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	<title>copan &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/copan/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "copan"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:57:22 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Antigua]]></title>
<link>http://haleyandjim.wordpress.com/2008/08/27/antigua/</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:55:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>haleyandjim</dc:creator>
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<description><![CDATA[We successfully navigated the mudslides Friday morning to get to Antigua. It was a pretty grueling s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>We successfully navigated the mudslides Friday morning to get to Antigua. It was a pretty grueling six-hour bus ride, in a bus that was definitely not designed for people of Jim´s height.</p>
<p>Haley had a great time in Antigua. Jim, not so much -due to a fever and requirement of a bathroom in close proximity. It was a nice little city, with beautiful Spanish colonial architecture and a massive conical volcano just outside of town. Definitely a place we might find ourselves exploring more in the future.</p>
<p>We left town on Sunday afternoon with a bus-ride, three flights (one a red-eye), a taxi-ride, and two more bus-rides ahead of us. It would be a good twenty-four hours of traveling.</p>
<p>Here are a few last pics of Copan and Antigua:</p>
<div><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;">[vodpod id=ExternalVideo.673165&#38;w=425&#38;h=350&#38;fv=host%3Dpicasaweb.google.com%26noautoplay%3D1%26RGB%3D0x000000%26feed%3Dhttp%253A%252F%252Fpicasaweb.google.com%252Fdata%252Ffeed%252Fapi%252Fuser%252Fjim.mccary%252Falbumid%252F5239258347182280657%253Fkind%253Dphoto%2526alt%253Drss] </span></div>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Adios Copan]]></title>
<link>http://haleyandjim.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 15:12:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>haleyandjim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Leaving Copan today.  We were scheduled on a 5:30 am bus to Antigua, Guatemala, but supposedly a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Leaving Copan today.  We were scheduled on a 5:30 am bus to <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Antigua_Guatemala" target="_blank">Antigua, Guatemala</a>, but supposedly a landslide was blocking the road.  So, we killed some time playing cards in the park, eating breakfast, and are hoping to catch the 10:30 am bus. </p>
<p>It was a good stay in Copan, but we're looking forward to moving on to our next stops.  We'll be spending the weekend in Antigua (road conditions permitting), and then off to Peru to visit <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Machu_Picchu" target="_blank">Machu Picchu</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Maravilhas do centro]]></title>
<link>http://chefaporter.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 02:07:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>chefaporter</dc:creator>
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<description><![CDATA[Existem sempre aqueles lugares na cidade que são clássicos, que não precisam de propaganda e nem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Existem sempre aqueles lugares na cidade que são clássicos, que não precisam de propaganda e nem de gente festeira entranto e saindo pela porta. São frequentemente conhecidos por poucos, não tem uma ambiente ultra-moderno e nem chefs estrelados desfilando pelo salão.</p>
<p>Andando pelo centro da cidade (onde moro e amo) hoje fui em deles: Café Floresta. Pra quem não conhece o Café Floresta fica alí no número 200 da Av. Ipiranga aos pés do já famoso Copan. Os proprietários são os irmãos portugueses  Adelino e José Augusto Pereira dos Santos, que se revezam no atendimento e não deixam a pateca cair desde 1973. Só fecha em duas datas do ano: 25 de dezembro e 1º de janeiro, ficando aberto até a 1 hora da manhã. O ambiente todo é o mesmo desde a sua inauguração, todo acabado em madeira e com detalhes que você passa horas observando. Dá até pra se sentir no centro a 35 anos atrás.</p>
<p>Direto das máquinas sai um expresso corretíssimo feito com o já tradicional café floresta e das vitrines salgados, bolos e tortas que não se vê em qualquer lugar. Merecem destaque o pão de queijo (crocante e douradinho por fora, cremoso e macio por dentro) e a incrível torta de limão. Fui obrigado a comer dois pedaços pra acreditar que era verdade de tão bom. Saudade.</p>
[caption id="attachment_36" align="aligncenter" width="449" caption="Torta de Limão"]<img class="size-full wp-image-36 " src="http://chefaporter.wordpress.com/files/2008/07/torta-de-limao.jpg" alt="" width="449" height="363" />[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indigenous Groups Take Over Copan Ruins]]></title>
<link>http://gearity.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 03:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>gennag4</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Quite frequently, I would hope, you will be seeing me post about my second home, Honduras.  Here is]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gearity.files.wordpress.com/2008/07/cop3.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-31" src="http://gearity.wordpress.com/files/2008/07/cop3.jpg?w=69" alt="" width="69" height="96" /></a></p>
<p>Quite frequently, I would hope, you will be seeing me post about my second home, Honduras.  Here is the first of many.  Interesting article.</p>
<p><a href="http://hondurasnews.com/2008/06/24/indigenous-groups-take-over-copan-ruins/">indigenous groups take over copan ruins</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ordem é ser clean]]></title>
<link>http://cidadesonegada.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 23:37:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cidade Sonegada</dc:creator>
<guid>http://cidadesonegada.wordpress.com/?p=69</guid>
<description><![CDATA[“O Edifício Itália
Era o rei da Avenida Ipiranga
Alto, majestoso, belo
Ninguém chegava perto da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">“O Edifício Itália</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Era o rei da Avenida Ipiranga</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Alto, majestoso, belo</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Ninguém chegava perto da sua grandeza</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Mas apareceu agora, o prédio do Hilton Hotel</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Gracioso, moderno e charmoso</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><a href="http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/a-briga-do-edificio-italia-com-o-hilton-hotel.html" target="_blank">Roubando as atenções pra sua beleza”</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong>A briga do Edifício Itália com o Hilton Hotel, Tom Zé</strong><em></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em>Gabriela Portilho</em></strong></p>
<p class="MsoNormal">Já houve um tempo em que os prédios ganhavam espaço no imaginário popular, seja pela sua graciosidade, seja por sua arquitetura, como o trio Hilton, Itália, Copan. Não é de surpreender que Tom Zé tenha feito uma música em que o Hilton Hotel e o Edifício Itália protagonizavam uma ceninha de ciúmes devido às suas personalidades.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/06/cartaz_doc.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-70" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/06/cartaz_doc.jpg?w=300" alt="Itália visto do Hilton" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><!--more--></p>
<p class="MsoNormal">Hoje, a Marginal Pinheiros está dominada por prédios, todos no mais novo estilo Robocop. Não tem nem como rolar uma disputinha. Todos enormes, todos espelhados, todos ultra-modernosos.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Em contrapartida, o Hotel Hilton no centro não existe mais. Ele foi se juntar aos amigos Robocops e à ponte Estaiada. Sempre que passo por ali, fico lembrando da cidade de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4lW0F1sccqk" target="_blank">Blade Runner</a>. Não demora pra que um dos carros alce vôo sobre a Marginal.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/06/ponte_estaiada1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-78" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/06/ponte_estaiada1.jpg?w=290" alt="" width="290" height="290" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Mas estava falando do Hilton – o do centro. Símbolo do glamour da sociedade paulistana e do início da indústria do turismo nos anos 70, hoje está em pedaços – literalmente. Isso porque está sendo totalmente reformado para abrigar o Tribunal de Justiça. E a ordem é ser <em>clean</em> por dentro. Tudo branco, tudo sem frescuras. Nada de jardins de Burle-Marx, nada de cafés, bistrôs, salas de banquete que já abrigaram festas grandiosas.</p>
<p class="MsoNormal">Por fora tudo continua como está já que, por sorte, foi tombado pelo patrimônio. Mas por dentro tento fotografar o pouco que restou do hotel símbolo de uma década.</p>
<p class="MsoNormal">É sempre na tentativa de negar o que é que São Paulo afirma sua modernidade e vai se constituindo numa cidade sem cara, sem alma, que tenta desconstruir o pouco que restou. É assim que os robocops e os prédios comerciais dominam a cidade. A ordem é ser <em>clean</em>.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/06/italia2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-71" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/06/italia2.jpg?w=225" alt="Edif�cio Itália" width="225" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[copan 4]]></title>
<link>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 02:34:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>erinamelia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
I love these heads.  They make me really happy, and they also look like they&#8217;re going to eat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://erinameliaphotos.wordpress.com/files/2008/06/copan5.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-38" src="http://erinameliaphotos.wordpress.com/files/2008/06/copan5.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></p>
<p>I love these heads.  They make me really happy, and they also look like they're going to <em>eat your soul</em>.  Which, I think, is the impression they were originally supposed to give off.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[copan 3]]></title>
<link>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:24:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>erinamelia</dc:creator>
<guid>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=11</guid>
<description><![CDATA[
Another nice one from Copan.  This is a picture I keep going back to again and again, I love it so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://erinameliaphotos.files.wordpress.com/2008/06/copan4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-35" src="http://erinameliaphotos.wordpress.com/files/2008/06/copan4.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></p>
<p>Another nice one from Copan.  This is a picture I keep going back to again and again, I love it so much.  The trees have come out almost unnaturally emerald-colored but they actually looked like that.</p>
<p>This <span>work</span> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/us/">Creative Commons Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 United States License</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[copan 2]]></title>
<link>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 22:30:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>erinamelia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
One of my favorite things about the ruins in Copan is they way they seem to emerge, like mist, out ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://erinameliaphotos.files.wordpress.com/2008/06/copan2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-34" src="http://erinameliaphotos.wordpress.com/files/2008/06/copan2.jpg" alt="copan2" width="400" height="267" /></a></p>
<p>One of my favorite things about the ruins in Copan is they way they seem to emerge, like mist, out of the jungle.</p>
<p>This <span>work</span> is licensed under a<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/us/"> Creative Commons Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 United States License</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[copan 1]]></title>
<link>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 22:49:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>erinamelia</dc:creator>
<guid>http://erinameliaphotos.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[
I think I&#8217;ll post some of the shots I took at the Mayan temple ruins in Copan, Honduras.  It]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#0000ee;text-decoration:underline;"><a href="http://erinameliaphotos.files.wordpress.com/2008/06/2007-0097.jpg"></a><a href="http://erinameliaphotos.files.wordpress.com/2008/06/2007-0098.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-33" src="http://erinameliaphotos.wordpress.com/files/2008/06/2007-0098.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></span></p>
<p>I think I'll post some of the shots I took at the Mayan temple ruins in <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Copan">Copan, Honduras</a>.  It's one of the finest complexes of Mayan ruins, but it's a lot less visited than the others because it's in Honduras.  Copan is a gorgeous town in the jungle near the border with Guatemala.  I could very happily have spent a couple of weeks there.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descubren en Copán, la mayor pieza de Jade Maya del mundo. Con foto.]]></title>
<link>http://esencia21.wordpress.com/?p=705</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 23:58:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>esencia21</dc:creator>
<guid>http://esencia21.wordpress.com/?p=705</guid>
<description><![CDATA[El hallazgo todavía no se ha divulgado en sus detalles y todo indica que lo que se ha encontrado en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:2px;" src="http://img.informador.com.mx/biblioteca/imagen/266x200/26/25033.jpg" alt="" width="266" height="200" />El hallazgo todavía no se ha divulgado en sus detalles y todo indica que lo que se ha encontrado en las excavaciones es una tumba real en Oropéndola, en momentos en que el arqueólogo hondureño Ricardo Agurcia realiza trabajos de reforzamiento en los túneles de ese centro.</p>
<p style="text-align:justify;">Tegucigalpa.- Arqueólogos hondureños encontraron en el Parque de Copán, unos 500 kilómetros al occidente de esta capital, lo que es hasta el momento la pieza de jade más grande que se haya descubierto en los países del Mundo Maya. Así lo dio a conocer el ministro de Turismo de Honduras, Ricardo Martínez, al inaugurar ayer aquí el V Congreso Nacional de Turismo, al que asisten el ministro de Turismo de Cuba, Alex Trujillo, y el director general del Consejo de Promoción Turística de México, Oscar Fitch.</p>
<p style="text-align:justify;">El funcionario explicó que la pieza fue encontrada en fecha reciente al realizarse excavaciones en el templo Oropéndola, en el Parque de Copán, el principal centro arqueológico maya que tiene Honduras. “En ese lugar se encontró una pieza de jade del tamaño de una pelota de futbol, la más grande descubierta en los países del Mundo Maya”, precisó al referirse al circuito cultural conformado por México, Guatemala, Honduras, El Salvador y Belice.</p>
<p style="text-align:justify;">El hallazgo todavía no se ha divulgado en sus detalles y todo indica que lo que se ha encontrado en las excavaciones es una tumba real en Oropéndola, en momentos en que el arqueólogo hondureño Ricardo Agurcia realiza trabajos de reforzamiento en los túneles de ese centro. El Congreso Nacional de Turismo que se lleva a cabo en la capital hondureña concluirá este mismo viernes.</p>
<p style="text-align:justify;">Fuente: <a href="http://www.milenio.com/index.php/2008/05/17/239894/" target="_blank">Milenio.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Visit to Copan]]></title>
<link>http://barrowclough.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 21:40:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>barrowclough</dc:creator>
<guid>http://barrowclough.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[After a week in San Pedro Sula working and one very boring weekend in the town I decided to risk the]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/leaving-san-pedro-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27 alignleft" style="float:left;" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/leaving-san-pedro-2.jpg?w=300" alt="Road to Copan" width="248" height="152" /></a>After a week in San Pedro Sula working and one very boring weekend in the town I decided to risk the company car on a road trip to the West of Honduras. Here, near the border with Guatemala you can find the ancient Mayan ruins of Copan. Designated an Unesco world heritgate site it is well worth teh visit. Famous for it's Mayan alters and sculptures. It may not have the grandiose pyramids of Tikal and Chichen Itza but it definitely worth the visit.</p>
<p>        <a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0319.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28 alignright" style="float:right;" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0319.jpg?w=300" alt="Driving close to Copan" width="237" height="152" /></a></p>
<p>3 hours driving from San Pedro Sula saw me to a coffe farm 20 km away from Copan. The Welches coffe farm on the main road between San Pedro and Copan is well worth the stop. I had a private guided tour around the coffe plantation on horseback by a very knowledgable guy, and then you leave the horses behind and follow a nature trail down into teh jungle and into some primary jungle (rainforest) before stopping for lunch and then onto the coffe processing plant.</p>
<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0238.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0238.jpg?w=300" alt="" width="223" height="133" /></a>      <a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0312.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-30" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0312.jpg?w=300" alt="" width="224" height="140" /></a></p>
<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0357.jpg"></a><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0419.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-32 alignleft" style="float:left;" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0419.jpg?w=300" alt="" width="269" height="166" /></a>From here, 20/30 minutes driving and you will cross over the bridge onto the cobbled streets of Copan De Ruinas. This palce is great, one of the nicest backpackers, tourist towns I have visited. It's not a major tourist trap for the masses so it has a more friendly feel about it than some major tourist destinations. There are cheap and expensive hotels for all budgets. I stayed in a great hotel, mid budget opposite the museum near the town square.There are many small bars and restaurants around the centre, many catering for tourists and offering tours and travel services.</p>
<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0480.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33 alignright" style="float:right;" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0480.jpg?w=199" alt="" width="144" height="198" /></a>The real reason people come to this quant colonial town however is to go to the Copan Mayan Ruins. It's a little bit pricey, a ticket for everything, the ruins, tunnels, museum, will set you back aorund $45. The tunnels aren't anythin too special and not really worth the extra cost in my opinion, but if you got the moeny and want to escape the hea of the outside for a while they provide a cooler alternative to the jungle! I am not one for liering too long around places but I would suggest 2 hours in plenty of time to have a general look around. If however you are very itnerested in Mayan history etc then you could easily spend many more wandering around. There are also some oher sites close by that you can walk too if you are interested in those.</p>
<p>I was lucky enough to bump into a couple of people who told me about some Indian village in the mountains behind Copan. So I set off for a 1/2 hour hike up into the jungle to the Indian village. The track was steep and in the heat of Honduras's summer I looked like a drowned rat. I am sure the villagers were very amused by the sight of me stomping into their village! It was quite nice, gave some nice scenery and was a real step back into the past and a view of how life was many years ago for the Honduran indigneous people. What was nice was that, unlike so many other toursit places, there was no feleing of falseness about the place. It wasn't put on for tourists, it wans't reconstructed to make some money. It's a real living community of Indians living the way they have for centuries.</p>
<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0397.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-34" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0397.jpg?w=300" alt="" width="224" height="148" /></a>   <a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0383.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-35" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0383.jpg?w=300" alt="" width="217" height="143" /></a></p>
<p><a href="http://barrowclough.files.wordpress.com/2008/06/pict0327.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36 alignleft" style="float:left;" src="http://barrowclough.wordpress.com/files/2008/06/pict0327.jpg?w=300" alt="" width="216" height="136" /></a>From Copan I drove another 40km to the West to El Florido. This is the mountain border crossing post into Guatemala. I payed my relevant bribes (despite it saying all border crossings are free in a big sign) and drove across into Guatemala. After a few minutes the scenery becomes quite amazing, with soaring jungle covered mountains and remenants of previous volcanic activity. I was running low on time and driving in the region isn't too safe at night so after 30 minutes in Guatemala I turned the car around and headed back to San Pedro Sula.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sculpture, Copan]]></title>
<link>http://mayankids.wordpress.com/2008/04/21/god-sculpture-copan/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 03:55:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>mayankid</dc:creator>
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<description><![CDATA[

The Pre-Columbian city today known as Copán is a locale in western Honduras, in the Copán Depart]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="flickr-frame"><img class="flickr-photo" src="http://farm3.static.flickr.com/2298/2259266878_c6bf9927b8.jpg" alt="" /></div>
<div class="flickr-frame"></div>
<div class="flickr-frame">The Pre-Columbian city today known as Copán is a locale in western Honduras, in the Copán Department, near the Guatemalan border. It is the site of a major Maya kingdom of the Classic era (5th through 9th Centuries).</p>
<p>The kingdom, anciently named Xukpi (Corner-Bundle), was occupied from the 5th century AD to the early 9th century,  It was situated at the far southern and eastern end of Maya territory. The nearby modern village of <strong>Copán Ruinas </strong>itself may have anciently been known as Oxwitik.</p>
<div class="flickr-frame"><img src="http://www.mayankids.com/IMAGES/spacer.gif" border="0" alt="" width="461" height="375" /></div>
</div>
<div class="flickr-frame">
<p style="text-align:right;"><span style="color:#c0c0c0;"><span class="flickr-caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/vaticanus/2259266878/">God_N Copan.jpg</a>,  uploaded<br />
by <a href="http://www.flickr.com/people/vaticanus/">vaticanus</a>.</span></span></p>
</div>
<p class="flickr-yourcomment" style="text-align:right;"><span style="color:#c0c0c0;">Honduras</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[last night on this side]]></title>
<link>http://collective1.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 03:26:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivo1</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://collective1.files.wordpress.com/2008/04/img_60942.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-198" src="http://collective1.wordpress.com/files/2008/04/img_60942.jpg" alt="" width="500" height="666" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oscar Niemeyer em São Paulo (TCC)]]></title>
<link>http://renatapsnunes.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 23:37:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>renatapsnunes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recentemente eu terminei meu curso de Tecnologia em Design de Mídia Digital.
Meu TCC foi um ensaio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente eu terminei meu curso de Tecnologia em Design de Mídia Digital.</p>
<p>Meu TCC foi um ensaio fotográfico sobre 3 importantes obras de Oscar Niemeyer em São Paulo: o Complexo do Ibirapuera, o Edfício Copan e o Memorial da América Latina. Para minha monografia fiz um levantamento bibliográfico sobre a vida e obra de Oscar Niemeyer.</p>
<p>A apresentação do meu TCC pode ser vista <a href="http://br.geocities.com/renata_pedrozo/tcc/apresentacao.html">aqui</a>.<br />
<img src="http://renatapsnunes.wordpress.com/files/2008/04/ishot-60.jpg" alt="Oscar Niemeyer na Cidade de São Paulo" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tendências... A vez das fachadas sustentáveis]]></title>
<link>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 20:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye18</dc:creator>
<guid>http://arquiteturaearte.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[

 A vez das fachadas sustentáveis


 

&#8212;&#8211;

O arquiteto brasileiro Edson Yabiku, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> <span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';">A vez das fachadas sustentáveis</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:20pt;color:gray;font-family:'Trebuchet MS';"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><img src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/copanpanpanpan.jpg" alt="copanpanpanpan.jpg" /> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">O arquiteto brasileiro Edson Yabiku, que morou 5 anos em Tóquio e mora há 11 em Londres, desembarcou em São Paulo anteontem e, no trajeto entre o aeroporto de Cumbica e o Copan, a primeira coisa em que reparou foi nas numerosas pichações da cidade. Cidade limpa? Yabiku elogia a iniciativa de reduzir as propagandas e os letreiros das ruas e lojas. Mas esse paranaense de Maringá que trabalha no escritório Norman Foster + Partners – do famoso arquiteto inglês que acaba de assinar o novo aeroporto de Pequim – está em São Paulo para falar sobre a importância muito maior da fachada na arquitetura atual. E o que ele descreve tem raros exemplos na cidade.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Yabiku é um dos participantes do 1º Encontro Nacional sobre Fachadas, fórum organizado pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), amanhã e depois de amanhã, no Hotel Renaissance. Foi ele quem sugeriu ao Estado o encontro em frente ao Copan, projetado por Oscar Niemeyer. Ele queria rever o brise-soleil (quebra-sol) que cobre toda a fachada curva do edifício. “O brise-soleil voltou a ser muito usado”, comenta Yabiku, que no momento trabalha no desenho de uma universidade em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, que terá brise-soleil de titânio. A razão está na necessidade atual de construções que economizem energia e carbono.</span></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Na arquitetura americana, diz Yabiku, predominou o arranha-céu que usa uma planta quadrada e obriga boa parte dos ocupantes do prédio a ficar em áreas centrais mal iluminadas e com forte ar-condicionado. Hoje, principalmente na Alemanha, usa-se no máximo uma fachada com 18 metros contínuos de largura para que ninguém fique distante da iluminação natural – caso do prédio do Commerzbank, em Frankfurt, projetado pelo escritório de Norman Foster. A fachada também recebe recortes e reentrâncias que impedem essas regiões mais escuras dentro do ambiente de trabalho. “Num país de pouco sol como a Inglaterra, esse balanço entre luz natural e ar-condicionado é importante até para ter locais de trabalho menos depressivos.”</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Curiosamente, Yabiku nota que o Copan, além do mau estado de conservação, tem um problema em seu projeto: como o brise-soleil fixo de concreto fica na horizontal e o prédio tem face voltada para o norte, o sol que incide de manhã cedo a leste e no fim de tarde a oeste bate diretamente no interior dos apartamentos. Além disso, o concreto já não é tão usado por ter cimento, cuja fabricação emite gás carbônico para a atmosfera. É por isso que o desenho de fachadas, segundo Yabiku, é cada vez mais fundamental numa era que preza cada vez mais a sustentabilidade ambiental. A fachada não é mais um cartão de visitas ou a face mais pública de uma obra.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>“A fachada é parte integrante da estrutura. Nos trabalhos do escritório, a fachada já é a própria estrutura”, diz, citando outro exemplo, o prédio Swiss Re (hoje não mais pertencente à seguradora), considerado o primeiro arranha-céu ecológico de Londres. É um edifício em forma de projétil que tem muita iluminação e ventilação naturais. Yabiku conta que em Londres foi aprovada regulamentação, conhecida como “Part L”, de 2006, que estabelece limites para a carga térmica de uma construção urbana. O efeito tem sido o uso menos abundante de vidros no revestimento dos edifícios e, quando usados, a adoção do vidro duplo ou triplo.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Para observar alguns exemplos de arquitetura recém-erguida em São Paulo, o Estado levou Yabiku ao cruzamento das Avenidas Nova Faria Lima e Juscelino Kubitschek. Ele não encontrou nada parecido com o que vem sendo feito pelos grandes escritórios de arquitetura mundiais, como aquele em que trabalha ao lado de 1.200 profissionais. Não se vê, por exemplo, o vidro triplo: um sanduíche de vidro complementado por outra camada com intervalo de ventilação. No caso de lugares com muito calor e luz, como as cidades brasileiras, esse tipo de revestimento – com o terceiro vidro no lado mais externo do prédio – seria o mais indicado para reduzir o uso do ar-condicionado.</span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Yabiku nota também a preferência por vidros escuros, em tons de azul ou verde, e o convencionalismo das estruturas. “Quando o prédio rompe com a forma quadrada, é apenas para acrescentar uma decoração, não algo que tem lógica interna. No nosso escritório questionamos tudo: se vamos usar um volume chanfrado, por exemplo”, diz apontando para um prédio na Nova Faria Lima, “queremos ter um porquê.” Ele também diz que, apesar do custo maior de projetos menos convencionais, há ganhos para quem investe em fachadas sustentáveis. “Prédios que fizemos economizam até 40% em energia, reduzindo custo de manutenção. Além disso, o empreendedor vai ganhar muito ao vender o prédio, que se tornará um marco. O Swiss Re foi vendido pelo triplo do que custou quatro anos antes.” </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>Seu argumento também tem uma perspectiva histórica. “No passado, quando começaram a fazer piso elevado para poder embutir as fiações, muitos construtores disseram que aquilo encarecia a obra. Depois, como o cliente pedia, todo mundo passou a usar piso elevado. O mesmo vale para o vidro: ninguém mais usa vidro simples. Agora os prédios se voltam para a iluminação natural, o que pede variações de fachadas.” As fachadas, além de limpas, cada vez mais terão a obrigação de ser sustentáveis. </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p><img src="http://arquiteturaearte.wordpress.com/files/2008/04/copan.jpg" alt="copan.jpg" /></p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">-----</span></p>
<p>é isso aí.</p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Copan Glyphs]]></title>
<link>http://vagoscribe.wordpress.com/2008/03/30/copan-glyphs/</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 00:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>vagoscribe</dc:creator>
<guid>http://vagoscribe.wordpress.com/2008/03/30/copan-glyphs/</guid>
<description><![CDATA[


 

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><a title="copan-january-2008-036.jpg" href="http://vagoscribe.wordpress.com/files/2008/03/copan-january-2008-036.jpg"></a></div>
<p><a title="copan-january-2008-036.jpg" href="http://vagoscribe.wordpress.com/files/2008/03/copan-january-2008-036.jpg"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://vagoscribe.wordpress.com/files/2008/03/copan-january-2008-036.jpg" alt="copan-january-2008-036.jpg" /></div>
<p> </p>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Honduras - Utila, San Pedro Sulas, Copan]]></title>
<link>http://spectorsthoughts.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 22:12:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cogitatus</dc:creator>
<guid>http://spectorsthoughts.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Scuba diving &#8212; I love it although I am saddened by the decline of reef health.  I went to Hond]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Scuba diving -- I love it although I am saddened by the decline of reef health.  I went to Honduras because the reefs there are in relatively great condition.  However, I cannot help but wonder, what has already been lost?</p>
<p>Despite my ruminations on the health of the reefs, I wanted to see the reefs in Honduras and that is exactly what I did.</p>
<p>I went to Honduras with three friends.  The main goal of our trip was to scuba dive around the small island of Utila.</p>
<p>I was supposed to fly from DC to Miami and from Miami to San Pedro Sulas, Honduras and then take a bus from San Pedro to the port city of La Ceiba.  The trip did not go as planned.</p>
<p>After departing on time from Washington Reagan National Airport, the captain informed us that our flaps were stuck in the 5% down position. We could not continue to Miami but we could not return to National because, as the captain stated, "Dulles has the longest runway in the area."  Think for a second -- why would we need the longest runway in the area?  Oh right, because the main mechanism for stopping our plane -- our flaps -- was broken.  Scary.  The harrowing emergency landing at Dulles included the entire fire, police, and ambulance corps of the airport arrayed on the runways directly parallel to ours.  We used our brakes a lot (no flaps, remember), and were fine.  Amazingly, American Airlines found us another plane within two hours of landing.</p>
<p>Since I missed my connecting flight and arrived in San Pedro Sulas late, my travel companions, per our pre-arranged contingency plan, left San Pedro without me.  With some Spanglish and luck, I was able to find a "safe" hotel, a bus schedule for the next day, and walking directions to the bus station.  The bus departed at 6am.  I arrived in La Ceiba at 9:15 am.  The ferry for Utila left at 9:30am.  My friends were waiting for me.  Phew, made it.</p>
<p>Unfortunately, the weather was terrible.  Over 50% of our boat rejected their breakfast, including me, which is rare since I do not get sea sickness.  Since the waves were higher than our boat, I do not feel quite as bad.</p>
<p>Despite raining for the first three days of our stay, Utila was amazing.  The island is filled with interesting, diverse people.  The diving is...amazing.  On our last dive on the last day, we saw a whale shark!  I snorkled behind it until it dove too deep. By then, I was in a massive school of tuna, who were darting all around me eating invisible krill.  The birds were diving into the water, as well.  It was an experience and adventure.  I loved it!</p>
<p>Our small group then departed Utila for a 24hr excursion to Copan.  Turns out the bus station in San Pedro, on the days before Christmas, is not the place to go.   No one knows what is going on, least of all gringo touristas.  We found a bus headed for Copan.  It was supposed to be an "express."  It was not.  Instead, we stopped every few miles.  People got on, people got off.  It was hot.  There was no air conditioning and the kid behind me was sick.  The police stopped the bus many times.  However, they only got on it once and then spent ten minutes ignoring everyone on the bus but us.  Shockingly, and to the credit of the Honduran state, we were not asked for bribe money and were allowed to continue.  We arrived in Copan 5 hours after we left.  In the US, this trip might have taken 90 minutes.</p>
<p>Copan was wondrous.  It is considered the "Athens of Central America" for a good reason.  Since our bus took three hours longer than we expected, we only had under two hours to visit before the site closed and our return bus departed.  (Note, we could not miss the return bus or else we could have missed our flights back to the US).  Luckily, two hours is really all you need to see the site.  Another hour or two would have been nice but was not necessary.  We saw all the main parts.</p>
<p>We flew out of San Pedro the next morning and were happy to have seen a lot of Honduras (and its people), some amazing reefs,  a whale shark, and Copan.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voltei...]]></title>
<link>http://fotosdesaopaulo.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 18:45:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotosdesaopaulo</dc:creator>
<guid>http://fotosdesaopaulo.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Voltei para o blog&#8230; Tinha perdido a senha e não conseguia mais postar, mas finalmente consegu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Voltei para o blog... Tinha perdido a senha e não conseguia mais postar, mas finalmente consegui recuperá-la!<br />
Volto com uma foto de um dos símbolos de São Paulo, o Edifício Copan. Essa foto faz parte do meu projeto de graduação, em que fotografei as principais obras de Oscar Niemeyer em São Paulo.<br />
O Copan foi um dos grandes projetos para São Paulo apresentados por Oscar Niemeyer em 1951. O Copan é um dos mais importantes edifícios de São Paulo, e fica em um dos pontos mais movimentados do centro da cidade. Sua formas sinuosas ficaram famosas, e sua imagem é facilmente associada á cidade de São Paulo.<br />
<img src='http://fotosdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/02/copan2_p.jpg' alt='copan2_p.jpg' /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[azulejos * walls]]></title>
<link>http://collective1.wordpress.com/2008/02/10/wall/</link>
<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 00:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivo1</dc:creator>
<guid>http://collective1.wordpress.com/2008/02/10/wall/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://collective1.wordpress.com/files/2008/03/img_1344.jpg" alt="img_1344.jpg" /><img src="http://collective1.wordpress.com/files/2008/02/img_1215.jpg" alt="img_1215.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Świątynia, która błyszczała]]></title>
<link>http://archeowiesci.wordpress.com/?p=597</link>
<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 21:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wojciech Pastuszka</dc:creator>
<guid>http://archeowiesci.wordpress.com/?p=597</guid>
<description><![CDATA[Rosalila, świątynia znajdująca się obecnie we wnętrzu jednej z piramid w honduraskim Copán (zd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Rosalila, świątynia znajdująca się obecnie we wnętrzu jednej z piramid w honduraskim Copán (<a HREF="http://www.pixagogo.com/Photos/Albums/Photo.aspx?id=S4Skz-Vkfcezkywu2C2jx0dhPSFSCan9HJ6D-Bou0cl4sD2R7C7GIShA__">zdjęcie piramidy</a>, <a HREF="http://news.nationalgeographic.com/news/2006/12/photogalleries/apocalypto/photo6.html">przekrój</a>), była pomalowana farbami z dodatkiem <a HREF="http://pl.wikipedia.org/wiki/Miki">miki</a>. Dzięki temu błyszczała w słońcu.</p>
<p>Na ślady miki naukowcy natrafili podczas badania farby, którą Majowie malowali świątynię. Na razie Rosalila jest jedyną znaną budowlą pokrytą farbami z dodatkiem tego minerału.</p>
<p><!--more-->Majowie zbudowali świątynię w VI w. n.e. Używali ją przez sto lat, a potem zabudowali kolejną konstrukcją. W ciągu tych stu lat pomalowali budowlę jakieś 15-20 razy, ale tylko podczas co czwartego albo piątego malowania używali farb z dodatkiem miki.</p>
<p>Naukowcy podejrzewają, że Majowie używali farb z miką dla uczczenia jakichś ważnych rocznic, bądź przy okazji szczególnie ważnych ceremonii.</p>
<div STYLE="text-align: center"><img HEIGHT="250" WIDTH="500" VSPACE="2" HSPACE="2" BORDER="0" SRC="http://archeowiesci.wordpress.com/files/2008/02/800px-maqueta_copan.jpg" /></div>
<p ALIGN="center">Makieta Copan. Świątynia Rosalila znajduje się we wnętrzu dużej piramidy widocznej w najbardziej oddalonym rogu makiety. Zdjęcie na licencji <a HREF="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/">Creative Commons Attribution ShareAlike 2.5</a>. Autor: Elemaki</p>
<p>Na podstawie <a HREF="http://news.nationalgeographic.com/news/2008/02/080207-maya-temple.html">National Geographic</a>.</p>
<p><strong><a HREF="http://archeowiesci.wordpress.com/tag/majowie/">Więcej wieści o Majach</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pühapäev Bartlesvilles ja Copanis]]></title>
<link>http://jarereisib.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 21:50:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>jarereisib</dc:creator>
<guid>http://jarereisib.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[ Pühapäeval 20.ndal toimus esimene presentatsioon, kus oli võimalik näidata slaidiesitlust. Pres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-632.jpg" title="Kiriku eeskoda"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-632.thumbnail.jpg" alt="Kiriku eeskoda" /></a> Pühapäeval 20.ndal toimus esimene presentatsioon, kus oli võimalik näidata slaidiesitlust. Presentatsioon toimus kahe jumalateenistuse vahelisel ajal. Tavaliselt sel ajal on pühapäevakool, piiblitunnid. Peale lõunasööki oli võimalus külastada Burti koguduse jumalateenistust.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Hommikul sõitsin Billiga varakult kohale, et laptop valmis panna ja et olla õigeks ajaks kohal. Nüüd oli esimest korda võimalik natuke ka <a href="http://www.cityofbartlesville.org/" title="City of Bartlesville" target="_blank">Bartlesville linna</a> näha.</p>
<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-634.jpg" title="Bartlesville"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-634.thumbnail.jpg" alt="Bartlesville" /></a> <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/imgp0377.jpg" title="Bartlesville"></a><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/imgp0377.jpg" title="Bartlesville"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/imgp0377.thumbnail.jpg" alt="Bartlesville" /> </a><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/imgp0380.jpg" title="Bartlesville Community Center"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/imgp0380.thumbnail.jpg" alt="Bartlesville Community Center" /></a></p>
<p>Esitlus toimus koguduse nn Wesley saalis. Esimene jumalateenistus juba toimus. Arvan, et presentatsioon läks hästi. Endalgi on aeg-ajalt hea asjad läbi mõelda, mis koguduses toimub. Avastasin et parim viis on Ahja misjonikeskuses toimuvat selgitada kahe suunaga: kristlik teenimine - ministry ja kogukonnas toimuv teenimine - service. Raskem on aga seda tõlkida kahte keelde.</p>
<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-618.jpg" title="IN Presentation"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-618.thumbnail.jpg" alt="IN Presentation" /></a> <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/pilt-300.jpg" title="Presentations"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/pilt-300.thumbnail.jpg" alt="Presentations" /></a></p>
<p>Järgnevalt oli meil võimalik osaleda sealsel jumalateenistusel, kus teenis jutlusega kohalik pastor ja esines kohalik koguduse koor. Teenistus on väga võimsa ülesehitusega, muusikaliselt väga ülev ja suursugune. Meid tutvustati lühidalt.</p>
<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-625.jpg" title="Jumalateenistus"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-625.thumbnail.jpg" alt="Jumalateenistus" /></a> <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-619.jpg" title="Jumalateenistus"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-619.thumbnail.jpg" alt="Jumalateenistus" /></a><br />
Peale presentatsiooni oli kohtumine misjonikomiteega, kus oli natukene ebamugavam tunne, kuna ei teadnud täpselt, mida oodatakse. Javier oli meid ette valmistanud, et tulevad rasked küsimused, aga küsimusi oli liigagi vähe. Millegipärast ei olnud ma aru saanud, et mul tuleb väike palvus ette valmistada, see tekitas ka natuke minus sisemist pinget. Loodan, et siiski õnnestus vastata ühele põhiküsimustest - millist toetust sa sooviksid kõige enam. Vastasin, et maja vajab administraatorit-haldajat. Loodan, et ehk saame selle toetuse.</p>
<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-628.jpg" title="Enne misjonikomiteed"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-628.thumbnail.jpg" alt="Enne misjonikomiteed" /></a> <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-630.jpg" title="Misjonikomitee ajal"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-630.thumbnail.jpg" alt="Misjonikomitee ajal" /></a> <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-628.jpg" title="Enne misjonikomiteed"></a></p>
<p>Õhtul oli külastus Copani kogudusse, kus teenib pastorina Burt. Seal oli esimene mulje kohe, et tegemist on koduse kogusega. Õhkkond oli vaba, kodune, teenistus ka vabamas vormis. Inimesi on küll vähe, aga tundub, et tõesti see kogudus hakkab omale jalgu alla saama ja saab üha enam koha selles kogukonnas. Burt on selleks teinud palju tööd. Esitlus oli ilma multimeediata, kuna ei olnud laptoppi, pärast selgus, et oleks saanud ikka materjali kasutada. Peale teenistust oli õhtusöök sealse rahvaga koos ühise ümarlaua ääres. Sõime muidugi kooki ja ajasime niisama juttu. Debbie lahkus varem. Pärast selgus, et ta ei tundud ennast kuigi hästi.</p>
<p><a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-654.jpg" title="Copan UMC"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-654.thumbnail.jpg" alt="Copan UMC" /></a>  <a href="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-662.jpg" title="Copan UMC"><img src="http://jarereisib.wordpress.com/files/2008/02/usareis-662.thumbnail.jpg" alt="Copan UMC" /></a><br />
Õhtu istusime veel koos Billi ja Jerettaga koos nende kamina ääres hubases õhkkonnas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Copan's Playful Infixes]]></title>
<link>http://decipherment.wordpress.com/2008/01/15/copans-playful-infixes/</link>
<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 22:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>David Stuart</dc:creator>
<guid>http://decipherment.wordpress.com/2008/01/15/copans-playful-infixes/</guid>
<description><![CDATA[Infixation is a common graphic principle of the Maya script, involving the size reduction of one sig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><i>Infixation</i> is a common graphic principle of the Maya script, involving the size reduction of one sign or glyph and its insertion (infixation) within the space of another sign.  For example, the title <i>Ik'(a') Ajaw</i>, "the <i>Ik'(a') </i>Lord," is usually spelled with the two sequential signs <b>IK' </b>and <b>AJAW</b>, but at least one example from a text at Machaquila shows the head variant <b>AJAW</b> with a small <b>IK' </b>sign placed inside the head sign, where it more resembles a jade ear ornament than a separate, readable element. In transcribing glyphs with infixes, I prefer to use parentheses around the value of the reduced sign, placing this directly adjacent to the value of the larger one.  Hence <b>(IK')AJAW</b> instead of the more straightforward  <b>IK'-AJAW</b>.</p>
<p>Scribes at Copan used sign infixation as well, and three examples illustrated here are remarkable in their degree of artistry and playfulness.</p>
<p><a href="http://decipherment.wordpress.com/files/2008/01/copan-infixes.jpg" title="copan-infixes.jpg"><img src="http://decipherment.wordpress.com/files/2008/01/copan-infixes.jpg" alt="copan-infixes.jpg" height="438" width="308" /></a></p>
<p>The drawing labeled (a) shows the calendar round record "12 Manik Seating of Yaxk'in," the date of the death of Copan's Ruler 12. Note that the month glyph consists of three signs (<b>YAX-K'IN-ni</b>) which is inserted within <b>CHUM</b> ("sit"). Usually, of course, any month name simply follows the <i>chum </i>verb.</p>
<p>In example (b) we see a distance number from the so-called "Corte Altar," dating to the early reign of Yax Pahsaj Chan Yopaat (Ruler 16).  The seated figure is <b>HAAB </b>("year") with a numerical prefix 2. The thigh of the <b>HAAB</b> character (clearly a Water Serpent) shows an infixed <b>6-WINIK </b>(6 Winals), indicating a distance number of 2.6.0 -- a rounded interval that connects two dates in the inscription (9.16.10.0.0 and 9.16.12.5.17).</p>
<p>In (c) we find a loose block from a larger text, probably once on Temple 11, bearing the name of the dynastic founder K'inich Yax K'uk' Mo' and a Copan emblem glyph. Noteworthy here is the <b>YAX</b> sign placed at the back of the quetzal/macaw's head.  In all other spellings of this important royal name, the <b>YAX</b> is presented as a seperate sign.</p>
<p>A common idea may underlie these three examples.  All involve infixes upon larger signs that are bodily representations -- the <b>CHUM</b> sign (which originated as a seated human torso), the full figure of <b>HAAB</b>, and the quetzal/macaw bird.  The infixed elements mark something about the natures or characteristics of those bodies: that is, the body that sits in (a) <i>is</i> Yaxk'in; the 6 Winals in (b) is temporally an extension on, a characteristic of, two years already elapsed; and the <b>YAX</b> in (c) is a "green/blue" color designation marking the body of the avian hybrid that forms the founder's name.</p>
<p>These Copan infixes are a bit more complex than what we see at Palenque or other sites, but the underlying idea is the same. The origin of this visual convention seems more artistic than mundanely scribal, rooted perhaps in older iconographic treatments of human and animal bodies.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Minha relação direta e indireta com Oscar Niemeyer]]></title>
<link>http://forademoda.wordpress.com/2007/12/14/minha-relacao-direta-e-indireta-com-oscar-niemeyer/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 15:34:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Oliveros</dc:creator>
<guid>http://forademoda.wordpress.com/2007/12/14/minha-relacao-direta-e-indireta-com-oscar-niemeyer/</guid>
<description><![CDATA[
Fiquei pensando muito em um post sobre Niemeyer, que completa 100 anos amanhã. O que escrever de d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://forademoda.wordpress.com/2007/06/19/ronaldo-fraga-faz-desfile-memoravel/197/" rel="attachment wp-att-197" title="oscar.jpeg"><img src="http://saindodoarmario.wordpress.com/files/2007/12/oscar.jpeg" alt="oscar.jpeg" /></a><br />
Fiquei pensando muito em um post sobre Niemeyer, que completa 100 anos amanhã. O que escrever de diferente sobre tudo o que foi escrito? No fim, achei que um depoimento pessoal  seria melhor.</p>
<p>Minha vida cruzou indireta ou diretamente com Oscar Niemeyer por 3 vezes: quando era estudante de arquitetura, depois no meu mestrado e finalmente como profissional, no Museu Oscar Niemeyer.</p>
<p><strong>Estudante rebelde de arquitetura: repulsa a Niemeyer </strong></p>
<p>Estudei na FAU de Santos, onde tive vários professores modernistas. Como todo aluno, adorava falar mal de Niemeyer. Meu TGI foi um projeto de revitalização dos galpões da Barra Funda ao lado do Memorial da América Latina. Todo fundamento teórico era uma contraposição à arquitetura de Niemeyer.</p>
<p>Meu arquiteto-modelo nos tempos de estudantes era Lina Bo Bardi, autora entre outras obras, MASP e o Sesc Pompéia. A primeira maquete que fiz na vida, foi sua residência, a Casa de Vidro, localizada no Morumbi. Coloquei no masculino arquiteto-modelo, porque ela se referia a si mesma como arquiteto. Um dia, numa conferência dela no MASP, lá pela década de 80, fiz uma pergunta, daquelas típicas de estudante:</p>
<p>"<em>Você que é um arquiteto preocupado com o patrimônio histórico, com as relações entre o espaço construído e uma nova obra, como pode analisar a obra de Niemeyer, especialmente o Memorial de América Latina, que é um exemplo grosseiro de relação com seu entorno?"</em></p>
<p>Ela olhou para mim, fez uma pausa meio demorada, respirou fundo e soltou: <em>"O que eu posso dizer de Niemeyer? Ele é um mestre!"</em>.  Anos depois, encontrei com o Marcelo Suzuki, que trabalhou com ela anos a fio, e me reconheceu: <em>"Você não era aquele cara que fez a pergunta sobre a Lina? Foi a maior saia justa que presenciei"</em>.</p>
<p><strong>Mestrado em arquitetura: descoberta de Niemeyer </strong></p>
<p>Este encontro se deu na USP São Carlos, onde eu começava meu mestrado. Para chegar no meu projeto final foi uma luta. Comecei a estudar Rino Levi, um arquiteto que eu adoro, e além do mais era gay e casado com Burle Marx. Descobri um edifício-galeria dele. Meu orientador achou que era um excelente tema: edifícios-galerias no centro de São Paulo.</p>
<p>Entre os edifícios-galerias que mapeei, tinha um meio desconhecido de Niemeyer, o Galeria Califórnia, na Barão de Itapetininga, projetado no começo da década de 50, com os pilotis em V. No projeto original eram só 3, mas os engenheiros o conveceram que eram necessários 5. Já conhecia o Copan, o Eiffel na praça da Republica, lar por anos do Vitor Angelo.</p>
<p><a href="http://forademoda.wordpress.com/2007/12/14/minha-relacao-direta-e-indireta-com-oscar-niemeyer/blogview-vira-fonte-de-inspiracao-para-novos-blogs/" rel="attachment wp-att-198" title="copan.jpg"><img src="http://saindodoarmario.wordpress.com/files/2007/12/copan.jpg" alt="copan.jpg" /></a><br />
<em>Maquete original do Copan </em></p>
<p><strong>Copan: objeto, casa e entevista com Niemeyer </strong></p>
<p>Aí começou uma nova relação com Niemeyer. Numa das matérias que fiz sobre Teoria e História da Arquitetura Moderna Brasileira, meu trabalho foi Niemeyer. Fiz o levantamento completo de todas as publicações de Niemeyer e sobre Niemeyer. Consegui as plantas originais do Copan, e para minha surpresa, o projeto original era realmente incrível. Não existia separação entre os corredores dos diferentes blocos. "<em>Projetei como os corredores como se fossem ruas, onde os diferentes tipos de pessoas e classes pudessem se encontrar</em>", declarou numa entrevista que fiz com ele.</p>
<p>Aliás, foi nesta entrevista que consegui que ele finalmente assumisse o Copan como um projeto seu. O projeto foi encomendado em 1951 para ser um marco nas comemorações do quarto centenário de São Paulo, que seria comemorado em 1954. Um grande maciço hoteleiro, com lojas, restaurantes, e um prédio de uso misto, com galeria e apartamentos residenciais. A única foto que consegui da maquete original, foi numa publicação francesa, L'Architecture d'aujourd’hui.</p>
<p>Nesta época, me mudei para o Copan, e por lá morei por 3 meses. Mudei o mestrado. Faria sobre os edifícios-conjunto: Copan, Nações Unidas (Paulista com Brigadeiro) e Conjunto Nacional (Paulista com Augusta).</p>
<p>A companhia que encomendou o projeto, Companhia Pan-Americana de Hotéis e Turismo, faliu. O Bradesco comprou a empresa e resolveu retomar o projeto. O escritório de Niemeyer em São Paulo era de resposabilidade de Carlos Lemos.  Foram várias as exigências do banco. Entre as quais, a revisão das plantas de apartamentos, a separação dos blocos, e a transformação do hotel em prédios de escritórios. Assim, o projeto original foi desconfigurado e Niemeyer nunca assumiu sua autoria.</p>
<p>Na mesma entrevista que fiz com Niemeyer, perguntei se não estava na hora dele assumir o projeto, já que o Copan sempre foi identificado com ele. Ele pensou e disse: "<em>Tem razão. Aquelas curvas são a minha arquitetura. A implantação também. Acho que está na hora de assumir este projeto mesmo</em>".  Foi o momento auge do meu mestrado.</p>
<p>Não satisfeito, fiz a pergunta que estava engasgada desde os tempos da faculdade. <em>"Você não acha uma arquitetura inóspita o Memorial da América Latina?"</em></p>
<p>A resposta foi definitiva para eu apagar qualquer má impressão dele:</p>
<p>"<em>Todo mundo me pergunta sobre isso. O Memorial foi concebido com um espaço de manifestação popular, para juntar muita gente. Por que então fazer um bosque? É um espaço político. Agora, eu não posso definir como as pessoas vão se comportar. A arquitetura é sempre uma proposta, são as pessoas que definem seu uso. Se as pessoas não se manifestam, não é culpa minha</em>".</p>
<p>Neste momento, entendi porque ele é considerado o último comunista a lado de Fidel Castro.</p>
<p><a href="http://forademoda.wordpress.com/2007/06/24/blogview-vira-fonte-de-inspiracao-para-novos-blogs/199/" rel="attachment wp-att-199" title="estudo01.jpg"><img src="http://saindodoarmario.wordpress.com/files/2007/12/estudo01.jpg" alt="estudo01.jpg" /></a><br />
<em>Estudos de Niemeyer para Museu Oscar Niemeyer em Curitiba </em></p>
<p><strong>Museu Oscar Niemeyer: a convivência por câmeras </strong></p>
<p>Anos depois, estava na Europa, quando recebi um email do Ricardo Ribenboim (ex-diretor do Itau Cultural) dizendo que tinha lido uma dissertação de mestrado sobre Niemeyer, que era minha e ele ficou surpreso. Trabalhamos juntos no Itau e ele não sabia que eu tinha mestrado, e por coincidência, a Base7 havia sido contratada para formular a política e as primeiras exposições do Novo Museu, obra de Oscar Niemeyer, que estava sendo construído.</p>
<p>Lá fui eu, quase morar em Curitiba, em 2002. Passava 4 dias por semana lá e voltava correndo para São Paulo. O povo de lá, com raras exceções, trata muito mal, o que eles chamam de "forasteiros". Era uma obra polêmica do Jaime Leirner. Final de mandato, mais um museu, com o caos das instituições culturais, etc etc etc.</p>
<p>Fora isso, fiquei emocionado, confesso. Vi a obra inteira ser construída. Vi o famoso "olho" ser erguido. Participei de várias vídeo-conferências com Niemeyer e Jaime Leirner. O arquiteto odeia viajar de avião, então várias câmeras foram instaladas na obra, para que ele pudesse acompanhar a construção.</p>
<p>Montamos 7 exposições para a abertura, entre elas, Matéria Prima, com a Lisete Lagnado e Agnaldo Farias. Um dia antes da abertura, Niemeyer chegou e fez uma volta pelo Museu. Implicou com uma das paredes do "Olho" e pediu para ser retirada antes da abertura.</p>
<p>Pânico. Caos. Quase que meu ódio por Niemeyer voltou. Estávamos atrasados com a montagem e a parede que ele não queria mais já estava toda instalada, e pior, com uma obra do Tunga. Tunga tem uma única pessoa que ele deixa montar suas obras. Mas não era só este problema, tínhamos a Lição de Regina Silveira, outra de Waltercio Caldas, entre outras tantas que deveriam ser protegidas para a saída da parede.</p>
<p>O espaço foi liberado às 5 horas da manhã. Voltamos todos para montar a exposição. Me lembro até hoje, a comitiva do Fernando Henrique chegando por um lado do Museu e todos nós saindo do outro lado, sujos, com baldes e vassouras nas mãos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La sorprendente Arquitectura Maya]]></title>
<link>http://chela5808.wordpress.com/2007/12/04/la-sorprendente-arquitectura-maya/</link>
<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 15:34:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>chela5808</dc:creator>
<guid>http://chela5808.wordpress.com/2007/12/04/la-sorprendente-arquitectura-maya/</guid>
<description><![CDATA[ Publicado en el Boletín Num. 2 - Diciembre 2007
La civilización Maya -la más avanzada de las gra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b> </b>Publicado en el <a href="http://www.prococar.com.mx/boletines/arquitectura-maya-201.html" target="_blank">Boletín Num. 2 - Diciembre 2007</a></p>
<p align="justify"><b>La civilización <b>Maya </b></b><b>-</b><b>la más avanzada de las grandes culturas de toda Mesoamérica- produjo una arquitectura espectacular. Centenares de ciudades y monumentos, salpican la gran selva tropical de Guatemala, Honduras, Belice, así como la floresta de los estados mexicanos de Yucatán, Campeche, Quintana Roo, Tabasco y Chiapas.</b></p>
<p align="justify"><b>Pero el carácter excepcional del arte y de la arquitectura Maya </b>radica en un hecho paradójico que desconcierta al historiador y al antropólogo: estas obras surgieron en sociedades que no tenían ningún contacto con el Mundo Antiguo. En vísperas de la conquista española, los pueblos de Mesoamérica no estaban influenciados ni por las civilizaciones occidentales ni por las del Extremo Oriente. Entre los<b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Mapa-Maya.jpg" alt="La gran civilización Maya" align="left" border="0" height="192" hspace="10" vspace="10" width="250" /><abbr title="La gran civilación Maya"></abbr></b>habitantes de Europa y Asia, por un lado, y las sociedades amerindias, por el otro, las relaciones ya se habían cortado antes del período neolítico.</p>
<p align="justify"><b>Es en esta vasta región donde las tribus de los Mayas crearon</b> entre el comienzo de nuestra era y el siglo XII un número considerable de impresionantes edificaciones. Este legado, que equipos de arqueólogos nativos y eruditos enviados por las grandes universidades americanas o europeas se dedican a estudiar, restaurar y excavar, constituye uno de los principales testimonios del extraordinario dinamismo de las sociedades amerindias. Estas creaciones demuestran el sentido artístico que floreció en el Nuevo Mundo, en una época en la que Europa conoció el apogeo romano, las grandes invasiones y los comienzos de la Edad Media.</p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">LA ARQUITECTURA MAYA A TRAVÉS DEL TIEMPO</font></h3>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Tikal.jpg" align="right" border="0" height="153" hspace="10" vspace="10" width="180" />Gracias</b><b> a su formidable reforma de las tierras inundadas en las planicies tropicales,</b> los Mayas pronto empezaron a producir la cantidad de alimentos necesaria para dar de comer a miles de obreros que trabajaban en las colosales obras arquitectónicas de finales de la época preclásica (del 300 a.C. al 250 d.C.) y sobre todo de la época clásica (del 250 al 900 d.C.).</p>
<p align="justify"><b>Se trata principalmente de grandes centros urbanos,</b> como <b>Tikal, Uaxactún, Río Azul, Copán, Quirigua, Palenque, Piedras Negras y Yaxchilán,</b> donde se erigieron grandiosas construcciones.</p>
<p align="justify"><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Kohunlich.jpg" align="left" border="0" height="115" hspace="10" vspace="10" width="150" /><b>Las tierras húmedas de Quintana Roo y de Campeche albergan también</b> brillantes obras arquitectónicas que ilustran los estilos <b>«Río Bec»</b> y <b>«Chenes»</b>.</p>
<p align="justify"><b>Constituyen el punto de unión entre el arte Maya</b> guatemalteco y el estilo yucateco, con emplazamientos como <b>Kohunlich, Becán, Xpuhil, Dzibanché o Chicanná</b>, muchos de los cuales han salido del olvido hace poco tiempo.</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Palacio.Sayil.jpg" alt="El Palacio. Sayil" align="right" border="0" height="145" hspace="10" vspace="10" width="220" />La arquitectura que se desarrolla hacia el norte de Yucatán ofrece ejemplos admirables.</b> Estas obras son características del estilo <b>«Puuc»</b>, que constituye, en cuanto a las formas y al decorado, el apogeo del arte de construir de los mayas. Tanto por la pureza de los planos de conjunto como por el rigor técnico de la realización, las construcciones de <b>Yucatán</b> encierran verdaderas obras maestras: en los emplazamientos de <b>Uxmal, Kabáh, Sayil o Labná,</b>los edificios de fachadas deslumbrantes datan del final de la época clásica (entre 800 y 900 d.C.).</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/CHICHEN.jpg" alt="Castillo de Chichen Itza" align="left" border="0" height="150" hspace="10" vspace="10" width="250" />La época postclásica (entre 900 y 1250 d.C.), última de desarrollo, </b>durante la cual la civilización Maya en decadencia recibe aportaciones «extranjeras», sufre la influencia de las culturas que entonces dominan el altiplano mexicano.</p>
<p align="justify"><b>El resultado son unos monumentos grandiosos, </b>que forman una fascinante síntesis entre el arte autóctono y las corrientes mesoamericanas en vísperas del imperialismo de los aztecas de <b>Tenochtitlán</b>.</p>
<p align="justify"><b>Este estilo tiene su centro en Chichén Itzá,</b> y también en un emplazamiento tardío como <b>Tulum, </b>en la costa del mar Caribe.</p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">FORMAS DE EXPRESIÓN</font></h3>
<p align="justify"><b>En términos arquitectónicos, los mayas elaboraron su propio lenguaje.</b> Esto vale tanto para las reglas fundamentales -la simetría, la ortogonalidad o la axialidad (inspiradas en el cuerpo humano: las vértebras, el cuerpo y el rostro)- como para los elementos de la construcción -vanos, puertas, pilares, columnas, capiteles, frisos, cornisas, escalinatas, dinteles, bóvedas, techos, etc. <b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/celebre-arco-de-labna.jpg" alt="Célebre Arco de Labná" align="right" border="0" height="166" hspace="10" vspace="10" width="250" /></b>Los arquitectos Mayas adoptaron un sistema inusitado, desconcertante. Sin embargo, su manera de construir presenta más de una similitud con la de las antiguas civilizaciones.</p>
<p align="justify"><b>Es cierto que los precolombinos no conocieron ni la rueda ni el torno,</b> pero reinventaron las grandes leyes de la composición, propias del urbanismo y de la arquitectura: han sabido jugar con espacios externos, los llenos y los vacíos, las plazas rodeadas de edificaciones, la alternancia entre las masas horizontales de los palacios y la verticalidad de las pirámides.</p>
<p align="justify"><b>Han utilizado terrazas y explanadas para marcar los niveles de las construcciones;</b> han sabido construir conjuntos jalonados de esculturas, articular el tránsito mediante verdaderos arcos de triunfo; en una palabra, han convertido sus monumentos en signos externos de poder y de civilización.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">DE CHOZAS A PIRÁMIDES</font></h3>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/choza_mini.jpg" alt="Vivienda maya" align="right" border="0" height="116" hspace="10" vspace="10" width="170" />Todas las construcciones Mayas se basan en la choza ancestral,</b> con paredes de delgados troncos de árboles de la región y adobe, cubierta por una techumbre de hojas de palma colocadas sobre un armazón de madera. La vivienda vernácula -perfectamente adaptada al clima tropical- se compone, en cada familia, de una o dos chozas casi siempre paralelas. Esta choza tradicional -que aún hoy se puede observar en los poblados de <b>Yucatán</b>- se remonta al hábitat milenario de la época precolombina. No ha cambiado nada desde los albores de la sociedad Maya<b>,</b> hace tres mil años.</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/vivienda_04_small.jpg" alt="Vivienda maya tallada en piedra" align="right" border="0" height="77" hspace="10" vspace="10" width="125" />Pero el interés de esta construcción, hecha con materiales perecederos,</b> reside en el hecho de que constituye para los Mayas el arquetipo de toda obra arquitectónica. En este sentido, ha ejercido una influencia considerable sobre la arquitectura pétrea, tanto por sus formas externas (con cubierta a dos aguas) como por su espacio interno. El estudio de los edificios antiguos demuestra que las construcciones pétreas no son más que una transposición, una «reconstrucción» de la primitiva cabaña. Ésta es la que inspira el aspecto interno de los palacios o de los templos que rematan las pirámides.</p>
<p align="justify"><b>Así como la familia Maya construye, en terreno llano, un basamento de tierra</b> para preservar su casa de las inundaciones, frecuentes durante la estación de las lluvias, del mismo modo las construcciones de piedra se elevan por encima de unas plataformas que son cada vez más altas. Éstas, por otro lado, van aumentando a medida que reciben ampliaciones. Esta hipertrofia de los basamentos, que hacen de terraplén, alcanza dimensiones colosales en la época clásica. Pero, sea cual fuere su importancia, siempre se basa en el pequeño montículo de tierra sobre el que se levantaba la choza.</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/rosalila-Copan.jpg" alt="Templo Rosalila. Descubierto dentro de una piramide en Copan" align="left" border="0" height="293" hspace="10" vspace="10" width="350" />La costumbre de añadir nuevas plataformas por encima de las antiguas,</b> para colocar cada vez más arriba el templo para del culto, tiene dos consecuencias: obliga a los constructores a hacer, en la fachada del edificio, una escalinata axial que une el suelo con el nivel del santuario; pero también consagra un principio fundamental de la arquitectura precolombina, es decir, la llamada <i>ley de las superposiciones</i>.</p>
<p align="justify"><b>Este principio -según el cual hay que reedificar un lugar de culto siempre en el mismo emplazamiento,</b> y erigir sobre una pirámide antigua una construcción nueva, más importante- es una constante. Eso explica, sin duda, las dimensiones que alcanzan las pirámides Mayas, que pueden llegar a tener 70 m, como para dominar mejor la selva. La superposición constituye así un sistema de crecimiento arquitectónico propio de los precolombinos. Permite a los arqueólogos encontrar, debajo de una construcción en ruinas, otra más antigua, en ocasiones perfectamente conservada.</p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">ARQUITECTURA PALACIEGA</font></h3>
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<p align="justify"><b>La arquitectura pétrea de los Mayas está constituida por dos grandes categorías de edificios:</b> por una parte, las <b>pirámides</b> -a menudo formadas por sucesivas superposiciones, y que son una especie de himno de piedra a los dioses, hacia los que el hombre levanta grandes escalinatas por la que suben los sacerdotes-, y por la otra las grandes construcciones, concebidas sobre un plano horizontal y de proporciones relativamente pequeñas, denominadas <b>palacios</b>.</p>
<p align="justify"><b>Esta oposición entre torres y pastillas planas refleja, como podremos contrastar,</b> la oposición entre morada de las divinidades y hábitat de los humanos... aunque los que ocupaban los palacios formaban una élite, ya que sólo aquellos que detentaban el poder (reyes,sacerdotes, guerreros, sabios, etc.) ocupaban los edificios de piedra, mientras que el pueblo seguía viviendo, en su gran mayoría, en las tradicionales chozas.</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/uxmal-casa-del-gobernador.jpg" alt="Palacio del Gobernador. Uxmal" align="left" border="0" height="188" hspace="10" vspace="10" width="250" />La imaginación de la que hacen gala los arquitectos se traduce en la infinita</b> variedad de plantas de estos palacios. Los más grandes llegan a tener hasta 100 m de largo, y totalizan 20 o 30 habitaciones repartidas en 10 o 15 «apartamentos» independientes. El conjunto ofrece, a veces, una sala central más amplia, destinada a las reuniones públicas o impuestas por el ritual de corte <b>(Palacio del Gobernador, Uxmal).</b></p>
<p align="justify"><b>Estas «viviendas» tienen distintas plantas: o bien una simple barra situada sobre una plataforma,</b> o bien dos o más niveles de barras -el nivel de arriba retranqueado respecto al nivel de abajo-, o bien una combinación de cuatro barras que forman un cuadrilátero, con un gran patio central, etc. Los palacios horizontales y las pirámides verticales constituyen así el elemento fundamental de la planificación urbana Maya<b>.<br />
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<h3 align="justify"><font color="#ff0000">TÉCNICAS DE CONSTRUCCIÓN</font></h3>
<p align="justify"><b>Ni la madera ni la piedra faltan nunca en las zonas ocupadas por los Mayas.</b> La gran selva pluvial proporciona la caoba y el zapote, empleadas para fabricar los dinteles de las puertas y las esculturas que revisten el interior de los templos construidos en lo alto de las pirámides.<br />
<img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/uxmal3.jpg" alt="Mascaron de Chaac. Uxmal" align="right" border="0" height="267" hspace="10" vspace="10" width="200" /><br />
<b>Respecto a la piedra, las estructuras cársticas de Yucatán ofrecen una hermosa roca caliza, </b>blanca, rosa o gris, muy apropiada para el trabajo de tallado y escultura. En las regiones que tienen relieve montañoso y volcánico, se recurre a la traquita, al basalto o a la toba para levantar muros con un aparejo uniforme.</p>
<p align="justify"><b>Pero antes de edificar las construcciones, hay que hacer sus basamentos.</b> Hemos dicho ya que estos «zócalos» podían alcanzar un tamaño considerable. Hay plataformas que miden 150-200 m de largo, por 100-150 m de ancho y 8-10 m de alto, lo cual representa un volumen de 200.000-250.000 m3. Una masa tan grande de materiales se acerca al medio millón de toneladas. Estamos hablando del terraplén de un solo edificio construido en un país llano como <b>Uxmal</b>.</p>
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<p align="justify"><b>Sin embargo, los Mayas fueron capaces de transportar volúmenes de material</b> tan considerables como para construir terrazas y acrópolis, como ocurre en <b>Copán.</b> Para llevar a cabo estas gigantescas obras de terraplenado se necesitaron centenares, incluso miles, de obreros. Los materiales eran transportados a hombros, para lo cual se utilizaban cuadrillas de peones durante la estación seca, cuando no eran necesarias en la agricultura. Aunque los materiales se encontraban en el emplazamiento, las obras exigían una importante infraestructura, tanto para la alimentación como para la organización del trabajo.</p>
<p align="justify"><b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Copan.jpg" alt="La hermosa ciudad de Copan" align="left" border="0" height="199" hspace="10" vspace="10" width="300" />Respecto a la mampostería propiamente dicha, el problema era más complejo:</b> al principio, los canteros Mayas hacían muros de piedra tallada y con verdaderas bóvedas abocinadas de piedra. Posteriormente, cuando empezó a imponerse el hormigón, las cubiertas se concibieron como estructuras «monolíticas» hechas vertiendo el hormigón sobre unos paramentos de bloques bien tallados que formaban un encofrado fijo. En efecto, la genialidad de los Mayas consistió en concebir un sistema gracias al cual los bloques de revestimiento, cuidadosamente aparejados en seco, podían contener hormigón líquido mezclado con piedras: por tanto, no era necesario ningún encofrado de madera. Vertido en tongadas sucesivas, a medida que se levantaba el muro, se iba endureciendo, constituyendo una especie de estratos superpuestos.</p>
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<p align="justify"><b>Ahora bien, para fabricar el hormigón maya había que tener un mortero de calidad.</b> En la región yucateca, donde abunda la caliza, esta técnica alcanzó su apogeo. El mortero de cal se conseguía colocando piedra machacada sobre un montón de madera seca a la que se hacía arder. La hoguera «cocía» la piedra.  La cal viva que se obtenía era muy poca, en cambio la cantidad de madera utilizada era mucha.</p>
<h3 align="justify"><font color="#ff0000">FUNCIÓN DE LAS PIRÁMIDES</font></h3>
<p align="justify"><b>Las pirámides Mayas responden a distintas exigencias.</b> La diferencia principal entre una pirámide Maya y una egipcia está en que la primera, igual que el zigurat babilónico, tiene como función principal soportar un templo, lo que no ocurría con las construcciones faraónicas.<b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Templo-Inscripciones-Palenq.jpg" alt="Templo de las Inscripciones. Palenque" align="right" border="0" height="178" hspace="10" vspace="10" width="250" /></b> El edificio Maya es ante todo un monumental zócalo sobre el cual se alza el Sanctasanctórum, el lugar del culto consagrado a las divinidades.</p>
<p align="justify"><b>Las pirámides ensalzan de manera especialmente evidente la unión entre la tierra y el cielo:</b> hay una formidable «escalera» que permite a los sacerdotes ascender a lo más alto y comunicarse con los dioses del cosmos. En cambio, en la base, como ocurre con las pirámides de Egipto, se encuentra a menudo una tumba que puede ser subterránea o estar horadada dentro de la mole de la construcción. Allí descansaban los restos mortales del soberano divinizado. Esta función, fue definitivamente reconocida tras el descubrimiento de la famosa cripta del <b><img src="http://www.prococar.com.mx/boletines/images/Copan-EstelaMaya.jpg" alt="Estela Maya. Copan" align="left" border="0" height="289" hspace="10" vspace="10" width="220" />Templo de las Inscripciones de Palenque</b> en 1952, que contenía el sarcófago de <b>Pacal</b>, confiere al edificio Maya su doble significado, funerario y religioso.</p>
<p align="justify"><b>Pero, en la medida en que se afirma el poder autocrático del jefe de cada ciudad,</b> con la tendencia a la hegemonía que algunos centros importantes ejercen sobre las ciudades cercanas, las funciones culturales y funerarias se convierten en una sola cosa: la exaltación del poder personal. Aquí se manifiesta el absolutismo del soberano.</p>
<p align="justify"><b>Las estelas situadas en la explanada, al pie de cada templo, proclaman por escrito</b> los acontecimientos importantes del reinado de cada jerarca, recordando su llegada al trono, su boda, sus victorias, mencionando los enemigos que sacrificó a los dioses, enumerando las hazañas que llevó a cabo. La arquitectura Maya, en esta perspectiva, se convierte en instrumento de la gloria individual: vincula estrechamente a las divinidades con el rey que les ha consagrado.</p>
<p align="justify"><b>La arquitectura Maya constituye entonces, sin duda alguna, una de las más ricas expresiones artísticas que los precolombinos crearon para sus dioses y soberanos. Éste es el motivo por el que dichas obras merecen ser analizadas respecto a su significado y evolución, reglas que las rigen y proyectos de sus autores. Este legado forma un verdadero hilo conductor que permite comprender mejor nuestra gran herencia cultural por parte de la principal civilización Mesoamericana.</b><br />
<b><br />
</b>Fuente: Los Mayas. Palacios y Pirámides de la selva virgen. 2001. Taschen GMBH. ISBN 3-8228-1273-0</p>
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