<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>bilbia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/bilbia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bilbia"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 14:06:17 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Bem aventurados os mansos pois deles serão o paraíso...]]></title>
<link>http://andrefonseca.wordpress.com/?p=93</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 02:30:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>aoqfonseca</dc:creator>
<guid>http://andrefonseca.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/bem-aventurados-os-mansos-pois-deles-serao-o-paraiso/</guid>
<description><![CDATA[Bem aventurados ps que são brandos, porque possuirão a Terra (S. MATEUS, cap V, vers. 4)
A muito t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Bem aventurados ps que são brandos, porque possuirão a Terra (S. MATEUS, cap V, vers. 4)</p></blockquote>
<p>A muito tempo temos a prática de valorizarmos os corajosos. os que nada temem e que não pensam duas vezes antes de "brandir  suas espadas". Vemos isso com uma qualidade que transportada aos dias de hoje, reflete no comportamento agressivo que é constato em diversos grupos.</p>
<p>Escuto várias vezes de amigos, jovens e etc várias histórias onde relatam seus atos de bravura ao se meterem numa briga sem motivo aparente razoavel que o justificasse.  Isso, de uma forma um tanto oculta (que hoje já está mais aberto) , é incentivado pelos próprios país e amigos, como se isso fosse uma qualidade que deveríamos cultivar.  A agressividade já foi uma característica util a nós quando eramos habitantes de selvas e cavernas e precisavamos nos defender de grandes animais.</p>
<p>Nossa sociedade evolui e novos valores nos permitem viver sem este aspecto tão grotesco do ser humano. Dentro dos próprios ensinamentos Cristão, a agressividade é vista como falha de caracter e a brandura como característica dos "herdeiros do paraíso".  Ouso afirmar que é preciso muito mais coragem para ser brando que agressivo, pois a mansidão é escolha racional e a colére desmedida é instinto nato do bicho homem.</p>
<p>A benevolência, a calma, a paz interior, produz uma afabilidade no próximo e acaba por promover um ambiente sereno e tranquilo. Já a ira, produz o justo contrário, criando uma vibração que sintonizada gera a discórdia, inquietude e desconforto.  Sendo assim, entendo menos ainda por que nos demoramos em não mudar e nos libertar de tal aspecto.</p>
<p>Porém é valido ressaltar que não devemos confundir a brandura com a educação, pois são muitos que na lábio carregam a doçura de um sorriso falso e no coração o veneno do ódio.  Exemplos não faltam e deixa para cada um enumerar os seus.  Uma outra coisa que é importante diferenciar é a questão da obediencia e da resignação. A obediencia é fruto do medo e da racionalidade, já a resignição é fruto do "coração", do amor.  Ressalto estes pontos devido ao fato de que muitos poderiam afirmar que minhas conclusões são baseadas em apenas bons casos de mansos. Entretanto, existem diversos que parecem ser manso e não o são: possuem obediencia, educação, falam com palavras doces, em sociedade sempre sorriem, mas em seus interiores persiste um vulcão emocional preste a explodir.  Posso falar que conheço bem isso pois sou um exemplo disso e é uma luta vencer isto.</p>
<p>Por fim deixo a lição do mestre máximo, Jesus, e faço um convite a todos a tentar buscar a brandura em todos os nossos atos diários.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arrebatados do fogo]]></title>
<link>http://fronteirafinal.wordpress.com/?p=135</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 02:14:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>mesquitajornalismo</dc:creator>
<guid>http://fronteirafinal.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/arrebatados-do-fogo/</guid>
<description><![CDATA[Senti-me compelido a escrever este artigo depois de ler a carta de um leitor desta revista, que tece]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Senti-me compelido a escrever este artigo depois de ler a carta de um leitor desta revista, que teceu comentários a respeito do artigo <em>O arrebatamento da Igreja, </em>por mim escrito meses antes. Achei que o artigo estava fraco e sem profundidade. Após a publicação fiquei me cobrando. Na carta o irmão diz, que ao ler o artigo, sentiu a presença do Espírito Santo, foi renovado e passou a falar em línguas. Nem por isso mudei a minha idéia, mas pude perceber o que o Senhor realiza, quando temos propósitos naquilo que fazemos. Mesmo quando a nossa pequenez é notória, o Senhor manifesta a sua grandeza, para glória de seu nome. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não pretendia falar tão cedo sobre o mesmo assunto. Entretanto, o Senhor revelou-me algo para minha edificação, e, ao passar para o arquivo, comecei a engrossar as informações, pela graça do Senhor. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um dia minha mente se abriu, e passei a compreender a relação do casamento  e o mistério do arrebatamento da Igreja, conforme ensino do apóstolo Paulo, em Efésios 5.31-32. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">O mistério do casamento dito pelo apóstolo, cremos estar ligado à atração natural da mulher pelo homem e vice-versa. Do homem ela saiu e para ele quer voltar; enquanto o homem busca esta realização; do mesmo modo como saímos de Deus e para Ele queremos voltar. Nisto temos o mistério do arrebatamento comparado ao do casamento. Pela união conjugal o homem é arrebatado do abrasamento para uma vida sem paixões carnais. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">A Bíblia fala ainda do casamento mostrando o varão (macho), unindo-se à varoa (fêmea), formando os dois uma só carne (homem-Adão). “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”, Gn 1.27. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ao ser criado, o varão precisava completar-se na mulher, que dele saiu, e para ele volta. “Portanto, deixará o varão a seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”, Gn 2.24. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">No sexto dia, o Senhor conclui o círculo da Criação. E como dizia meu professor de Escatologia, pastor João de Oliveira, o 6 é o número do homem. É divisível e multiplicativo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Este círculo nos remete para a idéia de conclusão, de completo, de obra final. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">O mesmo acontece em relação à Igreja. Quando o círculo se fechar, e a obra de restauração do Senhor se completar, no resgate da Igreja, o mistério será revelado. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Tudo isso não pode ser compreendido pelo homem carnal ou natural. Os que não alcançam a revelação da promessa divina, vivem na superfície, fazendo da obra do Senhor um comércio. Sobre estes Paulo alerta dizendo que são “privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho e ainda... Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela”, 1Tm 6.5 e 2Tm 3.5. A fé não é para todos. Muitos são chamados, mas os escolhidos, são poucos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Retrato</span></span><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">A essência divina que está em nós é o espírito, soprado no homem, que permanece e é eterno, enquanto a carne volta ao pó. Ele efetua a materialização do caráter, e por ela o homem constrói o tabernáculo ou corpo para a eternidade por meio de suas obras. Para que isso ocorra, o vaso de barro deve portar a excelência do poder de Deus, e não da carne (2Co 4.7). </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">No caminho desse processo de restauração, “gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação que é o céu”, para que a carne, que se acaba, seja absorvida pela vida (5.4), derrotando a morte, pois seria uma contrariedade ter a Vida e morrer. O Senhor deixa bem claro que quem receber a Vida (crer Nele), ainda que esteja morto, viverá.  Por isso, “desejamos deixar este corpo, para habitar com o Senhor”, 5.8.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">O Senhor diz: “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito”. Daí a necessidade do novo nascimento, com o segredo do vento que assopra (<em>pnei pneuma</em>), ouve-se a sua voz, “mas não se sabe de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito”, Jo 3.6-8. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Assim como o homem deixa a seu pai e a sua mãe para se unir a sua mulher, para serem uma só carne (Ef 5.31), taxado por Paulo como um grande mistério, e refletindo a sombra da união da Igreja a Cristo; o homem precisa despir-se de seu corpo natural,  para revestir-se do corpo espiritual, refletido pela sombra do material, pelas obras nele, para edificação do tabernáculo ou corpo eterno.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Como para a eternidade não se leva obras carnais, assim como o homem deixa por completo sua família, formando outra com a esposa, tudo o que conquistamos na terra passará pelo fogo. As obras humanas, de palha ou madeira, serão queimadas. Mas ficarão as de metal, prata e ouro. A madeira, que simboliza as obras humanas, pode ser usada para a sustentação das obras espirituais, mas não subsistirão ao fogo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Temos o exemplo na construção da Arca da Aliança. A madeira acácia – por ser dura e resistente, rechaça a presença de traças –, foi revestida de ouro. Quando a madeira sai, o ouro, embora oco, fica e mantém o formato. A madeira dá lugar ao ar – o vento. Lembra-se do “vento assopra onde quer...”?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cumpri-se então o segredo dito por Paulo, que a carne e o sangue não podem herdar o Reino de Deus. “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos arrebatados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória”, 1Co 15.52-54.  </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:14pt;">*Artigo </span><span style="font-size:14pt;"><span>Publicado na Revista <em>Pentecostes</em> (CPAD) – maio/2000</span></span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
