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	<title>cognicao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/cognicao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cognicao"</description>
	<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:42:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[INDEPENDENCIA COGNITIVA - tema de monografias e tcc]]></title>
<link>http://educacaomonografia.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 02:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacaomonografia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Segundo Majmutov (1983) por ¨independência cognitiva se entende a existência de uma capacidade in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Segundo Majmutov (1983) por ¨independência cognitiva se entende a existência de uma capacidade intelectual no aluno e o desenvolvimento de habilidades para dividir os traços essenciais e os secundários dos objetos, fenômenos e processos da realidade e mediante a abstração e a generalização revelar a essência dos conceitos novos.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaad.com.br" target="_blank">Monografia AD e a experiencia em monografias de educacao</a> realizou este artigo introdutório sobre o tema</p>
<p style="text-align:justify;">Os indicadores de que existe independência cognitiva são:</p>
<p style="text-align:justify;">a) a habilidade do aluno de atingir de forma independente, novos conhecimentos de diferentes fontes e a de adquirir novas habilidades e hábitos, tanto mediante a memorização, como através da investigação independente e das descobertas,</p>
<p style="text-align:justify;">b) a habilidade de empregar os conhecimentos, habilidades e hábitos adquiridos para a auto-superação ulterior,</p>
<p style="text-align:justify;">c) a habilidade de empregar tais conhecimentos e hábitos em sua atividade prática para resolver qualquer tipo de problema proposto pela vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas qualidades do aluno estão condicionadas pela existência nele de um elevado nível de necessidade cognitiva e de um interesse marcado pela existência de um desejo de aprender¨. (<a href="http://www.monografiaad.com.br/05_adinvestimento.html" target="_blank">faça um investimento em monografias de base sobre a independencia cognitiva)</a></p>
<p style="text-align:justify;">A independência cognitiva dos alunos pode desenvolver-se fundamentalmente durante o processo da atividade encaminhada à assimilação, fixação e aplicação independentes dos conhecimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo que se deduz que a formação da independência cognitiva e das capacidades criadoras da personalidade é possível somente no processo da atividade intelectual, encaminhada tanto à aquisição dos resultados do conhecimento e da prática como à assimilação da própria via do conhecimento e os procedimentos da atividade criadora, isto é, dos procedimentos para resolver problemas teóricos, práticos e refletir artisticamente a realidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Majmutov considera que a tarefa de desenvolver a independência cognitiva se resolvia mediante três tipos eficazes de trabalhos independentes, conseqüentemente só a aplicação do sistema de trabalhos independentes variados encaminhados à aquisição independente de conhecimentos por parte do maestro constitui um meio eficaz para conseguir uma atividade mais ativa e desenvolver as capacidades criativas dos alunos. Torna-se muito interessante a realização de um <a href="http://www.monografiaad.com.br/16_relatoriodeestagio.html" target="_blank">estagio em escolas</a> para compreender mais sobre o impacto da independencia cognitiva no cotidiano educacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Malkin (1966) distingue quatro tipos de trabalho independente em sua investigação (15):</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>1. Trabalho independente do tipo reprodutivo que opera com conhecimentos existentes e inclui quatro formas de trabalho independente: reprodutivos, de ejercitación, generais, de verificação.</li>
<li>2. Trabalho independente do tipo cognitivo de busca (heurístico) inclui várias formas: de motivação, de constatação, de buscas experimentais e /ou de buscas lógicas.</li>
<li>3. Trabalho independente do tipo criativo: neste tipo os estudantes criam algo novo ou original que, de uma ou outra maneira, expressa as inclinações individuais do aluno.</li>
<li>4. Trabalho independente do tipo cognitivo-criativo; estes se vinculam com a ampliação da relação do ensino com a vida e a docência com a prática.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">De todo o anterior se desprende que os elementos essenciais do trabalho independente são a atividade, a criatividade e a independência; e que a utilização eficiente desse trabalho independente contribui para assegurar a assimilação correta dos conhecimentos, a desenvolver a capacidade criadora, hábitos e habilidades corretos, a estimular o espírito investigativo, a desenvolver uma personalidade integral e a exigir um maior esforço por parte de docentes e estudantes. Conte com a <a href="http://www.monografiaalpha.com.br" target="_blank">Monografia Alpha - monografias e pesquisas cognitivas</a>, para lhe auxiliar em uma monografia sobre este tema</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E se estudarmos a intenção do usuário?]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=249</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 06:06:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=249</guid>
<description><![CDATA[Estou cada vez mais apegado aos sistemas de armazenamento de dados online. Qualquer tipo de dados. E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Estou cada vez mais apegado aos sistemas de armazenamento de dados online. Qualquer tipo de dados. E nisso incluo o <a href="http://docs.google.com" target="_blank">Google Docs</a> e o <a href="http://www.google.com.br/notebook/?hl=pt-BR" target="_blank">Google Bloco de notas</a>. Por vezes leio algo que desperta meu interesse e se não tenho acesso à Internet não perco meu tempo anotando num papel. Isso simplesmente porque antes eu anotava em papel, e sempre perdia o maldito.</p>
<p style="text-align:justify;">Li rapidamente em algum lugar (não lembro onde porque apenas passei os olhos nas primeiras palavras do texto e não tive acesso a Internet em seguida) que existe tanta informação atualmente circulando nas infovias que a questão de organização já está descartada. Não porque não seja mais necessário organizar informação, mas pelo fato de que é impossível organizar (até mesmo automaticamente) um fluxo produtivo tão grande que é incalculável.</p>
<p style="text-align:justify;">A questão é estudar o usuário, na sua forma mais interessante, como receptor de informação, ou seja, ser perspicaz o suficiente para interpretar os anseios do consulente, porque a informação, de uma forma ou outra, ele irá encontrar.</p>
<p style="text-align:justify;">Imaginemos a Web Semântica com seus agentes capazes de "varrer" um certo ambiente recheado de metadados descritores de informação. Imaginamos? Então agora temos que portar isso para o ambiente real, não virtual. O usuário é a fonte de informação que dispomos para criar elos de uma cadeia para que a informação lhe seja entregue. Por vezes ele nem nota (outras vezes nem nós notamos) o quanto suas (poucas) informação são valiosas e capazes de produzir um sistema eficiente.</p>
<p style="text-align:justify;">Não pretendo aqui (e seria pretensão demais) dizer que os métodos de organização devem ser esquecidos e, a partir de hoje, utilizaremos apenas o estudo do usuário como base para lhe fornecer a informação mais relevante possível. Não! A união do foco no usuário + a organização de informações devem continuar fazendo (e melhorando) com que a expectativa do usuário seja alcançada. Mas quem sabe analisar o usuário a partir de um olhar onde a "semente" não é sua ação, e sim sua intenção, sua cognição,já que muitos de seus objetivos não são perceptíveis?</p>
<p style="text-align:justify;">Vou pensar mais sobre isso. :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conceitos básicos: falsas memórias ]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=764</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 15:58:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=764</guid>
<description><![CDATA[Um dos aspectos mais estudados pelos investigadores da memória é a questão das falsas lembranças]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos aspectos mais estudados pelos investigadores da memória é a questão das falsas lembranças. Lenton, Blair e Hastie investigaram experimentalmente, utilizando o paradigma de Deese-Roedinger-McDermott, a maneira pela qual  associações estereotipadas indiretas produzem lembranças falsas. Fundamentalmente, este procedimento experimental consiste na apresentação de várias listas de palavras, cada uma composta por termos associados a uma palavra crítica não apresentada, avaliando-se posteriormente as diferenças na evocação através da rememoração ou do reconhecimento das palavras críticas quando comparadas com outras palavras não críticas. Resultados obtidos em vários estudos evidenciaram que os participantes "lembram" com muita freqüência as palavras críticas, embora elas não tivessem sido apresentadas de fato. Na tentativa de ampliar estas descobertas, os autores desenvolveram dois experimentos. No primeiro deles, era mostrado aos participantes uma lista de palavras constituída por uma série de papéis estereotipados, alguns tipicamente masculinos (soldados, advogados etc), outros claramente femininos (secretária, enfermeira etc). Posteriormente, foi realizado um teste de reconhecimento, na qual foram apresentadas palavras ausentes na lista anterior, especialmente termos que eram centrais aos papéis estereotipados. Os resultados do primeiro experimento demonstraram que independente de serem submetidos a uma condição experimental em que eram apresentados termos tipicamente relacionados a papéis masculinos ou femininos, os participantes apresentaram falsas lembranças mais freqüentes relativas aos papéis estereotipadamente consistentes, o que parece favorecer à hipótese de falsas lembranças podem ser produzidas por associações estereotipadas indiretas.</p>
<h4 style="text-align:right;">Fonte: Marcos E. Pereira. Psicologia Social dos Estereótipos. SP: EPU, 2002</h4>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo publicado: Gender Differences in Emotion Regulation]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=749</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 00:01:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=749</guid>
<description><![CDATA[Título: Gender Differences in Emotion Regulation: An fMRI Study of Cognitive Reappraisal
Autores: K]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Título: Gender Differences in Emotion Regulation: An fMRI Study of Cognitive Reappraisal</p>
<p>Autores: Kateri McRae, Kevin N. Ochsner, Iris B. Mauss, John J. D. Gabrieli e James J. Gross</p>
<p>Periódico: Group Processes &#38; Intergroup Relations, 11, 143-162, 2008</p>
<p>Resumo: <a href="http://gpi.sagepub.com/cgi/content/abstract/11/2/143?etoc">clique aqui para obter</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Usabilidade de automóveis: Aspectos Cognitivos]]></title>
<link>http://karinedrumond.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 14:04:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinedrumond</dc:creator>
<guid>http://karinedrumond.wordpress.com/?p=49</guid>
<description><![CDATA[
Imagina só se de repente, o comando dos carros fossem substituídos por comandos de teclados, como]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://karinedrumond.files.wordpress.com/2008/04/imagem12.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-50" src="http://karinedrumond.wordpress.com/files/2008/04/imagem12.png?w=300" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p>Imagina só se de repente, o comando dos carros fossem substituídos por comandos de teclados, como nos jogos de computador: para virar para direita tecle setinha para direita + shift, para acelerar mantenha apertado a tecla "setinha para baixo", passar marcha: +</p>
<p>Caos! Acidentes!</p>
<p>Porque não daria certo? <!--more-->Porque anos e anos de treinamento e acostumados com mapeamentos naturais como pedais, alavancas e volantes nos colocariam em situações difíceis quando algo de imprevisto acontecesse.</p>
<p>Mapeamentos não naturais, desse jeito, sobrecarregam nossa capacidade cognitiva. E essa sobrecarga pode causar tanto frustração quanto stresse.</p>
<p>Neste caso de substituir os comandos do carro por teclas tem ainda o problema da falta de affordance (aquela palavrinha da moda em usabilidade) que é justamente a propriedade as as características que um objeto tem que informam ao usuário a sua função. Um volante por exemplo, teria uma boa affordance: a sua forma (circular) e seu movimento (de girar em torno de um eixo) informam bem ao usuário a sua função de girar o pneu para um lado e para o outro.</p>
<p>No entanto, por outro lado, na tentativa de sempre associar uma idéia nova a uma idéia velha (caso das metáforas) limita a capacidade de inovação.</p>
<p>No caso de automóveis por exemplo, quantos outros estilos de interação já foram propostos em termos de inovação?</p>
<h5>post inspirado nas aulas do <a href="http://www.kutova.com">Prf. Kutova</a></h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MODELLING ADAPTIVE AND COGNITIVE SYSTEMS (ADAPCOG 2008)]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=714</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 14:15:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=714</guid>
<description><![CDATA[MODELLING ADAPTIVE AND COGNITIVE SYSTEMS
www.artificial.eng.br/adapcog08.htm
Call for Workshop Paper]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>MODELLING ADAPTIVE AND COGNITIVE SYSTEMS<br />
www.artificial.eng.br/adapcog08.htm</p>
<p>Call for Workshop Papers (CFP) &#62; Modelling Adaptive and Cognitive Systems  at SBIA/SBRN/JRI Joint Conference, www.sbia2008.ufba.br,</p>
<p>October 26-30, 2008, Salvador, Bahia, Brazil</p>
<p>What are the mechanisms underlining the emergence of cognitive and adaptive processes? What kind of theoretical and empirical constraints must we consider to model and simulate these processes in artificial  agents and systems? How can processes and representations be  meaningful to artificial agents? These are some of the questions that  building and simulating computational models can help answer.</p>
<p>Artificial Life, Animats, Synthetic Ethology, Evolutionary Robotics and Computational Semiotics are some of the interdisciplinary areas of  research involved in the synthetic design of artificial cognitive  systems and creatures. These areas have been designing artificial environments that work as experimental labs, where it is possible to  test the predictions derived from theoretical models, and provide us with opportunities to specify theories with computational formalisms.  Moreover, it provides a new generation of more flexible and robust artificial systems able to interact with an unpredictable dynamical world, thus ever more 'intelligent' technological artifacts.</p>
<p>Due to its inherited multi-disciplinarity, this workshop will have a diverse audience composed of different communities. This audience involves researchers from areas such as: Artificial Intelligence, Artificial Life, Cognitive Robotics, Computational Neuroscience, Computational Linguistics,  Cognitive Science, Philosophy of Science, Philosophy of Biology, Philosophy of Cognitive Science.</p>
<p>*Topics:  The workshop seeks contributions in topics within computational models and experiments involving adaptive and cognitive systems. Topics of interest for this special track on cognitive systems include among others:<br />
-       Adaptive behavior modeling and simulation<br />
-       Evolution of complex adaptive behavior<br />
-       Artificial Life, Animats, Robotics and multi-robots models<br />
-       Agent-based models of biological systems and processes<br />
-       Artificial systems as models of biological processes<br />
-       Biosemiotic processes and systems<br />
-       Modeling of meaning and information processing<br />
-       Representation and symbol grounding<br />
-       Emergence, Complexity and Self-organization<br />
-       Epistemological and Methodological issues</p>
<p>It is of special interest of this workshop, computer models and simulations of cognitive processes inspired by biological/empirical motivations. Researchers dealing  with issues related with representation in artificial systems (e.g. symbol grounding, language, meaning) are particularly encourage to  submit contributions to the workshop.</p>
<p>*Important Dates</p>
<p>&#62; June 25, 2008  - Submission Deadline<br />
&#62; July 25, 2008  - Notification to authors<br />
&#62; August 15, 2008 - Camera-ready copies of papers<br />
&#62; October 26-30, 2008  - Joint Conference SBIA/SBRN/JRI 2008<br />
&#62; October 26-30, 2008  - ADAPTCOG 2008</p>
<p>*Submission Instructions</p>
<p>You are invited to submit papers to the upcoming Workshop on Modelling Adaptive and Cognitive Systems. Papers must be written in English and may have a length of up to 10 pages, including tables, figures, and references. Like the main conference, papers must conform to the Springer LNCC/LNAI style.  It  is  recommended  that authors  use Springer-Verlag  template  files  (see http://www.springer.de/comp/lncs/authors.html, section "Proceedings and Other Multi-author Volumes"  for  formatting instructions) to  minimize possible conflicts of paper length when preparing the camera ready.</p>
<p>Papers should be formatted in PDF (preferred) or PostScript, and submitted electronically only, through the JEMS Conference Management System web site at [https://submissoes.sbc.org.br/sbia2008].</p>
<p>Submission is a three-step process. In a first step authors are required to register as new authors with JEMS. After registration as author the login data will be sent to the specified email address. This data can be used to access the system. In a second step authors have to register their paper (click the submit paper  button in  JEMS). The  third  step  consists  on uploading the paper. Submitted papers will be peer-reviewed by at  least two program committee members and/or additional reviewers/referees.</p>
<p>Accepted papers will be made public in the website (abstracts only) and published in the Proceedings of  the  Workshops of  the SBIA-SBRN-JRI  2008, on CD-ROM (full papers). Selected papers will be invited to submit an extended version to be published in a tentative special issue of an international journal to be announced.</p>
<p>Any other questions  regarding  papers  submission may be directed to one of the organizers.</p>
<p>*Chairs<br />
Angelo Loula<br />
angelocl  AT ecomp.uefs.br, www.artificial.eng.br<br />
DEXA, State University of Feira de Santana (UEFS), Feira de Santana,<br />
BA, Brazil<br />
DCA/FEEC, State University of Campinas (UNICAMP), Campinas, SP,<br />
Brazil</p>
<p>João Queiroz<br />
queirozj AT ecomp.uefs.br, www.semiotics.pro.br<br />
Federal University of Bahia (UFBA), Salvador, BA, Brazil<br />
Graduate Studies Program on History, Philosophy and Science Teaching<br />
(UFBA/UEFS)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notícia do dia: memória de elefante]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=395</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 03:01:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=395</guid>
<description><![CDATA[O portal Terra reproduz matéria da Associated Press, na qual é relatada a curiosa situação de um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O portal Terra reproduz matéria da Associated Press, na qual é relatada a curiosa situação de um homem incapaz de esquecer os detalhes mais insignificantes da própria vida. <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2560649-EI298,00.html">Clique aqui para ler a matéria</a></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/02/24/707986-4753-it2.jpg" alt="Associated Press" /></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Positivismo Jurídico &amp; Jusnaturalismo são teorias semânticas do direito ]]></title>
<link>http://sergiorauber.wordpress.com/2008/01/26/positivismo-juridico-jusnaturalismo-sao-teorias-semanticas-do-direito/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 15:56:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiorauber</dc:creator>
<guid>http://sergiorauber.wordpress.com/2008/01/26/positivismo-juridico-jusnaturalismo-sao-teorias-semanticas-do-direito/</guid>
<description><![CDATA[

O positivismo jurídico e o jusnaturalismo pretendem explicar o fenômeno do direito. Em hipótese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"></h3>
<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content"><a href="http://bp1.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0M1CjJSlDI/AAAAAAAAAA8/rbyXM8FMGRs/s1600-h/kelsen.jpg"><img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0M1CjJSlDI/AAAAAAAAAA8/rbyXM8FMGRs/s320/kelsen.jpg" style="float:right;width:109px;cursor:pointer;height:150px;margin:0 0 10px 10px;" /></a>O positivismo jurídico e o jusnaturalismo pretendem explicar o fenômeno do direito. Em hipótese alguma pretendem provar a existência deste, pois tal investigação - em termos científicos - é meta jurídica e parte de uma ciência maior da qual o direito seria apenas uma ramo. Alguns pensadores jurídicos reputam a sociologia como o tronco a partir do qual se estende a sua ciência. Outros, como KELSEN, afirmam que a origem do direito só pode ser buscada no próprio direito e que qualquer outra origem seria juridicamente irrelevante. Sua teoria já foi assim definida: um tipo de positivismo legal muito estrito e cientificamente compreendido, baseado na idéia de uma <i><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grundnorm" title="Grundnorm">Grundnorm</a> (norma fundamental)</i>, que seria uma norma hipotética sobre a qual todos os níveis subseqüentes do ordenamento jurídico, tais como a constituição e as leis ordinárias seriam fundadas (em inglês na Wikipedia: <span style="font-style:italic;">a very strict and scientifically understood type of </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Legal_positivism" title="Legal positivism">legal positivism</a><span style="font-style:italic;">, is based on the idea of a </span><i><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grundnorm" title="Grundnorm">Grundnorm</a></i><span style="font-style:italic;">, a hypothetical norm on which all subsequent levels of a </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Legal_system" title="Legal system">legal system</a><span style="font-style:italic;"> such as </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Constitutional_law" title="Constitutional law">constitutional law</a><span style="font-style:italic;"> and "simple" law are based</span>).</p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0M58TJSlEI/AAAAAAAAABE/Mqwbg_ZWpyI/s1600-h/dworkin.jpg"><img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0M58TJSlEI/AAAAAAAAABE/Mqwbg_ZWpyI/s320/dworkin.jpg" style="float:left;width:115px;cursor:pointer;height:115px;margin:0 10px 10px 0;" /></a>Ronald DWORKIN, em sua obra <span style="font-style:italic;">Uma questão de princípio,</span> postula que as correntes de pensamento jurídico positivistas são teorias semânticas, para o autor: "A crítica mais significativa do Positivismo rejeita a teoria em todos os níveis de concepção. Ela nega que possa existir uma teoria geral sobre a existência e o conteúdo do direito; ela nega que teorias especiais acerca de sistemas legais determinados possam identificar o direito sem recorrer ao seu conteúdo, e ela rejeita inteiramente o foco institucional do positivismo". Assim, para DWORKIN uma teoria do direito é uma teoria sobre como os casos devem ser decididos e começa, não com uma certa soma de organização política, mas com um ideal abstrato que regula as condições sob as quais os governos poderão usar força coercitiva sobre os sujeitos desta decisão. (em inglês na Wikipédia: <span style="font-style:italic;">"Positivism's most significant critic rejects the theory on every conceivable level. He denies that there can be any general theory of the existence and content of law; he denies that local theories of particular legal systems can identify law without recourse to its merits, and he rejects the whole institutional focus of positivism. A theory of law is for Dworkin a theory of how cases ought to be decided and it begins, not with an account of political organization, but with an abstract ideal regulating the conditions under which governments may use coercive force over their subjects"</span>).</p>
<p>Para os leitores menos habituados a esta discussão e a esta terminologia dizemos que uma teoria é semântica quando para evitar o paradoxo, distinguindo entre a linguagem sobre a qual se fala (linguagem objeto) da linguagem a qual se está falando (metalinguagem) e, geralmente, é expressa em termos de <span style="font-style:italic;">condição de adequação material,</span> ou através de uma convenção-T. Assim, temos que (1) "P" é verdadeiro, se e somente se <span style="font-style:italic;">p;</span> ou quando dizemos (2) Pedro herdará os bens de Josiane, se e somente se Pedro for o herdeiro de Josiane.</p>
<p>De um modo geral, todas as assertivas jurídicas guardam essa relação <span style="font-style:italic;">linguagem-metalinguagem</span> estabelecendo o caráter semântico das proposições jurídicas positivistas.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Positivismo Jurídico &amp; Jusnaturalismo: dois conceitos?]]></title>
<link>http://sergiorauber.wordpress.com/2008/01/26/positivismo-juridico-jusnaturalismo-dois-conceitos/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 15:54:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiorauber</dc:creator>
<guid>http://sergiorauber.wordpress.com/2008/01/26/positivismo-juridico-jusnaturalismo-dois-conceitos/</guid>
<description><![CDATA[

Nem todos os profissionais de direito fazem uma grande reflexão sobre suas práticas profissionai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"></h3>
<div class="post-header-line-1"></div>
<div class="post-body entry-content">Nem todos os profissionais de direito fazem uma grande reflexão sobre suas práticas profissionais, sobre a instituição ou a prática social do direito. Em geral, juízes, promotores e advogados são pessoas ordinárias com problemas e necessidades muito comuns, que não são diferentes dos problemas e necessidades de outras pessoas comuns como os metalúrgicos, os bancários, etc. E, nesse sentido, o exercício de suas atribuições ou habilidades e competências destina-se à manutenção das suas condições de reprodução social, ou seja, para pagar o aluguel ou a prestação da casa, para alimentar-se e à suas famílias, para fazer coisas comuns.</p>
<p>Mas não seria muito esperar de profissionais tão capacitados para o exercício de tão elevado mister profissional, que estes refletissem sobre suas práticas e guardassem com elas e em relação a elas um certo distanciamento crítico e notadamente profissional. Ou seja, que possuíssem com relação à sua profissão aquela atitude de quem sabe exatamente o que faz.</p>
<p><a href="http://bp3.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0NTvDJSlFI/AAAAAAAAABM/9EEKcFrWy2I/s1600-h/corte.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0NTvDJSlFI/AAAAAAAAABM/9EEKcFrWy2I/s320/corte.jpg" style="float:left;width:152px;cursor:pointer;height:113px;margin:0 10px 10px 0;" /></a>Costuma-se dizer que o advogado não precisa, necessariamente, crer na inocência de seu constituído - que ao advogado não cabe perguntar se o seu cliente é inocente ou não. Que irá fazer a defesa de seu patrocinado utilizando-se das famosas «brechas» ou lacunas da lei. Tal senso-comum é perfeita e acabada insensatez. Para que juízes, promotores e advogados sejam bons profissionais é necessário que estes possuam um agudo senso crítico em relação aos seus fazeres funcionais e profissionais (uns o demonstram através de grande erudição científica, outros através de um senso prático irretorquível).</p>
<p>O primeiro que se pede a estes profissionais (como ademais a qualquer outro) é que acreditem no que fazem, o que importa em concluir que estes profissionais devem acreditar no direito. O que quer que isto signifique.</p>
<p>A premissa fundamental que afirma a existência do direito está expressa na máxima latina <span style="font-style:italic;">ubi societas, ibi jus </span>- que podemos traduzir por: <span style="font-style:italic;">onde existe sociedade, existe o direito.</span> E tal expressão, por implicação lógica, afirma que o direito é um fenômeno social. Portanto, se o objeto que observamos não pode ser considerado socialmente, então, necessariamente, não se trata de direito (isso acontece com a lei da gravidade, i. e., embora seja descrita como lei, não se trata de direito).<br />
<a href="http://bp2.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0NUpzJSlGI/AAAAAAAAABU/j-eXsBlrLos/s1600-h/lawyer.gif"><img border="0" src="http://bp2.blogger.com/_UqRjY_pHjJA/R0NUpzJSlGI/AAAAAAAAABU/j-eXsBlrLos/s320/lawyer.gif" style="float:right;width:257px;cursor:pointer;height:211px;margin:0 0 10px 10px;" /></a><br />
Ora, se o direito só pode ser considerado como fenômeno social e, se a sociedade é constituída por pessoas (em sentido humano) em um determinado contexto espaço-temporal, então temos que o direito somente existe entre os homens em seu específico contexto histórico e social.</p>
<p>Como esta conclusão é mandatória e apriorísitica, a reflexão sobre o direito e suas origens como fenômeno social remontam a duas correntes principais - o positivismo jurídico (nascido na efervescência das idéias modernistas) e o jusnaturalismo (forjado na dureza cristalina do pensamento clássico).</p>
<p>O positivismo jurídico, fortemente influenciado pelas idéias do pensador social francês Auguste Comte, afirma a existência do direito como fenômeno externo à natureza das pessoas e estreitamente inerente à natureza das relações e instituições sociais. Para esta corrente de pensamento o direito é direito posto, estabelecido pela instituição social cuja máxima expressão encontra-se na lei escrita, mas também refere-se às tradições e costumes bem como à práxis judicial, enquanto constituam-se como instituições. Para os positivistas, o sujeito de direito somente surge como tal quando satisfaz os requisitos externos - estabelecidos a priori - para o exercício do direito.</p>
<p>O jusnaturalismo, por seu turno, solidificado na tradição clássica, afirma a existência do direito como profundamente inerente à natureza constitutiva dos seres. Para os neófitos desta corrente de pensamento jurídico o direito é fenômeno social apenas secundariamente, pois constituindo a natureza intrínseca das pessoas e estas, à sua vez, constituindo o corpo social fazem do direito um fenômeno de proporções sociais. Desse modo, para os jusnaturalistas, a lei deve expressar um direito que pré-existe e que caracteriza os sujeitos de direito e, do mesmo modo, os costumes e a tradição não passam de mera expressão do direito pré-existente e a práxis judicial somente poderá ser assim considerada quando estiver conforme este.</p>
<p>Percebe-se desde já que a filiação a uma ou a outra corrente do direito implica em diferentes perspectivas de atuação do profissional de direito.</p>
<p>Se um se diz positivista jurídico, está a afirmar que o direito existe <span style="font-weight:bold;">para </span>o homem em sociedade: que o direito existe <span style="font-weight:bold;">para </span>aperfeiçoar, corrigir e restaurar as relações sociais <span style="font-weight:bold;">tidas </span>ou consideradas como imperfeitas, erradas ou danificadas em relação aos seus modelos consagrados em uma determinada ordem social.</p>
<p>Se, por outra, um se diz jusnaturalista, está a afirmar que o direito <span style="font-weight:bold;">é inerente </span>ao homem, independentemente do contexto social em que se insere, que o direito <span style="font-weight:bold;">é </span>a perfeição, a correção e a integridade das relações sociais e que qualquer imperfeição, incorreção ou lesão e falha em tais relações não é direito.</p>
<p>Assim, no campo criminal, para o positivista jurídico, o direito existe <span style="font-weight:bold;">para </span>punir o ofensor e, na percepção do jusnaturalista, <span style="font-weight:bold;">é </span>o castigo para o delinqüente. Diante destas linhas - grosseiramente traçadas - é fácil perceber que juízes e promotores de justiça tendem a inclinar-se em direção de uma percepção mais positivista do direito, enquanto os advogados tendem a se aproximar mais de uma percepção jusnaturalista deste.</p>
<p>Nenhuma das duas percepções é suficiente para explicar o fenômeno do direito em sua integralidade, demonstrar esse pensamento e compreensão é o objetivo deste <span style="font-style:italic;">blog,</span> liguem-se nos próximos <span style="font-style:italic;">posts.</span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Usabilidade e a Psicologia da Decisão(Parte 1)]]></title>
<link>http://complicado.wordpress.com/2008/01/02/usabilidade-e-a-psicologia-da-decisaoparte-1/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 03:21:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jonas Felipe</dc:creator>
<guid>http://complicado.wordpress.com/2008/01/02/usabilidade-e-a-psicologia-da-decisaoparte-1/</guid>
<description><![CDATA[
Nós não somos totalmente livres, nossas decisões, das mais banais às mais cruciais, são influe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/psico_decisao1.gif" alt="Psicologia da Decisão - complicado.com.br" /></div>
<div style="text-align:center;"><em>Nós não somos totalmente livres, nossas decisões, das mais banais às mais cruciais, são influenciadas por aspectos que fogem ao domínio da consciência.</em></div>
<div>A todo momento estamos interagindo com tudo à nossa volta, pessoas, animais, objetos e, claro, com a internet! Uma das coisas mais bacanas na internet e que a diferencia de outros diversos meios é a possibilidade de interagir, e para cada interação, há, logicamente, uma <strong>decisão</strong>.</div>
<div>Mas como as pessoas tomam decisões? O que faz elas soltarem ou segurarem um pum, por exemplo? É exatamente isso que a <strong>Psicologia da Decisão</strong> estuda e em dois artigos(este e <a title="Usabilidade e a Psicologia da Decisão(Parte 2)" href="http://complicado.wordpress.com/2008/04/24/usabilidade-e-a-psicologia-da-decisaoparte-2/">mais um que virá</a>) tentarei explica-la de forma bem simples, mostrando o quanto é útil entender como as pessoas tomam decisões para fazer sistemas interativos melhores e com resultados surpreendentes.</div>
<div>
<h3>O contexto influencia a tomada de decisão</h3>
</div>
<p>A ilustração deste artigo trata justamente desse ponto. O <strong>contexto</strong>.</p>
<p>Você não é livre para soltar ou não um pum, nem eu nem você. O contexto influencia na nossa liberdade de escolha. Em uma reunião de negócios por exemplo, normalmente as pessoas não emitem flatulências, já em suas casas, a coisa funciona um pouco diferente.</p>
<p>A "liberdade de escolha" não consegue ficar totalmente livre. Percebeu?</p>
<p><em>Estamos considerando o pum neste artigo algo controlável. Puns "sem querer" existem, para a alegria de muitos e tristeza de alguns.</em></p>
<h3>O silêncio tem poder</h3>
<p align="left">Ao invés de pedir para que  as pessoas decidam, que tal influenciá-las simplesmente setando uma opção como padrão(<em>default</em>)?</p>
<p>Cadastro<strong> IG: </strong></p>
<p><img src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/ig.gif" alt="Ig" /></p>
<p>Cadastro<strong> Mercado Livre: </strong></p>
<p><img src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/mercado_livre.gif" alt="Cadastro Mercado Livre" /></p>
<p>Cadastro <strong>Yahoo!:</strong></p>
<p><img src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/yahoo.gif" alt="Cadastro Yahoo!" /></p>
<p align="left">Há também um ótimo exemplo fora da internet. <strong>Ser ou não ser doador de órgãos?</strong></p>
<p><em>Clique na imagem abaixo para ampliar</em></p>
<p><a title="Ser ou não ser doador de órgãos?" href="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/orgaos.jpg"><img src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/orgaos.jpg" alt="Ser ou não ser doador de órgãos?" /></a></p>
<p><em>Imagem retirada da revista Mente e Cérebro Nº 179. Se quiser saber mais, pode também consultar o artigo em inglês: <a title="Artigo de Eric J. Johnson e Daniel Goldstein" href="http://www.dangoldstein.com/papers/DefaultsScience.pdf">Do Defaults Save Lives?(pdf)</a></em></p>
<p align="left"><span style="color:#008000;"><strong>Conselho do Jonas: </strong>Recomendo usar essa "tática" de forma inteligente, com base em <strong>pesquisas</strong>. Um bilhão de cadastros em sua <a title="O que é Newsletter - Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Newsletter"><em>newsletter</em></a>, por exemplo, pode não significar 1 bilhão de pessoas felizes em receber as novidades e promoções da sua empresa. O silêncio é igual a pólvora, lembre-se disso, no trabalho e fora dele. </span></p>
<h4>"A opção <em>default</em>(padrão) é sempre a melhor opção pra mim"</h4>
<p align="left">Muita gente tem um plano de celular que  não é o mais vantajoso, isso acontece também na web, a maioria dos usuários utiliza sistemas <em>online</em> do jeito que lhe são fornecidos e não chegam a adaptá-los/personaliza-los às suas necessidades, as vezes pensam até que o sistema não serve para eles pois a opção que queriam não se encontra ativada por <em>default</em>.</p>
<p align="left"><img src="http://complicado.wordpress.com/files/2008/01/orkut_defaults.gif" alt="Orkut Defaults" /></p>
<p align="left"><em>Tela de configurações do orkut.com. Provavelmente o sistema com maior índice de personalização por parte dos usuários<br />
</em></p>
<p align="left"><span style="color:#008000;"><strong>Conselho do Jonas</strong>: Sempre recomendo <strong>pesquisa</strong> e <strong>testes de usabilidade </strong>na hora de configurar os padrões de um sistema desenvolvido por você. Já vi projetos não darem certo somente por causa desse erro, </span><span style="color:#008000;"><strong>cuidado.</strong></span></p>
<p align="left">A vida é corrida e complicada e não é possível prestar atenção em tudo. Pesquisar alternativas consome tempo, mas a preguiça e a falta de atenção não são as únicas razões de nossa inércia.</p>
<p align="left">Em 2006, um estudo do psicólogo Craig R. M. McKenzie da Califórnia, em San Diego mostrou que a maioria das pessoas pressupõe que a opção <em>default</em> é sempre a mais recomendada.</p>
<p align="left"><strong><a title="Usabilidade e a Psicologia da Decisão(Parte 2)" href="http://complicado.wordpress.com/2008/04/24/usabilidade-e-a-psicologia-da-decisaoparte-2/">continuação do artigo &#62;&#62;</a><br />
</strong></p>
<p><a title="Comente!" href="http://complicado.wordpress.com/2008/01/02/usabilidade-e-a-psicologia-da-decisaoparte-1/#respond">Quero deixar meu comentário no Complicado!</a></p>
<p>--</p>
<p><strong>Complemento(humor): </strong><a title="Desvendando Mitos - Blog Obvious" href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/as_mulheres_bon.html"><em>As mulheres bonitas também tem gases?</em></a><br />
<strong>Referências: </strong>Revista <em>Mente e Cérebro</em> nº 179</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogos mentais]]></title>
<link>http://techberto.wordpress.com/2007/12/02/jogos-mentais/</link>
<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 12:26:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>techberto</dc:creator>
<guid>http://techberto.wordpress.com/2007/12/02/jogos-mentais/</guid>
<description><![CDATA[
Jogos mentais? Uma dos trabalhos que  o pessoal do Media Lab - MIT  Europa  [1] tem desenvolvido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.elastico.net/archives/head%20copy.gif" alt="head copy.gif" border="0" height="342" width="249" /></p>
<p>Jogos mentais? Uma dos trabalhos que  o pessoal do <a href="http://www.medialabeurope.org/">Media Lab - MIT  Europa</a>  [1] tem desenvolvido é uma plataforma chamada  <a href="http://mindgames.medialabeurope.org/">MindGames</a>  onde eles desenvolvem tecnologias que podem expandir e melhorar o potencial humano, baseado em sinais gerados pelo corpo para interagir com as tecnologias.  Muito interessante, mas no fundo fico pensando "quando" estas tecnologias serão realmente massificadas.</p>
<p>[1] <a href="http://www.medialabeurope.org/">Media Lab - MIT  Europa</a></p>
<p>[2] <a href="http://mindgames.medialabeurope.org/">MindGames</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Andy Thomson sobre Terroristas Suicidas]]></title>
<link>http://amansarda.wordpress.com/2007/10/23/andy-thomson-sobre-terroristas-suicidas/</link>
<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 18:31:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>TGF</dc:creator>
<guid>http://amansarda.wordpress.com/2007/10/23/andy-thomson-sobre-terroristas-suicidas/</guid>
<description><![CDATA[Andy Thomson, psiquiatra, fala na AAI deste ano sobre terroristas suicidas, no que será talvez a ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Andy Thomson, psiquiatra, fala na AAI deste ano sobre terroristas suicidas, no que será talvez a apresentação mais completa sobre o tema que é possível fazer em menos de 1 hora. Na primeira parte dá conta da gravidade do problema do terrorismo suicida, com uma perspectiva histórica e números que mostram como tem aumentado desmesuradamente, e delineia o resto da palestra. Os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hashashin"><em>hashashin</em></a> são apenas brevemente referidos, mas vale a pena ler um pouco sobre os métodos usados para endoutrinar este grupo de elite de assassinos islâmicos. A palestra centra-se sobre o perfil de terroristas suicidas dos dois géneros e as tendências naturais que possibilitam estes ataques, que são justificadas do ponto de vista evolutivo. O outro tema chave é a descrição dos mecanismos cognitivos que tornam o ser humano susceptível à doutrinação religiosa, e como estes são usados para propiciar este tipo de acções terroristas.</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=uuipt15s08c">Parte 1: Introdução e sumário</a></p>
<p>Parte 2: Explicação:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0iyCPDHplq8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/0iyCPDHplq8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=t_Sda8oMjaI">Parte 3: Perguntas e respostas</a></p>
<p><!--more--></p>
<p><strong> </strong>Um ponto muito interessante, e raramente referido quando este tema é abordado, é a distinção entre as motivações de terroristas suicidas do sexo masculino e  feminino. A motivação masculina é sumarizada como <em>retaliation bargaining</em>. Vai buscar as suas raízes à propensão natural para <em>lethal raiding</em>, a tendência (por razões evolutivas) para elementos (masculinos) de uma comunidade cometerem ataques organizados sobre uma comunidade vulnerável, basicamente o mesmo impulso intrínseco que origina o <em>hooliganismo</em>.<em> </em>O terrorismo é uma versão extrema desta vontade inata, em que o sujeito se vê desprovido de outra forma de retaliação.</p>
<p>A motivação principal do sexo feminino é mais interessante, Thomson chama-lhe <em>burdomsomeness </em>e está mais relacionada com o suicídio propriamente dito do que com propensão para violência. Há um padrão comum nas suicidas islâmicas: jovens na casa dos 20, sofreram uma perda pessoal significativa e são vítimas de rejeição social extrema: foram sujeitas a violência sexual, cometeram adultério, são inférteis e/ou divorciaram-se.Este último ponto em comum exacerba ainda mais o papel da religião no terrorismo suicida, já que este tipo de causas dificilmente levam a um estigma social deste calibre numa sociedade secularizada.</p>
<p>A descrição dos mecanismos cognitivos de que a religião se serve para tomar controlo de um indivíduo podia ser um pouco mais aprofundada, mas é o tempo disponível. Uma nota à parte: caso a inclusão do amor romântico nestes factores pareça abusiva, basta ler esta <a href="http://www.ateismo.net/diario/2007/10/teresa-de-vila.php">confissão da "santa" Teresa de Ávila</a>. As 'santas' são muito subestimadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ver com a língua]]></title>
<link>http://amansarda.wordpress.com/2007/10/20/ver-com-a-lingua/</link>
<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 20:03:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>TGF</dc:creator>
<guid>http://amansarda.wordpress.com/2007/10/20/ver-com-a-lingua/</guid>
<description><![CDATA[(via The Frontal Cortex)
O BrainPort permite que um cego consiga &#8216;ver&#8217; convertendo os re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(via <a href="http://scienceblogs.com/cortex/2007/10/teaching_the_tongue_to_see.php">The Frontal Cortex</a>)</p>
<p>O BrainPort permite que um cego consiga 'ver' convertendo os registos de uma câmara binocular em impulsos eléctricos que estimulam o sentido do tacto na língua. O <a href="http://science.howstuffworks.com/brainport.htm">HowStuffWorks</a> tem mais detalhes sobre como funciona este aparelho que promete restituir alguma independência a quem não pode contar com os olhos (ver também <a href="http://www.mit.edu/~msur/">Mriganka Sur</a>). Como se pode ver neste vídeo, os resultados práticos são impressionantes:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/OKd56D2mvN0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/OKd56D2mvN0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>E ao ver isto no contexto de algumas discussões de visões teístas vs ateístas, não consigo deixar de pensar que revela uma postura diferente destas duas formas de ver o mundo. Pode ser aceite que tudo o que acontece faz parte de um plano maior de uma entidade suprema. Ou podemos aceitar que deus é a personificação do acaso (<a href="http://5dias.net/2007/10/13/por-amor-de-deus/">uma figura de estilo</a>), e procurar soluções para as arbitrariedades da criação. O BrainPort é mais um caso para se dizer: <a href="http://www.edge.org/3rd_culture/dennett06/dennett06_index.html">Thank God? Thank Goodness!</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ecos da 11ª SEMAJUR]]></title>
<link>http://sergiorauber.wordpress.com/2007/10/11/ecos-da-11%c2%aa-semajur/</link>
<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 22:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiorauber</dc:creator>
<guid>http://sergiorauber.wordpress.com/2007/10/11/ecos-da-11%c2%aa-semajur/</guid>
<description><![CDATA[O Departamento de Ciências Jurídicas da UNEMAT promoveu - de 3 a 5 de setembro p.p. - a 11ª SEMAJ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O Departamento de Ciências Jurídicas da UNEMAT promoveu - de 3 a 5 de setembro p.p. - a 11ª SEMAJUR. Para mim foi a oportunidade de rever um grande e velho amigo - o Dr. Carlos Alberto Reyes Maldonado, advogado formado nas "arcadas" de São Francisco, ex-reitor da Universidade e agora doutorando em educação por Siegen (Alemanha).Do seu colóquio extraí duas grandes notícias: o deslocamento da centralidade na formação do jurista, adaptando-o ao manejo da técnica irrefletida e alienada no sentido da construção da Justiça e conceito de causalidade tal como formulado pela etnia taukane, clamando por uma bi-dimensionalidade espaço-temporal.</p>
<p>A primeira notícia relaciona-se com o modelo de formação dos futuros promotores, juízes e advogados denunciando sua incompatibilidade com os desafios sugeridos pela nova conformação cognitivo-sensorial da realidade em um mundo dominado pela razão política, transformando os "operadores" do direito, nas palavras do palestrante em meros "funcionários dos códigos".</p>
<p>A segunda notícia merece um estudo muito aprofundado, pois, se tomarmos como verdadeiro o postulado de causalidade taukane, então, devemos reescrever todo o direito das obrigações, revogar mais da metade do Código Penal, sem falar das implicações sobre a responsabilidade civil e administrativa.</p>
<p>Espero que estas notícias tenham, de alguma forma, tocado os espíritos dos acadêmicos - pois, são considerações de elevado conteúdo prático e teórico, com profundas implicações sobre o conhecimento jurídico. Espero voltar a estes tópicos brevemente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Questão de Identidade]]></title>
<link>http://graziellaarantes.wordpress.com/2007/08/22/uma-questao-de-identidade/</link>
<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 23:32:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Graziella</dc:creator>
<guid>http://graziellaarantes.wordpress.com/2007/08/22/uma-questao-de-identidade/</guid>
<description><![CDATA[Continuidade psicológica e o problema da identidade
A revista Philosophy Now publicou um artigo int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><strong>Continuidade psicológica e o problema da identidade</strong></p>
<p>A revista <a href="http://www.philosophynow.org/issue62/62harrison.htm" target="_blank">Philosophy Now</a> publicou um artigo interessante sobre o problema da identidade - como nós temos a impressão de que somos a mesma pessoa, apesar do fato de que nossa personalidade, preferências e mesmo as habilidades cognitivas podem mudar a cada momento.</p>
<p>É um problema  abordado pelo famoso filósofo John Locke desde o século XVII e ainda mais relevante hoje, tanto para compreender as questões da identidade e do <em>self</em> na ciência cognitiva contemporânea, como para a formação de julgamentos complexos no livre arbítrio e na responsabilidade.</p>
<p>Suponha-se que um homem cometeu um crime enquanto bêbedo ou sob amnésia provisória. Por causa de seu estado mental na altura do crime, não pode verdadeiramente recordar-se absolutamente de nada sobre isso. Claramente, na evidência das testemunhas, era seu próprio corpo que cometera o crime.</p>
<p>Mas era a mesma pessoa? Se a pessoa atual for considerada culpada do crime, se a embriaguez ou amnésia influenciaram sua psique , então, “não era seu verdadeiro <em>self</em>”?</p>
<p>Poderia  reclamar que na altura do incidente o "ocupante" de seu corpo seria uma pessoa completamente diferente; ou talvez algum componente "quebrado" de sua própria psique  não poderia ser descrito como  "ele mesmo"?</p>
<p>A continuidade psicológica era,como Locke afirmava, a resposta à pergunta. O acusado, considerado como um homem, o ser físico, é certamente culpado. Sua própria mão golpeou o sopro, sua própria voz manifestou-se na raiva. Mas, se a pessoa, ser psicológico, não pode recordar um átomo dele, então não é culpado.</p>
<p>Embora a teoria de Locke responda à pergunta, não está absolutamente certo que resolva o problema; para ele levanta um paradoxo que provoca a maior sagacidade dos juristas: o homem do crime deve ser o culpado, mas não a pessoa no homem! E se o homem é punido, experimentará a dor, mas a pessoa errada sofrerá a punição.</p>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left">Fonte: <a href="www.mindhacks.com" target="_blank">Mind Hacks</a> , original de <a href="http://www.philosophynow.org/issue62/62harrison.htm" target="_blank">Bob Harrison</a> e <a href="http://http://thinkingmeat.com/newsblog/?p=862" target="_blank">Projeto Thinking Meat </a></p>
<p align="left">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
