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	<title>cao-guimaraes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cao-guimaraes"</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 15:37:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[10º Festival Internacional de Curtas de BH]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=861</link>
<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 22:11:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
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<description><![CDATA[PRIMEIRO DIA
Na sexta-feira, 25/07, teve início em Belo Horizonte a décima edição do Festival In]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>PRIMEIRO DIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na sexta-feira, 25/07, teve início em Belo Horizonte a décima edição do Festival Internacional de Curtas, que irá acontecer no cine Humberto Mauro até o dia 31/07, com exibição de filmes de vários países, dentre mostras competitivas nacionais e internacionais, retrospectivas de nomes laureados na mídia do curta-metragem, como Carlos Magno e de outros já consagrados no cenário restrito do longa-metragem, como Karim Ainöuz, entre outras exibições especiais. No primeiro dia de festival eu pude acompanhar a exibição da primeira série de filmes, na mostra Competitiva Nacional 1, que comento a seguir:</p>
<p style="text-align:center;"><strong>PEIOTE (<em>Cao Guimarães</em>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2007/10/192_2937-curt-peiote-1.jpg" border="0" alt="[image] " /><br />
<strong>2/4</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A câmera-olho de Cao Guimarães envereda mais uma viagem sobre as cores, sons e signos de culturas latino-americanas em <em>Peiote</em>. O documentário de 4 minutos funciona quase como um clipe da realidade, pontuado por música e movimento, mostrando um grupo de dança folclórica se apresentando em uma praça, na Cidade do México. Se aqueles homens lá fantasiados buscam manter viva a cultura de seus antepassados, Cao lança o olhar sobre o futuro dessa cultura, na forma de um garotinho de não mais que 5 anos, observando aquele mundo adulto e fantástico. O olhar do diretor pára nas reações, na dança e na alegria desse garoto, que nunca percebe a observação distante e age de modo natural, em meio aos dançarinos. Uma visão de um futuro se unindo em comunhão com um passado necessário.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>CARTA DE UM JOVEM SUICIDA (<em>Marcelo Ikeda</em>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>1/4</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O diretor Marcelo Ikeda se assume como um "homem da família", graças às tradições de sua família oriental. Assim seu filme poderia ser resumido como um filme sobre a família, a princípio. Ao acompanhar as reações de uma mãe ao ler a carta deixada pelo filho que decide acabar com a própria vida, Ikeda leva para a tela essa observação da dor e o processo de adaptação com a nova condição desta mulher. O que impossibilta a incursão do público na proposta do diretor é justamente a opção que ele tomou para fazê-la, filmar tudo em um plano seqüência.</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia do plano seqüência é naturalmente associada à não intervenção num cenário previamente concebido, sem música, sem cortes, simplesmente uma observação da ação. Mas no caso de Ikeda a pretensão fala mais alto e seu filme acaba observando não só um momento real da personagem, mas também um momento da idéia, da memória ou do futuro. A cada momento em que a atriz sai de um determinado ambiente para estabelcer um tipo de ação em outro, o cenário anterior é totalmente modificado por uma equipe que nunca vemos mas que sabemos que correu bastante para modificar todas as coisas, dando a impressão de passagem de tempo em cada um desses momentos. Poderia funcionar perfeitamente caso funcionasse perfeitamente, mesmo que "traindo" a idéia da não intervenção externa. O caso é que é tudo tecnicamente precário, contando com uma fotografia de pouca definição (que em certos momentos te distancia absurdamente da expressão da atriz, que poderia determinar um maior nível de emoção na cena) e falha em muitos momentos, como quando a atriz volta a primeira vez para o quarto do filho após ter lido a carta e vemos no alto a clara luz direta de um fresnel e as mudanças de temperatura quando a câmera sai do ambiente. Sem contar a necessidade melodramática do diretor em caracterizar a ação do modo mais óbvio possível, fazendo da carta lida numa narração em off um excesso de lugares comuns (o filho era um outsider, gay, não era compreendido no trabalho, etc) e se valendo de jogos com o público, projetando idéias não verdadeiras para aumentar a expectativa, como no momento em que a mãe abre a janela e fica parada na frente dela por um tempo, como se fosse talvez, ela mesma, acabar com a própria vida. Esse casamento de proposta cinematográfica crua em união com narrativa pseudo-carregada dramaticamente é tão infeliz que o diretor ainda encerra seu filme voltando ao ponto do início, quase como assinando todas as explicações que deveriam ser dadas ao público, não permitindo nenhum tipo de participação externa naquela narrativa, que ao invés de emocionante e bem executada resultou em um artifício frio e falho.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>CASA DE MÁQUINAS (<em>Maria Leite e Daniel Hertel</em>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>3/4</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Casa de Máquinas</em> é como um resumo do processo, quando o fazer interessa tanto quanto o produto acabado. É como ver um Robert Altman interessado nos ensaios de um grupo de balé para depois mostrar o resultado em <em>De Corpo e Alma</em>. Em <em>Casa de Máquinas</em>, o belo resultado de uma bailarina artesanal dançando suas pernas de madeira no ar é fruto de todo um processo mecânico de formas e movimentos dentro da própria "fábrica" que é caixinha que esconde as cordas que a movimentam - e muitas outras coisas. Feito em um stop motion fotografado de modo belíssimo e com uma trilha sonora lúdica, <em>Casa de Máquinas</em> é desses filmes onde o encantamento reside no que está escondido e no que é mostrado, como a revelação de um truque de magia.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>OS FILMES QUE NÃO FIZ (<em>Gilberto Scarpa</em>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.mostrabrasil.org.br/Foto%20Os%20Filmes%20que%20Nao%20Fiz.jpg" border="0" alt="[image] " /><br />
<strong>4/4</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que mais se vê no meio cinematográfico são os famosos diretores sem filmes, aqueles que tem inúmeros projetos na manga, prestes a ganhar algum tipo de forma, muitas outras idéias na cabeça e nenhum produto consistente em mãos. Gilberto Scarpa era um desses "diretores" e se valendo dessa condição decidiu finalmente fazer um filme sobre esses filmes que nunca foram feitos. O ótimo <em>Os Filmes Que Não Fiz</em> tem estrutura de documentário imaginário do diretor, com uma estrutura simples onde ele mesmo cita os projetos idealizados por ele e nunca concretizados e, deste modo, os filmes finalmente viram filmes neste filme. A metalingüagem em sua forma mais direta - e hilária. Gilberto Scarpa é ele próprio um ótimo personagem, caricatura de si e de todo esse tipo de pessoa, sempre depositando a culpa pela não concretização de seus planos em leis que não os beneficiam, não compreensão artística ou, como ele bem diz, no início do filme, na astrologia. Com extremo bom humor e sofisticação estética (direção de arte, figurinos, montagem, fotografia e atuações irretocáveis) Scarpa fez um grande e pessoal filme sobre o amor ao cinema. E assim vira, de uma vez por todas, um diretor.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>AMARAR (<em>Emanuel Mendes</em>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>2/4</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em alguns momentos <em>Amarar</em> parece remeter ao sonho. Em seguida nos coloca numa perspectiva de visão de futuro, para depois se revelar como visão de passado, memória. E por fim, trauma. A riqueza da história contada por meio de animação estática, que revela por zooms que nos aproximam e distanciam do relato o tempo todo, pontuados por uma linda trila sonora é perdida por uma conclusão de narrativa por meio de símbolos de uma vida perdida e que se ausenta. A personagem está sempre só e se olha num espelho partido, quando criança, para depois vermos a mesma personagem, já adulta, numa praia calma e se observando pelo mesmo espelho intacto. Seu reflexo de um passado mais recente lhe trás dor e esta se manifesta na negação daquele e tal impossibilidade a leva de volta ao sonho pueril. Se em determinados momentos os signos do filme imprimem alguma tentativa de riqueza, reforçados pelas presenças de Djin Sganzerla e da histórica Helena Ignez, isso se perde na tentativa pesada do diretor em buscar uma solução para aquela fuga idílica da personagem. O retorno à animação estática no fim só revela tristemente que a proposta se perde quase que por completo.</p>
<p style="text-align:right;"><em>Thiago Macêdo Correia</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encontro inédito]]></title>
<link>http://xikino.wordpress.com/?p=369</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:12:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francisco Cesar Filho</dc:creator>
<guid>http://xikino.pt-br.wordpress.com/2008/07/13/369/</guid>
<description><![CDATA[
Flagrante colhido momentos antes do debate inédito que aconteceu sexta-feira última no 3º Festiv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><strong><span style="color:#000080;font-family:Arial;"></p>
<div><em>Flagrante colhido momentos antes do debate inédito que aconteceu sexta-feira última no <a href="http://www.festlatinosp.com.br">3º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo</a> e reuniu <a href="http://www.caoguimaraes.com/page2/principal.php?idioma=0">Cao Guimarães</a>, <a href="http://eduardocoutinho.blogspot.com/">Eduardo Coutinho</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1udio_Assis">Cláudio Assis</a>.</em></div>
<div>
[caption id="attachment_371" align="aligncenter" width="300" caption="Cao Guimarães, Eduardo Coutinho e Cláudio Assis / foto Tuca Vieira"]<a href="http://xikino.files.wordpress.com/2008/07/cao-guimaraes-eduardo-coutinho-e-claudio-assis1.jpg"><img class="size-medium wp-image-371" src="http://xikino.wordpress.com/files/2008/07/cao-guimaraes-eduardo-coutinho-e-claudio-assis1.jpg?w=300" alt="Cao Guimarães, Eduardo Coutinho e Cláudio Assis / foto Tuca Vieira" width="300" height="199" /></a>[/caption]
</div>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></strong></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lançamento de livros e debates no Festival Latino-Americano de SP]]></title>
<link>http://xikino.wordpress.com/?p=268</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:07:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francisco Cesar Filho</dc:creator>
<guid>http://xikino.pt-br.wordpress.com/2008/07/07/lancamento-de-livros-e-debates-no-festival-latino-americano-de-sp/</guid>
<description><![CDATA[






 
Inédito no Brasil, Memórias do Subdesenvolvimento, do cubano Edmundo Desnoes, é o livro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"></p>
<div style="text-align:center;"><strong></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"></p>
<div><strong></strong></div>
<p></span></strong></div>
<p></span></strong><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"></p>
<div>
<div><strong></strong> </div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">Inédito no Brasil, </span></strong><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"><em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Memorias_del_Subdesarrollo">Memórias do Subdesenvolvimento</a></em>, do cubano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Edmundo_Desnoes">Edmundo Desnoes</a>, é o livro que inspirou o filme homônimo de <a href="http://www.clubcultura.com/clubcine/clubcineastas/titon/memorias/memo1.htm">Tomás Gutiérrez Alea</a>. Desnoes autografa a obra - que primeira vez é lançada no Brasil - no dia 11 de julho (sexta-feira), a partir das 19h30, no Memorial da América Latina.</span></strong></div>
<div> </div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">No mesmo local e horário ocorre também o lançamento de </span></strong><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">“Ciclo de Debates - 1º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo 2006”. Organizado por <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4791266J6">Maria Dora Mourão</a>, na publicação está transcrita o conteúdo das mesas de debates da primeira edição do evento, reunindo, entre outros, Eduardo Escorel, Fernando Birri, José Carlos Avellar, Marcelo Piñeyro, Miguel Littín, Nelson Pereira dos Santos, Octavio Getino e Pablo Trapero.<br />
 <br />
Ainda na sexta-feira, acontece às 15h00 um debate em torno dos <a href="http://embacu.cubaminrex.cu/Default.aspx?tabid=6906">40 anos de <em>Memórias do Subdesenvolvimento</em></a>, com presença de Desnoes, </span></strong><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">Elen Döppenschmitt (PUC / SP), Silvia Oroz (UERJ) e Marcos Soares (USP)<br />
</span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"><strong></strong></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">A programação do ciclo de debates promovido pelo festival inclui ainda as seguintes mesas:</span></strong> <br />
- “Nova Geografia” - 10 de julho (quinta-feira), às 15h00<br />
Alejandro Legaspi - Peru - Diretor<br />
John Petrizelli - Venezuela - Diretor<br />
Sergio Wolf - Argentina - Diretor do BAFICI – Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente<br />
Alessandro Giannini - Brasil - Crítico<br />
 <br />
- “Ensino” - 10 de julho (quinta-feira), às 20h00<br />
Carlos Cereceda - Espanha - ESCAC<br />
Evandro Lemos Da Cunha - Brasil - FORCINE<br />
Gustavo Montiel - México - CCC<br />
Gustavo Mosquera - Argentina - ENERC<br />
Maria Dora Mourão - Brasil - USP<br />
 <br />
- “Realidade: Apreensão e Representação” - 11 de julho (sexta-feira), às 20h00<br />
Cao Guimarães - Brasil - Diretor<br />
Cláudio Assis - Brasil - Diretor<br />
Eduardo Coutinho - Brasil - Diretor<br />
Cléber Eduardo - Brasil - Crítico.<strong></strong></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">Assista abaixo <em>Memórias do Subdesenvolvimento</em>.</span></strong></div>
<p><strong></strong></div>
<p> </p>
<p></span></strong></span></strong></p>
<div>
<p> </p>
<p>[googlevideo=http://video.google.com/videoplay?docid=-2141060852444135470&#38;q=Memorias+del+Subdesarrollo+duration%3Along&#38;total=1&#38;start=0&#38;num=10&#38;so=0&#38;type=search&#38;plindex=0] </p></div>
<div><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#000080;font-family:Arial;">Dois livros têm seus lançamentos durante o 3º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que começa hoje. </span></strong></p>
<div><strong></strong></div>
<p> </p>
<p></span></strong></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 20/06/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=390</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 19:53:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.pt-br.wordpress.com/2008/06/20/eventos-em-20062008-2/</guid>
<description><![CDATA[20/06/2008, Minas Gerais - A Tela e o Texto - VI Mostra Minas de Cinema e Vídeo 
Cine Humberto Maur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>20/06/2008, Minas Gerais - A Tela e o Texto - VI Mostra Minas de Cinema e Vídeo </strong></p>
<p>Cine Humberto Mauro exibe mostra A Tela e o Texto.</p>
<p><a href="http://arteref.files.wordpress.com/2008/06/b322.jpg"><img src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/06/b322.jpg" alt="" width="450" height="108" class="aligncenter size-full wp-image-391" /></a></p>
<p>Do dia 20 a 22 de junho, o Cine Humberto Mauro apresenta A Tela e o Texto - VI Mostra Minas de Cinema e Vídeo. Nos três dias do evento, além da Mostra-Homenagem, da Mostra Competitiva e das Mesas-redondas, o evento também conta com duas sessões extraordinárias: Mostra Minas Especial e Mostra Especial A tela e o texto – 10 anos formando leitores. A realização do evento baseia-se na visão que tão importante quanto realizar obras é fazê-las chegar ao público. Dessa forma, a Mostra tem dupla importância e é dedicada a todos os que querem fazer, ver e discutir cinema.</p>
<p>A Mostra Competitiva terá a participação de obras audiovisuais produzidas em território nacional e internacional por realizadores mineiros e/ou radicados neste estado por mais de cinco anos. Entre os 15 concorrentes da mostra estão, Cao Guimarães, Sávio Leite, Maurício Gino, Guilherme Reis, Gustavo Jardim, Leonardo Cata Preta e Aline X. As 15 obras selecionadas abrangem curtas e longas metragens nas categorias: animação, documentário, experimental, ficção e vídeo-poema.</p>
<p>A Mostra Homenagem destaca o talento do cineasta mineiro – Humberto Mauro. Na abertura, dia 20 de junho, serão exibidos trabalhos do homenageado e composta uma mesa-redonda com o tema Humberto Mauro – Minas Gerais na literatura e no cinema brasileiros.</p>
<p>As Mesas-redondas serão realizadas nos três dias do evento. Os temas desta edição discutem a forte ligação entre literatura e cinema, as propostas dos cursos de audiovisual e as perspectivas que se abrem à construção de uma proposta transdisciplinar de realização cinematográfica, capaz de articular em rede vários campos do conhecimento. Já a Mostra Minas Especial apresenta uma coletânea de obras recentemente finalizadas, através de um recorte relevante de parte da produção mineira inscrita na mostra.</p>
<p>A Mostra Especial A tela e o texto – 10 anos formando leitores comemora os 10 anos de existência do Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão A tela e o texto que desenvolve vários projetos voltados para a formação estético-crítica continuada de leitores de telas e textos.</p>
<p>A Mostra Minas de Cinema e Vídeo é uma realização do Programa A tela e o texto, da Faculdade de Letras/UFMG, por meio do Setor de Mostras e Estudos Audiovisuais, com o apoio da Fundação Clovis Salgado.</p>
<p>Programação: http://www.palaciodasartes.com.br/agenda/detalhes.aspx?IdAgenda=424</p>
<p><strong><em>A Tela e o Texto - VI Mostra Minas de Cinema e Vídeo</em></strong><br />
Data: 20 a 22 de junho<br />
Horário: Confira programação.<br />
Local: Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena 1.537, Centro - Belo Horizonte/MG)<br />
Entrada franca<br />
Retirada de ingressos meia hora antes da sessão</p>
<p><strong>20/06/2008 - Agente 86 chega aos cinemas</strong></p>
<p>Steve Carell interpreta o atrapalhado espião que luta contra perversos agentes da organização criminosa Kaos.</p>
<p><a href="http://arteref.files.wordpress.com/2008/06/b335.jpg"><img src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/06/b335.jpg" alt="" width="292" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-392" /></a></p>
<p>Quando se anunciou a adaptação para o cinema de Agente 86, que estréia nesta sexta-feira, 20, inicialmente houve o medo de não achar substituto à altura para o ator Don Adams, protagonista da série de TV criada pelo diretor e humorista Mel Brooks nos anos 60, que morreu em 2005.   </p>
<p>Como no original, Maxwell (Carell) é um espião um tanto incapaz, que luta contra os perversos agentes da organização criminosa Kaos. </p>
<p>Em um dos ataques à sede de sua organização, conhecida pela sigla C.O.N.T.R.O.L.E., os malfeitores roubam os arquivos com as identidades secretas dos espiões espalhados pelo mundo e colocam em marcha seu plano terrorista. </p>
<p>Sem outra opção, o Chefe (Alan Arkin, de Pequena Miss Sunshine) se vê obrigado a enviar Maxwell para combater os criminosos. Para acompanhá-lo (ou salvá-lo), é enviada a agente 99 (Anne Hathaway, de O Diabo Veste Prada), para quem o herói tentará provar sua ousadia. </p>
<p>Com a missão de desmantelar a Kaos e suas atividades ilegais, como o tráfico de armas nucleares, a dupla viaja pelo mundo colecionando piadas e as mais inusitadas situações - como um vilão com problemas emocionais, para quem Maxwell serve como terapeuta em meio a uma perseguição. </p>
<p>Embora, às vezes, tenha algumas falhas de ritmo, Agente 86 tem a seu favor sair da mesmice das comédias para toda a família. Equilibra a surpresa e a sutileza, tão caros ao humor sofisticado, com uma série de piadas simplórias e consegue, assim, agradar a todos. </p>
<p><strong>20/06/2008 - A Questão Humana chega aos cinemas</strong></p>
<p>Filme aproxima universo do nazismo com gerenciamento empresarial com história do psicólogo Simon.</p>
<p><a href="http://arteref.files.wordpress.com/2008/06/b334.jpg"><img src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/06/b334.jpg" alt="" width="292" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-393" /></a></p>
<p>Entra-se em A Questão Humana como em um pesadelo. Aos poucos, sem se dar conta, como quem caminha em terreno conhecido e, de repente, se vê às voltas com um mundo estranho. No entanto, pouca coisa, no início, deixa adivinhar esse percurso. </p>
<p>Num certo nível, A Questão Humana, baseado no romance homônimo de François Emmanuel, é um filme de investigação. Simon, o psicólogo, arguto no emprego dos novos métodos gerenciais, busca descobrir alguma coisa e, no meio do caminho, acaba por encontrar o que não imaginava no início. Como acontece com freqüência com os investigadores, ele próprio se altera durante o processo. Nem sempre essa alteração é para melhor, ou pode ser colocada na conta simples de um acréscimo de experiência. Simon encontra alguns esqueletos no armário da empresa e a sua própria estrutura, como pessoa e como profissional, parece suportar mal o peso da descoberta. </p>
<p><strong>20/06/2008 - Cinturão Vermelho chega aos cinemas</strong></p>
<p>Além de diretor, roteirista e dramaturgo de sucesso, o americano David Mamet é um apaixonado por jiu-jitsu.</p>
<p><a href="http://arteref.files.wordpress.com/2008/06/b336.jpg"><img src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/06/b336.jpg" alt="" width="450" height="662" class="aligncenter size-full wp-image-394" /></a></p>
<p>Mamet, que ficou famoso como roteirista de “Os intocáveis” e vencedor do prêmio Pulitzer, faz um passeio pelo mundo do jiu-jitsu pelos olhos de Mike Terry (interpretado por Chiwetel Ejiofor), professor e proprietário de uma academia num bairro obscuro de Los Angeles. </p>
<p>Mike é um idealista, que segue à risca o código de honra da arte marcial e dispensa as competições, já que envolvem prêmios em dinheiro e negócios. </p>
<p>No filme, a ligação do jiu-jitsu com o Brasil está presente e bem viva nas atuações de Alice Braga, como a mulher de Mike, Sondra, e Rodrigo Santoro, como o vilão mafioso Bruno. O núcleo brasileiro, que ainda conta com uma ponta da família Gracie , fica longe dos estereótipos e respeita nosso sotaque como poucas vezes em Hollywood. </p>
<p>O ponto de partida da trama é a chegada de uma advogada perturbada vivida por Emily Mortimer, que acidentalmente dispara uma arma e quebra o vidro da fachada da academia de Mike. Mas o prejuízo vai muito além de um vidro estilhaçado. A partir daquele momento, o protagonista vive uma série de eventos que vai fazê-lo reavaliar seus princípios. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ganador del Festival Internacional de Cine de Las Palmas]]></title>
<link>http://mojocanario.wordpress.com/?p=373</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 14:07:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>aythami</dc:creator>
<guid>http://mojocanario.pt-br.wordpress.com/2008/03/08/ganador-del-festival-internacional-de-cine-de-las-palmas/</guid>
<description><![CDATA[
La película brasileña &#8220;Andarilho&#8221; ha resultado la ganadora del Festival Internacional]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img src="http://mojocanario.wordpress.com/files/2008/03/9-festival-cine-las-palmas.thumbnail.jpg" alt="CartelCine" /></div>
<p align="justify">La película brasileña "Andarilho" ha resultado la ganadora del Festival Internacional de Cine de Las Palmas de Gran Canaria.</p>
<p align="justify"><!--more--> En la mañana de hoy día 8 de Marzo la presidenta del Jurado Internacional, Chantal Akerman dio a conocer el fallo de jurado; La pélicula del director Cao Guimaraes, ha sido la vencedora de este prestigioso certamen.</p>
<p align="justify">La visión "innovadora" de esta película, así como su argumento, un episodio de la vida de tres vagabundos que constituye "una historia muy poética", fueron los puntos fuertes para la obtención de este galardón, según declaraciones de la presidenta del jurado.</p>
<p align="justify">El resto de los galardones son los siguientes:</p>
<p align="justify"><strong>Lady Harimaguada de Plata</strong> a<br />
<i>Crime and Punishment</i>, de Zhao Liang (China, Francia, 2007)</p>
<p align="justify"><b>Premio a la Mejor Actriz </b>a<br />
<b>Elsie de Brauw</b> por su interpretación en <i>Tussenstand</i>, de Mijke de Jong (Holanda, 2007)</p>
<p align="justify"><b>Premio al Mejor Actor</b> a<br />
<b>Marcel Musters</b> por su interpretación en <i>Tussenstand</i>, de Mijke de Jong (Holanda, 2007)</p>
<p align="justify"><b>Mejor Dirección de Fotografía</b> a<br />
<b>Kim Sung-tai</b> por <i>With a Girl of Black Soil</i>, de Jeon Soo-il (Corea del Sur, Francia, 2006)</p>
<p align="justify"><b>Premio al Mejor Cortometraje</b><br />
<i>Valuri</i>, de Adrian Sitaru (Rumanía, 2007)</p>
<p align="justify"><b>Premio Especial del Jurado</b><br />
<i>Wonderful Town</i>, de Aditya Assarat (Tailandia, 2007)</p>
<p align="justify"><b>Premio José Rivero al Mejor Nuevo Director</b><br />
a <b>Matías Piñeiro</b> por la película <i>El hombre robado</i> (Argentina, 2007).</p>
<p align="justify"><b>Premio del Público</b><br />
<i>With a Girl of Black Soil</i>, de Jeon Soo-il (Corea del Sur, Francia, 2006)</p>
<p align="justify">Para más información: <a href="http://www.festivalcinelaspalmas.com/index.php">FESTIVAL DE CINE DE LAS PALMAS</a></p>
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<title><![CDATA[Escola mineira de audiovisual]]></title>
<link>http://sanderkelsen.wordpress.com/2008/02/15/escola-mineira-de-audiovisual/</link>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 13:43:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>sanderkelsen</dc:creator>
<guid>http://sanderkelsen.pt-br.wordpress.com/2008/02/15/escola-mineira-de-audiovisual/</guid>
<description><![CDATA[http://www.overmundo.com.br/overblog/recortes-atuais-do-audiovisual-mineiro
A matéria é de Sérgio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/recortes-atuais-do-audiovisual-mineiro">http://www.overmundo.com.br/overblog/recortes-atuais-do-audiovisual-mineiro</a></p>
<p>A matéria é de Sérgio Rosa, do overmundo. Vale a pena ler!</p>
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