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	<title>artigo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/artigo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "artigo"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 16:53:10 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[AS CRIANÇAS TAMBÉM PODEM]]></title>
<link>http://amigosdeoracaotatiana.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 15:52:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amigos de Oração</dc:creator>
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<description><![CDATA[Jesus, em determinado momento, precisou esclarecer os seus discípulos por subestimarem as crianças]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Jesus, em determinado momento, precisou esclarecer os seus discípulos por subestimarem as crianças que vinham trazidas pelos pais para serem abençoadas por Ele. Elas não só poderiam se achegar ao Senhor como também serviram e servem de exemplo para todo aquele que deseja herdar o Reino do Céu.</p>
<p>Tenho visitado muitas igrejas falando a respeito da Igreja Perseguida. Deus tem me impressionado com a reação de muitos irmãos ao ouvirem sobre as dificuldades, lutas e vitórias do povo de Deus. Mas entre esses, tenho encontrado um grupo muito especial. São crianças que fazem questão de ouvir o que estou dizendo. Imagino que nem todas consigam entender exatamente os reais motivos de tantos acontecimentos, mas o fato é que elas estão atentas.</p>
<p>Outro dia visitei uma igreja e enquanto aguardava que me passassem a palavra, ainda no momento do louvor, um grupo de crianças sentou-se ao meu lado. Elas me “inspecionaram” da cabeça aos pés e não paravam de me olhar. E eu pensei: “ — O que será que elas estão pensando a meu respeito?” Olhei para uma menina bem na horinha que ela estava olhando pra mim, e aí ela ficou meio sem graça e sorriu desconfiada. E assim foi o tempo todo. Durante a palestra essas crianças estavam totalmente concentradas no que eu dizia e participavam quando eu fazia alguma pergunta ou pedia uma opinião a respeito de alguns fatos. Foi ótimo. Quase no fim recebi esse bilhetinho:<br />
Depois de tudo terminado fiquei um pouco mais com a Michele e suas amigas explicando da maneira mais acessível possível e elas rapidamente pediram que os pais assinassem a Revista Portas Abertas.<br />
Tenho o costume de separar as crianças em grupos de oração ao final da palestra e levo pedidos para que elas apresentem a Deus. E podem acreditar, elas oram mesmo! Já presenciei um menino chorando copiosamente  enquanto orava por crianças que perderam seus pais. Posso lembrar de algumas de suas palavras na oração quando dizia: “Querido Jesus, não deixe que meus irmãozinhos fiquem pensando que o Senhor os abandonou só porque o papai deles morreu, mas mostre pra eles que isso é passageiro e um dia vamos morar todos juntos no céu e nunca mais vamos chorar de tristeza, só de alegria. Cuide deles como um pai bondoso cuida dos seus filhinhos e dê forças pra que eles nunca abandonem a igreja...”.</p>
<p>Ensinei às crianças da minha igreja uma música que diz que não devemos ter medo de falar de Jesus. Como introdução da canção, relatei a história das três pastoras indonésias que na época estavam presas por terem evangelizado crianças. As minhas criancinhas oraram muito por elas e sempre me pediam novas notícias a respeito. Um dia uma das meninas que tem 7 anos me disse: “Tia, ontem eu estava tão cansada que nem tive coragem de orar pelas tias da Indonésia e fui dormir. Mas quando acordei senti uma tristeza grande no meu coração e por isso eu orei por elas duas vezes no mesmo dia. Agora  está tudo certo; estou cumprindo meu compromisso direitinho”.</p>
<p>É na simplicidade dessas crianças que posso identificar o amor e o compromisso que elas têm com o Reino de Deus. Será que elas podem ouvir sobre tantas coisas difíceis acontecendo ao povo de Deus? Sim, elas não só podem como devem ouvir e participar ativamente. A Palavra de Deus nos garante que nos últimos dias a perseguição será intensificada, e esses que são pequeninos hoje, serão testemunhas desses acontecimentos. Se aprenderem conceitos de fé e perseverança ainda como crianças, certamente teremos mais crentes corajosos e destemidos na frente de batalha. Que o nome do Altíssimo seja engrandecido pelo século dos séculos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coro Carpe Diem viaja para o Chile]]></title>
<link>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=278</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 02:38:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rômulo Mafra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, 21 de julho, o IMCARTI – Instituto de Música, Canto e Arte de Itajaí comemo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, 21 de julho, o IMCARTI – Instituto de Música, Canto e Arte de Itajaí comemorou seu 22º ano de existência, com um jantar oferecido aos membros, amigos e autoridades, no domingo, na sede do instituto, que fica na Praça 1º de Maio, bairro Vila Operário, edifício Vila Real.</p>
<p>E, dentro das comemorações de aniversário do IMCARTI, o coro Carpe Diem viaja no domingo, 27, para a cidade de <strong>Viña del Mar, no Chile</strong>, onde participará do <strong>5º Festival Internacional de Coros Mario Baeza</strong>, de 30 de julho à 03 de agosto. Este festival é organizado pela Asociación Latinoamericana de Canto Coral (ALACC), e o coro Carpe Diem recebeu o convite no final de 2007, aceitando e preparando, desde então, um grande repertório, já pronto para cobrir as várias noites de apresentações, incluindo as cidades de Valparaíso, a capital do país Santiago, entre cidades e povoados da região de Valparaíso.</p>
<p><a href="http://omeninoquenaomachuca.files.wordpress.com/2008/07/paraguai-missiones.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-279" src="http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/files/2008/07/paraguai-missiones.jpg" alt="" width="450" height="337" /><br />
</a></p>
<p><em>Coro Carpe Diem posando para foto nas ruínas de Missiones, no Paraguai, em 2007<br />
Foto: Rômulo Mafra</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARTIGO: One Tree Hill - Brucas x Leyton]]></title>
<link>http://viciadosemseries.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 00:39:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago</dc:creator>
<guid>http://viciadosemseries.wordpress.com/?p=97</guid>
<description><![CDATA[
One Tree Hill é uma série completa. Tem histórias adolescentes, tem esporte, tem música (que é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/bruley.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-98" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/bruley.jpg" alt="" width="500" height="253" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">One Tree Hill é uma série completa. Tem histórias adolescentes, tem esporte, tem música (que é um dos pontos fortes da trama), tem humor, tem drama (um pouco demais, até), e um monte de coisas mais. Mas não tem jeito, no centro da trama temos um triângulo amoroso. No piloto da série começamos a ver a história de Lucas Scott que, entre tantas coisas, era apaixonado por Peyton Sawyer, namorada do seu meio-irmão, Nathan. Quando a maioria dos obstáculos que separava o casal pareceu deixar de existir, eis que surge Brooke Davis, melhor amiga de Peyton, que se apaixona (pela primeira vez na vida) por Lucas. Depois de 5 temporadas e muitas idas e vindas de Lucas com Brooke e Lucas com Peyton, esse ainda é um assunto que mexe muito com os fãs da série, principalmente depois da Season Finale do quinto ano, e o misterioso telefonema de Lucas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A principal conseqüência desse triângulo amoroso é a divisão dos fãs da série em Brucas (aqueles que torcem para Brooke e Lucas) e Leytons (os que torcem para Lucas e Peyton), mas a principal questão é: até onde essa competição Brucas x Leyton é saudável para a série ?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill no Orkut diz: “É saudável, até certo ponto, isso é bom porque estimula as pessoas a participarem mais da comunidade e de outros fóruns que falam a respeito da série, fora que, dá uma audiência tremenda pro seriado”. Mas assume que algumas pessoas de vez em quando passam do limite do saudável: “Mas tem pessoas que levam super a sério e se separam sim dos outros fãs”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Qualquer pessoa que visita a comunidade pode ver que esse assunto é muito freqüente lá. Além dos tópicos “Brooke e Lucas” e “Lucas e Peyton” (que têm mais de 25000 posts), o assunto é frequentemente abordado em outros tópicos, o que pede algumas atitudes mais duras da moderação. Ao ser perguntada sobre isso, Mariana responde: “Ah, isso é um problema que antes só era monitorado mais rigorosamente quando surgiam ofensas pessoais, porque tem gente que não sabe separar ficção de realidade e acaba levando tudo para o lado pessoal. Depois da criação de um tópico exclusivo para esse debate, nós moderadores tentamos evitar ao máximo que as pessoas evitem entrar nesse assunto em qualquer outro tópico da comunidade. Se elas entram, nós deletamos os posts, e deixamos um aviso no tópico. Mas é complicado, que por mais que alguém não queria ter entrado nesse assunto, algum shipper "rival" pode sempre acabar interpretando mal uma opinião e começando mais uma vez a discussão sem fim! rs.<br />
Se o pessoal insiste, a gente toma medidas mais severas”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mas isso não quer dizer que os moderadores da comunidade utilizam só da “força” para tentar evitar conflitos. “Por exemplo, lá na comunidade que modero,a 1 ano atrás, entrei no tópico "rival", e fiquei amiga de todo mundo, depois disso, um grupo de 20 e poucas pessoas começou a frequentar o tópico de seus "rivais" e todos ficaram muito amigos. Então acredito que não há problema nenhum em torcer para um casal diferente, é só ninguém começar um debate sobe qual o melhor casal e tudo o mais, claro. Rs”, finaliza Mariana.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para ser justo, perguntei para um Brucas e para um Leyton a opinião deles e a explicação: PORQUÊ O SEU CASAL É O CERTO ? Eis as opiniões:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>OPINIÃO DE UM LEYTON:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/leyton.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-99" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/leyton.jpg" alt="" width="500" height="253" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>“Bom, Leyton é o casal certo porque existe uma química total entre eles desde o 1º episódio, a gente percebe o amor explosivo que existe entre os dois. Apesar de que a Peyton, no começo, tentou resistir e não se permitiu admitir o que realmente sentia. Mas eles são cúmplices, amigos, companheiros. Independentemente de estarem namorando ou não sempre estão um ao lado do outro. (ver 2º e 3º temporadas). Leyton é um amor puro, que a gente consegue perceber até por olhares, gestos, atitudes, é algo que está totalmente na cara! Bom não gosto de ficar falando mal de Brucas porque acho que o Luke gostou da Brooke (não da mesma forma que ele gosta da Peyton) e Brooke realmente amou Lucas”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><em><strong>Emanuella de Souza – Comunidade “One Tree Hill”.</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span style="text-decoration:underline;"><strong>OPINIÃO DE UM BRUCAS:</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> </strong><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/brucas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-100" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/brucas.jpg" alt="" width="500" height="253" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">“Quando começou OTH eu nem gostava da Brooke, e nem do seu jeito. E gostava muito da Peyton, inclusive com o Lucas. Isso até ver a Brooke com o Lucas. É incrível a forma como o namoro dos dois interferiu nos personagens.<span> </span>O Lucas, com ela, fica mais solto, mais alegre, e com mais vontade de viver a vida. Ela, antes do Lucas, não era uma menina de se apaixonar, só queria curtir, era inconseqüente, etc. Ela se apaixona por ele gradualmente, e vemos como isso a transforma. No decorrer das 5 temporadas, Brooke foi a personagem que mais cresceu. Mesmo se juntar a evolução de todos os outros personagens, não dá a dela.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O amor do Lucas e da Peyton é uma coisa meio idealizada. Aquela coisa do primeiro amor, que já cansamos de ver na vida real, e que nunca dá certo. O máximo que faz é machucar os dois e impedir de que sigam suas vidas. Fora que a Peyton é muito dramática, qualquer probleminha ela vai correndo para os braços do Lucas e espera que ele o resolva por ela, atrasando a vida dele, impedindo que ele prossiga sem ela.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Fora que os atores ajudam muito. Não vejo muita química entre Hilarie e Chad. Já ele com a Sophia são perfeitos juntos, e trabalham muito bem como um casal. Mesmo depois do divórcio (que era um dos melhores momentos do casal na série), você não percebia nenhum problema entre os dois, e suas cenas continuavam ótimas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Brucas é um casal que não morre. Mesmo quando fica sem destaque (como nessa 5ª temporada), qualquer coisinha ressuscita eles. Como por exemplo, as cenas dele com ela e a Angie, no final da temporada. E isso acontece porque os dois se amam. O amor deles está no máximo adormecido, mas existe. Vemos isso, por exemplo, quando a Brooke fala para ele que para esquecê-lo se concentrou na Clo’s Over Bro’s, e depois disso, ela amplia a loja, mas mesmo assim, fica visível que ela não consegue esquecer do Lucas. Eu vou ser Brucas até o fim!”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><strong>Lígia Reis – Estudante.</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>SOPHIA BUSH, CHAD MICHAEL MURRAY E HILARIE BURTON - OS VÉRTICES DO TRIÂNGULO:<br />
</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/trio2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-101" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/trio2.jpg" alt="" width="500" height="253" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sophia Bush, Hilarie Burton e Chad Michael Murray vivem Brooke, Peyton e Lucas, respectivamente. Embora<span> </span>Lucas seja o ponto em comum entre as duas garotas, quem rouba a cena mesmo são as duas atrizes. Não há como pensar no triângulo amoroso sem lembrar das duas. Seus fãs agitam fóruns ni internet para saber qual das duas é a melhor atriz, e a rivalidade só aumenta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Embora isso acontece entre os fãs, as duas atrizes se dão muito bem, e são muito amigas fora da série (e dentro também). Já o relacionamento de Sophia e Chad já é meio tumultuado. Depois do casamento relâmpago e do divorcio, correm boatos de que os dois não se bicam nos bastidores da série. Se os boatos são verdadeiros, não sabemos. Pelo menos nos eventos públicos da série eles parecem se darem bem, ou pelo menos, se suportarem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ao ser perguntada sobre os atores pertencentes ao triângulo amoroso, veja o que respondeu Mariana:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">“Eu adoro o trabalho das duas, mas minha paixão maior é pela Hilarie, então a Peyton é minha personagem preferida! rs. Quanto a personagem das duas, não sou muito fã da Brooke, mas ela possui uma das melhores storylines do seriado, não vou negar, é a tipo de personagem que todos gostariam de ser na vida real. A Peyton já faz mais o estilo "gênio incompreendido", acredito eu. Faço parte do pequeno clube de admiradores de Peyton Sawyer”, e “Falando do Lucas fora de um relacionamento, é um dos melhores, se não o melhor personagem do seriado. E o Chad é um ótimo ator, só deixa a desejar na interpretação de um bêbado. Hahaha”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>A HISTÓRIA DO TRIÂNGULO AMOROSO:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/ot504b_003-41350e71-t3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/ot504b_003-41350e71-t3.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para finalizar a entrevista, perguntei a Mariana o que ela, como fã, achava do triângulo amoroso, seus vértices, sua história, e como ela foi contada pelo Mar ao longo dessas 5 temporadas, ao que ela me respondeu: “Sinceramente, não. Ambos casais, Brucas e Leyton, tiveram um início muito repentino e meio nada a ver. Na primeira temporada, o Lucas se envolveu com a Brooke depois de ter feito uma declaração daquelas para a Peyton. Já na 4° temporada, a Peyton percebeu que amava o Lucas depois de pedir o Jake em casamento. Eu acho que nessas horas, o Mark deixa e muito a desejar, ele reata esses casais de formas muito surreais”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mesmo com todas indas e vindas e toda agitação, o triângulo amoroso, pelo visto, não terá um fim tão cedo. É uma das coisas que agita a série, e faz com que milhões de fãs se juntem para torcer pelo seu casal favorito, mas sobretudo, faz com que eles assistam à série. Embora as vezes Mark erre, e faça coisas sem sentido para fazer com que tal casal fique junto, ou para que outro se separe, e isso irrite alguns fãs, também existem os momentos bons, as cenas memoráveis, os momentos que fazem com que Leyton e Brucas amem a série.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se eu quero o fim do triângulo? Não por enquanto! Tenho minha torcida, mas não quero que tudo ocorra fácil, a vida não é fácil, é feita de várias voltas. As voltas de OTH já estão acabando (a série já está chegando na 6ª temporada e poucas séries conseguem chegar nesse marco, quanto mais ultrapassá-lo) e o máximo que nós, fãs, podemos fazer é se divertir com todos os momentos que elas nos proporcionam e com o que nossos personagens favoritos estão vivendo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://viciadosemseries.files.wordpress.com/2008/07/883978795lbg8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-103" src="http://viciadosemseries.wordpress.com/files/2008/07/883978795lbg8.jpg" alt="" width="500" height="454" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>O próximo artigo do <strong>VeS</strong> sairá na próxima sexta-feira, aguardem !</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><em><strong>UPDATE:</strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>Agradecimentos especiais para as pessoas que me ajudaram a fazer esse primeiro artigo: minha amiga Lígia. Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill, e a Emanuella e ao Armando, do tópico leyton da comunidade, que também me ajudaram.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=64387">http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=64387</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>O link da comunidade. E um agradecimento especial para os seus mais de 40000 membros.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25.07 [08] - Hoje é o Dia Nacional do Escritor]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/?p=710</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:06:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/?p=710</guid>
<description><![CDATA[ 
Por Simone Tinti
Escriba, escrivinhador, escrevedor, escrivinhadeiro. Não importa a palavra que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://iris.nyit.edu/library/campus/wissermemorial/wisser_mainphoto.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Por <em>Simone Tinti</em></p>
<p style="text-align:justify;">Escriba, escrivinhador, escrevedor, escrivinhadeiro. Não importa a palavra que o defina, esse ofício, também considerado um passatempo ou uma forma de manifestação artística, só precisa de "olhos para ver e ouvidos para ouvir", como bem define Tatiana Belinky, escritora e roteirista responsável pela primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo na TV Tupi.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Você sabia que hoje é o Dia Nacional do Escritor?</strong> No país de Monteiro Lobato, Cecília Meireles, Ziraldo e tantos outros, a data não poderia deixar de ser comemorada. Instituída em 1960, essa comemoração foi definida por decreto governamental após o sucesso do I Festival do Escritor Brasileiro, organizado por iniciativa de João Peregrino Júnior e Jorge Amado, respectivamente, presidente e vice-presidente da União Brasileira de Escritores naquela época.</p>
<p style="text-align:justify;">As histórias podem vir de qualquer lugar, basta que o escritor esteja apto a descobri-las e a traduzi-las em palavras. E é dessa incerteza que trata o escritor Bartolomeu Campos de Queirós. "Ser escritor é não ignorar a fantasia e dar corpo a ela por meio do conhecimento da língua, do poder transformador das palavras. É também ser trapezista sem rede e não sabe onde vai cair", diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada escritor pode ter a sua própria forma de criar. Enquanto para alguns o enredo vem à tona sem nenhum planejamento, outros acumulam pequenos acontecimentos e os transformam em grandes histórias. "As histórias simplesmente aparecem na minha cabeça. A inspiração vem de tudo o que está à minha volta, do teatro, das crianças com quem convivo, da criança que fui e dos livros que sempre li", conta Tatiana Belinky. O escritor Ricardo Azevedo conta que suas histórias começam muito antes de serem escritas, e que esse processo de criação é sempre um aprendizado. "E nunca sei como minhas histórias vão terminar. Gosto que seja assim. É muito estimulante e divertido escrever sem saber onde vou parar. Escrever para mim é sempre um aprender tudo de novo, é sempre difícil e nunca sei se o texto vai ficar razoável ou se vou me arrebentar", afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, o importante não é apenas como surge a história, mas sim, a maneira de contá-la e emocionar o leitor. "A riqueza da literatura está em permitir que se entre em contato com diferentes formas de ver a vida e o mundo, diferentes formas de sentir, de pensar, de temer, de desejar, de acreditar e de duvidar. Quando a pessoa descobre isso, torna-se leitor", afirma Azevedo. E essa formação deve começar desde cedo. De acordo com pesquisa do Instituto Pró-Livro, a infância é a fase da vida em que as pessoas mais lêem (<a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI4789-10536,00-PESQUISA+APONTA+QUE+BRASILEIRO+LE+MAIS+DURANTE+A+INFANCIA.html">veja matéria aqui</a>). Curiosas por natureza, as crianças lêem como podem, mesmo que seja de trás para frente ou de ponta cabeça. "Toda criança gosta de livro. Elas nascem desejosas de compreender o mistério que é o mundo e a vida. O livro para elas, desde pequena, é também um objeto a ser decifrado e que está ao alcance de suas mãos", diz Queirós.</p>
<p style="text-align:justify;">O importante, portanto, é despertar a curiosidade infantil pelos livros, espalhá-los pela casa e permitir que sejam manuseados. E com isso, o leitor para a vida toda surgirá naturalmente. "Se uma criança vê um adulto apaixonado pela leitura de um livro, ela também vai querer experimentar isso. O que move a gente é a paixão", afirma Ricardo Azevedo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI8860-10536,00-HOJE+E+O+DIA+NACIONAL+DO+ESCRITOR.html" target="_blank">Revista Crescer</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PREDICAÇÃO VERBAL EM ORAÇÕES COM PRONOME RELATIVO]]></title>
<link>http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 19:03:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>redacaobj</dc:creator>
<guid>http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[É comum exigir do candidato a provas públicas a predicação do verbo em orações subordinadas ad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal3a.jpg"></a>É comum exigir do candidato a provas públicas a predicação do verbo em orações subordinadas adjetivas. Estas ocorrem em orações que trazem pronome relativo. São comuns pronomes relativos: que, qual, quem, cujo, onde. Estes conectivos são empregados para substituírem termos empregados antes. Por exemplo: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">01. (FCC) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A popularidade de que goza a astronomia é muito maior do que aquela ( <span style="text-decoration:underline;">em</span> <span style="text-decoration:underline;">que</span> desfruta a astronomia ) .</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">* Nesta estrutura, a comissão exige que o candidato reconheça o uso indevido da preposição “em” antes do conectivo “que” antecedendo a flexão verbal<span>  </span>“desfruta”. É nítida a constante cobrança da preposição adequada antes de pronomes relativos. Portanto, você – atento candidato – ao se deparar com orações que tragam pronome relativo, deve demarcá-las inicialmente e, observando a regência de cada<span>  </span>verbo das orações mencionadas, reconhecer qual a preposição oportuna ou se não devemos usar conectivo prepositivo antes do pronome relativo em evidência. Não usaremos preposição, caso o verbo não exija preposição; empregá-la-emos antes do pronome relativo, caso o verbo assim imponha o uso. Na maioria das vezes a preposição do<span>  </span>verbo irá para antes do pronome relativo, se o pronome relativo for o complemento do verbo. Portanto, na estrutura frasal em estudo e que está entre parênteses, a forma correta é: A popularidade de que goza a astronomia é muito maior<span>  </span>do que aquela de que desfruta a astronomia. Perceba que o verbo DESFRUTAR libera a preposição “de”<span>  </span>( e não a preposição “em” ). Partamos para análise de mais exemplificações de provas públicas:</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>                 </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">02. (FCC)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Se havia algo de que meu pai não suportasse era a desonestidade. ( forma incorreta )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Se havia algo <span style="text-decoration:underline;">que meu pai não suportasse</span>, senhores, era a desonestidade. ( forma correta )</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>                                </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">*<span>  </span>Retirei a preposição “de”, pois a flexão verbal “suportasse” não libera preposição em sua predicação. Logo, o pronome relativo é objeto direto.<span>  </span>O sujeito do verbo SUPORTAR é “meu pai”; o adjunto adverbial de negação é a palavra “não”; o objeto direto do verbo SUPORTAR é “que” ( representando “algo”). Por representar o conectivo “que” o termo anterior, ou seja, “algo”, temos o conectivo “que” como pronome relativo morfologicamente e, sintaticamente, objeto direto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">03 ( FCC) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A expressão <strong>COM QUE</strong> preenche corretamente a lacuna da frase:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A) As ficções, sobretudo as da meninice, _____ o autor tanto conviveu e se impressionou, marcaram-no para sempre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">B) O exemplo de “O Caçador de Pipas”, _____ devemos atentar, é um caso de particularismo cultural que imediatamente se universaliza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">C) A “mágica da ficção” é um efeito artístico ______ o autor, já em seus primeiros contatos com esse universo, demonstrou sua preferência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">D) As experiências da vida comum, _____ muita gente não atribui valor especial, revelam-se extraordinárias ao ganhar forma artística.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">E) O entusiasmo ______ o autor demonstrou pelas ficções prova sua convicção quanto à verdade expressa pelas artes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Resposta:<span>  </span>Letra A</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O verbo CONVIVER pede a preposição “com”, assim como o verbo IMPRESSIONAR-SE também exige a preposição “com”.<span>  </span>Na letra B, a forma correta seria “a que” ( devemos atentar a algo ). Na letra C, a maneira prudente seria “a que” ( preferência a algo ). Na letra D, teremos para expressar a maneira correta a forma “a que” ( pois atribui<span>  </span>valor especial a algo ). Na letra E, o verbo DEMONSTRAR exige objeto direto. Portanto, nesta última alternativa, teremos que complementar a lacuna assim: “que” ( O entusiasmo que o autor demonstrou...).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Eis abaixo, caro estudante, mais algumas estruturas incorretas para seu estudo atento:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">01. Os argumentos <strong><span style="text-decoration:underline;">dos quais</span></strong> se prende o autor do texto incluem os que ele considera identificados com as chamadas “razões do coração”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Forma correta</span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">: Os argumentos <strong><span style="text-decoration:underline;">aos quais</span></strong> se prende o autor do texto incluem os que ele considera identificados com as chamadas “razões do coração”.<span>  </span>( o autor se prende <strong><span style="text-decoration:underline;">a</span></strong> algo )<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">02.<span>  </span>Admirar um romance de dostoievski, <strong><span style="text-decoration:underline;">de cujo</span></strong> valor ninguém contesta, não exclui a possibilidade de se admirar o gênero policial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong></strong> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Forma correta</span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">: Admirar um romance de Dostoiévski, <strong><span style="text-decoration:underline;">cujo</span></strong> valor ninguém contesta, não exclui a possibilidade de se admirar o gênero policial. ( o verbo CONTESTAR não libera preposição ).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Obs.: Para se empregar corretamente o pronome relativo CUJO, há três critérios: não use artigo após o pronome CUJO e suas variantes; o pronome CUJO deve concordar nominalmente com o substantivo comum empregado após ( depois do pronome CUJO sempre haverá um substantivo comum, e é com esse substantivo que o pronome relativo CUJO deve concordar ). Por fim, se devemos usar ou não empregar preposição antes do pronome relativo CUJO, a regência da oração que apresenta o pronome relativo CUJO é quem vai nos posicionar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">03.<span>  </span>A pessoa cuja as ações aludimos chegou atrasada.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>                 </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span></span><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Forma correta:<span>  </span></span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A</span><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">pessoa a cujas ações aludimos chegou atrasada.<span>  </span>( o verbo ALUDIR libera a preposição “a”.<span>  </span>Devemos retirar o artigo após o pronome relativo CUJO e, por fim, esse pronome relativo deve concordar com o substantivo “ações” ).</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><strong></strong> </p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">PARTICULARIDADE DO PRONOME RELATIVO “<em>ONDE</em>” </span></span></strong></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">É comum afirmarem que a diferença entre “onde” e “aonde”<span>  </span>é que “onde” não indica movimento, e “aonde” indica movimento. Não é bem assim que devemos ler!<span>  </span>O “a” aglutinado à forma “onde” é justamente a preposição. Então, se houver necessidade do emprego da preposição “a”<span>  </span>na oração subordinada adjetiva( oração que sempre traz pronome relativo ), vinda da predicação verbal, que se desloque esse conectivo prepositivo para antes do pronome relativo “onde”.<span>  </span>Em<span>  </span>“<strong>onde”</strong>, “</span><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">a</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">onde</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">”, “</span><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">d</span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">onde</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">” e “</span><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">por</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> <strong>onde</strong>” não há diferença.<span>  </span>Nas quatro exposições temos o único emprego da forma ONDE: só que nas três últimas exposições existem preposições em uso explícito.<span>  </span>Acompanhe os exemplos que seguem:<span>     </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">01.<span>  </span>A casa <strong>onde irei</strong> é tranqüila.<span>    </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>             </span><span>      </span>a<strong>onde</strong></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<div style="margin-left:18pt;margin-right:0;border:windowtext 1pt solid;padding:1pt 4pt;">
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;padding:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>*<span>  </span>“... aonde irei...”<span>  </span>é a forma correta, pois o verbo IR pede a preposição “a”, para constituir seu adjunto adverbial de lugar. </span></p>
</div>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 0 0 18pt;"> </p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">02. A</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> casa a<strong>onde moro</strong> é tranqüila</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>                   </span><span> </span><span>     </span><strong>onde</strong></span></p>
<div style="border:windowtext 1pt solid;padding:1pt 4pt;">
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;padding:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>       </span>*<span>   </span>Morar </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span>não pede a preposição “a” .<span>  </span>Assim, como poderia usar “aonde” no exemplo acima? A forma correta é “... onde moro...”<span>   </span>Ressaltemos, inclusive, que podemos substituir “onde” por “em que” .<span>  </span>Morar solicita a preposição “em”. Como a preposição “em” está inclusa no pronome relativo “onde”,<span>  </span>reafirmamos que a substituição de “onde” por “em que” tem procedência.</span></p>
</div>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>      </span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>    </span>03.<span>  </span>A casa <strong>donde vim</strong> é tranqüila<strong><span>  </span></strong></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>                         </span><span>     </span>onde</span></strong></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<div style="border:windowtext 1pt solid;padding:1pt 4pt;">
<p class="MsoBodyText" style="text-align:left;margin:0;padding:0;" align="left"><strong><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><span>             </span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">*<span>  </span>Quem<span>  </span>vem, caro leitor, <span> </span>vem de<span>  </span>algum lugar. Então, “... donde<span>  </span>vim...”<span>     </span>é a forma correta.<span>  </span>Poderíamos<span>  </span>empregar “... por onde vim...” , pois quem vem, leitor amigo, vem por algum lugar, também. </span></p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> <strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">II – PREDICAÇÃO VERBAL TENDO COMO NÚCLEO DO OBJETO INDIRETO VERBO NO INFINITIVO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>    </span>Também é modismo em provas públicas -<span>  </span>seja da Esaf, do Cespe, da Cesgranrio ou da FCC – questões com o núcleo do objeto indireto constituído por verbos no infinitivo. Quando isso ocorrer, tenha consciência, caro leitor, que a preposição pode ser empregada também implicitamente. Vejamos exemplos, facultando-lhe o entendimento. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">01. Necessito de solucionar o problema. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">02. Necessito solucionar o problema.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">* Em ambas exemplificações, há prudência gramatical. No primeiro exemplo, temos “<strong>de solucionar o problema</strong>” exercendo o valor sintático de objeto indireto. No segundo exemplo, temos “<strong>solucionar o problema</strong>” como objeto indireto. Se perguntarem a você, candidato, se o segundo exemplo está correto, afirme que SIM. E, gostaria de ressaltar que não há mudança na estrutura sintática, ou seja, continuamos com o uso de um objeto indireto. É que a preposição está empregada implicitamente. Temos, portanto, em elisão o conectivo prepositivo.<span>       </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">03. Precisamos de voltar para nosso escritório. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">04. precisamos voltar para nosso escritório. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">05. Aspiro ser aprovado no concurso público. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">06. Aspiro a ser aprovado no concurso público. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">III – PREDICAÇÃO VERBAL TENDO OBJETO INDIRETO ORACIONAL COM CONJUNÇÃO SUBORDINADA INTEGRANTE.</span></strong><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span>    </span></span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Quando o objeto indireto for oracional, ou seja, estando diante de uma oração subordinada substantiva objetiva indireta, a preposição espontânea da transitividade indireta ( originada da palavra verbal que integra a oração principal ) é facultativa. Isto ocorre, haja vista já existir a conjunção que liga a oração principal à oração subordinada. Em verdade, existem dois conectivos: a preposição e a conjunção. Isto torna a preposição supérflua. Portanto, temo-la facultativa. Confira através de exemplificações.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">01. Gostaria de que ela participasse. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">02. Gostaria que ela participasse<span>   </span>( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Observe, caro estudante, que “de que ela participasse” é o objeto indireto oracional de “Gostaria”. Portanto, a preposição “de” liga termo regente ( “Gostaria”)<span>  </span>ao termo regido ( “ de que ela participasse” ). Uma das funções da preposição é justamente esta: ligar termo regente a termo regido. Porém, em seguida há uma conjunção subordinada integrante. Esta conjunção está nas orações subordinadas substantivas, isto é, nas orações que exercem as funções de objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, aposto, sujeito e predicativo. E, sendo a conjunção o conectivo que liga orações ou termos sintáticos iguais ( no caso em estudo, liga orações ), a supressão da preposição é viável, é oportuno também, pois continuaremos tendo um conectivo para ser elo entre os extremos. Assim, ao retirar a preposição “de”, ainda mantemos um conector para ligar o termo regente ( “Gostaria”) ao termo regido ( “ela participasse”).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">03. Discordo que ela seja covarde. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">04. Discordo de que ela seja covarde. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Lembrete: Este raciocínio não deve ser empregado com verbos que comprometam sua regência, por trazer pluralidade. Confira:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">05. Esqueci-me de que ela é louca. ( correto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">06. Esqueci-me que ela é louca. ( incorreto )</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">EXERCÍCIO SOBRE PREDICAÇÃO VERBAL</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Exercicio 01</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal1.jpg" alt="" width="401" height="311" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Exercicio 02</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal2.jpg" alt="" width="365" height="194" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Exercicio 03</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal3.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong> <img class="alignnone size-full wp-image-9" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal3a.jpg" alt="" width="370" height="221" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Exercicio 04</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal3a.jpg"></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong> <img class="alignnone size-full wp-image-10" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal4.jpg" alt="" width="354" height="417" /><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal4.jpg"></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;">Exercicio 05</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><a href="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal5.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-11" src="http://blogedvaldoferreira.wordpress.com/files/2008/07/ex-predicacao-verbal5.jpg" alt="" width="386" height="145" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;font-family:TT10E2o00;">Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir:</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10pt;">(C-E) O emprego da preposição “de”, em “de quem comprá-los” (l.4-5), decorre da regência do verbo </span><span style="font-size:10pt;font-family:TT10E5o00;">comprar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>       </span><strong>GABARITO:</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span>01.<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;">E</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span>02.<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;">C</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span>03.<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;">C</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span>04.<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;">A</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span>05.<span style="font-family:&#34;">    </span></span></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;">Correto</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Faltou coragem]]></title>
<link>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=263</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 14:55:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rômulo Mafra</dc:creator>
<guid>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=263</guid>
<description><![CDATA[Pois é. Fiquei no aguardo hoje pela manhã, da ligação do senhor Rubens Angioletti, que parece n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é. Fiquei no aguardo hoje pela manhã, da ligação do senhor Rubens Angioletti, que parece não respeitar muito aquela máxima do Jornalismo que diz que sempre devemos dar chance do objeto criticado se defender. NÃO ME DEU CHANCE. Não me ligou, nem pediu para eu ligar para ele, como adora fazer (deve ter aprendido com seu "mestre" Denísio Baixo). Ou seja, mais uma furada do apresentador do jornalístico da rádio 106 e do televisivo Rede Cidade.</p>
<p>Também fiquei aguardando o que ele diz no seu comentário no meu <em>blog</em>, <strong>QUE NÃO FOI APROVADO AINDA, já que o mesmo não me deu espaço para me defender no seu programa matutino hoje</strong>: ”<em>Você quer saber o que o tribunal da 4ª Região tem a dizer sobre esta história de inocentado por 40 desembargadores? Ouve o programa amanhã.</em>” Isso Rubens disse antes de ontem no <em>blog</em>. Este comentário está esperando para ser aprovado, mas, repetindo, somente após eu ganhar o mesmo direito no seu programa.</p>
<p>E aí, Rubens? Por que o senhor não falou ontem sobre estes 40 desembargadores? E por que não falou hoje? Faltou memória? Ou foi outra coisa? <strong>E minhas outras duas perguntas?</strong> Faltou alguma coisa para respondê-las?</p>
<p>Ainda por cima, nem mesmo sabendo que NÃO SOU CARGO COMISSIONADO na prefeitura teve a ética de falar isso no televisivo Rede Cidade, onde fui citado erroneamente pelo advogado da coligação de Jandir Bellini. Que feio, hein? Depois vem falar em ética.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">JC<br />
</span></strong>Ontem o JC deu uma <em>aula</em> de colunismo político. Após a matéria do dia 11 de junho, já devidamente comentada aqui, o colunista político do Diarinho disse que Volnei não deveria ser mais candidato à prefeitura itajaiense. Agora, depois da matéria da impugnação de Jandir Bellini, JC volta atrás, assume o erro, e diz que não deveria ter falado aquilo do Volnei. Ah tá. Agora mudou de opinião, né? E ainda por cima, critica as pessoas que entraram - LEGALMENTE - com processos contra o Bellini (isso que não deu o devido destaque que o assunto pedia, bem diferente do dia 11), mas não fala nada da matéria tendenciosa que o Diarinho fez no 11 de junho.</p>
<p>Claro que não iria falar. O JC não tem pinta de <em>ombudsman</em>, mas, poderia ter ficado quieto quando pediu pro Volnei não ser candidato. E podia, aproveitando a besteira que falou, ter pedido pro Bellini também não ser candidato. Porém, não o fez. E depois ele não quer que <a href="http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/2008/06/26/jc-secretario/" target="_blank">este tipo de boato</a> não se dissemine.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Política e os políticos]]></title>
<link>http://denunciacoimbra2.wordpress.com/?p=997</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 02:14:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Denúncia Coimbrã</dc:creator>
<guid>http://denunciacoimbra2.wordpress.com/?p=997</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Uma fealdade e uma velhice confessada são, a meu ver, menos velhas e menos feias do que outr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">"<em>Uma fealdade e uma velhice confessada são, a meu ver, menos velhas e menos feias do que outras disfarçadas e esticadas</em>". Michel de Montaigne.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2008/07/roque-vaz1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-999" src="http://denunciacoimbra2.wordpress.com/files/2008/07/roque-vaz1.jpg" alt="" width="414" height="288" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">“<em>Os políticos cá do nosso burgo, que dizem “citadino”, como todos os outros, prometem muito, com sorrizinhos à mistura, mas mentem ainda mais e convencidos de que são papalvos aqueles a quem se dirigem ou que se lhes dirigem</em>”. Roque Vaz.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um amor por escrito]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/?p=698</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/?p=698</guid>
<description><![CDATA[

Todos os livros são – na verdade - cartas secretas ao leitor, roteiros surpreendentes e tensos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img515.imageshack.us/img515/4097/32575262669392aa6b1ap0.jpg" alt="" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Todos os livros são – na verdade - cartas secretas ao leitor, roteiros surpreendentes e tensos de emoção. O escritor procura convencer quem vai lê-lo, provar que ele ou sua personagem é real e inadiável" </em></p>
<p style="text-align:justify;">. <strong>Fabricio Carpinejar</strong> .</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><br />
Por <em>Fabricio Carpinejar</em></p>
<p style="text-align:justify;">A literatura brasileira começou por uma carta, do escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, Pero Vaz de Caminha, ao rei de Portugal Dom Manuel. Descreve o povo indígena e as exuberâncias inacreditáveis de Porto Seguro, numa tentativa de reconstituir os olhos com as mãos. “Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade... Não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu.” Será que não estamos eternamente condenados a respondê-la?</p>
<p style="text-align:justify;">Ao lado do diário, a epístola é um implacável recurso narrativo (pressupõe o diálogo com outrem enquanto o diário cede ao diálogo consigo). Comove e se impõe pela interlocução direta e sincera. Pode-se duvidar de qualquer coisa, menos de sua veracidade. É uma conversa à beira da decisão, demarcando uma despedida, uma confissão ou um pedido de perdão. Algo como um segredo partilhado: taquicardia e mancha. O ficcionista Luiz Ruffato destaca a força de sua transparência: "A narrativa tradicional, mesmo em primeira pessoa, é seletiva - o leitor desconfia que o autor está escondendo algo dele. Na epistolografia, não, a sensação é de que nada nos está sendo omitido."</p>
<p style="text-align:justify;">O envelope funciona como ponto de encontro dos sedutores e dos angustiados, dos abandonados e dos confiantes. Os apaixonados ultrapassam o certo e o errado, as convenções para serem fiéis ao seu destino.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DESEJO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As privações e tragédias não interrompem o desejo do corpo na escrita. Emblemático é o enlace do filósofo e teólogo francês Abelardo (1079-1142), considerado um dos maiores intelectuais do século XII e precursor do racionalismo, com sua aluna Heloísa (1100-1164). Diante da trama acidentada deles, "Romeu e Julieta" parece literatura infanto-juvenil.</p>
<p style="text-align:justify;">Clérigo e cônego, numa época em que se respeitava o voto religioso para ensinar, Abelardo apaixonou-se por Heloísa, vinte anos mais nova. Tiveram um filho, Astrolábio, e casaram-se secretamente, colocando em risco a reputação de ambos.</p>
<p style="text-align:justify;">O tio de Heloísa, Fulbert, descontente com as maledicências e fofocas, mandou castrar Abelardo, que tomou o ato como um castigo divino e adotou a vida monástica em Saint-Denis. Para respeitar seu amado, Heloísa entrou para um convento. Distantes, os dois se corresponderam em longas e cálidas cartas, mas nunca mais se falaram pessoalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">A declaração de Heloísa sinaliza a seriedade dos seus múltiplos sacrifícios. Faria (e fez) qualquer coisa por Abelardo, inclusive se negar:</p>
<p style="text-align:justify;">"Eu, Deus o sabe, eu não teria hesitado em te seguir ou em te preceder no inferno se me tivesses ordenado a fazê-lo. Não era comigo que estava meu coração, mas contigo. E ainda agora, e mais que nunca, se ele não está contigo, ele não está em parte alguma, pois lhe é impossível ser sem ti."</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>AMOR PROIBIDO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se não fosse o casal perfeito papel-tinta, nunca se tomaria conhecimento do amor proibido de uma freira portuguesa e de um capitão de cavalaria francês, uma das histórias mais fascinantes de arrebatamento. Mariana Alcorofado (1640-1723) usou a correspondência como último recurso para atenuar a saudade do conde de Chamilly. Nem Deus a proibiu de escrever:</p>
<p style="text-align:justify;">"Sei muito bem que é tão fácil para você se deixar levar contra mim quanto eu me deixar levar a seu favor". Ela lutava esgrima com a pena. "Tenho essa espécie de ciúme de minha paixão por você", confessa.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor impossível combina com selo. Uma amostra são as cartas do jovem Kafka (1883-1924) a Milena Jesenká. A troca de confidências começa respeitosa, sobre assuntos literários, para adquirir um clima apaixonado de doação. Não ficam juntos, pois Milena é casada e "queria muito seu marido para abandoná-lo". Kafka leva a pior na vida para sempre se dar bem na literatura (será que compensa?)</p>
<p style="text-align:justify;">Sofre-se com o tom declarado e encurralado do missivista, que deixa de assinar F. Kafka para rubricar apenas F. "Agora perco também o nome; cada vez se torna mais breve e chegou a ser somente: Teu.", explica para Milena.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez por isso Marcelo Backes, que conduz um curso sobre os maiores amantes da literatura na Casa do Saber do Rio de Janeiro, não gostaria de ser nenhum dos seus estudados, apesar da fama e da glória obtidas nas letras. A explicação é simples.</p>
<p style="text-align:justify;">"Todos acabam mal, uma necessidade da literatura que se pretende grande. A grande arte tem de revolver o entulho mais recôndito da alma, denunciar suas leviandades e rir de sua perfídia e depois rir de si mesma como parte delas."</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O ALCANCE DA PALAVRA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Luxo, ideologia, crenças são postos abaixo no momento do sussurro e do gemido da caneta. Numa representação contemporânea de que as cartas nunca saem de moda, o sociólogo André Gorz, de sisudo trajeto marxista, despe suas formalidades para tecer uma homenagem a Dorine, sua mulher durante quase sessenta anos.</p>
<p style="text-align:justify;">A “Carta a D.” (Annablume/Cosacnaify) é uma bomba de gás lacrimogêneo, apropriada a sensibilizar rostos intransigentes. Dedica seu derradeiro livro a ser justo com a única mulher de sua vida. "Carrego no meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher". Derruba, assim, a tese de que a paixão dura apenas dois anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao cabo, ele comenta: "Se tivéssemos uma segunda vida, iríamos querer passá-la juntos." A fidelidade foi tão imensa que André, enxergando a gravidade da doença de Dorine, decide se matar com ela em 22 de setembro de 2007. Um não iria suportar a morte em separado do outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas vezes, o papel é mais do que o último recurso. Ultrapassa até o fim. Em 31 de dezembro de 1926, a poeta russa Marina Tsvetaeva manda um apelo a Rainer Maria Rilke.</p>
<p style="text-align:justify;">"Ó Rainer, escreve-me (é por demais estúpido este pedido?)"</p>
<p style="text-align:justify;">Rilke já estava morto há dois dias, e ela já sabia. Mesmo assim, não subestimou o alcance de sua voz.</p>
<p style="text-align:justify;">Recapitulando os clássicos, muitos foram erguidos por um castelo de cartas. Os romances, por exemplo, "A Nova Heloísa", de Rosseau, e "Pamela", de Richardson. O mais conhecido e divisor de águas terminou sendo "Os sofrimentos do jovem Werther" (1774), do alemão Goethe (1749-1832), elaborado numa febre de quatro semanas e um dos preferidos até de Napoleão, que se gabava de ter lido sete vezes.</p>
<p style="text-align:justify;">As cartas são escritas pelo protagonista e organizadas postumamente por um amigo, Guilherme, que apresenta o herói e exerce o papel de editor. Werther detalha os passos de seu amor incompreendido por Carlota. O volume é uma das primeiras demonstrações de influência da literatura na sociedade. Gerou uma onda de suicídios na Alemanha, chegando até ser proibido. Jovens românticos se vestiam de fraque azul e colete amarelo, como o personagem, e redigiam cartas desesperadas às namoradas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DEVOÇÃO QUE SEDUZ</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se as cartas de amor são ridículas, como preceituava Fernando Pessoa, mais ridículo é quem as despreza. É uma arma da insistência. De tanto bater na porta, a porta se abre. Uma tática da devoção. “Acredito piamente na capacidade de convicção de uma carta de amor. Uma carta por dia e não há mulher no mundo que não se dobre”, diz Backes.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi um bilhete posto furtivamente no casaco que baqueou o coração da escritora Martha Medeiros.</p>
<p style="text-align:justify;">“Uma vez saí para caminhar com um cara no centro de Porto Alegre, à noite (pro amor sou sempre corajosa). Sem que eu percebesse, ele colocou um papel no bolso do meu casaco. Só li quando cheguei em casa: era um poema escrito por ele, à mão, e lindo... Ele que nem poeta era. Anos depois estávamos casados e ficamos juntos por 21 anos. “, recorda.</p>
<p style="text-align:justify;">Martha Medeiros entende do assunto. Além de já ter publicado os poemas de “Cartas Extraviadas”, lançou o livro Tudo que eu queria te dizer (Objetiva, 175 páginas), rodadas de correspondências reunidas pelo sentimento de fim de jogo. São remetentes em situações-limite.</p>
<p style="text-align:justify;">“Sou da era pré-internet, então já escrevi e recebi inúmeras cartas, e guardo a maioria delas. A palavra escrita é a prova inconteste do que você viveu. Hoje me rendo ao e-mail, que é um facilitador de contatos, nada tenho contra a instantaneidade, mas reconheço que as emoções hoje andam tão efêmeras que mal rendem um parágrafo, quanto mais uma lauda toda manuscrita”, confessa a autora.</p>
<p style="text-align:justify;">O ardor pelo artesanato lento da cola-ofício é igualmente partilhado por Luiz Ruffato, que publicou pela Moderna o seu primeiro trabalho juvenil, "De mim já nem se lembra". Divulga uma pilha do correio de seu irmão destinado à sua mãe, registrando a tentativa de sobrevivência financeira de um metalúrgico mineiro em São Paulo. O detalhe é que ele próprio inventou as cartas, reconstituindo a informalidade e o afeto da saudade.</p>
<p style="text-align:justify;">"Meu irmão, José Célio, morou em Diadema durante alguns meses de 1974, e morreu em 1978. Eu queria muito recuperar a memória dele, mas também resgatar esse período extremamente importante da história brasileira. Nas cartas, que ele infelizmente não escreveu, procuro assumir a identidade dele e descrever os acontecimentos com os olhos de alguém que embora não compreendendo o alcance das modificações que se processavam à sua volta, participa efetivamente dessas modificações", esclarece.</p>
<p style="text-align:justify;">Não deixa de ser curioso que foi uma caligrafia solta dentro de um livro, tal inusitado marcador de página, que despertou o desejo de Ruffato em explorar a ficção.</p>
<p style="text-align:justify;">"Certa vez, comprei um livro num sebo e, como sempre faço, chegando em casa o submeti a uma limpeza geral. De repente, caiu um papel dobrado em quatro partes, amarelado, mas perfeito. Abri, era uma carta, escrita a caneta tinteiro, uma letra linda, datada mais ou menos da época do livro (década de 30), em que alguém relatava a uma pessoa querida a morte do marido. Um documento de uma sensibilidade raramente encontrada nas páginas dos livros. Curiosamente, coloquei essa carta novamente entre as páginas do livro, pois a sensação que tive era a de que estava maculando a história daquelas pessoas. Nunca mais a encontrei. Por mais que procurasse, era como se ela nunca tivesse existido. Talvez, a minha literatura seja apenas isso: dar áquela carta sua destinação original."</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ESPERANÇAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As cartas iniciam antes de escrevê-las, como revelou o fotógrafo paulista Mário Rui. Está expressa no gesto simbólico dos mais pobres de criar caixinhas de correspondência. Sinal de individualidade e afirmação social.</p>
<p style="text-align:justify;">No livro "Quando o carteiro chegar" (Imprensa Oficial), Rui fotografou diferentes caixas de São Paulo, apanhando sua improvisação e a motivação de seus portadores.</p>
<p style="text-align:justify;">"Carteiro chega a todo lugar ('casa do Zé atrás do bar do Mané na favela tal' já é o suficiente). Eu sempre gostei da minúcia. E a caixa de correio é uma enorme minúcia da casa", define o artista.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das imagens da obra dimensiona o respeito poético dos moradores com as cartas. Após finalizar sua caixinha branca, o dono resolveu colocar um telhado para protegê-la da chuva. Não desejava desperdiçar sua beleza.</p>
<p style="text-align:justify;">Um guarda-chuva permanente para nunca borrar a letra e a esperança por melhores notícias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> Revista da <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a>,<strong> </strong>edição 12, <em>julho de 2008</em>, Pg. 12-14</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os dez livros mais controversos dos EUA]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 13:35:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
<guid>http://bartolote.wordpress.com/?p=103</guid>
<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o livro infantil &#8220;And Tango Makes Three&#8221;, de Justin Richar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, o livro infantil "And Tango Makes Three", de Justin Richardson e Peter Parnell, está no topo da lista dos "Dez Livros Mais Contestados" dos EUA, organizada pela Associação Americana de Bibliotecas.</p>
<p>Em 2007, a história de dois pingüins que adotam um ovo órfão gerou mais reclamações de bibliotecas e escolas norte-americanas do que qualquer outro livro. Os motivos mais comuns das queixas referiam-se à inadequação de temas como sexo, homossexualidade e ateísmo.</p>
<p>Já o livro "The Adventures of Huckleberry Finn", de Mark Twain, que ocupa a quinta posição da lista, vem sendo acusado de ter conteúdo racista. Apesar de haver estes pedidos de censura contra os livros, a maior parte das contestações não geram resultados.</p>
<p><a href="http://bartolote.files.wordpress.com/2008/07/books1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-104" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/books1.jpg?w=257" alt="" width="511" height="596" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Leia também : <a href="http://www.economist.com/daily/chartgallery/displayStory.cfm?story_id=11778771&#38;source=features_box4" target="_blank"><span lang="EN-US">Economist – Censorship: No sex please, we're American</span></a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">( fonte ; <a href="http://www.economist.com/daily/chartgallery/displayStory.cfm?story_id=11778771&#38;source=features_box4" target="_blank"><span lang="EN-US">opiniaoenoticia </span></a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E lançado o Zenwalk 5.2 ]]></title>
<link>http://nonstop101.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:36:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>spike101</dc:creator>
<guid>http://nonstop101.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[Zenwalk 5.2

Caracteristicas:

Zenwalk 5.2 já se encontra no ranking  #14 do site DistroWatch. O ze]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_21" align="aligncenter" width="190" caption="Zenwalk 5.2"]<a href="http://nonstop101.files.wordpress.com/2008/07/zenwalk-logo.png"><img class="size-medium wp-image-21" src="http://nonstop101.wordpress.com/files/2008/07/zenwalk-logo.png?w=190" alt="Zenwalk 5.2" width="190" height="89" /></a>[/caption]
<ul>
<li><strong>Caracteristicas:</strong></li>
</ul>
<p>Zenwalk 5.2 já se encontra no ranking  #14 do site DistroWatch. O zenwalk 5.2 se encontra no site <a title="Site oficial da distribuição" href="http://www.zenwalk.org" target="_blank">www.zenwalk.org</a>.Neste site vc encontra documentaçao,forume etxiste tambem um site da comunidade Brasileira em <a title="Comunidade Brasileira do Zenwalk" href="http://www.zenwalk-BR.org" target="_blank">www.zenwalk-BR.org</a>; com forum e documentação em portugues!<br />
Zenwalk 5.2 pretende ser uma distribuição Linux para fins múltiplos, consentrando-se nas aplicações para Internet , multimídia programação.<br />
De acordo com o site; Zenwalk é um  sistema operacional GNU/Linux, concebido para fornecer as seguintes características:</p>
<p>Moderna e "user-friendly" (Usando as mais novas e estáveis versões dos softwares),<br />
Rápida (otimizada para performance ),<br />
racionais (um aplicativo para cada tarefa),<br />
Completo (pleno ambiente de desenvolvimento / desktop / multimídia)<br />
e evolutiva (gerenciamento de pacotes feito através de uma ferramenta de rede - o netpkg)</p>
<p>Foi concebida por Jean-Philippe Guillemin</p>
<p>Características Gerais:<br />
ZenWalk 5.2 é uma distribuição baseada inicialmente no slackware  que tira toda as vantagens já conhecidas desta distribuição.</p>
<p>Suas características principais são:</p>
<p>Kernel:                           Linux 2.6.22.7<br />
Desenvolvimento:         GCC-4.1.1, Python-2.5, Perl-5.8.8, GTK2-2.10.12<br />
Editores:                        Geany-0.10.2, Bluefish-1.0.7, Mousepad-0.2.12, Vim-7.0.195<br />
Desktops:                      XFCE-4.4.1<br />
Internet:                        IceWeasel-2.0.0.6,<br />
Multimedia:                   Gnome-Mplayer-0.50, Streamtuner-0.99.99,<br />
Office:                           Abiword-2.4.6, Gnumeric-1.7.10</p>
<p>Zenwalk vem em 2 distribuições "core" e "desktop" " sendo cada qual destinada a uma  segmentação especifica<br />
Core:<br />
ISO 180MB<br />
Zenwalk-core e o sistema Zenwalk sem o servidor/aplicações X. E voltado para ser um ponto de inicio para a construção  de desktops/servers customizados.Ou usuários perfeccionistas que desejam criar seus próprios ambientes de desktops , também servindo para quem possuem pouco espaço de HD.</p>
<p>Desktop:<br />
ISO 480 MB<br />
E o sistema completo .Com ferramentas para web,chat,musica.programação,vídeo,inpre  o tudo já configurado e otimizado.</p>
<ul>
<li><strong> Maquina de teste:</strong></li>
</ul>
<p>Minha experiencia com esta distro foi feita em uma maquina SIS Pentium II 400Mhz(overclock o default e 233Mhz,so para constar o Zenwalk 5.2 tambem rodou muito bem nesta velocidade!) 132MB RAM uma partição dedicada de 8GB e uma placa de vídeo onboard SIS 630 com 16 MB do tipo shared!Fica claro então que os aspectos que o projecto afirmarmão ser suas caracteristicas , foram postos a prova!</p>
<ul>
<li><strong>Instalação:</strong></li>
</ul>
<p>A instalação e feita através de uma interface de texto (ncurses) semelhante a usada no slackware , não e a toa , afinal esta distro tem como base a dita cuja Slackware.Mas como o almejado pelos seus desenvolvedores ela e extremamente amigável, e simples foram necessários apenas  algumas perguntas rápidas e bem explicadas e tudo transcorreu de forma tranquila.<br />
Mas nem tudo saiu como deveria aparentemente, talvez por já ter instalado grub em uma partição primaria ,pulei os passos de instalação do lilo ,mas para minha surpresa ao configurar o grub manualmente (passo este não necessário na instalação normal)senti falta do arquivo initrd.gz ...que tive de faze-lo mal e porcamente manualmente ... igualzinho a slackware.<br />
Fora esse entrave que não sei ter sido causado por minha culpa ou não ,a instalação foi rápida ,questão de 30 mim, simples ,não mais que 10 perguntas/opções, e eficiente.Dado o boot na maquina , mais algumas questões respondidas no chamado passo "post install" e meu novo sistema ZenWalk 5.2 já estava pronto.</p>
<ul>
<li><strong> Primeiras Impreçoes &#38; Visual:</strong></li>
</ul>
<p>Logo de cara fiquei imprecionado com a velocidade ,seu gerenciador de janelas o Xfce4 esta configurado de forma eficiente , e com um visual leve , agradável,despoluído e racional.Logo que percebi estava diante do iceweaseal , algo semelhante a fuinha gelada em português.tratasse do de uma "port" do firefox, seu visual se integra de forma fluida ao visual fo Zenwalk.</p>
[caption id="attachment_24" align="alignright" width="300" caption="Zenwalk Stilizado"]<a href="http://nonstop101.files.wordpress.com/2008/07/captura_da_tela.png"><img class="size-medium wp-image-24" src="http://nonstop101.wordpress.com/files/2008/07/captura_da_tela.png?w=300" alt="Zenwalk Stilizado" width="300" height="240" /></a>[/caption]
<p>Mais imprecionante foi ver que mesmo nesta maquina comsegui tirar vantagen do sistema "composite" do Xfce4 com transparencia real,sombreamento e etç.<br />
Logo instalei o gnome ao qual estou abituado, a instalaçao feita seguindo os passos do howto da documentaçao oficial no site foi simples e rapida.O gnome rodou ligeiro e sem problemas,para completar ainda escolhi e configurei um visual semelhante ao ubuntu so para ver se dava e comparar a velocidade nesse ponto o ganho de velocidade e grande quando se restringe a uma aplicação apenas se usar mais de uma o sistema se torna lento e instavel.<br />
Mas nem tudo saio direito,notei a ausência de um ícone apontando para o floppy drive ...Que com uma olhada mais técnica através "lsmod" notei também a usencia deste (o modulo floppy).A solução foi instalar manualmente,tarefa qual precisei da ajuda do suporte feito através do IRC ... en engles! :(</p>
<ul>
<li> <strong>Suporte ao hardware:</strong></li>
</ul>
<p>Também através do lsmod notei certas ausências de drivers mais específicos sendo sua maioria feita de genéricos,mas isso não impedindo que todo o hardware fosse reconhecido!<br />
Me pareceu a principio que ele possui o necessário para a maioria das maquinas , mas não pude verificar dadas as configurações de meu PC...que por siso já e um ponto positivo para ela neste quesito.</p>
<ul>
<li> <strong> Aplicações Multimedia &#38; desenvolvimento:</strong></li>
</ul>
<p>ferramentas apesar de nem sempre serem as mais conhecidas ;como o player de musica "Gmusicbrownser" são extremamente otimizadas e possuem todas as funções esperadas de um player mais conhecido como o audacity ,para não dizer mais pois vem já out-of-the-box com capacidade de visualização de capas de álbuns e suporte para aquivos flac e um plug-in in para visualizar as letras da musica sendo tocada,com a capacidade de procurar na net on-the-fly.<br />
Ainda tratando da areá multimédia seu player de vídeo  "Gnome-Mplayer-0.50" pode lidar com a maioria dos arquivos conhecidos de vídeo e graças a excelente otimização do sistema permite que maquinas; que com outras distros apresentariam "pulos" e "de sincronias"; se tornem uteis para tais fins novamente!<br />
Também disponíveis esta a ferramenta "GnomeBaker" e "Asounder" para gravação  e Ripagem de CDs alem das usuais ferramentas de console.<br />
No quesito de desenvolvimento ficou claro que ele possui tudo para suportar as copilaçoes mais complexas ... me pareceu falho nas ferramentas de apoio ao desenvolvedor .Vindo com a ide  "Geany" bem semelhante a "ajunta" .Uma ferramenta pratica e completa.</p>
<ul>
<li><strong> aplicações Gráficas &#38; Office &#38; Internet</strong></li>
</ul>
<p>Como o prometido existem apenas uma ferramenta para cada função como editor de texto ela tem abiWord,que da conta do recado...apesar de não ser de minha preferencia.Tocando no assunto vale lembrar que na instalação default do "desktop" não estava disponíveis pacotes para a correção ortográfica em portugues-BR.Fui forçado a instalara depois.Como ferramenta de planilha ela vem com GNU/Numerics.<br />
Fiquei muito desapontado ao saber que nao havia o "gedit" uma ferramenta semelhante ao "mousepad" que vem na lista de pacotes default, mas que acresenta a funçao de auto-correçao. :(<br />
No campo gráfico novamente apenas uma ferramenta poderosa e completa , como não podia deixar de ser , a aplicação que preenche esta função e o já consagrado GIMP.Ficou de fora ferramentas para autoria de vídeo e som :( ...Nada de Cinelerra uma aplicação de edição de vídeo que vem ganhado grande espaço neste campo .<br />
Um campo também sem ferramentas alguma e a de autoria de som/musica ficando de fora ate mesmo dos repositórios!</p>
<ul>
<li><strong> Aplicações de configuração e manegamento de pacotes</strong></li>
</ul>
<p>Nesse campo o Zenwalk 5.2 se destaca ...Sua solução netpkg e semelhante a algumas soluções conhecidas no slackware,como "slackpkg" , que e compativel com o zenwalk por sinal.No entanto ela vai alem oferecendo suporte a dependências dos pacotes tornando tudo muito mais fácil confiável ,mantendo o sistema enxuto e atualizado.Não bastasse isso ela possui ainda um front-end ara X que torna a instalação de novos programas ou mesmo o kde e Gnome uma tarefa simples e intuitiva.<br />
Para configurar o sistema tense no ambiente X o chamado ZenPanel que unifica quase que por completo todas as tarefas de configuração necessárias para o sistema como um todo, tendo ate mesmo uma ferramenta que permite a configuração dos módulos a serem usados na inicialização e tb para configurar a inicialização em si.<br />
Posso dizer que nesse campo usuários experientes ficarão surpresos e inexperientes agradecidos!</p>
<ul>
<li><strong> Conclusão &#38; outros</strong></li>
</ul>
<p>Na falta de um tópico mais adequado deixei par fazer os seguintes esclarecimentos aqui:<br />
O Kernel e de ultima geração, tendo sido compilado um pouco diferente do usual,como o slackware ele possui um sistema de inicialização  modular, sendo gerido pelo arquivo modprobe.conf, não havendo os usuais /etc/init.d ou mesmo os diretórios /etc/rc# ,não compreendi muito como funciona e em que implica tais diferenças mas  e bom deixar registrado.(ver seção duvidas &#38; etc.)Otra coisa que difere no kernel e a ausencia a as chamadas teclas ****** que permitem dar um boot "friu" em casos extremos ... o que me forçou a resetar a maquina algumas vezes...tais teclas tem certas funcionalidades que podem salvar o usuario em situaçoes inusitadas, e acho que deveriam estar incluidas no kernel...Apesar de sempre haver a opçao de compilalo<br />
Outra caracteristica diferente e o sistema de splash ,no boot apesar de visualmente se obter resultados semelhantes ao ubuntu seu funcionamento defere bastante, novamente fica em aberto o assunto</p>
<p>Minhas Impreçoes sobre esta distro nesta verçao ( 5.2) são positivas ela cumpre o que promete.Sem duvida a manterei como O.S. principal<br />
Sendo talvez um pouco polemico agora direi que se você vê a Ubuntu como "made for humans bens" e a slackware "for real nerds A Zenwalk 5.2 e ambos.<br />
Como diz o site "Have u Zen computig"</p>
<ul>
<li><strong> Duvidas &#38; Comentários </strong></li>
</ul>
<p>Não me surpreenderia ao ver criticas as minhas conclusões e Impreçoes aqui alem de usuais criticas e correções a este artigo,mas creio serem necessárias e construtivas para mim e para todos que estiverem lendo este artigo.<br />
Só fica aqui meu pedido de se você teve uma experiencia positiva com o Zenwalk 5.2 que a comente , se foi negativa diga porque .<br />
No caso de duvidas sobre o artigo ou sobre o Zenwalk deixe um post que tentarei esclarecer e ajudar</p>
<p>Obrigado e Um abraço fique Zen !</p>
<p>ESTE ARTIGO ESTA EM CONTRUÇÃO !!!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nossa Missão, IMPOSSÍVEL?]]></title>
<link>http://ferecife.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 00:50:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>renatoalvesbr</dc:creator>
<guid>http://ferecife.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[Deus tem um plano para cada um de nós, você sabe qual é o seu?
Há uma cultura americana que part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Deus tem um plano para cada um de nós, você sabe qual é o seu?<br />
Há uma cultura americana que particularmente não concordo muito, que é o seguinte: as pessoas que não conseguem nada são apontadas como LOSERS (perdedores) e conforme a cultura deles isso ajuda a incentivá-los a superar as dificuldades. Já eu acho o seguinte, nós <strong>brasileiros</strong> somos WINNERS (vencedores) pois a nossa nação é a maior nação católica do mundo, desde antes de nosso nascimento fomos escolhidos entre milhões para que Deus nos desse o dom da vida, essa capacidade de vencermos foi dada por Deus, para que assim pudéssemos cumprir a sua promessa e a nossa missão, conforme ele mesmo anunciou: <em>"Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis as minhas testemunhas em Jerusalém , em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo"</em>  (Atos - 1,8).</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xfQ54BcekrA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/xfQ54BcekrA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Final da Campanha O Brasil para Cristo]]></title>
<link>http://amigosdeoracaowellington.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 20:12:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amigos de Oração</dc:creator>
<guid>http://amigosdeoracaowellington.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[ Sete dias de oração pelo Brasil. Terminamos a Campanha com um sentimento que tudo foi muito rápi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://amigosdeoracaowellington.files.wordpress.com/2008/07/imagem-467.jpg"><img src="http://amigosdeoracaowellington.wordpress.com/files/2008/07/imagem-467.jpg" alt="" width="460" height="345" class="aligncenter size-full wp-image-34" /></a> Sete dias de oração pelo Brasil. Terminamos a Campanha com um sentimento que tudo foi muito rápido. Começamos numa manhã de domingo com um culto e derrepente já era sábado à noite, dia do encerramento. fico grato e feliz pelas pessoas que ainda não conheço, de cidades distantes e perto de Olinda, que estiveram orando comigo e com todos os Amigos de Oração. A Campanha encerrou, mas nossa orações pelo país continuam sem cessar. A violência, a protituição, a criminalidade continuam nas esquinas, nas avenidas, nas cidades, no Brasil e nós, povo de Deus, temos que ser perseverante, sem desistir. A minha e a sua oração pelo país não deve ser apenas em momentos como esse, em uma Campanha, mas sempre. Não deixe de orar pelo presidente Lula, Pelo governador do estado e pelo prefeito da cidade (aqui em Olinda é uma prefeita). Deus abençoe o Brasil! Deus restaure nossa nação! <strong>Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor.</strong> Abraços! :-)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luiz Weis e o lero-lero dos candidatos na imprensa]]></title>
<link>http://cilaschulman.wordpress.com/?p=1325</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:34:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>cila schulman</dc:creator>
<guid>http://cilaschulman.wordpress.com/?p=1325</guid>
<description><![CDATA[






Um breve contra o lero-lero


Postado por Luiz Weis
















O New York Times recusou-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table style="height:436px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="486">
<tbody>
<tr>
<td>
<table style="height:70px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="287">
<tbody>
<tr>
<td class="art_tit" colspan="2"><strong>Um breve contra o lero-lero</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="textoComum" colspan="2">Postado por <strong>Luiz Weis</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="textoComum2" colspan="2"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td></td>
<td><span class="textocaminho"><img src="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/images/transp.gif" alt="" width="5" height="10" /></span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td class="art_texto" valign="top">O New York Times recusou-se a publicar, como veio, um artigo do candidato republicano John McCain falando de seus planos para o fim da ocupação americana do Iraque.</p>
<p>O jornal pediu a McCain que reescrevesse passagens do texto para dizer em termos concretos o que entende por “vitória no Iraque” e se irá anunciar um cronograma para a retirada.</p>
<p>O pedido foi rejeitado, e a equipe do candidato se queixou de discriminação.</p>
<p>Na fase das primárias, o NYT anunciou seu apoio a Hillary Clinton entre os democratas e a McCain entre os republicanos.</p>
<p>Recentemente, o Times publicou um artigo do afinal vitorioso Barack Obama sobre o Iraque. Não se sabe se saiu como recebido, ou se precisou ser canetado pelo autor, por exigência do jornal.</p>
<p>Todos os artigos da sua página de Opinião são editados e checados. Não só por razões de clareza e espaço, mas para eliminar erros factuais. Se algum deles serve de base para um juízo de valor, o autor que desate o nó, do contrário nada feito.</p>
<p>Nem todos apoiam essa política. O argumento contrário é o de que o jornal não tem de interferir em artigos assinados – o leitor que julgue os seus autores. É, por exemplo, a rotina na imprensa brasileira.</p>
<p>Mas o Times está certo. Nem sempre o leitor sabe distinguir informação falsa da verdadeira, e o jornal não deve mesmo se prestar ao papel de transmissor de enganos alheios, propositais ou não, em nome do respeito à integridade das idéias dos articulistas.</p>
<p>No caso McCain, o NYT foi mais longe. Pelo visto, não quis ser mula do eventual lero-lero de um candidato diante de uma das duas questões que deverão decidir a eleição de novembro. (A outra é a economia.) Se ele fala em “vitória no Iraque”, tem de explicar o que quer dizer com isso.</p>
<p>Se os jornais brasileiros tratassem com a mesma severidade os artigos com as promessas dos nossos candidatos, nenhum deles iria gostar – mas o leitor encontraria menos abobrinhas nas páginas opinativas. (do Portal Observatório da Imprensa)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ética jornalística impugnada em Itajaí?]]></title>
<link>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=239</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 16:45:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rômulo Mafra</dc:creator>
<guid>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=239</guid>
<description><![CDATA[Parece que o jornalista da rádio 106 FM, que também apresenta o jornal da TV Brasil Esperança, Ru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que o jornalista da rádio 106 FM, que também apresenta o jornal da TV Brasil Esperança, <strong>Rubens Angioletti</strong>, disse hoje de manhã no programa matutino da rádio, <strong>que sabia da informação da impugnação DESDE SEXTA-FEIRA</strong>.</p>
<p>Oras, <strong>se ele é jornalista, o dever dele era</strong>... <strong>sim, INFORMAR</strong>. Não é porque ele torce pro candidato A ou B é que ele poderia SONEGAR UMA INFORMAÇÃO, ainda mais com a desculpa esfarrapada de que só não falou nada porque só ontem recebeu o email de resposta do TSE.</p>
<p>O fato estava ali. A notícia estava ali. No próprio site, IMPUGNADO dizia embaixo da foto de Jandir Bellini. Aliás, como ele soube do fato na sexta? Dizem que ele trabalha na campanha do Jandir Bellini, mas eu não acredito. Talvez ele tenha sabido por isso.</p>
<p>Agora, manter o silêncio é que não pode! Não combina com o jornalista engajado que ele parece ser. Parece ser, pois, pra mim, não é mais.</p>
<p>Óbvio que, a pergunta que me faço é: se fosse o contrário (caso fosse o Volnei impugnado), ELE NÃO NOTICIARIA? Será que ele pensaria "não, talvez seja um erro do Tribunal Superior Eleitoral. Vai ver digitaram errado, vou mandar um email pro TSE e esperar este email chegar, e só depois divulgar!"? Você acha isso? Acha que ele pensaria assim? Eu não acho.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>JORNAL REDE CIDADE</strong></span><br />
Aliás, acabei de ouvir as principais manchetes do Rede Cidade, apresentado pelo mesmo Rubens, e adivinhem se comentou algo da impugnação do Bellini? Pois é, ele deve estar esperando mais alguma coisa pra FALAR A VERDADE.</p>
<p>E, agora, o Denísio cita meu nome dizendo "sem comentários" (pois um dos processos de impugnação foi feito por mim, usando de MEUS DIREITOS constitucionais). Tadinho. O que será que ele tem pra comentar de mim? Fiquei até curioso, mas, se bem que vindo dele, não esperaria mais que isso.</p>
<p>Aliás, agora, pro Denísio, "é uma vergonha essa matéria" que foi publicado nos jornais hoje???????? Vocês não vão mostrar a capa do Diarinho nem do Diário da Cidade???? Por que? Não fizeram isso no dia 11 de junho, quando lhes interessava???? Essa é a nossa TV Brasil Esperança.</p>
<p>E senhor Denísio, as pessoas que estão dizendo que o Jandir não vai ser candidato, devem ser as mesmas que disseram que o Volnei estava preso no dia 11 de junho. O senhor não acha?</p>
<p><strong>A verdade do fato é:<br />
JANDIR ESTÁ IMPUGNADO!</strong>, segundo a página do Tribunal Superior Eleitoral.</p>
<p>Isso é fato.</p>
<p>Se você, Denísio (ou o Rubens), quiser procurar o que quer dizer impugnado, procure no dicionário. Ninguém deveria estar falando que o Jandir não vai ser candidato, pois não é verdade. A verdade é, sim, ele, <strong>Jandir Bellini, CORRE O RISCO DE NÃO SER CANDIDATO</strong>.</p>
<p>Já o Volnei ainda não corre esse risco. Isso é fato.</p>
<p>(aliás, como disse o advogado da coligação do Jandir Bellini agora pouco no jornal Rede Cidade, <strong>EU NÃO SOU FUNCIONÁRIO COMISSIONADO DA PREFEITURA</strong>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Configure o botão fechar nas abas do Firefox]]></title>
<link>http://meuwindows.wordpress.com/?p=599</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:56:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Neto Lima</dc:creator>
<guid>http://meuwindows.wordpress.com/?p=599</guid>
<description><![CDATA[O famoso navegador da Mozilla é famoso por ser quase, se não totalmente configurável/customizáve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O famoso navegador da Mozilla é famoso por ser quase, se não totalmente configurável/customizável, as configurações que são mais cruciais para o bom funcionamento são alteradas por meio do about:config, e neste artigo você vai aprender como mudar algumas das configurações do botão fechar das abas e se familiarizar com o about:config do Firefox.</p>
[caption id="attachment_608" align="aligncenter" width="454" caption="O botão fechar aba mostrado apenas na aba atual"]<a href="http://meuwindows.files.wordpress.com/2008/07/sshot-15.jpg"><img class="size-full wp-image-608" src="http://meuwindows.wordpress.com/files/2008/07/sshot-15.jpg" alt="O botão fechar aba é mostrado apenas na aba atual" width="454" height="127" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Se você não quiser fazer o becape das configurações do about:config, pule esta etapa, mas é recomendável ter caso ocorra alguma problema. É um processo simples, é preciso apenas copiar o arquivo prefs.js que fica:</p>
<p><!--more-->No Windows XP:</p>
<p>\Documents and Settings\<em>&#60;usuário&#62;</em>\Dados de Aplicativos\Mozilla\Firefox\Profiles\ <em>&#60;id do usuário&#62;</em>.default\</p>
<p>No Windows Vista:</p>
<p>Usuário\<em>&#60;usuário&#62;</em>\AppData\Roaming\Mozilla\Firefox\Profiles\<em>&#60;id do usuário&#62;</em>.default\</p>
<p style="text-align:justify;">Lembre-se de exibir pastas ocultas em Ferramentas &#62; Opções de Pasta, na aba Modo de exibição escolha "mostrar pastas e arquivos ocultos".</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa segunda etapa vamos alterar algumas configurações do Firefox, na barra de endereços digite about:config, e clique em "Serei cuidadoso, eu prometo!", encontre a chave browser.tabs.closeButtons e mude seu valor para:</p>
<p align="left"><strong>0</strong> - Mostra o botão fechar apenas na aba atual;<br />
<strong>1</strong> - Valor padrão, mostra o botão fechar em todas as abas;<br />
<strong>2</strong> - Não mostra o botão fechar em nenhuma aba, é preciso um Ctrl + w ou Ctrl + F4 para as fechar.<br />
<strong>3</strong> - Mostra o botão fechar no final da barra das abas, padrão do Firefox 1.<em>x</em></p>
[caption id="attachment_609" align="aligncenter" width="454" caption="Mostra o botão fechar aba no final da barra das abas"]<a href="http://meuwindows.wordpress.com/files/2008/07/sshot-18.jpg"><img class="size-full wp-image-609" src="http://meuwindows.wordpress.com/files/2008/07/sshot-18.jpg" alt="Mostra o botão fechar aba no final da barra das abas" width="454" height="134" /></a>[/caption]
<p align="left">As mudanças ocorrem na hora, ou seja, não é preciso reiniciar o navegador para ver os resultado.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos ser tolerantes?]]></title>
<link>http://denisol.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Denise Neves Santos</dc:creator>
<guid>http://denisol.wordpress.com/?p=125</guid>
<description><![CDATA[Questão bicuda: a Alemanha tem 163 mesquitas para seus 3 milhões de muçulmanos. Mas 163 mesquitas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Questão bicuda: a Alemanha tem 163 mesquitas para seus 3 milhões de muçulmanos. Mas 163 mesquitas não chegam. Informa a revista "Der Spiegel" que mais 184 mesquitas vêm a caminho, uma realidade que não agrada à maioria dos alemães. Os alemães não desejam a "islamização" do seu espaço público. E temem que as mesquitas sejam centros de propagação fanática ou de recrutamento terrorista.</p>
<p>Os confrontos já começaram. Em Lavingen, por exemplo, cocktails Molotov são recorrentemente jogados na mesquita da cidade. Em Hanover, opta-se pelo insulto verbal, com o dito "Terra christiana est", qualquer coisa como "Essa é terra cristã", escrito nas paredes do edifício.</p>
<p>Mas notável é a projetada mesquita de Colónia, que será a maior de toda a Europa, com seus 22 mil metros quadrados, 55 minaretes, uma altura comparável a 18 andares e, imagino eu, o inevitável chamamento para a oração que cobrirá toda a cidade com os dizeres do Corão. Como responder ao problema social que as mais de três centenas de mesquitas começam a representar para os alemães?</p>
<p>Um liberal clássico, para quem o Estado deve ser sempre neutro perante diferentes concepções do bem, dirá consequentemente que o Estado é também neutro em matéria religiosa. Se não existe uma religião oficial, então não existe nada que impeça os muçulmanos europeus de construírem as mesquitas que entenderem (desde que, obviamente, respeitem as leis do Estado). Sim, seria improvável que uma comunidade cristã, ou judaica, pudesse construir uma mega-igreja, ou uma mega-sinagoga, no centro de Teerã. Isso seria um pecado de morte, punível com a terapia conhecida. Mas a diferença entre as democracias liberais do Ocidente e as teocracias corruptas do Oriente Médio reside precisamente aqui: a tolerância é um dos mais preciosos frutos da separação entre o Estado e a Igreja, inexistente no Islã. Uma mesquita, uma sinagoga, uma igreja: tudo é igual perante um Estado confessionalmente neutro.</p>
<p>Eu simpatizo com os liberais clássicos. E não pretendo repudiar o dogma da neutralidade do Estado perante diferentes concepções do bem. Pelo contrário: gostaria de o ver reforçado. E a melhor forma de reforçar as virtudes liberais seria permitir a construção de uma mesquita, integrando-a plenamente na natureza diversa das cidades ocidentais. Nada de guetos. Nada de áreas especificamente islamizadas. Nada de tratamento especial. A permissão seria concedida se as autoridades islâmicas aceitassem que as suas mesquitas teriam como vizinhos imediatos uma sinagoga, uma sex shop, um café (para ambos os sexos), salas de cinema, livrarias, açougues (com todo o tipo de carnes), lojas de vinhos (bem fornecidas) e, uma vez por ano, a parada gay a desfilar à porta.</p>
<p>A tolerância é um valor crucial. Mas a tolerância termina perante a intolerância dos outros. Aceitar mais uma mesquita? Nada contra. Desde que a mesquita aceite todo o resto.</p></blockquote>
<div style="clear:both;padding-left:10px;float:right;width:250px;"><a title="Cultural contrast - Zanzibar by skyoctane, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/skyoctane/1253739154/in/set-72157601711048821/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-130" src="http://denisol.wordpress.com/files/2008/07/cultural-contrast.jpg" alt="Cultural contrast" width="240" height="160" /></a><em><span style="float:left;color:#888888;">Contraste cultural © Skyoctane</span></em></div>
<p><a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/joaopereiracoutinho/ult2707u424306.shtml" target="_blank">Essa artigo</a> do <a title="http://www.jpcoutinho.com/" href="http://www.jpcoutinho.com/" target="_blank">João Pereira Coutinho</a>, publicado dia 21/07/08 na <a title="Folha Online" href="http://folha.uol.com.br/" target="_blank">Folha <em>Online</em></a>, reflete exatamente o que eu penso sobre tolerância religiosa. A liberdade cultural e religiosa é crucial para que possamos viver em paz, e principalmente para que tenhamos oportunidade de aprender com as outras religiões e culturas. Se eu fosse governante, certamente criaria uma lei que desse oportunidade a todos os cidadãos do meu país a passar pelo menos uma semana em um outro país/cultura.</p>
<p>É impressionante o quanto aprendemos quando conhecemos lugares mais desenvolvidos/menos desenvolvidos, religiões mais liberais/menos liberais, e assim por diante. E, tenho certeza de que, se todas as pessoas do mundo tivessem oportunidade de conhecer um ambiente diferente do qual nasceram, o mundo seria um lugar melhor, muito melhor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jandir Bellini tem candidatura impugnada]]></title>
<link>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=229</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 21:47:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rômulo Mafra</dc:creator>
<guid>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/?p=229</guid>
<description><![CDATA[O candidato pelo PP, Jandir Bellini está com a sua candidatura impugnada, segundo o Tribunal Superi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato pelo PP, <strong>Jandir Bellini está com a sua candidatura impugnada</strong>, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. Estão dizendo por aí, a impugnação saiu na sexta-feira, mas só hoje a notícia "vazou" na <em>internet</em>, sendo que até os jornais e imprensa em geral foram "furados".</p>
<p>Na página do <a href="http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/estatistica2008/index.htm" target="_blank">TSE</a> explica que o candidato pode aparecer assim:</p>
<p><em>As consultas estatísticas que não detalharem a situação do candidato apresentarão os números referentes aos candidatos que estiverem com o registro nas seguintes situações:</em></p>
<ul>
<li><em>Cadastrado </em>
<ul>
<li><em>Aguardando julgamento</em></li>
<li><em><span style="color:#ff0000;">Impugnado</span></em></li>
<li><em>Com notícia de inelegibilidade</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Sendo que Jandir Bellini aparece como "<strong>impugnado</strong>". Volnei Morastoni (PT) e Silvino (PSOL) aparecem como "aguardando julgamento". Neste <a href="http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/divulg_cand.htm" target="_blank">link</a>, basta clicar em "Divulgação de Registro de Candidaturas 2008", para acessar as cidades e ver a <a href="http://www3.tse.gov.br/sadEleicaoDivulgaCand2008/" target="_blank">condição</a> de cada candidato. Por enquanto, o pau tá comendo na <em>internet</em>, via Orkut, principalmente. Neste momento em que digito estas linhas, o Orkut está inacessível por problemas internos, mas isso deve ir até amanhã, quando, espera-se, seja publicado a notícia no Diarinho com as devidas explicações. Eu só acredito vendo (que a impugnação vire uma cassação da candidatura, e que o Diarinho vá dar algum destaque ao fato).</p>
<p>Pelo que entendi, com a candidatura impugnada, agora deve vir uma sentença de um juiz, se formos seguir o exemplo da candidatura do prefeito de Imbuia: "<em>Antônio Oscar Laurindo, teve sua candidatura impugnada no último dia 7 e em sentença proferida hoje (18), pelo Juiz Eleitoral da 39ª Zona Eleitoral, Rafael Sandi, o seu registro foi indeferido</em>". E, ainda, diz a página do TRE, cabe recurso para impedir o indeferimento da candidatura de Laurindo; imagino que seja o mesmo para Jandir Bellini.</p>
<p>Pois é, a galera do Jandir falou tanto na "sexta-feira negra", quando saiu aquela matéria (?) do Diarinho, que agora, parece, começou um "<span style="color:#ff0000;">segunda-feira <strong>vermelha</strong></span>". ;-)</p>
<p>Abaixo, segue o <em>printscreen</em> da tela do TSE. Clique para aumentar:</p>
<p><a href="http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/files/2008/07/jandir-impugnado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-232" src="http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/files/2008/07/jandir-impugnado.jpg?w=300" alt="" width="300" height="220" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Altere o tema do seu Windows Vista SP1]]></title>
<link>http://meuwindows.wordpress.com/?p=578</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Neto Lima</dc:creator>
<guid>http://meuwindows.wordpress.com/?p=578</guid>
<description><![CDATA[Com o Windows Vista sem SP1, bastava apenas instalar o programa VistaGlazz que era possível mudar o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Com o Windows Vista sem SP1, bastava apenas instalar o programa VistaGlazz que era possível mudar o tema, mas com a chegada do SP1, esse programa já não efetua tal funcionalidade. Não encontrei nenhum tutorial que ensinasse a fazer esse processo, então decidi criar esse artigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de tudo será preciso baixar o <a href="http://u1bvxq.bay.livefilestore.com/y1paPcQX7GmxTHUXzBjU0z9DQRZhFIL7gokfRpCCcSGq4e3zs42e26CxDkZ9Cus9-qISIH3D6AItYM/TakeControlb2.zip?download">Take Control</a>, com ele você terá permissões sobre alguns arquivos que mesmo uma contra administrador não terá, não precisa instalar e tem apenas 167KB. Os três arquivos necessários para a mudança dos temas são shsvcs.dll, themeui.dll e uxtheme.dll. Versão <a href="http://www.withinwindows.com/uxthemes/Windows%20Vista/SP1/6.0.6001.18000_XX.rar">x86</a> e versão <a href="http://www.withinwindows.com/uxthemes/Windows%20Vista/SP1/6.0.6001.18000_AMD64_XX.rar">x64</a>.</p>
[caption id="attachment_581" align="alignleft" width="202" caption="Arquivos selecionados no Take Control, clique para ampliar."]<a href="http://meuwindows.wordpress.com/files/2008/07/sshot-8.jpg"><img class="size-full wp-image-581" src="http://meuwindows.wordpress.com/files/2008/07/sshot-8.jpg" alt="Arquivos selecionados no Take Control" width="202" height="156" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Execute o Take Control como administrador, clique direito e em seguida "Executar como administrador". Clique em <em>Add </em>e escolha os arquivos shsvcs.dll, themeui.dll e uxtheme.dll na pasta Windows\system32, após isso clique no botão Take control. Espere a mensagem <em>Process completed succesfully</em>, agora você já tem alguns privilégios a mais sobre esses arquivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode fechar o Take Control e abra a pasta Windows\system32 e encontre o arquivo uxtheme.dll, renomeie-o para uxtheme.old e cole o arquivo uxtheme.dll que você baixou, repita isso com os arquivos shsvcs.dll e themeui.dll, reinicie o seu computador e agora você já pode usar novos temas no Windows Vista SP1.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ATENÇÃO</strong>: Siga esse tutorial apenas se estiver usando o Windows Vista <strong>SP1</strong>, se tentar esses procedimentos em uma versão anterior do Windows, seu sistema poderá ficar instável ou até mesmo unitilizável!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavras trocadas entre o tímido e o excêntrico]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/?p=652</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 13:33:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/?p=652</guid>
<description><![CDATA[Cartas de Fernando Pessoa vão a leilão e governo português chia

Michael Kimmelman
THE NEW YORK T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Cartas de Fernando Pessoa vão a leilão e governo português chia</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img361.imageshack.us/img361/6196/fernandopessoara1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Michael Kimmelman</em></p>
<p style="text-align:justify;">THE NEW YORK TIMES, EM LISBOA</p>
<p style="text-align:justify;">O último burburinho envolvendo o legado cultural de uma nação é revelado aqui – e, para variar, não tem relação com vasos roubados ou preciosas heranças de guerra, e sim a correspondência de um poeta. Os herdeiros de Fernando Pessoa, o celebrado escritor português, planejam leiloar, no outono (primavera, no Brasil), sua correspondência com Aleister Crowley, o místico alpinista e escritor inglês, praticante de magia negra, do começo do século 20. O ministro da cultura de Portugal, José Antonio Pinto Ribeiro, está entre os que se mostraram, nos últimos dias, preocupados diante da possibilidade de que as cartas saiam do país.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Os herdeiros já se desfizeram de uma série de cadernos de Pessoa, que foram comprados pela Biblioteca Nacional de Portugal, no ano passado. Já que muito da obra de Pessoa continua inédita, acadêmicos temem que, se seus documentos forem espalhados (ele deixou mais de 30 mil em pilhas na sua casa), vai ficar difícil decifrar o que até hoje é um dos mais intrincados e volumosos legados entre os grandes escritores da era moderna.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoa e Crowley trocaram estranha correspondência em 1930. Naquela época, Pessoa era o tímido, e desconhecido poeta português que vivia entre uma multiplicidade de heterônimos. Crowley era tão excêntrico que um biógrafo recente se sentiu compelido o reforçar que seu biografado "não - eu disse não - praticava ou pregava sacrifícios humanos". Astrólogo experiente, escreveu, inicialmente, para corrigir erros de cálculos do autor. Crowley respondeu gentil às cartas de Pessoa, assinando "666".</p>
<p style="text-align:justify;">Na última residência de Pessoa, agora o centro cultural Casa Fernando Pessoa, o ministro da cultura de Portugal, educadamente, deixou claro, durante recente fórum público, que o governo tem o poder de ficar com a obra que for considerada patrimônio nacional. Sobrinha de Pessoa, Manuela Nogueira respondeu que um contrato já foi assinado com uma casa de leilões, mas acrescentou que não há motivos para preocupações, já que os papéis foram fotografados, possibilitando que suas cópias estejam para sempre acessíveis aos acadêmicos, independentemente de onde os originais venham a ficar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Megalomania e humildade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A grande maioria dos documentos de Fernando Pessoa pertence à Biblioteca Nacional: o restante, cerca de 27 mil, aos herdeiros. Nesse caso, os originais contêm uma série de notas rabiscadas e outros detalhes que se tornariam ilegíveis mesmo nas melhores fotografias. A maioria dos portugueses, verdade seja dita, não poderia se importar menos com o que aconteça com os documentos de Pessoa, mas ainda assim ele ainda é considerado um dos maiores tesouros do país.</p>
<p style="text-align:justify;">– Pessoa é uma exceção, um grande escritor. Mas com trejeitos inconfundivelmente portugueses – analisa Eduardo Lourenço, um dos mais distintos críticos literários de Portugal – Isso tem ligação ao fato de nós, portugueses, podermos ter tudo, mas ainda assim sentirmos como se tivéssemos nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Portugal, ele explicou, descobriu metade do mundo no século 16, mas ainda assim se sente um fracasso por não ter descoberto o resto. A mentalidade da nação, afirma Lourenço, é uma combinação de megalomania e humildade.</p>
<p style="text-align:justify;">– Pessoa também era um indivíduo isolado, que evitava o contato. Foi um um dos maiores poetas a expressar a solidão absoluta. Alguns de seus poemas são tão tristes que chegam a se tornar difíceis de serem lidos, o que é uma característica extremamente portuguesa. É só escutar o fado – continuou o crítico, referindo-se à música com conotações saudosistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoa, claro, representava muito mais. Criado na África do Sul trilíngüe, ele escreveu em inglês e francês tão bem quanto em português. Tinha a reserva de um gentleman inglês, inventando heterônimos ou personagens imaginários pelos quais ele mesmo tendia a desaparecer.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua obra de prosa mais famosa, O livro do desassossego, foi escrito sob o nome de Bernardo Soares. A obra passou por uma costura póstuma, feita por acadêmicos que combinaram milhares de páginas de fragmentos literários – reza a lenda que Pessoa, morto de cirrose hepática, aos 47 anos, em 1935, consultou os astros e acreditava que tinha mais dois anos de vida. Planejava, nesse tempo, organizar essa obra, mas de uma maneira que nunca pudesse ser reduzida a uma única ordem. Continuaria a ter leituras indefiníveis, como um corredor de espelhos e, conseqüentemente, a quintessência da modernidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Também escreveu, sob o pseudônimo de Alexander Search, um engenheiro escocês; Alberto Caeiro (que Pessoa habitualmente classificava como "seu mestre"); Ricardo Reis; e Alvaro de Campos, um engenheiro naval aposentado bissexual e melancólico viciado em drogas.</p>
<p style="text-align:justify;">"O que aconteceu, você pergunta", Pessoa escreveu em 1920 para sua namorada, explicando por que ele estava terminando o relacionamento com ela. "Eu fui trocado por Álvaro de Campos".</p>
<p style="text-align:justify;">Como Alvaro de Campos, ele também escreveu: "Fernando Pessoa, estritamente falando, não existe". Em História do cerco de Lisboa, o vencedor do Nobel e escritor português José Saramago imagina um revisor chamado Raimundo Silva, um homem não muito diferente de Fernando Pessoa, que, por inserir um único "não" em um livro consegue mudar a história portuguesa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://jbonline.terra.com.br/editorias/cultura/papel/2008/07/20/cultura20080720006.html" target="_blank">JB Online</a> e também na<strong> Revista da Semana</strong> Ed. 46 - <em>24/07/2008</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boletim Tributário - 07/07/2008]]></title>
<link>http://boletins.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:31:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonaslumber</dc:creator>
<guid>http://boletins.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Data desta Edição:  07.07.2008

 





INCENTIVOS  FISCAIS




Lei 11.732/2008 - Altera a Lei  11.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;color:#800080;"><strong>Data desta Edição:  07.07.2008</strong></span></p>
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<div>
<table id="table1" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/tributario/incentivofiscal.htm"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">INCENTIVOS  FISCAIS</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:justify;"><a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei11732_2008.htm"><span style="font-size:small;">Lei 11.732/2008</span></a><span style="font-size:small;"> - Altera a <a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei11508_2007.htm">Lei  11.508/2007</a> - regime tributário, cambial e administrativo das Zonas de  Processamento de Exportação, e Lei 8.256/1991 - áreas de livre comércio nos  municípios de Boa Vista e Bonfim -  RR.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table2" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/tributos/ipi.html"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">IPI</span></span></a><span style="font-size:small;"> - </span><a href="http://www.portaltributario.com.br/tributario/tipi.htm"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">TIPI</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:justify;"><a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto6501_2008.htm"><span style="font-size:small;">Decreto 6.501/2008</span></a><span style="font-size:small;"> - Dá nova redação as Notas  Complementares NC (18-1), NC (21-2) e NC (22-3) da <a href="http://www.portaltributario.com.br/tributario/tipi.htm">TIPI</a> e ao art.  150 do <a href="http://www.portaltributario.com.br/ripi.htm">RIPI</a>.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table3" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/guia.htm"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">GUIA TRIBUTÁRIO ON  LINE</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/guia/clientes/incentivoturismo.html"><span style="font-size:small;">IRPJ - Depreciação Acelerada Incentivada - Hotelaria</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/cgi-local/guia/clientes/goto.cgi?lucro_real.html"><span style="font-size:small;">Lucro Real – Aspectos Gerais</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/guia/clientes/icms_devolucao_garantia.html"><span style="font-size:small;">ICMS - Devolução de Mercadorias - Substituição em  Garantia</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table4" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/artigos/efeitos.htm"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">MUDANÇAS  TRIBUTÁRIAS</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/noticias/irpjlaboratorios.htm"><span style="font-size:small;">IRPJ - Laboratórios e Clínicas Terão Redução a Partir de  2009</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/artigos/efeitos.htm"><span style="font-size:small;">Mudanças Tributárias em 2008</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table5" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/guia/simplesnacional.html"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">SIMPLES  NACIONAL</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/guia/simplesestados.html"><span style="font-size:small;">Confira os Estados em Que Há Redução do ICMS para o Simples  Nacional</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table6" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:black;"><a href="http://www.portaltributario.com.br/tributos/iss.html"><span style="text-decoration:none;color:black;"><span style="font-size:small;">ISS</span></span></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p style="margin-top:0;margin-bottom:0;"><a href="http://portaltributario.com.br/artigos/tomadoriss.htm"><span style="font-size:small;">ISS -  Responsabilidade Tributária e Retenção</span></a><span style="font-size:small;"> </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:0;margin-bottom:0;text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="display:none;"> </span></span></p>
<div>
<table id="table7" class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background:#75c8af none repeat scroll 0 0;width:100%;padding:0.75pt;" width="100%">
<p class="MsoNormal" style="ma