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	<title>comunicacao-publica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comunicacao-publica"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 08:33:43 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Jornalista da TV Senado recebe homenagem]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=480</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 18:53:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jornalista Francisco Sant&#8217;Anna, da TV Senado, foi homenageado na tarde desta terça-feira, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlosscomazzon.files.wordpress.com/2008/07/foto.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-482" src="http://carlosscomazzon.wordpress.com/files/2008/07/foto.jpg?w=300" alt="" width="300" height="189" /></a>O jornalista Francisco Sant'Anna, da TV Senado, foi homenageado na tarde desta terça-feira, dia 15 de julho, pelo Senado brasileiro devido à premiação obtida no Senado francês pela realização da pesquisa <em>Mídia das fontes: um novo ator sobre a paisagem jornalística brasileira</em>. O trabalho, defendido como tese de doutoramento em Ciências da Informação e Comunicação na Universidade de Rennes, em outubro de 2007, ficou entre os três agraciados pela Câmara Alta daquele país em 2008.</p>
<p>A premiação - <em>Le Prix des Théses du Senat</em> - procura identificar os melhores trabalhos acadêmicos vinculados à ação parlamentar.A pesquisa de Francisco Sant'Anna analisa a criação, especialmente após a abertura democrática do final da década de 80, por segmentos do Poder Público, entidades, movimentos sociais e outros atores, de veículos de comunicação de massa próprios, destinados a uma comunicação direta com a opinião pública, sem a intermediação da imprensa tradicional.</p>
<p>Sant'Anna focaliza as mídias do Senado e seus profissionais. Analisa rotinas e valores, critérios de noticiabilidade e o nível de interferência desses meios sobre a imprensa tradicional. Seu trabalho demonstra como a mídia convencional precisa dos serviços da estrutura midiática do Senado. Ele cita como exemplo o caso das centenas de rádios espalhadas pelo país que só têm acesso à cobertura político-parlamentar de Brasília devido ao trabalho da Rádio Agência Senado.</p>
<p>Durante a homenagem ao jornalista e após ser alertado pelo mesmo sobre a necessidade de se incentivar a pesquisa sobre a comunicação no Parlamento, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, determinou a formação de uma comissão especial para criar um prêmio de teses no Senado brasileiro. A premiação, de acordo com ele, seguirá o modelo do <em>Le Prix des Thèses du Sénat</em>, e será voltada para a produção acadêmica dos profissionais da Casa. A comissão também ficará encarregada, segundo Garibaldi, de divulgar o trabalho de Sant'Anna entre os demais jornalistas do Senado.</p>
<p>Sant'Anna é jornalista da TV Senado há 15 anos. É o editor responsável pelo programa <em>Diplomacia</em>, revista mensal de política internacional da TV, e um dos âncoras do programa <em>Argumento</em>, de entrevistas com os senadores. É mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>A cerimônia em que Francisco Sant'Anna recebeu a medalha e o diploma referentes à premiação aconteceu no dia 1º de julho, no Salão Presidencial do Senado Francês, em Paris. Segundo o jornalista, um dos fatores que chamaram a atenção dos parlamentares franceses foi a dimensão da ação midiática do Senado, que se exerce por meio da TV, da Rádio, da Agência e do Jornal. Ele explicou que, embora o Parlamento francês possua uma TV legislativa, ela não tem nem a abrangência nem a penetração dos veículos do Senado brasileiro. Em sua avaliação, no Brasil, os canais legislativos já fazem parte da rotina nacional.</p>
<p>- A própria sociedade francesa fica assustada quando temas tratados a quatro paredes no Parlamento vêm a público. Eles não estão acostumados, por exemplo, a ver uma CPI colocando o dedo na ferida e mostrando o que acontece no meio do Poder - disse o jornalista.</p>
<p><em>Ouça também o <a title="Reportagem Chico Sant'Anna" href="https://correio2.senado.gov.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.senado.gov.br/radio/download.asp?nomArquivo=0715a.mp3" target="_blank">áudio</a> da reportagem da Rádio Agência Senado.</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Paraíba sedia Encontro de Jornalismo Científico]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=297</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 13:35:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Universidade Estadual da Paraíba, em parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Cientí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual da Paraíba, em parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC)realiza, de 26 a 28 de junho, em Campina Grande, o 1º Encontro do Norte e Nordeste de Jornalismo Científico, com o tema <em>Comunicação Pública da Ciência e o Desenvolvimento Regional</em>. O evento pretende discutir as contribuições do jornalismo científico para o desenvolvimento local. A abertura oficial será realizada às 18h30min do dia 26, no auditório do Sesc Centro, em Campina Grande. Em seguida, a jornalista, professora e pesquisadora Graça Caldas proferirá a conferência de abertura. Autora de vários trabalhos acadêmicos sobre a relação mídia e ciência, Caldas vai abordar as diferentes dimensões do tema do evento.</p>
<p>No dia 27, serão realizadas duas mesas temáticas: <em>Desafios de uma prática regional de comunicação pública da C&#38;T: o caso Norte-Nordeste</em> e <em>Comunicação e Políticas Públicas de C&#38;T para o desenvolvimento local</em>. Participam os pesquisadores Renato Dagnino (Unicamp), Roberto Germano da Costa (Insa), Joice Santos (Museu Emílio Goeldi, PA), Simone Bortoliero (UFBA) e Graça Caldas (Umesp). Já no sábado, 28, serão discutidos os temas <em>A Mídia, o Comunicador e a Ciência Regional: encontros e desencontros</em> e <em>Uma agenda para a Comunicação da Ciência no Norte-Nordeste</em>. Dentre os convidados para destacam-se os jornalistas Lúcio Flavio Pinto (Jornal Pessoal - PA), Manuel Dutra (UFPA), Ruth Rendeiro (Embrapa Amazonas), Isaltina Gomes (UFPE), Alessandra Brandão (Fapeal) e Nane Albuquerque (Uesc).</p>
<p>É a primeira vez na história da ABJC e da própria Universidade Estadual da Paraíba que a relação entre a comunicação da ciência e o desenvolvimento local e regional é colocada em discussão. A idéia, segundo os organizadores, é, num primeiro momento, induzir o debate; depois, criar condições para que ele se estabeleça, consolide-se como linha e projetos de pesquisas em cursos de graduação e pós-graduação, nas duas regiões, e contribua para fomentar uma prática profissional comprometida com uma agenda de desenvolvimento local sustentável. Outras informações no site da <a title="ABJC" href="http://www.abjc.org.br" target="_blank">ABJC</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Surge nova proposta para TVE-RS]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=270</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 01:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Comissão de Serviços Públicos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul debateu em audiê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Serviços Públicos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul debateu em audiência pública, na quinta-feira (12/6), o compartilhamento do sinal digital entre emissoras públicas de televisão e rádio no Rio Grande do Sul. Representantes da TVE-Fundação Cultural Piratini apresentaram projeto técnico para compartilhamento de sinal digital e pediram vontade política dos gestores públicos para a implementação da proposta. Para a representante da Secretaria do Estado da Cultura (Sedac), Eroni Mattei, a Sedac está aberta aos debates sobre o futuro da TVE e do processo de compartilhamento do sinal digital. "É um sistema que deverá acontecer, mais dias, menos dias, como já está acontecendo em nível nacional", avaliou.</p>
<p>O deputado Raul Pont (PT), que participou da audiência pública, disse que está se travando uma batalha pela sobrevivência da TVE-RS. "A cada audiência vem avançando a idéia e a necessidade de termos não só a manutenção da TVE, mas a necessária integração dos sistemas de televisões públicas, como a TV Câmara de Porto Alegre, a TV Assembléia e as possibilidades que se abrem agora com a TV Brasil e a proposta concreta da TV Câmara de Brasília, querendo estabelecer um processo de unidade que tecnologicamente é possível e com a conseqüente diminuição de custos", avaliou Pont.</p>
<p>O vice-presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini, James Görgen, apresentou como se daria o processo de compartilhamento do sinal digital entre as emissoras públicas de televisão. "A idéia é usar os benefícios que a tecnologia digital pode trazer para compartilhar, numa mesma infra-estrutura de transmissão, os custos que se teria para montar várias programações separadas. A tecnologia já permite que se transmita, ao mesmo tempo, até quatro programações simultâneas", esclareceu Görgen. Para ele, a vantagem deste sistema é colocar, com poucos recursos, mais estruturas de TVs públicas a serviço da população, que é a mantenedora do sistema estatal de comunicação.</p>
<p>O especialista em radiodifusão Higino Germani informou que é possível usar o mesmo sinal digital para diversos canais. "A grande vantagem do sinal digital é a maior quantidade de informação disponibilizada", afirmou Germani. Ao final do encontro foi decidido solicitar uma audiência com a Secretaria de Estado da Cultura para tratar do futuro da TVE e das questões do compartilhamento do sinal digital. O deputado Pont levará à Mesa Diretora da Assembléia a proposta para que a Casa se integre às outras esferas governamentais no compartilhamento do sinal digital. Outra possibilidade aventada está relacionada à emendas da bancada gaúcha no Congresso Nacional para que se viabilize financeiramente a compra do transmissor de sinal digital.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Jornalista lança Mídia das Fontes]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 15:28:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jornalista Francisco Sant´Anna, da TV Senado, lançou a segunda edição do seu livro Mídia das ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Francisco Sant´Anna, da TV Senado, lançou a segunda edição do seu livro <em>Mídia das Fontes: o difusor do jornalismo corporativo</em>, editado pela Casa das Musas. A nova edição é maior do que a anterior, lançada em 2005. O livro é o primeiro resultado da tese de doutorado do autor, defendida na França em outubro de 2007. "Na verdade, ele é feito a partir da revisão bibliográfica que embasou meu trabalho", explica o jornalista. "Ele apresenta uma visão histórica da comunicação institucional, permeada de referenciais teóricos, profissionais, sindicais e jurídicos, tudo com o objetivo de compreender o meu conceito de mídia das fontes e de jornalismo das fontes."</p>
<p>Trata-se de uma edição independente, sob responsabilidade do também jornalista Luiz Martins da Silva, professor do Curso de Comunicação Social da Universidade de Brasília (UnB). Em Brasília, o livro pode ser comprado na Livraria do Chiquinho, na entrada do Minhocão-ICC Norte - "Ceubinho", no Campus da UnB. Sant´Anna alerta, porém, que os interessados em adquirir <em>Mídia das Fontes</em> e que residam em outros estados podem encomendar o livro com Luiz Humberto,  pelo e-mail <a href="mailto:luiz01bertu@hotmail.com">luiz01bertu@hotmail.com</a>. O livro tem 186 páginas e custa R$ 20,00. Para as encomendas para envio pelos Correios são acrescidos R$ 8,00, referentes à postagem registrada e custo de embalagem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sinal aberto para TVs públicas]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 03:21:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[James Görgen, vice-presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini - gestora ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>James Görgen, vice-presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini - gestora da TVE-RS e da Rádio FM Cultura -, fez uma breve exposição, nesta terça-feira (6/5), de proposta que está começando a ser discutida pelo Conselho e pela Assembléia Legislativa do Estado. A idéia envolve a criação de um modelo de sistema público de rádio e TV ancorado pela TVE-RS e pela FM Cultura. "Esta idéia objetiva reduzir e otimizar os recursos públicos, e atingir mais cidadãos por um menor custo, já que é o contribuinte quem paga a conta". Segundo explicou James Görgen, a fórmula proposta reduziria custos para a implantação de um sistema público de TV aberta e democratizaria a gestão dos veículos de comunicação. A proposta foi apresentada durante reunião da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal de Porto Alegre, que discutiu também as possíveis mudanças na TVE e na FM Cultura, a partir de projeto do governo do Estado que transferiria a gestão das emissoras para uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip).</p>
<p>Conforme Görgen, o ideal de subdivisão seriam 4 canais de 6 MHz cada, com multiprogramação digital, divididos entre TVs Assembléia, Câmara, Prefeitura, Justiça, Universitária, Comunitária, Serviços e-Gov e<br />
Rádios Públicas. Essas TVs migrariam para o canal aberto e compartilhariam de infra-estrutura de transmissão. "A proposta incorpora ao orçamento estadual receitas possíveis para manter a estrutura que precisamos ter", explicou.</p>
<p>O representante dos funcionários no Conselho da Fundação Cultural Piratini, Alexandre Leboutte, lembrou que um grupo de trabalho determinado pelo governo do Estado vem fazendo proposta de reestruturação da TVE e da FM Cultura. "A governadora (Yeda Crusius) não disse ainda o que quer com a TVE", criticou. Leboutte reforçou a necessidade de discussão da alternativa proposta por Görgen. "É grande no fortalecimento do campo público e de aproveitamento na estrutura física. Vemos como excelente a proposta do James, com potencial enorme, de um modelo ideal com condições reais", acrescentou.</p>
<p>"Há omissão, falta de responsabilidade e desconhecimento do governo do Estado em relação a TVE e FM Cultura", pontuou o diretor do Sindicato dos Jornalistas, Léo Nuñes. "Nunca um governo tomou tantas atitudes contrárias ao conceito de TV pública", disse Léo, considerando de extrema importância para a sociedade a democratização dos meios públicos. Antônio Peres, presidente do Sindicato dos Radialistas, também manifestou preocupação. "Temos feito um trabalho forte para manter a TVE como TV pública, democrática, direcionada à sociedade". Segundo Peres, a direção do Sindicato dos Radialistas tem tentado mostrar a importância do debate sobre a questão da digitalização. "Com certeza, vai trazer desemprego para os trabalhadores. É um tema que precisa ser discutido pela sociedade", avaliou.</p>
<p>Por sugestão da presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes (Cece) da Câmara Municipal, vereadora Sofia Cavedon (PT), a proposta deverá ser levada, agora, ao presidente do Legislativo Municipal, vereador Sebastião Melo (PMDB), para que seja encampada pela instituição. "É lamentável o Rio Grande do Sul viver uma situação dessas", analisou Sofia, garantindo que a Cece irá reforçar os pedidos de audiência com o secretário-geral de Governo, Delson Martini, o chefe da Casa Civil, Cezar Busatto, e o prefeito da Capital, José Fogaça. Os defensores do sistema estadual de comunicação pública também participarão, nos próximos dias, da Tribuna Popular da Casa e de audiência pública na Assembléia Legislativa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pós em Comunicação Pública na ESPM]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 02:52:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[A pós-graduação em Comunicação Pública da ESPM está com as inscrições abertas para as turma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A pós-graduação em Comunicação Pública da ESPM está com as inscrições abertas para as turmas de maio de 2008. O programa apresenta os fundamentos teóricos para questões como relação entre Estado/Sociedade Civil e entre Estado/Mídia; a necessidade de ética e transparência na comunicação pública; a comunicação como elemento fundamental de mediação e reconhecimento social; e a estrutura do mercado brasileiro de mídia, entre outros. Além disso, o curso capacita os profissionais dos quadros gerenciais das agências e das diversas esferas, sejam elas públicas ou privadas, ao apresentar as mais recentes práticas do planejamento estratégico e da administração da comunicação com foco no interesse público. O curso tem carga-horária de 360 horas/aula e 15 semanas de duração. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de abril pelo site <a href="http://www.espm.br">www.espm.br</a>. O processo seletivo inclui análise de currículo e entrevista com o gestor da área.<br />
 <br />
A Diretoria de Pós-Graduação da ESPM promove no dia 24 de abril, quinta-feira, a palestra "Comunicação de bem público na esfera privada". O evento contará com a participação do diretor-geral de comunicação da rede Globo, Luis Horta Barbosa Erlanger e tem como objetivo mostrar como as empresas privadas articulam sua comunicação de interesse público e como estas ações estão presentes no dia-dia das empresas. A palestra é aberta ao público e a entrada é gratuita, mas para participar os interessados devem se inscrever pelo telefone (11) 5081-8225 ou pelo e-mail <a href="mailto:candidato@espm.br">candidato@espm.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conar suspende anúncios da Petrobras]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 02:44:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu, nesta quinta (17/4), su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu, nesta quinta (17/4), suspender dois anúncios da Petrobras por divulgarem a idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do país. O Conar julgou ação movida por entidades governamentais e não-governamentais. Entre elas, estão as Secretarias Estaduais de Meio Ambiente de São Paulo e Minas Gerais, do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o Greenpeace, a ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, o Instituto Akatu, o <a title="Movimento Nossa São Paulo" href="http://www.nossasaopaulo.org.br" target="_blank">Movimento Nossa São Paulo</a>, a SOS Mata Atlântica, a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável – FBDS, e o Ibap – Instituto Brasileiro de Advocacia Pública.</p>
<p>O julgamento do Conar ocorreu em sessão fechada, da qual participaram o secretário-adjunto da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo; o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge; o médico e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Paulo Saldiva; o representante do Movimento Nossa São Paulo, Oded Grajew; e o diretor de campanhas do Greenpeace, Marcelo Furtado.</p>
<p>A decisão, inédita, abre precedente para uma mudança no comportamento do mercado publicitário. “O resultado do julgamento é um marco na história do Conar, que optou por não compactuar com a morte de 3 mil pessoas por ano só na capital paulista”, comemorou Oded Grajew. “É a escolha entre a vida e a morte. A empresa não pode provocar confusão na cabeça das pessoas com uma publicidade que distorce a realidade”, completou Marcelo Furtado.</p>
<p>Em sua defesa, os representantes da agência DPZ e da própria Petrobras argumentaram que a resolução do Conama não determina a diminuição da quantidade de enxofre no diesel comercializado no País, afirmaram que a empresa atua de forma “lícita e regulamentada” e que o “diesel não é o único responsável pela poluição veicular”. Sérgio Fontes, da área de abastecimento da Petrobrás, chegou a dizer que a qualidade do ar em São Paulo “é aceitável, e as mortes são de outra natureza”.</p>
<p>A declaração foi contestada pelo médico Paulo Saldiva: “Para nós, médicos, a qualidade do ar não é aceitável. Nosso estudo segue a metodologia recomendada pela Organização Mundial de Saúde, que é taxativa ao declarar a morte de dois milhões de pessoas em todo o mundo por causa da poluição atmosférica”.</p>
<p>De acordo com a ação apresentada pelas entidades, a Petrobras “afirma recorrentemente em suas campanhas e anúncios publicitários seu compromisso com a qualidade ambiental, com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social. Entretanto, essa postura que é transmitida por meio da publicidade não condiz com os esforços para uma atuação social e ambientalmente correta”. Isso porque o óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo e contribui para piorar a qualidade de vida dos brasileiros.</p>
<p>A resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que, a partir de 1º de  janeiro de 2009, o diesel comercializado no Brasil contenha, no máximo, 50 partes por milhão de enxofre (ppm S). A proporção hoje é de 500 ppm S nas regiões metropolitanas e de 2000 ppm S no interior. A substância, altamente cancerígena, é responsável pela morte de 3 mil pessoas por ano somente na capital paulista.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="color:#333333;">♦ </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="color:#333333;"><strong>Campanhas suspensas - mídia eletrônica e impresa:</strong><font face="Times New Roman" size="3"></font><font color="#333333"> </p>
<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#993300;">Petrobras - Sonhar pode valer muito</span><br />
</strong></span><em>Locutor: "Quanto vale seu sonho? O investimento em ações de uma empresa séria e com credibilidade internacional pode transformar seu sonho em realidade, com altos índices de crescimento, a Petrobras trata todos os seus acionistas e investidores de forma transparente..."<br />
Lettering: "Transparência"</em><br />
<em>Locutor: "...pensa no seu futuro e naqueles que você ama, preservando o meio ambiente e buscando novas fontes de energia, invista em uma empresa que tem energia de sobra pra pensar no futuro"<br />
Lettering: "Empresa que respeita o meio ambiente / Energia renovável: vento, sol, bio combustível / Logo da Petrobras - O desafio é a nossa energia"</em><br />
 <br />
<strong><span style="color:#993300;">Petrobras - Estar no meio ambiente sem ser notada</span><br />
</strong><em>Cena 1: Lagarto se camufla numa árvore;<br />
Cena 2: Borboleta se camufla em uma folha;<br />
Cena 3: Peixe se camufla em uma pedra debaixo d'água.<br />
Lettering: "Esse também é o desafio da Petrobras. Estar no meio ambiente sem ser notada."<br />
</em></span></div>
<p></font></span><font face="Times New Roman" size="3"> </p>
<p></font></span></div>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em Brasília, 19 horas]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:15:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jornalista Eugênio Bucci, que comandou a Radiobrás até o final do primeiro mandato do president]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista <span style="font-family:Arial;">Eugênio Bucci, que comandou a Radiobrás até o final do primeiro mandato do presidente Lula, lançou o livro <em>Em Brasília, 19 horas, </em>pela Editora Record. Autor de obras como <em>Sobre Ética e Imprensa</em> (Companhia das Letras) e <em>Do B</em> (Record), Eugênio Bucci traz, por meio deste novo livro, um debate extremamente relevante e atual sobre a democratização da comunicação pública e dos veículos estatais/públicos e o direito do cidadão à informação. Vem ganhando mais espaço a discussão sobre a necessidade de que esses veículos deixem de ser canais <em>chapa-branca</em>, defensores da imagem do governante ou da instituição, para que tenham sua atuação voltada ao interesse do cidadão. Destaco alguns trechos interessantes do prefácio do livro de Bucci, que vale a pena ser lido por todos que se interessam pelo tema:</span></p>
<blockquote><p><em><span style="color:#000000;">♦ Na véspera do dia 2 de janeiro de 2003, eu sabia, uma boa parte dos meus colegas de novo governo exultava do alto de suas mais heróicas fantasias petistas, sedentos para pôr a mão na máquina.</span></em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><span style="color:#000000;">♦ Depois de sintetizar os rumos que pretendia imprimir à Secom,</span> falando com a rapidez de uma metralhadora, (o ministro Luiz) Gushiken quis ouvir a minha opinião sobre comunicação pública. Tentei parecer igualmente categórico. Disse que já era tempo de os governos pararem de tentar difundir mensagens para se promover à custa da máquina pública. Em lugar disso, deveriam atender o direito do cidadão à informação. Nada mais. Havia já muitos anos que eu insistia na tese: assim como a educação, a moradia, a saúde e o trabalho, a informação também era um direito fundamental.</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>♦ Há com freqüência um equívoco, e esse equívoco é o de achar que nós pomos no ar as informações que nos interessam e ponto. Isso é um equívoco, porque quando as informações que nos interessam não correspondem às necessidades do cidadão a credibilidade começa a ser ferida. Portanto, as informações que nos interessam veicular são as informações a que o cidadão tem direito. Isso é a construção da credibilidade. Quem está no topo de todo esse trabalho é o cidadão. É aquele que muitas vezes não exige porque não sabe que pode exigir. E o nosso trabalho é ensiná-lo sobre isso, ensiná-lo que ele pode exigir.</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>♦ Era uma promessa solene em minha posse tão pouco solene. A Radiobrás, durante a minha gestão, serviria não mais à finalidade de construir uma imagem favorável de governantes, mas à missão de dar ao público a informação que ele tem o direito de ter.</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>♦ Se na minha gestão – como neste meu depoimento – alguns identificarem traços personalistas, digo apenas o seguinte: para o bem da administração pública, investi o que de melhor havia na minha personalidade para construir a impessoalidade. Tratar a empresa pública como coisa pública, até o fundo, até o limite, foi o foco da minha gestão.</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicação pública]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 03:29:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com o objetivo de discutir a comunicação nos órgãos públicos em geral e nos ramos do Ministéri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="postbody">Com o objetivo de discutir a comunicação nos órgãos públicos em geral e nos ramos do Ministério Público da União em particular, a Escola Superior do Ministério Público (ESMPU) realiza nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o simpósio nacional <em><a href="http://www.esmpu.gov.br/"><span style="color:#663366;">MPU e sociedade: a comunicação pública como facilitadora do diálogo</span></a></em>. A atividade conta com o apoio da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e é direcionada a membros e assessores de comunicação dos quatro ramos da instituição em todo o país, bem como a representantes do Judiciário e público interessado. No total, são 150 vagas. Os principais temas em debate serão comunicação pública, transparência e prestação de contas à sociedade, atribuições das assessorias de comunicação, relacionamento entre assessor e assessorado, papel das assessorias na consecução das metas do MPU, entre outros.</p>
<p>Estão previstas quatro conferências, apresentadas pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, e pelos jornalistas Alexandre Garcia, João José Forni e Cláudia Lemos. A programação inclui uma mesa redonda, com a participação de conferencistas e membros do Ministério Público, e um grupo de trabalho, direcionado aos assessores de comunicação participantes. O simpósio acontecerá no Centro de Convenções Israel Pinheiro (QI 29 do Lago Sul, ao lado da Ermida Dom Bosco).</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Trenzinho da alegria]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 03:21:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para quem acredita, como eu, numa comunicação verdadeiramente pública, com emissoras focadas no i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="postbody">Para quem acredita, como eu, numa comunicação verdadeiramente pública, com emissoras focadas no interesse público, a criação da TV Brasil e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) veio cercada de grandes expectativas. Logo que o governo federal anunciou a intenção de enviar projeto neste sentido ao Congresso Nacional, a sociedade, por meio de entidades representativas como o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), sindicatos de jornalistas e diversos outros setores começaram a debater intensamente os critérios que deveriam nortear uma tv pública e a representatividade que deveria ter o seu conselho gestor.</p>
<p>Pois, antes mesmo da aprovação do projeto, veio a primeira decepção. O ministro Franklin Martins, recém chegado ao poder, foi logo anunciando que o tal conselho teria todos os seus representantes indicados pelo próprio governo, o que causou grande irritação e descontentamento nas entidades envolvidas nos debates sobre a nova TV pública. Agora, outra novidade decepcionante. Em artigo veiculado pelo <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/"><span style="color:#663366;">Observatório da Imprensa</span></a>, no dia 1º de abril, Antônio Carlos Teixeira alerta que a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República estaria preparando edital que prevê a contratação, sem concurso público, de jornalistas e relações públicas para cargos comissionados, com salários que variariam de R$ 6,5 mil a R$ 10 mil.</p>
<p>Segundo o articulista, não se sabe, ao certo, onde vão atuar os novos contratados: se na própria Secom, na EBC ou em outros órgãos do Executivo. A se confirmar a notíca, começa mal a TV Brasil e a EBC. Ao contrário do discurso do governo federal, de que não seria a TV do Lula, ficará difícil construir uma TV pública de fato, com cargos comissionados e conselho gestor com nomes indicados de acordo com o gosto da Presidência da República. A sociedade precisa ficar alerta e exigir mais participação no conselho gestor, para que a TV Brasil não seja cabide de empregos nem fique atrelada a governos.</p></div>
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<title><![CDATA[MP da TV pública segue para caneta de Lula]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 22:52:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Passou&#8230; A votação da medida provisória que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) ter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Passou... A votação da medida provisória que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) terminou no Senado com um <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/03/12/materia.2008-03-12.5232940332/view">polêmico desfecho</a>. Manobras da base aliada para aprová-la, sob o coro de "o troco do fim da CPMF", e protestos da oposição, que deixou o plenário durante a votação. Não houve alteração do texto aprovado pela Câmara dos Deputados, então o texto segue direito para sanção presidencial. Foi um drible, já disse o <a target="_blank" href="http://www.andredeak.com.br/2008/03/12/governo-dribla-oposicao-e-cria-tv-publica/">André Deak</a>. Lá, sobrou discussão e faltou debate substantivo sobre o tema.</p>
<p>Na verdade, a MP chegou no Senado como projeto de lei de conversão (PLV 02/2008), como na Câmara foi <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u376359.shtml">proposto</a>. "O processo de votação [<i>no Senado</i>] só não varou a madrugada por conta de uma manobra do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que recomendou à base aliada que <a target="_self" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/03/12/materia.2008-03-12.9526935509/view">rejeitasse</a> a Medida Provisória (MP) 397, (...) por já existir, na Câmara, proposta semelhante. Os parlamentares do PSDB e do Democratas, em reação à iniciativa do líder do governo, se retiraram do plenário", relata a matéria do repórter Marcos Chagas, da <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/03/12/materia.2008-03-12.5232940332/view">Agência Brasil</a>.</p>
<p>A base aliada saiu com gosto de vingança sobre o fim da CPMF mesmo não tendo como recuperar a arrecadação perdida. “Isso foi o troco da CPMF”, afirmou o líder do PTB, Epitácio Cafeteira (MA), aquele da tropa de choque de Renan Calheiros durante sua via crusis de acusações. A oposição promete esbravejar no orçamento. “Nunca mais haverá um acordo nesta Casa. Amanhã não passa nada nas comissões, vamos pedir vistas de tudo. O comportamento será assim, inclusive no orçamento", grita Arthur Virgílio (PSDB-AM).</p>
<div style="text-align:center;"><img width="449" src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2008/03/11/atphoto.2008-03-11.image_media_horizontal.5570548817" alt="Agência Brasil" height="313" /></div>
<p>O balanço das principais alterações na medida provisória é o seguinte:<br />
- aporte do Fundo de Fiscalização de Telecomunicações (Fistel);<br />
- proibição de veicular propaganda de produtos e serviços;<br />
- nova redação para "apoio cultural" e "publicidade institucional";<br />
- criação de uma ouvidoria na EBC;<br />
- a sede e o foro da EBC foram transferidos para Brasília;<br />
- elaboração de relatórios públicos de funcionários;</p>
<p>Clique <a target="_blank" href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/538018.pdf">aqui</a> para ler a <a target="_blank" href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/538018.pdf">íntegra</a> do projeto de lei de conversão. Temas importantíssimos ficaram de fora da discussão. O relator Renato Casagrande (PSB-ES) prometeu enviar as sugestões ao governo. Aí é esperar que ele (o governo) tenha interesse e faça um projeto de lei para novas alterações. De acordo com o texto da <a target="_blank" href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=2835">Tela Viva</a>, as sugestões são:</p>
<p>- a cota de produção independente que será veiculada;<br />
- regras para os canais públicos nas TVs por assinatura;<br />
- o método de nomeação dos diretores;<br />
- a obrigação de repasse da transmissão de jogos desportivos.</p>
<p>Obs.: <i>escrevo sobre o tema também a partir da demanda dos leitores, porque um <a target="_blank" href="http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/11/06/mp-da-tv-publica-131-emendas-a-discutir-ou-nao/#comment-81">post </a>meu sobre as emendas da MP, escrito pouco depois de minha saída da Radiobrás, é até hoje o primeiro <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&#38;q=mp+da+tv+p%C3%BAblica&#38;btnG=Pesquisa+Google&#38;meta=">resultado</a> no Google.</i></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O fim e o recomeço]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/10/21/o-fim-e-o-recomeco/</link>
<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 04:35:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Assim como Rodrigo Savazoni, Spensy Pimentel, André Deak, deixei o comando da Agência Brasil na ú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como <a href="http://www.savazoni.com.br">Rodrigo Savazoni</a>, <a href="http://www.realhiphop.com.br/blogs/blogvermelhodohiphop.html">Spensy Pimentel</a>, <a href="http://www.andredeak.com.br">André Deak</a>, deixei o comando da <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br">Agência Brasil</a> na última semana. Saio com o coração na mão diante do tamanho do trabalho que fizemos e com a cabeça cheia de idéias para o jornalismo. Agradeço os e-mails de despedida da equipe. Até qualquer pauta logo ali! Recomeço agora a trabalhar por novos desafios no jornalismo, ainda meio sem saber para onde. Abaixo minha carta de despedida e uma foto nossa na redação, gravando um depoimento na despedida do ex-presidente da Radiobrás Eugênio Bucci.</p>
<p><a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/10/naredacao.jpg" title="naredacao.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/10/naredacao.jpg" title="naredacao.jpg"><img src="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/10/naredacao.jpg" alt="naredacao.jpg" height="304" width="452" /></a></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><em>Car@s,</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Em minha conta nos computadores da Radiobrás, guardei até esse último dia, pelo menos 9 mil e-mails próprios sobre o trabalho na Agência Brasil. Somados aos documentos, foi quase 1 GB em arquivos. Trabalhos como repórter, como sub-editor, como pauteiro, como editor, como editor-executivo. Esta é a minha última mensagem eletrônica como integrante desta equipe, que, nos últimos quatro anos, conseguiu reposicionar editorialmente a Agência Brasil. Construímos juntos aqui um veículo de comunicação pública com foco no cidadão, objetivo, apartidário, de alta credibilidade e inovador em relação à convergência digital. Aprendemos, inclusive com os erros, a nos posicionar de maneira serena e democrática diante das mais diversas situações políticas. Dos debates inflamados das CPIs até os protestos de rua.</em></p>
<p><em>Aqui, neste espaço do primeiro andar travaram-se grandes brigas do <span> </span>jornalismo da Radiobrás. Durante as crises políticas, pautamos, coordenamos e publicamos o maior número de matérias sobre o assunto, o que nos levava ao teste diário e extremo da objetividade. Nossos conceitos se afirmam assim: a pluralidade, o on the record, o outro lado, a rejeição ao sensacionalismo e ao comentarismo desenfreado dos fatos. A Radiobrás nos mostrou uma experiência híbrida, que, por conta da legislação, lhe dava a atribuição da divulgação dos atos do governo e a permissão de estruturar rádios, televisões e veículos públicos. Trabalhamos de maneira gradativa e cumulativa pela separação de serviços estatais e de nosso notíciário com foco no cidadão. No caso da Agência Brasil, a separação completa. A nova empresa leva esse legado. A possibilidade real de seu conteúdo jornalístico ficar mais longe de qualquer governo.</em></p>
<p><em>Pessoalmente, esses últimos anos foram os mais intensos da minha vida e, <span> </span>provavelmente, os que gastarei mais tempo para descrever sua intensidade a amigos e filhos. Quero agradecer cada uma das pessoas que compartilharam esse projeto. A todos, desejo as melhores energias para que a busca de um jornalismo público brasileiro se consolide na Agência Brasil. A alguns, quero desejar mais do que isso. Quero desejar que recebam, em progressão geométrica, as milhares demonstrações de apoio profissional que tive ao longo desse período. Quando conclui o web-documentário <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/grandes-reportagens/2007/10/16/grande_reportagem.2007-10-16.7469583908">Bon Bagay Haiti</a> também pensava em  vocês. Na necessidade de deixar a cobertura das autoridades e buscar a voz de quem nunca falou em um veículo de comunicação. E precisa ser ouvido.</em></p>
<p><em>Minha saída se explica pela necessidade de buscar novos desafios na comunicação e no jornalismo. Fechamos um ciclo de trabalho na Agência Brasil, com uma transição planejada e executada até este início da nova empresa de comunicação. Gosto de lembrar um trecho de Guimarães Rosa para falar sobre o futuro, que diz mais ou menos assim: "do que o da gente, vale a semente". Que fique o bom trabalho. Tem lá no Grande <span> </span>Sertão Veredas, uma outra assim: "vivendo, se aprende; mas o que se <span> </span>aprende, mais, é só a fazer outras maiores perguntas". E aqui me despeço. Para mim, esse período trouxe mais do que nove quilos, uma testa larga e extensa. Trouxe a confiança nessa equipe e a conquista das condições para executar com liberdade um jornalismo <span></span>autônomo, livre, centrado nos debates da cidadania.</em></p>
<p><em>O passado também é urgente.</em></p>
<p><em>Abraço forte a tod@s,<br />
Aloisio Milani</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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