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	<title>artigo-publicacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "artigo-publicacao"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:20:30 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[RADAR DE ABERTURA SINTÉTICA – SAR]]></title>
<link>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 15:43:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadeckgeo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Por: Luis Sadeck
O sensoriamento remoto é hoje uma das ferramentas de maior importância para a ob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><img class="alignnone size-full wp-image-58" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/banner_artigo1.png" alt="" width="510" height="60" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;line-height:150%;">Por: Luis Sadeck</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O sensoriamento remoto é hoje uma das ferramentas de maior importância para a obtenção de informações da superfície terrestre, tendo como princípio a obtenção da mesma sem contato físico e de forma sistemática, assim como em um intervalo de tempo regular.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A obtenção dessa informação pode ser feita através de dois tipos de sensores, os Passivos e os Ativos. Nesse artigo nos deteremos a falar sobre os sensores Ativos, mais especificamente os sensores de microondas, nos quais está inserido o Radar de Abertura Sintética – SAR.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Esse tipo de sensor tem uma forma de obtenção de dados bastante característica, que é através de pulsos eletromagnéticos enviados à superfície na velocidade da luz, tendo como retorno ecos na mesma velocidade. Geralmente a antena é posicionada com seu eixo longitudinal na parte inferior da aeronave que transporta o sensor, emitindo pulsos em forma de leque proporcionando a criação da imagem. Dentre os parâmetros para geração da imagem, os mais importantes são a distância em relação à antena e a intensidade do eco (energia refletida), pois é a partir desses que será produzida a imagem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Por causa de suas propriedades esse tipo de sensor esta sendo bastante cogitado para fazer levantamentos de dados na Amazônia, uma vez que, dependendo da banda (Faixa espectral) usada, ele não apresenta dificuldades quanto a nuvens, chuvas e outros tipos de implicações.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3061/2631441802_067443617f.jpg" alt="" /></p>
<address>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;">Fig01: Faixa espectral (FREITAS et al, 2004)</span></p>
</address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Na região Amazônica o SIPAM possui, através da aeronáutica, algumas aeronaves com esse tipo de sensor, sendo hoje uma referência no uso de sensoriamento remoto por radar, tendo imageado uma área que correspondente a mais de 3 milhões de Km<sup>2</sup>, essas imagens estão sendo utilizadas para detecção de desmatamentos, corte seletivo, identificação de pistas de pouso clandestinas, ocorrência de garimpos, entre outras aplicações.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3048/2631441804_d031e799fa.jpg" alt="" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;">Fig02 -Aeronave R99B<br />
</span></p>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O SAR SIPAM, segundo Costa, 2007, difere dos demais sensores, pela capacidade de imageamento simultâneo com a banda L, nas polarizações HH, VV, VH e HV, e banda X (HH), com resoluções espaciais de 3 m, 6m e 18 m.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Além desse sensor do SIPAM, que já monitora a Amazônia, juntamente com outros sensores aeroembarcados nessa aeronave, está em andamento uma parceria entre o INPE (Brasil) e a DLR (Alemanha) para criação do Mapsar, essa nova ferramenta será orbital e trabalhará na banda L com polarizações HH, VV, VH e HV, tendo resolução espacial de 3 a 20 metros.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">As simulações feitas para testar métodos, formar pessoal e outros, foi feito com o R99B-SAR-SIPAM através de diversos projetos desenvolvidos em parceria com outras instituições (ENBRAPA, CPRM, UnB, UFPA, MPEG e outras).</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.mundogeo.com.br/images/portugues/infogeo/n-36/pag35-1.jpg" alt="" /></p>
<address>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;">Fig03 - Satélite MAPSAR</span></p>
</address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Parece que esse comprimento de onda vai dar o que falar! Vamos esperar pra ver as novas formas de gerenciamento da informação para o desenvolvimento da região Amazônica.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><strong>Bibliografias e Sites</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><a href="http://marte.dpi.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr@80/2006/11.16.00.10/doc/6661-6665.pdf" target="_blank">COSTA, S. dos S. ; CAMPOS, M. A. A. ; ROGÉRIO, A. P. C. .<strong> </strong><em><span>Imageamentos realizados pelo sistema aerotransportado SAR/SIPAM.<span> </span></span></em><span>In. Anais XIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Florianópolis, Brasil, 21-26 abril 2007, INPE, p. 6661-6665.</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">FREITAS, C. C. ; SANT´ANNA, S. J. S. ; RENNO, C. D. ; CORREIA, A. H. . Utilização de imagens de radar de abertura sintética na classificação do uso e ocupação do solo. In: EMBRAPA. (Org.). Geomática: Técnicas e Aplicações Avançadas. : , 2003, v. , p. -.</p>
<address><a href="http://www.obt.inpe.br/mapsar/mapsarindex1.htm%20Acessado%20em%2026/jun/2008%20as%2020:36"> </a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"><a href="http://www.obt.inpe.br/mapsar/mapsarindex1.htm%20Acessado%20em%2026/jun/2008%20as%2020:36">http://www.obt.inpe.br/mapsar/mapsarindex1.htm Acessado em 26/jun/2008 as 20:36</a> </span></p>
</address>
<p><span style="font-size:12pt;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo: Cybercartography]]></title>
<link>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 12:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadeckgeo</dc:creator>
<guid>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=96</guid>
<description><![CDATA[

O termo cybercartography foi desenvolvido pelo professor D.R.F. Taylor da universidade de Carleton]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><img class="alignnone size-full wp-image-58" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/banner_artigo1.png" alt="" width="510" height="60" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><img class="alignnone size-full wp-image-97 alignleft" style="float:left;" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/06/cybercartography.png" alt="" width="167" height="318" /></p>
<p align="justify">O termo cybercartography foi desenvolvido pelo professor D.R.F. Taylor da universidade de Carleton (Ottawa, Canadá), durante a 18ª Conferência Internacional de Cartografia ocorrida em Estocolmo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O termo foi definido por ele como “... a organização, a apresentação, a análise e a comunicação da informação espacial provida de uma grande quantidade de tópicos relevantes à sociedade com um formato interativo, dinâmico, multisensorial através da multimídia e com relações multimodais” (Taylor, 1997).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Este termo, que hoje já pode ser entendido como conceito, que em geral, é todo processo que torna possível a descrição, a classificação a e previsão dos objetos cognoscíveis, expandiu-se por meio das diversas publicações acadêmicas que levaram em consideração a criação de Atlas inovadores como o Atlas do Continente Antártico, a cybercartography do Canadá e muitos outros.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O termo Atlas, nesse caso, é usado como uma metáfora para a representação da informação quantitativa e qualitativa organizada pela revolução sócio-computacional que vem ocorrendo no contexto da Web 2.0, que não necessariamente quer dizer uma nova versão para a Web, pois ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores e isso quer dizer, que a regra nessas novas formas de mapear é deixar a cargo dos usuários o desenvolvimento e aperfeiçoamento da aplicação aproveitando a inteligência coletiva.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Essa nova forma de mapear está sendo desenvolvida com uma ferramenta chamada Nunaliit - Cybercartographic Atlas Framework e desenvolvida pelo Geomatics and Cartographic Research Centre (GCRC). A estrutura desta ferramenta é Open Source, o que permite qualquer pessoa, com acesso a internet, criar índices para os Atlas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Em termos teóricos e tecnológicos essa acelerada mudança na forma de mapear está baseada na necessidade de levar em consideração o que realmente importa para a comunidade tendo em vista o seu conhecimento e deixando a cargo dela a melhor forma de representar isto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A cybercartography juntamente com outros domínios emergentes como o Geovisualization, a Web Mapping e o OpenStretMap, caracterizam as mudanças profundas na forma de mapear, estas mudanças são o resultado do desenvolvimento da comunidade Open Source e de comunidade locais criadas por acadêmicos, cientistas e artistas em diversas disciplinas. Estas mudanças ilustram a vitalidade atual e a renovação do mundo dos mapas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Taylor, D.R.F. 1997. </span><span style="font-size:10pt;" lang="EN-US">“Maps and Mapping in the Information Era.” Proceedings, Vol. 1, Swedish Cartographic Society Keynote address to the 18th ICA Conference, edited by L. Ottoson. Stockholm. 1-10.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.elsevier.com/wps/find/bookdescription.cws_home/706693/description#description" target="_blank"><span style="font-size:10pt;" lang="EN-US">Taylor</span><span style="font-size:10pt;" lang="EN-US">, D.R.F. (ed.) 2005. “Cybercartography: Theory and Practice", Amsterdam: Elsevier Science.</span></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;" lang="EN-US">Taylor, D. R. F. and Caquard, S. (eds.) 2006. Special Issue of <em>Cartographica</em> on Cybercartography, 41(1).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong><span lang="EN-US">Fonte: </span>Wikipédia</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><strong>Tradução e Complementação: Luis Sadeck<br />
</strong>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo - Anais XIII SBSR 2007]]></title>
<link>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=56</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:51:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadeckgeo</dc:creator>
<guid>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=56</guid>
<description><![CDATA[
Título: Informação geográfica para a gestão municipal na Amazônia Legal
Autores: Marcus Andr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-58" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/banner_artigo1.png" alt="" width="510" height="60" /></p>
<p align="justify"><strong>Título: </strong><strong>Informação geográfica para a gestão municipal na Amazônia Legal</strong></p>
<p align="justify"><strong>Autores: Marcus André Fuckner, Luís Waldyr Rodrigues Sadeck, Juliana de Paula Silva, Lílian Poliana Sousa Gualberto, Daniele Gidsicki e Edna do Socorro Ferreira Sales.</strong></p>
<p align="justify">Este artigo foi apresentado em forma de pôster  no XIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, no ano de 2007, tendo sido premiado na categoria (<a href="http://www.dsr.inpe.br/sbsr2007/pdf/premiados.pdf" target="_blank">Pôster nº 159</a>).</p>
<p align="justify">Ciente da importância da informação geográfica para a população e, em especial, para a gestão municipal, o Centro Técnico e Operacional de Belém do Sistema de Proteção da Amazônia – SIPAM (CTO-Belém) que possui, dentre suas atribuições, a responsabilidade de desenvolver produtos e serviços através das ferramentas de aquisição de dados e sensores, e potencializar a capilaridade do Sistema, resultando na produção e disseminação de conhecimentos sobre diversas temáticas de interesse para a Proteção Sócio-Ambiental na Amazônia Legal, formatou uma ferramenta cartográfica básica para o Programa de Suporte Técnico aos Municípios – PROSAM, hoje SIPAM CIDADES,na certeza de que qualquer instituição não pode, com técnica e consciência, planejar, melhorar e fiscalizar, sem antes conhecer o espaço geográfico de seu município.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://marte.dpi.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr@80/2006/11.15.17.23.45/doc/6749-6753.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-35 aligncenter" style="border:0;" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/download_sadeck.png?w=175" alt="" width="175" height="75" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Aguardem que brevemente estarei postando os artigos do XXIII CBC &#38; I CBG - 2007.</p>
<p style="text-align:left;">Um abraço.</p>
<p style="text-align:left;">Por: Luis Sadeck</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artigo - VI CBG 2004]]></title>
<link>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 22:47:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadeckgeo</dc:creator>
<guid>http://geotecnologias.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[
Título: CARTILHA DE INICIAÇÃO À ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA PARA CRIANÇAS E JOVENS, UTILIZAN]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-58" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/banner_artigo1.png" alt="" width="510" height="60" /></p>
<p align="justify"><strong>Título: CARTILHA DE INICIAÇÃO À ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA PARA CRIANÇAS E JOVENS, UTILIZANDO IMAGENS DE SENSORIAMENTO REMOTO, NO MUNICÍPIO DE BELÉM – PARÁ.</strong></p>
<p align="justify"><strong>Autores: Rosivan Alves Nilander; Luis Waldyr Rodrigues Sadeck; Ligia da Silva Ramos; Allison Reynaldo da Costa Castro; Vivian de Holanda Cardim.</strong></p>
<p align="justify">Este artigo foi apresentado em forma de apresentação oral no VI Congresso Brasileiro de Geógrafos, no ano de 2004.</p>
<p align="justify">No Brasil, o material didático disponível sobre "Iniciação Cartográfica", que utiliza orientações passo a passo, ou seja, material didático em forma de "Cartilha", pode ser considerado ainda insuficiente, tendo em vista as necessidades do momento. Segundo Passini (1990, p.87), que realizou uma análise crítica sobre o livro didático e a "Iniciação Cartográfica" no Brasil, "a gravidade torna-se gritante quando o estado de precariedade se associa à dependência que existe em relação a este instrumento (livro didático) como condutor único das aulas dos professores".</p>
<p align="justify">No planejamento deste trabalho, fez parte de nossa preocupação preparar os estudantes com relação ao "processo cartográfico", mas também fortalecer a compreensão espacial dos educandos, envolvendo-os, estimulando-os a aproveitar a potencialidade de uso dos sensores remotos em Cartografia, Geografia, Meio Ambiente. Esta motivação foi constatada durante a interação com eles. Neste momento, sente-se a necessidade de continuar este trabalho de modo mais amplo em outras Escolas, preparando um "Manual e um Treinamento para Professores".</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://www.4shared.com/file/46557829/f6631451/Cartilha_Alfabetizao_cartogrfica.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-35 aligncenter" style="border:0;" src="http://geotecnologias.wordpress.com/files/2008/04/download_sadeck.png" alt="" width="175" height="75" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Um Abraço</p>
<p style="text-align:left;">Por: Luis Sadeck</p>
]]></content:encoded>
</item>

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