<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>blogueiro-reporter &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/blogueiro-reporter/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "blogueiro-reporter"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:40:34 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[E como seria a abertura dos Jogos Olímpicos se eles fossem no Brasil?]]></title>
<link>http://teletube.wordpress.com/?p=1057</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:18:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>B!</dc:creator>
<guid>http://teletube.pt-br.wordpress.com/2008/08/12/e-se-a-abertura-dos-jogos-fossem-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[por B!
Correspondente em Pequim
Eu sei que tô meio atrasado pra falar disso, mas a abertura das Oli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por B!</strong></p>
<p><strong>Correspondente em Pequim</strong></p>
<p>Eu sei que tô meio atrasado pra falar disso, mas a abertura das Olimpíadas foram incríveis. Eu estava lá no estádio, com um sabre do Star Wars na mão, vocês me viram? No canto esquerdo da tela. Nem, né? Mas eu não culpo vocês. Culpo a Globo (sempre, rs). Vendo aquelas maravilhuras, pensei: "E como seriam as aberturas dos jogos olímpicos no Brasil?"</p>
<p>Eu já imaginei tudo escuro antes de começar. Aí só clarearia o centro do Maracanã. Quem iria aparecer? Daniela Mercury, claro, cantando: "O CAAAAAAAAANTO DESSA CIDADE SOU EUUUUUUUUUUUUUUUU... A COR DESSA CIDADE É MEUUUUUUUUU". Aff, todo mundo iria ao delírio com essa cantora decadente que não faz sucesso faz uns bons 25 anos.</p>
<p>Passado o showzinho de abertura, começaria a queima dos fogos. Nada de mundiais (nome dos fogos que fazem aquelas bolas bonitas e coloridas) ou pegadas no céu. Aqui, teríamos uma bateria de rojão de 12 tiros Caramuru. Um verdadeiro espetáculo barulhento nunca antes visto.</p>
<p>Enquanto as pessoas olhavam para o céu, os novos figurantes já estariam no gramado pra fazer o próximo número. Quem são eles? Um pessoal vestido que nem o Olodum, tocando lata e agitando a multidão, que, pasma, aplaudiria em pé. Puro luxo e tecnologia de última geração.</p>
<p>Como em Pequim, o espetáculo mostraria "O que o Brasil contribuiu com o mundo". Seriam feitos 5 minutos de silêncio, porque o Brasil não inventou nada de importante pra humanidade, hahahaha. BRINKS, cairia um Boeing 747 no meio do gramado e mataria todas as pessoas vestidas de Olodum. O mundo ficaria chocado e sem entender, mas aí sairia o Nino do Castelo Rá-tim-bum vestido de Santos Dumont e todas as peças do quebra-cabeças se encaixariam. Até aí, um espetáculo fabuloso.</p>
<p>Após essa tragédia, dançarinos, comandados por Carlinhos de Jesus, entrariam sambando. Dançarinos foi um modo sutil de dizer MULHERES SEMI NUAS SAMBANDO, QUEBRANDO ATÉ O CHÃO E FAZENDO COM QUE AS PESSOAS IMAGINEM QUE NO BRASIL SÓ TEM PUTARIA. Depois de 1h sambando (tempo pra passar toda a escola de samba) acabaria o número dos "dançarinos" e iriam para a próxima atração.</p>
<p>Se engana quem pensa que ficaríamos muito atrás dos chineses no quesito "PESSOAS VOANDO". A gente já teve um homem na Lua, por que não colocar alguém voando também? Nesse momento, desceria um cara todo de branco. Gente, não seria Deus, porque Deus, definitivamente, não é brasileiro. Seria Renato Aragão, o popular Didi. Ao chegar ao solo, ele levaria um belo tombo e todos dariam gargalhadas fenomenais. Ele, como embaixador da Unicef, pediria dinheiro para o Criança Esperança e já iria passando números não só para brasileiros ligarem, mas também toda a população mundial que estivesse asssistindo.</p>
<p>Antes da tocha ser acesa, ainda contaríamos com dois "reis" brasileiros cantando o hino nacional. Para alegria da multidão, Xuxa e Roberto Carlos estariam esplêndidos e segurando uma criancinha no colo, sobrevivente de uma chacina no Morro do Turano. Uma bela imagem, uma bela idéia. Por que não mostrar que acolhemos o pessoal da favela? Somos um povo alegre, caridoso, etc., temos que mostrar isso mesmo.</p>
<p>O cume da festa seria no acendimento da tocha. Diferentemente da China, aqui não somos um país com lugares que querem independência. Não queremos libertar nosso Tibet. Aqui é união, porra. Aqui é Brasil. Estamos muito bem acomodados em nossas cadeiras de computador pra ir reclamar algum direito nosso no governo. Estamos muito bem acomodados pra reinvindicar que a roubalheira no Congresso seja cessada. Nós somos calmos, aceitamos tudo. Com isso, entraria o maior ídolo do esporte brasileiro correndo com a tocha olímpica: Pelé. É justo a escolha por tudo que ele fez pelo futebol, mas mais justo ainda porque ele não tem que abrir a sua maldita boca... é só ir lá e por fogo na bomba.</p>
<p>Tocha acesa. Jogos Olímpicos abertos declarados pelo presidente Lula (sim, ele conseguirá se reeleger daqui a 4 anos novamente). Começará a entrada das delegações. Haiti, Togo, Micronésia e Argentina serão as menores delegações, com 1 membro apenas. EUA e China virão com delegações de 1000 pessoas, assim como o Brasil, que ganhará duas medalhas de ouro (Robert Scheidt com 80 anos e o vôlei feminino... hahahaha brinks, vôlei feminino não. Será no badminton, nova sensação entre a molecada que vê Malhação). Com as delegações passando, tirando fotos, filmando a beleza do Brasil, veríamos estarrecidos um arrastão. Uma gangue formada por 30 adolescentes passaria a mão nas câmeras de todos os esportistas e sairíam pela porta da frente vaiados e com uns seguranças correndo atrás.</p>
<p>Quando chega a vez da última delegação, a do Brasil, a festa será ensurdecedora. Milhões gritando "EUUUUUU SOU BRASILEEEEEEEEEIRO... COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AMOOOOOOOOR". Galvão Bueno, em sua cabine, estará aos prantos com tamanha festividade e entoando o que virará bordão "É A MAIOR FESTA OLÍMPICA, AMIGOS. É A MAIOR FESTA OLÍMPICA DA HISTÓRIA".</p>
<p>É assim que eu imagino uma festa Olímpica aqui. Se um dia acontecer, provavelmente será.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blogueiro Reporte Competition]]></title>
<link>http://omensageiro.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 21:41:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsongallo</dc:creator>
<guid>http://omensageiro.pt-br.wordpress.com/2008/05/13/blogueiro-reporte-competion/</guid>
<description><![CDATA[Então pessoal tomei coragem e lancei meu outro blog e pelo blogspot, &#8220;pra mim não tem difere]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Então pessoal tomei coragem e lancei meu outro blog e pelo blogspot, "pra mim não tem diferença não sendo corintiano ta tudo bem", Já dizia meu antigo Sogro.</p>
<p>E aproveitei para lançar uma matéria pelo concurso do Edney o "Blogueiro Repórter", uma forma inteligente que ele encontrou para estar unindo, ou melhor, fazendo a manutenção da união da blogosfera, quem dera outros blogueiros fossem tão criativos,</p>
<p>Bem quero dizer que o mensageiro não esta abandonado não, só que ele e meu diário definitivo e assumidamente um REBLOGUE (blog destinado a retalhos encontrados na internet)</p>
<p>Mais deixo aqui na comunidade do wordpress meu devido valor a essa plataforma de blogues, que sem duvida e mais elegante que a do blogger, porem menos comercial...</p>
<p>Enfim galera eu estou com uma mateira bem apurada de um festival de cinema daqueles, o SIFF.</p>
<p>Espero poder contar com a participação, não de todos, mais dos que como eu fazem a blogosfera girar, e participam sempre online de idéias como esta.</p>
<p>E aproveitando para fazer amigos com os mesmos objetivos, então amigos!</p>
<p><a title="Competicao" href="http://complexo-r.blogspot.com/2008/05/2008-seattle-internacional-film.html">Blog e matéria:</a></p>
<p>Para você votar, tem que fazer um pequeno cadastro, mais não e nada que você não vai aproveitar depois.</p>
<p><a title="Blogueiro reporter" href="http://dihitt.com.br/noticia/2008-seattle-internacional-film-festival-o-maior-festival-de-cinema-dos-estados-unidos--1-1/quem_votou?r=/novas/Blogueiro%20Rep%C3%B3rter/44">Vote aqui, obrigado</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Revolucionário no Orkut]]></title>
<link>http://netnografando.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 02:59:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Orlando G. da Silva</dc:creator>
<guid>http://netnografando.pt-br.wordpress.com/2008/05/12/um-revolucionario-no-orkut/</guid>
<description><![CDATA[Image via Wikipedia
Cyrano Klaxon de Tal tem 24 anos  e é um estudante de História,  insatisfeito ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="zemanta-img" style="float:right;margin:1em;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:CyranoLP.jpg" target="_blank"><img style="border:medium none;display:block;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/5/51/CyranoLP.jpg/202px-CyranoLP.jpg" alt="Cyrano (musical)" /></a>Image via <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:CyranoLP.jpg" target="_blank">Wikipedia</a></div>
<p><img class="alignleft" src="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=329414" alt="" />Cyrano Klaxon de Tal tem 24 anos  e é um estudante de História,  insatisfeito com o "mundo proprietário",  que usa o Orkut para fazer seu mundo diferente.</p>
<p>A comunidade criada por Cyrano em 2004,  <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=329414" target="_blank">Consumo Consciente</a>, tem hoje 4.105 membros. Cheguei lá a partir da minha investida premeditada de busca por "revolucionários" no Orkut.  Procurei nas comunidades  os termos  consumo e corporações. O termo consumo me levou à comunidade de Cyrano e à agrável surpresa de sua existência.</p>
<p>A lógica era procurar conhecer um pouco mais as pessoas por traz de iniciativas "anti-capitalistas" no Orkut. Por que o Orkut?! Porque é<a href="http://br.tecnologia.yahoo.com/article/30012008/25/tecnologia-noticias-site-acessado-brasil-sinais-queda.html" target="_blank"> o site mais acessado no Brasil</a>.  Então, preconceitos à parte, o que o fenômeno Orkut tem para nos ensinar?</p>
<p>Bem, ter uma comunidade no Orkut não é a mesma coisa que ter um programa na Rede Globo porque a lógica da mídia social é diferente. Segundo <a href="http://www.naozero.com.br/" target="_blank">Juliano Spyer</a>, especialista em mídia social e autor do livro <a href="http://www.naozero.com.br/conectado" target="_blank">Conectado</a>, o que diferencia a internet das tecnologias de mídia precedentes é a comunicação de duas vias de várias ou muitas pessoas entre si.</p>
<p>Mario Soma, entre outras coisas empreendedor na área,  importa para a gente noção de <a href="http://tinyurl.com/2agqkd" target="_blank">7 C's da Social Media</a>: Conversas, Colaboração, Cooperação, Comunidades, Conexões, Credibilidade, Criatividade.  Ou seja, um universo relativamente amplo de variáveis a ser explorado.</p>
<p>Então, quem afinal é esta gente que se dá ao trabalho de remar contra a maré na internet? Se é que estas pessoas estão remando, e ainda por cima contra a maré.</p>
<p>Cyrano, talvez diga que não está remando. É que a conversa com ele deixa transparecer que ele está em  um momento de muita tranqüilidade,  deixando as coisas  acontecerem,  dando aulas de Ioga e junto com sua parceira vivendo o <a href="http://metacafe.wikispaces.com/" target="_blank">Metacafé</a>, um projeto super legal que envolve alimentação e muito mais que alimentação. Dá para saber mais na Wiki com o mesmo nome: http://metacafe.wikispaces.com/.</p>
<p>Bem já deu para ver que a comunidade no Orkut é apenas uma extensão das ideias e ideais de Cyrano, né.</p>
<p>Nossa conversa foi meio informal, não podia ser diferente, e rolou via Gtalk. E o mais legal, foi ele quem me pegou num momento de, digamos,  advinhação por experiência própria. Veja aí a conversa da gente:</p>
<blockquote><p>Cyrano: blogando quando deveria estar fazendo outras coisas, pra variar?</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: É<br />
Td bem<br />
Deveria não?</p>
<blockquote><p>Cyrano: rerere<br />
eu acho que sim, sempre fazia isso<br />
rere</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Como Assim?!</p>
<blockquote><p>Cyrano: sempre blogava ou pesquisava ao invés de trabalhar</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: KKKKKKKKK<br />
Entendi.<br />
Mas eu considero isso trabalho tb. Só não é o convencional, o que me sustenta, digamos assim. Por enquanto.</p>
<blockquote><p>Cyrano: pois é. isso foi dilema pra mim também.<br />
um trabalho muito bom e produtivo, mas que não remunera...</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: É fato.<br />
Que solução vc encontrou?!</p>
<blockquote><p>Cyrano: fazer curso de ioga.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: KKKKKKKKk<br />
E para pagar as contas? Não fazer contas?</p>
<blockquote><p>Cyrano: dar aula de ioga, camarada! rerere</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Cheguei até vc por uma comunidade no Orkut. Estou escrevendo um Post Sobre isso.<br />
Claro. Aulas de Ioga. Tem dado certo então. E a Blogagem ficou de lado, não interesa mais.</p>
<blockquote><p>Cyrano: é? qual comunidade?</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Isto que estou tentando resgatar agora.</p>
<blockquote><p>Cyrano: ah. rere</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Vc criou alguma comunidade no Orkut?!</p>
<blockquote><p>Cyrano: a de consumo consciente<br />
a blogagem não ficou del ado, mas a produção intelectual, muita leitura, muita escrtia, sim<br />
sou mais zen que acadêmico agora.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Exato.<br />
Essa comunidade me levou até seu idealizador.<br />
Na busca por Consumismo.<br />
Acho que vc está num ponto legal de equilíbrio, não é isso?!!<br />
É o que eu desejo para todo mundo.</p>
<blockquote><p>Cyrano: é<br />
rere<br />
demais<br />
o ioga me ajudou muito</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: A comunidade é algo a que vc se dedica ou apenas criou-a e deixa que vá existindo organicamente?</p>
<blockquote><p>Cyrano: segunda opção.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Sempre foi assim?</p>
<blockquote><p>Cyrano: sempre</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: A que vc credita o fato de ter mais de 4.000 membros?</p>
<blockquote><p>Cyrano: eu postava mais coisas lá, como postava mais no blog<br />
sei lá. o termo virou moda né.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Pq o Codinome Cyrano Klaxon de Tal?<br />
Ah.. Minha Esposa também se chama Denise.</p>
<blockquote><p>Cyrano: rere<br />
cyrano de bergerac, conhece?</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Sim. Mas Pq o codinome?</p>
<blockquote><p>Cyrano: entrei, na verdade ajudei a fundar uma rádio livre aqui na ufmg<br />
e a gente inventa codinomes. é um pouco brincadeira e um pouco por segurança<br />
depois de pensar inventei cyrano<br />
um amigo começou a me chamar de cyrano de tal, cyrano de beringela. rere<br />
preferi cyrano de tal. klaxon é de casado, era o codinome da dê, minha esposa.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Ví muita coisa que vc produziu na internet nos ultimos anos.</p>
<blockquote><p>Cyrano: eu reviso<br />
já dei umas duas faxinadas gearis no blog</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Menções a uma viagem pela Holanda se não me engano, alguns projetos na UFMG, qual a representatividade da comunidade Consumo Responsável nisso tudo</p>
<blockquote><p>Cyrano: devo ter relido mil posts. tirando oque era conetxtual e não merece ficar pra posteridade, diagmos assim.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: E a Guaraná Power TB?</p>
<blockquote><p>Cyrano: a viagem foi pra dinamarca, uma cidade livre dentro de copenhague.<br />
que que tem o guaraná?<br />
eu não apaguei, apaguei?</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: A comunidade?</p>
<blockquote><p>Cyrano: ah<br />
foi uma tentativa de ajudar a divulgar os caras aqui no brasil<br />
eles não tem uma rede aqui<br />
e muita gente adoraria saber sua existência<br />
tenho ceretza<br />
mas não bombou no orkut, também eu não fiz muita divulgação</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Dá outra comunidade vc fez divulgação?</p>
<blockquote><p>Cyrano: acho que não.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Estou incomodando muito?</p>
<blockquote><p>Cyrano: ah, fiz um pouco do mesmo jeito<br />
claro que não<br />
tô aqui esperando a hora da aula<br />
meu curso é noturno, graças a deus</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Sua atividade "profissional" da atualidade se resume à Ioga?</p>
<blockquote><p>Cyrano: ao metacafé</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Vc estava falando da viagem à Dinamarca e eu interrompi.</p>
<blockquote><p>Cyrano: e uns bicos esporádicos<br />
tava corrigindo, você falou que viajei pra Holanda "ou algo assim". rere</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: É verdade.</p>
<blockquote><p>Cyrano: viajei pra essa ocupação em copenhague, que virou uma grande comunidade, ou melhor, uma pequena cidade livre.<br />
minha remuneração hoje é a pensão que meu pai me paga<br />
ela banca o fato deu morar com minha mãe numa casa bem longe, que nos obriga por exemplo a ter um carro pra poder descer pra cidade estudar, trabalhar, etc.<br />
quando formar vou trabalhar com o metacafé, com ioga, fazendo pães, e sabe lá deus mais o quê... massagem também, provavelmente,. vou buscar aprender.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Quando se forma?</p>
<blockquote><p>Cyrano: se tudo correr bem (e põe "correr" nisso!), no meio do ano que vem.</p>
<p>você está num mestrado, não é?<br />
ah, não, você terminou o mestrado e quer arrumar tempo pro doutorado.<br />
confundi.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Acho que não vai rolar para o meio do ano que vem. Mas, vai rolar alguma hora.</p>
<blockquote><p>Cyrano: tem que dar tempo pras coisas chegarem.<br />
faz anos que eu ficava penasndo em como colocar o projeto metacafé pra funcionar<br />
e, de repente, minha namorada ficou amigona duma pessoa que nos deu idéia de fazer um jantar metacafé na casa dela. convidamos amigos, cobranmos por isso, e foi péssimo. rerere<br />
mas fomos investindo nessa experiência, e hoje já temos um modelo legal de jantares nômades pra amigos, chegados e etc., buscando fornecimento em hortas comunitárias e por aí vai...<br />
vale dizer que tudo que eu pensava sobre o projeto, como deveria ser, as teorias, foram por água abaixo... de repente tudo ficou muito mais dinâmico e interessante que qualquer teoria de autogestão poderia me sugerir</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: O metacafé também é uma wiki né? Pelo jeito é que mais te empolga hoje.</p>
<blockquote><p>Cyrano: está num wiki sim</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Muito interessante.<br />
Cara, Vc estuda História, não é isso?</p>
<blockquote><p>Cyrano: sim<br />
fiz ciências sociais mas mandei o curso pras cucuia<br />
não ia ter paciênciap ra formar, pois adiei as (piores) matérias obrigatórias mais pro fim do curso... :/</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: O site metacafe não atrapalha um pouco na divulgação do metacafé?</p>
<blockquote><p>Cyrano: desconfio que sim, mas é um projeto pequeno.<br />
a idéia de estar "escondido" por trás de um grande nome que desvia atenções, digamos, "das massas", me agrada.<br />
metacafé não é pra ser uma coisa bombante. é um projeto pra crescer lento, com vigor.<br />
com leveza, acima de tudo.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Ví lá suas explicações.<br />
"Se és justo serás avisado" ????</p>
<blockquote><p>Cyrano: referência ao metáfora. dexa eu ver se resgato o link...<br />
ah, em resumo é uma piada interna.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Entendi.</p>
<blockquote><p>Cyrano: uma das coisas que me chamou atenção na internet, pro pessoal do metareciclagem, foi o site morto do projeto meta:fora, de onde surigu mais tarde o metareciclagme.<br />
a página era irônica, divertida, uma voz humana. isso chamou minha atenção pra saber quem eram aqueles caras.<br />
falavam umas frases meio desconexas, era legal, e por fim diziam sobre esporos e coisas legais por aí, "se és justo serás avisado"&#62;<br />
essas atividades rizomáticas são divulgadas pra quem merece, não pra todos. a idéia de uma mídia de reputação, não de massa. indicação, marketing olho-no-olho...</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Entendo. Gosto muito da Percepção. Mas, se começar a dar certo vai acabar sendo cooptado pela indústria cultural, não acha?<br />
Vc acha importante fazer resistência?</p>
<blockquote><p>Cyrano: hmm<br />
sim. mas não me disponho a participar de todas as resistências<br />
se começar a dar certo nós vamos segurar as pontas<br />
o projeto metacafé, digo</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: KKKKKKKKKk</p>
<blockquote><p>Cyrano: o grande medo meu é a marca ser cooptada, mesmo<br />
rerere</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Entendo.</p>
<blockquote><p>Cyrano: é, tem coisa que tenho preguiça eponto final</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Entendo.</p>
<blockquote><p>Cyrano: não vou participard e marcha de maconha, sinto muito</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: KKKKKKKKK</p>
<blockquote><p>Cyrano: nós vamos registrar o metacafé como associação, né<br />
até para ter alguma garantia legal, uma base à qual recorrer quando (e se) tentarem se apropriar da nossa marca...</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Resistência contra a aquisição de pequenos produtos culturais como o Metacafé por corporações ou venture capital. Isso que eu digo.<br />
Para registrar a marca precisa ter uma pessoa jurídica por traz. SAbia?!</p>
<blockquote><p>Cyrano: sim, eu sie<br />
nós não vamos registrá-lam, é muito caro<br />
mas registrar uma associação, dizer o nome, anexar a logo, já dá um respaldo legal mínimo<br />
bom, hora de ir jantar antes da aula. depois conversamos mais!<br />
abraço, e bom trabalho aí</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Não é tão caro registrar uma marca. Vc já se informou?!<br />
Ok. Uma última coisa.<br />
Vc se considera anti-capitalista?<br />
E. Posso publicar trechos da nossa conversa no Blog?</p>
<blockquote><p>Cyrano: calro<br />
rere<br />
anti capitalista, se você quiser me chamar, pode.<br />
mas é o contrário de uma afirmação, né, não me defino como anti nada. sou o que sou, e isso inevitavelmente me coloca anti-muitas coisas.<br />
Sou filho de guerreiros, melhor dizendo.</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: Ok. Valeu. Se cuida!!!!!!<br />
Filho de Guerreiros...<br />
Ok quando tiver tempo vc me explica.</p>
<blockquote><p>Cyrano: Ogum na frente, Oxaguiã ao lado, tendo Iemanjá a me acompanhar. É só pesquisar. abraço!<br />
depois me fala mais sobre isso de registrar marca não ser tão caro...</p></blockquote>
<p>Dasilvaorg: PAZ e Saúde aí! Fiquei morrendo de Vontade de Participar de um Metacafé!!!!</p>
<p>______________________________________________________________________________________________________</p>
<p>fontes</p>
<p><strong>Site é o mais acessado do Brasil, sem sinais de queda</strong>.  Por Rodrigo Martins, Agência Estado,  Yahoo Tecnologia. Publicado em 30 jan 2008.  Disponível em: &#60;http://tinyurl.com/6c5kbz&#62;</p>
<p><strong>Web 2.0? Melhor dizer mídia social ou colaborativa</strong>. Por Juliano Spyer, WEBINSIDER. Publicado em 25 mar 2007. Disponível em: &#60;http://tinyurl.com/5zr2pr&#62;</p>
<p><strong>7 C's da Social Media</strong>. Por Mário Soma,  Social Media Club, 05 mar 2008. Disponível em: &#60;http://tinyurl.com/2agqkd&#62;</p>
<div id="zemanta-pixie" style="width:100%;margin:5px 0;"><a id="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/pixie.png?x-id=8d00feff-eb6c-4bbb-8306-366d0b92e67f" alt="" /></a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma pequena cidade grande]]></title>
<link>http://maroma.wordpress.com/?p=389</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:34:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marília</dc:creator>
<guid>http://maroma.pt-br.wordpress.com/2008/05/12/uma-pequena-cidade-grande/</guid>
<description><![CDATA[Em meus passeios diários com minha cachorra (que se chama Lilo) encontro com várias pessoas, que t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Em meus passeios diários com minha cachorra (que se chama Lilo) encontro com várias pessoas, que também estão passeando com seus cachorros.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Percebi que passei a receber, e também a dizer, mais cumprimentos como <strong>“Bom dia”</strong> e <strong>“Como vai?”</strong>, desde que comecei a passear com a Lilo. <em>Teci, então, a teoria de que passear com o animal de estimação contribui para a convivência em sociedade.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Minha cachorra já é sociável por natureza: quer comunicar-se tanto com os outros cachorros quanto com seus donos, fato que acaba por me aproximar dos demais donos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Munida de papel e caneta <span style="text-decoration:line-through;">(mentira, as anotações foram todas feitas mentalmente)</span>, resolvi fazer uma pequena entrevista com os acompanhantes de cachorros que encontrava pelo caminho. <span style="color:#333399;">Ao todo, foram nove os entrevistados.</span> Responderam à seguinte pergunta: <strong><span style="color:#333399;">“Passear com seu cachorro aproximou-lhe das demais pessoas?”</span></strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;"><span style="text-decoration:underline;">A resposta foi unânime:</span> <strong>“Sim!”</strong> Mas não parou aí.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Uma senhora japonesa, dona de um poodle preto chamado Torá (um dos melhores amigos da Lilo) completou: <em>“Moro aqui há quase vinte anos. Só há dois, quando adquiri o Torá, é que conheci essa praça, que fica atrás da minha casa.”</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Outra senhora, dona de um espevitado schnauzer, chamado Jack, completou: <em>“Eu não conhecia o bairro! Só fui conhecê-lo depois do Jack!”.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">O adestrador de um simpático labrador de nome Bug ressalta: <em>“Quem gosta de cachorro cumprimenta, vem conversar. Quem não gosta, passa longe!”</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;"><span style="text-decoration:underline;">Eu mesma:</span> moro aqui há pouco mais de três anos e meio e só após adotar a Lilo (há sete meses) é que fui conhecer a praça que fica atrás do meu prédio!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Outra constatação: sei o nome de todos os cachorros amigos da Lilo, mas se souber o nome de um dono é muito!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Dia desses, estava na padaria e fui abordada por uma moça: <em>“Não trouxe sua ferinha hoje?”</em> Ao que eu respondi que não, enquanto me perguntava de onde eu conhecia aquela mulher. Só quando cheguei em casa, me dei conta: ela é dona de um dos “amigos da Lilo”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;"><em><strong>Meu bairro ficou com cara de cidade do interior, na qual todos se cumprimentam, todos se conhecem. E até se preocupam uns com os outros!</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;">Há um mês, a dona de um beagle chamado Zeus me contou que tinha um cachorro perdido na praça e que ela achou que fosse a minha! Preocupada, descreveu a Lilo para um dos meninos que havia visto o tal cachorro, ao que o menino respondeu: “Não, tia, não é a Lilo não! Pode ficar tranqüila!”. :)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;"><span style="color:#333399;"><strong>E, de repente, São Paulo ficou pequena, do tamanho de uma praça de bairro.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:35.45pt;"><em>Este post faz parte do <a href="http://www.interney.net/?p=9761747" target="_blank">Blogueiro Repórter</a>.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:35.45pt;">--------------</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:35.45pt;"><strong><span style="color:#800080;">Gostou do post? Vote nele <a href="http://dihitt.com.br/noticia/uma-pequena-cidade-grande/" target="_blank">aqui</a> e leia as demais postagens <a href="http://dihitt.com.br/destaques/blogueiro_reporter/44" target="_blank">aqui</a>!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:35.45pt;"><strong><span style="color:#800080;">Os votos serão aceitos até o dia 18 de maio!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:35.45pt;"><strong><span style="color:#800080;">Participe!</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalho voluntário e educação.]]></title>
<link>http://groselha.wordpress.com/?p=120</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 12:43:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Srta. Bia</dc:creator>
<guid>http://groselha.pt-br.wordpress.com/2008/05/12/trabalho-voluntario-e-educacao/</guid>
<description><![CDATA[Há dois anos, aproximadamente, realizo trabalhos voluntários na área de educação. Durante desse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Há dois anos, aproximadamente, realizo <a title="Trabalho voluntário" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho_volunt%C3%A1rio" target="_blank">trabalhos voluntários</a> na área de educação. Durante desse tempo foi possível conhecer o trabalho de várias pessoas e instituições. Para participar do <a title="Blogueiro Repórter" href="http://www.interney.net/?p=9761998" target="_blank">Blogueiro Repórter</a>, decidi conversar com outros voluntários e, com alunos de um curso de alfabetização, sobre relações existentes entre trabalho, educação, sociedade e vida. É possível encontrar todos os posts participantes do Blogueiro Repórter pelo <a href="http://dihitt.com.br/novas/Blogueiro%20Rep%C3%B3rter/44" target="_blank">diHITT</a>.<br />
</span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Aparecida Martins é coordenadora pedagógica voluntária na <a title="Mapa." href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;q=casa+de+ismael&#38;near=Bras%C3%ADlia+-+DF&#38;fb=1&#38;view=text&#38;latlng=9708662496198618510" target="_blank">Casa de Ismael</a>, u<span class="credito">ma instituição sem fins lucrativos, com a missão de abrigar e assistir crianças e adolescentes órfãos, abandonados e/ou com lares temporariamente desajustados, de 2 a 18 anos de idade, bem como amparar e orientar as respectivas famílias que estejam em estado de pobreza e desestruturação agudas. O projeto educacional consiste em manter aulas de reforço e apoio educacional no período contrário ao da escola que freqüentam. O projeto também é aberto a pessoas da comunidade. Como muitas pessoas, Aparecida decidiu trabalhar voluntariamente depois de se aposentar. Conversamos sobre as atividades realizadas na Casa de Ismael e as relações entre trabalho voluntário e sociedade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span class="credito"></span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span class="credito"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">“</span></span><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Dentro de uma sala de aula existem os alunos e os professores, mas também estão presentes, de forma indireta, as pessoas que influenciam as crianças, os pais, a família. A sociedade está presente na sala de aula, por meio da cultura e da vida, porém a maioria das pessoas não se sente responsável pela educação pública brasileira e nem mesmo pelas crianças. O governo é responsável, claro. Mas há tanto que pode ser feito hoje, é tão importante para o ser humano conhecer as pessoas do seu bairro, a escola ainda tem esse poder de agregação, mas ele é extremamente subutilizado.”</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Atualmente, o <a title="Ministério da Educação" href="http://portal.mec.gov.br/index.php" target="_blank">MEC</a> junto com o <a title="Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação" href="http://www.fnde.gov.br/" target="_blank">FNDE</a> possui um programa especial chamado <a title="Escola Aberta." href="http://www.fnde.gov.br/home/index.jsp?arquivo=escola_aberta.html" target="_blank">Escola Aberta</a>. As escolas cadastradas são abertas nos fins de semana e realizam-se oficinas, aulas de dança, esportes e outras atividades, visando atrair a comunidade e agrega-la ao espaço escolar como uma opção de lazer e sociabilidade. Aparecida concorda comigo que isso é uma ótima iniciativa, mas ainda é pouco perto da influência que a sociedade exerce sobre o indivíduo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">“As relações sociais auxiliam no processo educativo dos alunos. E, dependendo do contexto social da escola, essas relações são facilitadas ou não. Questões como a violência, a incivilidade, fatores econômicos, comunidades religiosas e até política são alguns dos elementos que afetam o desenvolvimento de um processo pedagógico. Por que o aluno estaria excluído dessas influências? O aluno deve ser visto como um todo. Quando ele chega à escola traz consigo não só o material escolar como também informações, impressões e experiências que recebeu durante sua vida. A sociedade também não pode se excluir do processo de formação dos cidadãos”.</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Sueli Mariani e Dina Ribeiro são voluntárias cadastradas no <a title="Centro de Voluntariado do DF" href="http://home.yawl.com.br/voluntarios/" target="_blank">Centro de Voluntariado do Distrito Federal</a>. Há cerca de um ano, após o término de um curso técnico de alfabetização, viram-se diante do desafio de montar uma turma e começar a lecionar. Sueli sempre gostou de ser professora e afirma que o trabalho voluntário precisa ser encarado realmente como um trabalho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">“Fazer trabalho voluntário significa um comprometimento com o coração. É um dever estar ali, pois outras pessoas dependem de você e não há ninguém para te substituir”. </span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Na turma há 15 alunos e a aulas ocorrem duas vezes por semana à noite. Poucos alunos moram perto, a maioria vem do trabalho. Converso com eles sobre seus sonhos, dúvidas e anseios. Margarida, 47 anos, conta que sempre teve muita vergonha de não saber ler e escrever, mas que ao chegar ali e ver outras pessoas com a mesma dificuldade decidiu tentar. Todos têm longas histórias de vida, razões pelas quais não freqüentaram a escola no período correto, mas também têm vários sonhos como comprar a casa própria, escrever cartas para familiares, copiar poesias, fazer uma faculdade, terminar um curso técnico, ajudar os filhos nas tarefas escolares, viajar sem medo. Pergunto a Bernardo, 61 anos, o que significa para ele participar desse grupo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">“Realmente dependo dessas professoras, mas acredito que aconteçam trocas de vida entre todos nós. A cada aula sabemos um pouco mais sobre português e matemática, mas também sei um pouco da professora, dos colegas e eles sabem mais de mim. Essa troca, essa amizade é muito importante para se aprender sobre a vida e sobre como aprender a ler e escrever muda a vida de todos nós, tanto de quem sabe como de quem não sabe.”</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:9pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Trabalhei durante um ano na Casa de Ismael e atualmente auxilio Sueli e Dina nas atividades da turma de alfabetização, pois em julho, Sueli se mudará para São Paulo e ficarei em seu lugar. Há <a title="Lista de Entidades." href="http://home.yawl.com.br/voluntarios/parceiros.htm" target="_blank">várias maneiras</a> de trabalhar voluntariamente e há <a title="Portal do Voluntário" href="http://www.portaldovoluntario.org.br/site/index.php" target="_blank">infinitas formas</a> de ajudar todas as formas de vida do universo. Escolher uma ou várias depende de cada pessoa, mas trabalho voluntário é um compromisso não somente do indivíduo consigo mesmo, mas também com a sociedade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
<blockquote>
<p style="text-align:right;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">“Quanto mais me capacito como profissional, quanto mais sistematizo minhas experiências, quanto mais me utilizo do patrimônio cultural, que é patrimônio de todos e ao qual todos devem servir, mais aumenta minha responsabilidade com os homens”. (<a title="Instituto Paulo Freire" href="http://www.paulofreire.org/Capa/WebHome" target="_blank">Paulo Freire</a> no livro Educação &#38; Mudança).</span></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blogueiro Repórter: mais uma tentativa de colaboração]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 00:38:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.pt-br.wordpress.com/2008/04/24/blogueiro-reporter-e-a-tal-da-colaboracao/</guid>
<description><![CDATA[Dono do principal &#8220;condomínio de blogs&#8221; do Brasil, Edney Souza sentiu na pele a falta q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dono do principal "<a href="http://www.interney.net/blogs/" target="_blank">condomínio de blogs</a>" do Brasil, <a href="http://www.interney.net/" target="_blank">Edney Souza</a> sentiu na pele a falta que pauta faz quando o tema é jornalismo colaborativo (falei sobre isso <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/04/14/jornalismo-cidadao-atira-para-todo-lado/" target="_blank">aqui</a> e também <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/04/16/we-the-media-e-uma-falacia/" target="_blank">aqui</a>). Ele descobriu ainda que há macetes da profissão absolutamente misteriosos e quase inatingíveis para os neófitos.</p>
<p>Em fevereiro, Edney organizou o evento <a href="http://www.interney.net/?p=9761746" target="_blank">Blogagem Inédita</a>, que convidava blogueiros (<a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/04/05/os-malfadados-blogs/" target="_blank">odeio</a> o termo, ou melhor, sua banalização) a escrever sobre qualquer assunto _a única restrição era a própria blogosfera, para evitar egotrips.</p>
<p>Foi seu maior erro. Sem orientação ou roteirização do trabalho, os voluntários atiraram para todos os lados. Vários deles, produzindo cópias descaradas do que já havia sido veiculado na mídia tradicional. E a iniciativa perdeu seu foco.</p>
<p>"A falta de pauta na primeira edição foi essencial para separar as crianças dos adultos: quem percebeu que precisava sempre se pautar em um veículo tradicional para escrever algo descobriu que definir uma pauta não é tão simples assim", disse Edney numa microconversação que mantivemos por e-mail.</p>
<p>O "primeira edição" citado por ele é referência ao <a href="http://www.interney.net/?p=9761747" target="_blank">Blogueiro Repórter</a>, sua segunda tentativa de pedir ao povo que escreva. Agora, com viés claramente jornalístico.</p>
<p>Primeiro, ele fechou o leque de assuntos (ainda grande), mas enfim: artes/entretenimento, esportes/lazer, política/história, ciência/saúde, internet/tecnologia, jornalismo/relações públicas, publicidade/marketing, carreiras/economia e (ufa!) meio ambiente/cidadania.</p>
<p>Segunda medida: agora, para colaborar em seu "<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blog_carnival" target="_blank">carnaval de posts</a>", precisa ter apuração e fonte, no sentido jornalístico das palavras. E é aí que a porca torce o rabo. Quando tenta ser jornalista, em geral o amador é uma catástrofe.</p>
<p>"Há um misto entre não querer e não conseguir. Ele [o blogueiro] não quer quando é alguém com os olhos fechados para o mundo ao seu redor, é excessivamente dependente da web, tv, rádio, jornal e não percebe um buraco novo na rua. Quando percebe, aí entra o não conseguir: ele não sabe como transformar o atraso da coleta de lixo do bairro em notícia, não sabe como apurar a causa de um acidente que presenciou. Nessa hora, a formação jornalística faz falta para aqueles que são menos observadores ou comunicativos". Perfeito.</p>
<p>O resultado dessa iniciativa parte II, a revanche, será a criação de uma comunidade que Edney pretende ser um ambiente de convívio pro-am, entre jornalistas profissionais e blogueiros amadores, para se discutir técnicas da profissão. A pauta entre elas, claro.</p>
<p>É um ótimo ponto de partida para que, quem sabe um dia nós, a audiência, consigamos ser a mídia. Por ora, sem moderação e monitoramento, não vejo a menor possibilidade.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
