para minha surpresa, o lugar não tinha mudado uma vírgula: a mesma sala, os mesmos móveis simples todos no mesmo lugar. Só a sala que estava muito vazia: na minha época tinha que esperar horas, às vezes até em pé.</p>
<p>A secretária interrompeu minhas lembranças: "É a primeira vez?" Respondi que primeira vez não era, mas que tinha uns vinte anos que eu tinha estado lá. A moça mesmo assim resolveu buscar minha ficha, sob protestos do doutor ("20 anos muito tempo. 5 anos tudo bem, mas 20 muito.") Vale dizer que o doutor também não tinha envelhecido uma vírgula.</p>
<p>Entrei no consultório, vi que os posters na parede continuavam os mesmos, deitei, e o doutor tomou meu pulso. "Inchado, né? Deve está doendo aqui nas costas também." Como eu berrasse afirmativamente (50% dor, 25% surpresa de descobrir uma dor forte que eu nem sabia que tinha e 25% susto da rapidez do médico), ele não teve dúvidas: "É. Tendinite." Foi só nessa hora que eu fiquei sabendo o nome da dita cuja.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Esforço repetitivo (I)]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/2007/12/12/esforco-repetitivo-i/</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 10:07:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Faz agora um pouco mais de um mês desde que comecei a sofrer um sofrimento até então inédito par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Faz agora um pouco mais de um mês desde que comecei a sofrer um sofrimento até então inédito para a minha pessoa: uma dorzinha chata que vai da maçã da mão, passando pela munheca, até chegar aos cotovelos: uma senhora inflamação nos tendões, também conhecida como Tendinite.</p>
<p>Essa dona foi chegando devagar, quase imperceptível. Comecei, porém, fazer Krav Magá, e descobri que a minha habilidade de fazer flexão -- que sempre foi inexistente por falta de bíceps -- tinha deteriorado mil por cento: eu não conseguia nem abrir a palma da mão no chão sem berrar de dor.  </p>
<p>O tio não teve dúvidas em por toda a culpa no senhor Computador, e mandou que eu fizesse alongamento para munheca, mãos e dedos. Quem passasse ali desavisado provavelmente se divertiria em ver o contraste formado pelo pessoal que ralava na flexão, e eu, que sentadinha no tatame, cantava silenciosamente, compenetradíssima: "uma minhoquinha fazendo ginastiquinha; duas minhoquinhas..."</p>
<p>Mas a visita da dona Tendinita -- digo, Tendinite --  estava só começando. Como eu não a conhecia, julguei logo que estava lidando com sua prima, a barra-pesada dona DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), vulgo LER (Lesão por Esforço Repetitivo).</p>
<p>Fiquei apavorada. Imaginei logo o que seria da minha pobre tese, abandonada para todo o sempre, possívelmente um diamante bruto que nunca veria a luz do sol. E daí eu já extrapolava e lamentava a carreira brilhante de escritora, podada na raiz por uma obsessão besta de digitar tudo o que precisa e não precisa só por gostar do tetec-tec do teclado.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Nunca nos arrependeremos]]></title>
<link>http://meditando.wordpress.com/2007/11/15/nunca-nos-arrependeremos/</link>
<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 00:50:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>B*</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nunca nos arrependeremos
Nova mensagem adicionada em
http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Nunca nos arrependeremos" href="http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/" target="_blank">Nunca nos arrependeremos</a></p>
<p>Nova mensagem adicionada em</p>
<p><a title="http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/" href="http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/" target="_blank">http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/</a> .</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ante os que partiram]]></title>
<link>http://meditando.wordpress.com/2007/11/12/hoje/</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 22:10:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>B*</dc:creator>
<guid>http://meditando.wordpress.com/2007/11/12/hoje/</guid>
<description><![CDATA[Ante os que partiram
Nova mensagem adicionada em
http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspirador]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a title="Mensagens Inspiradoras - Ante os que partiram" href="http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/" target="_blank">Ante os que partiram</a></p></blockquote>
<p>Nova mensagem adicionada em</p>
<p><a title="Mensagens Inspiradoras" href="http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/" target="_blank">http://meditando.wordpress.com/mensagens-inspiradoras/</a>  .</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Higiene Mental]]></title>
<link>http://meditando.wordpress.com/2007/11/03/higiene-mental/</link>
<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 13:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>B*</dc:creator>
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<description><![CDATA[                        Incontestável é a importância dos cuidados com o c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Arial;">                        </span></strong><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Arial;">Incontestável é a importância dos cuidados com o corpo, obedecendo ao imperativo da higiene a fim de manter-se a saúde. Da mesma forma, cuidar da mente é imprescindível para a conquista da paz interior.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><strong></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">                         Assim como em uma dieta deve-se selecionar o que será ingerido, de acordo com as conseqüências que a ingestão de cada alimento ocasionará ao organismo, devemos saber filtrar idéias, assuntos e imagens. Temos o controle sobre nossa mente: não podemos evitar que determinados pensamentos nasçam, mas é perfeitamente possível que impeçamos seu desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">                          Se surgem em nossa mente pensamentos tendentes a desânimo, abatimento, vingança, agonia, angústia ou ansiedade, é hora de por em prática o poder que temos de cortá-los imediatamente. Caso permitamos que eles tomem conta de nós, deixando que se fortaleçam, talvez daremos início a um processo negativo que tem se mostrado quase irreversível em muitos casos. Basta observar quantos ao nosso redor não caíram nessa armadilha preparada, em grande parte, por eles mesmos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">                         A higiene mental deve ser realizada com um propósito preventivo, em primeiro lugar; saber escolher o que ler, o que ver, o que ouvir.  Sempre haverá a opção de um livro edificante em vez de um fútil, ou de um filme que alimente a alma em lugar de angústias e medos e músicas que tragam alegria, ao invés de instigarem tristeza e depressão.  Sempre será possível escolher quais lugares freqüentar, que assuntos conversar, que atitude mental tomar face às mais diversas situações da vida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">                          Busque trazer à sua mente o que há de mais positivo e eliminar as lembranças desagradáveis, as inseguranças limitadoras, os sentimentos contrários à fraternidade, as mágoas guardadas há tempos. Promover tal higiene faz com que se descarte todo o lixo mental, tornando a pessoa mais leve e feliz, com a maravilhosa sensação de finalmente ter tomado as rédeas de seus pensamentos.  </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Fraternalmente, </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">                     </span><img src="http://euzebianoleto.wordpress.com/files/2008/06/signatureorange.jpg" alt="" /></p>
<p> <a href="http://euzebianoleto.wordpress.com/"> </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brincar é coisa séria]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/2007/06/25/brincar-e-coisa-seria/</link>
<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 03:37:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
<guid>http://blogdaester.wordpress.com/2007/06/25/brincar-e-coisa-seria/</guid>
<description><![CDATA[Quando eu era criança, eu gostava muito de ler. Muito mesmo. Na verdade, eu lia tanto, que nem sei ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_i83mFoBI76w/Rn__SnT6qvI/AAAAAAAAADw/hjzO1Q44YeQ/s1600-h/Ester.jpg"><img border="0" width="187" src="http://bp1.blogger.com/_i83mFoBI76w/Rn__SnT6qvI/AAAAAAAAADw/hjzO1Q44YeQ/s200/Ester.jpg" height="180" style="float:right;width:175px;cursor:hand;height:159px;margin:0 0 10px 10px;" /></a>Quando eu era criança, eu gostava muito de ler. Muito mesmo. Na verdade, eu lia tanto, que nem sei se eu era muito criança de fato. Eu preferia a companhia de livros do que a de outras pessoas. Eu preferia ler a brincar com gente da minha idade. Na verdade, eu gostava tanto de ler, que teve vez que a professora até chegou a chamar meus pais na escola, preocupada com minha seriedade precoce.</p>
<p>Por um lado, eu acho que essa seriedade toda me faz amadurecer mais rápido. Mas por outro lado, eu acho que isso também prejudicou meu desenvolvimento em outras áreas. É como se eu fosse gente grande desde pequena, e nem sempre duma maneira positiva. É possível ser imaturamente maduro, e na verdade, não é nem tão difícil.</p>
<p>Mês passado eu escrevi sobre "neotenia", e é algo em que tenho pensado bastante. Chame de síndrome de Peter Pan, chame do que for, mas minha opinião atual é que ser infantil é coisa muito séria. E estou me divertindo pacas tentando despertar minha criança interior (uma criança meio sisuda, mas ainda assim criança).</p>
<p><a href="http://bp2.blogger.com/_i83mFoBI76w/Rn_-w3T6quI/AAAAAAAAADo/i0Iqcp6lrmw/s1600-h/Letitia+001.jpg"><img border="0" src="http://bp2.blogger.com/_i83mFoBI76w/Rn_-w3T6quI/AAAAAAAAADo/i0Iqcp6lrmw/s200/Letitia+001.jpg" style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" /></a>Quando eu era pequena, por algum motivo me veio à cabeça a convicção de que ou se é bom com livros, ou com esportes, mas não com os dois. E já que desde quando eu me entendia por gente eu já gostava de ler, eu meio que achei que minha escolha já estava feita e selada, e que seria fominha demais gostar de esportes também. Então eu entrei nesse círculo vicioso de que eu era "um desastre" em qualquer coisa que envolvesse o físico.</p>
<p>Acho que só foi lá pros meus 25 anos que eu saquei que essa dicotomia mente-corpo era um mito -- e um mito não só bobo como também prejudicial. Desde então eu tenho tentado reverter os efeitos de um quarto de século de vida sedentária, nem sempre com muito sucesso (embora deva confessar que é bem melhor tentar quebrar a vida sedentária agora do que esperar mais outros 25 anos).</p>
<p>Tudo começou com a bicicleta. Depois a dança. Depois, mexer através do umbigo. Ontem eu experimentei dar tacadas em bolas de golf pela primeira vez. E frisbee. E pulei num trampolim. E, para minha grande surpresa, não foi nenhum desastre. Muito pelo contrário.</p>
<p>Eis então que um círculo vicioso dá lugar a outro ciclo, não tão vicioso mas igualmente viciante. Só espero que meus livros não fiquem com muito ciúmes. E se ficarem, ah, problemas...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Admirando o próprio umbigo]]></title>
<link>http://blogdaester.wordpress.com/2007/06/20/admirando-o-proprio-umbigo/</link>
<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 18:27:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>estermacedo</dc:creator>
<guid>http://blogdaester.wordpress.com/2007/06/20/admirando-o-proprio-umbigo/</guid>
<description><![CDATA[Os gregos achavam que a Grécia era o umbigo do mundo. Se isso não é egocentrismo (literalmente), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os gregos achavam que a Grécia era o umbigo do mundo. Se isso não é egocentrismo (literalmente), eu não sei o que é.</p>
<p>Dessa última vez que eu fui à Grécia eu não tive tempo de ir a Delfos, o local exato do suposto umbigo do mundo. Mas eu passei muito tempo admirando um certo umbigo. No caso, o meu próprio umbigo.</p>
<p>Na verdade, nos últimos dois meses eu tenho admirado meu umbigo mais do que o normal. Não que narcisismo seja algo assim tão fora do normal para mim. Mas nesses meses eu alterei minha consciência umbilical em quantidade e qualidade. Eu tenho pensado sobre meu centro de gravidade, meu eu criativo, minha fábrica de energia. Seja lá o que isso queira dizer.</p>
<p>7 semanas atrás eu tomei uma decisão arrojada. Eu me matriculei em três aulas sobre as quais eu não sabia nada de nada. Eu comecei a ter aula de Pilates, Tai Chi Chuan e Nia. Eu não tinha a mínima idéia do que que era essas aulas, mas eu precisava de uma motivação extra para ir para a academia, e essas eram as únicas aulas que se encaixavam no meu horário. E por coincidência, todas essas três atividades exercitam o nosso centro de gravidade. Nosso "eu" criativo. Nossa fábrica de energia. Aquela cicatrizona no meio da nossa barriga.</p>
<p>Acredite ou não, essas aulas estão tendo o maior impacto em outras partes do meu dia-a-dia. Tango, por exemplo. Tem mais de ano que eu estou tentando entender o que que a tia quer que eu faça quando ela fala "Gente, tem que dançar com o umbigo!". Como assim, com o umbigo? "Andar com o umbigo! Conduzir com o umbigo! Deslizar com o umbigo!" Pô, como assim? Mas agora, de repente, isso faz todo o sentido e toda a diferença! Até rodopiar ficou muito mais fácil, e muito mais legal.</p>
<p>Essa história de andar com o umbigo muda até o jeito que eu caminho. Andando com o umbigo eu caminho muito mais rápido, sem fazer tanto esforço. Eu geralmente me mexo a partir das minhas extremidades, e é por isso que eu ando devagar (e eu ando devagar pra caramba: é muita responsabilidade para meus pezinhos). O mesmo se dá com a quantidade de peso que eu consigo levantar (levantar peso com as mãos ou com o tronco faz toda diferença do mundo). Então agora do nada eu estou me sentindo "a forte".</p>
<p>Então, se você estiver procurando uma maneira mais criativa, energizante, equilibrante de admirar o próprio umbigo, experimenta esse negócio de mover a partir do seu "centro de gravidade". Sério, é o tipo de coisa que mexe o meu "eu" interior mais criativo... Seja lá o que isso queira dizer.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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