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	<title>autoridade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/autoridade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "autoridade"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:41:08 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Projeto de Lei contra abuso de autoridade]]></title>
<link>http://heliomario.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 01:59:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helio</dc:creator>
<guid>http://heliomario.wordpress.com/?p=79</guid>
<description><![CDATA[PROJETO DE LEI Nº   , de 2008
Do Sr. Raul Jungmann
Dispõe sobre a defesa dos direitos e garantias ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PROJETO DE LEI Nº   , de 2008</strong></p>
<p class="text"><strong>Do Sr. Raul Jungmann</strong></p>
<p class="text">Dispõe sobre a defesa dos direitos e garantias fundamentais nos casos de abuso de autoridade.</p>
<p class="text">Art. 1º O abuso de autoridade no exercício de função pública, em razão dela ou a pretexto de exercê-la é punido na forma desta Lei, quando praticado por agente público de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.</p>
<p class="text">DO ABUSO DE AUTORIDADE CONTRA DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS</p>
<p class="text">Art. 2º Praticar, omitir ou retardar ato, no exercício de função pública, em razão dela ou a pretexto de exercê-la, com o intuito de impedir, embaraçar ou prejudicar o gozo de qualquer dos direitos e garantias fundamentais constantes do Título II da Constituição, em especial aqueles perpetrados contra:</p>
<p class="text">I - a igualdade entre homens e mulheres (art. 5º, inciso I, da Constituição);</p>
<p class="text">II - a liberdade individual (art. 5º, inciso II, da Constituição);</p>
<p class="text">III - a integridade física e moral da pessoa (art. 5º, inciso III, da Constituição);</p>
<p class="text">IV - a liberdade de pensamento, consciência, crença, culto e expressão (art. 5º, incisos IV a IX, da Constituição);</p>
<p class="text">V - a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas (art. 5º, inciso X, da Constituição</p>
<p class="text">VI - a inviolabilidade da casa, da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas (art. 5º, incisos XI e XII, da Constituição);</p>
<p class="text">VII - a liberdade de trabalho, ofício ou profissão (art. 5º, inciso XIII, da Constituição);</p>
<p class="text">VIII - o acesso de todos à informação, na forma da Constituição e da legislação (art. 5º, incisos XIV e XXXIII, da Constituição);</p>
<p class="text">IX - a liberdade de locomoção e de reunião (art. 5º, incisos XV e XVI, da Constituição);</p>
<p class="text">X - a liberdade de associação para fins lícitos (art. 5º, inciso XVII a XXI, da Constituição);</p>
<p class="text">XI - a propriedade e sua função social (art. 5º, incisos XXII a XXXI, da Constituição);</p>
<p class="text">XII - a promoção da defesa do consumidor, na forma da legislação pertinente (art. 5º, inciso XXXII, da Constituição), inclusive do usuário de serviços públicos (art. 37, § 3º, da Constituição);</p>
<p class="text">XIII - o direito de petição aos poderes públicos e a obtenção de certidões em repartições públicas (art. 5º, inciso XXXIV, da Constituição);</p>
<p class="text">XIV - o acesso ao Poder Judiciário e aos remédios constitucionais (art. 5º, incisos XXXV e LXVIII a LXXVII, da Constituição);</p>
<p class="text">XV - o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada (art. 5o, inciso XXXVI, da Constituição);</p>
<p class="text">XVI - o devido processo legal e seus consectários, inclusive a presunção de inocência (art. 5º, incisos XXXVII a XLIV e LI a LXVII, da Constituição);</p>
<p class="text">XVII - a dignidade do condenado (art. 5º, incisos XLV a L, da Constituição);</p>
<p class="text">XVIII - a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação (art. 5º, inciso LXXVIII, da Constituição):</p>
<p class="text">Pena - reclusão de quatro a oito anos e multa equivalente ao valor de dois a vinte e quatro meses de remuneração ou subsídio devido ao réu.</p>
<p class="text">§ 1º Consideradas as circunstâncias a que se refere o art. 59 do Código Penal, o juiz também poderá decretar:</p>
<p class="text">I - a perda do cargo, emprego ou função; e</p>
<p class="text">II - a inabilitação para o exercício de qualquer outro cargo, emprego ou função pelo prazo de até oito anos.</p>
<p class="text">§ 2º As penas cominadas neste artigo serão aplicadas autônoma ou cumulativamente de acordo com as regras dos arts. 59 a 76 do Código Penal.</p>
<p class="text">§ 3º Quando o abuso for cometido por agente de autoridade policial, civil ou militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada pena autônoma ou acessória de não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar no município da culpa, por prazo de até doze anos.</p>
<p class="text">§ 4º São também crimes de abuso de autoridade quaisquer atentados contra outros direitos e garantias decorrentes do regime e dos princípios adotados pela Constituição e tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte (art. 5º, § 2º, da Constituição).</p>
<p class="text">DO ABUSO DE AUTORIDADE EM SITUAÇÕES ESPECÍFICAS</p>
<p class="text">Art. 3º Nas mesmas penas incorre quem:</p>
<p class="text">I - ordenar ou executar medida privativa da liberdade individual, sem as formalidades legais ou com abuso de poder;</p>
<p class="text">II - submeter pessoa sob sua guarda ou custódia a vexame ou a constrangimento</p>
<p class="text">III - deixar de comunicar, imediatamente, ao juiz competente a prisão ou detenção de qualquer pessoa;</p>
<p class="text">IV - deixar o juiz de ordenar o relaxamento de prisão ou detenção ilegal que lhe seja comunicada;</p>
<p class="text">V - levar à prisão e nela deter quem quer que se proponha a prestar fiança permitida em lei;</p>
<p class="text">VI - cobrar o carcereiro ou agente de autoridade policial carceragem, custas, emolumentos ou qualquer outra despesa sem previsão legal, quer quanto à espécie, quer quanto ao seu valor;</p>
<p class="text">VII - recusar o carcereiro ou agente de autoridade policial recibo de importância recebida a título de carceragem, custas, emolumentos ou de qualquer outra despesa;</p>
<p class="text">VIII - lesar a honra ou patrimônio de pessoa natural ou jurídica, quando praticado com abuso ou desvio de poder ou sem competência legal;</p>
<p class="text">IX - prolongar a execução de prisão cautelar qualquer, de pena ou de medida de segurança, deixando de expedir em tempo oportuno ou de cumprir imediatamente ordem de liberdade;</p>
<p class="text">X - empregar a força, salvo quando indispensável em razão de resistência ou tentativa de fuga do preso (Código de Processo Penal, art. 284);</p>
<p class="text">XI - atuar com inobservância da repartição de competências funcionais;</p>
<p class="text">XII - fazer afirmação falsa ou negar ou calar a verdade em ato praticado em investigação policial ou administrativa, inquérito civil, ação civil pública, ação de improbidade administrativa ou ação penal pública, que esteja sob sua presidência ou de que participe;</p>
<p class="text">XIII - deturpar o teor de dispositivo constitucional ou legal, de citação doutrinária ou de julgado, bem como de depoimentos, documentos e alegações (art. 34, inciso XIV, da Lei no 8.906, de 4 de julho de 1994 - Estatuto da Advocacia);</p>
<p class="text">XIV - omitir-se na apuração dos abusos perpetrados por subordinados seus ou sujeitos ao seu poder correcional.</p>
<p class="text">DO CONCEITO DE AUTORIDADE</p>
<p class="text">Art. 4º Considera-se autoridade, para os efeitos desta Lei, o ocupante de cargo, função ou emprego público da Administração Pública direta, autárquica ou fundacional, o membro de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, do Ministério Público ou da Defensoria Pública e o detentor de mandato eletivo.</p>
<p class="text">DO PROCESSO</p>
<p class="text">Art. 5º O direito de representação será exercido por meio de petição:</p>
<p class="text">I - dirigida à autoridade superior que tiver competência legal para aplicar, à autoridade civil ou militar implicada, a respectiva sanção;</p>
<p class="text">II - dirigida ao órgão do Ministério Público que tiver competência para iniciar processo-crime contra a autoridade culpada.</p>
<p class="text">Parágrafo único. A representação será feita em duas vias e conterá a exposição do fato constitutivo do abuso de autoridade, com todas as suas circunstâncias, a qualificação do acusado e o rol de testemunhas, no máximo de três, se as houver.</p>
<p class="text">Art. 6º É facultado ao ofendido ou seu representante legal intervir, como assistente do Ministério Público, em todos os termos do inquérito policial e da ação penal (Código de Processo Penal, arts. 268 a 274).</p>
<p class="text">§ 1º Na hipótese de o Ministério Público não oferecer denúncia no prazo de até sessenta dias da ocorrência do fato, o assistente poderá intentar ação penal privada (art. 5º, inciso LIX, da Constituição).</p>
<p class="text">§ 2º No caso do § 1º, o Ministério Público atuará como custos legis.</p>
<p class="text">§ 3º A assistência a que se refere o caput também pode ocorrer em processo administrativo disciplinar, salvo nos casos de sigilo.</p>
<p class="text">Art. 7º Estando a inicial em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do requerido para oferecer manifestação por escrito, que poderá ser instruída com documentos e justificações, dentro do prazo de quinze dias (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 7º).</p>
<p class="text">§ 1º Recebida a manifestação, o juiz, no prazo de trinta dias, em decisão fundamentada, rejeitará a ação, se convencido da inexistência do abuso de autoridade, da improcedência da ação ou da inadequação da via eleita (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 8º).</p>
<p class="text">§ 2º Recebida a petição inicial, será o réu citado para apresentar contestação (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 9º).</p>
<p class="text">§ 3º Da decisão que receber a petição inicial, caberá agravo (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 10).</p>
<p class="text">§ 4º Em qualquer fase do processo, reconhecida a inadequação da ação, o juiz extinguirá o processo sem julgamento do mérito (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 11).</p>
<p class="text">§ 5º Aplica-se aos depoimentos ou inquirições realizadas nos processos regidos por esta Lei o disposto no art. 221, caput e § 1º, do Código de Processo Penal (Lei dos atos de improbidade, art. 17, § 12).</p>
<p class="text">DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS E CÍVEIS</p>
<p class="text">Art. 8º A sanção administrativa será aplicada de acordo com a gravidade do abuso cometido e consistirá em:</p>
<p class="text">I - advertência;</p>
<p class="text">II - repreensão;</p>
<p class="text">III - suspensão do cargo, função ou posto por prazo de cinco a trezentos e sessenta dias, com perda de vencimentos e vantagens;</p>
<p class="text">IV - destituição de cargo comissionado ou função gratificada; ou</p>
<p class="text">V - demissão, a bem do serviço público.</p>
<p class="text">Parágrafo único. O processo administrativo não poderá ser sobrestado para o fim de aguardar a decisão da ação penal ou civil.</p>
<p class="text">Art. 9º A sanção civil, caso não seja possível fixar o valor do dano, consistirá no pagamento de uma indenização de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais).</p>
<p class="text">Parágrafo único. Proferida a sentença condenatória, a União exercerá, no prazo de trinta dias, o seu direito de regresso contra o responsável (art. 37, § 6o, da Constituição).</p>
<p class="text">DAS DISPOSIÇÕES FINAIS</p>
<p class="text">Art. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p class="text">Art. 11. Fica revogada a Lei no 4.898, de 9 de dezembro de 1965.</p>
<p class="text">Sala das Sessões, em                 de 2008.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo publicado: Reactions to Outgroup Authorities' Decisions]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1193</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 11:56:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1193</guid>
<description><![CDATA[Título: Reactions to Outgroup Authorities&#8217; Decisions: The Role of Expected Bias, Procedural F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Título: Reactions to Outgroup Authorities' Decisions: The Role of Expected Bias, Procedural Fairness and Outcome Favorability</p>
<p>Autor: Tomas Ståhl, Riël Vermunt, and Naomi Ellemers</p>
<p>Periódico: Group Processes &#38; Intergroup Relations, 11, 281-299, 2008</p>
<p>Resumo: <a href="http://gpi.sagepub.com/cgi/content/abstract/11/3/281">clique aqui para obter</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Disciplina na Igreja ]]></title>
<link>http://ibvida12.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 01:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Igreja Batista Vida</dc:creator>
<guid>http://ibvida12.wordpress.com/?p=11</guid>
<description><![CDATA[Por Pr. Zwinglio Rodrigues
Tema: A Disciplina na Igreja
Texto Base: Mateus 18:15-20
Introdução
Um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color:#000000;">Por Pr. Zwinglio Rodrigues</span></em></p>
<p><span style="color:#000000;">Tema: A Disciplina na Igreja</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Texto Base: Mateus 18:15-20</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Introdução</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Um ministério local deve praticar a disciplina. A ausência dela, quando necessário, dá chances à desordem. A maneira de se disciplinar não pode ser motivada pela mera retribuição, e sim, orientada para fins de correção. Também é de suma importância que uma liderança saiba discernir, qual caso, e quando ele deve ser levado ao conhecimento da Igreja. Nas Escrituras, vemos claramente o quanto Deus é dado à aplicação da disciplina (1Co 11:30-32; Hb 12:5-7). O por quê, a dinâmica da execução da disciplina, a legitimidade dela, e os resultados da prática dela na Igreja, é o foco desta mensagem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">I – Por Que é Necessária a Aplicação da Disciplina na Igreja?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) Porque é Preciso Cultivar a Sã Doutrina – 1Tm 1:3, 10; 6:3-5.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b) Porque é Fundamental Repreender os Ofensores – 1Tm 5:20.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b.1. “Na Presença de Todos”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Para Que Nada Que Possa Distorcer a Realidade dos Fatos Fique Oculto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Para Que Toda a Congregação ao Tomar Conhecimento Sinta Temor.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Com Vistas a Oferecer ao Ofensor a Oportunidade de Ser Ouvido Por Todos Para Dirimir Qualquer Dúvida Que Ainda Paire no Ar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">c) Porque os Obstinados Não Podem Permanecer na Comunhão da Igreja – 1° Co 5:3; 1° Tm 1:20.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span>II – Os Ministros Receberam Autoridade Para Estabelecerem a Disciplina na Igreja</span> – Mt 16:19; 18:18.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Confrontar os infratores é uma ação legítima. Há um princípio de autoridade estabelecido para isso. Aos ministros foi dada esta incumbência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">III – Alvos da Disciplina na Igreja.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) Estabelecer a Boa Ordem e a Decência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Igreja não pode ser lugar de balbúrdia! É lógico que onde está o homem, os problemas estão. Contudo, a busca pela ordem e pela decência dentro da Igreja deve se dar constantemente (1Co 14:33,40.)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b) Edificação dos Crentes Através do Exercício da Autoridade Disciplinar – 2Co 10:8.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O uso da autoridade ministerial, em todas as suas vertentes, causa edificação no Corpo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">IV – A Reação do Verdadeiro Homem Espiritual Ante a Disciplina.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A princípio, um irmão infrator não pode ser taxado de carnal, de não espiritual. Precisamos nos lembrar que são muitas as variantes que envolvem uma queda de alguém.Ao se repreender disciplinarmente um irmão que errou flagorosamente, precisamos observar atentamente as reações. São estas reações pós-disciplina que nos permitirá termos uma boa idéia (ainda assim não será completa) se este individuo é espiritual ou não.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De um homem espiritual, quando disciplinado, espera-se, pelo menos, que ele tenha três atitudes:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) Compreensão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b) Aceitação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">c) Sujeição.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Se o indivíduo manifestar estes três comportamentos, estaremos diante de uma pessoa espiritual (independente do que ela tenha feito).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Uma coisa mais: pode ser que de imediato, o infrator resista à disciplina. Nesta situação, é exigido dos ministros, um pouco mais de paciência. Toda precipitação por parte da liderança pode estragar de vez a vida do ofensor. Não se pode esquecer que para ele, como diz a Escritura, a disciplina aplicada irá produzir excessiva tristeza (2Co 2:6-8; Hb 12:11). Paciência líderes!</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> Conclusão</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A motivação disciplinar deve ser o amor. Quem ama, faz bem mesmo quando disciplina. Sendo espiritual, o irmão que pecou, enxergará isso, cedo ou tarde.Toda ação disciplinar de Deus para conosco é fundamentada no Seu amor paternal (Hb 12:6). Que os ministros disciplinem, os seus liderados, com a mesma motivação, sempre.“Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.” (2Co 2:8).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Amém.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo Com o Centurião de Cafarnaum ]]></title>
<link>http://ibvida12.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 00:59:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Igreja Batista Vida</dc:creator>
<guid>http://ibvida12.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Por Pr. Zwinglio Rodrigues
Tema: Aprendendo Com o Centurião de Cafarnaum
Texto Base: Lucas 7:1-10
I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color:#000000;">Por Pr. Zwinglio Rodrigues</span></em></p>
<p>Tema: Aprendendo Com o Centurião de Cafarnaum</p>
<p>Texto Base: Lucas 7:1-10</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Introdução</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> Muito há que nos oferecer como exemplo, este centurião, um oficial romano que tinha sob a suas ordens cem outros soldados. Depois de Jesus ter ensinado ao povo sobre a coerência entre discurso e prática no que tange à vontade de Deus (Por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Lc 6:46), Ele entrou na cidade de Cafarnaum e foi abordado por algumas pessoas enviadas pelo centurião que implorava para que ele curasse o servo daquele homem que “estava doente, quase à morte”. Atendendo a este apelo, foi Jesus ao encontro deles. Chegando perto da casa do centurião, este lhe enviou alguns amigos com algumas palavras para serem ditas ao Senhor. Estas palavras causaram muito espanto e muita admiração no Senhor Jesus ao ponto dele assim exclamar: “...Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (v 9). São exatamente estas palavras que servem para nós como tremendos exemplos. Elas devem causar em nós, a mesma admiração que causaram no Senhor e devem tornar-se, princípios para nós.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span><span>I – Primeiro Princípio</span> –</span> Esperança – v 3.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Esperança é a expectação de um bem que se deseja. O centurião ao enviar até Jesus algumas pessoas para pedir que Ele fosse curar o servo dele, estava revelando uma verdadeira esperança de que ainda havia solução para o problema do seu servo. No início do verso 3, está escrito que “tendo ouvido falar a respeito de Jesus” ele tratou logo de providenciar meios para que Jesus, homem cuja fama crescia por conta também dos muitos milagres realizados por Ele, realizasse mais um de Seus milagres curando o servo enfermo. Esta foi, sem dúvida alguma, uma atitude de esperança. A esperança é um elemento essencial àqueles que desejam um milagre, uma vitória. Não se pode perseverar, alegrar-se, acreditar e alcançar um milagre se não houver esperança. Ela age como uma espécie de combustível. Por ela e por causa dela, a luz não se apaga no fim do túnel.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Veja a seguir o que nos diz a Bíblia sobre a esperança.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) Mesmo na morte devemos ter esperança – Pv 14:32.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b) Adiar a esperança adoece a nossa alma e o nosso espírito – Pv 13:12.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">c) Alegremo-nos na esperança – Rm 12:12.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span><span>II – Segundo Princípio</span> –</span> Confiança na Palavra – v 7.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Baseado no princípio de autoridade que ele vivia junto aos seus comandados, e sabedor de que as doenças e os espíritos imundos se submetiam ao Senhor Jesus, este centurião, extraordinariamente, revela uma confiança ímpar na Palavra de Jesus dizendo: “...manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (v 7). Para ele isso era suficiente. Jesus nem precisava ir ter com o enfermo. Que maravilhoso exemplo! Enquanto muitos dos descendentes de Abraão não criam no Filho de Deus, lá estava um gentio com o coração aberto e predisposto a crer nEle.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) O que nos diz a Palavra de Deus sobre:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Cura – Is 53:4-5; Mt 8:17; 1Pe 2:24</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Libertação – Jo 8:36; Cl 1:13</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Prosperidade – 2Co 8:9, 9:8; Fp 4:19</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Força – Jl 3:10; 2Co 12:10; Fp 4:13</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">* Portas Abertas – Ap 3:7-8</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span><span>III – Terceiro Princípio</span> –</span> Princípio de Autoridade – v 8.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No tópico anterior eu disse que o centurião entendia de princípio de autoridade. Ele revela isso com as seguintes palavras enviadas a Jesus: “Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz” (v8).Esta lição é importantíssima. Ela fala de poder sobre. Quem pode, deve determinar e será obedecido. Muitos tropeçam aqui. São autoridades, devem determinar para serem obedecidos, mas não fazem isso por conta de não entenderem corretamente este princípio, por conta da negligência que produz acomodação e etc. Estes ficam esperando cair do céu, sem nenhuma iniciativa pessoal, os milagres almejados. Eles ficam dependendo dos outros, quando na verdade ele depende apenas de si mesmo (digo isso do ponto de vista de entender as Escrituras e fazer o que ela ensina). Tudo isso não passa de um tremendo equívoco. Veja o que diz a Bíblia logo abaixo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">a) A Jesus, foi dado todo poder no céu e na terra – Mt 28:28.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">“...É-me dado todo poder no céu e na terra”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">b) A nós foi dado este poder – Lc 10:19.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">“Eis aí vos dei autoridade...”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Podemos exercer autoridade sobre as doenças, sobre os demônios, sobre as adversidades, sobre satanás, sobre o pecado, sobre a carne, sobre o mundo... Tudo isso podemos com base na autoridade compartilhada pelo Senhor Jesus conosco. Mendigar não! Exercer autoridade, conhecendo o princípio de autoridade como conhecia o centurião, sim!</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">  <span>Conclusão</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A maneira como o centurião comportou-se diante de todo este quadro exposto nesta mensagem, agradou em cheio o coração do Senhor Jesus Cristo. Tanto é que, quando os homens que foram enviados pelo centurião romano, voltaram para casa, encontraram o rapaz que estava doente, sarado. O Senhor Jesus não exitou em operar o milagre que aquele homem tanto queria. Ele também não exitará em operar em nossas vidas se, tão somente, aprendermos e praticarmos estas lições que nos deixou o centurião de Cafarnaum e que estão de acordo com o desejo do coração do Pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Amém.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por França - Philippe Meirieu]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5940</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:33:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5940</guid>
<description><![CDATA[
Já por aqui passaram, em diferentes momentos, algumas das medidas que por França estão a tentar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://educar.files.wordpress.com/2008/06/chebdo.jpg"><img class="size-full wp-image-5941 aligncenter" src="http://educar.wordpress.com/files/2008/06/chebdo.jpg" alt="" width="487" height="517" /></a></p>
<p>Já por aqui passaram, em diferentes momentos, algumas das medidas que por França estão a tentar ser implementadas por Xavier Darcos na área da Educação.</p>
<p>A polémica tem sido enorme e, lá como cá, multiplicaram-se os focos de contestação espontânea com vigílias nas escolas, reunindo professores e docentes que têm apelando á desobediência cívica.</p>
<p>O assunto ganhou enorme destaque na imprensa, ao ponto de até uma publicação essencialmente sarcástica e humorística como a <em>Charlie Hebdo</em> ter feito uma entrevista de dupla página a <strong>Plilippe Meirieu</strong> sobre o assunto. (nº 835, 18 de Junho de 2008, pp 8-9) Toda a entrevista é excelente, mas só me é possível neste momento digitalizar a parte inicial e deixar-vos com uma ou outra passagem mais interessante como esta sobre a forma como se está a tentar implementar no sistema francês um modelo de obediência hierárquica semelhante ao decorrente no novo modelo de gestão legislado por cá:</p>
<blockquote><p>Assistimos desde há vários anos, e agora de forma acelerada, <strong>à ascensão do autoritarismo dos pequenos chefes, apoiados pelos grandes chefes, eles mesmos apoiados pelos grandes, grandes chefes</strong>.</p>
<p>De que chefes fala?</p>
<p>Os corpos de inspecção, as inspecções, os reitores... <strong>Esta hierarquia intermédia, encarregue de fazer aplicar as reformas, nunca esteve assim tão militarizada</strong> [caporalisé]. <strong>E os docentes que fogem à norma nunca estiveram assim vigiados. Fazem face a uma administração muito meticulosa. Esta chama à ordem, bloqueia as iniciativas. </strong>É preciso pedir autorizações sem fim. A Educação torna-se uma fábrica que nenhuma pessoa compreende bem.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma boa dose de autoridade não faz mal.]]></title>
<link>http://andrefonseca.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 15:43:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>aoqfonseca</dc:creator>
<guid>http://andrefonseca.wordpress.com/?p=141</guid>
<description><![CDATA[Em muitas conversas com amigos um tema que considero de interesse comum é a questão da autoridade.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em muitas conversas com amigos um tema que considero de interesse comum é a questão da autoridade. A autoridade dado toda história que temos sempre nos soa como algo negativo pois dela vem a imagem das ditaduras, ordens, etc.  Mas autoridade é algo necessário e na medida certa, como tudo na vida, traz bons frutos.</p>
<p>Autoridade é como o sol que alguma vezes pode ofuscar e trazer desconforto, outras pode ser um bom amigo a indicar o caminho, um calor ao corpo frio, etc. A questão é que ao longo dos tempos a autoridade foi usada de forma exagerada e explorado sempre o seu pior lado: a hierarquia mandatória. Isto gerou um receio coletivo e aversão.  Porém a falta de autoridade, sua total ausência, é uma anarquia, que no meu ponto de vista, é o fim da sociedade organizada, é desordem. Exemplos do abuso,  foram as ditaduras que se instalaram em vários períodos históricos e que deixaram feriadas profundas em todos nós.  Exemplos de sua falta, é o nosso cotidiana onde a falta de um autoridade justifica, em parte, a criminalidade alarmante que nos encontramos.</p>
<p> Mal uso da autoridade está no exagero e no foco no aspecto errado. Ao direcionar a atenção no ponto da obediência, da imposição, subjulgar, entre outras características semelhantes,  tem se o uso inadequado da autoridade, pois a autoridade em si é formada por este mas também por outras coisas.  Dentro da autoridade existe também a vigilância, proteção, equilibrio de poder, lideranças, etc.  Ela é formada por todos estes aspectos, o que a faz ser "boa ou ruim" são as proporções de cada.</p>
<p>O totalitarismo, a presença da autoridade negativa, cujo o foco são nos aspectos de obediência, imposição, etc, é algo ruim, pois de certa forma cria um sociedade estruturada imposta onde não existe espaço para discordar, pensar ou ser diferente. Este sempre foi a característica marcante das ditaduras e que levou muitos considerar a autoridade como algo ruim, doloroso, desumano</p>
<p>A falsa anarquia, desgoverno, é ausencia total da autoridade. A autoridade é figurada pelo estado porém o estado não a exerce deixando uma lacuna que acaba sendo preenchida pela criminalidade. Isso cria uma desordem e gera sociedades "caóticas".</p>
<p>Acredito que não podemos ir "nem para um lado, nem para outro", devemos seguir o caminho do meio. A autoridade é necessária  e deve se fazer presente explorando seus aspectos positivos: vigilancia, proteção dos fracos, controle, liderança, norteamento, etc.  Entretanto, ela é o conjunto por isso os outros aspectos devem também estar presente mas suas prioridades baixas e sempre subjugadas a democracia e liberdade social.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matriz de Responsabilidades]]></title>
<link>http://qualiblog.wordpress.com/?p=329</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 15:01:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldocgq</dc:creator>
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<description><![CDATA[O leitor Janilton Belline solicitou um exemplo de Matriz de Responsabilidades e Autoridades, e me fe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><img src="http://qualiblog.wordpress.com/files/2007/10/avatarmini.jpg" alt="_Mini avatar" align="left" />O leitor <strong>Janilton Belline</strong> solicitou um exemplo de Matriz de Responsabilidades e Autoridades, e me fez lembrar que a pouco tempo eu desenvolvi um modelo para ser aplicado no SGQ, relacionando os principais documentos do Sistema, os itens da Norma e as áreas responsáveis e envolvidas, com o objetivo de funcionar como um mapa para auditorias. A partir dela, dá para ver quem participa no atendimento de cada item, os responsáveis pelos processos e as relações entre as áreas da Organização e o Sisitema de Gestão da Qualidade. O modelo está disponível na guia Qualidownloads. Clica lá e aproveite para ver se tem mais coisas úteis para você no acervo. </p>
<p>Para saber um pouco mais sobre o uso de Matrizes de Responsabilidades e pegar mais um modelo legal, visite o <strong>Operando Bien</strong> clicando <a href="http://operandobien.blogspot.com/2007/05/matriz-de-responsabilidades-base-do.html" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moita Flores: Um Exemplo dos Problemas da Norma da Autoridade]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 09:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=95</guid>
<description><![CDATA[No meu post sobre a norma da autoridade na persuasão alertei para o facto de que um dos principais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No meu post sobre <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/22/psicologia-da-persuasao-a-norma-da-autoridade/" target="_blank">a norma da autoridade</a> na persuasão alertei para o facto de que um dos principais problemas desta norma é transferência da autoridade de uma pessoa de um dado assunto para outros na qual essa autoridade não se aplica. Moita Flores é o exemplo prático disso mesmo!</p>
<p>Elevado a personalidade mediática pela facilidade como surge na televisão a comentar todo e qualquer caso policial, ou não policial, Moita Flores assumiu um papel de autoridade que tem vindo a transferir, com sucesso diga-se, para outras áreas onde se percebe não ter conhecimento que lhe permita assumir esse estatuto. Nada melhor qualifica Moita Flores como a designação de "homem dos sete ofícios" que <a href="http://bitaites.org/cromos/o-debate-na-sic-sobre-a-internet-e-os-blogues" target="_blank">o Marco Santos o designa</a>. Continuando a usar as palavras publicadas no Bitaites, deixo aqui este parágrafo que sumariza na perfeição a situação:</p>
<blockquote><p><em>O homem tem o notável talento de dizer lugares-comuns com a mais absoluta das convicções. E esta é uma qualidade óptima para quem quer aparecer em televisão, como qualquer político sabe. E ele também é político. Ele é tudo e mais alguma coisa. </em><em>Ser ou não ser, para Moita Flores, não é questão que se coloque. Um especialista em banalidades tem convicções sobre o caso Maddie, a polícia, os ladrões, o mar e o campo, o céu e a terra, os santos e os terroristas, as mensagens instantâneas e as comunicações encriptadas, os blogues, a Internet, o que se quiser. Acho que seria até capaz de dissertar sobre a psicologia da torneira da minha casa de banho, se isso implicasse um debate público. Obviamente, não precisava sequer de a usar. Quem viu uma torneira, viu todas.</em></p></blockquote>
<p>No meu post acima mencionado escrevi o seguinte:</p>
<blockquote><p><em>A melhor linha de defesa contra o uso indevido desta norma é começar por tentar definir se a suposta autoridade de alguém é relevante para o assunto em questão. Devemos também tentar separar a opinião da pessoa que a emite, de forma a avaliarmos os méritos desta e não a aceitarmos com base apenas no estatuto de quem a emitiu.</em></p></blockquote>
<p>Quem se deu ao trabalho de ouvir Moita Flores falar percebeu perfeitamente que se trata de alguém que desconhece a realidade da Internet e que se deu ao trabalho de escolher as palavras e chavões que melhor serviam o propósito de atacar a Internet e mais particularmente os blogs. Infelizmente, Moita Flores tem adquirido um estatuto de autoridade exacerbado pelas suas constantes presenças em programas "populares" que irá permitir que as barbaridades que proferiu assumam um estatuto de verdade para muitos portugueses que não têm qualquer contacto com a Internet.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Autoridade - valor em extinção]]></title>
<link>http://paisnaterra.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 13:20:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conheço muitos pais que têm medo de exercer sua autoridade perante os filhos, talvez porque sempre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conheço muitos pais que têm medo de exercer sua autoridade perante os filhos, talvez porque sempre que você toma uma atitude, se porventura algo der errado, a culpa é algo que você vai ter que assumir. Acho que pensam que não tomando atitude nenhuma se eximem também de culpas. Mas não tomar nenhuma atitude também é uma atitude e uma opção perigosa. Quem simplesmente deixa o barco correr vai ter que se preocupar com seu conserto depois do acidente, que com certeza ocorrerá, num barco sem ninguém no leme.</p>
<p>O pensamento "não sei o que fazer, então não faço nada" leva os filhos a virarem soberanos absolutos dentro de casa, assumindo eles o que os pais se omitiram em fazer. Acontece de ligar para pais de alunos com problemas (comportamento, atraso nas tarefas, etc) e os pais me retornarem uma pergunta:</p>
<p>- O que eu posso fazer?</p>
<p>Dizem esses pais que "não adianta falar com ele" porque ele não obedece... Ora, se não obedece aos pais, vai obedecer a quem? E para haver obediência pressupõe-se que alguém exerça autoridade, se você não a exerce, como seu filho vai aprender a fazer a parte dele?</p>
<p>Autoridade não significa despotismo ou autoritarismo, mas os pais precisam impor limites e exigir que sejam respeitados. Se você acredita que determinado tipo de programa vai ser nocivo à formação do caráter do seu filho, explique isso a ele e proíba o tal programa. Ele vai no fundo perceber que você realmente SE IMPORTA.</p>
<p>Aos pais que me perguntam "o que eu faço?" eu costumo perguntar: "Depende. Afinal, quem é que MANDA NA SUA CASA?"</p>
<p>(zailda coirano)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Umas palavras sobre a família]]></title>
<link>http://experimentakosmos.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 08:08:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>drkosmos</dc:creator>
<guid>http://experimentakosmos.wordpress.com/?p=11</guid>
<description><![CDATA[
já há uns bons tempos que reparei que quem abraça e vive esse conceito de família ou quem por a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2"><br />
já há uns bons tempos que reparei que quem abraça e vive esse conceito de família ou quem por acaso gosta de facto de se relacionar com essas figuras do pai, mãe, irmãos, primos, tios e avós (e mais uns tantos que não sei a designação), têm uma tendência a brincar com tudo o que são relações fora desse circulo. Ou seja, existe a ideia de que, aquilo cuja designação é somente a de amigo, e 'somente' no sentido de não existir qualquer grau de parentesco (acho que é isso que se chama a alguém ligado à família), não é séria e deve ser levada como uma brincadeira, sem empenho e responsabilidade.</p>
<p>Por acaso, não gosto de empregar isso do empenho e da responsabilidade a tudo onde se possa aplicar esse conceito de amizade, porque acho a amizade qualquer coisa de natural, que é naturalmente forte e coesa. E não exige nenhum esforço extra, com é o empenho e a responsabilidade. </p>
<p>O empenho e a responsabilidade, são outra forma (e uma forma bem infeliz) de dizer que as amizades são criadas por nós e de forma mútua. Se não acredito que a amizade é algo de substancial, de criativo nem sustentável, nunca me vou pré-dispor a ser amigo de ninguém nem a gostar de ninguém com sinceridade. Vai-se saltando de sitio em sitio, de contexto em contexto, com inevitável superficialidade e, muitas vezes quando se chega a uma certa idade, vai-se à procura de alguém para incluir na família ou para 'formar' família.</p>
<p>Penso até que a génese desse descrédito do que é somente amizade, vêm de uma inaptidão para aceitar o que é diferente, o que está fora de nós e do nosso universo intelectual. E então é fácil criar um circulo e fecharmo-nos dentro dele e das suas regras, deveres e  obrigações,  consequentemente aumentando a ausência de empenho nessa coisa do ser-se amigo.<br />
Por isso a família vai, muitas vezes, pervertendo o que deveria estar na sua base. A tal ponto que essas duas palavras, empenho e responsabilidade já se confundem com as próprias relações em si, e nos vamos esquecendo da felicidade por exemplo.</p>
<p>Como é natural, não tenho simpatia nenhuma pela família nem pelas suas figuras, e não é só pelo que mencionei em cima.<br />
Penso que a família é uma materialização da coação psicológica, que é constantemente empregue devido à confusão entre duas coisas completamente diferentes. Uma é composta por aquilo que é a dependência económica  e a nossa evolução enquanto mamíferos (o que requer cuidados particulares e um tempo de aprendizagem e protecção), e a outra é composta pela felicidade e amor (que raio de palavra mais 'mariconça'). Normalmente, na chegada de uma vida ao nosso mundo, acha-se por si só, que a vontade da figura dos pais quererem ter um filho, obriga o filho a ser amigo deles. Coisa que vai aumentando com o cumprimento desses cuidados biológicos dos sr. mamíferos que somos, e ainda os sociais (como a educação). E só por aqui, é possível verificar o tom autoritário que é imposto ao conceito de amizade.<br />
Posteriormente com a evolução das necessidades da educação que temos (que são bem longas) e do materialismo normal em algumas idades, associa-se o dinheiro ao gostar-se de alguém, ao 'amar' alguém e gera-se algo que vou chamar de divida emocional. Divida emocional porque, se espera que alguém que surgiu num projecto dos pais e da sociedade, goste automaticamente daquelas pessoas (e da sociedade também). </p>
<p>É pena não existir uma poder critico maior em toda esta gente, para que não confundissem o que são necessidades económicas e biológicas com a amizade, felicidade, criatividade e tudo o que é saudável. E é interessante o facto de ser-se impossível falar de amizade sem referir a família, já que é aqui que infelizmente (a meu ver) as interacções interpessoais começam, e onde são moldadas até uma certa idade (as vezes é para a vida toda também).</p>
<p>E para passar da família para a pessoa, se olharmos para isto tudo assim 'por alto', dá a ideia que se vai mimificando o que nos foram habituando, da mesma forma de quando tínhamos 5 ou 6 anos, isto é, sem reflectir no que se está a fazer. Mantendo as confusões todas e denegrindo o que é amizade. </p>
<p>Uma outra forma de ver isto, e dado os valores associados à família serem incutidos durante muito tempo e existirem desde sempre, é interpretar a razão pela qual estas pessoas as quais me refiro aqui agirem assim face às 'amizades comuns',  como o facto de gostarem ou pensarem que o conjunto e escala de valores que a família propõe, é o melhor para eles. Embora ao dizer isto me sinta brando demais, já que este tipo de compreensão não é reciproca.</p>
<p>Enfim, penso que expliquei porque é que umas pessoas tratam outras como objectos (e sem pagar ainda por cima! :D) e o vazio que se sente só de interagir brevemente (ou não) com essas pessoas.</p>
<p>E prontos, sem perceber bem o lucro que estas pessoas têm com isto, despeço-me com felicidade ;)<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é Preciso para se tornar uma Autoridade?]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 10:03:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=84</guid>
<description><![CDATA[Depois de aqui ter explicado como funciona a norma da autoridade e de ter dado alguns exemplos dessa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de aqui ter explicado como funciona <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/22/psicologia-da-persuasao-a-norma-da-autoridade/" target="_blank">a norma da autoridade</a> e de ter <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/23/o-poder-das-autoridades-do-medico-de-familia-a-marcelo-rebelo-de-sousa-passando-pelo-dr-house/" target="_blank">dado alguns exemplos</a> dessa mesma norma, encontrei duas interessantes entrevistas com Harry Collins, um sociólogo da Universidade de Cardiff que tem dedicado parte da sua carreira à problemática das autoridades científicas, ou como se diz em inglês e com mais propriedade à questão dos "experts" e de como pode alguém assumir essa posição.</p>
<p>Deixo aqui duas frases que penso definirem bem as questões problemáticas em torno das "autoridades":</p>
<blockquote><p>Nowadays any     parent         of a young child, or anyone who can access the Internet,         thinks their opinions on technical matters are sound.</p>
<p>We believe that you can work out whether someone has the right scientific expertise and experience to make some sensible contribution to scientific debates. It doesn't mean they're right. What you have to do is not sort out the people who are right and wrong; what you have to sort is the people who can make sensible contributions from those who can't. Because once you stop doing that, things go horribly wrong.</p></blockquote>
<p>Se quiserem saber um pouco mais ficam aqui os links para as duas entrevistas:</p>
<p><a href="http://www.americanscientist.org/template/InterviewTypeDetail/assetid/56975" target="_blank">The Bookshelf talks to Harry Collins</a> - American Scientist Online</p>
<p><a href="http://www.sciam.com/article.cfm?id=scientists-know-better-than-you" target="_blank">Scientists Know Better Than You and Me - Even When They're Wrong</a> - Scientific American</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Poder das Autoridades: do Médico de Família a Marcelo Rebelo de Sousa passando pelo Dr. House]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:18:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=82</guid>
<description><![CDATA[Como referi no post onde explicitei, de forma simples, os princípios da norma da autoridade, a atri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como referi no post onde explicitei, de forma simples, <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/22/psicologia-da-persuasao-a-norma-da-autoridade/" target="_blank">os princípios da norma da autoridade</a>, a atribuição do estatuto de "autoridade" não obedece a uma regra universal. Trata-se, como expus, de uma característica do emissor de uma mensagem que é percebida pela audiência. Em termos simples, podemos dizer que alguém apenas é considerado uma autoridade se esse for a percepção dos seus ouvintes. Eu posso ser uma autoridade em astrofísica (não sou apesar de ser uma área que me fascina e sobre a qual sei um pouco) que se o resto da sociedade não me reconhecer como tal, a minha capacidade de persuasão ao nível da astrofísica será nula.</p>
<p>Como referi no posto anterior, a autoridade pode ser atribuída com base em diversos factores: conhecimento demonstrado, cargo que ocupa, título académico... Um caso prático em termos de autoridade é a dos médicos de família, pelo cargo que ocupam, pelos estudos académicas e pela imagem e estatuto social de que gozam. A regra de aceitarmos aquilo que os nossos médicos de família nos dizem acerca da nossa saúde é muito útil já que estamos a falar de um assunto que esse grupo de pessoas domina. Seguir à risca as indicações médicas acerca de uma dada doença, seja como preveni-la ou como lidar com ela, é boa política já que pode ser essencial para nossa sobrevivência. Por outro lado, aceitar conselhos do nosso médico acerca de como investir na bolsa sem consultar um especialista no assunto seria potencialmente um erro. Bem como seria seguir a indicação de um corretor sobre a melhor forma de curar uma pneumonia. Pode parecer um pouco estranho este exemplo, mas a verdade é que o estatuto de autoridade numa dada área é por vezes transposto para outras que em nada lhe estão relacionadas.</p>
<p>Esta transferência de autoridade tanto pode ocorrer entre áreas de conhecimento como entre os papéis sociais que uma pessoa "representa". Isso acontece frequentemente com actores que desempenha papéis de grande relevo em filmes ou séries televisivas. Muitas vezes ocorre que a autoridade atribuída às personagens<br />
que interpretam é transferida para a vida real. O actor Hugh Laurie, que interpreta a personagem Gregory House na série de sucesso House, revelou recentemente numa entrevista que é várias vezes abordado, pessoalmente ou por carta, por pessoas que lhe pedem conselhos médicos acerca de variadíssimas doenças. Este fenómeno de transferência é muitas vezes aproveitado pela publicidade que coloca esses mesmos actores em anúncios relacionados com os papéis que desempenham. Por exemplo, o recurso a Hugh Laurie para uma publicidade a um medicamento, a um tipo de tratamento ou num anúncio de serviço público a alertar para questões relacionadas com a saúde seria extremamente persuasivo.</p>
<p>O último caso de que quero aqui falar é o da super-autoridade, papel que é atribuído a comentadores televisivos e que em Portugal tem Marcelo Rebelo de Sousa como expoente máximo. O papel que estas pessoas têm em termos mediáticos confere-lhes um estatuto de autoridade mesmo em áreas nas quais a sua opinião valerá tanto como de outra pessoa qualquer. Quando Marcelo Rebelo de Sousa faz as suas aparições dominicais na TV o país para para ouvi-lo e grande parte da agenda das horas e dias seguintes é marcada por aquilo que disse. Seja política (onde a sua autoridade seria plena), seja justiça, educação ou futebol (onde deveria ter o mesmo valor que o de uma conversa de café). O facto de ser anunciado como Professor Marcelo (um título correcto) ajuda a aumentar a autoridade percebida das suas opiniões.</p>
<p>Estes 3 casos espelham bem os potenciais problemas que a transferência da autoridade de um campo ou de um papel para outro podem trazer. Como indiquei no post anterior, a melhor forma de lidar com a anuência automática que resulta da atribuição de autoridade a uma pessoa é a de tentar contextualizar a informação para percebermos se essa pessoa é de facto uma autoridade no assunto em discussão, ou se estamos a valorizar a sua opinião por uma questão de transferência de autoridade.</p>
<p>Este post pertence à serie <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/principios-de-persuasao/" target="_blank">Princípios de Persuasão</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Freak day]]></title>
<link>http://bisoro.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:59:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>dede</dc:creator>
<guid>http://bisoro.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[Estava eu, tranqüilo, assistindo a uma aula quando o professor resolveu encrencar comigo, tudo porq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Estava eu, tranqüilo, assistindo a uma aula quando o professor resolveu encrencar comigo, tudo porque eu estava mandando um SMS do celular sem fazer barulho ou falar com ninguém.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">O dito já estava atrasado, entrou na sala às 20h20m, quando a aula começa às 20h e não deixou dois alunos entrarem depois das 20h30m.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">às 20h35m estava eu, do lado de fora da sala ligando para <a title="Xuxu" href="http://www.maria-brazil.org/newimages/chuchu.jpg" target="_blank">a pessoa destinatária</a> da mensagem e indignado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">A aula durou mais 35 minutos, ao invés dos 45" que ainda faltavam.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Vai entender, pra mim isso está mais para demonstrar uma relação de autoridade. Pena que não é feita de uma maneira mais eficaz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Bom, logo depois disso eu fui para meu prédio, esperei o elevador chegar, quando, para minha surpresa, mais 4 pessoas X que não conheço entraram, na verdade seguraram a porta para a 4ª integrante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Foi ali que eu constatei que a 4ª pessoa que atrasou o processo era o Paulinho Vilhena (lança no <a href="http://www.google.com" target="_blank">Google</a> que você descobre quem é, se não souber).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Pô, o cara vai participar do <a href="http://glamuramapop.uol.com.br/notas/index.asp?mat_cod=2505">longa metragem que filmarão no meu prédio nos próximos meses</a>... Enquanto olhava para ele, só lembrava de:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">1) ele era amigo de um colega da minha sala, os dois viajavam juntos para a praia, camping ou algo do gênero;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">2) ele namorava a Sandy nessa época, sim, a irmã do Júnior e filha do Chitãozinho e Xororó (o.k., um dos dois, não sei qual e não vou me dar ao trabalho de pesquisar);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">3) ele namorou a Luana Piovani. Esse sim foi o ponto crucial da reflexão.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;" src="http://www.luanapiovani.blogger.com.br/copiava2.jpg" alt="Luana Piovani" width="374" height="293" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Constatei que ele é mais baixo do que eu, que tenho 1,91m, mais magro (também, ando comendo mais que um urso prestes a hibernar), e não achei ele tãããão bonitão como eu costumo ver minhas amigas suspirarem quando ele aparece na tevê, ou cinema. Tá mais pra um cara normal, e não, não é despeito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">Agora estou curioso para saber quem é o par romântico dele! :)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Tahoma;">pH = 5,0 (porque ninguém merece ter que trabalhar no último feriado prolongado do ano!)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não Podia Estar Mais De Acordo]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5438</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 22:38:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5438</guid>
<description><![CDATA[
“A educação para a autoridade é um valor que tem vindo a ser descurado”
Joaquim Azevedo, dir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://www.educare.pt/educare/Detail.aspx?contentid=4DBF1E28CFB0424CE04400144F16FAAE&#38;channelid=9E69080D12820D4E9497B31FFB72BB08&#38;schemaid&#38;opsel=1">“A educação para a autoridade é um valor que tem vindo a ser descurado”</a></h2>
<p>Joaquim Azevedo, director da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica, considera que o Ministério da Educação não confia sistematicamente na autoridade e profissionalismo dos professores.</p></blockquote>
<p>Porque já seria tempo de algumas mentes<em> «traumatizadas»</em> deixarem de lançar os seus fantasmas sobre todos nós...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia da Persuasão: A Norma da Autoridade]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 17:06:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=80</guid>
<description><![CDATA[Terceiro capítulo da minha incursão pelas normas persuasivas definidas por Robert Cialdini, incidi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Terceiro capítulo da minha incursão <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/04/25/ciencia-da-persuasao-6-principios-psicologicos/" target="_blank">pelas normas persuasivas definidas por Robert Cialdini</a>, incidindo desta feita na questão da autoridade. É preciso antes de mais definir que, neste contexto, "autoridade" não se limita a definir poder que advém de um cargo, mas também, e na minha opinião sobretudo, refere-se também ao estatuto atribuído alguém com base nos seus conhecimentos ou perícia relativamente a um dado assunto ou ofício.</p>
<p>Em termos de exemplo, podemos considerar um polícia ou o nosso chefe como alguém que possui autoridade que advém dos cargo que ocupam, mas também podemos considerar como autoridades num dado campo do conhecimento um professor ou um blogger que se dedicou a um dado assunto. Um aspecto que é preciso salientar é o facto de a autoridade ser uma característica que é <strong>percebida</strong> pelo alvo da comunicação. Não basta alguém auto proclamar-se como uma autoridade, é necessário que a sua audiência lhe reconheça esse estatuto, que pode ser ou não real.</p>
<p>É necessário distinguir também entre persuasão e coerção. Quando falamos em autoridade falamos também de pessoas que detêm determinados poderes reais ou simbólicos que só por si levam à anuência por parte dos outros. A norma da autoridade não se refere às situações em que alguém obedece porque receia as represálias da outra parte, mas sim quando o faz porque "acredita" que essa é a melhor solução tendo em conta que foi admitida por alguém que é supostamente um expert no assunto.</p>
<p>O poder persuasivo das autoridades é facilmente explicável: o cargo que ocupam ou os conhecimentos que demonstram colocam essas pessoas como as mais credíveis para emitir opiniões ou dar conselhos acerca de um dado assunto. Esta é uma lógica que permite que o mundo social funcione sem grandes problemas, sendo quase sempre benéfica. Se um polícia nos indica que é melhor não estacionar-mos o carro perto daquela curva, nós reconhecemos-lhe a autoridade necessária para que essa indicação seja cumprida. O mesmo se aplica a um médico que acha que o melhor para a constipação é tomar determinados medicamentos. Ou se um opinion maker ao qual reconhecemos autoridade em termos de conhecimento político diz que uma decisão do governo está errada, temos a tendência para valorizar essa opinião e talvez mesmo alterar a nossa.</p>
<p>Tal como as restantes normas da persuasão, a norma da autoridade actua de forma "mecânica" o que nos leva a concordar com algo sem que percamos tempo a pensar se será de facto o mais correcto. Isso leva a que por vezes decisões disparatadas e evidentemente nocivas tomadas por alguém que é reconhecido como uma autoridade seja acatadas por outras pessoas, apesar de ser evidente que não se trata da melhor solução para um problema.</p>
<p>Para além de reagirmos a figuras de autoridade, reagimos também aos seus símbolos ou títulos. Isto faz com que uma simples bata branca, um fato e gravata ou um diploma tenham sobre nós os mesmos efeitos de condescendência que nos levam a estar mais predispostos a concordar com determinada opinião ou a efectuar determinado comportamento. Este é um estratagema muito usado por quem pretende usar estas técnicas de forma menos ética.</p>
<p>Um outro aspecto relevante desta norma é que tendemos a transferir a autoridade que uma pessoa tem num dado campo para todos os outros assuntos. É por isso que muitas vezes vemos médicos, advogados ou políticos a emitir opiniões na televisão sobre assuntos acerca dos quais não têm qualquer tipo de autoridade. Ou que aceitamos conselhos do nosso chefe acerca de um assunto da nossa vida privada. Ou porque a publicidade recorre a figuras conhecidas da sociedade para promover um produto ou serviço.</p>
<p>A melhor linha de defesa contra o uso indevido desta norma é começar por tentar definir se a suposta autoridade de alguém é relevante para o assunto em questão. Devemos também tentar separar a opinião da pessoa que a emite, de forma a avaliarmos os méritos desta e não a aceitarmos com base apenas no estatuto de quem a emitiu. Claro está que, embora aparentemente simples, estas técnicas nem sempre são fáceis de utilizar ou mesmo desejáveis. Em situações que exigem uma resposta imediata nem sempre é possível ponderar sobre os méritos de uma ordem ou sugestão. Em todo o caso, convém sempre ter em conta o contexto em que essa ordem ou sugestão é emitida antes de a aceitarmos como "verdade absoluta".</p>
<p>Este post pertence à serie <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/principios-de-persuasao/" target="_blank">Princípios de Persuasão</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um líder de verdade!!!]]></title>
<link>http://divelog.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 11:49:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafa &#38; Mila</dc:creator>
<guid>http://divelog.wordpress.com/?p=106</guid>
<description><![CDATA[Fala galera, blzz ?
Já faz algum tempo que não falo aqui sobre liderança, uma das coisas que acho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, blzz ?</p>
<p>Já faz algum tempo que não falo aqui sobre liderança, uma das coisas que acho mais importante dentro de qualquer trabalho, ainda mais no mergulho aonde você realmente lidera pessoas o tempo todo.<br />
Já passei aqui várias dicas de livros e filmes de liders ou lições exemplares, existem pessoas que acham isso uma grande bobagem, talvez sejam essas as mesmas pessoas que proporcionam um emprego parecido com a era da revolução industrial para seus funcionários.</p>
<p>Já lemos por aqui o quanto é importante aprender a ouvir as pessoas e ouvir de verdade, não somente ficar quieto e olhar para a cara da pessoa, é limpar a sua mente de qualquer ruído que possa atrapalhar e prestar atenção no que ela esta dizendo, isso no minimo é respeito e interesse pelo que aquela pessoa esta falando.</p>
<p>Outro ponto importante que já lemos aqui é o fato de ser um líder servidor, aquele cara que conquista a liderança pela autoridade e não poder. A diferença é que pelo poder você impõe coisas que as pessoas não queiram fazer, com autoridade, você conquista a pessoa e convence ela de que aquilo que esta dizendo é o melhor a fazer, só que você convence somente servindo, mostrando o exemplo. Neste ponto me lembro do exemplo do técnico Bernardinho da seleção de volei do Brasil, ele contou em seu livro que certa vez perguntal a um famoso técnico de uma seleção que não me recordo porque ele estava carregando todos os sacos de bola do treino de sua equipe e o cara respondeu: Bernardo, se eu não começar a fazer e dar o exemplo de que isto é um time, unido e todos somos iguais, ninguém vai fazer por mim e eles somente vão obedecer minhas ordens e não meus ideais e idéias.</p>
<p>E para exemplificar é o motivo de eu estar escrevendo, assisti um video no youtube com um ótimo exemplo do que é ser em primeiro lugar pai e em segundo lugar um bom líder servidor, aquele cara que vai ter o poder de falar enquanto as pessoas vão ouvir e refletir.<br />
Somente para contestualizar o video abaixo, o filho desse cara teve diversos problemas e o sonho do garoto era completar uma corrida de triatlon, veja o que esse pai fez para realizar o sonho do cara:</p>
<p> <span style="font-family:Courier New;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9vjk9jAfihk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/9vjk9jAfihk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comentando o item 5.5]]></title>
<link>http://qualiblog.wordpress.com/?p=272</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 18:12:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldocgq</dc:creator>
<guid>http://qualiblog.wordpress.com/?p=272</guid>
<description><![CDATA[Item 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
Este requisito da norma é composto por tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#0000ff;">Item 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação</span></strong></p>
<p>Este requisito da norma é composto por três sub-requisitos:</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#333399;">5.5.1 Responsabilidade e autoridade</span></span></strong><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> A Alta Direção deve assegurar que as responsabilidades e autoridades são definidas e comunicadas na organização.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#333399;">5.5.2 Representante da Direção</span></span></strong><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> A Alta Direção deve indicar um membro da organização que, independente de outras responsabilidades, deve ter responsabilidade e autoridade para:</span><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> a) assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade sejam estabelecidos, implementados e mantidos,</span><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> b) relatar à Alta Direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade e qualquer necessidade de melhoria, e</span><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> c) assegurar a promoção da conscientização sobre os requisitos do cliente em toda a organização.</span><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> NOTA – A responsabilidade de um representante da direção pode incluir a ligação com partes externas em assuntos relativos ao sistema de gestão da qualidade.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#333399;">5.5.3 Comunicação interna</span></span></strong><span style="color:#333399;"><br />
</span><span style="color:#333399;"> A Alta Direção deve assegurar que são estabelecidos na organização os processos de comunicação apropriados e que seja realizada comunicação relativa à eficácia do sistema de gestão da qualidade.</span></p>
<p>...</p>
<p>Sendo assim, vamos comentar cada um em separado para melhor entendimento.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">5.5.1</span></strong> – Este ponto alerta que onde ninguém sabe quem manda é fácil estabelecer-se o caos. Para ilustrar esse sub-requisito, uma antiga historinha encaixa-se muito bem: Aquela das quatro pessoas, TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.</p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://qualiblog.wordpress.com/files/2008/05/rei-copas.jpg" alt="" width="100" height="160" /><span style="color:#333399;"><em>Havia um trabalho importante a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria.<br />
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.<br />
ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO.<br />
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO fosse deixar de fazer.<br />
Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.</em></span></p>
<p>Bem, um simples ORGANOGRAMA dizendo quem é quem e por quais áreas é responsável resolve a questão. Eu aconselho que ele seja divulgado por toda a organização e que seja tomado um cuidado especial: torne-o um documento controlado e cuide de mantê-lo atualizado, caso a estrutura mude. Que mudanças podem ocorrer? Pessoas, responsabilidades, Novas Áreas...</p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://qualiblog.wordpress.com/files/2008/05/valete-paus.jpg" alt="" width="100" height="160" /><strong><span style="text-decoration:underline;">5.5.2</span></strong> – O Representante da Direção é em resumo, o responsável pelo SGQ da organização. Suas responsabilidades e o alcance de sua autoridade estão bem claros no texto da norma (vide acima). Ela inclusive cita que ele pode ter outras responsabilidades. Por isso é comum que um gerente, normalmente da área de qualidade, RH ou engenharia assuma esse papel. Isso depende da estrutura da organização, de como ela definiu seu SGQ... Eu particularmente defendo que ele seja exclusivamente responsável pelo SGQ, mas organizações menores não podem se dar a esse luxo.</p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://qualiblog.wordpress.com/files/2008/05/cartas.jpg" alt="" width="200" height="160" /><strong><span style="text-decoration:underline;">5.5.3</span></strong> – A comunicação, tanto interna quanto externa, deve ser considerada importantíssima em qualquer área. A Gestão da Qualidade, para ser bem conduzida, depende extremamente dessa ferramenta essencial nas relações humanas. A ISO enfatiza em seu texto a comunicação relativa à eficácia do SGQ, mas propositadamente não exemplifica os meios utilizados, deixando a critério das organizações essa definição. Esta definição se guia por uma questão cultural: existem empresas onde a comunicação é extremamente formal, efetivada através de reuniões (atas), CI´s, relatórios... Outras utilizam-se de cartazes bem humorados, jornais internos, sistemas audiovisuais... E tudo isso é comunicação!</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Veja todos os artigos desta série <a href="http://qualiblog.wordpress.com/comentando-a-iso-9001/" target="_blank">aqui</a>. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um filme "ácido"]]></title>
<link>http://noflavour.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 17:09:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcela</dc:creator>
<guid>http://noflavour.wordpress.com/?p=134</guid>
<description><![CDATA[
Alguém aí já assistiu o filme do The Doors?
Eu não. O que eu vi, ontem, foi o filme biográfico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/figthedoors3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-135" src="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/figthedoors3.jpg" alt="The Doors " width="372" height="400" /></a></p>
<p>Alguém aí já assistiu o filme do The Doors?</p>
<p>Eu não. O que eu vi, ontem, foi o filme biográfico da vida do Jim Morrison, que acho que chamaram de The Doors só pra não ficar feio.</p>
<p><a href="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/jim88.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-136" src="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/jim88.jpg?w=300" alt="Jim Morrison" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Antes de começar a história em si, o filme começa com um texto incrível, que parece que é o verdadeiro desfecho, "The End". Narra-se a entrada em uma sala de cinema lotada, em que, em suma, os expectadores assistem a própria vida. "A sua vida daria um filme?"</p>
<p>Tudo começa com a família do Jim se mudando pra California, dirigindo no meio do deserto ao som de riders on the storm enquanto, de um lado da estrada, se depara com um acidente de índios em que há uma vítima fatal e uma mulher desesperada. A polícia local já estava lá, e, em suas palavras, "tudo estava sob controle".</p>
<p>Muito interessante o diretor incluir essa passagem porque através dela é possível fazer várias inferências. O desrespeito do Jim pela autoridade, sua relação com a morte e a presença do shaman (curandeiro da aldeia) possivelmente vieram dali. Além disso, a mãe dele disse que era tudo um sonho, o que tornou essa cena, que de outra forma seria lugar comum, um poço de subjetividade e uma indicação de tudo o que viria a seguir.</p>
<p>"É tudo um sonho, Jim. Só um sonho". Sua vida anterior foi um sonho, sua mãe, seu pai e sua irmã não existiram. Depois de deixar sua família, tudo anterior a sua vida de excessos deixou de existir.</p>
<p>O filme mostra o lado covarde do poeta e o lado impulsivo e sensível do homem inteligente, sem limites que não conseguia suportar as próprias emoções. "I am the Lizard King, I can do anything".Ele tinha que transceder, tudo nele era demais. "Ride the snake", não fuja dela. Abra as portas da conciência, além todo o conhecimento é infinito.</p>
<p>O filme inteiro parece toda uma viagem de doce. No meio dos shows uma tribo indígena tomava conta do palco junto com Jim. O músico afirmava que cada uma delas possuía seu próprio shaman, e que todos eram escravos do sistema. Mas com o tempo, o objetivo da banda que inicialmente era transceder os limites da mente com a sua música e com as drogas, foi se tornando cada vez mais comercial. O próprio Jim que antes queria viver tudo intensamente acabou bebendo e se drogando tanto pra fugir das suas emoções. A própria negação da família era uma forma de fugir. Ele dizia que a família havia morrido em um acidente de trânsito, o que mostra que aquele acidente que ele presenciou quando tinha 4 anos ainda queria dizer muito pra ele.</p>
<p><a href="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/morrisonj070707_468x381.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-137" src="http://noflavour.wordpress.com/files/2008/04/morrisonj070707_468x381.jpg" alt="Jim Morrison and Pam" width="468" height="381" /></a></p>
<p>Jim tinha uma relação conturbada com Pam, a namorada de longa data, pois ambos não conseguiam levar o relacionamento aberto que tinham. Jim traia Pam constantemente, e ela revidava. Além disso o trieto Jim, Pam e LSD geralmente culminava em situações perigosas, como quando ela tentou acertar uma faca de cozinha nele porque ele tinha detonado o almoço que ela estava fazendo. "I killed your duck", "Do you wanna see a death?".</p>
<p>Quem assistir o filme e curtir um bom rock n' roll não vai ver The Doors da mesma forma. Muitas das músicas tem uma história, geralmente "ácida".</p>
<p>A resposta para a pergunta "A sua vida daria um filme?" se fosse dirigida a James Douglas Morrison deveria ser "Deu, um filme de 2:14 que é um rascunho do resumo da minha vida".</p>
<p>Pena que a maioria dos grandes astros morrem cedo. De qualquer forma, antes 27 anos vivendo intensamente do que 100 na frente do computador.</p>
<p>"Como foi quando ela chegou, Jim?"</p>
<p>"No more money, no more fancy dress, This other kingdom seems by far the best."</p>
<p>J.M.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser Policial]]></title>
<link>http://segurancaemfoco.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 20:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>polleg</dc:creator>
<guid>http://segurancaemfoco.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[O primeiro post do blog é sobre um dos vídeos que me motivou a criar o SEGURANÇA EM FOC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">O primeiro <em>post</em> do blog é sobre um dos vídeos que me motivou a criar o <span style="color:#ff0000;">SEGURANÇA EM FOCO</span>.  Ele faz parte de uma série de vídeos do <a href="http://www.dhnet.org.br/educar/balestreri/dados/index.html">Ricardo Balestreri</a> sobre direitos humanos. A qualidade do vídeo deixa  à desejar (além de não haver sincronia entre o áudio e a imagem...), mas como julgo o conteúdo mais importante que a forma vai assim mesmo.</p>
<p style="text-align:left;">O primeiro vídeo tem o título "Policial: Cidadão Qualificado"</p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xyWG_tZLylE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/xyWG_tZLylE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A importância do "não"!]]></title>
<link>http://comentadoeanedotado.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 22:59:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Abílio Vasconcelos</dc:creator>
<guid>http://comentadoeanedotado.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Após o incidente na Escola Carolina Michaëlis, as notícias sobre a violência nas escolas entrara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Após o incidente na Escola Carolina Michaëlis, as notícias sobre a violência nas escolas entraram na moda.</p>
<p>Hoje o JN voltou ao assunto com uma notícia intitulada: “Bragança - Dois casos de agressão na mesma semana. O que me chamou à atenção foi tratar-se de um aluno do 5.º ano – idade provável entre 10 e 13 anos – a insultar uma professora que solicitou silêncio na biblioteca.</p>
<p>Este caso fez-me recordar uma reflexão que me propuseram numa reunião de pais da catequese. O tema era a importância de saber dizer “não” às crianças. A apresentação não demorou mais de 15 minutos mas foi bastante elucidativa.</p>
<p>Resumidamente ficamos com a ideia de que o “não” deve ser usado em consciência, com parcimónia mas, acima de tudo, com firmeza. Ou seja, perante as solicitações dos nossos filhos devemos parar e pensar; decidir se é “sim” ou se é “não”; e depois manter a decisão (mesmo se viermos a descobrir que estamos errados).</p>
<p>Muito provavelmente aquele aluno raramente ouviu um “não” pois, de contrário, teria reconhecido a autoridade da professora e tê-la-ia respeitado.</p>
<p>Com a agitação quotidiana somos levados muitas vezes a descurar o tempo que dedicamos aos nossos filhos. Depois para os compensar tendemos a ceder a todos os seus caprichos. Este nosso comportamento está a criar “pequenos monstros” egoístas e sem capacidade para superar os obstáculos do futuro.</p>
<p>Ao evitar-lhes as pequenas decepções do dia-a-dia, pensando que assim são mais felizes, não os preparamos para lidar com as frustrações do futuro. Como na vida o “não” é mais frequente do que o “sim”, nossos filhos vão herdar dias de infelicidade...</p>
<p>Comentado!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Corredor Do Poder na RTP1]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4687</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 22:42:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=4687</guid>
<description><![CDATA[Tema incontornável para variar: a autoridade na Educação, a indisciplina, a violência e mais do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tema incontornável para variar: a autoridade na Educação, a indisciplina, a violência e mais do costume.</p>
<p>Confesso que mal comecei a ver, estava a representante do PCP a falar do Estatuto do Aluno e como nele se defende a expulsão dos alunos das escolas e como os alunos prevaricadores são castigados com a «exclusão» disto e daquilo, seguindo-se a observação pelo deputado do PS que este Estatuto veio resolver os problemas criados pelo Estatuto aprovado anteriormente no governo PSD/CDS.</p>
<p>OK, nem vou ver mais. Nenhum deles leu este Estatuto, o anterior ou qualquer outro. Mesmo repetido mais vale um episódio do <i>House </i>na Fox ou mesmo as irritantes poses do tenente Horatio Caine no <i>CSI Miami</i> do AXN.</p>
<p>Misericórdia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TV Umbigo]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4652</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 20:36:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=4652</guid>
<description><![CDATA[
Disclaimer: Não fui eu que fiz a filmagem ou a montagem, muito menos escolhi o título que acho de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I4aOF_VD_54'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/I4aOF_VD_54&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></div>
<p><b>Disclaimer</b>: Não fui eu que fiz a filmagem ou a montagem, muito menos escolhi o título que acho desnecessário. Mas os autores fizeram o mesmo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-YMCGDmW-FM">com a Fernanda Vellez</a>, se bem se lembram os que por aqui passaram, pois aqui no deserto somos todos vizinhos.</p>
<p>Ultrapassado este esclarecimento, escolho este naco da prestação em grande parte pela curiosidade do meu interlocutor - talvez por distracção - responder que o estudo que eu estava a citar era <i>«um estudo de vitimização»</i> enquanto <i>«este» </i>(o da sua equipa) <i>«não é um estudo»</i>.</p>
<p>Confirmem por favor. Eu sei que foi um lapso. Mas nem por isso deixa de ser divertido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Balanço Pessoal Do Prós &amp; Contras De Ontem Com Alguma Falta De Vergonha À Mistura]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4631</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 22:10:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tive reservas em ir, por não perceber bem a utilidade do debate, após duas semanas de massacre sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tive reservas em ir, por não perceber bem a utilidade do debate, após duas semanas de massacre sobre o assunto. Comecei por recusar mas, depois, pensei que era algo estranho ficar a comentar o que se passava na televisão, se lá podia estar.</p>
<p>E fui.</p>
<p>Não dei o tempo por perdido.</p>
<p>Mesmo se a coisa se dispersou e a certo ponto perdeu um bocado o seu ponto central.</p>
<p>A sério que passei a generalidade do tempo bem disposto. Desconto o minuto final já descrito no post anterior.</p>
<ul>
<li>Conscientemente não achei necessário impor um discurso agressivo e<i> «fracturante»</i>. Outros o fizeram. Sei das limitações de tempo e da exigência dos <i>soundbytes </i>em televisão. Fundamentalmente queria passar a ideia que os professores não são uns alarmistas, sempre a defender interesses particulares contra tudo e todos. Que conseguem ir para lá do anedótico e perceber o mundo em que se movem. <a href="http://legoergosum.blogspot.com/2008/04/equilbrio-e-moderao.html">Não sei se consegui</a>. De qualquer modo vou atribuir-me um 14 na forma (talvez demasiado relaxada) e 13 no conteúdo (podia ter sido mais preciso e conciso). Não conta para a média final, mas em termos de gozo pessoal subo aos 17, sendo que isso foi resultado da observação do que me rodeou. <b>Média 14</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li>Quanto aos restantes intervenientes, lamento que ao meu colega de mesa, <b>João Palma</b>, não tivesse sido dado mais espaço e tempo de intervenção. Aparentemente estava-lhe destinada a defesa da posição do Procurador-Geral da República o que fez com correcção, embora sem excessivo entusiasmo. Boa a forma (14), menos bem o conteúdo (13). <b>Média 14</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li>Do outro lado, o psiquiatra <b>Pio Abreu</b> era a estrela do programa, que abriu e fechou. Forma muito correcta (16), conteúdo nem sempre perceptível para além da mensagem <i>«sem limites, não há transgressões»</i>. Não percebi se defendia a ausência de limites ou algo diferente. Daria um 13, caso não fosse aquele ataque final, sem grande sentido. Fica com 10 no conteúdo, vejam lá a minha falta de respeito. <b>Média de 13</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li>O sociólogo <b>João Sebastião</b> não me convenceu numa argumentação que se baseou na recuperação dos lugares-comuns da Sociologia da Educação de uma esquerda perdida nos anos 60 a inícios de 80. Forma curta, conteúdo demasiado datado. Ninguém acredita ou quer uma sala de aula com alunos muito direitinhos e caladinhos. Isso já não existe. Ninguém acredita que os professores andam a sancionar alunos para os excluir e enviar para as ruas da amargura. Ou se acredita, acredita muito mal. <b>Média de 11</b>, na forma e conteúdo.</li>
</ul>
<p>Relativamente à plateia vou singularizar apenas os intervenientes que usaram da palavra com maior tempo e liberdade.</p>
<ul>
<li>Começando pelo filósofo <b>José Gil</b>, pessoa que admiro imenso pelos seus escritos, mas que em forma de discurso falado é menos fluente e se enreda a si mesmo. O conteúdo foi bom (16), mas a forma algo confusa e desmotivante (12). Em televisão a complexidade não funciona bem. <b>Média de 14</b>. Sei que estou a abusar da minha liberdade de classificar quem está muito acima de mim no plano intelectual, mas perdoem-me que é só sobre uma prestação em concreto.</li>
</ul>
<ul>
<li>A psicóloga-professora-mãe-política <b>Joana Amaral Dias</b> foi uma enorme desilusão pelo histrionismo e falta de controle. Agressividade desnecessária e discurso completamente ideologizado e sem capacidade de romper os seus próprios limites. A culpa morre nos Cosmos, nunca nos indivíduos, coitadinhos, vítimas deste sistema neoliberal que também a alimenta. <b>Classificação negativa</b>, daquelas que, há muitos anos, a minha antiga professora Fátima Bonifácio preferia não quantificar para não desanimar muito.</li>
</ul>
<ul>
<li>O professor universitário <b>Carlos Abreu Amorim</b> foi o responsável por alguns dos melhores momentos do debate, fazendo-me sorrir com todo o gosto. Forma provocadora em muito boa forma controlada (17) e conteúdo bom (15), mesmo se poderia ser mais variado. Mensagem essencial: é necessário repensar a Escola Pública, percebendo que algo está a correr mal. <b>Média de 16</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li>A professora <b>Isabel Fevereiro</b> foi a outra responsável por alguns bons momentos graças à cortante ironia com que apresentou as suas posições. A mensagem que passou foi principalmente a de que quem «está dentro» tem direito a falar, sendo frustrante estar-se sempre submetido a especialistas de bancada. <b>Um homogéneo 16</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Fernando Gomes</b> em nome dos pais a sul do tejo apresentou-se com uma forma correcta (15), embora com um conteúdo por vezes pouco coerente, pois oscilou no tipo de argumentação usada Não percebi se queria firmeza desde pequeninos, se outra coisa. Em matéria de conteúdo um 13, para <b>média final de 14</b>. Discordámos, mas penso que com civilidade.</li>
</ul>
<ul>
<li>Vindo de Gaia para falar depressa e em tom de exaltação das massas Albino Almeida foi igual a si mesmo nesta nova encarnação de grande líder da escola democrática, tendo-se escusado a falar do novo paradigma. Forma excessiva e algo alevantada (12), conteúdo repetitivo e pouco convincente (12). <b>Média de 12</b>. Desnecessário o <i>ruído </i>produzido em <i>off</i>.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os representantes da <b>Escola da Ponte</b> fizeram um bom trabalho de marketing (forma) pelo que merecem 16 na promoção do seu produto. O conteúdo foi escasso (12), pelo que a média fica também <b>pelos 14</b>.</li>
</ul>
<p>Os restantes participantes falaram pouco ou quase nada, pelo que seria injusto enveredar aqui por uma classificação, com tão pouco tempo em campo.</p>
<p>E pronto, esta foi a minha imitação possível do professor Marcelo a dar as notas da semana, à moda dos velhos programas da TSF.</p>
<p>Agora é só baterem-me à vontade pela ousadia e liberdades tomadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Debate Com Outros Olhos]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2008/04/01/o-debate-com-outros-olhos/</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 20:04:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pelos do Paulo Carvalho e do Paulo Prudêncio, nem de propósito meus homónimos.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pelos do <b><a href="http://paulocarvalhoeducacao.wordpress.com/?s=ENSAIO">Paulo Carvalho</a></b> e do <a href="http://correntes.blogs.sapo.pt/111596.html"><b>Paulo Prudêncio</b></a>, nem de propósito meus homónimos.</p>
]]></content:encoded>
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