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	<title>bibliotecarios &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/bibliotecarios/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bibliotecarios"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 09:52:18 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Por que o meu curso não vai pra frente?]]></title>
<link>http://burninghead.wordpress.com/?p=237</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 20:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ph!</dc:creator>
<guid>http://burninghead.pt-br.wordpress.com/2008/10/07/por-que-o-meu-curso-nao-vai-pra-frente/</guid>
<description><![CDATA[
Estou fazendo um resumo de um texto (mais um, aff) para uma disciplina que se chama Softwares para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://burninghead.wordpress.com/files/2008/10/librarian.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-238" title="librarian" src="http://burninghead.wordpress.com/files/2008/10/librarian.jpg" alt="" width="300" height="566" /></a></p>
<p align="justify">Estou fazendo um resumo de um texto (mais um, aff) para uma disciplina que se chama <strong>Softwares para Automação de Bibliotecas. </strong>Adivinha o ano? MIL NOVECENTOS E OITENTA E OITO! É ridículo, não faz sentido algum a leitura desse tipo de material visto a TOTAL descontextualização do mesmo com a realidade atual. Não estamos falando de assuntos pouco mutáveis como filosofia ou psicologia, estamos tratando da área mais dinâmica e rápida do conhecimento, a informática. E como todo mundo deve saber, em informática as coisas ficam obsoletas muito rápido, a cada mês um novo software é lançado, uma nova tecnologia revolucionária é implantada e modos de pensar e de agir surgem e se evaporam na velocidade da luz. Não dá pra ficar se baseando em texto pré históricos como esse pra se estudar um campo que se desenvolve tão rapidamente. Pra se ter uma idéia, segue um trecho; "...<em>a preponderância do bibliotecário, o que leva ao uso do computador como máquina de datilografia de luxo...", ou esse; "bibliotecários devem convencer-se de que a máquina lhes poderá trazer outros benefícios, além de fichas e etiquetas". </em>O autor do texto se refere à computadores como seres extremamente complexos, selvagens até, que precisam serem domados. E a impressão que ele nos passa da visão do bibliotecário frente a esse GRANDE desafio é de algo extremamente burro e incompetente. Por favor, hoje, até uma criança consegueria utilizar, e quem sabe, até gerenciar um software pra gestão de bibliotecas, não creio que ainda exista alguém que encare o computador como algo desconhecido e amedontrador como é colocado nesse texto.<br />
O mais triste é saber que são de textos assim, de profissionais desatualizados e pessoas sem visão de futuro que é constituído nossa área. Claro que existem bons profissionais, mas há uma grande vertente que insiste em olhar pras empoeiras estantes do passado e ignorar a realidade atual, que passa por cima de seus pés. Nosssa linda profissão, por causa da sua miopia, vem perdendo mercado para outras áreas mais dinâmicas que não tem medo de mudar e de ousar, e tão pouco permitem-se solidificar-se como a Biblioteconomia. É preciso olhar para o futuro, mas os velhos ícones do passado e sua visão quadrada de mundo não nos deixam enxergar por além das pilhas de livros, convenções idiotas e comodismo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Promessas, promessas, promessas...  Na hora de votar, lembre-se!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=1133</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 15:48:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.pt-br.wordpress.com/2008/09/25/promessas-promessas-promessas-na-hora-de-votar-lembre-se/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração: Walt Disney
 
PAC do Livro: o que foi anunciado e o que foi feito
 
Vale a pena anot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_1134" align="aligncenter" width="510" caption="Ilustração: Walt Disney"]<a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/09/lendo-23.jpg"><img class="size-full wp-image-1134" title="lendo-23" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/09/lendo-23.jpg" alt="Walt Disney" width="510" height="586" /></a>[/caption]
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-size:18pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">PAC do Livro: o que foi anunciado e o que foi feito</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Vale a pena anotar as metas anunciadas pelo Ministério da Cultura em <strong><span style="color:#ff6600;">4/10/2007</span></strong> para a área do livro e leitura. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ei-las:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">1. </span><strong><span style="font-size:16pt;color:#993300;">Zerar o número de cidades sem bibliotecas.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">O que foi feito: faltavam bibliotecas em 613 municípios; restam, agora, 350 e </span><span style="font-size:14pt;color:blue;">tudo indica que a meta será cumprida antes do prazo<strong>. <span>  </span>BOAS NOVAS!!!!!</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:#993300;"><span style="font-size:small;">2. </span></span></strong><strong><span style="font-size:16pt;color:#993300;">Criar 4 mil pontos de leitura (de um total de 20 mil pontos de cultura).</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">O que foi feito: a idéia é entregar 600 kits ainda em 2008. Só que </span><strong><span style="font-size:14pt;color:red;">o edital ainda não saiu.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:16pt;color:#993300;"><span style="font-family:Times New Roman;">3. Revitalizar 4.500 bibliotecas.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">O que foi feito: a idéia é apoiar 400 bibliotecas ainda em 2008 (R$ 55 mil cada). </span><strong><span style="font-size:14pt;color:#ff6600;">Mas o edital ainda não saiu.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:16pt;color:#993300;"><span style="font-family:Times New Roman;">4. Abrir 100 bibliotecas multiuso em áreas pobres e violentas das maiores cidades.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">O que foi feito: assinados termos para abrir e/ou ampliar em duas cidades, mas </span><strong><span style="font-size:14pt;color:red;">ainda não saiu do papel.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:16pt;color:#993300;"><span style="font-family:Times New Roman;">5. Publicar 9 milhões de livros a preços populares.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;color:red;"><span style="font-family:Times New Roman;">O que foi feito: nada.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;color:red;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Sem meta numérica:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Anunciada a criação do vale-cultura</strong> (que funcionaria na área como o vale-livro, para ser trocado em livrarias)<span>  </span><strong><span style="color:red;">AINDA EM ESTUDOS</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Implantação de programas de formação de bibliotecários e agentes de leitura </strong>com recursos do Ministério do Trabalho. <strong><span style="color:red;">AGUARDA A PUBLICAÇÃO DE EDITAL</span></strong> <span> </span>para dar início<span>  </span>a um projeto ainda modesto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Embora não divulgado oficialmente, a idéia do MinC é investir R$ 300 milhões (de um total de R$ 4,7 bilhões) até 2010 em políticas do livro e leitura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Se correr, ainda dá tempo!</span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Do <strong><a title="o que foi anunciado e o que foi feito" href="http://blogdogaleno.blog.uol.com.br/arch2008-09-14_2008-09-20.html#2008_09-19_10_32_19-125750758-0" target="_blank">blog do Galeno</a></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Plan de fomento de la lectura ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=571</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 16:00:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/09/02/plan-de-fomento-de-la-lectura/</guid>
<description><![CDATA[La Estrella, Arica. 2/09/2008
Para llevar a cabo el trabajo de constituir la instancia regional en l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La Estrella, Arica. 2/09/2008</p>
<p style="text-align:justify;">Para llevar a cabo el trabajo de constituir la instancia regional en lo referente al Plan de Fomento de la Lectura, ayer se reunieron en dependencias del Hotel Savona diferentes representantes del mundo de las letras de nuestra ciudad, entre ellos profesores, poetas y bibliotecarios.</p>
<p style="text-align:justify;">La reunión fue presidida por Harry Abrahams, coordinador nacional de dicho proyecto, el cual contempla un conjunto de instancias que apuntan a la construcción y desarrollo de capacidades lectoras en los ciudadanos, especialmente en los estudiantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Según la agenda, el plan pretende tener resultados concretos de aquí a fin de año y además incluye una etapa especial dirigido a los niños de 0 a 4 años de edad denominado "Nacidos para leer".</p>
<p style="text-align:justify;">José Morales, presidente del colectivo literario Rapsodas Fundacionales, calificó la instancia como importante y necesaria. "Siempre es positivo hacer cosas concretas en lo que tiene que ver con el desarrollo de la cultura, mejor aún si se hace a nivel regional".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Herramientas para la Comunicación Orgoo punto com]]></title>
<link>http://myrnalee.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 13:26:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Myrna Lee</dc:creator>
<guid>http://myrnalee.pt-br.wordpress.com/2008/08/08/herramientas-para-la-comunicacion-orgoo-punto-com/</guid>
<description><![CDATA[    
Durante la mañana de hoy, he estado participando de una prueba de Video Chat, con los comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">    <a href="http://myrnalee.files.wordpress.com/2008/08/orgoo-video-chat.png"><img class="size-medium wp-image-163" src="http://myrnalee.wordpress.com/files/2008/08/orgoo-video-chat.png?w=300" alt="Los Video-Chatters!" width="300" height="125" /></a></p>
<p><a href="http://myrnalee.files.wordpress.com/2008/08/orgoo-video-chat.png"></a>Durante la mañana de hoy, he estado participando de una prueba de Video Chat, con los compañeros Javier Almeyda (Recinto Rio Piedras), José Román (Recinto de Rio Piedras) y Charles Seguí (RCM).  Para mi ha sido excepcionalmente fabuloso, debido a que se tiene la oportunidad de compartir información, evitar las distancias, no abandonar el área laboral, se fomenta el aspecto social con los compañeros. </p>
<p>Se utilizó <a href="http://www.orgoo.com" target="_blank">Orgoo</a>, una herramienta gratuita que provee la web para establecer comunicación visual, y auditiva con otras personas. Simplemente te inscribes y listo. Para invitar a otras personas, solo copias el "embeed" provisto por tu cuarto de charla, tus invitados hacen clic en el enlace y listo, ya llegaron al chatroom! super fácil!</p>
<p>     Aunque no pertenezco a ninguna de las Comunidades de Aprendizaje del Sistema, siempre tengo la oportunidad de colarme y me encanta!</p>
<p>     A los compañeros, les exhorto a que sigan en la misma dirección, investigando, probando y mejorando los sistemas en beneficio de todos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tatuagens para bibliotecários]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=338</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.pt-br.wordpress.com/2008/08/07/tatuagens-para-bibliotecarios/</guid>
<description><![CDATA[Para os bibliotecários que, assim como eu, gostam de tatuagens.

Ok, estas eu não faria.  
Via Doc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Para os bibliotecários que, assim como eu, gostam de tatuagens.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://jacksonmedeiros.files.wordpress.com/2008/08/librarian-tatoos.gif"><img class="size-full wp-image-339 aligncenter" src="http://jacksonmedeiros.wordpress.com/files/2008/08/librarian-tatoos.gif" alt="" width="376" height="368" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Ok, estas eu não faria. ;-)</p>
<p style="text-align:justify;">Via <a href="http://documentamania.blogspot.com/2008/08/tattos-bibliotecarios.html" target="_blank">Documentamanía</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Director de Bibliotecas U. Austral recibe importante nombramiento a nivel nacional ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=432</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:26:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/08/06/director-de-bibliotecas-u-austral-recibe-importante-nombramiento-a-nivel-nacional/</guid>
<description><![CDATA[La Tercera. Santiago, Chile. 06/08/2008
Luis Vera Cartes fue elegido como presidente de la Comisión]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La Tercera. Santiago, Chile. 06/08/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Luis Vera Cartes fue elegido como presidente de la Comisión Asesora Permanente de Bibliotecas y Documentación.</em></p>
<p style="text-align:justify;">El Director del Sistema de Bibliotecas de la Universidad Austral de Chile (Sibuach), Luis Vera Cartes, fue elegido por mayoría como presidente de la <a title="cabid" href="http://www.cabid.cl/" target="_blank">Comisión Asesora Permanente de Bibliotecas y Documentación (Cabid)</a> del Consejo de Rectores de las Universidades Chilenas. Esta votación se efectuó el 28 de julio, en la Casa Central de la Universidad de Chile, en el marco de la Primera Reunión Plenaria 2008 y en la que participaron los directores de las bibliotecas de las 25 instituciones miembros.</p>
<p style="text-align:justify;">La finalidad del CABID es asesorar al Consejo de Rectores en materias de bibliotecas y documentación, de acuerdo a los principios de participación, políticas, planificación, organización, colaboración, ejecución, difusión, y evaluación de actividades conducentes al desarrollo permanente y sostenible de bibliotecas y sistemas de información en el ámbito de la educación superior del país.</p>
<p style="text-align:justify;">Respecto de la importancia que posee este nombramiento para la UACh, Luis Vera indicó: "Sin duda, el resultado de la elección permite que la UACh se posicione a nivel nacional como líder en el ámbito de la educación superior, y nos permitirá ser partícipes en aspectos claves para el desarrollo de las bibliotecas de las universidades chilenas".</p>
<p style="text-align:justify;">De su plan de trabajo para el periodo 2008-2010, el Director del Sibuach destacó entre sus tareas prioritarias: establecer una metodología internacional de acreditación de bibliotecas de universidades que se relaciona estrechamente con el mejoramiento de los estándares de calidad de las bibliotecas de las universidades chilenas. Otro quehacer relevante del Cabid será la organización de un seminario internacional sobre las nuevas pautas de comunicación y edición científica.</p>
<p style="text-align:justify;">Por otra parte, complementariamente a la iniciativa <a title="beic" href="http://www.cincel.cl/index.php?option=com_content&#38;task=category&#38;sectionid=21&#38;id=63&#38;Itemid=69" target="_blank">Biblioteca Electrónica Científica (Beic),</a> que permite a sus miembros acceder a suscripciones anuales a revistas científicas de corriente principal, se establecerán nuevos acuerdos de compra cooperativa de revistas en texto completo que no se incluyeron en Beic.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente, Luis Vera agregó que la comisión de trabajo en torno a Propiedad Intelectual continuará su labor hasta que esta ley sea aprobada en el Congreso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Luis Vera Cartes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Bibliotecólogo, realizó estudios de Bibliotecario en la Universidad de Chile y Master en Gestión y Política Universitaria en la Universidad Politécnica de Cataluña, España.</p>
<p style="text-align:justify;">Se ha desempeñado en el área de cultura de la Secretaría Ministerial de Educación de la Región de Los Lagos, Jefe de Hemeroteca, Subdirector del Sistema de Bibliotecas de la Universidad Austral de Chile, y desde el año 2004 es director de esta unidad de la Corporación.</p>
<p style="text-align:justify;">Ha participado en diversos proyectos Mecesup orientados al fortalecimiento del acceso a la información científica (Cincel) y al proceso de modernización de la Biblioteca UACh.</p>
<p style="text-align:justify;">Ha realizado en forma permanente, cursos de perfeccionamiento en gestión de bibliotecas, administración de personal, bases de datos, gestión de información, automatización, competencias informacionales y publicaciones electrónicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ha sido profesor ayudante de las escuelas de Ingeniería Forestal, Medicina Veterinaria, Ingeniería en Alimentos y en el área de postgrado. Es integrante, además, del Comité Asesor del Consorcio para el acceso a la Información Científica Electrónica (Cincel).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu celebra o verdadeiro precursor da web - Paul Otlet]]></title>
<link>http://todare.wordpress.com/2008/08/05/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web-paul-otlet/</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 21:55:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>todare</dc:creator>
<guid>http://todare.pt-br.wordpress.com/2008/08/05/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web-paul-otlet-2/</guid>
<description><![CDATA[






Sexta, 20 de junho de 2008, 09h34  Atualizada às  10h10



Museu celebra o verdadeiro precu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table class="fundo2" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="442">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="baseline"><span class="data">Sexta, 20 de junho de 2008, 09h34 <img src="http://img.terra.com.br/i/relogio_noticias.gif" alt="" width="9" height="9" /> Atualizada às  10h10</span></td>
<td align="right" valign="top"><img src="http://img.terra.com.br/i/fontes/nyt-logo.gif" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr style="font-weight:bold;">
<td class="titulo" colspan="2">Museu celebra o verdadeiro precursor da web</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="data" colspan="2" valign="center">Alex Wright</td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" colspan="2">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="138" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="itensrelacionados">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="right">Alex Wright/The New York Times</td>
</tr>
<tr>
<td align="middle"><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/06/20/788271-3339-cp.jpg" border="0" alt="O museu dedicado a Otlet tem em seu arquivo slides, livros e milhões de fichas de catálogo originais" align="absmiddle" /><br />
O museu dedicado a Otlet tem em seu arquivo slides, livros e  milhões de fichas de catálogo originais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="batatinha" align="middle" valign="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="itensrelacionados"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://img.terra.com.br/x.gif" alt="" width="14" height="8" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="itensrelacionados">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="chapeu6"><strong><a class="titulolistaultimasi" rel="nofollow"></a></strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="tracejado3"><img src="http://img.terra.com.br/x.gif" border="0" alt="" width="4" height="4" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://img.terra.com.br/x.gif" alt="" width="14" height="12" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="chapeu4"></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto" align="left"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://img.terra.com.br/x.gif" alt="" width="14" height="12" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Em uma tarde enevoada de segunda-feira, a cidade medieval de  Mons, na Bélgica, submersa na neblina, parece um lugar esquecido. Além da  catedral gótica obrigatória, não há muito mais que ver por aqui, se excluirmos  um pequeno museu chamado <em><a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">Mundaneum</a></em>, que fica em uma rua estreita no canto nordeste  da cidade. Ele parece ser uma casa isolada o bastante para abrigar o legado de  um dos pioneiros perdidos da <a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">tecnologia</a>: Paul Otlet.Em 1934, Otlet delineou os planos iniciais para uma rede mundial de <a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">computadores</a> (ou "telescópios elétricos", como os designava),  cujo objetivo seria permitir que as pessoas vasculhassem milhões de documentos,  imagens e arquivos de som e vídeo interligados. Ele descreveu a maneira pela  qual as pessoas usariam aparelhos para trocar mensagens, arquivos e até mesmo se  unir em <a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">redes sociais</a> <a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">online</a>. Otlet designou a estrutura como "reseau", literalmente  rede, ou, concebivelmente, "<a class="SearchKey_Href" rel="nofollow">web</a>" teia.</span></p>
<p>Os historiadores costumam traçar as origens da <em>world wide web</em> seguindo  uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart e  Ted Nelson. Mas mais de meio século antes que Tim Berners-Lee lançasse o  primeiro browser, em 1991, Otlet descreveu um mundo interconectado no qual  "qualquer pessoa, de sua cadeira, poderia contemplar toda a criação".</p>
<p>Ainda que a proto-web de Otlet dependesse de uma colcha de retalhos de  tecnologias analógicas como cartões de indexação e telégrafos, ainda assim ela  antecipou a estrutura baseada em hiperlinks da web contemporânea.</p>
<p>"Era como que uma versão <em>steampunk</em> do hipertexto", disse Kevin Kelly,  ex-editor da revista <em>Wired</em>, que está escrevendo um livro sobre o futuro  da tecnologia.</p>
<p>A visão de Otlet tinha por base a idéia de uma máquina operando em rede e  integrando documentos por meio links simbólicos. Embora o conceito possa parecer  evidente hoje, em 1934 representava uma grande inovação intelectual. "O  hiperlink é uma das invenções mais subestimadas do século passado", disse Kelly.  "Mas um dia estará em companhia do rádio no panteão das grandes invenções".</p>
<p>Hoje, Otlet e seu trabalho estão em larga medida esquecidos, mesmo em sua  Bélgica natal. Ainda que Otlet tenha desfrutado de fama considerável durante a  vida, seu legado caiu vítima de uma série de infortúnios históricos - não o  menor dos quais foi a invasão da Bélgica pelos nazistas, que resultou na  destruição de grande parte daquilo em que ele trabalhou durante toda sua vida.</p>
<p>Mas nos últimos anos um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a  reputação de Otlet, publicando alguns de seus textos e arrecadando dinheiro para  estabelecer seu museu e arquivo, em Mons.</p>
<p>Enquanto o museu <em>Mundaneum</em> se preparava para comemorar seu 10°  aniversário, na quinta-feira, os curadores planejavam colocar parte de sua  coleção na web moderna. O evento será não só uma confirmação póstuma das idéias  de Otlet mas representará uma oportunidade para que sua posição na história da  Internet seja reavaliada. O <em>Mundaneum</em> representa apenas uma curiosidade  histórica, uma estrada que não foi percorrida? Ou a visão de seu criador pode  ajudar a compreender a web tal qual a conhecemos hoje?</p>
<p>Ainda que Otlet tenha passado toda sua vida de trabalho na era anterior aos  computadores, ele tinha notável senso de antecipação quanto às possibilidades da  mídia eletrônica. Paradoxalmente, a visão dele sobre um futuro sem papel nasceu  de um fascínio que durou toda sua vida pelos livros.</p>
<p>Otlet, nascido em 1868, só começou a freqüentar a escola aos 12 anos de  idade. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos; seu pai era um empresário de  sucesso que fez fortuna vendendo bondes em todo o mundo. O pai preferiu não  matricular Otlet na escola devido à convicção de que o estudo poderia sufocar o  talento natural da criança. Deixado em casa com seus tutores e poucos amigos,  Otlet levava uma vida solitária e dedicada aos livros.</p>
<p>Quando ele por fim começou a estudar, sua primeira atitude foi procurar a  biblioteca. "Eu me trancava na biblioteca e vasculhava o catálogo, que para mim  era miraculoso", ele escreveu mais tarde.</p>
<p>Pouco depois de começar a estudar, ele se tornou bibliotecário da escola. Nos  anos seguintes, Otlet jamais deixava a biblioteca. Ainda que seu pai o tenha  pressionado a estudar Direito, ele logo deixou de lado a advocacia e retornou ao  seu amor primeiro, os livros.</p>
<p>Em 1895, Otlet conheceu um espírito irmão, Henri LaFontaine, futuro ganhador  do prêmio Nobel, que se uniu a ele na criação de uma bibliografia central  contendo todo o conhecimento em forma de livro existente no mundo.</p>
<p>Mesmo em 1895, o projeto parecia indicar uma imensa arrogância intelectual.  Os dois homens decidiram que coligiriam dados sobre todos os livros que já  tivessem sido publicados, bem como uma vasta coleção de artigos de jornal,  fotografias, cartazes e todos os tipos de objetos efêmeros - como panfletos -  que as bibliotecas formais costumavam ignorar. Usando cartões de índice (então a  mais avançada forma de armazenar informações), eles criaram um imenso banco de  dados em papel contendo mais de 12 milhões de verbetes.</p>
<p>Otlet e LaFontaine conseguiram enfim convencer o governo belga a apoiar o  projeto, propondo construir uma "cidade do conhecimento" que reforçaria a  campanha do governo para fazer do país a sede da Liga das Nações. O governo lhes  concedeu espaço em um edifício público, e Otlet expandiu suas operações.  Contratou mais funcionários, e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que  permitia que qualquer pessoa do mundo fizesse uma pergunta por telegrama ou  correio - uma espécie de serviço de busca analógico. Surgiram perguntas vindas  de todo o mundo, mais de 1,5 mil ao ano, sobre tópicos tão diversos quanto os  bumerangues e as finanças da Bulgária.</p>
<p>À medida que o <em>Mundaneum</em> evoluía, o volume de papel começou a se  tornar grande demais. Otlet decidiu desenvolver idéias para novas tecnologias  que ajudassem a administrar a sobrecarga de informações. Em determinado momento,  ele propôs uma espécie de computador de papel, com rodas e eixos, que moveria  documentos pela superfície de uma mesa. Mas ele acabou por decidir que a solução  definitiva tinha de envolver o abandono completo do papel.</p>
<p>Porque não existiam aparelhos de armazenagem eletrônica de dados nos anos 20,  Otlet teve de inventá-los. Começou a escrever longamente sobre a possibilidade  da armazenagem eletrônica de dados, o que culminou em um livro lançado em 1934,  <em>Monde</em>, no qual ele expunha sua visão sobre um "cérebro mecânico coletivo"  que abrigaria todas as informações do mundo, a qual estaria facilmente  disponível por intermédio de uma rede mundial de telecomunicações.</p>
<p>Tragicamente, no momento em que a visão de Otlet começava a se cristalizar, o  <em>Mundaneum</em> começou a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1934, o  governo belga perdeu o interesse pelo projeto, quando a Liga das Nações escolheu  a Suíça como sede. Otlet transferiu sua empreitada a um espaço menor, e devido  às dificuldades financeiras teve de fechá-la ao público.</p>
<p>Alguns funcionários continuaram trabalhando no projeto, mas o sonho acabou  quando os nazistas invadiram a Bélgica, em 1940. Os alemães removeram todo o  conteúdo do local original do <em>Mundaneum</em> para abrir espaço a uma exposição  sobre a arte do Terceiro Reich, e destruíram milhares de caixas com os cartões  de índice. Otlet morreu em 1944, um homem derrotado e que não demoraria a ser  esquecido.</p>
<p>Depois de sua morte, o que sobreviveu do <em>Mundaneum</em> original foi  abandonado no velho edifício do departamento de anatomia na Universidade Livre  de Parc Leopold, até 1968, quando um jovem estudante de pós-graduação chamado W.  Boyd Rayward encontrou informações sobre a vida de Otlet. Depois de ler alguns  dos trabalhos do inventor, ele visitou o escritório abandonado do projeto, em  Bruxelas, onde descobriu uma sala com jeito de mausoléu, lotada de livros e  montes de papéis cobertos por teias de aranha.</p>
<p>Rayward ajudou a promover uma retomada do interesse pelo trabalho de Otlet,  um momento que terminou por gerar interesse suficiente para resultar no museu  <em>Mundaneum</em>, em Mons.</p>
<p>Hoje, o novo <em>Mundaneum</em> apresenta traços instigantes da web que poderia  ter surgido. Longas fileiras de gavetas estão ocupadas por milhões dos cartões  de índice criados por Otlet, e mostram o caminho para um arquivo repleto de  livros, cartazes, fotos, recortes de jornal e todo tipo de artefato. Uma equipe  de arquivistas trabalhando em tempo integral conseguiu até o momento catalogar  menos de 10% da coleção.</p>
<p>A imensidão do arquivo revela tanto as possibilidades quanto as limitações da  visão de Otlet tal qual ele a concebeu. O inventor imaginava uma série de  arquivistas profissionais analisando todas as informações que chegassem e  catalogando- as, uma filosofia que contraria a hierarquia da web moderna, onde  tudo funciona de baixo para cima.</p>
<p>"Creio que Otlet teria se sentido perdido diante da Internet", diz François  Lévie, sua biógrafa. Mesmo com um pequeno exército de bibliotecários  profissionais, o <em>Mundaneum</em> original jamais teria acomodado o imenso  volume de informação disponível hoje na web. "Não creio que o projeto dele  pudesse crescer", diz Rayward. "Nem mesmo em escala suficiente para atender à  demanda do mundo de papel em que ele vivia".</p>
<p>Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto proposta por Otlet tinha  vantagens importante sobre a web atual. Enquanto os links atuais da web servem  como uma espécie de conexão muda entre documentos, Otlet imaginava conexões que  portariam significado, por exemplo na forma de anotações que informariam se  determinados documentos concordavam ou discordavam. Essa facilidade falta  notoriamente aos hiperlinks modernos.</p>
<p>Otlet também antecipou as possibilidades das redes sociais, de permitir que  os usuários "participem, aplaudam, ovacionem, cantem em coro".</p>
<p>Embora ele muito provavelmente devesse terminar perplexo diante do ambiente  do Facebook e do MySpace, Otlet anteviu alguns dos aspectos mais produtivos das  redes sociais - a capacidade de trocar mensagens, participar de discussões e  trabalhar em uníssono para a coleta e organização de documentos.</p>
<p>Alguns estudiosos acreditam que Otlet tenha antecipado algo como a web  semântica, a estrutura emergente de computação baseada em assunto, que vem  ganhando ímpeto entre cientistas do ramo como Berners-Lee. Como a web semântica,  o <em>Mundaneum</em> aspirava não somente a criar links estáticos entre documentos  mas a mapear relações conceituais entre fatos e idéias. "A web semântica tem  algo de Otlet", diz Michael Buckland, professor da Escola de Informação na  Universidade da Califórnia em Berkeley.</p>
<p>Os curadores do atual <em>Mundaneum</em> esperam que o museu evite o destino de  seu predecessor. Ainda que ele venha conseguindo garantir verbas, não atrai  tantos visitantes.</p>
<p>"O problema é que pouca gente conhece a glória do <em>Mundaneum</em>, diz  Stéphanie Manfroid, a diretora de arquivos da instituição. "As pessoas não se  entusiasmam ao ver um arquivo".</p>
<p>Tentando ampliar seu apelo, o museu organiza exposições regulares de  cartazes, fotografias e arte contemporânea. Mas embora apenas alguns turistas  aparecem para visitar o pequeno museu em Mons, a cidade pode em breve encontrar  seu espaço no mapa da história tecnológica. Este ano, um novo morador planeja  abrir um centro de dados bem perto da cidade. Seu nome é Google.</td>
</tr>
<tr>
<td><span class="data">The New York Times</span>http://tecnologia. terra.com. br/interna/ 0,,OI2961494- EI4802,00-  Museu+celebra+ o+verdadeiro+ precursor+ da+web.html</p>
<p>Noticia antiga, mas eu resolvi postar emsmo assim...afinal eh Paul Otlet....pra mim o bibliotecario mais influente de todos os tempos!!!!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AGENCIA CENTRAL DE INTELIGENCIA DE ESTADOS UNIDOS FINANZA ACTIVIDADES DE BIBLIOTECARIOS "INDEPENDIENTES" CUBANOS ]]></title>
<link>http://rreloj.wordpress.com/?p=318</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 03:54:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>rreloj</dc:creator>
<guid>http://rreloj.pt-br.wordpress.com/2008/07/31/bibliotecarios-independientes-con-financiamiento-de-la-cia/</guid>
<description><![CDATA[
Robert Kent con Aleida Godínez, la agente Vilma de la Seguridad Cubana
Robert Kent, dueño de la o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rreloj.files.wordpress.com/2008/07/63545_robert_kent_o_emmet_con_a.jpg"><img src="http://rreloj.wordpress.com/files/2008/07/63545_robert_kent_o_emmet_con_a.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-319" /></a><br />
<strong>Robert Kent con Aleida Godínez, la agente Vilma de la Seguridad Cubana</strong></p>
<p>Robert Kent, dueño de la organización "Friends of Cuban Libraries",  estará presente en la ciudad de Quebec, en el Congreso mundial de los bibliotecarios para seguir calumniando a Cuba. Esta vez, sin embargo, este colaborador activo de la CIA tiene un serio problema: su viejo amigo Frank Calzon, el dueño del Center for a Free Cuba que financia sus actividades, está investigado por el Congreso por un gigantesco fraude ocurrido a costa de la USAID.<br />
El importante evento, organizado por la Federación  Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios (IFLA) se iniciará este 10 de agosto y reunirá a más de 4 000 bibliotecarios del mundo entero en esta ciudad canadiense.<br />
Hace ya casi una década que Kent se dedica a la misión que le encargó personalmente Calzón: denigrar a los bibliotecarios cubanos legítimos de la red nacional de bibliotecas, al estimular a una reducida red de seudo "bibliotecarios" cubanos que creó la Sección de Intereses de EE.UU. (SINA) en La Habana con unos informantes remunerados.<br />
El plan entra en la estrategia diseñada por la USAID en su Programa Cuba para desestabilizar, a golpe de decenas de millones de dólares, a la Revolución cubana.<br />
En el marco de este proyecto, Calzón ha gastado unas decenas de miles de dólares… pero investigaciones recientes del General Accountability Office (GAO) han descubierto en sus cuentas unos huecos financieros vertiginosos entre las pretendidas "operaciones" realizadas por su staff mercenario en suelo cubano.<br />
Los señalamientos del GAO a Calzón y varios otros delincuentes que viven del cuento anticubano fueron tales que hace unos meses, la crisis en la USAID provocó la salida del funcionario corrupto Adolfo Franco que regaba millones desde hace años a favor de capos de la mafia cubano [norte] americana.<br />
Franco se refugió en la organización de la campaña del candidato republicano a la presidencia John McCain quien es (¡que casualidad!) también Jefe del International Republican Institute (IRI), beneficiario de las bondades de la USAID.<br />
En abril último, el propio Calzón confesó cómo Felipe Sixto, su brazo derecho durante años  en el Center for a Free Cuba, se había robado medio millón de dólares en el curso de sus tres años en esta dependencia de la Compañía.<br />
Hace unos días, el representante Howard Berman, demócrata por California quien dirige la Comisión de Asuntos Exteriores de la Cámara Baja estadounidense, alarmado por las revelaciones del GAO, ordenó la congelación de los fondos del Center for a Free Cuba "como respuesta al desfalco de $500,000 en el Center for a Free Cuba", según los términos de la prensa norteamericana.<br />
Al tomar la medida, el político norteamericano reconoció como desde años la mafia cubano [norte] americana desvía de manera escandalosa los fondos destinados a las campañas anexionistas que el gobierno norteamericano pretende desarrollar en Cuba.<br />
El Congreso fue entonces llegó a congelar la totalidad de los $45 millones asignados en el 2008 al programa Cuba de la Agencia Internacional para el Desarrollo (USAID)… para luego aceptar las promesas de la Casa Blanca, del Departamento de Estado y de la USAID de investigar a fondo esta enorme sistema de desviación de fondos federales, promovida desde décadas por los Diaz-Balart y Ilena Ros-Lehtinen, congresistas cubanoamericanos afiliados a la mafia de Miami.<br />
Sin embargo, el subsidio a Calzón quedó congelado por su envergadura.<br />
Se ignora hasta ahora hasta qué punto Kent puso la mano en la masa, pero es probable que el neoyorquino pronto tendrá que justificar ante una auditoría cada centavo que se gastó, desde hace casi diez años, en sus aventuras anticubanas que lo llevaron alrededor del mundo, por la voluntad de Calzón, su amigo intimo.<br />
UN BIBLIOTECARIO CON RADIOTRANSMISOR Y RELOJ GPS<br />
En febrero de 1999, la "disidente" cubana Aleida Godínez recibió la visita de Kent que se presentó bajo una falsa identidad. Dijo que era bibliotecario en Nueva York, y que venía a nombre de Calzón, ya conocido como un veterano agente de la Agencia Central de Inteligencia.<br />
La visita de Kent tenía dos objetivos: subcontratar a Godínez por cuenta de Calzón para investigar temas sensibles de la economía cubana e instarla a fotografiar el lugar de residencia del Vicepresidente del Consejo de Estado, Carlos Lage Dávila, un apartamento de un céntrico barrio de La Habana. Un operativo claramente de espionaje.<br />
Kent no llevaba libro alguno. Llegó con una cámara, un radio o¬nda corta, un transmisor y receptor de 10-bandas, y un reloj marca Cassio con GPS y mucho dinero en efectivo.<br />
El norteamericano fue detenido a su salida del país y expulsado por espionaje.<br />
Este James Bond de pacotilla ignoraba que Aleida Godinez era agente de la Seguridad del Estado, donde se la conocía como la agente Vilma.<br />
<a href="http://rreloj.files.wordpress.com/2008/07/dolares_usa590.jpg"><img src="http://rreloj.wordpress.com/files/2008/07/dolares_usa590.jpg?w=196" alt="" width="196" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-326" /></a>UN MILLONARIO MECANISMO DE PROPAGANDA<br />
Estados Unidos se gasta anualmente decenas de millones de dólares del dinero de los contribuyentes para atacar a Cuba.<br />
La organización de Kent, "Friends of Cuban Libraries", es otro más de estos "comités de sofá", cuya entera membresía cabe en un solo asiento, conformados según los planes del centro CIA de Langley.<br />
El gobierno de Bush, que arruina al país con una guerra sanguinaria en Iraq, que autorizó la tortura en el campo de concentración de Guantánamo y que abandonó a la población negra de la Nueva Orleáns, es este mismo que pretende enseñar el respeto de los derechos humanos en Cuba mediante un millonario mecanismo de propaganda.<br />
En el anterior congreso mundial de bibliotecarios de Oslo, en Noruega, la ofensiva de Robert Kent, se había convertido en una espectacular derrota. Abandonado por sus últimos reclutas de Europa del Este, se había quedado excluido de los pódium.<br />
En el siguiente congreso de Seúl, en Corea, a Kent el tiro le salió por la culata.  Mientras la resolución que logró introducir a fuerza de maquinaciones ni pudo ser presentada, por su total irregularidad, el evento sirvió a los bibliotecarios de Cuba para reforzar notablemente sus relaciones con otras naciones.<br />
Unas semanas después, el gobierno de Bush en otro inútil esfuerzo para desprestigiar a Cuba, introdujo de conferencista en el congreso nacional de los bibliotecarios norteamericanos, a Madeleine Albright, el halcón desplumado de la era Clinton que había sido recuperado del basurero para la guerra sucia contra la Isla.<br />
En el Congreso mundial de bibliotecarios que se abre en Québec, Kent llegará con su pantalón estrujado y su inseparable maletín de lona verde, para realizar su trabajo de agente en los pasillos del Centro de Congreso, en esta operación de desinformación orientada por el Departamento de Estado de Bush. Es probable que se haga acompañar de uno de los asalariados cubanos del Departamento de Estado, generalmente asimilados a los grupos más violentos que tolera el aparato judicial de Bush en el Sur de la Florida.<br />
Reivindicará apoyos como los de ex "disidentes" de Europa del Este que reclutó por ser, sin excepción, vinculados a la inteligencia norteamericana, o de organizaciones como Reporteros sin Fronteras, del mercenario francés Robert Ménard, jefe de la llamada "ONG" Reporteros sin Fronteras que reconoce, por no tener otro remedio, recibir financiamiento… del propio Center for a Free Cuba de Frank Calzón.<br />
Sin embargo, lo esperan en la histórica ciudad que fue cuna de la Nueva Francia, los militantes de la solidaridad con Cuba y numerosos bibliotecarios amigos de Cuba que ya se cansaron de oír, en otras oportunidades, la retórica desgastada de Kent, copiada del usual discurso de la extrema derecha norteamericana acerca de Cuba y del socialismo.<br />
Tomado de: kaosenlared.net<br />
Por: Jean-Guy Allard de Grupo Cuba Coraje</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DuocUC realiza seminario de “Educación, Información Digital y Ciudadanía” ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=400</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 15:31:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/29/duocuc-realiza-seminario-de-%e2%80%9ceducacion-informacion-digital-y-ciudadania%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[La Tercera. Santiago, Chile.29/07/2008
Connotados académicos y expertos en el campo digital expondr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La Tercera. Santiago, Chile.29/07/2008</p>
<p style="text-align:justify;">Connotados académicos y expertos en el campo digital expondrán temas relativos al avance tecnológico, acceso a la información y oportunidades que ofrece Internet para el desarrollo del sector público y privado nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Una instancia de análisis sobre el indiscutible avance que ha experimentado la era digital, el creciente acceso a la información vía Internet que está disponible para los ciudadanos y las innumerables oportunidades que ofrece el uso de herramientas digitales en diversas áreas del quehacer nacional, tanto privadas como públicas, ofrecerán DuocUC y la Biblioteca del Congreso Nacional (BCN), el miércoles 30 de julio.</p>
<p style="text-align:justify;">Se trata de la segunda versión del Seminario “Educación, Información Digital y Ciudadanía: Mirando al 2010”, organizado por DuocUC en conjunto con la Biblioteca del Congreso Nacional. El encuentro congregará a importantes actores del sector académico, especialistas del área tecnológica y representantes de diversas instituciones ligadas al campo digital, para exponer sus opiniones y experiencias respecto de las implicancias del uso de Internet, la disminución de la brecha digital en la sociedad y la responsabilidad que implica la generación de conocimientos y las posibilidades de acceso a esta información que tienen los distintos segmentos sociales, a través del ámbito privado y las reparticiones públicas.</p>
<p style="text-align:justify;">La actividad -gratuita y con entrada liberada para todo público- contará con la asistencia de Soledad Ferreiro, directora de la Biblioteca del Congreso Nacional; Cristóbal Silva, vicerrector académico de DuocUC, y Andrés Pumarino, director del Área de Educación a Distancia de DuocUC, e-DuocUC, y de la sede Padre Alonso de Ovalle de la Casa de Estudios.</p>
<p style="text-align:justify;">El panel de expositores estará integrado por representantes de instituciones tanto nacionales como extranjeras, destacando la presencia de José Miguel Muga, coordinador general del Proyecto BNC Innova; Roxana Donoso, asesora en Uso de Tecnología BCN; Claudio Ruiz, presidente de la ONG Derechos Digitales, y la experta española, Dra. Mari-Carmen Marcos, académica de la Universitat Pompeu Fabra, de Barcelona, y consultora de la Universidad Oberta de Catalunya, en temas de documentación digital e interacción en la recuperación de información en la web.</p>
<p style="text-align:justify;">Los principales tópicos a debatir serán “Acceso a la Información Pública: Innovación Orientada a los Ciudadanos”, “Internet: Oportunidades para los Hacer Negocios”, “Los Desafíos para un derecho de Autor de Futuro”, “Desafíos de las Bibliotecas Ante la Generación de Avatares” y “Web 2.0: Ahora te Toca a Ti”.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nuevo jurado para definir libros del Maletín Literario ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=402</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:07:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/25/nuevo-jurado-para-definir-libros-del-maletin-literario/</guid>
<description><![CDATA[DIBAM, 25/07/2008
Ya comenzó a sesionar el nuevo jurado que definirá los libros a incluir en los p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a title="noticia" href="http://web.dibam.cl/noticias.asp?id=8898" target="_blank">DIBAM</a>, 25/07/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Ya comenzó a sesionar el nuevo jurado que definirá los libros a incluir en los próximos maletines, a entregar entre los años 2009-2010, hasta completar los 400 mil que serán entregados a las familias beneficiadas.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Este 25 de julio se reunió, en la Biblioteca Nacional, el nuevo jurado que definirá los títulos que integrarán el Maletín Literario 2009. Se trata de la segunda etapa de este programa de gobierno de la Presidenta Michelle Bachelet.</p>
<p style="text-align:justify;">Las personalidades que integran el cuerpo electivo son Delia Dominguez, poeta; Guillermo Blanco, Premio Nacional de Periodismo; Hugo Montes, Premio Nacional de Educación; María Victoria Penni, del Centro Lector de Osorno; Constanza Mekis, coordinadora nacional de Bibliotecas escolares del Ministerio de Educación, CRA; Alejandra Costamagna, escritora; Aramis Quinteros, escritor y experto en fomento de la lectura; Omar Monroy, director de la Biblioteca Pública de Chañaral y miembro de la Academia Chilena de la Lengua; Leonel Lienlaf, poeta de Villarrica, y Benito Baranda, director social del Hogar de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;">Los libros de narrativa y poesía seleccionados –chilena y extranjera – serán destinados a 267 mil familias, con hijos desde 5° básico. Los grupos familiares beneficiados son los que por su contexto social, económico, ambiental y/o biológico no cuentan con los recursos suficientes, ubicándose en el tercio más vulnerable según la Ficha de Protección Social y Chile Solidario informado por Mideplan.</p>
<p style="text-align:justify;">Para la Directora de Bibliotecas, Archivos y Museos (DIBAM), Nivia Palma, la reunión del jurado que seleccionará las nuevas obras del Maletín es el punto de partida de una etapa que en lo personal es muy gratificante. “Hemos concordado el calendarios, los procedimientos, criterios y creo que esta vez podremos realizar un trabajar mucho mas amplio del que pudimos realizar el año pasado por razones de tiempo. El jurado decidirá a fines de septiembre cuales son las obras, las antologías, escogidas, y desde la experiencia exitosa de este año, con el aprendizaje acumulado, estoy cierta que haremos mejor las cosas para el año 2009” manifestó.</p>
<p style="text-align:justify;">Por su parte, para el Premio Nacional de Educación, Hugo Montes, es muy positivo conocer el exitoso resultado de la primera etapa del Maletín Literario, tanto en su entrega y recepción. “Ello nos da mucho entusiasmo para continuar esta segunda parte. Tenemos por delante un desafío que vale la pena y estamos deseosos de trabajar para las familias que van a ser beneficiadas”, dice. Para Guillermo Blanco, Premio Nacional de Periodismo, el programa le parece una idea fantástica, “porque no va sólo a una persona sino a toda la familia, ya que el poder de expansión que esto tiene es enorme.</p>
<p style="text-align:justify;">Al escritor y experto en fomento de la lectura Aramis Quinteros, le encanta se parte de este proceso, pues afirma que es “muy importante participar en esta segunda etapa, donde ya se esta viendo la vinculación que se genera entre las personas y la biblioteca, que la empiezan a ver como espacio propio, en el cual tiene sentido que entre, donde se les respeta, se les atiende”.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente, el miembro de la Academia de la Lengua y director de la Biblioteca Pública de Chañaral, Omar Monroy, se confiesa muy contento de participar de esta iniciativa y señala: “He visto como las dueñas de casa, los niños, han disfrutado los libros escogidos en el primer maletín. En mi opinión, creo que debe apuntar a recoger los intereses de la familia chilena”.</p>
<p style="text-align:justify;">Los libros escogidos por este jurado formarán parte de los 267 mil maletines literarios que serán entregados durante los años 2009 y 2010, hasta completar las 400 mil familias beneficiadas anunciadas por la Presidenta Bachelet.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El verdadero inventor de Internet]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=434</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 14:37:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/22/el-verdadero-inventor-de-internet/</guid>
<description><![CDATA[La Nación, Santiago, Chile. 22/07/2008
International Herald Tribune
The New York Times Syndicate
Pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La Nación, Santiago, Chile. 22/07/2008<br />
International Herald Tribune<br />
The New York Times Syndicate</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Paul Otlet soñaba con todo el conocimiento del mundo reunido en un solo lugar. Así dio forma a un edificio con tarjetas de índice y telégrafos, anticipando la estructura hipervinculada de la web actual, un hito que casi nadie recuerda.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Por Alex Wright</p>
<p style="text-align:justify;">Mons es una apagada ciudad medieval de Bélgica. Aparte de la catedral gótica, no hay mucho que ver, excepto un pequeño museo llamado Mundaneum, metido en una angosta calle de la ciudad. Es el adecuadamente aislado hogar para reunir el legado de uno de los pioneros perdidos de la tecnología: Paul Otlet.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1934, Otlet planeó crear una red global de computadores (o "telescopios eléctricos", como los llamó) que permitirían a la gente buscar y descargar entre millones de documentos interconectados, imágenes, archivos de audio y video. Describió cómo la gente usaría los aparatos para enviarse mensajes, intercambiar archivos e incluso reunirse en unas redes sociales online. Llamó al conjunto "Réseau", que podría ser traducido como "red" o, como diríamos hoy, web.</p>
<p style="text-align:justify;">Los historiadores remontan el origen de la World Wide Web a un linaje de inventores angloamericanos como Vannevar Bush y Ted Nelson. Pero medio siglo antes de que Tim Berners-Lee diera a conocer el primer navegador en 1991, Otlet describió un mundo en red donde "cualquiera en su sillón podría contemplar la suma de la creación".</p>
<p style="text-align:justify;">A pesar de que la "protoweb" de Otlet se basaba en un collage de tecnologías análogas como las tarjetas de índice y el telégrafo, anticipó la estructura hipervinculada de la web actual.<br />
La visión de Otlet se basaba en la idea de una máquina en red que unía documentos usando vínculos simbólicos. Si en la actualidad esa noción puede parecer obvia, en 1934 marcó un gran avance conceptual. "El hipervínculo es uno de los más preciados inventos del siglo pasado", dice Kevin Kelly, ex editora de la revista Wired.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy en día, Otlet y su obra han sido ampliamente olvidados. A pesar de que Otlet disfrutó de una considerable fama en vida, su legado cayó víctima de una serie de infortunios históricos, entre los cuales están los nazis ingresando a Bélgica y destruyendo gran parte de su obra.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero en años recientes, investigadores comenzaron a revivir su reputación, volviendo a publicar algunos de sus escritos y recolectando dinero para implementar el museo y archivo en Mons.</p>
<p style="text-align:justify;">Junto con los preparativos del museo Mundaneum para celebrar su décimo aniversario, los curadores planean publicar parte de la colección en la web.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Precomputadores</strong><br />
A pesar de que Otlet hizo todo su trabajo en tiempos de precomputadores, poseía una notable capacidad de prever las posibilidades de los medios electrónicos. Paradójicamente, su visión de un futuro sin papel se derivaba de una pasión por los libros impresos.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1895 conoció al futuro Nobel Henri La Fontaine, a quien se unió para crear una bibliografía maestra de todo el conocimiento publicado en el mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Los dos comenzaron a coleccionar datos de cada libro publicado, junto con una vasta colección de artículos de revistas y periódicos, fotografías, pósteres y todo tipo de efímeras -como panfletos- que las bibliotecas ignoraban. Usando tarjetas índice de tres por cinco (entonces la tecnología de almacenamiento más avanzada), crearon una base de datos de más de 12 millones de entradas individuales (imagen de la izquierda).</p>
<p style="text-align:justify;">Otlet y LaFontaine persuadieron luego al Gobierno belga para que apoye su proyecto, ofreciendo construir una "ciudad del conocimiento" que fortalecería sus intentos de convertirse en el huésped de la Liga de las Naciones. El Gobierno les aseguró un edificio estatal, donde Otlet amplió la operación. Contrató más personal e implementó un servicio de investigación pagado que le permitía a cualquiera en el mundo hacer una solicitud mediante correo o telégrafo. Las solicitudes brotaron desde todas partes del mundo, más de 1.500 al año, sobre tópicos tan diversos como bumeranes o finanzas búlgaras.</p>
<p style="text-align:justify;">A medida que el Mundaneum evolucionaba, comenzó a obstruirse bajo el abrupto volumen de papel. Otlet comenzó a idear nuevas tecnologías para administrar la sobrecarga de información. En un punto propuso una especie de computador a base de papel, equipado con ruedas y rayos que moverían los documentos alrededor de la superficie de una oficina. Sin embargo, Otlet luego se dio cuenta de que la respuesta final involucraba deshacerse por completo del papel.</p>
<p style="text-align:justify;">Dado que no existía algo como el almacenamiento de datos electrónicos en los años 20, Otlet tuvo que inventarlo. Comenzó escribiendo acerca de la posibilidad del almacenamiento electrónico, lo que culminó en un libro de 1934 llamado, "Monde", donde exponía su versión de un "cerebro mecánico colectivo" que albergaría toda la información del mundo, accesible mediante una red global de telecomunicaciones.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Comienzan los problemas</strong><br />
Trágicamente, justo cuando la visión de Otlet comenzaba a cristalizarse, el Mundaneum comenzó a tener problemas. En 1934, el Gobierno perdió interés en el proyecto tras perder su candidatura como sede de la Liga. Otlet se mudó a otro lugar, y después de problemas financieros tuvo que cerrarla al público. El sueño terminó cuando los nazis entraron a Bélgica en 1939, destruyendo miles de cajas con tarjetas de índice. Otlet murió en 1944, en la quiebra y olvidado.</p>
<p style="text-align:justify;">Tras su muerte, lo que sobrevivió del Mundaneum original fue languideciendo en un viejo edificio de anatomía en la Universidad Libre hasta 1968, cuando un graduado llamado W. Boyd Rayward siguió su huella. Habiendo leído algunos de los trabajos de Otlet, viajó hacia la oficina abandonada en Bruselas, donde descubrió un cuarto lleno de libros y papeles cubiertos de telarañas.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde entonces Rayward dirigió la resurrección por el interés en la obra de Otlet, un movimiento que permitió desarrollar el museo Mundaneum.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy en día, el lugar vislumbra una web que pudo ser.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PASIÓN POR LOS LIBROS</strong><br />
Paul Otlet, nacido en 1868, no puso un pie en la escuela sino hasta los 12 años. Su madre murió cuando él tenía tres. Su padre fue un exitoso empresario que hizo fortuna vendiendo tranvías en el mundo entero. El padre Otlet mantuvo a su hijo alejado de la escuela, convencido de que las aulas reprimían las habilidades naturales de los niños. Solo en casa con sus tutores y sus pocos amigos, el joven Otlet vivió una vida de ratón de biblioteca solitario.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuando finalmente ingresó a la escuela secundaria, fue directo a la biblioteca. “Me podía encerrar en ella y examinar el catálogo, lo que para mí era un milagro”, escribió luego. Poco después de ingresar a la escuela, Otlet se hizo responsable de la biblioteca de la escuela.</p>
<p style="text-align:justify;">En los años que siguieron, Otlet nunca la dejó totalmente. A pesar de que su padre lo hizo ingresar a la escuela de leyes, pronto dejó la barra para regresar a su pasión, los libros.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>LUCHA POR ATRAER VISITANTES</strong><br />
Los curadores del actual Mundaneum esperan que el museo evite el destino de su predecesor. A pesar de que el museo se las ha arreglado consistentemente para asegurar su financiamiento, lucha para conseguir atraer visitantes. “El problema es que nadie conoce la historia del Mundaneum”, dice la directora de archivos, Stéphanie Manfroid. “La gente no necesariamente se emociona viendo un archivo. Es como si se le ofreciera ¿desea ver la última película “Star Wars” o ver un catálogo gigante de tarjetas?”.Luchando para ampliar su atractivo, el museo presenta una exhibición regular de pósteres, fotografías y arte contemporáneo. Y si sólo una pequeña fila de turistas se abre paso hacia el pequeño museo en Mons, la ciudad quizás todavía deba hallarse paso en la historia de la tecnología. En unos meses más, un nuevo ciudadano corporativo planea abrir un centro de datos en los límites urbanos: Google.</p>
]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Universidad de Chile presenta su nueva Biblioteca Digital ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=608</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 16:38:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/11/universidad-de-chile-presenta-su-nueva-biblioteca-digital/</guid>
<description><![CDATA[La Tercera. Santiago, Chile. 11/07/2008
El sitio ofrece portales temáticos, servicios interactivos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La Tercera. Santiago, Chile. 11/07/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>El sitio ofrece portales temáticos, servicios interactivos y enlaces a todos los sitios web de las bibliotecas de las Facultades e Institutos. </em></p>
<p style="text-align:justify;">Una jornada de reflexión respecto del aporte que la comunidad bibliotecaria realiza por la cultura se efectúo durante la conmemoración del Día del Bibliotecario. En ese marco, el Servicio de Información y Bibliotecas de la Casa de Bello presentó una renovada plataforma on-line para reforzar el desempeño académico y estudiantil. Se trata de la "<a href="http://trantor.sisib.uchile.cl/bdigital/" target="_blank">Biblioteca Digital</a>", un portal gratuito y abierto, poseedor de la más alta tecnología de servicios interactivos en línea.</p>
<p style="text-align:justify;">"La Universidad de Chile, como centro del conocimiento, encuentra en sus bibliotecas el acervo y el patrimonio cultural e intelectual que permanece en el tiempo". Con estas palabras el Rector Víctor Pérez Vera felicitó a las bibliotecarias y bibliotecarios por su aporte cotidiano a los estudiantes y académicos de la institución.</p>
<p style="text-align:justify;">"La primera relación formal de los estudiantes con la Universidad se da, generalmente, con los bibliotecarios. Se produce una cierta complicidad, asesorándolos en todo lo que sea necesario para desarrollar bien sus trabajos y eso hay que agradecerlo", sostuvo la autoridad, destacando el valor humano que este servicio brinda a la comunidad.</p>
<p style="text-align:justify;">En ese contexto, el rector Pérez Vera recordó el proyecto para la Revitalización de las Humanidades, Artes y Ciencias Sociales que está impulsando la Casa de Bello, ocasión en la que compartió su anhelo de celebrar la próxima conmemoración de este día en la futura Biblioteca Central del Campus Juan Gómez Millas, "que no tenga nada que envidiar a los mejores archivos de los campus de países desarrollados", comentó.</p>
<p style="text-align:justify;">Este proyecto, que cuenta con el apoyo y el financiamiento del Gobierno, contribuirá con la misión de la Universidad de Chile de garantizar igualdad de oportunidades "ofreciendo las mejores condiciones para que los alumnos -en especial los más modestos- puedan estudiar tranquilos, en ambientes adecuados", afirmó el Rector, destacando el importante rol de las y los bibliotecarios en el proceso de aprendizaje de los futuros profesionales, como también en la investigación de los académicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Por su parte la Directora de Servicios de Información y Bibliotecas (Sisib), Gabriela Ortúzar, felicitó a la comunidad bibliotecaria por su "valioso apoyo al quehacer universitario", a través de una red de 49 bibliotecas que reúnen más de tres millones de títulos. En la ocasión, explicó que el sistema de consulta bibliográfica digital ha potenciado la búsqueda y calidad del material de estudio, habilitando "un servicio interactivo pionero" para resolver las consultas de los usuarios.</p>
<p style="text-align:justify;">La Directora del Sisib presentó en la ocasión la nueva Biblioteca Digital, cuyo propósito es reunir en un sólo portal todos los servicios y recursos bibliotecarios que la Universidad de Chile ofrece a la comunidad académica y estudiantil.</p>
<p style="text-align:justify;">Gabriela Ortúzar detalló las posibilidades de uso que ofrece este nuevo sistema, tales como: portales temáticos, servicios interactivos y enlaces a todos los sitios web de las bibliotecas de las Facultades e Institutos.</p>
<p style="text-align:justify;">A través de la sección Portales Temáticos los usuarios tienen la posibilidad de ingresar a distintas salas de Arquitectura, Ciencias Biomédicas, Economía y Derecho. Éstas tienen contenidos, bases de datos, un buscador especializado y sitios de interés seleccionados por cada área del conocimiento.</p>
<p style="text-align:justify;">Biblioteca Digital también cuenta con el Chat de Biblioteca, un canal abierto de consulta y referencia disponible de lunes a viernes entre las 8 y las 19 horas.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre los servicios y recursos que ofrece la plataforma virtual destaca la integración y búsquedas simultáneas en diversos recursos de información, como el Catálogo Bello, mediante los cuales los usuarios pueden consultar toda la colección institucional, libros, artículos, partituras musicales, tesis, obras de arte y archivos multimediales. Ello además de reservar y renovar préstamos en línea.</p>
<p style="text-align:justify;">Este nuevo sitio web también permite acceder a más de 18.000 revistas electrónicas y más de cien bases de datos especializadas.</p>
<p style="text-align:justify;">También se puede acceder a las tesis electrónicas de pregrado y postgrado, publicadas por estudiantes de la Universidad de Chile y otras prestigiosas entidades del mundo. A ello se suman las publicaciones de la Casa de Bello, a través del Repositorio Académico que conserva toda la memoria institucional, pues recopila: artículos científicos, apuntes docentes, tesis y conferencias, entre otros.</p>
<p style="text-align:justify;">En el marco de la celebración del Día del Bibliotecario, la Directora del Sisib presentó el video institucional que da cuenta de todos los servicios y beneficios a los que pueden acceder estudiantes y académicos de la Universidad de Chile.</p>
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<title><![CDATA[UST fue el centro de la lectura]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/07/ust-fue-el-centro-de-la-lectura/</guid>
<description><![CDATA[Austral, Osorno. 7/07/2008
En exitoso seminario se destacó la importancia de reinventar el cuento i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Austral, Osorno. 7/07/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>En exitoso seminario se destacó la importancia de reinventar el cuento infantil y destacar su simbolismo.</em></p>
<p style="text-align:justify;">En dos jornadas se realizó el primer seminario-taller sobre "Animación y Evaluación en Lectura", organizado por la Escuela de Educación de la Universidad Santo Tomás Osorno, el <a title="CLO" href="http://www.biblioredes.cl/clo.cl" target="_blank">Centro Lector </a>y la Editorial Norma.</p>
<p style="text-align:justify;">Los temas del reencanto, la reinvención del cuento y las nuevas estrategias de estimulación por la lectura fueron los ejes centrales de esta actividad, que tuvo como expositor principal al galardonado escritor de cuentos infantiles chileno Felipe Alliende.</p>
<p style="text-align:justify;">Este profesor, doctorado en la Universidad de Gales, destacó en su lúdica y llamativa presentación la necesidad de reinventar los antiguos cuentos, pero manteniendo sus virtudes originales.</p>
<p style="text-align:justify;">Felipe Alliende denominó esta técnica como "nuevos cofres para cuentos antiguos. Incluso tituló un libro de esta forma, donde cuentos tradicionales como La bella durmiente, Hansel y Gretel y Ricitos de oro, se transforman, por magia del autor, en cuentos contextualizados en el mundo de hoy bajo los nombres de: La bella durmiente del planeta G, El pequeño Juan y la pequeña Margarita y Ricitos de oro perdida en el bosque, respectivamente.</p>
<p style="text-align:justify;">"Los cuentos tradicionales se pueden contar de nuevo cambiando la época, el lugar y algunas circunstancias, pero conservando la estructura, ya que en su núcleo está toda su gracia. Manteniendo este núcleo se pueden inventar otros cuentos parecidos, en los cuales se conserva las virtudes que los tradicionales tienen. Eso es lo que yo llamo poner cuentos antiguos, en nuevos cofres".</p>
<p style="text-align:justify;">El académico, quien recibió un premio por su dedicación a la enseñanza, otorgado por la UST, ha impartido cursos de perfeccionamiento para el profesorado en la mayoría de los países latinoamericanos y en donde todos ellos ha valorado el poder de contar historias, pese a los intermediarios tecnológicos actuales.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>No solo texto</strong><br />
Este seminario, que se realizó tanto en el auditorium Monseñor Valdés, como en las dependencias de la UST Osorno, también contó con la presencia de Constanza Mekis, coordinadora nacional de bibliotecas/CRA.</p>
<p style="text-align:justify;">La profesional destacó que uno de los puntos claves en lectura está en la creatividad y espíritu pedagógico de los docentes, donde el apoyo de las nuevas tecnologías es importante.</p>
<p style="text-align:justify;">"Hoy más que antes, y con el apoyo de la tecnología, del mundo de la naturaleza, de las conciencias que están teniendo los niños y de las capacidades que ellos están desarrollando, podemos tener unos lectores magníficos", aseveró.</p>
<p style="text-align:justify;">Mekis, hizo hincapié en que el incentivo de la lectura tiene como base el ambiente familiar, donde los padres deben crear un ambiente apropiado, como conversar mucho y estar leyendo constantemente el diario o revistas.</p>
<p style="text-align:justify;">La especialista también resaltó el proceso de aprendizaje en los niños actuales, a quienes hay que estimularlos -por la lectura- a través de los medios que ellos utilizan frecuentemente, como Internet o la televisión.</p>
<p style="text-align:justify;">"Yo soy un buen lector si leo un Comic; si veo un programa de TV; si me hago preguntas con respecto a ese programa. Yo no soy un ente pasivo. Estoy aprendiendo. El mundo social a través de la Internet es fabuloso; también es una apertura hacia la lectura. La lectura no es sólo texto, sino que el mundo que me rodea", comentó.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bibliotecarios: ¿carrera o posgrado?]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=307</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 13:38:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/07/05/bibliotecarios-%c2%bfcarrera-o-posgrado/</guid>
<description><![CDATA[El Mercurio. Santiago, Chile. 5/07/2008
En Chile, estos profesionales celebran su día el 10 de juli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El Mercurio. Santiago, Chile. 5/07/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>En Chile, estos profesionales celebran su día el 10 de julio. Algunos postulan que más que un título universitario, la <a href="http://es.wordpress.com/tag/biblioteconomialogia/" target="_blank">bibliotecología</a> debiera ser una especialización para egresados del área de las ciencias sociales.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Gabriela Gayani Schele y Daniela Silva Astorga</p>
<p style="text-align:justify;">El 10 de julio se celebra el Día Nacional del Bibliotecario, una profesión que abarca muchos aspectos: la investigación de los científicos, el interés por la lectura de los más pequeños; las tareas de escolares y universitarios. Sin embargo, no siempre es bien mirada y sólo dos universidades dictan la carrera (la Universidad Tecnológica Metropolitana (UTEM) y la Universidad de Playa Ancha de Ciencias de la Educación (Uplaced)). Los inscritos anuales bordean la treintena y los egresados al cabo de cinco años, la veintena.</p>
<p style="text-align:justify;">Bibliotecas existen muchas (privadas, públicas, comunales, universitarias, escolares) y los profesionales dedicados a esta carrera en Chile no dan abasto. Por eso, en muchas de ellas hay parvularias, profesores de castellano o de historia, entre otras carreras humanistas, oficiando como bibliotecarios.</p>
<p style="text-align:justify;">La pregunta es, entonces, ¿es necesaria la existencia de esta carrera o bibliotecología podría ser un posgrado para egresados de las ciencias sociales?</p>
<p style="text-align:justify;">Para Nivia Palma, directora de Bibliotecas, Archivos y Museos (Dibam), el posgrado es una excelente alternativa:</p>
<p style="text-align:justify;">"En las bibliotecas públicas tenemos muy buenas experiencias con quienes son bibliotecarios de profesión y también con los que han llegado de otras carreras pero tienen una gran vocación".</p>
<p style="text-align:justify;">Contraria es la opinión de Carmen Pérez, directora de la carrera en la Utem. Piensa que el currículo que ofrece su universidad es muy exigente y atraviesa muchas áreas del conocimiento.</p>
<p style="text-align:justify;">Paola Roncatti, presidenta del colegio de Bibliotecarios: "La bibliotecología es una profesión universitaria donde se adquieren conocimientos que permiten a los profesionales ser agentes de cambio en las distintas comunidades, siendo valorados como personas cultas, con sensibilidad social, sentido de la organización, con capacidad para incentivar el gusto por la lectura y para resolver problemas de acceso a la información en organismos públicos y privados".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Opción conversable</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Con respecto a que sea un posgrado, agrega: "Es una opción conversable. En otros países se puede estudiar finalizando los estudios universitarios, esto le entrega un plus como profesional, ya que aprenden a manejar estrategias de organización y búsqueda de información actualizada y confiable, que resulta muy beneficioso para el desarrollo laboral".</p>
<p style="text-align:justify;">Paola Roncatti señala: "Somos participantes activos en la cadena de enseñanza-aprendizaje, estamos presentes en todas las etapas del desarrollo de las personas desde la infancia hasta su adultez. El Colegio de Bibliotecarios de Chile siempre está preocupado de la contingencia nacional, por lo que está participando activamente en proyectos y comisiones, como es el proyecto de modificación de la Ley 17.336 sobre Propiedad intelectual, tenemos representación en el Consejo Nacional del Libro y la Lectura, en el Consejo Regional de la Cultura y las Artes de la Región de O'Higgins muchos de nuestros bibliotecarios están en altos cargos".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Una vida entre libros</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Desde distintas zonas del país, encargados y coordinadores de bibliotecas comentan qué significa para ellos su trabajo, y bajo su experiencia, explican la importancia de estudiar Bibliotecología.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Teresa Sagardía<br />
Coordinadora de Bibliotecas Públicas de Magallanes</strong></p>
<blockquote><p>Ser responsable de varios espacios de lectura es un gran compromiso social. Lograr que la comunidad incorpore el hábito de leer es un reto maravilloso.<br />
Con el concepto actual de biblioteca pública, que se acerca más al de 'centro cultural', no es imprescindible estudiar en la universidad. Hoy se trata de un trabajo integrado, que se forma con un equipo de profesionales del área social.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Alonso Flores<br />
Encargado de biblioteca Nº 342 de Visviri (Región de Tarapacá)</strong></p>
<blockquote><p>Lo más bonito de este trabajo es que uno puede acercar los libros a la gente y fomentar el acceso a éstos vía Internet (Bibliorredes). No es indispensable estudiar la carrera de Bibliotecología para estar a cargo. Así lo demuestra la realidad chilena, donde bastantes jefes no son profesionales.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Evelyn Cancino<br />
Encargada de la Biblioteca Nº194 de Renca</strong></p>
<blockquote><p>La labor del bibliotecario es muy importante. Debemos manejar mucha información y acercar la cultura al usuario. Fomentar la lectura es un gran aporte.<br />
En Chile, muchas bibliotecas están a cargo de personas que sólo tienen estudios técnicos, y la experiencia demuestra que esa capacitación es adecuada. Claro que si hay profesionales, puede ser aún mejor.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Luisa Pfau<br />
Jefa de bibliotecas de Providencia</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">En mis 41 años en el rubro, he experimentado el desafío más grande. Y hoy, al ver que ya existen cuatro sedes en la comuna, me siento realizada por fomentar la lectura y los espacios de estudio.<br />
Es necesario tener estudios técnicos de Bibliotecología. Me formé en la U. de Chile, y en esa época eran dos años de cultura general y uno con los aspectos formales de cómo funciona una biblioteca, y eso es muy útil para este trabajo.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leituras]]></title>
<link>http://rodaeinova.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 17:17:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabianoqueiroz</dc:creator>
<guid>http://rodaeinova.pt-br.wordpress.com/2008/06/28/leituras/</guid>
<description><![CDATA[Sobre o livro “Jornalismo canalha”, citado no post de 15 de junho, eu posso dizer que recomendo.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sobre o livro “Jornalismo canalha”, citado no post de 15 de junho, eu posso dizer que recomendo. Por vários motivos: muita gente (a grande maioria) lê jornais e revistas ou assiste televisão sem perceber o que há por trás do que se diz e escreve. Não passa pela cabeça das pessoas que há diversos componentes ideológicos em uma simples pauta ou na composição de uma primeira página. Não que isso signifique que há um “plano macabro de dominação do mundo” por parte do dono do meio de comunicação, mas quer dizer, em essência, que esse mesmo senhor pode ter motivações pessoais / profissionais (para não dizer financeiras) para veicular determinadas matérias usando certas palavras, ao invés de outras que poderiam descrever a situação de forma mais real. No livro, há vários exemplos e casos do gênero. A forma como o MST é tratado pela grande mídia, sem que haja qualquer abordagem do que ocorre dentro do movimento, é um exemplo bastante claro. Assim como a maneira que se coloca a “questão Palestina”, muitas vezes se invertendo as responsabilidades sobre certos atos considerados terroristas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p><span style="font-size:12pt;">Acredito que nós, bibliotecários, temos obrigação de ler e ver com uma nuance clínica, não se deixando levar pelo produto belamente embalado, e espalhando notícias da forma como as recebemos. É fundamental peneirar, estudar, captar a essência do que nos é transmitido pelos meios massivos de comunicação. Percebo pelas próprias listas de bibliotecários que há muita gente acreditando em contos de fadas em nossa área. Atenção, cuidado e muita leitura são minhas recomendações básicas.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Asumió nueva rectora de la Utem ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=340</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:17:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/24/asumio-nueva-rectora-de-la-utem/</guid>
<description><![CDATA[Las Últimas Noticias. Santiago, Chile. 24/06/2008
Haydée Gutiérrez Vilches asumió formalmente co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Las Últimas Noticias. Santiago, Chile. 24/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;">Haydée Gutiérrez Vilches asumió formalmente como <a title="utem" href="http://www.utem.cl/organizacion/rectoria.htm" target="_blank">rectora subrogante de la Universidad Tecnológica Metropolitana </a>(Utem), con el desafío de restablecer las confianzas tanto al interior de esta casa de estudios superiores, como con la comunidad nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">La académica es sicóloga de la Universidad Academia Humanismo Cristiano, egresada del magíster en Filosofía de las Ciencias de la Universidad de Santiago de Chile, profesora de Filosofía y bibliotecaria de la Universidad de Chile. Desde 1985 se desempeña como académica de la Universidad Tecnológica Metropolitana y, desde abril del presente año hasta su nombramiento como rectora (s), ejerció el cargo de directora del Departamento de Gestión de la Información de la Utem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lectura para la casa: Escoger los libros motiva a los niños a leer]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 23:49:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/23/lectura-para-la-casa-escoger-los-libros-motiva-a-los-ninos-a-leer/</guid>
<description><![CDATA[El Mercurio. Santiago, Chile. 23/06/2008
¿Qué hacer para que la literatura complementaria que se d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El Mercurio. Santiago, Chile. 23/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>¿Qué hacer para que la literatura complementaria que se da en los colegios no sea un verdadero castigo? Al parecer, el secreto está en no obligar y dejar que los alumnos elijan según sus intereses.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Pamela Carrasco T.</p>
<p style="text-align:justify;">"Ojalá que cada vez haya menos niños leyendo en El Rincón del Vago", opina <a href="http://www.ceciliabeuchat.cl/">Cecilia Beuchat</a>, profesora y coordinadora del Diplomado en Literatura Infantil de la Universidad Alberto Hurtado.</p>
<p style="text-align:justify;">La audiencia, formada fundamentalmente por educadores, suelta una carcajada. Saben de lo que está hablando: un sitio web en donde en menos de 10 minutos los niños pueden leer resúmenes de los libros que ellos les dan para leer en la casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro que Cecilia dice que lo terrible no es que los niños lean en El Rincón del Vago. Lo que hay que preguntarse es por qué y qué hace que los jóvenes no se enganchen con el goce de leer. Ese es justamente uno de los desafíos que se planteó en el seminario "Del deber al placer, el sentido de la lectura complementaria en los colegios", organizado por la fundación Había una Vez, Ediciones SM y la Municipalidad de Vitacura.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Todos alineados</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Cecilia Beuchat dice que lo importante es pensar y planificar el tema como colegio.</p>
<p style="text-align:justify;">"La lectura complementaria no es una actividad aislada de los profesores de Lenguaje y Comunicación, sino que forma parte integral de un proyecto lector dentro del establecimiento, que debe ser compartido por todos los miembros de la comunidad y por la familia", señala.</p>
<p style="text-align:justify;">Es que los niños no leen básicamente porque no les gusta lo que leen. Y menos les gusta que los obliguen a leer algo que les da lata. Así que la clave, antes de comenzar un proyecto lector en un colegio, es detectar los intereses y motivación de los niños.</p>
<p style="text-align:justify;">"Por ejemplo, en un estudio sobre los intereses de los niños se vio que entre 7º y 8ºbásico lo que más les gusta son las obras de misterio y terror, pero en la lista de libros sugeridos había un solo libro de este tipo", agrega.</p>
<p style="text-align:justify;">Una opinión que comparte Paola Faúndez, bibliotecaria del colegio Wenlock y magíster en Literatura Infantil y Juvenil.</p>
<p style="text-align:justify;">"El sistema educacional quiere que los niños participen más, entonces por qué no darles un listado y que ellos escojan. Incluso puede ser que en el equipo de evaluación de las listas de libros se incluya a dos o tres niños de distintos niveles", dice.</p>
<p style="text-align:justify;">Por eso no creen en las listas únicas de libros como si fueran útiles escolares. Hay que conocer a cada curso, qué tanto leían previamente, y, a partir de esas características, hacer que los profesores vayan presentando los libros igual como se presenta una nueva película. Y ofrecerles opciones a los distintos niños.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora, la pregunta es: ¿Vale la pena mandar libros para la casa?, ¿no pueden leer sólo en el colegio? Para Beuchat, el sacar los libros del colegio hace que se desprendan de esa aura educativa y se relacionen más con una experiencia gozosa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Más opciones</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Claro que para que esto sea productivo es muy importante hacer un trabajo con los niños antes, durante y después de la lectura del libro. En el antes, lo importante es la motivación; en el durante, la contextualización de los libros, la historia del escritor, el momento histórico, etc. Y en el después, no es sólo hacer pruebas individuales, sino que también actividades grupales.</p>
<p style="text-align:justify;">"Por ejemplo, crear comunidades lectoras, en las que todo el curso se siente y converse sobre el libro; es como el café que uno se toma después de ver una película. A nadie le gusta irse inmediatamente después de salir del cine, lo bonito es compartir miradas".</p>
<p style="text-align:justify;">También habla de colegios que trabajan con sistemas de recomendación, donde los niños van dejando por escrito sus comentarios de los libros para que cualquiera de sus compañeros los pueda leer.</p>
<p style="text-align:justify;">Otras fórmulas usadas en algunos países son los "diarios de lectura", donde cada estudiante lleva un cuaderno con los libros que ha leído, sus impresiones y lo que a él le pasa con el libro, y cada cierto tiempo se junta con el profesor a discutir eso. Y esa es una manera de evaluar.</p>
<p style="text-align:justify;">En cuanto a las evaluaciones, lo importante es entender la lectura complementaria como un proceso donde no se pueden esperar resultados de la noche a la mañana. "A veces no es necesario poner nota por cada libro, sino esperar tres meses y ver cómo evoluciona ese niño que al principio no quería leer nada y que finalmente termina preguntando qué otro libro puede leer ahora", sostiene.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Rol del profesor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Aunque parezca obvio, una de las bases para incentivar la lectura en los niños es que los profesores se hayan leído los libros antes y que acompañen en el proceso de lectura de los niños, que se hagan cómplices de su lectura y les pregunten cómo van, si llegaron a esa parte interesante, qué les parece tal personaje, entre otras cosas.</p>
<p style="text-align:justify;">"Los niños deben ver a los educadores no sólo como profesores, sino también como lectores", dice Cecilia Beuchat.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">"10 libros complementarios deben leer, en promedio, los niños durante el año escolar."</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por el Transantiago, en el metro se prestan más libros ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=261</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:10:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/23/por-el-transantiago-en-el-metro-se-prestan-mas-libros/</guid>
<description><![CDATA[El Mercurio, Santiago, Chile. 23/06/2008
El Bibliometro está de fiesta. No sólo hay más kioscos s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El Mercurio, Santiago, Chile. 23/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>El Bibliometro está de fiesta. No sólo hay más kioscos subterráneos, sino que se ha incrementado el número de pasajeros del tren. Y de lectores.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Gabriela Gayani Schele</p>
<p style="text-align:justify;">En estos últimos dos años, el nivel de préstamos del <a title="bibliometro de Chile" href="http://www.bibliometro.cl/" target="_blank">Bibliometro</a>, ubicado en algunas estaciones del tren subterráneo de la capital, ha aumentado fuertemente. Lógico, porque también ha crecido el tráfico de viajeros, especialmente gracias al Transantiago.</p>
<p style="text-align:justify;">Para celebrar sus 12 años de vida (que cumple el 26 de junio), entre el 30 y el 4 de julio este programa de la Dibam realizará una serie de actividades.</p>
<p style="text-align:justify;">En 1996 se inauguraron los tres primeros módulos en las estaciones Los Héroes, Cal y Canto y Tobalaba. El Metro de Santiago ofrecería el espacio, pero la construcción y la atención del público, así como la selección de títulos correspondería a la subdirección de bibliotecas, dependiente de la Dibam. Este año ya son diez (San Pablo, Ciudad del Niño, Plaza de Armas, Vespucio Norte, Baquedano, Bellavista de La Florida y Puente Alto), más un bibliotrén instalado en los jardines de la Biblioteca Nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">La mayoría son locales de 15 metros cuadrados, con vitrinas y un mesón de atención al público. El de Vespucio Norte es de mayor tamaño y los lectores pueden ingresar y revisar libros. Esperan replicarlo en Tobalaba y Puente Alto.</p>
<p style="text-align:justify;">Hacerse socio es muy fácil, los menores de 18 años y los mayores de 60 se inscriben gratuitamente. Los estudiantes mayores de 18 años pagan una cuota anual de $1.000 y todo el resto de los lectores, $3.000 al año.</p>
<p style="text-align:justify;">La mayoría de los usuarios son los adultos mayores y los jóvenes. La inscripción mayor es de mujeres, que en estos dos últimos años ha aumentado considerablemente. El personal que los atiende tiene estudios superiores y deben ser excelentes lectores para poder guiar a los usuarios que están tras el mesón. Según los encargados de los Bibliometros, para los adultos mayores, el arriendo de textos se constituye en un hábito.</p>
<p style="text-align:justify;">El programa completo tiene más de tres mil títulos y una de sus gracias es que el libro se puede pedir en el módulo de una estación y devolverlo en cualquier otro. Existe un comité de selección de material bibliográfico formado por el personal de los módulos, bibliotecarios, un filósofo y una profesora básica. Además de revisar qué es lo más solicitado, visitan editoriales, ferias y recogen las inquietudes de los usuarios para recomendar lo más adecuado para ser adquirido.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Celebraciones</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Desde el 30 de junio al 4 de julio, la suscripción será gratuita. Habrá un gran acto central en la Estación Baquedano.</p>
<p style="text-align:justify;">LOS LECTORES</p>
<p style="text-align:justify;">Usuarios: Sobre 110 mil.</p>
<p style="text-align:justify;">Promedio mensual 2008: 15 mil préstamos.</p>
<p style="text-align:justify;">Aumento sobre 2007: Entre mil y mil 500 préstamos mensuales más.</p>
<p style="text-align:justify;">Libros más pedidos 2008: Varios de Isabel Allende, "Harry Potter y las reliquias de la muerte", de J.K.Rowling, y "Crepúsculo" de Stephenie Meyer.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El ocaso de las bibliotecas.]]></title>
<link>http://laterminalrosario.wordpress.com/2008/06/16/el-ocaso-de-las-bibliotecas/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 19:12:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudio Scabuzzo</dc:creator>
<guid>http://laterminalrosario.pt-br.wordpress.com/2008/06/16/el-ocaso-de-las-bibliotecas/</guid>
<description><![CDATA[
Doscientos lectores diarios recorren los estantes de la “Biblioteca Argentina Dr. Juan Alvarez”]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/biblioteca-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-762" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/biblioteca-2.jpg" alt="" width="509" height="311" /></a><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/biblioteca-1.jpg"></a></h5>
<h5>Doscientos lectores diarios recorren los estantes de la “Biblioteca Argentina Dr. Juan Alvarez” de Rosario, una de las más importantes de Argentina. Hace 30 años el número de visitantes se multiplicaba por diez. Lo mismo ocurre en muchas bibliotecas del mundo. Desplazadas por internet en la búsqueda de información y descartadas de la modernidad por las políticas oficiales, las bibliotecas se transforman  lentamente en museo de libros.</h5>
<p><!--more--></p>
<p>En los años 70 iba diariamente a la biblioteca Estrada en mi barrio. Aprovechaba para hacer mis tareas escolares allí, y leer algunas revistas y libros de mi interés. Astronomía, coches, electrónica, ciencia ficción y misterios llegaron a mis manos descendiendo de los estantes metálicos. A veces los pedía en préstamo y podía leerlos en mi casa y devolverlo en unos días. Sabía que todo lo que necesitaba saber estaba allí, en esa casa familiar transformada en biblioteca de la calle Córdoba y Pascual Rosas. Pero los tiempos cambiaron.</p>
<p>Las bibliotecas ya no son el enjambre humano que veíamos antaño. Internet, y por ende las computadoras, abrieron a nuestros ojos un universo de información. Si bien no tienen la exactitud de un libro en cuanto a su autor o fuente, esos retazos de datos que ofrecen las pantallas cumplen las exigencias de quién busca. Ya no hace falta trasladarse a buscar información, ni siquiera tener una credencial que identifique al lector.</p>
<p>Las exigencias pedagógicas no pusieron énfasis en el caudal de datos más confiables que hay en el libro impreso que en los sitios de internet. En el mundo “fast food” la educación también se aligera y los resultados se empobrecen. Aunque solo el 10% de la información que contienen los libros puede hallarse en internet, a pocos les interesa fomentar el descubrimiento de ese 90% restante.</p>
<p><strong><em>Google y su biblioteca virtual.</em></strong></p>
<p><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/biblioteca-google.jpg"><img class="alignright alignnone size-full wp-image-764" style="float:right;" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/biblioteca-google.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>En un tiempo mucha más información impresa estará disponible en la red. Será seleccionada, discriminada y editada según el criterio del buscador, y así muchos libros quedarán en los estantes como hogar de las arañas, piezas raras que algún terrícola del futuro podrá descubrir.</p>
<p>El proceso de agonía de las bibliotecas tendrá su fin cuando funcione a pleno el desarrollo de Google denominado “books search”. Se trata de la biblioteca propia del gigante de internet.</p>
<p>Este proyecto de la empresa californiana tiene como finalidad la creación de una inmensa base de datos en la que figurarán desde incunables a libros con derechos de autor ya extinguidos hasta últimas ediciones. La previsión de Google pasa por escanear completamente el contenido de un total de 15 millones de títulos.</p>
<p>Pero algunos gobiernos y particulares pretenden imitar ese proyecto para impedir el monopolio de Google en la materia.</p>
<p>http://www.documentalistaenredado.net/395/el-fin-de-los-bibliotecarios/</p>
<blockquote><p><span style="color:#004080;">Los gobiernos europeos se encuentran dispuestos a crear su propia biblioteca digital alternativa que haga frente a la cantidad de información que Google volcará en poco tiempo. Esta reacción nace por la preeminencia cultural del mundo anglosajón en los libros que Google va a escanear y volcar, por lo que las Bibliotecas Nacionales de los países que conforman la Unión Europea ya se encuentran desarrollando un proyecto conjunto similar al de Google con libros que se encuentren en sus fondos. También, el sector editorial comienza a posicionarse. En Francia, los editores están tratando de detener el proyecto en ese país por “copia” y “ataque al derecho de la propiedad intelectual”. Pero lo más curioso de todo esto es que no sólo Google está interesado en volcar información libre de derechos de propiedad intelectual estén disponibles en la Red. </span></p>
<p><span style="color:#004080;">Muchos proyectos particulares o gubernamentales tratan de crear bibliotecas digitales volcando contenidos libres de derechos a la Red. El más famoso es el Proyecto Gutenberg que permite su descarga completa, mientras que en el idioma castellano nos encontraríamos con la biblioteca virtual Miguel de Cervantes. Es bastante obvio que el futuro del libro va a pasar por su digitalización y por su difusión a través de Internet, como les está sucediendo a la música o al cine, pero el interrogante que todavía se mantiene es cuándo y cómo ocurrirá. La respuesta, por supuesto, depende mucho a quién acudamos.</span></p>
<p><span style="color:#004080;">El intelectual Umberto Eco ya se posicionó hace algún tiempo sobre el futuro del libro, Jeff Jarvis asegura que los libros desaparecerán como tales, por lo que el debate está servido, pero lo cierto es que el libro digital, a pesar de los avances que se han realizado en cuanto a tintas electrónicas y papel digital, todavía tiene muchos obstáculos que saltar para convertirse en un objeto de consumo masivo. Por otro lado, muchos digiterati (Intelectuales digitales) aportan nuevas ideas sobre en lo que el libro digital debería consistir.</span></p>
<p><span style="color:#004080;"><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/google-dibujo-diario-la-nacion.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-765" style="float:left;" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/google-dibujo-diario-la-nacion.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a>De este modo, Kevin Kelly quiere ahondar en el debate propugnando que todos los libros se escaneen y se coloquen en Internet facilitando su acceso y, por lo tanto, a su conocimiento. Su iniciativa se llama "Scan this book!" en la que establece las ideas maestras de su iniciativa resumiéndola en la frase "en la biblioteca universal, ningún libro será una isla". Con esto quiere decir que la versión digital de un libro sería su versión líquida en la que podríamos poner enlaces y utilizar tags (etiquetas) para categorizarlo. Por otro lado, Bob Stein, director del Instituto para el Futuro del Libro, asegura que los libros en la Red deberían ser completamente interactivos al estilo weblog, promulgando de esta forma que el propio libro participe de la conversación que se genera en torno a él.</span></p>
<p><span style="color:#004080;">Personalmente, no creo que las bibliotecas vayan a desaparecer, al igual que el libro impreso, sin embargo las iniciativas para digitalizar el libro son numerosas y no sólo Google está dispuesto a ello. Considero que la idea de Isabel Aguilera pasaba más por la representación de una idea que una afirmación categórica, aunque es cierto que aún está lejana en el tiempo. Los agoreros sobre el fin del libro tal y como lo conocemos hoy en día, el fin de las bibliotecas y, por ende, de los profesionales que trabajan en ellas está todavía muy lejano (A no ser que las propias administraciones se encarguen de ello). </span></p>
<p><span style="color:#004080;">El libro digital aún tiene muchas barreras que saltar hasta que se popularice su formato, los avances en las tintas digitales o en el papel digital comienzan a ser espectaculares y los bibliotecarios no deberían alarmarse por el avance de la tecnología. Los bibliotecarios son, ante todo, profesionales de la información, profesionales dispuestos a ofrecer las herramientas necesarias a sus usuarios para localizar la información que necesitan, a fomentar el acceso universal a la cultura y a distintos puntos de vista de un mismo tema. La Red es una revolución en muchos campos, también en el acceso y el consumo de la información, pero lo bien cierto es que siempre habrá libros, digitales o impresos, y seguramente alguien deberá gestionarlos para hacerlos accesibles. Debemos de tener presente que o abrazamos la tecnología o nos apartará con un empujón y esto es aplicable en muchos ámbitos de la vida que nos espera.</span></p></blockquote>
<p> <strong><em>En las escuelas las bibliotecas también mueren. </em></strong></p>
<p><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/escuela-biblioteca.jpg"><img class="alignleft alignnone size-full wp-image-763" style="float:left;" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/escuela-biblioteca.jpg" alt="" width="184" height="121" /></a>La sociedad de la información también vio cambiar drásticamente sus métodos de educación. La escuela no puede estar ajena a la tecnología, pero para dar un paso adelante, hay que dejar algo atrás. Y atrás quedan la lectura, los libros y las bibliotecas.  El futuro dirá que ocurrirá con la formación y la cultura en medio de tanta información accesible.</p>
<p>El tema preocupa también es España de donde extraigo esta reflexión.</p>
<p><a href="http://boulesis.com/boule/tienen-futuro-las-bibliotecas/">http://boulesis.com/boule/tienen-futuro-las-bibliotecas/</a></p>
<blockquote><p><span style="color:#8000ff;"><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/biblioteca-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-761" style="float:right;" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/biblioteca-1.jpg?w=300" alt="" width="272" height="167" /></a>No quiero decir que esté a favor de la desaparición de las bibliotecas. Simplemente me parece un proceso que viene ya de lejos, y que es imparable. Desde aquí ya hemos dicho más veces que incorporar las nuevas tecnologías a la educación implica una serie de precios educativos a pagar que no pueden ser obviados. Y aquí puede haber tendencias o fuerzas que chocan frontalmente: la virtualización y digitalización de la enseñanza no se lleva nada bien, creo, con el intento de salvar las bibliotecas escolares. Una crisis que quizás venga de lejos: hace 10 años no había TIC’s, y las biblitoecas estaban ya en decadencia. Se conservarán, sí, las universitarias: no se puede investigar a nivel universitarios sólo a través de internet. Pero las escolares, me temo, están en peligro de extinción. Sin importar el dinero, el tiempo y las ganas que le dediquemos a su conservación. ¿Qué consecuencias tendrá esta desaparición? ¿Es positivo que sustituyamos bibliotecas por redes Wifi, que nos enchufan a la mayor “biblioteca” del mundo? ¿Existe un precio “educativo”, es decir, pedagógico y didáctico, en todo este proceso? Una vez más, es la sociedad en su conjunto, y los profesores en particular, la que debe responder estos interrogantes. Y mucho me temo que la sociedad tenga cosas mejores en las que pensar…</span>  </p></blockquote>
<p><strong><em>Todo cambia. </em></strong></p>
<p>Las bibliotecas como edificios casi inmaculados de lectura y resguardo de libros ya no comparte la dinámica cultural de la época. La gente eligió informarse con otros métodos y no está mal. Aunque la lectura ya no tenga la intensidad de antaño todavía no se abandonó el hábito que se encuentra enriquecido por otras experiencias audiovisuales.</p>
<p><a href="http://laterminalrosario.files.wordpress.com/2008/06/biblioteca-argentina.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-766" style="float:left;" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/06/biblioteca-argentina.jpg?w=240" alt="" width="240" height="180" /></a>El paso obligado es modernizar las bibliotecas, pero para ello hay que darle un toque de actualidad a la mente de los funcionarios que están a cargo.  Hace falta dinero, que siempre falta.</p>
<p>Digitalizar sus obras, producir sus propios textos a partir de la facilidad de la informática, brindar herramientas para la investigación y la búsqueda de información on line. No es solo buscar nuevos lectores, sino traerlos hacia una nueva experiencia, en combinación con el sistema educativo.</p>
<p>El 15 de junio de 2008 la periodista Silvia Dezorzi escribió en el diario rosarino La Capital sobre el presente de la Biblioteca Argentina Juan Alvarez: </p>
<blockquote><p><span style="color:#ff8040;">La aparición de la TV no arrasó la radio y nada indica que internet vaya a desplazar a la televisión o el "hipertexto" digital al libro en papel. Pero ir a leer a una biblioteca ya es otro cantar: habla de una modalidad de lectura, no de la lectura en sí. Supone un desplazamiento (ya no virtual) y sobre todo de un tiempo físico.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">La coordinadora técnica de la Biblioteca Argentina, Silvia Calligaris, admite que entre 1999 y el 2007 la cantidad de lectores cayó a la mitad y, sobre todo, que cambió su perfil: de una mayoría de estudiantes que antes acudía a la sala, ahora llega mucha más "gente mayor" en busca de literatura o textos de actualidad.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">No hace falta más para advertir que ya se trata de una realidad inocultable. Pero, ¿qué hacen las bibliotecas ante ella?</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">"Hace unos cuantos años yo también me pregunto hacia adónde va la biblioteca como institución. Obviamente, nuestra misión es mantener su vigencia a través de estrategias que atraigan a los usuarios: brindando servicios, con mayor dinámica, saliendo a buscar los lectores", cuenta Calligaris.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">a informatización en la Biblioteca Argentina no llegó al nivel de digitalizar los textos, pero sí a contar con un catálogo de obras on line y una base de datos en computadoras de autoconsulta. También ofrecen otras actividades culturales, entre ellas talleres de escritura y ajedrez para chicos, de escritura para adultos y de alfabetización comunicacional para docentes.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">Aun así, realidades como un mayor acceso al libro, la popularización de la fotocopia y sobre todo la digitalización e Internet dejan poco lugar para imaginar a las bibliotecas recobrando su vigor de antaño, al menos en lo que hace a lectura en sala.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">Una de sus preguntas es si la "biblioteca como institución no se volvió ya un modelo anacrónico", que "no responde ni a los consumos culturales ni a las características sociales y económicas de esta época", algo que ni siquiera salvaría una masiva instalación de terminales de internet. "Sinceramente dudo de que eso pudiera revitalizarlas", dice, convencido de que el cíber late más cabalmente al pulso de la época, de los nuevos consumos culturales y de otras prácticas de lectura.</span></p>
<p><span style="color:#ff8040;">"Nada de llorar porque se está perdiendo una época de oro de la cultura universal: sólo estamos cambiando de registros en un proceso de larga duración", afirma. Algo que, además, ha ocurrido siempre.</span></p></blockquote>
<p>La nostalgia puede confundirnos, pero no deseo que las bibliotecas se queden en el tiempo.  La red es el flujo que puede revivirlas y proyectarlas al futuro.</p>
<p>Es sorprendente el poder de internet.  Me ha permitido investigar muchas cosas, aunque vuelvo a mis libros frecuentemente. Me encantaría encontrar allí los textos de los libros que tengo, para acceder a ellos más fácilmente y encontrar esos párrafos perdidos o actualizaciones del autor. También encontrar nuevos textos y confiar en que los mismos respetan a su originalidad. Esa tarea de certificación de la fuente debe estar a cargo de las bibliotecas y sus archivos on line, cuyo material debe ser preciso y sin alteraciones.</p>
<p>Hay un enorme trabajo para hacer, y ese caudal impresionante de libros, algunos únicos, no pueden quedar olvidados en un estante. Muchos lectores los están esperando en sus monitores en todo el mundo.</p>
<p> </p>
<address>Claudio Scabuzzo </address>
<address>La Terminal </address>
<address></address>
<h6>Fotos: WEB</h6>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Procesos internos están listos para uso de nueva Biblioteca]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=293</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 17:08:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/09/procesos-internos-estan-listos-para-uso-de-nueva-biblioteca/</guid>
<description><![CDATA[Diario de Aysén, Coyhaique. 9/06/2008
Director Regional de la DIBAM resalta fase de terminaciones e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Diario de Aysén, Coyhaique. 9/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Director Regional de la DIBAM resalta fase de terminaciones en la obra</em></p>
<p style="text-align:justify;">Internamente, todos los preparativos para el funcionamiento de la nueva Biblioteca Pública de Coyhaique, que se construye a un costo levemente superior a los mil millones de pesos, están prácticamente cerrados y solo se espera hacer uso de las nuevas dependencias, precisó el Director Regional de la Dirección de Archivos Museos y Bibliotecas (DIBAM), Luis Aguilar Pino.</p>
<p style="text-align:justify;">“Estamos observando que hay un avance importante en obras de terminaciones toda vez que la obra gruesa ya es un hecho, terminaciones que nos tienen satisfechos en el sentido de que son de muy buena calidad lo que asegura que se está dando un edificio que será un aporte al entorno de la ciudad, lo que nos preocupa es lo referido al equipamiento del edificio que hoy los tenemos en bodega con el consiguiente riesgo que a causa de temperatura y humedad , sufran algún tipo de daño dada las adversidades climáticas a esta altura del año”, aseveró.</p>
<p style="text-align:justify;">En todo caso, por ahora se estima que en lo que resta del mes en curso, los temas de terminaciones en la obra debieran estar ya finalizados lo que hace que se espere en cosa de semanas estar realizando el montaje de los sistemas para su pronta apertura.</p>
<p style="text-align:justify;">En otro ámbito, también está en fase de cierre lo referido a la dotación de aumento de personal para lo que será la labor en el edificio.</p>
<p style="text-align:justify;">“Estamos en la etapa final del proceso de selección del personal, de hecho hemos tenido que detenernos un poco en ello también afectados por el retraso que tiene la obra, hoy por espacio en nuestras dependencias provisorias no tenemos la capacidad para recibir nuevos funcionarios, por lo tanto creemos que en un mes más podremos definir la nueva plantilla de funcionarios de la biblioteca de Coyhaique”, añadió.</p>
<p style="text-align:justify;">La planta estable para la biblioteca será elevada a un total de 18 funcionarios a los que se suman otros 7 de dependencia directa de la Dirección Regional, con lo cual serán un total de 25 en la capital regional, afirmó finalmente Luis Aguilar, Director regional de la DIBAM.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aporte a la biblioteca]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=244</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 10:32:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/07/aporte-a-la-biblioteca/</guid>
<description><![CDATA[El Mercurio, Valparaíso. 7/06/2008
Editorial
En la sección cien años que este diario publica todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El Mercurio, Valparaíso. 7/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;">Editorial</p>
<p style="text-align:justify;">En la sección cien años que este diario publica todos los días, aparece una información que destaca el gesto de Agustín Ross, un vecino prominente de la ciudad, que donó 142 volúmenes a la biblioteca pública porteña, la actual "Santiago Severín", que en ese entonces funcionaba en un local de calle Edwards, en condiciones precarias. Este centro cultural nació en 1873 en base a la biblioteca que poseía el Liceo de Valparaíso, actual "Eduardo de la Barra", con una dotación de mil textos, por lo que ese aporte fue bastante significativo. Pero, además, había en esa época otra gente que de verdad se preocupaba por la cultura local y que estaba dotada de corazón generoso, como fue el caso de Santiago Severín Espina, un filántropo que en 1912 decidió construir un inmueble para albergar definitivamente a esa institución. Se preocupó de levantar un verdadero palacio, como fue la sede que la Biblioteca ocupa en la actualidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Es una construcción de líneas clásicas, de tres pisos y subterráneo que, experimentó múltiples adelantos en la administración de la conservadora Yolanda Soto, que introdujo los sistemas tecnológicos más en boga, readecuó las salas, habilitó un auditorio y le proporcionó una actividad intensa, pues comprendió que las bibliotecas en el presente no son entes estáticos, como tampoco lo son los museos.</p>
<p style="text-align:justify;">El señorial edificio de plaza Simón Bolívar que, afortunadamente está bien mantenido, es insuficiente en la actualidad, para utilizar con comodidad todo el material que posee, pues ya no se dispone de espacio, como tampoco para desarrollar tantas actividades que tienen como escenario ese inmueble. Un proyecto de la anterior administradora era adquirir una construcción cercana, donde se pueda derivar la atención a los estudiantes, de los diversos niveles. En verdad la aplicación de esa medida es urgente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Realizan seminario internacional de literatura infantil y juvenil ]]></title>
<link>http://bibliocorresponsal.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 14:08:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>la bibliotecaria al día</dc:creator>
<guid>http://bibliocorresponsal.pt-br.wordpress.com/2008/06/03/realizan-seminario-internacional-de-literatura-infantil-y-juvenil/</guid>
<description><![CDATA[El Mostrador. 3/06/2008
La jornada literaria se llevó a cabo en el Café Literario de Providencia y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El Mostrador. 3/06/2008</p>
<p style="text-align:justify;"><em>La jornada literaria se llevó a cabo en el Café Literario de Providencia y estuvo orientada a profesores, escritores, bibliotecarios, editores, ilustradores y profesionales del sector, pretendiendo ser un espacio de debate y análisis sobre la situación presente y futura de la lectura de libros en los niños y los jóvenes. </em></p>
<p style="text-align:justify;">En el contexto de la Vigésima Segunda Feria Internacional del Libro Infantil y Juvenil de Providencia, que se realiza en el Parque Bustamante, se llevó a cabo esta mañana un seminario enfocado a “Cómo fomentar en niños y jóvenes la lectura de libros”.</p>
<p style="text-align:justify;">La jornada literaria se llevó a cabo en el Café Literario de Providencia y estuvo orientada a profesores, escritores, bibliotecarios, editores, ilustradores y profesionales del sector, pretendiendo ser un espacio de debate y análisis sobre la situación presente y futura de la lectura de libros en los niños y los jóvenes; sus debilidades, fortalezas, amenazas y oportunidad en el mediano y largo plazo.</p>
<p style="text-align:justify;">La actividad fue inaugurada por el alcalde de Providencia, Cristián Labbé, continuando luego con la conferencia “Leer Libros Hoy” que estará a cargo de Jessica Freudenthal, escritora y responsable del Centro de Acción Pedagógico del Espacio Simón I. Patiño de Bolivia.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante el día se considera la realización de cinco mesas temáticas sobre: “La Palabra de los Editores”, “La Mirada desde las Bibliotecas” con la participación de Nivia Palma, directora de Bibliotecas, Archivos y Museos. “La Magia de los Escritores”, Profesores “Más Libros, más Mundos” y por último, “Los Jóvenes tienen la palabra”, con la participación de estudiantes de colegios de la comuna.</p>
<p style="text-align:justify;">La Feria del Libro, que está organizada por la Municipalidad de Providencia y la Cámara Chilena del Libro, continuará hasta el 08 de junio, en la carpa del Parque Bustamante, de 10:30 a 20:30 horas. La entrada es liberada para los niños hasta 18 años y adultos pagan 500 pesos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bienvenidos]]></title>
<link>http://juanlabajos.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 16:48:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>juanlabajos</dc:creator>
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http://members.lycos.nl/elmundohispanico/experiences.html
Este blog es el resultado de un curso que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="vertical-align:middle;" src="http://members.lycos.nl/elmundohispanico/hpbimg/Salamanca2.jpg" alt="Vista de Salamanca" width="550" height="413" /></p>
<h6 style="padding-left:210px;">http://members.lycos.nl/elmundohispanico/experiences.html</h6>
<p>Este blog es el resultado de un curso que estoy haciendo sobre web 2.0 para bibliotecas. Si la cosa va bien y no es dif'icil su gestión, es una buena vía de comunicación para el futuro.</p>
<p>En un futuro próximo tengo pensado preparar oposiciones, de nuevo, y ya hace la número nosecuantos y no sé si voy a tener tiempo para mantener este blog al día.</p>
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