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	<title>comer-e-beber-bem &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/comer-e-beber-bem/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comer-e-beber-bem"</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 16:59:34 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Baranga zero.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=135</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:59:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[É o assunto do momento.
A lei de tolerância zero ao motorista que dirige alcoolizado já fez cente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É o assunto do momento.</p>
<p>A lei de tolerância zero ao motorista que dirige alcoolizado já fez centenas de pessoas perderem a carteira. O novo bafômetro, digital, vai permitir que a polícia seja ainda mais precisa na quantidade de álcool ingerida pelo bebum. Eu, particularmente, acho essa lei fundamental para a sobrevivência dos adolescentes, que abusam da sorte e do vigor físico de seus anjos da guarda. Que essa lei, ao contrário dos que dirigem embriagados, não morra nunca.</p>
<p>Mas esse não é o meu ponto.</p>
<p>Meu blog não foi criado para ser um libelo a favor de nada a não ser do mundo torto, surreal e divertido que vivemos.</p>
<p>Nesse mundo, eu imagino que exista um público muito específico, super definido, que esteja se retorcendo por conta dessa lei que entrou em vigor: as barangas.</p>
<p>Como é que essas mulheres menos providas de beleza (versão politicamente correta e careta) serão vistas pelos homens que não bebem? Será que elas serão vistas? Não se sabe ao certo. Certo mesmo é o efeito embelezador inegável do álcool. Sem ele, o que será dos canhões? Como essa espécie, também filha de Deus, se perpetuará?</p>
<p>Não sei não. A lei de Tolerância Zero ainda corre o risco de ganhar o apelido de Baranga Zero.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Maçã? Je suis desolée.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=132</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:34:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Avenue des Champs Elysees, Paris.
Na avenida mais iluminada da Cidade-Luz, um brasileiro ávido pelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Avenue des Champs Elysees, Paris.</p>
<p>Na avenida mais iluminada da Cidade-Luz, um brasileiro ávido pelo o que existe de mais novo na tecnologia da comunicação, procura uma loja da Apple. A notícia do lançamento do novo iPhone 3G, mais rápido, mais fino e mais barato, havia deixado esse brasileiro mais louco. Ele não poderia voltar para o Brasil sem se dar esse mimo.</p>
<p>O brasileiro procura por uma Apple Store por toda a Paris. Vai até o Carroussel do Louvre. Nada. Vai até a Blvd. Saint Germain. Nada. Vai até o Marais. Nada. Vai até o Hotel de Ville. Nada. Desesperado, o brasileiro volta para a Champs Elysees. Se existe uma Apple Store em Paris, ela estaria ali.</p>
<p>O brasileiro, cansado de tanto flanar, senta em um café. Taça de vinho tinto. Água. Outra taça de vinho tinto. Garçom, a conta. E uma idéia, por favor: <em>"Você sabe onde tem uma Apple Store por aqui?"</em></p>
<p>O garçom olha para a avenida e diz com confiança: <em>"Apple Store? Ali." </em></p>
<p>O brasileiro não se conteve de tanta felicidade. <em>"Onde? Onde?"</em>, ele pergunta, indócil como uma criança prestes a abrir um presente.</p>
<p>O garçom aponta para o outro lado da rua: <em>"Ali." </em></p>
<p>O brasileiro olha para o outro lado da rua e vê a "Apple Store": uma lojinha de frutas e verduras.</p>
<p>Merci beaucoup.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Patifesserie.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 16:48:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Homem chega numa padaria, doido para comer um doce, e olha para os pães, pães-doces, folheados, so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Homem chega numa padaria, doido para comer um doce, e olha para os pães, pães-doces, folheados, sonhos, bombas e demais guloseimas expostas lindamente no balcão.</p>
<p>O homem chama o atendente e pergunta: <i>"Amigo, esses doces são de hoje?"</i></p>
<p>"Qual o sentido da vida?", "Existe vida após a morte?"ou "Esses doces são de hoje?" são perguntas difíceis demais para o pobre coitado. Por isso, ele olha para os pães e doces com um olhar enigmático. Ele parecia estar prestes a descobrir a fórmula da transformação de chumbo em ouro.</p>
<p>Homem: <i>"E aí? São de hoje?" </i></p>
<p>O atendente começa a apertar todos os pães. Todos. E em alguns deles, o sujeito se valia do dedo para ter a resposta precisa. Sim, ele enfiava o dedo em um sonho para ter certeza de que o creme estava...cremoso.</p>
<p>Atendente: <i>"Sim, é tudo de hoje. Tá tudo fresquinho. Vai?"</i></p>
<p>Vou. Embora.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Farewell, Harriet.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 16:10:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2008/03/24/farewell-harriet/</guid>
<description><![CDATA[ 
A exposição &#8220;Darwin: Descubra o Homem e a Teoria Revolucionária que Mudou o Mundo&#8221;,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://briefingcomfritas.wordpress.com/files/2008/03/harriet_fg1.thumbnail.jpg" alt="harriet_fg1.jpg" /></p>
<p>A exposição "Darwin: Descubra o Homem e a Teoria Revolucionária que Mudou o Mundo", atualmente no Museu Histórico Nacional, me fez escrever esse blog. Na verdade, a minha lembrança de Harriet, a tartaruga que teria ajudado Charles Darwin a formular sua teoria da evolução das espécies.</p>
<p>Harriet foi encontrada pelo britânico em Galápagos e ganhou notoriedade. Talvez Harriet seja a tartaruga mais famosa do mundo. Talvez ela perca para as Tartarugas Ninja se a pesquisa for feita entre os mais novos. Mas isso não importa nesse momento.</p>
<p>O fato é que Harriet se foi. Ela morreu de parada cardíaca aos 175 anos. Sim, aos 175 anos. Calma, você não precisa ficar desse jeito. Isso aconteceu há quase dois anos. Mais cedo ou mais tarde - no caso dela, muito mais tarde - isso vai acontecer com todo mundo.</p>
<p>Harriet era uma tartaruga gigante, bonita, portadora de uma senhora carcaça. Esquisito, não? Ainda mais se pensarmos que as tartarugas ou quelônios não são répteis reconhecidos pelos seus, digamos, dons atléticos.</p>
<p>Será que esse é o segredo da longevidade? Não fazer absolutamente nada? Ficar ali, na areia da praia, refestelado, aproveitando o sol e comendo alface?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Modernidade é isso. Ou não. - Capítulo 2]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=105</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 19:40:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ainda sobre Pedro e Bruna.
Pedro após sair da sua beauty session,  ele decide fazer uma surpresa p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre Pedro e Bruna.</p>
<p>Pedro após sair da sua <i>beauty session</i>,  ele decide fazer uma surpresa para a amada. Pedro vai buscá-la no trabalho. Sim, Pedro pode ser egocêntrico mas também é um homem cavalheiro. Mais que isso: ele é um romântico. Pedro estava decidido a convidar Bruna para jantar fora. E seria na noite de hoje.</p>
<p>Bruna sai pela portaria e vê Pedro, de pé, ao lado do carro, com flores. Com flores, cabelos hidratados e unhas devidamente feitas.</p>
<p>Bruna: <i>"Pedro?? Que surpresa boa! Me diz...aconteceu alguma coisa?"</i></p>
<p>Pedro: <i>"Nada...eu só queria te ver...e chamar você para jantar...."</i></p>
<p>Bruna: <i>"Ai, Pedro...é por isso que eu te amo tanto..."</i></p>
<p>Pedro: <i>"Quê isso, amor...você é tudo pra mim....por falar nisso, você paga essa? Esqueci a carteira lá no salão...." </i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Isso é que é comer com os olhos.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 15:41:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2008/02/27/isso-e-que-e-comer-com-os-olhos/</guid>
<description><![CDATA[Eu prefiro ser co-autor de uma boa história a autor-solo de um lixo. Por isso, devo o crédito - pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu prefiro ser co-autor de uma boa história a autor-solo de um lixo. Por isso, devo o crédito - pela lembrança do acontecido - ao meu amigo Amendoeira, bom sujeito que, mais cedo ou mais tarde, também terá uma de suas brilhantes passagens contadas no Briefing Com Fritas.</p>
<p>Pois bem. Amendoeira e eu temos um amigo em comum. Esse post é sobre ele.</p>
<p>Era a primeira vez que ele ia naquele restaurante sofisticado. Na verdade, era a primeira vez em que ele ia em um restaurante sofisticado na vida. Nosso amigo em comum é de Maricá. E Maricá nunca foi conhecida nacionalmente pela sua excelência gastronômica.</p>
<p>Era a primeira vez dele naquele restaurante. Assim como era a primeira vez em que ele saía com ela. Ela, para vocês leitores, era a sua mais nova conquista.</p>
<p>Ele queria impressionar, demonstrar elegância. Por isso, não iria pedir uma feijoada, uma rabada ou algo similar. Não ele. Um homem fino como ele seria incapaz de ordenar um prato desses. E, como eu disse antes, ele estava realmente decidido a impressionar a garota.</p>
<p>Por isso, ele havia decidido comer algo leve. Sim, algo leve que demonstre não só que ele é um sujeito elegante mas, também, saudável.</p>
<p>Um homem decidido e seguro como ele não precisa de cardápio. Um homem decidido e seguro faz com que a sua escolha esteja no cardápio.</p>
<p>Ele chama o garçom e faz o seu pedido:</p>
<p><i>"Boa noite...nós queremos pedir...sim, ela vai querer um filé com fritas....e eu...</i>(ele finge pensar no prato)<i>...eu vou querer uma coisa mais leve...já sei....uma salada com um quisto."</i></p>
<p>Garçom:</p>
<p><i>"Quisto?"</i></p>
<p>Ele:</p>
<p><i>"É...um quisto. Tem quisto de quê? De cebola? De queijo?"</i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Camisetas com idéia.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 15:10:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2008/02/25/camisetas-com-ideia/</guid>
<description><![CDATA[Você já deve ter visto ou até usado uma. A moda das camisetas com idéia está de volta. Frases b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter visto ou até usado uma. A moda das camisetas com idéia está de volta. Frases bem-humoradas, palavras de comando, ícones, tudo é matéria-prima para a criação dessas camisas <i>vintage</i>.</p>
<p>Dia desses, um amigo meu teve uma experiência com uma delas.</p>
<p>O sujeito (como todo sujeito que está há pouco tempo com uma mulher) está todo apaixonado. Programa eventos, reserva lugares, escreve bilhetes, se veste melhor e toma até mais banhos que o usual. Ah, o amor.</p>
<p>Pois bem. O sujeito chega de carro no prédio da garota. A garota, para variar, está atrasada. Sem problemas. O sujeito usa o tempo para escolher a música certa no <i>cd player</i> do seu carro, aumenta o ar-condicionado, enfim, cria o micro-clima adequado para o início de uma noite romântica.</p>
<p>Eis que a garota surge. Linda, ela desce as escadas da portaria em direção ao carro do sujeito. Ele olha para ela e suspira. A jovem, vestida despojadamente, usa jeans, all-star e uma camiseta com uma palavra que o sujeito não conseguia enxergar direito até o momento em que ela entrou no carro: <b>BORED</b>.</p>
<p>A noite prometia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Me, myself and I.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 18:01:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2008/01/25/me-myself-and-i/</guid>
<description><![CDATA[Homem almoça em um daqueles restaurantes em que a mesa é comunitária.
O homem não gosta muito de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Homem almoça em um daqueles restaurantes em que a mesa é comunitária.</p>
<p>O homem não gosta muito desse tipo de restaurante mas, fazer o quê, ele estava com pressa e o estabelecimento ficava na esquina do seu trabalho.</p>
<p>Para a sua felicidade, ele consegue uma cadeira naquela mesa comunitária. Mas não era uma cadeira qualquer. Além de estar vaga, não havia ninguém sentado na cadeira em frente. Perfeito para o homem que odiava o contato com pessoas. Sobretudo pessoas que ele não conhecia.</p>
<p>Quando ele começa a almoçar, ouve um <i>"Dá, licença? Você me deixa passar?"</i>. O homem começa a se irritar por antecipação. A cadeira vazia, na sua frente, era a última vaga.</p>
<p>Uma mulher linda, perfeita, escultural, charmosa e tudo o mais que você puder imaginar ocupa a tal cadeira. A mulher era tão bonita, mas tão bonita que o homem não conseguia tirar os olhos dela.</p>
<p>O homem afunda a cabeça no prato e pensa: <i>"Você não devia existir ao lado de uma mulher como essa..." </i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O amor é lindo. E sincero.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/2008/01/06/o-amor-e-lindo-e-sincero/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 23:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Homem apaixonado convida a namorada para jantar.
O homem, para impressionar quem o impressiona, esco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Homem apaixonado convida a namorada para jantar.</p>
<p>O homem, para impressionar quem o impressiona, escolhe o melhor restaurante possível. Nesse momento, dinheiro não é problema. Sobretudo para um homem como ele. Sobretudo para uma mulher como ela.</p>
<p>E assim foi.</p>
<p>Os dois chegam ao restaurante, topo do ranking dos mais respeitados  guias de gastronomia existentes.</p>
<p>Mas a melhor mulher do mundo (sic) merece mais. Além do melhor restaurante, o melhor champagne, a melhor entrada, o melhor prato e, na modesta e imparcial opinião do homem, a melhor companhia.</p>
<p>O jantar corre como tem que correr. Correr não, flanar. Tudo calmo, harmonioso, perfeito, agradável.</p>
<p>Até que o garçom traz a estrela da noite: a comida. Comida é até pouco para definir o que era aquilo. Um verdadeiro banquete aos olhos e ao paladar.</p>
<p>O prato pedido pelo namorado é uma obra-de-arte. Ele, todo apaixonado, oferece o "quitute" para que a sua alma gêmea prove.</p>
<p>O clima é irretocável. E, o romance, transborda no ar.</p>
<p>A namorada vai emitir a sua opinião sobre o prato. O namorado pisca os olhos fora de compasso, como o seu coração.</p>
<p>Ela:</p>
<p><i>"Cuidado, hein, o que arde para entrar, arde para sair..."</i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não chora, não. Não chora, não.]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/2007/12/18/nao-chora-nao-nao-chora-nao/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 22:18:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2007/12/18/nao-chora-nao-nao-chora-nao/</guid>
<description><![CDATA[Todo mundo sabe disso. A cultura do &#8220;chorinho&#8221; já foi adotada em vários estabeleciment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo sabe disso. A cultura do "chorinho" já foi adotada em vários estabelecimentos comerciais. Aqui e lá fora. Quem nunca pediu o seu? Quem nunca pediu para o barman esquecer e deixar a Absolut transbordar no copo? Johnny Walker é outro que já chorou muito nesses bares da vida. O chorinho é o medidor dos sem-medida.</p>
<p>Independente do nível, tamanho ou estilo do lugar, é cada vez mais fácil encontrar garçons que já nem esperam mais você pedir: vão dando logo o chorinho. Dependendo do garçom então, o chorinho tem potencial para virar um chorão. E, você, potencial para ganhar uma cirrose.</p>
<p>Dia desses, um grupo de amigos estava almoçando em um restaurante estiloso, daqueles em que o prato vem com idéia demais e comida de menos. Enfim, o grupo de amigos pede os pratos ao garçom, que anota cada um, com atenção. Pratos pedidos, bebidas comandadas, agora é só esperar o início do banquete.</p>
<p>Pouco tempo depois, o garçom traz as delícias gastronômicas para o grupo. Os pratos, lindos, enchiam os olhos. Os olhos, eu disse.</p>
<p>Quando um dos integrantes recebe o seu prato, entra em estado de choque. O suculento filet mignon que ele havia pedido, de tão pequeno, parecia ter saído do filme <i>"Querida, encolhi as crianças!"</i></p>
<p>O jovem chama o garçom, mostra o filet <i>really extra-small</i> e pede com naturalidade:</p>
<p><i>"Aí, merrrmão, dá pra dá um chorinho no bife?" </i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Farol Design Hotel]]></title>
<link>http://briefingcomfritas.wordpress.com/2007/11/12/farol-design-hotel/</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 00:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvinhorodrigues</dc:creator>
<guid>http://briefingcomfritas.pt-br.wordpress.com/2007/11/12/farol-design-hotel/</guid>
<description><![CDATA[Conheci o Farol Design Hotel ano passado, quando estive em Portugal para julgar um festival de publi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci o Farol Design Hotel ano passado, quando estive em Portugal para julgar um festival de publicidade. O hotel fica em Cascais, cidade perto de Lisboa, e é um excelente exemplo de projeto arquitetônico-contemporâneo-modernoso. Recomendado pela organização do festival, decidi fazer uma reserva e jantar naquele que parecia ser o estabelecimento mais descolado da cidade. A cozinha seguia o estilo Ferran Adriá de ser, com espumas, reduções e ilusões de ótica. Para acompanhar a minha experiência gastronômica em terras lusas, chamei a garçonete e pedi a carta de vinhos. Muito completa, por sinal. Escolho um clássico Pera Manca e compartilho a minha decisão com a <em>tuga</em>. Ela olha para a carta de vinhos, olha para mim e diz com um simpático sorriso no rosto: "Eu poderia ter o Pera Manca, senhor. Mas eu não tenho."</p>
]]></content:encoded>
</item>

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