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	<title>casa-branca &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "casa-branca"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 18:45:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Quem Matou John Kennedy...da Silva?]]></title>
<link>http://vandosquebrados.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 15:28:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ragas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá a todos! Como vão? Para aqueles que não me conhecem meu nome é John&#8230;kennedy&#8230;e eu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos! Como vão? Para aqueles que não me conhecem meu nome é John...kennedy...e eu sou esse corpo ensanguentado estirado no chão. O motivo para que eu esteja nessa situação? Eu contarei mais tarde. Preciso me concentrar agora. Minha cabeça dói muito. Muito mesmo. Nunca pensei que ferimento de bala ardesse. Mas arde. Mais que merthiolate. Olha pra mim aqui avoado de novo. Onde eu estava mesmo? Ah, sim! Minha atual situação. Bom, para entender o que aconteceu comigo acho melhor eu me apresentar primeiro.</p>
<p>Meu nome é John kennedy da Silva. Ele é uma homenagem óbvia ao famoso ex-presidente dos Estados Unidos na década de 60: JFK. O fato mais marcante em relação à passagem de Kennedy pela Casa Branca foi seu assassinato ocorrido no Texas, em 1963. O mais impressionante é que, até hoje, não se sabe quem, de fato, o matou. Fala-se em diversas conspirações, envolvendo desde terroristas até o próprio governo americano. Chegaram a prender, inclusive, um bode expiatório que, convenientemente, foi assassinado logo depois de sua prisão. Bom, mas deixa isso pra lá. É passado. O que interessa é que essa tragédia comoveu não apenas os americanos, mas milhares de pessoas por todo mundo, e meu pai foi uma delas. Eu nasci em 23 de novembro de 1963, um dia depois do assassinato. Foi quando meu nome, que já tinha sido escolhido, foi trocado para JK da Silva. Meu pai dizia que eu teria o mesmo sucesso que ele. Coitado. Se soubesse que a única semelhança entre nós seria o tiro levado na cabeça, talvez me desse outro nome. Se bem que Wellington era o nome preferido de minha mãe. Tava ferrado de qualquer jeito.</p>
<p>Bem que eu podia ter tido uma vida parecida com a de John Kennedy. Dinheiro. Fama. Inteligência. Mulheres. Ou alguém acha aqui que eu tive a competência ou a sorte de traçar uma Marilyn Monroe? Acho que só de vê-la eu já daria um tiro na cabeça. Que mulher. Por falar em tiro e em cabeça, voltemos ao meu caso. Peço desculpas. Está difícil controlar meus pensamentos. Sinto minha força se esvaindo cada vez mais. Bom, a verdade é que JFK e eu não temos nada em comum além do que já foi citado. O cara era carismático demais, entrava em um salão e todos paravam para escutá-lo e admirá-lo, já eu fiz mais inimigos que alguém pode querer em uma vida. Quando eu entrava em um lugar, todos paravam também, só que para me xingar ou me bater. Vida de pobre é difícil, quando esse não tem caráter então, fica insuportável.</p>
<p>"Talvez por isso que você esteja aí quase se afogando em seu próprio sangue", vocês devem estar pensando. E podem estar certos de que é exatamente isso. Eu sempre busquei, inconscientemente, um final trágico para mim eu acho. Só não imaginei que seria dessa forma. Quantas vezes não me imaginei chegando em casa e recebendo de minha "adorável" esposa uma xícara de café banhada em barbitúrico. Vendo seu sorriso no rosto com uma visão embaçada, enquanto cambaleava para o repouso final. Algumas mulheres não perdoam traição. Vocês nem sabem quantos cafés o Barnabé, nosso cachorro, tomou quando era vivo. Tantos que acabou morrendo. Coitado. Insônia crônica. Estivesse vivo hoje, com certeza estaria me fazendo companhia nesse momento, enquanto, claro, lambesse todo o sangue espalhado.</p>
<p>O Matos, meu sócio, então. Sempre esperei dele algo...bom, na verdade, dele sempre esperei algo meio que parecido, meio traiçoeiro, me atacando por trás com uma paulada na cabeça. O motivo seria mais que óbvio, além de eu roubá-lo constantemente, minha esposa, apesar de intragável, tinha uma bunda...Porra, posso falar com tranquilidade...uma bunda que nem a Marilyn Monroe tinha! É Sr. Kennedy, nessa particularidade aqui, seu genérico brasileiro deu um banho em você. Olha, a bunda era tão boa, mas tão boa, que eu to aqui deitado no chão com um tiro no cucuruto, e tô gastando meus últimos respiros pensando nela. É, se meu sócio me apagasse seria por causa daquele belo par de almofadas.</p>
<p>Outro que eu sei que adoraria me apagar era meu filho. Isso mesmo, meu filho. Pra vocês verem só como minha vida não era a moleza da minha versão americana. Claro que eu tenho minha parcela de culpa, afinal não é todo mundo que come a própria nora. Mas chegar ao ponto de jurar de morte o próprio pai por causa disso? Aí, acho que é exagerar, vocês não concordam? Porra, mulher tem várias! Pai é só um! Além disso, vocês não conheceram o pedaço de mau caminho que era a Darlene, Deus a tenha. Aquela menina tinha mais fogo no rabo que o diabo no inferno. Jesus. Cheguei até a ter um taquicardia em um de nossos encontros. Devia ter morrido. Morrer com o rosto enfiado em um par de seios seria bem mais prazeroso do que...GASP!...do que ficar aqui com esse sangue preso na língua. Já tentei me virar, várias vezes, mas meu corpo não me obedece. Acho que é o fim se aproximando.</p>
<p>Agora chega de falar...estou cansado...com sono...muito sono...sinto que chegou minha hora...droga! Cadê a Cida? Justo hoje a empregada resolve atrasar! Queria ter forças para lhe contar tudo...Que cansaço...a cabeça não dói mais como antes...não acho que isso seja bom...O que foi isso? Um barulho! Será que é a Morte já vindo para ceifar minha alma? Ouço passos...é ela...com certeza é ela...Au! Minha cabeça! Quem que está berrando desse jeito? Ai, minha cabeça de novo. Ué? A Morte não grita. Deve ser outra pessoa então. Cida! Você chegou! Tento gritar para chamar atenção: Cida! Cida! eu penso, mas a boca solta apenas grunhidos sem sentido. Que triste é terminar falando a língua dos porcos! Na mesa!...Olha na mesa!...eu tento alertar, mas não tenho mais forças. Agora sim a Morte chegou. Cida, por que você não fechou a porta, mulher de Deus? Céu ou inferno? Cara ou coroa. Droga! Deu coroa.</p>
<p>A mulher de pele negra e enrugada ainda gritava em desespero pedindo socorro. Os vizinhos começaram a aparecer enchendo a sala de curiosos que encaravam aquele corpo sem vida. Um deles, fã incondicional de C.S.I., pedia aos outros cuidado com a cena do crime. Qualquer mudança poderia influenciar diretamente as investigações policiais. Quem teria feito isso? - ele se perguntou ao levar a mulher transtornada para sentar na mesa da sala. Saiu em busca de uma água com açúcar e quando voltou avistou um pedaço de papel em meio às frutas que decoravam a mesa. Pegou o pedaço de papel e sentou. Certas notícias não deveriam ser recebidas em pé. Já imaginava seu conteúdo. Tomou coragem e abriu o papel:</p>
<p>QUANDO MUITOS O QUEREM MORTO, TALVEZ O MELHOR MESMO SEJA MORRER!</p>
<p>Nada mais.</p>
<p>Caso Resolvido, concluiu o homem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agora é oficial: Um “Sujeito Negro” candidato à Casa Branca]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=4676</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 08:16:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=4676</guid>
<description><![CDATA[
Agora é oficial: Um “Sujeito Negro” candidato à Casa Branca
 
 
© DE João Batista do Lago]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4>
<p class="western" align="CENTER"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:large;"><strong>Agora é oficial: Um “Sujeito Negro” candidato à Casa Branca</strong></span></span></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western" align="RIGHT"><span style="font-family:Georgia, serif;">© DE J<a href="http://jobagola.wordpress.com/"><em><strong>oão Batista do Lago</strong></em></a></span></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"><span></p>
<p class="western">Seguindo a mesma linha de raciocínio do artigo Hillary Clinton: um divisor de águas, hoje, 28, falarei sobre Barack Obama, que, ontem, 27, foi oficializado candidato à Presidência dos Estados Unidos da América. O tom desta abordagem (também) não se fixará propriamente na análise político-eleitoral, muito embora ela esteja o tempo todo presente no contexto do artigo. Fugindo, assim, dessa tipologia analítica, procurarei inferior valoração política partindo de um tipo de olhar fenomenológico-sociológico, numa tentativa de alcançar uma episteme, mesmo que empírica.</p>
<p class="western">De pronto ocorre-me uma questão fundamentalmente particular: por quê essa (quase!) obsessão – que me invade – por essa temática? Ao longo do artigo tentarei, da maneira mais simples, respondê-la.</p>
<p class="western">Inicio destacando que Barack Obama é, de fato e de direito, o primeiríssimo candidato negro à Presidente dos Estados Unidos da América. As tentativas anteriores não passaram “das primárias”. E em alguns casos nem mesmo às primárias chegaram. O senador de 47 anos, de Illinois, é o primeiro candidato negro na história americana a construir-se “sujeito negro” numa disputa eleitoral rumo à Casa Branca. E sua indicação, feita na convenção de ontem à noite, foi por aclamação, após a intervenção da senadora Hillary Clinton (NY), que pediu a suspensão da votação que se operava, para que se pudesse, definitivamente, aclamar Obama candidato oficial do dos Democratas. E foi o que aconteceu.</p>
<p class="western">Mas será, caríssimos leitores, que tiveram a curiosidade de observar a composição ou constituição da platéia? Pois bem, tratemos disto logo à frente; nos parágrafos seguintes.</p>
<p class="western">Esta é uma observação que parece irrelevante! Contudo, aos meus olhos, tem significado profundo, transformador e gerador de novos paradigmas e novos conceitos na Política – seja para os americanos; seja para o restante do mundo.</p>
<p class="western">A maioria que se fazia presente naquela assembléia partidária era constituída por indivíduos de cor branca. Portanto, o “sujeito negro” foi, literalmente, aclamado pelo “sujeito branco”. Mas não só isto! Foi efusivamente saudado pelo “sujeito branco” ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton, ícone do Partido dos Democratas e um dos principais líderes políticos do país. Ora, isto é de uma importância fenomenal! Assim como o “sujeito mulher” do qual falei no artigo de ontem, o “sujeito negro”, por definitivo, passa a ser “sujeito político” na historicidade norte-americana. Assim como o “sujeito mulher”, o “sujeito negro” desencadeará uma visibilidade sem dimensões mensuráveis a partir de agora – independentemente de ser eleito ou não.</p>
<p class="western">A política norte-americana, a partir de anteontem, 26, com o discurso da senadora Hillary Clinton, assim como a partir de ontem, 27, com o discurso do ex-presidente Bill Clinton, jamais será a mesma. A mulher e o negro, definitivamente, construíram-se “sujeitos políticos” constitucionalmente falando, e por isso mesmo tornaram-se visíveis; e por isso mesmo abriram espaço no “templo” da política americana; e por isso mesmo são, agora, atores protagonistas – e não somente coadjuvantes – da história política do país.</p>
<p class="western">Afora este fato há outra “coisa” que também se revela, aos meus olhos: é evidente a desconstrução do enunciado discursivo dos conservadores, ou seja, de que os Estados Unidos da América (ainda!) não estavam ou não estariam ou não estão preparados para ter presidente mulher ou negro. A resposta que o eleitor norte-americano sinaliza é em sentido contrário. E essa resposta foi enfocada concretamente pelo ex-presidente Bill Clinton quando disse que "Barack Obama está pronto para liderar os EUA. Barack Obama está pronto para jurar respeitar e defender a Constituição dos EUA. Barack Obama está pronto para ser presidente dos EUA". Sinteticamente podemos inferir que, o ex-presidente, cunhou o epíteto da política conservadora, preconceituosa e racista dos EUA.</p>
<p class="western">No plano internacional, o reflexo desses últimos acontecimentos se dará como uma avalancha de proporções inimagináveis. Ainda que demore, essa bola de neve se formará e descerá do pico da montanha e aniquilará todos aqueles ou aquelas que, porventura, teimem em não aceitar a natureza das mudanças. Noutras palavras, a dinâmica dos movimentos sociais e políticos, se não forem entendidos conscientemente pelas lideranças políticas, serão esmagadas pelas bolas de neves que se darão como consciência dada e apreendida pelo corpo social ou pela sociedade civil, que assumirá o fenômeno como imanência epistêmica. Não tenho dúvida qualquer que esses acontecimentos se darão para melhorar, cada vez mais, a relação entre povos e nações.</p>
<p class="western">Muito mais se poderia dizer a partir da candidatura de Barack Obama. Mas, penso que correríamos o risco de cair numa cilada tautológica, ou mesmo, psicológica ou psicalista ou, quem sabe(!) de senso comum ou de puro simplismo de opinião política. Contudo, não gostaria de encerrar este artigo sem antes infeir que a construção do “sujeito negro”, como “sujeito político”, nos Estados Unidos da América, extirpa um tumor maligno que se plantara ali sob o signo da Ku Klux Klan, organização secreta de racismo sectário e dogmático, que matou milhares de negros e negras. Ao mesmo tempo, não gostaria de encerrar este artigo sem denunciar as milhares de ku klux klan que se acham espalhadas pelo mundo, sob matizes e nuanças várias, e que precisam ser, definitivamente, suturadas.</p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"> </p>
<div></div>
<p></span></p>
</h4>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hillary Clinton: um divisor de águas*]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=4673</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 16:26:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/?p=4673</guid>
<description><![CDATA[
Hillary Clinton: um divisor de águas*
 
© DE João Batista do Lago1
 
Descontado o show busines]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jobagola.wordpress.com/files/2008/08/20080827040440hillaryconvencao203.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4674" src="http://jobagola.wordpress.com/files/2008/08/20080827040440hillaryconvencao203.jpg" alt="" width="203" height="152" /></a></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Hillary Clinton: um divisor de águas<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"><sup>*</sup></a></strong></span></span></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>© DE João Batista do Lago<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote2anc" href="#sdfootnote2sym"><sup>1</sup></a></span></span></span></p>
<p class="western"> </p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Descontado o </span><em><span>show business</span></em><span> (mundo do espetáculo), uma característica norte-americana, sobretudo no que se refere às campanhas político-eleitorais, pode-se assegurar que, somente a partir de ontem, 26, com a efetiva entrada da senadora Hillary Clinton (PD), com o seu discurso de apoio  ao senador Barack Obama (PD), o “caminho” deste está definitivamente consolidado como candidato à Presidência dos Estados Unidos. Pode-se inferir, após o discurso de Hillary, que Obama, agora, tem chances reais (e não somente potenciais) de chegar à Casa Branca.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Contudo, não é minha intenção ficar pura e tão-somente no campo da análise eleitoral que, de fato é importante – seja para o Estados Unidos; seja para o mundo –, mas </span><em><span>subverter</span></em><span> este campo analítico, isto é, fazer um sobrevôo focado a partir da abordagem discursiva de Hillary, que, aos meus olhos, ficou subsumida pela </span><em><span>sociedade do espetáculo</span></em><span> montada pelos novos sofistas, os marqueteiros, preocupados apenas com a </span><em><span>construção da imagem positiva</span></em><span>, ou seja, com a elaboração de uma “embalagem bonitinha” para, assim, bem vender a “mercadoria Barack Obama”, e que, infelizmente, o campo midiático prefere abordar.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Faz algum tempo, numa entrevista para este <a href="http://www.mhariolincoln.jor.br/">portal</a>, e quando a campanha ainda estava na fase “das primárias”, disse que a eleição deste ano, nos EUA, revelava </span><em><span>um</span></em><span> “espírito político” novo: três “sujeitos” – o idoso (John McCan), a mulher (Hillary Clinton) e o negro (Barack Obama) – complexos disputavam o cargo mais alto da nação norte-americana. Anteriormente apenas os dois primeiros eram protagonistas, e mesmo assim, o “sujeito negro” é (também) </span><em><span>ator político</span></em><span> novérrimo na historicidade política do país. O “sujeito mulher” aparece, este ano, pela primeiríssima vez. E é sobre este “sujeito mulher” que desejo fazer uma brevíssima análise.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Desde que a campanha “das primárias” foi inciada, a mídia dos Estados Unidos, (mais conservadora, preconceituosa e racista do mundo) tentou “enquadrar” Hillary Clinton como uma candidata </span><em><span>nascida da costela</span></em><span> de Bill Clinton (marido e ex-presidente dos EUA). Esse </span><em><span>enunciado</span></em><span> foi </span><em><span>aculturado<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote3anc" href="#sdfootnote3sym"><sup>2</sup></a></span></em><span>, de certa maneira, pela mídia mundial. E esse enunciado discursivo, não tenho medo de inferir, fez um </span><strong>“estrago”</strong><span> terrível na candidatura da senadora nova-iorquina.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Quando historiadores forem fazer suas pesquisas (daqui há algum tempo) a respeito desse evento, com certeza, vão encontrar fundamentação científica para este meu pensamento empírico. E isso se dará quando a seguinte questão for problematizada: – “Por que motivo, ou seja, quais argumentações dos </span><em><span>mecenas político-eleitorais</span></em><span> – tão solícitos às candidaturas de McCan e Obama – para se negarem ao </span><em><span>financiamento</span></em><span> da campanha da senadora Hillary Clinton?”. A resposta, parece-me, óbvia e até mereceria uma atenção maior, mas há outros tópicos que pretendo e preciso inserir no artigo para uma justificação mais elaborada. Contudo, penso que esta é uma questão central e que não pode ser descartada pela pesquisa política.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Mas, retornemos ao epicentro deste artigo: o discurso da senadora Hillary Clinton realizado ontem. Penso que nele está concentrado toda visibilidade-invisibilidade do “sujeito mulher” nesta presente campanha presidencial dos Estados Unidos. E apenas ela, e tão-somente ela, é a principal responsável pela efetivação e pela inclusão da mulher na disputa eleitoral deste ano. Fato que se seguirá com maior assiduidade na política norte-americana; política de políticos de tez conservadora e preconceituosa, além de machista e generista-sexista. (Ah! Como gostaria de entrevistá-la!).</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>No discurso de ontem, uma das frases que mais me chamaram a atenção foi esta: “Pensem em seus filhos e netos no dia da eleição”; acrescentando em seguida que “Esta é nossa missão, democratas, vamos eleger Barack Obama presidente dos Estados Unidos.” Mas, o “sujeito mídia” de todo o mundo – conservador e preconceituoso, além de machista e reacionário – passou ao largo. Nenhuma análise foi feita sobre tais enunciações. Talvez(!) se isso tivesse sido dito por candidato do sexo masculino obtivesse maior repercussividade.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>A fala de Hillary Clinton não deve ser tomada pura e tão-somente como frase de efeito eleitoral. Ela vai mais além. Transcende ao senso comum ou à simples “opinião” política de quem perdeu a disputa e agora se vê na obrigação de dar apoio à candidatura oficial, como pretendem fazer crer.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Nas palavras de Hillary Clinton sobressaem enunciados políticos que se encontram um pouco abaixo da epiderme política, por certo!, mas que tem significado fenomenal. Nelas estão inseridas o pensamento do “sujeito mulher” que diz, alto e bom som, que a sua participação jamais foi (ou fora) decorativa. Que a sua responsabilidade não acabou com a </span><em><span>“derrota”</span></em><span>, mas começa, exatamente, a partir da </span><strong>“derrota”</strong><span>. Depois dessa campanha “das primárias”, as campanhas eleitorais nos EUA jamais serão as mesmas. A influência de Hillary Clinton, que competentemente soube afastar-se da </span><em><strong>costela do adão</strong></em><span>,  ressoará<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote4anc" href="#sdfootnote4sym"><sup>3</sup></a> interna e externamente cada vez mais... cada dia mais... a cada disputa eleitoral. Este é um ano que ficará como divisor de águas. Podem crer!</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span>Com isso o “sujeito mulher” estaria dizendo, segundo minha observação, </span><em><span>estamos aqui fazendo e dando sentido</span></em><span> a essa candidatura, que tem que ser uma candidatura com olhos de futuro, onde a oportunidade para todos deve ser imanente e relevante, e não somente para uns poucos privilegiados. Se apenas estes, </span><em><span>os privilegiados</span></em><span>, forem os beneficiários, então, não há </span><strong>“democracia”</strong><span>. E, aos meus olhos, está implícita uma mensagem, não somente para Obama, mas também para McCan e para o mundo. Não foi à toa que ela inferiu indagativamente: </span><em><span>“</span></em><span style="color:#000000;"><em><span>Vocês entram nesta campanha só por mim?''. (...) Vocês entram nesta campanha em nome das pessoas deste país que se sentem invisíveis?'</span></em></span><span style="color:#000000;"><span><span>'.</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>É como se ela quisesse declarar, deblaterar mesmo, aos quatro cantos do mundo que não vale a pena entrar numa campanha política pelos lindos olhos ou pela beleza física ou pela cor da pele de um determinado candidato. Uma candidatura da importância como é a candidatura à presidência dos Estados Unidos requer muito mais. Sugere, no mínimo, que é preciso </span></span></span><span style="color:#000000;"><span><strong>resgatar</strong></span></span><span style="color:#000000;"><span><span> a invisibilidade das pessoas menos privilegiadas ou jamais visibilizadas pelos governos: </span></span></span><span style="color:#000000;"><em><span>a mulher, o negro, o idoso, os deficientes físicos, os desempregados...</span></em></span><span style="color:#000000;"><span><span> E quem melhor que o “sujeito mulher” para perceber esses fenômenos de indignidade humana?</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>Por fim, uma palavrinha sobre </span></span></span><span style="color:#000000;"><em><span>“pensem em seus filhos e netos no dia da eleição”</span></em></span><span style="color:#000000;"><span><span>.</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>O que está implícito, de fato, nesta frase?</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>Ouso responder a esta questão que eu mesmo formulei. Aos meus olhos ela quer dizer que o futuro não depende de uma eleição... não depende de uma geração... não depende de uma nação... não depende de ser homem... não depende de ser mulher...</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>Depende sim, da consciência plural... da consciência diversa... da consciência do diferente... da consciência do não-igual... da consciência da alteridade... da consciência ecológica... da consciência da não-dominação... da consciência do não-colonialismo... da consciência de não fazer as guerras... da consciência ecológica... Enfim!</span></span></span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Georgia, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;"><span><span>E quem melhor que o </span></span></span><span style="color:#000000;"><span><strong>“sujeito mulher”</strong></span></span><span style="color:#000000;"><span><span> para perceber esses fenômenos de consciência-inconsciência... de visibilidade-invisibilidade?</span></span></span></span></span></p>
<div id="sdfootnote1">
<p class="sdfootnote-western" align="JUSTIFY"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote1sym" href="#sdfootnote1anc">*</a>Artigo 	exclusivo para o Portal Mhario Lincoln do Brasil – 	<a href="http://www.mhaiolincoln.jor.br/">http://www.mhariolincoln.jor.br</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote2">
<p class="sdfootnote-western" align="JUSTIFY"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote2sym" href="#sdfootnote2anc">1</a><em><strong>João 	Batista do Lago</strong></em>, 58, maranhense de Itapecurumirim, é 	Poeta, escritor, teatrólogo, jornalista e pesquisador – 	Site: <a href="http://joaopoetadobrasil.wordpress.com/">http://joaopoetadobrasil.wordpress.com</a> – E-mail: <a href="mailto:joaobatistalagoster@gmail.com">joaobatistalagoster@gmail.com</a></p>
</div>
<div id="sdfootnote3">
<p class="sdfootnote-western" align="JUSTIFY"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote3sym" href="#sdfootnote3anc">2</a>O 	conceito de aculturação tem sido alvo de diferentes - 	às vezes divergentes - interpretações de 	antropólogos e sociólogos, não quanto a seu 	aspecto mais lato - o processo de transformações 	culturais que se desenvolve em um ou mais grupo, resultante de 	contato com a cultura de outro(s) - mas quanto a seus mecanismos, 	sua dinâmica, sua intencionalidade, seu contexto ideológico 	etc. Entre as modalidades-padrão do processo de aculturação, 	têm sido citadas: adaptação (introdução 	na própria cultura elementos percebidos na de outrem, nem 	sempre com o mesmo significado), corte (introdução de 	elementos culturais alheios que convivem paralelamente com os 	próprios, mesmo que conflitantes), oposição 	(resistência ideológica a elementos estranhos, 	perturbando a evolução natural e a autotransformação 	de uma cultura ao longo do tempo e de novas experiências), 	fuga (auto-isolamento, como defesa de valores culturais exatamente 	pelo temor da aculturação), destruição 	(extermínio de culturas estranhas [e mesmo de seus 	portadores]).</p>
</div>
<div id="sdfootnote4">
<p class="sdfootnote-western" align="JUSTIFY"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote4sym" href="#sdfootnote4anc">3</a>Esse 	fenômeno poderá ocorrer ocorrer no Brasil. Não 	sei! Quem viver verá.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Michelle Obama]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/?p=703</link>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 12:25:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://robertocordeiro.wordpress.com/?p=703</guid>
<description><![CDATA[
A convenção do Partido Democrata, em Denver, que baterá o martelo entorno dos senadores Barack O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-704" src="http://robertocordeiro.wordpress.com/files/2008/08/michelle-obama.jpg?w=450" alt="" width="450" height="281" /></p>
<p>A convenção do Partido Democrata, em Denver, que baterá o martelo entorno dos senadores Barack Obama e Joe Biden para disputarem a Casa Branca em 4 de novembro segue empolgando os milhares de simpatizantes norte-americanos. A grande atração da primeira noite, como não poderia deixar de ser, ficou com Michelle Obama, mulher do candidato.</p>
<p>Michelle Obama, que chegou acompanhada de suas filhas Malia, 10 anos, e Sasha, de sete anos, de sua mãe Marian Robinson, de seu irmão Craig Robinson e da meia-irmã de Obama, Maya Soetoro-Ng, buscou passar na convenção uma imagem de Obama, como "um cara comum", para apagar a imagem que os Republicanos divulgam do adversário.</p>
<p><!--more--></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>O efeito Michelle</strong></span></p>
<p>As atenções se voltaram para Michelle. Ela disse ontem à noite (25) estar convencida que seu marido, a quem apresentou como alguém que quer construir um país melhor, será um "presidente extraordinário". O texto a seguir é uma reprodução das informações de agências de notícias internacionais que estão na internet.</p>
<p>"Barack e eu crescemos com muitos dos mesmos valores: que uma pessoa trabalha duro pelo que quer na vida, que a palavra dessa pessoa é lei e que fará o que disser que faz", disse.</p>
<p>Michelle, que cresceu em um bairro pobre e negro do sul de Chicago, traçou paralelos entre sua família e a de Obama, o filho de um economista negro do Quênia e de uma mulher branca de Wichita, Kansas, que cresceu entre a Indonésia e o Havaí.</p>
<p>"Ele foi criado por avós que pertenciam à classe trabalhadora como meus pais e por uma mãe que lutava para pagar as contas igual a nós", assegurou Michelle Obama, afirmando que da mesma forma que sua família, a de Obama tentou dar a ele as oportunidades que eles não tinham tido.</p>
<p>Ela lembrou o encontro do casal e o momento no qual Obama ganhou seu coração, quando em um ato comunitário em bairros afetados pelo fechamento de siderúrgicas seu, então, pretendente falou do mundo "não como ele é, mas como deveria de ser".</p>
<p>"E disse ainda que, freqüentemente, aceitamos a distância entre os dois e nos conformamos com o mundo como ele é, inclusive quando não reflete nossos valores e aspirações", acrescentou, para lembrar que Obama pediu às pessoas que o escutavam naquele ato em Chicago para encontrar a força para lutar por um mundo melhor.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>História americana </strong></span></p>
<p>Michelle ressaltou que o espírito e a trajetória do marido é "uma grande história americana". Michelle insistiu que o idealismo que permitiu aos EUA alcançarem grandes conquistas torna possível que esta semana sejam comemorados dois aniversários: o 88º do voto feminino e o 45º do famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho") do líder negro americano Martin Luther King.<br />
 <br />
Durante seu discurso, interrompido várias vezes pelos aplausos dos milhares de presentes no Pepsi Center, ela reconheceu o trabalho da senadora democrata Hillary Clinton que, disse, é um exemplo para as meninas e meninos dos EUA.</p>
<p>Michelle Obama disse que "Barack lutará pelo povo como ele e alcançará a mudança necessária para os EUA".</p>
<p>Assegurou crer que todo mundo pode contribuir para que os EUA sejam um país melhor, o que a levou a deixar uma promissora carreira como advogada em um escritório de Chicago para se dedicar a trabalhos sociais, primeiro na prefeitura da cidade e depois em um alto posto executivo no centro médico da Universidade de Chicago.</p>
<p>Michelle disse que Barack compartilha esse interesse no serviço ao próximo, que o levou a trabalhar nas ruas de Chicago com os mais necessitados da cidade.</p>
<p>"E por isso esta noite em homenagem à memória do meu pai (que faleceu de esclerose múltipla em 1991) e pelo futuro das minhas filhas, (...) dediquemos-nos a acabar nosso trabalho (...) e nos unamos para escolher Barack Obama como o próximo presidente dos EUA".</p>
<p>As duas filhas do casal, Malia e Sasha, de 10 e 7 anos, subiram ao palco no final do discurso e ambas trocaram algumas palavras com seu pai, que esteve presente por videoconferência.</p>
<p>Mais de 4.200 delegados do Partido Democrata se reúnem durante quatro dias em Denver (Colorado) para formalizar a candidatura de Obama à Casa Branca.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O jogo que você não viu: Socks the Cat Rocks the Hill]]></title>
<link>http://oldgameszine.wordpress.com/?p=738</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 02:31:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>colimar</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Durante o mandato do presidente americano Bill Clinton houve um membro da sua família que acabou p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oldgameszine.wordpress.com/files/2008/08/socks_rocks_the_hill.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-739" src="http://oldgameszine.wordpress.com/files/2008/08/socks_rocks_the_hill.jpg?w=300" alt="" width="300" height="208" /></a></p>
<p>Durante o mandato do presidente americano Bill Clinton houve um membro da sua família que acabou por ganhar mais notoriedade do que o esperado: seu gato Socks, adotado por sua filha Chelsea e fazendo mais sucesso do que o cachorro que já tinham anteriormente. Em algum momento pensaram em fazer um jogo com o bichano e idéia chegou aqui, tudo pra ser cancelado na última hora. Umas fontes dizem que foi por causa da política de censura da Nintendo da América que não permitia conteúdo religioso, político e adulto em seus lançamentos, chegou a ser comentado que os chefes de fase seriam paródias de presidentes anteriores do partido rival, os democratas. Isso em parte não conta porque também foi anunciada uma versão para o Mega Drive e também tem a história de que a Kaneko da América faliu um pouco antes do lançamento. Sendo assim, como falou a Record ao anunciar que vão passar Turistas amanhã, veja e tire suas próprias conclusões. Nenhuma rom caiu na internet até hoje e com a sua dona Hillary fora da jogada pela presidência fica mais difícil de lembrarem desse jogo que o coloque na lista de espera pra algum Virtual Console da vida.</p>
<p><a href="http://oldgameszine.files.wordpress.com/2008/08/socks_cat_1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-740" src="http://oldgameszine.wordpress.com/files/2008/08/socks_cat_1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="244" /></a></p>
<p>Se fosse o meu gato, essa bancada já estaria batizada.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4oxx9W2v2lw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/4oxx9W2v2lw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>A parte da censura da Nintendo é o tema de uma futura postagem que mostrará os lugares dos pontos e das vírgulas em vários casos notórios.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Próximo presidente dos EUA exigirá mais da Europa em matéria de defesa]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/?p=354</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 22:17:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
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<description><![CDATA[Economist
No dia 15 de julho, pouco antes de sua viagem por cidades como Berlim, Paris e Londres ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_356" align="alignleft" width="300" caption="Economist"]<a href="http://bartolote.files.wordpress.com/2008/07/econ11.jpg"><img class="size-medium wp-image-356" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/econ11.jpg?w=300" alt="Economist" width="300" height="226" /></a>[/caption]
<p>No dia 15 de julho, pouco antes de sua viagem por cidades como Berlim, Paris e Londres -- e por países do Oriente Médio -- Barack Obama definiu sua visão transatlântica, dizendo que tem a intenção de reforçar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), e de fazer isto cobrando mais dos aliados europeus.</p>
<p>O candidato democrata, preferido dos europeus para a Casa Branca, disse que enviaria mais reforços para o Afeganistão, mas também exigiria mais ajuda dos países da Europa. O republicano John McCain tem postura parecida em relação à "euro-timidez", diante dos conflitos que envolvem a Otan.</p>
<p>Apenas 1.103 soldados belgas estão destacados no exterior, e a Bélgica tem um exército de quase 40 mil homens e mulheres. No Afeganistão, em razão do temor de baixas, eles não se afastam das zonas seguras. A Alemanha também mantém seus soldados bem longe das regiões afegãs de maior conflito. A Espanha tem 150 mil soldados em suas forças armadas, mas o governo socialista decidiu que não mais que três mil podem servir ao mesmo tempo fora do país.</p>
<p class="matlinkrel">Leia também</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;                    &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><img src="/DOCUME~1/BECA/CONFIG~1/Temp/msohtml1/01/clip_image001.gif" alt="original em inglês" width="20" height="16" /><!--[endif]--><a href="http://www.economist.com/world/europe/displaystory.cfm?story_id=11791435" target="_blank"> Economist – Charlemagne: Defensive gestures</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama in Berlim]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/?p=587</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:15:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Volto ao tema freqüente deste blog. As eleições para a sucessão de George W. Bush continuam esqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://robertocordeiro.files.wordpress.com/2008/07/obama-in-berlim.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-588" src="http://robertocordeiro.wordpress.com/files/2008/07/obama-in-berlim.jpg" alt="" width="450" height="282" /></a>Volto ao tema freqüente deste blog. As eleições para a sucessão de George W. Bush continuam esquentado os debates nos Estados Unidos. O senador Barack Obama arrastou uma multidão de 200 mil pessoas em Berlim. Fato somente conseguido por John F. Kennedy. Mostra que Obama tem todas as condições para comandar a Casa Branca. As eleições norte-americanas ocorrem no dia 4 de novembro, até lá deve se oficializar candidato do Democrata.</p>
<p><!--more--><br />
Na excursão pela Europa e Oriente, o senador visitou Israel e Palestina. Apresentou-se preparado nas relações internacionais. É o candidato mais capaz e já surpreende o mundo com a diplomacia que lhe é peculiar. Outro detalhe importante é a arrecadação de recursos conseguida pelo senador.  Mostra que a campanha está bastante afinada e o trabalho junto ao eleitor dos EUA deve se tornar mais intenso daqui para frente.</p>
<p>Enquanto isso, pelas bandas do Estado do Rio, participei do lançamento da campanha de Zequinha Cosendey (PT) à Prefeitura de Santo Antônio de Pádua. O público que compareceu no comitê se surpreendeu com apoios importantes ao candidato a prefeito. Apesar de a cidade estar em festa, inclusive a Prefeitura trouxe a banda Calypso para a Exposição Agropecuária, os petistas autênticos puderam receber palavras de ânimo para angariar votos em favor de Zequinha.</p>
<p>Na tarde desta sexta-feira, o blog viaja para o município de Campos dos Goytacazes, na mesma região, uma das mais ricas cidades a partir do advento dos royalties de petróleo. A Petrobras produz na Bacia de Campos mais de 80% do petróleo consumido no Brasil. Lá, a política também corre solta. Mas uma questão mexe com os brios das populações dos dois municípios – Pádua e Campos – diz respeito às constantes denúncias de corrupção.</p>
<p>Volta e meia alguém é flagrado com a boca na botija. Desvio de recursos públicos parece ser uma situação bastante comum. Porém, percebo que a população está percebendo que o instante é de mudança. E isso tudo poderá ser resolvido nas urnas, em 4 de outubro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bush explica a crise: ''Wall Street ficou bêbada'' ]]></title>
<link>http://mineiroinformado.wordpress.com/?p=221</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 13:25:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>METADATA</dc:creator>
<guid>http://mineiroinformado.wordpress.com/?p=221</guid>
<description><![CDATA[Bush explica a crise: &#8221;Wall Street ficou bêbada&#8221;
O presidente dos Estados Unidos, Georg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>Bush explica a crise: ''Wall Street ficou bêbada''</h2>
<p>O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, tem uma explicação para a crise no mercado imobiliário americano, principal responsável pela instabilidade da economia mundial: Wall Street ficou bêbada. "Não há nenhuma dúvida sobre isso. Wall Street ficou bêbada", afirmou o presidente em um evento reservado, em Houston, na última sexta-feira. "Ela ficou bêbada e agora está de ressaca. A pergunta é: quanto tempo demorará para ficar sóbria e não mais usar todos esses complicados instrumentos financeiros?", indagou o presidente americano. Os comentários foram gravados em uma câmera de celular e colocados no YouTube terça-feira. O presidente foi a Houston para arrecadar fundos para o candidato republicano a uma vaga no Congresso Pete Olson, que concorre com o atual titular da cadeira, Nick Lampson, do Partido Democrata. O vídeo mostra Bush divertindo-se com uma audiência simpática e fazendo piada sobre como será sua vida após deixar a Casa Branca, em janeiro. "Temos uma questão habitacional a ser resolvida", disse Bush. "Não em Houston, não em Dallas, claro, porque a Laura está tentando comprar uma casa hoje", disse, referindo-se àmulher. Bush explicou que sua Laura Bush não deseja mais morar na cidadezinha de Crawford, no Texas. "Eu gosto de Crawford. Infelizmente, depois de oito anos pedindo que ela se sacrificasse, não sou mais o encarregado pelas decisões", afirmou. Bush, de 62 anos, foi preso por dirigir embriagado quando tinha 30 anos e deixou de ingerir álcool quando completou 40 anos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama, McCain e o Brasil]]></title>
<link>http://acantus79.wordpress.com/?p=89</link>
<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 14:53:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>acantus79</dc:creator>
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<description><![CDATA[


  Quarenta anos depois do assassinato de Martin Luther King, a candidatura do senador negro Barac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="tit"><!-- ### fim_titulo --></span></p>
<p><span class="sinopse"><!-- ### inicio_olho --><!-- ### fim_olho --></span></p>
<p><span class="credito"><em><!-- ### inicio_assinatura --><!-- ### fim_assinatura --></em></span></p>
<p><span class="not"> <!-- ### inicio_texto --> Quarenta anos depois do assassinato de <strong>Martin Luther King</strong>, a candidatura do senador negro <strong>Barack Obama</strong> à presidência dos <strong>EUA</strong> por um dos dois grandes partidos do país faz de 2008 um ano histórico, independentemente dos resultados das urnas em 4 novembro. Essa não é a única razão por que a campanha pela <strong>Casa Branca</strong> tem especial significado para o <strong>Brasil</strong> - a maior nação de herança africana fora da África. Esta é a primeira campanha presidencial americana em que temas do interesse nacional dos brasileiros - <strong>biocombustível</strong>, comércio, o lugar do Brasil no mundo - têm espaço nas plataformas dos candidatos, como atestam declarações recentes de Obama e seu rival republicano, <strong>John McCain</strong>.</p>
<p>Três fatores explicam a novidade. A alta dos preços do petróleo e a preocupação crescente com mudança climática ampliaram o espaço para as fontes renováveis de energia e trouxeram o <strong>etanol de cana-de-açúcar</strong>, o melhor entre os <strong>biocombustíveis</strong>, para o centro da discussão. Do lado negativo, o ambiente de insegurança econômica que os americanos respiram (e que muitos deles atribuem à globalização) travou a agenda comercial em Washington e alimenta agora um duro debate eleitoral sobre política de comércio exterior - o tópico que há décadas domina as relações bilaterais Brasil-EUA. Somam-se a isso os efeitos políticos da forte perda de prestígio internacional que o país sofreu na atual administração. Cientes de que a restauração da credibilidade americana no mundo será tarefa prioritária da próxima administração, McCain e Obama, diretamente ou por meio de assessores, têm sinalizado que suas estratégias de reinserção dos EUA no mundo incluem o reconhecimento do novo peso internacional do Brasil estável e democrático que emergiu nos últimos 13 anos.</p>
<p>Nada disso deve alimentar expectativas de que a relação com o Brasil estará entre as prioridades dos EUA a partir da posse do sucessor de Bush, em 20 de janeiro de 2009. Em seus dois primeiros anos de governo, o próximo presidente americano estará ocupado com as guerras no Iraque e no Afeganistão, com a instabilidade no Paquistão, com a política nuclear do Irã e com o processo de paz entre israelenses e seus vizinhos palestinos e sírios, peça central para o sucesso de qualquer estratégia racional dos EUA para estabilizar o Oriente Médio e drenar as fontes de terrorismo na região.</p>
<p>Ainda assim, não faltarão espaço e oportunidades para preparar o caminho para entendimentos que possam dar conteúdo e profundidade ao diálogo correto e cordial, mas ainda superficial, que existe hoje entre os dois países e seus governos. É recomendável, no entanto, que os brasileiros interessados em relações mais conseqüentes e produtivas com os EUA evitem presumir o resultado da disputa de novembro.</p>
<p>Muitos empresários e executivos parecem já ter concluído que o republicano McCain vencerá as eleições e que sua vitória é boa para o Brasil. Não há muito que respalde esse cálculo. O triunfo de Obama nas prévias eleitorais contém parte da resposta. Os cofres abarrotados de sua campanha e as pesquisas de opinião divulgadas desde que o senador de Illinois garantiu a candidatura democrata indicam que suas chances de chegar ao poder são superiores a 50%. Além disso, a conjuntura opera a seu favor.</p>
<p>Herdeiro político do mais impopular presidente da História americana em décadas e de um legado que inclui uma economia batendo os pinos, preços de combustíveis em alta, a pior crise de moradia desde a Grande Depressão e uma guerra que a esmagadora maioria dos americanos desaprova, o septuagenário McCain busca a Casa Branca num péssimo momento para os republicanos. Este panorama, evidente nas sondagens de opinião, foi confirmado em semanas recentes pela derrota de candidatos conservadores em três eleições especiais para o Congresso realizadas em distritos eleitorais tradicionalmente republicanos.</p>
<p>A campanha mal começou, Obama é um político inexperiente e pouco testado, a disputa será duríssima e não se deve descartar uma vitória de McCain. Em tese, o senador do Arizona é, de fato, o candidato que tem as posições mais alinhadas com os interesses mais imediatos do Brasil. É crítico, por exemplo, do protecionismo agrícola, incluindo os subsídios à produção de etanol do milho e já se declarou a favor da inclusão do Brasil no Grupo dos Oito. Cabe, no entanto, uma ressalva. Uma das poucas certezas das eleições de novembro é que os democratas, que são mais protecionistas, ampliarão suas maiorias nas duas Casas do Congresso. Seja quem for o sucessor de Bush, não será fácil restabelecer o consenso sobre política de comércio exterior em Washington e abrir o caminho para a conclusão da Rodada Doha - o objetivo mais urgente da diplomacia brasileira. Não se deve subestimar, tampouco, a possibilidade de um governo McCain desencadear ações no Oriente Médio ou em relação a Cuba que acirrariam a instabilidade internacional, contrariando os interesses do Brasil.</p>
<p>Em contraste, a promessa de renovação do papel dos EUA no cenário internacional representada por Obama poderia ser mais interessante para o Brasil. É verdade que na questão mais premente do comércio ele condicionou a retomada da pauta a uma negociação de políticas domésticas capazes de responder aos problemas que alimentam a sensação de insegurança econômica dos americanos. Entre estas estão considerações sobre o impacto ambiental e social do comércio. A lógica sugere que um presidente democrata teria maiores chances de negociar tais acordos com um Congresso controlado por seu partido e reativar a agenda de comércio exterior - um componente essencial de um reengajamento construtivo dos EUA com o mundo. Nesse cenário, a questão é como responderá o País governado pelo Partido dos Trabalhadores, que proclama a superioridade ecológica do etanol de cana e afirma ser de seu interesse nacional preservar a Amazônia.</p>
<p>Paulo Sotero, jornalista, é diretor do Instituto Brasil do Woodrow Wilson International Center for Scholars, em Washington</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blackwater: exércitos privados mimetizam Forças Armadas dos EUA ]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 05:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=344</guid>
<description><![CDATA[Empresas mercenárias, como a Blackwater, &#8220;são capazes de derrubar um pequeno governo&#8221;,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/06/blackwater_09181.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-345" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/06/blackwater_09181.jpg?w=300" alt="" width="300" height="195" /></a>Empresas mercenárias, como a Blackwater, "são capazes de derrubar um pequeno governo", afirma autor americano. Jeremy Scahill diz que governos não precisam mais de aliados - basta alugar soldados; empresas agem em impunidade quase total.</p>
<p>Veja a seguir entrevista com Jeremy Scahill, autor do livro <em>Blackwater - A Ascensão do Exército Mercenário Mais Poderoso do Mundo</em>.</p>
<p><em>Fonte: Folha de S.Paulo, 22/6/2008<br />
Entrevista por Andrea Murta</em></p>
<p>A empresa americana Blackwater começou a aparecer para o público em 2004, quando quatro de seus "agentes privados de segurança" - nome eufemístico dado a mercenários modernos - foram mortos, mutilados e queimados por uma multidão furiosa na cidade iraquiana de Fallujah. Em 2007, novas manchetes dedicadas à Blackwater deram pistas do motivo do ódio de iraquianos a agentes privados: mercenários da empresa mataram 17 civis em Bagdá, em ação, segundo investigação do FBI, absolutamente injustificada.<!--more--><br />
E os mercenários não estão no Iraque por acaso: são contratados pelos EUA para, principalmente, fazer a segurança de diplomatas e instalações - com ação facilitada pela quase completa impunidade. Para Jeremy Scahill, autor de "Blackwater - A Ascensão do Exército Mercenário Mais Poderoso do Mundo" (Companhia das Letras, 2008, R$ 52), os negócios andam tão bem para empresas mercenárias que elas já "são capazes de derrubar um pequeno governo". E atuam, inclusive, na América Latina. Leia a seguir a entrevista que ele concedeu à Folha.</p>
<p><strong>FOLHA - Como a Blackwater reflete a história da guerra moderna?</strong><br />
JEREMY SCAHILL - Ela representa a nova face das guerras travadas pelos EUA. Desde a Segunda Guerra, o governo americano vem privatizando radicalmente suas capacidades militares. No Iraque, há mais agentes privados do que soldados americanos. A Blackwater formou um aparato paralelo das forças de segurança: tem Força Aérea, Marinha, aeroportos. E 90% dos contratos da Blackwater são com o governo americano.<br />
Agora estão trabalhando em sua própria agência de inteligência, uma CIA particular. Veja, atualmente os EUA têm 16 agências governamentais de inteligência, com um orçamento conjunto de entre US$ 40 bilhões e US$ 60 bilhões -o número exato é secreto. 70% desse orçamento é usado para pagar serviços de empresas privadas. Quem garante que uma empresa privada que tem milhões em contratos com o governo americano não vai incluir em relatórios para outros governos informações que são de interesse da Casa Branca?</p>
<p><strong>FOLHA - Qual a relação dos mercenários com a guerra ao terror?</strong><br />
SCAHILL - São parte essencial da guerra ao terror. Um presidente como George W. Bush pode ganhar muito com essas empresas. Ele não precisa mais formar uma coalizão com governos estrangeiros nem lidar com uma opinião pública internacional hostil. Pode pagar por uma coalizão de corporações, que vão contratar mercenários, inclusive em países cujos governos se opõem às guerras.<br />
Isso aconteceu no Chile, que votou contra a invasão do Iraque quando era membro rotativo do Conselho de Segurança da ONU. O governo Bush, através da Blackwater, enviou para o Iraque centenas de chilenos.<br />
Outra questão é que, como não há contagem oficial das mortes dos agentes privados, isso encobre o custo humano. Os americanos pensam que há 150 mil soldados no Iraque, mas há outros 180 mil mercenários contratados pelo governo. Então na verdade são mais de 330 mil soldados.<br />
E não há leis sendo aplicadas sobre a punição de agentes privados em caso de abuso. Isso é uma ameaça à segurança das pessoas do mundo todo, porque não param de crescer esses exércitos privados com capacidade suficiente para derrubar um pequeno governo.</p>
<p><strong>FOLHA - Como os mercenários atuam na América Latina?</strong><br />
SCAHILL - Neste exato momento, a Blackwater está participando de uma gigantesca concorrência para trabalhar para o governo americano em sua "luta contra as drogas". Esse programa, na América Latina, visa a agir na Colômbia e na Bolívia. Nesses países já há outra empresa do tipo, a DynCorp, que faz serviços para os EUA no que deveria ser ação antidrogas, mas que não passa de contra-insurgência. Os EUA repassam a Bogotá milhões de dólares ao ano dentro do Plano Colômbia, e estima-se que o governo colombiano gaste quase a metade com empresas mercenárias.<br />
Elas treinam forças locais, pilotam helicópteros e já participaram de confrontos internos. No Brasil, a Embraer recentemente vendeu uma aeronave de combate Super Tucano para a Blackwater, em um acordo autorizado pelo governo Lula, em negociações com os EUA. Acho que isso levanta questões sérias sobre por que o Brasil acredita ser adequado vender aviões a uma empresa com uma reputação de abusos e violência no mundo inteiro. Até porque a América Latina é a próxima fronteira para essas empresas.</p>
<p><strong>FOLHA - O sr. crê que a Blackwater dá proteção adequada a seus empregados?<br />
</strong>SCAHILL - Essa é uma das ironias da Blackwater. Na maior parte dos casos, eles têm equipamentos melhores e pessoal mais qualificado do que um soldado comum americano, mas às vezes enviam equipes muito mal preparadas para situações muito perigosas. E é comum que contratados de países pobres sejam destacados para a linha de frente. E recebem menos: colombianos recrutados pela Blackwater foram enviados ao Iraque com um salário de US$ 34 por dia, enquanto um agente americano chega a receber US$ 650 diários. Parece que a vida de um colombiano vale menos, para a Blackwater, do que a de um americano.<br />
<strong>FOLHA - A Blackwater também defende interesses econômicos e internos da Casa Branca?</strong><br />
SCAHILL - Sim. Atua na vigilância de investimentos americanos no exterior, por exemplo, nos planos de oleoduto na região do mar Cáspio. E tem forte atuação dentro dos EUA. Foram contratados para patrulhar Nova Orleans depois do furacão Katrina (2005). Acabaram de abrir um enorme centro de treinamento em San Diego (Califórnia), a poucos quilômetros da fronteira com o México, para treinar as patrulhas de fronteira. E discute-se a privatização da polícia de fronteira dos EUA.</p>
<p><strong>FOLHA - Como os mercenários afetam a política mundial?<br />
</strong>SCAHILL - As conseqüências são muito sérias. Os governos estão abrindo mão do monopólio da força e da "violência organizada", que é uma das coisas que definem o Estado. Agora há empresas privadas que têm a força e o poder de fogo para potencialmente substituir a necessidade de alianças como a Otan. A parte mais deprimente é que a penetração dos mercenários já foi longe demais, não sei como pode acabar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Al Gore abandona neutralidade e anuncia apoio a Obama]]></title>
<link>http://andrebrandt.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 11:32:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Brandt Mainente</dc:creator>
<guid>http://andrebrandt.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[
Ontem, em Detroit, o vencedor do prêmio Nobel da Paz  e vice-presidente do governo Bill Clinton ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float:right;" src="http://blogs.southflorida.com/citylink_dansweeney/gorethumbsup.jpg" alt="" width="242" height="200" /></p>
<p>Ontem, em Detroit, o vencedor do prêmio Nobel da Paz  e vice-presidente do governo Bill Clinton ( 1993-2001), declarou apoio ao candidato democrata  Barack Obama. Al Gore, durante o período de cravada disputa entre o senador de Illinois e Hillary Clinton, pela chance de disputar com John McCain a corrida à Casa Branca, se absteve e decidiu esperar que as primárias terminassem, ou que pelo menos, surgisse um vencedor.</p>
<p>Durante o discurso, Al Gore ainda aproveitou para rebaixar o governo de George W. Bush. "Os americanos simplesmente não podem permitir a continuidade das políticas dos últimos oito anos pelos próximos quatro", declarou. Ainda pediu que todos os seus seguidores façam doações para a campanha do candidato que pode ser o primeiro presidente negro da história dos EUA.</p>
<p>O apoio de Gore só fortalece a campanha de Obama, que virou a grande sensação dos EUA e do mundo nos últimos um ano e seis meses de campanha. O povo americano parece estar cansado da onda de indecisões que paira no país e quer mudar a história. Obama, desde que desbancou a então favorita Hillary Clinton, ganha cada vez mais a simpatia dos americanos e pelo que tudo indica, ano que vem se mudará para Washington e tentará por nos eixos a então potência mundial que está em decadência.</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo: Obama vai dar samba]]></title>
<link>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=454</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 01:27:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>sambadobrasil</dc:creator>
<guid>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=454</guid>
<description><![CDATA[Martinho da Vila - O Globo 10/6/2008
Há anos eu li um livro ímpar na obra de Monteiro Lobato, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Martinho da Vila - O Globo 10/6/2008</p>
<p><a href="http://sambadobrasil.files.wordpress.com/2008/06/martinho_da_vila.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-455 alignright" style="float:right;" src="http://sambadobrasil.wordpress.com/files/2008/06/martinho_da_vila.jpg?w=127" alt="" width="127" height="96" /></a>Há anos eu li um livro ímpar na obra de Monteiro Lobato, "O presidente negro", que me fez sonhar. É uma obra futurística, remete o leitor ao dia em que o personagem Jin Roy disputa a Presidência dos EUA com uma mulher, Evelyn Astor, e o conservador Kelog, tal como ocorreu nas prévias para as eleições americanas.</p>
<p>O livro, inicialmente lançado com o título "O choque das raças", me impressionou. Eu o emprestei a alguém que não me devolveu e faz tempo que procuro um outro e não consigo encontrar. Felizmente foi reeditado agora pela Editora Globo, oportuno neste momento histórico em que Obama se prepara para o seu desafio maior, que é se eleger o primeiro presidente negro de um país no qual há pouco mais de 40 anos os negros eram proibidos de morar no mesmo bairro que os brancos, usar o mesmo banheiro público, freqüentar a mesma escola e eram obrigados a ceder o lugar, nos ônibus, a brancos.</p>
<p>Confirmado como candidato do Partido Democrata à Casa Branca, o topo dessa onda Obama pode dar um samba-enredo dos bons. Senador estadual por Illinois, era quase desconhecido no país quando foi convidado para apresentar o programa democrata na convenção nacional do partido e despontou como uma estrela em ascensão. Conquistou uma cadeira no senado americano com 70% dos votos, numa esmagadora vitória.</p>
<p>Orador brilhante e político carismático, é graduado em ciências políticas pela Universidade de Colúmbia e advogado formado em Harvard. Freqüentemente descrito pela direção do partido como "inteligente mas não arrogante, confiante mas aberto a outros pontos de vista, orgulhoso de sua negritude, mas não atado por questões de raça". Isso lhe permitiu trabalhar com republicanos por questões como saúde e educação e o levou a conquistar eleitores sem basear sua campanha na questão da negritude. Para derrotar o casal Clinton, teve uma forte ajuda financeira e superou obstáculos, sendo os principais a cor da pele e o nome islâmico que lembra Saddam e Bin Laden.</p>
<p>Barack Hussein Obama é um jovem de 46 anos, nascido em Onolulu, Havaí, e filho de um negro muçulmano do Quênia com uma americana branca. Agora a briga é com o republicano John McCain.</p>
<p>Eu faço parte do rol de brasileiros que têm uma certa aversão aos EUA e, ao mesmo tempo, uma admiração invejosa.</p>
<p>O "Leão do Norte" tem mais ou menos a nossa idade, é a maior potência mundial e está sempre à frente, enquanto o Brasil só recentemente saiu da classificação de "país do Terceiro Mundo". Fizeram, antes de nós: a independência, a abolição da escravatura, a república, colocaram negros em pontos-chave da política e implantaram ações afirmativas adotando o sistema de cotas, só agora discutido no Brasil.</p>
<p>Sou de opinião que a Lei de Cotas em universidades deveria ser extinta e criada uma outra mais abrangente, estendida aos três poderes de maneira exemplar, às universidades federais e estaduais, o que levaria a ser norma nas particulares e, naturalmente, aplicada em todos os setores da sociedade.</p>
<p>Nas minhas primeiras andanças pelo mundo, o que mais me impressionou foram rostos negros em cartazes luminosos em Nova York e em veículos de propaganda espalhados por aquele país, bem como ver famílias negras em seus próprios carros, alguns de último tipo. Nas lojas e butiques, vi pretos trabalhando e até encontrei um amigo de BH, o negro Josias, gerenciando um supermercado.</p>
<p>Havia muitos pretos nas universidades e em cargos de chefia. Entrei num banco e vi neguinho na cadeira do gerente e nos caixas, o que nunca havia visto nos bancos onde tinha contas. Vi gente como eu nos três poderes e quase não acreditei ao saber que o prefeito da capital, Washington, era um negão. Enquanto por aqui ainda há empresas que não admitem negros.</p>
<p>De volta ao Brasil, procurei me informar sobre Malcon X, Luther King e então entendi a fala do Abdias do Nascimento e outros líderes dos diversos segmentos do nosso Movimento Negro. Aí me engajei na luta deles e no Ano do Centenário da Abolição da Escravatura, graças à influência do guerreiro Milton Gonçalves, coordenei uma mensagem de final de ano na TV Globo onde caras negras preenchiam as telas cantando "Axé, axé, axé para todo mundo axé", passando mensagens. De lá para cá, houve sensíveis avanços, e já não se vêem só caras brancas na nossa publicidade.</p>
<p>Com a eleição de um operário para a Presidência - o que eu considero uma revolução feita com votos - pela primeira vez na República tivemos ministros negros. E ainda temos. A fotografia dos nossos governantes ficou mais bonita e com aparência democrática. A nossa Justiça - que, além de cega, é feia e branca - ganhou um par de olhos cor-de-azeviche e mais abertos para interpretar as leis. Sinal de novos tempos. Bom sinal. Vai dar samba.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Obama terá equipe para cuidar de boatos negativos na internet]]></title>
<link>http://planetamarketing.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 14:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renê Gallep</dc:creator>
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<description><![CDATA[A equipe de comunicaçao de Barack Obama está sendo ampliada agora que o democrata passa a disputar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe de comunicaçao de Barack Obama está sendo ampliada agora que o democrata passa a disputar a presidência dos EUA como candidato do partido. Estao sendo recrutados profissionais para formar uma nova unidade, que vai se dedicar a combater rumores negativos e falsos que se espalham atraves da internet. Outra unidade vai cuidar de um ponto considerado vulneravel na campanha de Obama - comentarios polêmicos feitos por sua mulher Michelle.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/84257/obama_tera_equipe_para_cuidar_de_boatos_negativos_na_internet" target="_blank">Blue Bus</a></p>
<p><strong>METENDO O DEDO NESSE ANGU PRESIDENCIAL:</strong> Demorou para algum candidato montar uma equipe de "new mídia", por estar acompanhando a velocidade das mudanças e por outras mais é que aponto Obama como forte favorito a Casa Branca, além do barulho enorme que vem feito a sua briga com Hillary (enquanto o republicano ficava "sem dar as caras" esperando seu adversário) afinal só é lembrado quem é visto. Além do mais acredito que os americanos estão meio "de saco cheio" do perfil de candidatos como John McCain (já se foram 16 anos com Clinton e Bush), Obama é jovem, tem um esteriótipo daquele executivo que veio para botar ordem na casa, resta esperar para ver.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hillary diz em carta que declarará apoio a Obama no sábado]]></title>
<link>http://barueriemdia.wordpress.com/?p=651</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 12:08:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>barueriemdia</dc:creator>
<guid>http://barueriemdia.wordpress.com/?p=651</guid>
<description><![CDATA[ 
Hillary Clinton declarará apoio à candidatura de Barack Obama à Casa Branca e buscará aglutin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://barueriemdia.files.wordpress.com/2008/06/hillary-e-obama.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-652" src="http://barueriemdia.wordpress.com/files/2008/06/hillary-e-obama.jpg" alt="" width="143" height="68" /></a></p>
<p>Hillary Clinton declarará apoio à candidatura de Barack Obama à Casa Branca e buscará aglutinar apoio em torno dele, disse a ex-primeira-dama em uma carta nesta quinta-feira (5), colocando um ponto final a uma disputa de 16 meses que dividiu o Partido Democrata.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/0,,15525,00.html"><strong>Veja a cobertura completa das eleições nos EUA</strong></a></p>
<p>Hillary confirmou que realizará um evento em Washington no sábado para agradecer a todos que apoiaram sua campanha. <a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589996-15525,00.html">Originalmente o evento estava marcado para a sexta-feira</a>, mas a data foi mudada para que mais eleitores participem.</p>
<p>"No sábado, estenderei minhas congratulações ao senador Obama e meu apoio à sua candidatura", disse a senadora por Nova York em carta a simpatizantes divulgada na manhã de quinta-feira.</p>
<p><span>Saiba mais</span></p>
<div class="saibaMais box220">
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589168-15525,00.html"><strong>»</strong> Análise: 'Experiência' de Hillary pode ter custado indicação</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589996-15525,00.html"><strong>»</strong> Hillary vai declarar apoio a Obama na sexta-feira, confirma sua campanha</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589345-15525,00.html"><strong>»</strong> Obama diz ter falado com Hillary sobre 'unir' o Partido Democrata na campanha</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589112-15525,00.html"><strong>»</strong> Jerusalém deve ser capital 'indivisível' de Israel, diz Obama</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL589004-15525,00.html"><strong>»</strong> Presidente Bush parabeniza Obama por vitória democrata</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL588813-15525,00.html"><strong>»</strong> Eleições EUA: Entenda os próximos passos da disputa</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL588652-15525,00.html"><strong>»</strong> Obama declara-se o candidato democrata, mas Hillary não desiste</a></li>
</ul>
</div>
<p><!-- /Saiba mais --><!-- /Saiba mais VCG1 -->"Eu disse durante toda a campanha que apoiaria enfaticamente o senador Obama se ele se tornasse o candidato do Partido Democrata, e pretendo cumprir essa promessa."</p>
<p>"Essa foi uma campanha dura e longa, mas como eu sempre disse, minhas diferenças com o senador Obama são pequenas comparadas com minhas divergências com o senador McCain e os republicanos", disse ela na carta.</p>
<p>"Falarei no sábado sobre como podemos juntos unir o partido em torno do senador Obama. O que está em jogo é muito e a tarefa a nossa frente é importante demais para fazermos de outra forma."</p>
<p>Hillary ainda não decidiu suspender ou encerrar sua campanha, o que permite a ela manter o controle dos delegados conquistados na convenção, disseram assessores.</p>
<p>Ela passou boa parte da quarta-feira conversando com simpatizantes, muitos dos quais pediram à senadora que suspendesse sua campanha agora que Obama conseguiu a indicação.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/0,,15525,00.html"><strong>Leia mais notícias de Eleições nos EUA</strong></a></p>
<p>Veja Vídeo: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM836999-7823-EUA+HILLARY+CLINTON+DEVE+ABANDONAR+DISPUTA+NO+SABADO,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM836999-7823-EUA+HILLARY+CLINTON+DEVE+ABANDONAR+DISPUTA+NO+SABADO,00.html</a></p>
<p>Pesquisa: Jr. Holanda</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milagres...]]></title>
<link>http://danielmoura.wordpress.com/?p=137</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 22:31:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Moura</dc:creator>
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<description><![CDATA[Barack Obama, candidato democrata à Casa Branca, afirmou ontem à noite em Saint Paul, Minnesota:
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Barack Obama, candidato democrata à Casa Branca, afirmou ontem à noite em Saint Paul, Minnesota:</p>
<p><em>“I am absolutely certain that generations from now, we will be able to look back and tell our children that this was the moment when we began to provide care for the sick and good jobs to the jobless; this was the moment when the rise of the oceans began to slow and our planet began to heal.”</em></p>
<p>Parece que afinal Jesus sempre ressuscitou! LOL</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espectadores da história?]]></title>
<link>http://m26j.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 16:29:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>m26j</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ron Suskind, que foi editorialista do Wall Street Journal e autor de inúmeras investigações sobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ron Suskind, que foi editorialista do <em>Wall Street Journal</em> e autor de inúmeras investigações sobre a comunicação da Casa Branca depois de 2000, revelou os termos da conversa que manteve com um consultor de George W. Bush: “O assessor me disse que indivíduos como eu éramos parte da <em>‘reality-based community’</em>, que definiu como pessoas que ‘acham que as soluções emergem de sua análise judiciosa da realidade observável’. Eu concordei e murmurei qualquer coisa sobre os princípios das Luzes e do empirismo. Ele me cortou: ‘Não é mais assim que o mundo funciona’, prosseguiu. ‘Somos um império agora. E, quando agimos, criamos nossa própria realidade. Enquanto vocês estudam essa realidade – judiciosamente, como queiram –, nós agimos de novo, criando outras novas realidades, que vocês podem igualmente estudar. É assim que as coisas se passam. Nós somos os atores da história. E a vocês, vocês todos, só resta estudar o que fazemos.’</p>
<p> </p>
<p><a title="diplo" href="http://diplo.uol.com.br/2007-12,a2084">LINK</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sim, espectadores da história...</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MySpace de olho na política brasileira...]]></title>
<link>http://blogdoluva.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:06:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luva</dc:creator>
<guid>http://blogdoluva.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[Site que ajudou a alavancar Obama quer participar de eleições no Brasil
       

(Folha Online)

A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>Site que ajudou a alavancar Obama quer participar de eleições no Brasil</b><!--/TITULO--></p>
<p><!--noindex--><!--PRINT:EXCLUDE--><!--PUBLICIDADE-->   <!-- folha_ads_show( "online.informatica" , "180x150" , "0" ) ; //--><!--/PUBLICIDADE--><!--/PRINT:EXCLUDE--><!--/noindex--><!--/-->    <!--TEXTO--></p>
<div id="articleBy">
<h6><b></b><b>(Folha Online)</b></h6>
</div>
<p>A mais comentada ferramenta da corrida eleitoral norte-americana pretende desembarcar no Brasil para as eleições municipais deste ano --mas pode ser barrada pela Justiça eleitoral brasileira. O MySpace, maior rede social do planeta, quer trazer sua plataforma de debate ao país.</p>
<p>O site é um dos responsáveis pela arrancada do pré-candidato Barack Obama na disputa pela vaga democrata na corrida à Casa Branca.</p>
<p>"Os debates políticos no Brasil são todos muito certinhos, muito chatos. O jovem acaba se sentindo fora desse processo", diz Emerson Calegaretti, diretor-geral do MySpace Brasil.A rede de relacionamentos, pertencente ao conglomerado News Corp., estreou oficialmente em português em dezembro de 2007. Desde então, limita-se a abrigar perfis de artistas nacionais e seus fãs, o que injetou um milhão de usuários num serviço que possuía apenas 300 mil cadastrados no país. Para fins de comparação, ainda está longe do Orkut, que supera 25 milhões de internautas brasileiros.</p>
<p>"Queremos expandir isso para outras ações", afirma Calegaretti. "Primeiro, vamos criar grupos e perfis ligados a partidos e a candidatos. Essa é uma iniciativa a ser lançada oficialmente no segundo semestre. A segunda ação é promover a discussão das propostas dos candidatos."</p>
<p>Nos EUA, o portal simulou votações, criou perfis para políticos, realizou enquetes sobre propostas e, finalmente, ajudou os candidatos a arrecadarem verba para campanha pela internet. Boa parte do montante de US$ 135 milhões levantados pela turma de Obama até janeiro tinha sido doado por internautas.</p>
<p>A exemplo do MySpace, outras empresas de internet declararam à reportagem ter planos de interagir com o eleitorado durante o pleito brasileiro, como Google e Yahoo!.</p>
<p>"Participamos dos processos eleitorais nos EUA, Austrália, Espanha e em alguns outros países por meio do [site de vídeos] YouTube. Nosso plano é ter algo customizado por aqui também", afirma Félix Ximenes, diretor de comunicações do Google Brasil.</p>
<p>Na mesma linha, o diretor de produtos do Yahoo! Brasil, Fabio Boucinhas, revela que o portal pretende incentivar internautas a colocarem fotos de comícios no Flickr, site de compartilhamento de imagens tido como "descolado" entre jovens. A idéia é usar as fotografias na capa do portal. "Ainda é um assunto muito delicado, por isso estamos planejando da melhor maneira possível", pondera Boucinhas.</p>
<p><b>Restrições</b></p>
<p>No caminho entre as empresas de internet e os cliques dos internautas brasileiros há o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O tribunal divulgou no começo de março resolução proibindo propaganda política fora do site dos candidatos. "A propaganda eleitoral na internet somente será permitida na página do candidato destinada exclusivamente à campanha eleitoral", informa a resolução. O texto foi considerado vago pelos internautas.</p>
<p>"Para que uma regulamentação tão autoritária?", questiona em seu blog Sérgio Amadeu, Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. "É muito difícil legislar sobre as características da comunicação em redes digitais interativas. É preciso clareza", escreve.</p>
<p>"Seria cômico, não fosse trágico. Mais do que qualquer outro momento, as eleições deveriam ser um momento onde a nação tenha acesso total e irrestrito à informação", comenta Marcelo Tas em seu endereço eletrônico.</p>
<p>O TSE alega que, com a restrição, pretende equilibrar a campanha. "Se não, quanto maior o poder de penetração do candidato e seu poder econômico de arregimentar gente para ter blog, ele terá maior propaganda", disse, em entrevista à <b>Folha</b>, o presidente do TSE e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio Mello.</p>
<p>Para contornar a possível restrição do TSE, os portais podem alegar ter planos de oferecer serviços informativos, e não publicitários.</p>
<p>"O argumento que vamos usar é que não estamos fazendo propaganda política. Não há troca financeira qualquer entre partido e o site. O que o site produz é conteúdo informativo", afirma Calegaretti, do MySpace. Segundo ele, mesmo no caso das doações a campanhas, o que se faz nos EUA é dar um link para o site do candidato, onde ocorrem efetivamente os depósitos --o que ainda é proibido no Brasil.</p>
<p>Os ministros do TSE também devem responder até o início da campanha uma consulta do deputado José Aparecido (PV-MG) sobre o uso de ferramentas da internet na arrecadação de votos. Um parecer da área técnica recomenda a proibição. Não há prazo para julgamento no TSE.</p>
<p>Se o tribunal decidir definitivamente pela restrição da propaganda política pela internet --o que afastará eleitores jovens do debate político--, irá de encontro com medidas tomadas pelo próprio órgão recentemente.O TSE lançou em outubro do ano passado uma campanha tentando atrair os jovens para as eleições. Em 2007, retiraram o título de eleitor aos 16 e 17 anos, quando o voto é facultativo, 1,91 milhão de pessoas, apenas 1,5% do total do eleitorado. Em 1992, quando os "caras pintadas" pediram o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, mais de 3,2 milhões de jovens dessa faixa fizeram título (3,57% do eleitorado).</p>
<p><b>Campanha on-line</b></p>
<p>Apesar da barreira que pode ser erguida pelo TSE, as agremiações já se espalharam nos serviços on-line. Quase todos partidos e dezenas de políticos possuem comunidades no Orkut. Segundo a resolução para essas eleições, a página dos que pleiteiam cargos poderá entrar no ar somente a partir de 6 de julho.</p>
<p>O DEM mantém no YouTube o que chama de "WebTV de um partido político brasileiro", aberta em dezembro de 2007. O PSTU também criou canal para abrigar seus vídeos, em junho de 2006.</p>
<p>No MySpace, já há um espaço ocupado pelo PSOL com sigla e número de votação. PSDB e DEM dividem outro grupo no portal.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enquanto isso, na Casa Branca...]]></title>
<link>http://capotei.wordpress.com/?p=514</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 01:08:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferrera</dc:creator>
<guid>http://capotei.wordpress.com/?p=514</guid>
<description><![CDATA[videozinho antigo mas memorável!
Simples porem foda.

Postado por Ferrera 
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>videozinho antigo mas memorável!</p>
<p>Simples porem foda.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Jfb4YYXsUy0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Jfb4YYXsUy0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><font color="#ff0000">Postado por Ferrera </font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais escandalos sexuais envolvendo políticos norte-americanos!!]]></title>
<link>http://felipebreia.wordpress.com/?p=157</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:56:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>felipebreia</dc:creator>
<guid>http://felipebreia.wordpress.com/?p=157</guid>
<description><![CDATA[Devido ao surgimento do caso do prefeito do NY, resolvi mostrar aqui no blog alguns casos de escând]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black;font-family:Arial;">Devido ao surgimento do caso do prefeito do NY, resolvi mostrar aqui no blog alguns casos de escândalos sexuais com os políticos do EUA...</span><span style="color:black;font-family:Arial;">Vamos lá!</span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;"><b>Má companhia </b></span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;"></span><span style="color:black;font-family:Arial;">O então deputado republicano pela Califórnia Randy “Duke” Cunningham foi encontrado acompanhado por prostitutas em um hotel de luxo no Havaí, segundo a rede de TV ABC. O deputado foi acusado de receber propina, já que as mulheres e o hotel eram pagos por um empreiteiro norte-americano. Ele foi preso depois de confessar culpa por corrupção. </span></p>
<p><b><span style="color:black;font-family:Arial;">Caso Foley</span></b></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;">O deputado republicano Mark Foley anunciou sua renúncia em setembro de 2006, após 12 anos no Congresso dos EUA, por causa das acusações de que enviou e-mails de conteúdo sexual para menores de idade. Foley presidia na Câmara dos Representantes um grupo que defende menores desaparecidos ou explorados. A decisão dele foi tomada após a emissora "ABC News" afirmar que o congressista tinha enviado, para menores, mensagens eletrônicas de conteúdo sexual.<br />
Pouco tempo depois, um ex-estagiário da Câmara revelou ter mantido relações sexuais com Foley.</span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;"></span><b><span style="color:black;font-family:Arial;">D.C. Madam </span></b></p>
<p><b><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></b><span style="color:black;font-family:Arial;">O senador republicano David Ritter confessou ter sido cliente de um serviço de acompanhantes na capital dos Estados Unidos, coordenados por uma mulher conhecida como D.C. Madam. Ele pediu desculpas pelo que disse ser “um pecado muito sério do meu passado”. </span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;"></span><b><span style="color:black;font-family:Arial;">Conduta lasciva</span></b></p>
<p><b><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></b><span style="color:black;font-family:Arial;">Senador republicano pelo Estado de Idaho há três mandatos, Larry Craig anunciou sua renúncia em setembro de 2007 por causa das acusações de que teria assediado um policial à paisana no banheiro de um aeroporto dos Estados Unidos. Desde que o caso ganhou destaque na imprensa dos EUA, o senador perdeu o apoio da população e do próprio partido, onde muitos defendiam sua renúncia. O policial que prendeu o senador sob acusação de “conduta lasciva” no banheiro de um aeroporto nos EUA acusou o político republicano de mentir durante o interrogatório. O senador admitiu ter encostado no policial por baixo da divisa da cabine do banheiro, mas disse que foi um acidente. Oficialmente, Craig admitiu culpa no caso, mas ele disse que só o fez para evitar um processo, e que se arrependia.</span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span><span class="marcador1"><b><span style="font-size:1pt;color:black;font-family:Arial;"> </span></b></span></p>
<p><span class="marcador1"><b><span style="font-size:1pt;color:black;font-family:Arial;"></span></b></span><b><span style="color:black;font-family:Arial;">Monica Lewinsky </span></b></p>
<p><b><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></b><span style="color:black;font-family:Arial;">O então presidente democrata Bill Clinton chegou a passar por um processo de impeachment, no qual conseguiu manter seu mandato, depois de mentir sobre suas relações com a ex-estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky.<br />
O caso foi revelado em 1998, e Clinton a princípio negou ter se relacionado com Lewinsky. Com o crescimento das acusações, Clinton acabou confessando e enfrentando o julgamento, o que marcou o restante do seu mandato.<br />
A então primeira-dama Hillary Clinton perdoou o presidente, que atualmente é um dos principais cabos eleitorais na sua campanha em busca da candidatura democrata à Presidência do país. </span><span style="color:black;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;"></span><b><span style="color:black;font-family:Arial;">Capixaba Andréia <strong><b>Schwartz</b></strong></span></b></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;">O governador de Nova York, Eliot Spitzer, conhecido pelo apelido de "Eliot Ness" por sua cruzada contra o crime, anunciou sua renúncia ao cargo após a revelação de que ele era cliente de uma rede de prostituição de luxo. Segundo blogs norte-americanos que investigam o fechamento do Emperors Club VIP, o bordel oferecia 50 prostitutas em Nova York, Paris, Washington, Miami e Londres. Os encontros entre as mulheres e os clientes eram todos feitos principalmente através da internet. As garotas cobravam entre US$ 1.076 e US$ 5.921 por hora (algo entre R$ 1.800 e R$ 10 mil).</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"><strong>O mais novo do momento é sobre o prefeito de Detroid!</strong></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;">Ainda não tive tempo de me informar muito bem sobre o assunto, então entre no site do </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="color:black;font-family:Arial;"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL361659-5602,00-NOVO+ESCANDALO+SEXUAL+NOS+EUA+ENVOLVE+O+PREFEITO+DE+DETROIT.html">g1 e confira!</a></span></p>
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<title><![CDATA[ EUA arrastam disputa sobre subsídio de algodão na OMC]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2008/02/14/eua-arrastam-disputa-sobre-subsidio-de-algodao-na-omc/</link>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 13:03:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Em pleno processo de definição dos candidatos às eleições americanas, a Casa Branca tenta conv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
Em pleno processo de definição dos candidatos às eleições americanas, a Casa Branca tenta convencer os Estados do Sul de que o Partido Republicano não abandonará os produtores de algodão. Ontem, Washington recorreu da decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC), que, a pedido do Brasil, condenou os subsídios ilegais.</p>
<p>Com isso, os Estados Unidos conseguem pelo menos duas coisas: dão um sinal político em apoio aos produtores e ainda arrastam a disputa com o Brasil por mais alguns meses. Uma reunião estava marcada para amanhã em Genebra para adotar a condenação, o que abriria caminho para que o Brasil pudesse pensar em retaliar os Estados Unidos. Mas, com a apelação, o encontro foi cancelado.</p>
<p>A guerra entre os dois países já dura cinco anos, sem nenhum resultado concreto na redução dos subsídios, apesar das inúmeras derrotas dos americanos. O Brasil se queixava em 2003 de que os subsídios agrícolas dos Estados Unidos estavam prejudicando os produtores de algodão. Distribuindo volumes bilionários, os americanos acabavam distorcendo os preços internacionais do produto, ferindo a competitividade e deprimindo os preços do algodão em vários mercados.</p>
<p>O Itamaraty entrou com um processo na OMC e a entidade acabou acatando a posição do Brasil, exigindo que os americanos reformassem seus programas de ajuda. Dois anos depois, Washington não fez as modificações e continua dando os subsídios ilegais. Segundo o Brasil, US$ 12,5 bilhões foram dados ao setor desde 1999, o que explicaria a competitividade das exportações americanas.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
<p>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br">Newscomex</a> - Comércio Exterior e Logística</p>
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<title><![CDATA[Ex-agente da CIA: “decisão de torturar vem da Casa Branca”]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2007/12/14/ex-agente-da-cia-%e2%80%9cdecisao-de-torturar-vem-da-casa-branca%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 01:21:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em entrevista à rede de TV norte-americana ABC John Kiriakou confirmou que a decisão de torturar u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista à rede de TV norte-americana ABC John Kiriakou confirmou que a decisão de torturar um prisioneiro “é uma política feita na Casa Branca em combinação com a Agência Nacional de Segurança e o Departamento de Justiça” </p>
<p>O ex-agente da CIA John Kiriakou, que chefiou a operação de captura de Abu Zubaidah, um dos dois presos cujos vídeos da tortura foram destruídos, afirmou em entrevista à rede de TV norte-americana ABC que a ordem de tortura partiu da Casa Branca. “A coisa não funciona assim: um agente acorda pela manhã, meio em dúvida, e decide que vai aplicar uma técnica intensificada [tortura] num prisioneiro. Essa é uma política feita na Casa Branca, em combinação com a Agência Nacional de Segurança e o Departamento de Justiça”, revelou. A tardia admissão, pelo governo Bush, de que centenas de horas de vídeos com a tortura do prisioneiro Zubaidah foram des-truídas, está causando um vendaval político em Washington. Na entrevista, o ex-agente confirmou que o preso foi torturado, inclusive através do “water-bording” (afogamento). O vazamento da queima de arquivo, através das páginas do “New York Times”, ocorreu, curiosamente, uma semana após as principais 16 agências de espionagem dos EUA terem desmentido em uníssono Bush sobre o “iminente perigo nuclear do Irã”. </p>
<p>RUMSFELD </p>
<p>A declaração de Kiria-kou – de que a ordem veio de cima, “da Casa Branca” - não chega a ser uma surpresa. Afinal, durante o período mais crítico, para o governo Bush, do escândalo de Abu Graib, ficou patente que o secretário do Pentágono, Donald Rums-feld, acompanhava passo a passo, inclusive com instruções e recomendações de próprio punho, a tortura dos “alvos” tidos como mais importantes. E fazia isso, porque essa era a política oficial do governo dos EUA, intensamente discutida entre ele, Cheney e Bush, e consagrada basicamente em dois pontos. O primeiro: o desconhecimento das Convenções de Guerra de Genebra e a negação da condição de presos de guerra aos cativos. O segundo, os memorandos do Departamento de Justiça oficializando a tortura. Política mantida mesmo após o escândalo de Abu Graib.</p>
<p>Como disse adiante Kiriakou, a tortura é orientada a partir de cima “passo a passo”, até mesmo nos “passos mínimos”. O que é confirmado em outros dados. Como o de que o comandante geral das tropas no Iraque, na época o general Ricardo Sanchez, foi consultado e aprovou vários “cronogramas” de tortura. Também não é nenhuma novidade que o general Miller, chefe do campo de concentração de Guantánamo, e depois, o enviado especial de Bush ao Iraque, funcionava como uma espécie de diretor-geral do serviço de tortura dos campos de concentração norte-americanos.  </p>
<p>VÍDEOS </p>
<p>Diante da situação criada com a revelação de que os vídeos da tortura foram queimados, a tática do governo Bush tem sido de lançar a responsabilidade sobre o capo das operações clandestinas da CIA de então, um certo José Rodri-guez Jr. Nessa versão, Rodriguez teria passado por cima do diretor-geral da CIA na época, Porter Goss, e até de supostos pareceres contrários da Casa Branca, do Departamento de Justiça e do Congresso. Isso, “para proteger” os agentes terceirizados de “retaliações da Al Qaeda”, apesar do agente Kiriakou não parecer achar isso provável, já que foi à TV dar entrevistas. </p>
<p>Então, quem é que está, realmente, necessitando de proteção a ponto de mandar destruir, no registro do “New York Times”, “centenas de horas de vídeos” gravados com tortura? Não é a ralé que executou o “serviço” quem tem a autoridade para mandar Rodriguez passar por cima até, supostamente, da Casa Branca. Quem tem tal autoridade são os mandantes, ou seja, W. Bush e Richard Cheney. Se mostradas ao mundo essas cenas de tortura, a conclusão pertinente seria que W. Bush e Cheney – os mandantes – são criminosos de guerra, torturadores. Ou, como disse uma dessas “fontes” das quais o NYT é tão íntimo, as cenas causariam “grande comoção”. Uma coisa é ouvir falar da tortura; outra, vê-la “ao vivo e a cores”. Que o diga Abu Graib. Acionado judicialmente, ou por requerimento dos parlamentares, o governo Bush negou sempre a existência dos vídeos que agora confessou ter destruído. </p>
<p>Segundo Kiriakou, que foi agente da CIA durante 14 anos e operou no Paquistão de 1998 a 2002, a tortura em Zubaidah foi cometida por “comandos aposentados contratados pela CIA”. Blackwater? Baleado na operação de captura, o paquistanês chegou a estar em coma; o interrogatório começou já no hospital, mas nessa fase, na qual Kiriakou participou, não houve tortura segundo ele. Depois, o norte-americano voltou a Washington, para outras missões, mas seguiu acompanhando o caso. Zubaidah, de acordo com jornais dos EUA, havia sido levado clandestinamente para uma prisão secreta da CIA na Polônia. Foi ali que ele foi submetido ao “water-boarding”. No dia seguinte, conforme Kiriakou, Zubaidah contou aos torturadores que havia sido “visitado na cela por Alá”, que o havia orientado “a colaborar”.  </p>
<p>XÍCARA DE CHÁ </p>
<p>Pela narração, parece que os torturadores levaram a sério. E a partir daí, para evitar a tortura, Zubaidah falou pelos cotovelos qualquer coisa que ele percebia que era aquilo que seus algozes queriam ouvir, como contou aos seus advogados depois que foi levado para Guantánamo, no final do ano passado. A CIA alega que foi a partir de Zubaidah que teria chegado aos “masterminds” dos ataques ao navio de guerra USS Cole, no Iêmen, e do 11 de Setembro, respectivamente Abd al-Rahim al-Nashiri e “KSM” – Khalid Sheik Mohamed. Este teria batido o recorde de demora para falar no “water-boarding”: dois minutos. Mas desde que começou, bastava uma xícara de chá para falar. Arrumou uma fábula atrás da outra para entreter seus “inter-rogadores”, só faltando confessar o assassinato de Papai Noel. (Talvez tenha confessado e ainda não fomos informados). Está também em Guantánamo atualmente. Quanto ao ex-agente Kiriakou, registre-se que sua entrevista não é propriamente uma denúncia da CIA ou negação cabal da tortura, embora chegue à admissão de que “waterboarding” é tortura. </p>
<p>                                                                                                                      ANTONIO PIMENTA</p>
<p>Hora do Povo</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Muito embora, a Casa Branca afirme que os Estados Unidos não praticam tortura, silenciou sobre o escândalo dos vídeos de interrogatórios destruídos pela CIA. "O que posso dizer é que todos os interrogatórios foram legais e que sempre prestamos contas ao Congresso dos Estados Unidos", disse a porta-voz Dana Perino. "Os Estados Unidos não praticam tortura", afirmou.  O ex-agente da CIA John Kiriakou confirmou que, durante interrogatórios de supostos membros da rede terrorista Al Qaeda, foi aplicada a "técnica do afogamento". O que mais dizer ? Alegar que essa técnica era necessária ? Aonde esta os princípios de Direitos Humanos tão apregoados pelos EUA ? A verdade é que hoje os EUA vivem uma crise de ética, de moral, e de valores jamais vivenciados pelo povo americano. Essa é a democracia republicana. Uma beleza , não ?</p>
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