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	<title>b1-pale-ale-ordinary-bitter &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/b1-pale-ale-ordinary-bitter/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "b1-pale-ale-ordinary-bitter"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 01:43:11 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Degustação B#1]]></title>
<link>http://cerbreja.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 20:55:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cerbreja</dc:creator>
<guid>http://cerbreja.pt-br.wordpress.com/2008/05/30/degustacao-b1/</guid>
<description><![CDATA[Pois é com certo atraso que vamos falar da degustação da B#1 - Pale Ale Ordinary Bitter.
O result]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é com certo atraso que vamos falar da degustação da B#1 - Pale Ale Ordinary Bitter.</p>
<p>O resultado alcançado ficou deveras dentro do esperado, com poucos ajustes a serem realizados.</p>
<p>Como pode se depreender da receita utilizada, esta Pale Ale recebeu um toque meio <em>brazuca</em> para adaptá-la aos paladares menos experimentados em cervejas artesanais. O objetivo desta receita é que ela funcione como uma ponte para estilos mais rebuscados.</p>
<p>Com isto, o amargor ficou nos seus 15 IBU e o teor alcoólico (ABV) em 5,3% (com o primming de 7g/L). Ambos os valores fora do padrão estipulado pelo BJCP (IBU baixo e ABV alto). A carbonatação ficou média, a espuma branca, consistênte e de média duração. A cor ficou perfeita, de um dourado brilhante, levemente turva.</p>
<p>Um item a ser observado: O fermento na garrafa poderia ser menos, fato que pode ser corrigido com uma segunda fermentação ou <em>purga</em> do fermento no fermentador primário. Tal fato não atrapalhou em nada o sabor da cerveja.</p>
<p>Realmente ficou uma cerveja bem suavizada, mas nem por isto muito saborosa. Os detalhes a serem corrigidos nesta receita seria talvez adicionar um pouco mais de lúpulo tanto aromático quanto de amargor, quem sabe talvez adicionar um <em>dry-hopping</em>. Quanto ao resto pretendo manter este padrão nas proximas bateladas desta receita.</p>
<p>Ah!, cadê as fotos?! Merece, e muito! Porém o maldito cabo USB não funciona! Assim que liberar, postarei as fotos.</p>
<p>Abraços e saúde!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeira produção Cerbreja Artesanal - Brew Day]]></title>
<link>http://cerbreja.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:47:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cerbreja</dc:creator>
<guid>http://cerbreja.pt-br.wordpress.com/2008/05/14/primeira-producao-cerbreja-artesanal-brew-day/</guid>
<description><![CDATA[No dia 11/05/2008 (isto mesmo, em pleno dia das mães) foi produzida a primeira batelada da Cerbreja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 11/05/2008 (isto mesmo, em pleno dia das mães) foi produzida a primeira batelada da Cerbreja Artesanal. A receita foi uma Pale Ale Ordinary Bitter (8A no BJCP).</p>
<p>A quantidade do batch foi de 80 litros. O processo foi um pouco conturbado, devido alguns fatores:</p>
<ol>
<li>primeira experiência com a produção de uma batelada de 80 litros;</li>
<li>equipamentos novos, o que gerou dificuldades e necessidades de ajuste;</li>
<li>problemas com o fogão (alguns vazamentos de gás);</li>
<li>ser o domingo de dia das mães!</li>
</ol>
<p>Segue a receita:</p>
<ul>
<li>12kg de malte pilsen;</li>
<li>8kg de malte pale ale;</li>
<li>34g lúpulo Galena 60';</li>
<li>10g lúpulo Cascade 20';</li>
<li>8g lúpulo Cascade 10';</li>
<li>2 sachets fermento S04;</li>
<li>120 litros de água mineral;</li>
<li>4 pastilhas Whirlfloc</li>
</ul>
<p><strong>A Mostura:</strong></p>
<p>Os maltes foram adicionados quando a água (60L iniciais) estavam a 45ºC. Foram gastos 35' para elevar a temperatura até 65ºC, permanecendo nesta última durante 25'. Depois a temperatura foi elevada de 65ºC para 69ºC em 10' e permaneceu nesta durante 50'. Após este repouso, a temperatura foi elevada até o mash out de 78ºC. Elevação esta que durou mas 10'. Foram gastas aproximadamente 2 horas e meia no processo de mostura, computados os tempos de elevação de temperatura e pausas para repousos.</p>
<p>Algumas observações importantes durante o processo de mostura: foi utilizado um caldeirão de 127 litros de alumínio com fundo falso composto por chapa de inox de 2mm perfurada acompanhada de tela de inox. O método de aquecimento foi o de chama direta. Além disto foi utilizada uma bomba de recirculação para auxiliar na troca de calor do mosto. O interessante é que teve-se que tomar um cuidado tremendo com esta recirculação, para que a parte de contato direto com o fundo da panela (abaixo do fundo falso) não se aquecesse além do esperado.</p>
<p><strong>A Filtragem e o Sparging:</strong></p>
<p>A filtragem foi tranquila, utilizando uma bomba para recirculação. Foi realizado um <em>batch-sparge</em>, ao contrário de um <em>Fly Sparge</em> (discutiremos os diferentes tipos de sparge posteriormente). Com isto, dos 60L  iniciais, foram retirados 40L de mosto, e no Sparge foram utilizados mais 60L, dos quais foram retirados outros 50L, totalizando algo em torno dos 90L que foram levados para a fervura.</p>
<p><strong>A Fervura:</strong></p>
<p>Até o momento do início da fervura, a bomba de recirculação se manteve ligada, de maneira a agitar o mosto evitando uma caramelização desnecessária. Foram adicionados no início da fervura (que levou +- 1 hora para começar) 34g de lúpulo Galena. A fervura foi de um controlado intenso constante. Faltando 20' para o fim da mesma, foram adicionados 10g de lúpulo Cascade. Faltando 15', as 4 pastilhas de whirlfloc foram adicionadas e faltando 10' vieram os últimos 8g de Cascade. Completando 60' de fervura, o fogo foi desligado e foi iniciado o resfriamento.</p>
<p><strong>O Resfriamento:</strong></p>
<p>Usando da lei da gravidade, o mosto saiu da temperatura de fervura e foi resfriado até próximo à temperatura ambiente por meio de um chiller de contra-fluxo alternativo (discutiremos chillers posteriormente). Não foi utilizado bomba para forçar o resfriamento.</p>
<p><strong>Inoculação do Fermento e aeração do mosto:</strong></p>
<p>Os sachets do fermento foram adicionados diretamente no mosto, sem reidratação. Este mosto foi aerado e 60 e poucos litros dele ficaram num fermentador cônico, enquanto outros 18L foram para uma bombona d'agua transformada em fermentador.</p>
<p><strong>Observações finais:</strong></p>
<p>Alguns detalhes não sairam de acordo com o previsto, porém a batelada prosseguiu sem maiores surpresas. O tempo total ficou em 9 horas, incluíndo o tempo de limpeza inicial e final (os maltes foram moídos - no braço, um dia antes). Postarei depois detalhes da moagem do malte e outras coisas afins ao Brew Day (infelizmente as fotos estão péssimas!).</p>
]]></content:encoded>
</item>

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