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	<title>aloysio-biondi &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/aloysio-biondi/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aloysio-biondi"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:57:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Curtinhas]]></title>
<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=418</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 17:55:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Outro dia acabou o Campeonato dos Colonizadores - poderia se chamar Copa Colonizadores da América, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia acabou o Campeonato dos Colonizadores - poderia se chamar Copa Colonizadores da América, mas é conhecido como Eurocopa. (Tá bom, não tem só colonizador disputando, mas...) Não assisti e não senti falta. Deu Espanha, país do Banco Santander - que, curiosa e contraditoriamente, patrocina a Taça Libertadores da América.</p>
<p>Sei que futebol geralmente é só futebol, não tem a ver com política. Mas é que não curto futebol europeu mesmo. Não vejo graça.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Direto de Sampa, Antônio Biondi informa: o Projeto <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br" target="_blank">O Brasil de Aloysio Biondi</a> chega à marca de <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique1" target="_blank">1.000 textos no ar</a>. Vale a pena visitar e conhecer o trabalho de um grande jornalista brasileiro.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:left;">A mídia gorda passou vários dias falando sobre a Colômbia. Só para variar, foi um festival de meias-verdades, omissões e uso deliberado de dois pesos e duas medidas. A página da <em>Fórum</em> publicou uma <a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=3447" target="_blank">matéria</a> de Brunna Rosa com várias informações interessantes sobre o tema.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:left;">Música da semana: Amy Winehouse, "Valerie". A dica é de <a href="http://ocaraestranho.wordpress.com/" target="_blank">Rodrigo Viellas</a>. [Acréscimo em 12/7: Na verdade, a música tá no disco <em>Version</em>, do produtor Mark Ronson, apresentando Amy Winehouse. Como o nome sugere, o CD é todo de versões.]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No ar, mil textos de Aloysio Biondi]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 03:54:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
<guid>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=115</guid>
<description><![CDATA[
Sete anos de catalogação de material impresso, pesquisas em bibliotecas públicas, festas e venda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article894&#38;id_document=125" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-118" style="float:right;margin:5px 10px;" src="http://pedrobiondi.wordpress.com/files/2008/06/aloysio_seminario1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<blockquote id="jaam25"><p>Sete anos de catalogação de material impresso, pesquisas em bibliotecas públicas, festas e venda de camisetas para levantar recursos, visitas a jornais, discussões via e-mail, construção de página na internet, escaneamento, xerox e digitação, mutirões de inserção de textos. O resultado? Mil artigos e reportagens no ar. Essa é a marca comemorada neste neste maio pelo projeto O Brasil de Aloysio Biondi (<a id="utqy" title="www.aloysiobiondi.com.br" href="http://www.aloysiobiondi.com.br/" target="_blank">www.aloysiobiondi.com.br</a>), que sistematiza a obra do jornalista, vencedor de dois prêmios Esso e apontado como um dos nomes de referência do jornalismo econômico no Brasil.</p>
<p>Entre os temas abordados estão soberania nacional e dependência externa, privatizações e o papel do Estado, agricultura, emprego e renda, meio ambiente, direitos do consumidor e ética jornalística. Até o momento, o acervo online  abrange a produção de Biondi – meu pai – nas décadas de 60, 70, 80 e 90, incluindo as matérias com que ele venceu o Prêmio Esso.</p>
<p>A página, toda em em software livre, traz também depoimentos de Aloysio Biondi em áudio e vídeo, além de fotos de momentos marcantes de sua carreira e de sua vida e reproduções fotográficas de alguns de seus principais trabalhos. Estão ali, ainda, testemunhos sobre ele escritos por Luis Fernando Verissimo, Emir Sader, Washington Novaes, Janio de Freitas e Ziraldo, entre outros. Outro destaque é o perfil biográfico do jornalista elaborado por Thais Sauaya Pereira como trabalho de conclusão de curso na Faculdade Cásper Líbero.</p>
<p>O site, no ar desde dezembro, foi montado a partir do projeto de memória de Biondi, iniciado em 2000, ano de sua morte. Trata-se de um projeto coletivo, que reúne mais de 50 pessoas em participação voluntária. Colaboram parentes, amigos, ex-alunos e leitores do jornalista. Contabilizando os que ofereceram colaborações mais esporádicas - revisar um texto, por exemplo -, o número de participantes passa de 200. A programação e o desenvolvimento são de Vitor Reis e Isabela Fernandes, ao passo que a criação e o design couberam a Renato Almeida Prado.</p>
<p><!--more--></p>
<p>A estimativa é que o material disponível corresponde a cerca de metade da produção do jornalista. "Sabemos que ainda temos muito trabalho pela frente, no site e na organização do arquivo do Biondi, mas os mil textos certamente merecem comemoração", diz o coordenador do projeto, Antonio Biondi.</p>
<p>Ele acrescenta que, ao lado homenagem, existe a intenção de colaborar com a vida democrática e a discussão dos grandes temas do país: "Acredito que a expectativa de todo o grupo que construiu o projeto é que o site contribua efetivamente com os debates por um Brasil melhor e um jornalismo mais próximo do povo".</p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p><strong>E-mail:</strong> <a id="p3rt8" href="mailto:brasilbiondi@yahoo.com.br">brasilbiondi@yahoo.com.br</a><br />
<strong>São Paulo:</strong> Antonio Biondi - (11) 7488-5449<br />
<strong>Brasília:</strong> Pedro Biondi - (61) 8162-1991<br />
<strong>Rio de Janeiro:</strong> Oona Castro - (21) 8181-2505</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquivo do Biondi: caixas e cuias]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=185</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 16:52:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
<guid>http://aloisiomilani.wordpress.com/?p=185</guid>
<description><![CDATA[O arquivo do Aloysio Biondi, cujo projeto de organização participo desde 2002, já está devidame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O arquivo do Aloysio Biondi, cujo projeto de organização participo desde 2002, já está devidamente guardado em caixas para a futura doação a uma instituição pública de ensino superior. Tem uma <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article1195" target="_blank">nota</a> no blog do projeto. Junto com o <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/" target="_blank">site</a> de sua obra, que lançamos no ano passado, esse será um passo definitivo para garantir que o público tenha acesso ao pensamento de um dos principais jornalistas do país. Abaixo aí uma foto do trabalho final da organização. Sou eu lá no canto.</p>
<p style="text-align:center;"><a title="DSC02118 por aloisio milani, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/21378859@N07/2533357329/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2269/2533357329_b793ef493f.jpg" alt="DSC02118" width="500" height="375" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falta trigo? Milho? Vejam o que o mestre Aloysio Biondi dizia, há DEZ anos, sobre a destruição que FHC causou a nossa agricultura!]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2008/04/30/falta-trigo-milho-vejam-o-que-o-mestre-aloysio-biondi-dizia-ha-dez-anos-sobre-a-destruicao-que-fhc-causou-a-nossa-agricultura/</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 05:06:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>humbertocapellari</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2008/04/30/falta-trigo-milho-vejam-o-que-o-mestre-aloysio-biondi-dizia-ha-dez-anos-sobre-a-destruicao-que-fhc-causou-a-nossa-agricultura/</guid>
<description><![CDATA[
 
Extraído do site O Brasil de Aloysio Biondi

Agricultores, “macaquitos” e covardia
Jornal F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_yw8-lk1-2K8/SBf_HAPH_TI/AAAAAAAAA2Q/g-t-AhT0fSo/s1600-h/logo.gif"><span style="font-family:arial;"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp0.blogger.com/_yw8-lk1-2K8/SBf_HAPH_TI/AAAAAAAAA2Q/g-t-AhT0fSo/s320/logo.gif" border="0" alt="" /></span></a></p>
<div><span style="font-family:arial;"><span style="font-family:arial;"> </span></span></div>
<div><span style="font-family:arial;">Extraído do site </span><a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article998"><strong><span style="color:#ff0000;font-family:arial;">O Brasil de Aloysio Biondi</span></strong></a><span style="font-family:arial;"><strong></strong></span></div>
<div><span style="font-family:arial;"><strong></strong></span></div>
<div><span style="font-family:arial;"><strong>Agricultores, “macaquitos” e covardia</strong><br />
<em>Jornal Folha de S.Paulo , quinta-feira 16 de abril de 1998</em><br />
O Brasil já chegou a produzir todo o trigo que consumia, algo como 6 milhões de toneladas por ano, na época. Neste ano, vai colher pouco mais de 2 milhões. Produzia 11 milhões de toneladas de arroz. Agora, recua para 9,5 milhões. Foi um dos maiores exportadores mundiais de algodão. Os produtores locais, inclusive do Nordeste, foram arrasados por importações; a área plantada caiu até 75%, isto é, três quartos das terras foram abandonadas.<br />
Exemplos como esses, do “massacre” da agricultura brasileira nos últimos anos, pela equipe FHC, são infindáveis. Por que a produção de trigo vai recuar novamente neste ano?<br />
Pasme-se: para um consumo de 8 milhões de toneladas, o Brasil importou 6 milhões em 1997 – e agora, época do plantio da nova safra, os produtores brasileiros estão com 1 milhão de toneladas da colheita passada “encalhadas”. De onde vêm as importações? Da Argentina, basicamente. Por quê? Porque o governo argentino garante empréstimos, para os produtores exportarem, com prazo de pagamento de 400 dias (um ano e um mês), a juros de 8% ao ano. Logicamente, os moinhos preferem importar, já que aqui dentro só obtêm empréstimos de curtíssimo prazo, nos bancos – a juros de 5% a 10%. Ao mês.<br />
E o arroz? Por que a produção caiu? Porque em 97 a equipe FHC determinou que o Banco do Brasil cortasse violentamente o crédito: cada produtor só conseguiu dispor de 25% (isto é, um quarto) do crédito a que até então tinha direito. Para plantar. E mais: nas principais regiões produtoras, como Pedro de Toledo, no Rio Grande do Sul, as dívidas dos produtores de porte médio para cima não foram renegociadas.<br />
E o algodão? A mesma história: a equipe FHC reduziu o Imposto de Importação sobre a fibra para apenas 2%, mesmo sabendo que países como os EUA vendem o algodão (e outros produtos) a preços artificialmente baixos, isto é, o governo subsidia a venda, pagando uma "diferença" ao produtor/exportador. Além do corte no imposto, o algodão importado (como outros produtos) oferecia financiamento por 180 ou 360 dias – e taxas de juros de 8% ao ano. Lógico, o algodão nacional não poderia competir.<br />
<strong>Promessas, só</strong><br />
Queijos e outros laticínios, frutas frescas, pêssegos em conserva, até o leite de coco – nenhum produto deixou de ser abalado pelas importações em condições que o agricultor brasileiro não tem. A agricultura brasileira poderia gerar empregos, renda e dólares – com exportações maiores e importações menores. Mas tem sido massacrada.<br />
Por força de lei, o governo sempre foi obrigado a comprar as colheitas dos produtores, sempre que os preços despencassem abaixo de certos níveis (os chamados "preços mínimos") – fosse por causa de uma superprodução ou fosse por manobras de atravessadores e especuladores.<br />
A equipe FHC, além de “escancarar” o mercado, nos últimos anos suspendeu a lei, na prática – e deixou de comprar as colheitas, a pretexto de acabar com o “protecionismo” e forçar a modernização da agricultura. Por isso, sobra hoje 1 milhão de toneladas de trigo do ano passado. Por isso, produtores de milho, feijão e algodão sofrem prejuízos sistemáticos, na hora de vender suas safras. As "inovações" anunciadas para beneficiar a agricultura são sempre pura empulhação.<br />
Há mais crédito? Financiamento? A equipe FHC permitiu que os bancos tomassem dinheiro emprestado no exterior, a juros mais baixos, para emprestar – essa a mentira – à agricultura. Na verdade, o dinheiro da chamada “63 caipira” pode ser aplicado, pelos bancos, em títulos do governo federal com correção cambial (vale dizer: se houver “maxidesvalorização”, os bancos não têm prejuízos...). Resultado: os bilhões da “63 caipira” não estão sendo emprestados aos agricultores, e sim aplicados em títulos.<br />
Outra inovação anunciada como “apoio à agricultura” e que é um espantoso retrocesso: para um número mínimo de três ou quatro produtos, o agricultor ainda tinha a chance de tentar vender sua colheita ao governo, por meio de um esquema "sofisticado" de leilões e uso da Cédula do Produtor Rural. Pois neste ano o sistema passou a beneficiar, com a liberação de dinheiro, as indústrias e beneficiadores que utilizam produtos agrícolas como matéria-prima. Isto é, volta-se à década de 70, quando os “atravessadores” recebiam empréstimos do governo e ficavam em condições de impor preços baixos na hora de comprar a colheita do produtor. Produtor sem crédito.<br />
Em quatro anos, a agricultura da Argentina deu um salto de 20 milhões de toneladas em sua produção, passando da casa dos 40 milhões para 60 milhões de toneladas por ano. O Brasil, no mesmo período, não saiu de faixa dos 75 milhões a 80 milhões de toneladas. Lá existem política agrícola, crédito, prazos, juros baixos. Pelo menos uma vez, poderíamos confirmar a fama de “macaquitos”, e imitar essa política de apoio à agricultura, da Argentina – e outros países. Como está, é covardia. E burrice empetecada.<br />
</span></div>
<div><span style="font-family:arial;"><em>PAINEL DO LEITOR 27/04/1998 Agricultura em crise</em><br />
“Não obstantes a frieza e a indiferença daqueles que decidem os destinos do país diante do sufoco que vive, há anos, a agricultura nacional, a Folha, de tantas tradições de informar e de discutir democraticamente as questões que interessam à sociedade, presta, uma vez mais, relevante serviço à agricultura brasileira. Referimo-nos ao artigo ‘Agricultores, macaquitos e covardia’, do ilustre jornalista Aloysio Biondi (Dinheiro, 16/4). Dada a grande repercussão nos meios ligados à atividade rural no país, queremos parabenizar a Folha e Biondi pela excelência e pela oportunidade da matéria contida no artigo.”<br />
<em>Nuri Andraus Gassani, presidente do Sindicato Rural do Distrito Federal (Brasília, DF)</em></span></div>
<p> </p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_yw8-lk1-2K8/SBf_HAPH_TI/AAAAAAAAA2Q/g-t-AhT0fSo/s1600-h/logo.gif"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a class="aligncenter" href="http://fininfo.org/join.php?uid=aHVtYW1hZA==" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://creditburner.blueadvertise.com/adgfx/banner1.gif" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aloysio Biondi agora tem um blog... ]]></title>
<link>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/12/18/aloysio-biondi-agora-tem-um-blog/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 05:43:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>aloisiomilani</dc:creator>
<guid>http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/12/18/aloysio-biondi-agora-tem-um-blog/</guid>
<description><![CDATA[Aloysio Biondi foi uma das maiores referências do jornalismo brasileiro. Quando eu o conheci, já e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aloysio Biondi foi uma das maiores referências do jornalismo brasileiro. Quando eu o conheci, já era isso tudo. Quando ele morreu em 2000, a análise da economia nacional ficou mais pobre, mais medíocre, mais burra. À época, eu era aluno da Cásper Líbero e um dos editores do jornal laboratório <em>Esquinas de S.Paulo</em>, que Biondi comandou enquanto foi professor por lá.</p>
<p>E Biondi era um jornalista monstro... guardava milhões de dados de cabeça, relacionava fatos com impressionante facilidade, c<font color="#000000">riticava com lucidez ácida. Sua morte deixou em vários de seus admiradores e seguidores (inclusive seus filhos) a vontade de organizar e divulgar a obra de Biondi como forma de ampliar a discussão de um modelo de jornalismo.</p>
<p>Assim fizemos.</font></p>
<p style="text-align:center;"><img width="287" src="http://aloisiomilani.wordpress.com/files/2007/12/biondi.jpg" alt="biondi.jpg" height="445" /></p>
<p>Após cerca de sete anos de trabalho (coletivo, voluntário e não-remunerado) colocamos no ar um <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/">site</a> com informações sobre sua <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique2">vida</a> e sua <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique3">obra</a>. São cerca de mil textos iniciais disponíveis para a consulta, além de entrevistas, áudios, vídeos e fotos (inclusive essa acima do Cássio Loredano).</p>
<p>O trabalho liderado por um grupo pequeno e compartilhado por outras 180 pessoas. Meu destaque inicial para o site é a entrevista que Antonio Biondi, Rodrigo Savazoni e eu fizemos com o jornalista Washington Novaes, amigo e colega de profissão de Aloysio.</p>
<p>I – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article914"><font color="#333366">Primeiros Anos</font></a><br />
II – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article913"><font color="#333366">A Ditadura</font></a><br />
III – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article912"><font color="#333366">A Democracia</font></a><br />
IV – <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article911"><font color="#333366">Últimos Anos</font></a></p>
<p>Esse é nossa homenagem para Aloysio Biondi. Em tempos de cultura digital, penso que, se estivesse vivo, poderia fazer um belo site de economia. Sem limite de tamanho, horário ou assunto. Fizemos isso por ele. Biondi agora tem até um <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?rubrique1">blog</a>. <a href="http://www.andredeak.com.br/2007/12/16/o-brasil-de-aloysio-biondi/">Deak</a> e <a href="http://www.savazoni.com.br/?p=76">Savazoni</a> também escreveram sobre...</p>
<p>Depende de nós, seus seguidores, continuarmos a discussão de um novo país.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dois convites em cima da hora]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/2007/12/14/dois-convites-em-cima-da-hora/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 04:03:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
<guid>http://pedrobiondi.wordpress.com/2007/12/14/dois-convites-em-cima-da-hora/</guid>
<description><![CDATA[Camaradas, escrevo para convidá-los – absolutamente em cima da hora – para dois eventos em Samp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Camaradas, escrevo para convidá-los – absolutamente em cima da hora – para dois eventos em Sampa neste fim de semana.</p>
<p>Nem preciso dizer que terei exemplares do meu livro/filho a tiracolo para os interessados, né? Mas isso é secundário. Confiram abaixo.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:teal;"></span><br />
<strong><span style="color:teal;">Lançamento do site com a obra de Aloysio Biondi</span></strong><span style="color:teal;"><br />
<em> Local: Sabiá - Rua Purpurina, 370 (esquina com a Fidalga) – Vila Madalena<br />
Sexta, dia 14, a partir das 20h – Entrada gratuita<br />
Informações: 7488-5449 / 8542-3042</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:teal;">A página foi montada a partir do projeto de memória O Brasil de Aloysio Biondi. É um projeto coletivo, que reuniu mais de 50 pessoas em participação voluntária de sete anos para cá. Participaram parentes, amigos, ex-alunos e leitores do meu pai, jornalista que deixou um grande legado de ética e luta por um país melhor.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:teal;">A partir de hoje estarão disponíveis no endereço <a href="http://www.aloysiobiondi.com.br/" target="_blank">www.aloysiobiondi.com.br</a> cerca de 800 de textos dele, entre artigos, entrevistas e reportagens. O site também trará depoimentos em áudio e vídeo, fotos, homenagens e reproduções fotográficas de alguns de seus principais escritos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:teal;">Foi um longo trabalho, com pessoas ajudando de todas as partes do país em contato via internet, tendo meu irmão, Antonio, como o principal organizador/incentivador. Incluiu digitação e escaneamento de textos, pesquisa em bibliotecas, revisão, recuperação de materiais e, claro, a montagem do site. Agora é a hora de comemorar!</p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Exposição/bazar de Angela Leite</strong><br />
<em> Local: Rua Atlântica, 195 (entre a Rua Estados Unidos e a Avenida Brasil) – Jardins<br />
Domingo, dia 16, das 14h às 22h<br />
Informações: 3743-7567 / 8542-3042</em><br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">É a tradicional exposição que minha mãe faz no fim do ano, mas desta vez não será na casa dela.</p>
<p>Estarão expostas gravuras, camisetas e cartões, todos com animais e árvores brasileiros como tema.</p>
<p>Para quem não conhece o trabalho dela, eu tento resumir: combina precisão quase científica no traço com graça artística e uma ligação profunda com a natureza.<br />
<span> </span><br />
Os convidados receberão gratuitamente uma muda da mata atlântica ou do cerrado, para ajudar na recuperação desses biomas.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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