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	<title>arma-nuclear &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/arma-nuclear/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "arma-nuclear"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 17:09:54 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Relógio do Apocalipse é adiantado em 2 minutos]]></title>
<link>http://fronteirafinal.wordpress.com/?p=108</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 20:23:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>mesquitajornalismo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quarta, 17 de janeiro de 2007

O Boletim de Cientistas Atômicos (BAS) adiantou nesta quarta-feira e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="border:medium none;padding:0;"><font size="1" color="#888888" face="Verdana"><span style="font-size:7pt;color:#888888;font-family:Verdana;">Quarta, 17 de janeiro de 2007</span></font></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span></font></p>
<p style="margin-bottom:10.5pt;"><b><font size="2" face="Verdana"><span style="font-size:10.5pt;">O Boletim de Cientistas Atômicos (BAS) adiantou nesta quarta-feira em dois minutos o ponteiro do Relógio do Apocalipse, um instrumento que simboliza a iminência de um <span>Armagedon</span> nuclear universal.</span></font></b></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">O ponteiro grande do Relógio do Apocalipse, criado em 1947 para simbolizar os riscos das armas nucleares para a humanidade, agora marca cinco para a meia-noite, após ser adiantado em dois minutos, durante cerimônias organizadas simultaneamente em Washington e Londres. <!-- D(["mb","\u003c/span\u003e\u003c/font\u003e\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cfont size\u003d\"1\" face\u003d\"Verdana\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:8.5pt;font-family:Verdana\"\u003e\u0026quot;Estamos\nno limiar de uma segunda era nuclear. O mundo não se confronta com opções tão\nperigosas desde que \u003cspan\u003eas\u003c/span\u003e primeiras bombas atômicas foram\nlançadas sobre Hiroshima e \u003cspan\u003eNagazaki\u003c/span\u003e\u0026quot;, em 1945,\nalertou este grupo de cientistas respeitados cientistas, que inclui 18 prêmios\nNobel.\u003c/span\u003e\u003c/font\u003e\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cfont size\u003d\"1\" face\u003d\"Verdana\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:8.5pt;font-family:Verdana\"\u003e\u0026quot;O\nrecente teste norte-coreano de uma arma nuclear, as ambições nucleares\niranianas, as insistentes evocações da presença contínua de 26 mil armas\nnucleares em Estados\n Unidos e Rússia são sintomáticos da incapacidade de resolver\nos problemas trazidos pela tecnologia mais destrutiva da Terra\u0026quot;, afirmou.\u003c/span\u003e\u003c/font\u003e\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cfont size\u003d\"1\" face\u003d\"Verdana\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:8.5pt;font-family:Verdana\"\u003eO\ngrupo de cientistas também alertou sobre o fracasso do mundo em resolver os\nproblemas representados pela crise do aquecimento global. Esta é a primeira vez\nque o relógio é adiantado desde fevereiro de 2002. O relógio foi criado por\ncientistas de Chicago que participaram do projeto \u003cspan\u003eManhattan\u003c/span\u003e,\nque deu origem à bomba atômica, lançada pela primeira vez sobre Hiroshima, no\nJapão, em \u003cspan\u003e6\u003c/span\u003e de agosto de 1945.\u003c/span\u003e\u003c/font\u003e\u003c/p\u003e\n\n\n\n\u003cp\u003e\u003cfont size\u003d\"3\" face\u003d\"Times New Roman\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:12.0pt\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/font\u003e\u003c/p\u003e\n\n\u003c/div\u003e\n\n\u003c/div\u003e\n\n\n",0] );  //--></span></font></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">"Estamos no limiar de uma segunda era nuclear. O mundo não se confronta com opções tão perigosas desde que <span>as</span> primeiras bombas atômicas foram lançadas sobre Hiroshima e <span>Nagazaki</span>", em 1945, alertou este grupo de cientistas respeitados cientistas, que inclui 18 prêmios Nobel.</span></font></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">"O recente teste norte-coreano de uma arma nuclear, as ambições nucleares iranianas, as insistentes evocações da presença contínua de 26 mil armas nucleares em Estados Unidos e Rússia são sintomáticos da incapacidade de resolver os problemas trazidos pela tecnologia mais destrutiva da Terra", afirmou.</span></font></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">O grupo de cientistas também alertou sobre o fracasso do mundo em resolver os problemas representados pela crise do aquecimento global. Esta é a primeira vez que o relógio é adiantado desde fevereiro de 2002. O relógio foi criado por cientistas de Chicago que participaram do projeto <span>Manhattan</span>, que deu origem à bomba atômica, lançada pela primeira vez sobre Hiroshima, no Japão, em <span>6</span> de agosto de 1945.</span></font></p>
<p><font size="1" face="Verdana"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><img width="87" src="http://mail.google.com/mail/?ui=1&#38;attid=0.3&#38;disp=emb&#38;view=att&#38;th=118132b2314a68fb" height="43" /></span></span></font></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Israel e a Bomba]]></title>
<link>http://frankherles.wordpress.com/2008/01/06/israel-e-a-bomba/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 02:26:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>frankherles</dc:creator>
<guid>http://frankherles.pt-br.wordpress.com/2008/01/06/israel-e-a-bomba/</guid>
<description><![CDATA[Por  Avner Cohen *
Faz 40 anos que Israel se tornou a sexta nação do planeta a possuir armas nucle]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="right"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Por  Avner Cohen *</span></span></p>
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Faz 40 anos que Israel se tornou a sexta nação do planeta a possuir armas nucleares. No momento em que o Estado judeu enfrentava a pior crise da sua história - a concentração de tropas egípcias na Península do Sinai e a possibilidade de um iminente ataque aéreo de surpresa -, cientistas e técnicos israelenses "brincaram com fogo" ao montarem o primeiro artefato nuclear do país. Esses esforços apressados tinham como objetivo criar dispositivos explosivos nucleares improvisados, e não armamentos de verdade. Tais artefatos não poderiam ser utilizados, ou sequer lançados, de uma maneira genuinamente militar. Eram dispositivos toscos, volumosos, com formato de aranha, que lembravam um pouco a primeira engenhoca atômica detonada pelos Estados Unidos (o chamado "Teste Trinity") em Alamogordo, no Estado do Novo México, em 16 de julho de 1945. A pressa em fabricar um artefato atômico não surgiu como resposta a nenhum pedido concreto da alta liderança política de Israel - embora haja pouca dúvida de que o primeiro-ministro Levi Eshkol aprovou aquelas medidas emergenciais -, e certamente não tinha nenhuma conexão com qualquer necessidade militar especial.</span></span></p>
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">A iniciativa veio de cima, mas não do topo. Em um período no qual Israel improvisava cemitérios temporários para milhares de pessoas, era impensável que os líderes do projeto nuclear seguissem os trâmites normais. Se houvesse a possibilidade de a capacidade atômica se tornar disponível, ela teria que, de fato, se tornar disponível. Para os poucos indivíduos envolvidos nessa iniciativa apressada e extremamente secreta, aquele foi um momento excepcionalmente emotivo. Israel cruzou a fronteira nuclear em meio a uma crise que evocava para os israelenses um senso coletivo de cerco e de solidão associado às memórias do Holocausto. A atividade significou um compromisso solene do tipo "Nunca Mais". Mas houve duas diferenças básicas entre aquilo que os Estados Unidos fizeram em 1945 e o que Israel fez em 1967. A primeira: os Estados Unidos testaram o seu primeiro artefato atômico. Israel jamais realizou tal teste. A segunda, e a mais importante: subseqüentemente os Estados Unidos usaram as suas primeiras armas atômicas em estado de fúria. Israel nunca fez tal coisa. Em 1967 Israel conquistou uma grande vitória convencional contra três exércitos em seis dias. Assim que a guerra terminou, não havia obviamente necessidade de artefatos atômicos.</span></span></p>
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Quando uma autoridade de alto escalão sugeriu que talvez aquele fosse o momento de Israel testar o dispositivo, a sua sugestão foi categoricamente rejeitada. Israel manteve a sua palavra de que não seria o primeiro país a introduzir armas nucleares na região. A narrativa israelense da guerra de 1967 jamais sequer mencionou o episódio nuclear secreto, como se este jamais tivesse ocorrido. Esse foi o legado nuclear da guerra de 1967. Israel foi sempre uma espécie diferente de agente de proliferação nuclear - um agente relutante. Desde o início, Israel fez progressos rápidos no campo da tecnologia, mas permaneceu ambivalente quanto ao aspecto político. Os líderes militares israelenses da década de 1960, incluindo o chefe do Estado Maior, Yitzhak Rabin, não viram nenhuma utilidade militar nítida nas armas nucleares. E tampouco acreditaram que seria possível que algum dia Israel necessitasse de tais armamentos, pelo menos enquanto o conflito árabe-israelense permanecesse convencional. O poderio nuclear do país foi tratado como uma apólice nacional de seguro secreta. Existem indicações de que antes da guerra de 1967, Eshkol e outros avaliaram a possibilidade de a opção nuclear de Israel servir como moeda de troca para a obtenção da paz. Mas essas avaliações não foram muito longe, já que desde o início elas foram ambivalentes. Mesmo após a vitória de 1967, Eshkol não abandonou a sua cautelosa política nuclear.</span></span></p>
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Até o final dos seus dias ele relutou em rejeitar diretamente o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. Eshkol morreu no cargo no início de 1969 sem ter tomado uma decisão final quanto ao tratado de não-proliferação. Certas decisões necessárias e funestas, incluindo a de não assinar o tratado, tiveram que ser tomadas pela sucessora de Eshkol, Golda Meir. Mas a decisão de Meir só ressaltou e fortaleceu a natureza proliferativa relutante de Israel. Atualmente Israel se distingue de forma única entre todos os Estados que possuem capacidade militar atômica pelo seu legado de extrema cautela nuclear, mantendo as questões nucleares em estado de discrição, quase invisíveis e desvinculadas da política. Um motivo a mais pelo qual a ascensão nuclear do Irã é tão perigosa é o fato de ela ameaçar modificar as sutis regras não oficiais no Oriente Médio, regras estas embasadas no legado nuclear da guerra de 1967. Esse legado constitui-se em um lembrete do motivo pelo qual se deve prevenir um Irã nuclear. Caso o Irã adquira capacidade atômica, o estilo nuclear relutante de Israel será, sem dúvida, substituído por uma grande corrida de armas nucleares em todo o Oriente Médio.</span></span></p>
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<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">*Avner Cohen,  pesquisador da Universidade de Maryland e autor do livro "Israel and the Bomb" ("Israel e a Bomba")</span></span></p>
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</blockquote>
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<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"><strong>Nota</strong></span></span></p>
<p style="text-indent:25px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Artigo  originalmente publicado pelo Jornal <a href="http://www.iht.com/">Heraldo Tribune</a>,  em 01/06/07</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Rifle nuclear torna o fim do mundo portátil]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/2007/11/07/rifle-nuclear-torna-o-fim-do-mundo-portatil/</link>
<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 15:52:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lealcy B. Junior</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.pt-br.wordpress.com/2007/11/07/rifle-nuclear-torna-o-fim-do-mundo-portatil/</guid>
<description><![CDATA[Todo mundo que joga games de tiro adoraria colocar as mãos em um destes para detonar toda a equipe ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ceticismo.wordpress.com/files/2007/11/riflenuclear.jpg" alt="riflenuclear.jpg" align="left" />Todo mundo que joga games de tiro adoraria colocar as mãos em um destes para detonar toda a equipe inimiga com apenas um tiro.</p>
<p>Não, você não leu o título errado, esse é realmente um rifle nuclear portátil que permite atirar um projétil com 0,1 kilotons na tropa inimiga que estiver a quase 5 km de distância. Ela foi desenvolvida durante a Guerra Fria e aparentemente nunca foi utilizada em combate, mas apenas testes de campo, como você poderá ver no vídeo.<!--more--></p>
<p>O grande problema dela é justamente a pequena distância desde a base do lançamento até o seu alvo. Isso levaria ao envenenamento por radiação a tropa que o lançasse também.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/khyZI3RK2lE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/khyZI3RK2lE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Dá um novo e completamente assustador significado ao termo “bala perdida”, não é?</p>
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