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	<title>ambicoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ambicoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ambicoes"</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 21:29:01 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Que montanha você quer Escalar?]]></title>
<link>http://dezmaos.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 22:48:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmurtas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em um dia, após sucumbir ao cansaço de uma tentativa frustrada de escalada ao Marins, nas férias ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em um dia, após sucumbir ao cansaço de uma tentativa frustrada de escalada ao Marins, nas férias de Julho de 2000, eu me pus a pensar sobre a vida. Lembro-me de reclinar o banco do carro, e admirar a paisagem e a estrada, enquanto os pensamentos fluíam de forma<span> </span>desconexa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ainda estava exausto, era difícil mexer o corpo, cada respiração parecia um suspiro, e eu estava enfrentando a minha primeira grande derrota. Meu tio, que me acompanhava, ria da minha inconformação. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Um dos pensamentos desconexos gerados naquele momento de “derrota”, é que a vida é uma grande montanha. E que agora, metaforicamente ou não, eu queria escalar, e queria chegar até o topo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Acabei por relacionar as minhas vontades e minhas ambições de vida como uma escalada. E uma das perguntas que eu tenho para a minha vida, eu trago nesse post: Qual é o tamanho da montanha que eu quero escalar na minha vida? Algum de vocês já se perguntou isso?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Acredito que uma das coisas mais importantes da nossa vida é, além de ter objetivos, é saber do que somos capazes: Do que somos capazes de dizer, do que somos capazes de fazer, de ouvir... Todos esses “capazes” são partes fundamentais na nossa escalada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Particularmente, sempre almejei uma grande montanha para a minha vida. Sou uma pessoa bastante ambiciosa (Friso: ambiciosa, não gananciosa!), e tenho muitos grandes planos que eu quero fazer antes de terminar essa escalada(Ser dono de uma escola para pessoas que não tem $$, trabalhar com projetos ambientais e – vejam só as dicotomias da vida – poder brincar com vários carros potentes em um autódromo.). Mas é curioso, curiosíssimo como as nossas escaladas em nossas montanhas nos trazem lições e ensinamentos. A vida é uma caixa de surpresas...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Uma vez, no 2° ano do colegial eu estava na frente do computador quando, subitamente, senti uma dor no peito direito, seguida de tontura e falta de ar: fui parar no hospital. Quando meu médico falou que eu estava com pneumotórax e mostrou o Raio-X (que eu n sei pq diabos, mas eu sempre chamo de Xérox!!) do meu Pulmão (que estava que nem uma bexiga ficando murcha), meu pensamento voou longe na montanha que eu já iniciara a escalada. Antes mesmo que o meu médico pudesse dizer alguma coisa. Meu pensamento foi: “Cacilda, eu estou tão longe do Cume... Será que eu vou ter que parar por aqui? Será que eu vou conseguir continuar subindo?”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Após dois episódios de Pneumotórax e uns pedaços do Pulmão direito retirado, por fim, minha escalada continuou, um pouco mais ofegante, é fato, mas continuou. Tive que mudar o meu ritmo de caminhada, mas ao aprender a respeitar o meu limite e o meu ritmo, a caminhada ficou simplesmente perfeita! E daí ficou outra lição de: Meu, não adianta forçar, não adianta tentar extrapolar se não o cansaço pode te levar a um tremendo tombo. E um tombo num momento inadequado em QUALQUER escalada (seja ela de verdade ou uma metáfora pra vida) pode ser completamente desastroso. Ande no ritmo que der (horas ele pode ser mais rápido, horas ele será mais lento), mas lembre-se que respeitar o seu ritmo é respeitar a sua vida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Se eu continuar esse Post ele vai ficar mais gigantesco do que já está. Vou tentar resumir a última idéia desta série de pensamentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Outra coisa é que existem momentos (e casos) onde não é mais possível subir, o que pode ser decepcionante, à primeira vista ( em alguns casos, é mesmo, não tem como negar). Mas acredito que tem como ser feliz não chegando no topo da montanha que você projetou. A foto abaixo relata a idéia:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><a href="http://dezmaos.files.wordpress.com/2008/08/murta-232.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-176" src="http://dezmaos.wordpress.com/files/2008/08/murta-232.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“Ok... não deu pra chegar onde eu projetei.. Mas.. Ei.. A vista não é linda daqui? Será que não dá pra valorizar toda essa vista?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Não é difícil de se pensar: “Meu.. já subi<span> </span>2390 metros... Vou estragar e desanimar de tudo isso que eu já ralei por 50 metros que faltam? São esses 50 metros que vão me tornar infeliz?” (talvez na nossa geração, sim... Não sei..)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Uma frase de uma das maiores pessoas que já existiram, eu utilizarei pra deixar como uma “semente”: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“Não existe um Caminho para a felicidade; A felicidade é o caminho”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mahtma Ghandi </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A felicidade, você não vai encontrar no Cume. Você vai construir até onde você chegar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<address class="MsoNormal">De quem foram as mãos? Marcio Murta<br />
</address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[444444444444]]></title>
<link>http://fabulariogeral.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:39:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>grego</dc:creator>
<guid>http://fabulariogeral.pt-br.wordpress.com/2008/07/23/444444444444-2/</guid>
<description><![CDATA[
02
21
27
29
32
38

Não ganhei os 30 milhões. Interpretei de forma errada a suposta profecia do 4.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>02</li>
<li>21</li>
<li>27</li>
<li>29</li>
<li>32</li>
<li>38</li>
</ul>
<p>Não ganhei os 30 milhões. Interpretei de forma errada a <a href="http://fabulariogeral.wordpress.com/2008/07/20/444444444444/">suposta profecia do 4</a>. O único numero que acertei foi o 32.</p>
<p>Pra ferrar mais com as minhas ambições milionárias, <a href="http://gambare.uol.com.br/2007/09/28/cuidado-que-da-azar/">acho isso aqui no Google</a>:</p>
<div><img src="http://jbchost.com.br/gambare/imgmat/2007/09/28_cuidado_que_02.jpg" alt="Gambare!" width="175" height="127" /></div>
<p><em><strong>Pavor do número quatro</strong><br />
Japoneses têm pavor do número 4. É que a pronúncia desse número é a mesma da palavra morte, shi. Por isso, não estranhe se não encontrar o quarto andar em um prédio, ou se achar a vaga de carro de número quatro vazia. Além disso, alguns hospitais japoneses não têm os números 4, 9, 14, 19, ou 42 nos quartos. Shi-ni, ou 42, também significa morrer. Já o número 420 lê-se shi-ni-rei, ou espírito morto. O 24, então, é morte em dobro: ni-shi.</em></p>
<p>Até hoje de manhã pensava em comprar um helicóptero e fazer uma piscina só para salmões (que posteriormente seriam devorados) e agora os japoneses trataram de colocar meus pés no chão. Antes os pés no chão do que 7 pés abaixo do chão.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pare e pense]]></title>
<link>http://inaglasshouse.wordpress.com/?p=147</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 03:24:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Gabriel</dc:creator>
<guid>http://inaglasshouse.pt-br.wordpress.com/2008/06/13/pare-e-pense/</guid>
<description><![CDATA[Como ser André Queiroz e professor de cinema?
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como ser André Queiroz e professor de cinema?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ambições pós universidade]]></title>
<link>http://idealismodebuteco.wordpress.com/?p=891</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 18:52:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Wagner</dc:creator>
<guid>http://idealismodebuteco.pt-br.wordpress.com/2008/05/06/ambicoes-pos-universidade/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://idealismodebuteco.files.wordpress.com/2008/05/ambicao2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-893" src="http://idealismodebuteco.wordpress.com/files/2008/05/ambicao2.jpg" alt="" width="500" height="202" /></a></p>
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