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	<title>bravatas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/bravatas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bravatas"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 22:09:11 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[20 anos e muitas bravatas depois]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/?p=371</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 02:07:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
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<description><![CDATA[O texto não é meu. Recebi por e-mail, encaminhei à minha tradicional &#8220;listinha&#8221;, e ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O texto não é meu. Recebi por e-mail, encaminhei à minha tradicional "listinha", e aproveito para reproduzir aqui também.</p>
<p>Deve ser lido, analisado e lembrado.</p>
<p>Sempre.</p>
<h1><em>Constituição: liderados por Lula, petistas votaram contra </em></h1>
<p><em><br />
<strong>Partido foi único a se recusar a apoiar Carta Magna em 1988 </strong></p>
<p>Neste domingo, 5 de outubro, a Constituição Federal completa 20 anos de existência. O documento que simbolizou o início de uma era democrática no Brasil - após quase duas décadas de regime ditatorial - foi elaborado por diversos personagens que ainda hoje integram o cenário político do país. Na Assembléia Nacional Constituinte (ANC), além do então presidente Ulysses Guimarães, estava presente o presidente da República, o então deputado constituinte Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Em 1988, Lula, foi escolhido para fazer o discurso no qual o PT anunciava que votaria contra o texto final da nova Constituição. Em um pronunciamento firme, acusou as elites brasileiras de mentirem e manobrarem para impor uma carta conservadora que não atendia os direitos dos trabalhadores. A legenda foi a única a votar contra a nova Carta.<br />
</strong></span><br />
Em seus 52 discursos ao longo da Assembléia Constituinte, o atual presidente do Brasil defendeu o direito dos trabalhadores à greve, uma reforma agrária radical e o respeito ao meio ambiente, além de criticar o governo do então presidente da República, José Sarney (PMDB), hoje um de seus principais aliados no Senado. O PT não apenas votou contra como sua bancada chegou a pensar em não assinar o documento. A principal alegação de Lula era que se tratava de uma Carta muito "conservadora".</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Entre os integrantes da bancada petista, estavam, além do próprio Lula, os deputados José Genoíno (SP), Virgílio Guimarães (MG), o hoje senador Paulo Paim (RS), o ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, além dos ex-ministros Luiz Gushiken e Benedita da Silva. </strong></span>Apesar da nova Constituição ter sido considerada um marco em termos de direitos individuais e trabalhistas, o líder do PT deu diversas entrevistas à época dizendo que ela ficou "aquém das reivindicações dos trabalhadores".</p>
<p><strong>Duas décadas depois, o discurso mudou e abrandou bastante. Questionado pela mídia sobre a importância da Carta nos dias de hoje, o presidente tem se desmanchado em elogios ao texto. E reconheceu a alguns jornais, na semana passada, que teria sido muito pior se o partido dele tivesse vencido durante a votação na Assembléia.</strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Em entrevista ao "Correio Braziliense", o Lula de 2008 não hesitou em afirmar que "tudo que nós alcançamos até agora foi fruto da Constituição de 1988"</span>. Entre os pontos destacados pelo presidente estão a universalização dos direitos sociais, medidas tomadas contra a pobreza e a desigualdade, além da Carta ter proporcionado as condições para que possamos viver hoje um bom momento econômico.</p>
<p>A Assembléia Constituinte também foi alvo da ira de Lula, quando acusou os parlamentares de incapacidade política, de falta de diálogo e também de articulação, segundo "O Globo" relatou na ocasião. Agora, o presidente preferiu mudar o tom e enalteceu ao jornal candango os trabalhos da ANC e a participação popular quando da elaboração da Constituição. "A Assembléia Constituinte foi o momento mais rico da vida parlamentar brasileira. Houve uma participação popular como nunca se viu no país, com milhares de pessoas indo ao Congresso fazer pressão, reivindicar. Foi graças a esse estímulo que fizemos uma Constituição avançada", disse ao "Correio" de 28 de setembro último. </em></p>
<p><strong>Como a PTralhada tem memória seletiva bem ruinzinha, é bom que na próxima vez que você, leitor bem informado, ouvir algum PTralha elogiando a Consituição e exigindo seu cumprimento, lembre-se de que se dependesse deles, PTralhas, a Constituição não existiria. </strong></p>
<p><strong>O único jeito de eliminarmos essa raça asquerosa, os PTralhas, é mostrar quão mentirosos eles são.</strong></p>
<p><strong>Sempre.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Superávit Petista]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/?p=166</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 03:46:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.pt-br.wordpress.com/2008/04/05/superavit-petista/</guid>
<description><![CDATA[Uma intrigante matéria da Folha de São Paulo desta semana (aqui, na íntegra) me fez lembrar dos i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma intrigante matéria da Folha de São Paulo desta semana (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0304200802.htm" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, na íntegra) me fez lembrar dos inúmeros discursos do Lulla e do PT sobre o superávit do setor público no Brasil - especialmente na época em que o Lulla disputava a Presidência.</p>
<p>O PT sempre criticou o superávit, afirmando que a preocupação excessiva com esta questão acabava retirando um montante de recursos financeiros que poderiam ser investidos em outras áreas - especialmente a "área social". Era aquela época em que o PT queimava bandeira dos EUA defronte ao Consulado, criticava o "imperialismo", defendia o MST e as invasões de terra etc.</p>
<p>Fico imaginando qual a sensação de um PTista que filiou-se ao partido há uns 20 anos quando vê o gráfico abaixo:</p>
<p><a href="http://saladamaejoana.files.wordpress.com/2008/04/superavit.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-167" src="http://saladamaejoana.wordpress.com/files/2008/04/superavit.jpg?w=400" alt="Evolução do superávit primário brasileiro" width="400" height="265" /></a></p>
<p>O gráfico mostra, de maneira clara, que o PT realmente jogou fora suas "bandeiras históricas": basta ver o crescimento acelerado do superávit primário do setor público desde 2003, quando Lulla assumiu seu reinadinho. Os dados são do Banco Central - aquele órgão, cabe relembrar, presidido por um tucano que foi diretor de um banco que o PT costumava criticar duramente, em especial o aloprado Aloízio Mercadante. O valor referente a 2008 indica o montante contabilizado até o mês de fevereiro/2008.</p>
<p>O que não deixa margem de dúvidas: os "quadros históricos do PT" fugiram ou converteram-se ao neoliberalismo que o PT imputava ao PSDB e ao FHC em particular.  <strong></strong></p>
<p><strong>E depois tem gente inescrupulosa (ou ignorante) que afirma haver uma "enorme" diferença entre as práticas do PT e do PSDB......... Uma matilha de boçais mal-intencionados.... </strong><em></em></p>
<p>Gente como Paulo Henrique Amorim, com toda aquela credibilidade que lhe é peculiar....... Aliás, em complemento ao post anterior, que tratava justamente dessa criatura repulsiva, eis algumas leituras que são diversão pura: <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2008/03/19/sobre_a_audiencia_de_paulo_henrique_amor/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/03/18/paulo-henrique-amorim-demitido-do-ig/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, <a href="http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/12/paulo-henrique-amorim-o-palestrante.html" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/fd200599.htm" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e <a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=94138" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.<strong><br />
</strong></p>
<p>Mas isso não é tudo:</p>
<p><span style="color:#993300;"><em>A perspectiva de alta na taxa básica dos juros já afeta as projeções fiscais do Banco Central para este ano. Agora, a expectativa oficial é de um déficit nominal do setor público de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima do 1,2% do PIB previsto pelo BC em fevereiro. Os gastos com juros da dívida foram reestimados de um percentual de 5% do PIB para 5,4% do PIB.<br />
Estatísticas fiscais divulgadas ontem pelo BC mostram que o superávit primário do setor público acumulado em 12 meses subiu de 4,14% do PIB para 4,18% do PIB entre janeiro e fevereiro. O bom resultado primário, contudo, não impediu que a dívida líquida do setor público aumentasse, passando de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre um mês e outro.<br />
O governo federal encerrou o período de 12 meses até fevereiro com um superávit de R$ 2,52% do PIB, resultado superior aos 2,49% acumulados até janeiro. O desempenho fiscal também melhorou nos Estados, com o superávit consolidado dos governos estaduais subindo de 1,0% do PIB até janeiro para 1,03% do PIB na comparação até fevereiro.<br />
Todas as projeções do BC tomam como pressuposto o cumprimento da meta de superávit primário do setor público de 3,8% do PIB. Ou seja, que o superávit primário nos 12 meses encerrados em fevereiro, de 4,18%, seja reduzido ao longo do ano.<br />
Em fevereiro, o superávit primário do setor público foi de R$ 8,966 bilhões, 34% maior do que o observado no mesmo mês de 2007. O governo federal, o BC e o INSS registraram um resultado positivo de R$ 4,088 bilhões (alta de 54% em relação a fevereiro de 2007). "O resultado é puxado sobretudo pelo aumento da arrecadação e, em menor escala, pela demora em aprovar o orçamento deste ano", afirma Lopes.<br />
Os governos estaduais apresentaram um resultado positivo de R$ 3,246 bilhões em fevereiro, alta de alta de 44% em relação ao mesmo mês de 2007. "Os dados sobre a arrecadação do ICMS mostram um forte crescimento no início deste ano", afirma Lopes. Caiu o superávit das estatais federais, de R$ 888 milhões para R$ 542 milhões, entre fevereiro de 2007 e de 2008. O resultado das estatais, explica Lopes, não apresentam um padrão sazonal, oscilando bastante entre um mês e outro.<br />
O aumento do superávit primário de fevereiro não se traduziu, porém, na redução do resultado nominal - ele passou de 2,01% do PIB para 2,07% do PIB, na comparação entre os 12 meses encerrados em janeiro e em fevereiro. O déficit nominal subiu em virtude da expansão do gastos com juros da dívida, que passou de 6,15% para 6,25%, na mesma base de comparação.<br />
Em fevereiro, a despesa com juros foi de R$ 15,444 bilhões, alta de 40% em relação ao mesmo mês de 2007. O incremento da despesa com juros se deve, em parte, a uma perda de R$ 2,9 bilhões que o BC sofreu no mês em operações de "swap".<br />
A dívida líquida subiu de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre janeiro e fevereiro em virtude da apreciação cambial de 4,38% em fevereiro, que reduziu o valor em reais dos créditos do governo em dólar. A expectativa do BC é que, em março, a dívida líquida recue para 41,7% do PIB, em virtude da depreciação de 2,9% no câmbio observada até a manhã de ontem, quando o dólar estava cotado em R$ 1,74.</em></span></p>
<p>A matéria é longa, por isso editei. A íntegra está no ValorEconômico, <strong><a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/brasil/Superavit+fiscal+sobe+mas+BC+ja+projeta+gasto+maior+com+juros,,,63,4857155.html" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Peggy Sue: o passado assombra novamente]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/25/peggy-sue-o-passado-assombra-novamente/</link>
<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 13:08:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.pt-br.wordpress.com/2007/10/25/peggy-sue-o-passado-assombra-novamente/</guid>
<description><![CDATA[Acho que identifiquei o problema do PT (bom, na verdade um deles, entre tantos): Sindrome de Peggy S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que identifiquei o problema do PT (bom, na verdade um deles, entre tantos): Sindrome de Peggy Sue.</p>
<p>Inspirado no filme do Francis Ford Coppola,  o PT piorou o roteiro (claro!), mas reeditou a "sina". Primeiro, desistiu daquilo que defendeu durante 20 anos e simplesmente adotou a MESMA política econômica do FHC. Aliás, não só a econômica: na verdade simplesmente manteve o terceiro mandato do PSDB. Isso não é, no geral, tão ruim. Afinal, dada a incomPTência da turma, melhor copiar (mal) do que tentar inovar (pior ainda).</p>
<p align="left">Mas em certos aspectos, beira o ridículo. Bom, na verdade não "beira". <em><strong>EXTRAPOLA</strong></em>. O mesmo ocorreu com a CPMF, Lei de Responsabilidade fiscal e outras coisas mais...... Por falar em CPMF, o colunista de VEJA, André Petry, faz a sessão reminiscências: <font color="#ff0000"><em><span class="revistasCorpo">Na democracia brasileira,                      Lula foi o mais insistente oposicionista. Foi oposição                      a tudo e a todos, recusou-se a se aliar a qualquer governo                      de 1985 em diante, até que chegou a sua hora de morar                      no Palácio da Alvorada. E, no entanto, apesar de sua                      longa experiência na planície, Lula é                      seguramente o político que mais ajudou a desmoralizar                      o papel de oposicionista na democracia brasileira.  Lula já                      disse que na oposição só fazia "bravatas"                      e, mais recentemente, informou que, entre as bravatas, se                      incluíam os princípios. A frase devia ser gravada                      em mármore: "Principismo você faz no partido                      quando pensa que não vai ganhar as eleições                      nunca". Um show de desmoralização.  Agora, durante                      a viagem à África, Lula manteve a campanha para                      aprovar a CPMF e saiu-se com a seguinte declaração                      à oposição demo-tucana: "Acho importante                      que todo mundo releia discursos de quatro ou oito anos atrás                      e mantenha a posição". Lula, claro, queria lembrar                      o que diziam ex-pefelistas e tucanos nas votações                      da CPMF durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.<br />
</span></em></font></p>
<p align="left"><font color="#ff0000"><em><span class="revistasCorpo"> Mas Lula, querendo                      denunciar uma contradição dos adversários,                      não devia dizer que acha importante "todo mundo" reler                      discursos antigos sobre a CPMF. Eis por quê: </span></em></font></p>
<p align="left"><font color="#ff0000"><em><span class="revistasCorpo"> • Em julho                      de 1996, Paulo Paim, do PT gaúcho, subiu à tribuna                      da Câmara dos Deputados quando se discutia a criação                      da CPMF e disse: – Que imposto                      daninho esse!  Uma semana depois,                      com a CPMF já aprovada, Paim voltou ao assunto: – Listei 22                      motivos pelos quais o Partido dos Trabalhadores votou contra. (Já se sabe                      para que servem as listas dos petistas....) </span></em></font></p>
<p align="left"><font color="#ff0000"><em><span class="revistasCorpo">• Em maio de                      1998, quando se debatia a prorrogação da CPMF,                      o deputado Arlindo Chinaglia, do PT paulista, fez um discurso                      em que disse o seguinte: – Queremos                      alertar para o fato de que o Partido dos Trabalhadores votou                      contra a CPMF e não temos nenhum motivo para alterar                      sua opinião.  (Petista não                      muda de opinião. Muda de conveniência.) </span></em></font></p>
<p align="left"><font color="#ff0000"><em><span class="revistasCorpo">• Em março                      de 1999, debatia-se o aumento da alíquota da CPMF de                      0,20% para 0,38%. O deputado e hoje senador Aloizio Mercadante,                      do PT paulista, fez um desabafo na tribuna: – Chega de                      mais impostos, chega dessa estrutura tributária deformada                      e burocrática! </span></em></font></p>
<p align="left"><em><span class="revistasCorpo"><font color="#ff0000"> Dias depois, José                      Genoíno anunciou o voto do PT na discussão com                      um discurso aplaudido ao final. Disse: – A oposição                      coloca-se contrária à CPMF por razões                      globais, pela visão de um outro modelo econômico,                      diverso desse que o presidente Fernando Henrique Cardoso adota.</font>                      </span></em></p>
<p align="left">Eu me atrevo a complementar a listinha do colunista de VEJA (cujo texto, na íntegra, está <a href="http://veja.abril.com.br/241007/andre_petry.shtml" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>), ressaltando algumas declarações do passado:</p>
<p align="left">Em 09/03/1999, o (atual) Senador Aloizio Mercadante, fazendo oposição do governo FHC, declarou: "<font color="#0000ff"><em>Esse imposto não contribui para as exportações, que é o desafio maior da economia brasileira. Aumentar a carga tributária e o imposto cumulativo significa aprofundar a recessão do país</em></font>". <strong>Atualmente, o ilustre Senador defende a CPMF. Ele mudou de opinião porque reviu seus conceitos, ou porque é um cínico e hipócrita que fala aquilo que o PT manda ?</strong></p>
<p align="left">Em 18/03/1999, José Genoíno (aquele deputado que presidia o PT e assinou documentos em branco, situação desmascarada quando da CPI do Mensalão) declarava: "<font color="#0000ff"><em>Nos posicionamos contra a prorrogação da CPMF. Quem mais se beneficia da CPMF é o governo. Achamos que a CPMF é a anti-reforma fiscal e tributária</em></font>". Será que atualmente, o deputado José Genoíno mantém sua posição ?! Ao verificar a lista dos deputados que já votaram a prorrogação da CPMF (em dois turnos), é possível verificarmos que o Deputado José Genoíno votou, nos 2 turnos, FAVORAVELMENTE á prorrogação da CPMF. <font color="#000000"><strong>Ele mudou de opinião porque recebeu bons argumentos ou simplesmente porque é outro cínico e hipócrita que fazia bravatas no passado mas tenta angariar fundos para o PT atualmente ?</strong></font></p>
<p align="left">&#160;</p>
<p>Agora é a DENGUE: O Ministro da Saúde de Lulla reconheceu uma epidemia. Ao ler as declarações do ilustre ministro, lembrei imediatamente da campanha presidencial de 2002...... o PT ironizou a epidemia da dengue - mais especificamente, ironizou o então candidato José Serra, que fora Ministro da Saúde de FHC. Segundo a propaganda política do PT (que contava, inclusive, com atores fantasiados, caricaturalmente, como mosquitos da dengue gigantes - e que tinham traços que remetiam à expressão facial nada simpática do José Serra), o Ministro da Saúde e o Presidente da República (respectivamente Serra e FHC) eram responsáveis diretos pela epidemia de dengue no país.</p>
<p>Se fôssemos seguir a mesma linha de raciocínio (?), atualmente, os responsáveis pela nova epidemia de dengue, então, seriam........quem ?!</p>
<p>Engraçado ver um texto postado no site do Ministério da Saúde (íntegra <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/noticias_detalhe.cfm?co_seq_noticia=37617" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>) que traz a seguinte redação: <font color="#ff0000"><em>Em 2002, os casos de dengue atingiram a soma de 794 mil pessoas contaminadas. O número caiu para 345 mil no ano passado. Mas, nos nove primeiros meses deste ano, o Brasil registrou mais de 480 mil casos de dengue, o que representa aumento de mais de 50% em relação ao mesmo período de 2006.</em></font></p>
<p>A primeira coisa que me chama a atenção, por se tratar de uma suposta NOTÍCIA publicada no site do Ministério da Saúde, é o seguinte: <strong>por que a notícia remete a 2002, depois "pula" para 2006 e depois vai para 2007 ? O que houve com 2003, 2004, 2005 ?!</strong> Nas entrelinhas, fica mais do que clara a tentativa de retomar aquele discurso batido (e vazio) da "herança maldita"....... Mas de qualquer forma, em 2002 foram 794 mil casos; em 2007 já são mais de 480 mil casos (e o ano não acabou ainda!).</p>
<p>Resta saber, agora, quem manterá o "recorde"...... Neste sentido, vale esta leitura <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1810200704.htm" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Um pequeno trecho, delicioso: <font color="#ff0000"><em>O governo vai arranjar um  jeito de jogar toda a culpa na herança maldita, já que José Serra era ministro da Saúde e mandou demitir  sei lá quantos matadores do mosquito Aedes aegypt no Rio. Era isso  que nós e o PT dizíamos, não era? Bem, mas a dengue virou uma  epidemia, e isso é "absolutamente  injustificável", como disse o atual  ministro da Saúde, José Gomes  Temporão. O PT e Lula não estão  no poder há cinco anos? Então, a  herança maldita é do primeiro  mandato. Pelos dados de Temporão, já são  481.316 casos de dengue notificados de janeiro a setembro, 50% a  mais do que no mesmo período do  ano passado. Foram 121 mortes,  contra 77 em todo o ano de 2006.</em></font></p>
<p>Antes que algum PTista de plantão tente, como de costume, mentir e tergiversar, o aumento da dengue não afeta "apenas" Estados de seus opositores, como São Paulo (governado pelo ex-Ministro que foi alvo da propaganda do PT, em 2002). O Maranhão viu aumento de 225% nos casos de dengue, como informado <a href="http://www.badaueonline.com.br/2007/10/23/Pagina24920.htm" target="_blank"><strong>aqui </strong></a>e <a href="http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=140551" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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