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	<title>alimentacao-e-saude &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "alimentacao-e-saude"</description>
	<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 21:18:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Apresentação final]]></title>
<link>http://dietasaudavel.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 18:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>dietasaudavel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Planeámos exibir hoje a apresentação final do nosso projecto aos colegas da nossa turma. Infeliz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Planeámos exibir hoje a apresentação final do nosso projecto aos colegas da nossa turma. Infelizmente, por motivos técnicos não foi possível fazê-lo.</p>
<p>Podem vê-la aqui.</p>
<p>[slideshare id=453690&#38;doc=ap2-1212866265340107-9&#38;w=425]</p>
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<title><![CDATA[Orgânicos mais seguros, convencionais menos nutritivos (12-04-2006)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:52:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Sueli Mello
Duas novas pesquisas, uma realizada nos Estados Unidos e outra na Grã Bretanha, com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Sueli Mello</em></p>
<p>Duas novas pesquisas, uma realizada nos Estados Unidos e outra na Grã Bretanha, comprovaram o que os adeptos da agricultura orgânica sempre defenderam: que os alimentos orgânicos protegem os consumidores dos pesticidas (afinal, eles quase não são empregados nesse tipo de cultivo) e que os alimentos produzidos pela agricultura intensiva moderna estão se tornando menos nutritivos do que os produzidos há 60 anos.</p>
<p>Para comprovar isso, pesquisadores da Universidade de Emory, nos Estados Unidos, analisaram a urina de crianças de três a 11 anos de idade durante um período em que foram alimentadas apenas com produtos orgânicos. Não encontraram metabólitos de malation e clorpirifos, dois pesticidas bastante empregados na agricultura convencional. Quando as crianças voltaram a se alimentar normalmente, eles rapidamente foram encontrados nas amostras.</p>
<p>No estudo britânico, realizado pela organização não-governamental The Food Comission (Comissão Alimentar), que defende o uso de alimentos mais saudáveis e seguros, foram comparadas estatísticas oficiais sobre alimentos à base de carnes e lácteos da década de 1930 e de 2002, e uma das constatações foi que o conteúdo mineral do leite, do queijo e da carne produzida pela agricultura intensiva caiu, durante esse período, para 70% do valor nutricional que tinham.</p>
<p>Na opinião do engenheiro agrônomo, difusor de tecnologia da Embrapa Hortaliças, Assis Marinho Carvalho, esses resultados parecem óbvios para quem já atua na área de produção orgânica e acredita nesse sistema. Mas os estudos são importantes para esclarecimento, até mesmo de profissionais da área agronômica.</p>
<p>Carvalho lembra que na década de 1960, pesquisadores franceses já mostravam que o DDT (pesticida) passava do leite para os fetos humanos, provocando mortes, abortos e deficiências. E o mesmo foi evidenciado na Baía de Minamata, no Japão. Ele próprio desenvolveu uma tese comparando cenouras produzidas pelo sistema orgânico com similares do sistema convencional e concluiu que as orgânicas seriam mais produtivas e apresentavam menor custo, além de serem mais saborosas e mais nutritivas que as produzidas pelo sistema convencional. Defendida na Universidade de Brasília (UnB), em janeiro de 2004, a tese de Carvalho foi premiada durante o 45° Congresso Brasileiro de Olericultura, realizado em Fortaleza, em agosto de 2005.</p>
<p>Em seu estudo, ele comparou oito espécies de cenouras produzidas no verão em sistema orgânico e convencional no período de novembro de 2002 a fevereiro de 2003. As análises de laboratório e pesquisas de campo estenderam-se durante todo o ano de 2003. “As principais vantagens da cenoura orgânica, além da textura e sabor, foram o maior teor de sólidos solúveis (que produzem um suco com mais polpa, além de diminuir o gasto com energia durante o processamento) e matéria seca (que contribui para uma maior conservação após a colheita e está relacionada às fibras, que ajudam a melhorar o funcionamento do intestino)”, relata. "Para resíduos minerais (que aparecem nas cinzas, em função do uso de fertilizantes) e açúcares (relacionados à doçura e carboidratos), as cenouras provenientes do sistema convencional apresentaram maiores teores. Quanto à fibra bruta e carotenóides (precursor da pró vitamina A), os índices foram indiferentes”, completa.</p>
<p>Para comparação do sabor, foram realizados 137 testes em Taguatinga, no campus da UnB, na feira de orgânicos do Ceasa-DF e no restaurante da Embrapa. As pessoas não sabiam que tipo de cenoura estavam provando. A maioria preferiu as orgânicas, especialmente as cozidas no vapor.</p>
<p>A pesquisadora Renata Galhardo Borguini, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão ligado à Secretaria de Agricultura, em Pindamonhangaba, também estudou em seu mestrado na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) o conteúdo nutricional de um alimento orgânico: o tomate. Segundo ela, ainda não foi possível detectar diferenças em relação ao alimento convencional, mas tentará comprovar sua superioridade nutricional em sua tese de doutorado, também sobre tomates, em fase de finalização.</p>
<p>Ponderada, afirma que embora tenha visto vários estudos sobre o tema, acredita que as afirmações sobre melhor qualidade dos orgânicos podem ser exageradas, e não devem ser generalizadas, pois existem estudos mal controlados que não levam em conta vários fatores que podem interferir nos resultados, como a variedade dos alimentos, a região de produção e a qualidade das sementes. Ela diz ainda que avaliar a qualidade nutricional dos alimentos convencionais fundamentando-se apenas em estatísticas pode não ser a melhor estratégia.</p>
<p><strong>Tendência</strong></p>
<p>Embora apresentem preços de 30 a 500% superiores aos alimentos convencionais, muito caros para o padrão do povo brasileiro, pode-se afirmar que o consumo dos alimentos orgânicos no país é uma tendência para uma parcela da população. “A produção cresce 30% ao ano”, diz Carvalho. Além disso, relata, uma pesquisa recente feita pelo Sebrae e pela Federação da Agricultura em Brasília (DF) apontou que mais de 2000 produtores mostraram interesse em migrar para esse sistema.</p>
<p>O pesquisador Enrique Ortega, do Laboratório de Engenharia Ecológica da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, afirma que os preços dos orgânicos até que são baixos quando se considera quanto tempo e quanto trabalho tem a natureza para formar uma reserva de petróleo, base dos fertilizantes, dos pesticidas e do transporte empregados pela agricultura convencional. Exploradas com maior ênfase a partir da década de 30, as reservas petrolíferas, segundo o professor, devem durar no máximo até 2030, quando será necessário buscar novas alternativas. “Melhor buscar antes”, alerta. Entre as opções, acredita, está a agricultura orgânica, por não necessitar de petróleo para o seu desenvolvimento.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&#38;noticia=94</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Hábitos diferentes, riscos novos (14-04-2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 05:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Os hábitos de vida do Ocidente podem estar deteriorando a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Fábio de Castro</em></p>
<p>Agência FAPESP – Os hábitos de vida do Ocidente podem estar deteriorando a saúde da população nipo-brasileira. Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre 1993 e 2007, em Bauru (SP), indicou uma alarmante prevalência de diabetes e fatores de risco cardiovascular entre descendentes de japoneses.</p>
<p>No entanto, a fase final do estudo, que consistiu em uma intervenção junto a essa população, demonstrou que algumas mudanças na dieta e a prática de atividades físicas podem ser medidas efetivas para combater o problema.</p>
<p>A primeira fase da pesquisa, em 1993, indicou que a prevalência de diabetes entre os descendentes de japoneses era de 20%, em média, contra 7,5% na população brasileira em geral. Em 2000, a segunda fase revelou que o problema havia se agravado: a prevalência de diabetes entre nipo-brasileiros era de 35%.</p>
<p>Os resultados da segunda fase – um Projeto Temático apoiado pela FAPESP – foram publicados na mais recente edição da revista Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia. A terceira fase foi realizada entre 2005 e 2007.</p>
<p>De acordo com a autora principal do artigo, Antonela Siqueira, que atualmente é pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), os descendentes de japoneses têm uma predisposição genética aos males causados por fatores típicos do cotidiano ocidental, como sedentarismo, estresse e alimentação rica em gordura e açúcar.</p>
<p>“A primeira fase do estudo indicou que a prevalência de diabetes entre os nipo-brasileiros era quase o triplo do resto da população. Em 2000, começamos a estudar a presença da síndrome metabólica – o conjunto de fatores de risco cardiovascular, que inclui diabetes, hipertensão arterial, distúrbios lipídicos e obesidade”, disse Antonela à Agência FAPESP.</p>
<p>Bauru foi escolhida, segundo a pesquisadora, por ter uma comunidade nipo-brasileira ampla e pouco miscigenada, com fácil acesso ao hospital em que foram feitas as análises clínicas. Em 1993, foram avaliados 647 indivíduos de 40 a 79 anos, descendentes de primeira e segunda geração. Em 2000, o estudo foi ampliado para 1.330 indivíduos.</p>
<p>“Em 2000, estudamos também os fatores dietéticos que poderiam contribuir para a prevalência da síndrome metabólica, que, conforme detectamos nessa época, era maior que 50%. O aumento do diabetes nos surpreendeu: passou de 20% para 35% em apenas sete anos”, afirmou.</p>
<p>Embora a população nipo-brasileira não tenha uma obesidade importante, os voluntários apresentaram alta taxa de gordura visceral. “O que importa para essas doenças é a cintura abdominal e não a obesidade periférica. Para os nipo-brasileiros, gordura no abdome significa perigo para a saúde. Os problemas aparecem quando a medida passa de 102 centímetros, para um homem ocidental, ou dos 90 centímetros, para um oriental”, apontou.</p>
<p>Os pesquisadores detectaram um aumento de glicemia – ou perda de tolerância à glicose –, que foi associado principalmente ao consumo exagerado de carboidratos refinados, sem fibra, como pão e arroz não-integrais.</p>
<p>“A alta prevalência de síndrome metabólica foi associada a um aumento no consumo de gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. A avaliação longitudinal mostrou que o fator que mais contribuiu para isso foi um consumo exagerado de carne vermelha”, disse Antonela.</p>
<p>O estudo transversal analisou de uma só vez, em uma série de exames, a condição da população de descendentes de japoneses naquele momento e mostrou que todos os indicadores ligados à síndrome metabólica haviam aumentado entre 1993 e 2000.</p>
<p>“Havia aumento do colesterol, do diabetes e principalmente dos triglicérides – associados ao açúcar –, que apareceram aumentados em 66% da população. Enquanto o nível normal é de 150 mg/dL, a média entre os nipo-brasileiros ficou em 240 mg/dL. Alguns indivíduos tinham valores próximos de mil”, afirmou.</p>
<p>A prevalência de doença cardiovascular – que pode resultar em infarto, derrame, obstrução arterial periférica e arteriosclerose, atingiu 14% da população analisada. “Se fosse em idosos, essa prevalência não poderia ser considerada muito alta. Mas, para uma população a partir de 30 anos, é altamente preocupante”, disse Antonela.</p>
<p><strong>Ação efetiva</strong></p>
<p>De acordo com Bianca de Almeida Pitito, doutoranda da Unifesp que participou da terceira fase do estudo, a partir dos resultados da pesquisa de 2000 o grupo começou a planejar um programa de intervenção.</p>
<p>“Ao constatar que o diabetes havia aumentado tão drasticamente em sete anos e que havia prevalência da síndrome metabólica, concluímos que, se nada fosse feito, a tendência era que dentro de mais alguns anos os problemas ficassem ainda mais graves. Por isso, planejamos a intervenção”, disse Bianca à Agência FAPESP.</p>
<p>Com uma equipe interdisciplinar, contando com nutricionistas e educadores físicos, os pesquisadores fizeram a intervenção focada em orientação para mudanças na dieta e estímulo à atividade física. O programa não incluiu aplicação de medicação.</p>
<p>Segundo Bianca, o objetivo era comparar as condições de saúde dos voluntários no início e no fim do programa. “Como havíamos detectado o problema, não seria ético deixar parte da população sem acesso ao programa, por isso não houve condições para trabalhar com um grupo de controle”, explicou.</p>
<p>Foram feitas três avaliações clínicas: a primeira no início da intervenção, em 2005, a segunda em 2006 e a terceira no fim do programa, em 2007. “Foram feitos exames para verificar pressão sangüínea, peso, circunferência da cintura, colesterol, triglicerídeo e glicose. Foram avaliados 653 indivíduos”, disse.</p>
<p>Depois de um ano de intervenção, segundo Bianca, foi detectada uma melhora sensível em todos os parâmetros: obesidade central, glicemia, perfil lipídico, colesterol, pressão sangüínea e gordura abdominal.</p>
<p>“A redução desses fatores ocorreu apenas com a mudança de dieta e de padrões de atividade física, o que mostra que a mudança de hábitos pode ser fundamental para prevenir a síndrome metabólica”, afirmou.</p>
<p>Segundo a pesquisadora a melhora de todos os indicadores em apenas um ano, ainda que não tenha sido drástica, pode ter grande impacto do ponto de vista populacional. Os resultados da análise de 2007 ainda não foram sistematizados.</p>
<p>Para ler o artigo Distúrbios no perfil lipídico são altamente prevalentes em população nipo-brasileira, de Antonela Siqueira e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8698</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comer menos para viver mais (31-05-2007)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=121</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:35:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/comer-menos-para-viver-mais-31-05-2007/</guid>
<description><![CDATA[Uma dieta restritiva – com redução da ingestão de alimentos de 40% a 60% sem chegar à desnutri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dieta restritiva – com redução da ingestão de alimentos de 40% a 60% sem chegar à desnutrição – induz efeitos notáveis para a saúde e é capaz de aumentar a longevidade de diversos organismos vegetais. Isso é o que se sabe, mas os efeitos da restrição dietética em animais e especialmente em humanos ainda são pouco conhecidos.</p>
<p>A edição de 31 de maio da revista Nature traz uma contribuição para diminuir o desconhecimento sobre assunto. Um estudo, feito nos Estados Unidos, descreve o papel de um gene específico no aumento da longevidade. O trabalho foi feito com Caenorhabditis elegans, verme considerado organismo modelo para estudos biológicos.</p>
<p>“A restrição dietética estende a longevidade e retarda o surgimento de doenças relacionadas à idade em muitas espécies, além de alterar profundamente a função endócrina em mamíferos. Em nosso estudo, mostramos que o aumento da longevidade em Caenorhabditis elegans submetido a uma dieta restritiva requer o gene SKN-1 atuando em um par de neurônios conhecido como ASI. Essa restrição ativa o SKN-1 nesses neurônios que, por sua vez, sinalizam a tecidos periféricos para um aumento na atividade metabólica”, descreveram Nicholas Bishop e Leonard Guarente, do Departamento de Biologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.</p>
<p>Segundo os dois, a descoberta demonstra que o aumento da longevidade em animais depende da sinalização celular não autônoma de neurônios centrais para tecidos e sugere que os neurônios ASI seriam responsáveis pela mediação do aumento na expectativa de vida – por meio de um mecanismo endócrino ainda desconhecido.</p>
<p>No estudo, a dieta restritiva dos vermes consistiu na diluição das bactérias que lhes servem de alimento. As colônias de C. elegans submetidas à redução alimentar viveram de 20% a 50% mais do que as que se alimentaram normalmente.</p>
<p>O SKN-1 é um fator de transcrição, ou seja, uma proteína que regula a expressão de diversos outros genes. O trabalho ressalta que o SKN-1 não é o único responsável pelo aumento na longevidade verificado nos vermes analisados.</p>
<p>Em comentário na mesma edição da revista, Adam Antebi, da Faculdade de Medicina Baylor, pergunta se o SKN-1 não atuaria junto com o PHA-4, outro gene que estaria ligado à maior expectativa de vida – conforme estudo publicado na Nature no início do mês, conduzido por pesquisadores do Instituto Salk para Estudos Biológicos. Segundo Antebi, encontrar respostas a essas e a outras dúvidas sobre o assunto pode “iluminar o caminho para o aumento na saúde e na longevidade humanas”.</p>
<p>O artigo Two neurons mediate diet-restrictioninduced longevity in C. elegans, de Nicholas Bishop e Leonard Guarente, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7225</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Própolis contra Dengue e Malária]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=109</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 01:08:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/05/02/propolis-contra-dengue-e-malaria/</guid>
<description><![CDATA[Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas  gotas diárias para que o mosquito ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas  gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime!</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Biólogo explica como usar Própolis  contra Dengue</p>
<p></strong></span>O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis,  explica como usar a própolis contra a dengue.<br />
Segundo ele, a própolis exala  na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem  os insetos.</p>
<p><strong>Composição da Própolis</p>
<p></strong>A própolis é uma cera  produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.<br />
Sua  composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui  em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e  pólen.</p>
<p><strong>Uso Preventivo</p>
<p></strong>A tintura de Própolis na prevenção  aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:</p>
<p>-  <span style="text-decoration:underline;">Adultos</span>: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro).<br />
Um copo  a cada 6hs.</p>
<p>- <span style="text-decoration:underline;">Crianças</span>: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a  metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a  critério).</p>
<p><strong>Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO  RADICAL)</p>
<p></strong>- <span style="text-decoration:underline;">Adultos</span>: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído  em água (sem cloro).<br />
1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se  mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a  cada 2hs.</p>
<p>- <span style="text-decoration:underline;">Crianças</span>:<br />
- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do  extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério)  quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem  mais 3 vezes a cada 2hs.</p>
<p>- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de  própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a  febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3  vezes a cada 2hs.</p>
<p>- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis  diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se  mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada  2hs.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS</p>
<p></strong>- Gilvan alerta, para não  esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é  alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.<br />
- Caso  queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente  pedida.</p>
<p>Mais informações em:<a href="http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/propdengue.htm"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.radiobras.gov.br/ct/1999/materia_050399_2.htm">http://www.radiobras.gov.br/ct/1999/materia_050399_2.htm<br />
</a><a href="http://somsulnativo.com.br/modules/news/article.php?storyid=8">http://somsulnativo.com.br/modules/news/article.php?storyid=8<br />
</a><a href="http://www.uraonline.com.br/especial/esp-07/propolis-contra-dengue.html">http://www.uraonline.com.br/especial/esp-07/propolis-contra-dengue.html<br />
</a><a href="http://www.apisjordans.com.br/outras_noticias.php?cod_noticias=4">http://www.apisjordans.com.br/outras_noticias.php?cod_noticias=4<br />
</a><a href="http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1464">http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1464<br />
</a><a href="http://www.3lagoas.com.br/?canal=noticias&#38;pag=unit&#38;id=2299&#38;materia=biologo-garante-que-propolis-cura-dengue-tres-lagoas">http://www.3lagoas.com.br/?canal=noticias&#38;pag=unit&#38;id=2299&#38;materia=biologo-garante-que-propolis-cura-dengue-tres-lagoas<br />
</a><a href="http://www.telaquente.com.br/portal2/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=175&#38;Itemid=42">http://www.telaquente.com.br/portal2/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=175&#38;Itemid=42<br />
</a><a href="http://portalamazonia.globo.com/noticias.php?idN=57239&#38;idLingua=1">http://portalamazonia.globo.com/noticias.php?idN=57239&#38;idLingua=1<br />
</a><a href="http://www.apinep.com.br/index.php?pg=noticia&#38;id=Njk">http://www.apinep.com.br/index.php?pg=noticia&#38;id=Njk</a>=</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A dieta vegetariana traz benefícios à saúde?]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 01:41:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/04/29/a-dieta-vegetariana-traz-beneficios-a-saude/</guid>
<description><![CDATA[O posicionamento da ADA (American Dietetic Association) e nutricionistas do Canadá de 2003 reúne o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O posicionamento da ADA (American Dietetic Association) e nutricionistas do Canadá de 2003 reúne os principais estudos científicos sérios sobre vegetarianismo.</p>
<p>Confira os resultados:</p>
<p>- Redução das mortes por infarto (doença cardíaca isquêmica) em 31% em homens vegetarianos e 20% em mulheres vegetarianas (estudo com 76 mil indivíduos).</p>
<p>- Comparando a mortalidade por doenças cardíacas entre vegetarianos e semivegetarianos (no estudo considerado como consumidor de peixe ou carne 1 vez por semana), a mortalidade também é menor em vegetarianos.</p>
<p>- Níveis sangüíneos de colesterol 14% mais baixos em ovo-lacto-vegetarianos do que nos comedores de carne.</p>
<p>- Níveis sangüíneos de colesterol 35% mais baixos em veganos do que nos comedores de carne.</p>
<p>- Menor pressão arterial (redução de 5 a 10 mmHg) nos vegetarianos.</p>
<p>- Redução de até 50% do risco de apresentar diverticulite nos vegetarianos.</p>
<p>- Redução de até 50% do risco de apresentar diabetes nos vegetarianos.</p>
<p>- Probabilidade duas vezes menor de apresentar pedras na vesícula nas mulheres vegetarianas (estudo com 800 mulheres entre 40 e 69 anos).</p>
<p>- Os não vegetarianos têm um risco 54% maior de ter câncer de próstata.</p>
<p>- Os não vegetarianos têm um risco 88 % maior de ter câncer de intestino grosso (cólon e reto). Obs - a carne vermelha ou branca está vinculada (de forma independente) com o risco aumentado de câncer de intestino grosso.</p>
<p>- Redução da incidência de obesidade, um problema mundialmente preocupante.</p>
<p>- Osteoporose: mulheres após a menopausa com dieta rica em proteína animal e pobre em proteína vegetal têm taxa mais alta de perda óssea e risco muito maior de ter fratura de quadril. Obs- Ainda não podemos afirmar que a dieta vegetariana protege da osteoporose.</p>
<p>- Pelo menor teor de proteínas e por melhorar os lipídios sangüíneos, a dieta vegetariana pode ser benéfica para os que sofrem de doença renal (principalmente os que não fazem diálise e apresentam diurese).</p>
<p>- Aparentemente, o consumo de carne aumenta em até 3 vezes as chances de desenvolver demência cerebral.</p>
<p>- Aparentemente, uma dieta vegetariana sem derivados animais e com predominância de alimentos crus reduz os sintomas de fibromialgia.</p>
<p><strong>Atenção</strong>: podemos falar em prevenção e auxílio no tratamento de determinadas doenças com a dieta vegetariana. A Sociedade Vegetariana Brasileira não corrobora a alegação de que o vegetarianismo cura doenças. Não existe embasamento científico até o momento para se afirmar isso.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.alimentacaosemcarne.com.br/parecer-sobre-vegetarianismo-da-ada/a-dieta-vegetariana-traz-beneficios-saude.html</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reduza a velocidade do envelhecimento com sabedoria]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 01:32:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.pt-br.wordpress.com/2008/04/29/reduza-a-velocidade-do-envelhecimento-com-sabedoria/</guid>
<description><![CDATA[Dicas para sua saúde integral
por Alex Botsaris
As leis da física são regras universais, que vale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas para sua saúde integral</strong></p>
<p><em>por Alex Botsaris</em></p>
<p>As leis da física são regras universais, que valem para todos os seres e corpos do universo. Uma delas, a entropia, é que determina o fluxo do tempo e as mudanças que levam ao envelhecimento. Entender bem esse processo e saber como minimizar os efeitos dele é um dos segredos que ajuda as pessoas a reduzirem a velocidade de envelhecimento e se manterem jovens e bonitas por mais tempo.</p>
<p>Atualmente, as pessoas são confrontadas com situações estressantes várias vezes ao dia e isso, por si só, já compromete a atividade de diversas funções do organismo porque aumenta o desgaste físico, psíquico e das moléculas. Lembre de pessoas que você conhece que já passou por uma situação muito estressante e dos conseqüentes sinais de envelhecimento na fisionomia.</p>
<p>Quando a pessoa não está bem preparada, o organismo é afetado com o prejuízo da homeostase - capacidade do organismo de manter estáveis seus parâmetros internos e controlar de forma adequada as funções orgânicas. Com isso são gerados problemas de sono, ansiedade, pressão alta, dores musculares, gastrite, entre outros problemas.</p>
<p>Um outro fator são os radicais livres. Trata-se de uma molécula altamente reativa ou formas instáveis de oxigênio, que podem reagir com proteínas estruturais, lipídeos (gorduras) da membrana das células ou mesmo o DNA causando lesões que atrapalham o funcionamento do organismo ou podem até matar células. Eles podem ser bloqueados pelos antioxidantes. Inúmeras pesquisas realizadas nos últimos 10 anos sugerem que os antioxidantes podem proteger contra o processo de envelhecimento, ao retardar seu curso e atenuar o surgimento de problemas da terceira idade.</p>
<p>Foi comprovada a ação benéfica dos antioxidantes no cérebro e na pele, através de estudos clínicos. Há redução da formação de rugas por uma ação de manter a integridade do *colágeno e da elastina. Existem pesquisas que indicam que eles reduzem a oxidação do colesterol LDL no sangue, prevenindo aterosclerose e pressão alta.</p>
<p>A estratégia que parece mais eficaz é combinar vitaminas, minerais e extratos vegetais para obtenção de um composto antioxidante de largo espectro. Temos: o Ginkgo biloba, o alecrim (Rosmarinus officinalis), o chá verde (Thea sinensis), o alho (Allium sativum), as frutas vermelhas (morango, framboesa, ameixa, cereja, amoras), o óleo de peixes de água fria, o açafrão (Curcuma longa), o óleo de germe de trigo (Triticum aestivum), além de flavonóides encontrados na laranja e no espinafre, por exemplo.</p>
<p>Há também os protetores do DNA, que evitam que moléculas tóxicas para os gens e mesmo radicais livres causem mutações, em efeito chamado de **antimutagênico ou antigenotóxico. Além de prevenir tumores, também atuam reduzindo o envelhecimento das células e, portanto, tendo um impacto positivo na velocidade de envelhecimento do organismo com um todo. Temos diversas plantas medicinais com substâncias ou extratos que apresentam potente ação protetora do DNA. Entre as principais estão: a fração de óleos essenciais sulfurados do alho (Allium sativum), os corantes vermelhos da framboesa (Rubus sp), uma planta medicinal chinesa chamada solidéu de baical (Scutellaria baicanlensis) que possui um potente protetor do DNA, urucum (Bixa orellana), a potente ação antigenotóxica do chá verde (Thea sinensis), alguns temperos como coentro (Coriandum sativum), gengibre (Zingiber officinale), curcuma (Curcuma longa), alecrim (Rosmarinus officinalis), hortelã (Mentha piperita), sálvia (Salvia officinalis), entre muitos outros.</p>
<p>As células-tronco têm chamado muito a atenção dos pesquisadores por serem uma arma poderosa para driblar a entropia e mesmo para curar muitas doenças. Existem evidências, por exemplo, que as doenças auto-imunes são resultantes do envelhecimento do sistema imunológico, que não consegue substituir de forma adequada as células de defesa do organismo, justamente porque as células jovens, conhecidas como células-tronco, diminui. Igualmente, diversas doenças e problemas ligados ao envelhecimento, como artrose, redução de memória e enrugamento cutâneo sejam decorrentes da redução de pool de células-tronco.</p>
<p>Dar uma boa direção ao processo de envelhecimento, para que ele ocorra com dignidade, dentro de um bom padrão estético, e com qualidade de vida é a grande questão. Tenha cuidado ao achar que um bisturi pode resolver os sinais da sua idade. Evite ao máximo as deformações geralmente conquistadas com esses procedimentos invasivos, quando desnecessários. O que vale deixar como mensagem sobre envelhecimento é perceber que não mudar nada é impossível. A questão é como mudar na direção certa, como evoluir da melhor maneira colocando o tempo a seu favor. Por mais que se combata e retarde o envelhecimento ele é inevitável e um dia vai chegar.</p>
<p>* Colágeno e elastina: fibras que dão firmeza e elasticidade aos tecidos, em especial a pele e o subcutâneo. Quando o nível colágeno e elastina reduzem, a pele fica flácida.</p>
<p>** Efeito antimutagênico ou antigenotóxico: é uma ação de proteção do DNA ou seja do ácido nucleico que forma os gens das células. Isso evita que surjam mutações que possam matar a célula ou transformá-la numa célula cancerosa.</p>
<p>Fonte <em>http://www1.uol.com.br/vyaestelar/envelhecimento.htm</em></p>
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