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	<title>agencia-carta-maior &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/agencia-carta-maior/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "agencia-carta-maior"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 06:13:51 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Vamos falar de democracia no Brasil]]></title>
<link>http://maripimenta.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 00:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>maripimenta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde que comecei a estudar história na escola que me interesso muito pelo tema. Claro que tem algu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que comecei a estudar história na escola que me interesso muito pelo tema. Claro que tem alguns assuntos que chamam mais atenção e no meu caso, a história brasileira de 1930 até 1987, é um dos meus temas preferidos. Assim, procurei me informar além dos livros didáticos e li obras de ficção e não-ficção sobre o período, assisti filmes, fui a exposições e leio sempre artigos em jornais, revistas e web sobre o período.</p>
<p>É revoltante a violência das torturas aplicadas pelos militares. Por isso, já derramei muitas lágrimas de ódio, e eu não tenho nenhum parente morto pela tortura e nasci em 1984. Porém, o que mais me revolta é o segredo e o medo que ainda paira sobre o assunto tortura. Cadê os responsáveis por essa barbaridade que ainda assombra a democracia brasileira? Por que não abrem os arquivos todos para que possamos de vez superar esse período tão triste de nossa história.</p>
<p style="text-align:left;">Recomendo a leitura do artigo do Gilson Caroni Filho para a Agência Carta Maior: <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3947&#38;boletim_id=447&#38;componente_id=8049" target="_blank">http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3947&#38;boletim_id=447&#38;componente_id=8049</a></p>
<p>E para finalizar, uma citação de Marcuse que Gilson usa em seu artigo: "esquecer é perdoar o que não poderia ser perdoado se a justiça e a liberdade prevalecessem".</p>
<p><a href="http://www.averdade.org.br/ler.php?secao=6&#38;nota=20"><img class="alignleft size-full wp-image-178" src="http://maripimenta.wordpress.com/files/2008/08/lamarca88.jpg" alt="Foto retirada do www.averdade.org.br" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quimera]]></title>
<link>http://samahell.wordpress.com/?p=132</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 00:38:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samael</dc:creator>
<guid>http://samahell.pt-br.wordpress.com/2008/04/19/quimera/</guid>
<description><![CDATA[Quimera
Por Claudio Parreira (Fonte: Cronópios)
Eu vendia hipopótamos na feira quando vi a mulher ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Quimera</strong><br />
Por Claudio Parreira (Fonte: <a href="http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=3103" target="_blank">Cronópios</a>)</p>
<p>Eu vendia hipopótamos na feira quando vi a mulher pela primeira vez: linda, os cabelos louros esvoaçando do sovaco, dois metros e meio de pura tentação.</p>
<p>Filhote, o meu cachorro filosófico, foi logo dando palpite:</p>
<p>- Não entra nessa que é roubada. Pelo brilho do olho esquerdo, essa aí tem pra mais de quarenta filhos.<!--more-->Aceitei o conselho do Filhote com os ouvidos mas o coração não quis saber: corri pra cima da mulher. Para impressioná-la, passei antes na biblioteca. Peguei meia dúzia de clássicos, que sempre dão melhor resultado.</p>
<p>Quando ela me viu com os livros brotando feito flores das mãos, se abriu toda sorrisos.</p>
<p>- Li todos eles pra você, meu amor – eu disse, os olhos faiscando sacanagem. – Que tal?</p>
<p>O sorriso ganhou uma súbita expressão séria. Filhote, filosófico, arrematou:</p>
<p>- Eta porra!</p>
<p>- Não pense que me entrego por essa mera literaturazinha – ela falou. – Pra me ganhar o buraco é mais embaixo!</p>
<p>Disse isso e se virou, resoluta. Uma mulher que despreza os clássicos é maluca. Ou merece respeito e atenção. Por isso observei-lhe o rabo: três pontas descascadas.</p>
<p>- É normal – sentenciou Filhote.</p>
<p>- Graças a Deus – falei. – Vamos beber a isso!</p>
<p>Filhote não gostou muito da idéia.</p>
<p>- Mas é só gasolina, filho! – eu justifiquei.</p>
<p>Ele abaixou as orelhas, enfiou o rabo entre as pernas e perguntou:</p>
<p>- Você promete que é uma só? Uminha só?</p>
<p>Saímos do posto de gasolina às quatro e meia da manhã, os arrotos potentíssimos lançando chamas a centenas de metros.</p>
<p>Eu vendia, como já disse, pterodátilos no supermercado quando vi a mulher pela segunda vez: linda, os cabelos avermelhados esvoaçando das ventas, quase três metros de vertigem.</p>
<p>Filhote, os bigodes ainda chamuscados pelas labaredas da noitada anterior, resolveu bancar a minha consciência:</p>
<p>- Larga mão, sô! Isso aí não é mulher, é o diabo que veio pra te aporrinhar. Como ela mesma disse, o buraco é mais embaixo. Vai encarar?</p>
<p>Mulheres difíceis é que valem a pena, pensei, principalmente quando precisamos usar uma escada para lhes alcançar o pescoço fino para um beijo fugaz. Assim era ela, com seus quarenta filhos ou não. E assim estava eu: torto, os quatro pneus e o torso arriados, a garganta seca implorando por mais gasolina.</p>
<p>- Nem pensar! – protestou Filhote. – Ela não vale tamanha humilhação.</p>
<p>Fiquei olhando o cachorro, penalizado: nem mesmo toda a filosofia do mundo o fizera mais sensível. Decerto mantinha um bloco de mármore no lugar do coração. E sua boca jamais provara a voltagem de um genuíno beijo de amor. Seus olhos eram incapazes de enxergar a paixão: em quem eu via céu ele só encontrava tempestade.</p>
<p>- Ora, pois, meu querido Filhote – eu disse. – Enfia a tua filosofia no rabo que eu quero mesmo é pandegar!</p>
<p>- Depois não diga que eu não avisei...</p>
<p>A prudência, ah!, a prudência. Por isso é que o Filhote não passa de um cão filosófico solitário: prudência demais. Corresse um pouco mais de risco e viveria melhor. Mais feliz, pelo menos, que esse negócio de filosofia pura corrói o fígado e os miolos. É a cachaça da alma, um ácido do espírito.</p>
<p>E ácido por ácido eu prefiro o LSD que o bafo dela exala. Ela é uma mulher envolvente, sim, e não digo isso pelo fato da moça ter quatro braços. Nem me abraçar ainda ela abraçou, porque o buraco, segundo suas próprias palavras, é mais embaixo. Mas eu sei que o momento do abraço vai ser sublime, o momento do beijo. É nisso que se baseia toda a minha vida hoje: nos momentos futuros que terei ao seu lado. Os carneiros que trafico na igreja garantem a minha subsistência mas o meu prazer vem de outras fontes. E agora cismei que a fonte primeira de todos os meus delírios gozosos é ela, que é linda, os cabelos amarelos cheirando a capim, três metros e meio de loucura.</p>
<p>Os automóveis e crocodilos mostravam reverência e uma ponta de inveja à minha passagem: lá vai um apaixonado, eu pensava que eles pensavam. E decerto pensavam mesmo, porque tudo em mim cheirava como o jasmim da paixão: desde os cascos até o olhar, que iluminava de cor as sombrias ruas em linha reta da vida comum.</p>
<p>Sob os óculos que a minha condição de futuro amante me colocara sobre os olhos eu via agora um mundo todo novo: os edifícios circulares, as avenidas ascendendo em direção ao céu, as curvas azuis do vento. Mesmo as pessoas, que sempre me olhavam com reserva e desconfiança, ensaiavam sorrisos e acenos, exibiam um discreto menear de cabeça, o desconcertante sussurrar de palavras de apoio e incentivo que eu jamais ouvira antes. Houvesse no mundo mais apaixonados como eu e a vida seria bem melhor.</p>
<p>Para que tudo isso se concretizasse, porém, faltava o principal: encontrá-la. O buraco mais embaixo, ou em cima, foda-se, isso era fácil. O Grande Arquivo Universal da Conquista Amorosa está aí há milênios e só não o consulta quem não quer.</p>
<p>Navegando na mesma freqüência dos meus pensamentos, um senhor baixo, cego, cuja boca era um acidente medonho na geografia do rosto, se apresentou com a solução dos meus problemas:</p>
<p>- A mulher que você procura, cinco ou seis metros de beleza incomum, os pelos cubistas, sei muito bem onde ela está.</p>
<p>Nunca vendi porra nenhuma na vida, como já disse. Por isso mesmo é que sei que na minha profissão o que mais se vê é picaretagem, gente desqualificada que abusa dos bons sentimentos dos incautos para conseguir vantagens pessoais. A mim impressionou muito o fato do homem surgir do vento e descrever quase à perfeição a minha amada. Para saber se o sujeito falava mesmo a verdade, perguntei ainda:</p>
<p>-  O que ela guarda às costas?</p>
<p>- Um par de asas translúcidas – falou ele prontamente.</p>
<p>Bati com a mão aberta à testa, uma pancada tão forte que por instantes a cidade mergulhou em trevas. Ninguém no mundo a não ser eu (e Filhote, minha testemunha particular) poderia descrevê-la tão bem! Quando as nuvens escuras se afastaram dos meus olhos eu fiz a pergunta óbvia. Os olhos vazios do homem derramaram a resposta, límpida e sonora:</p>
<p>- Na biblioteca. Vai encontrá-la na biblioteca.</p>
<p>Claro. Por que eu não tinha pensado nisso antes?</p>
<p>Na escadaria da biblioteca encontrei Filhote escondido atrás de uma hiena, a pata direita estendida sobre um chapéu que pedia esmolas.</p>
<p>- Porque filosofia alimenta o espírito mas não enche a barriga de ninguém – justificou enquanto eu entrava no meu sonho, o coração já aos trancos por antecipação.</p>
<p>Intuí o seu endereço logo de cara: terceiro corredor, esquerda, prateleira de mitologia. Entre o Minotauro e o Dragão, coberta de poeira, lá estava ela, a Quimera. A <em>minha</em> Quimera.</p>
<p>Embora estivesse diante de tudo o que eu sempre quis, me senti decepcionado. Era ela, sim, mas faltava-lhe algo. Faltava-lhe tudo. Faltava-lhe a materialidade. As carnes, os peitos. Algo concreto no qual eu pudesse descansar o meu esqueleto. Faltava-lhe a bunda, caramba, que desde sempre tem sido o porto seguro para os machos da minha espécie e de outras mais.</p>
<p>A mulher que eu tinha diante dos olhos era só uma figura impressa, de cores desbotadas, uma ilha cercada de palavras por todos os lados. <em>Pra me ganhar o buraco é mais embaixo</em>, ela dissera, e agora eu sabia o quanto. Aliás, dissera mesmo? Em algum momento cheguei de fato a vê-la? Linda, mulher mesmo ou pura alucinação?</p>
<p>Seres mitológicos não são dignos de crédito, eu sempre soube. Mas é o abismo entre o saber e o acreditar que os torna tão reais.</p>
<p>- O senhor não pode permanecer neste recinto.</p>
<p>Virei lentamente o torso, mantendo as patas fincadas com firmeza no chão.</p>
<p>- Por que não? – perguntei, um segundo antes de constatar que quem me falava de maneira tão autoritária era o sujeito de boca murcha.</p>
<p>- Seres imaginários não são admitidos nesta biblioteca – ele respondeu, os olhinhos sem brilho exibindo uma satisfação nem um pouco secreta.</p>
<p>- Faça então o que deve – eu disse, o meu rabo balançando com um descompromisso admirável.</p>
<p>Saímos os dois de volta à rua, deixando para trás a minha Quimera e os sonhos tantos que me ocuparam e justificaram de maneira gloriosa a minha existência.</p>
<p>- Mulheres – eu disse -, jamais serão inteiramente nossas. Sempre isso: aparecem, acendem a chama da loucura e, quando mais as queremos, desaparecem no ar feito borboletas. Ou se metem entre as páginas dum livro que nunca poderemos ler.</p>
<p>- Umas ingratas – filosofou acertadamente Filhote, que se juntara a nós.</p>
<p>Quem nos via indo de encontro ao cinzento véu da noite[1] só conseguia perceber o mistério. Um homem cego de boca murcha, um cão filosófico e um centauro esvaziado de quimeras como eu dão mesmo o que pensar.</p>
<p>--</p>
<p>[1] O Barroco é que gostava de construções assim. Ou não.</p>
<p><strong>Claudio Parreira</strong> é escritor e chargista. Foi colaborador da <em>Revista Bundas</em>, do jornal <em>O Pasquim 21</em>, <em>Caros Amigos</em> on line, <em>Agência Carta Maior</em>, entre outras publicações. Mantém na Internet o <a href="http://www.blogppc.blogger.com.br" target="_blank">BLOG PPC!</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irã x Iraque na América do Sul?]]></title>
<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=331</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 14:47:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
<guid>http://rafaelfortes.pt-br.wordpress.com/2008/03/23/ira-x-iraque-na-america-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[O governo da Colômbia invadiu o território de um país soberano, o Equador, mas a mídia gorda bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da Colômbia invadiu o território de um país soberano, o Equador, mas a mídia gorda brasileira bota nas manchetes que Hugo Chávez é que está querendo guerrear. Há dez dedos (patas?) dos EUA na crise diplomática e militar. Querem criar um equivalente à guerra Irã x Iraque aqui na América do Sul. Faturarão horrores com armamentos e, de quebra, ainda podem conseguir voltar a explorar docilmente os recursos naturais de países cujos governos soberanos e democraticamente eleitos tomaram medidas decentes e nacionalistas nos últimos anos.</p>
<p>Vale a pena ler o artigo "<a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3836" target="_blank">Por que Uribe assassinou Raúl Reyes?</a>", de Laerte Braga, e outra <a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14836" target="_blank">matéria</a> da Agência Carta Maior. Abaixo, um trecho do primeiro:</p>
<p>"<a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3836" target="_blank">Uribe é um preposto dos EUA, acusado de ligações com o narcotráfico, um homem sem entranhas e respeito pelo que quer que seja e assim como o governo de Israel, não quer a paz, não lhe interessa a paz, não pretende a paz. Em torno de todo esse discurso o que existe são “negócios”, apenas “negócios”.</a>"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minha pipa quer voar…]]></title>
<link>http://macacau.wordpress.com/?p=221</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:57:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>macacau</dc:creator>
<guid>http://macacau.pt-br.wordpress.com/2008/02/05/minha-pipa-quer-voar%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[ENTRE A FICÇÃO E A HISTÓRIA
Algumas histórias que o Caçador de Pipas não conta
O filme “Caç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#008000">ENTRE A FICÇÃO E A HISTÓRIA</font></p>
<p>Algumas histórias que o Caçador de Pipas não conta</p>
<p>O filme “Caçador de Pipas” apresenta um painel sobre a história recente do Afeganistão, a partir do relato sobre a amizade de dois meninos afegãos. Flutuando entre a imaginação e a história, o filme denuncia monstruosidades mas silencia sobre o papel de alguns dos pais dos monstros que devastaram o país.<br />
<b> Marco Aurélio Weissheimer</b> - <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14788" title="Caçador de Pipas" target="_blank">Carta Maior</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documenta: arte e polêmica]]></title>
<link>http://macacau.wordpress.com/2007/09/29/documenta-arte-e-polemica/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 03:05:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>macacau</dc:creator>
<guid>http://macacau.pt-br.wordpress.com/2007/09/29/documenta-arte-e-polemica/</guid>
<description><![CDATA[Termina em Kassel, na Alemanha, uma das maiores exposições de artes plásticas da Europa. Com um m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Termina em Kassel, na Alemanha, uma das maiores exposições de artes plásticas da Europa. Com um milhão de visitas, a Documenta deixa atrás de si uma polêmica sobre o significado de uma grande exposição como esta no mundo contemporâneo.<br />
<a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14640" target="blank"><strong>Flávio Aguiar</strong> (Carta de Berlim)</a></p>
<p>"…Entretanto a mostra não era destituída de significado intencional. Logo na entrada de um dos pavilhões, o maior e mais importante, o visitante deparava com uma reprodução de um quadro de Paul Klee, de 1920, Angelus Novus. Este quadro de Klee foi o inspirador da famosa consideração do filósofo Walter Benjamin sobre o anjo que, jogado para diante desde o portal do Paraíso, mas de costas, vê a história e o progresso como uma contínua construção de ruínas.</p>
<p>Esta é a sensação que acompanha o visitante enquanto percorre os salões onde “se chocam” diferentes objetos, vindos de diferentes contextos, re-unidos por uma percepção de forma que pode, sim, parecer casual, ou arbitrária, mas que espelha uma concepção da contemporaneidade vista como o entrechoque de espaços, contextos e culturas."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Privatizar, sim]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/09/19/privatizar-sim/</link>
<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 20:05:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.pt-br.wordpress.com/2007/09/19/privatizar-sim/</guid>
<description><![CDATA[Então o PT resolveu apoiar o tal plebiscito para que a população opine sobre a proposta de re-est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Então o PT resolveu apoiar o tal plebiscito para que a população opine sobre a proposta de re-estatizar a Vale do Rio Doce (<a href="http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=3091" target="_blank">aqui</a>) ? Para "sustentar" o absurdo, diversos asseclas do PT costumam espalhar dados e informações falsas (<a href="http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=2738" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, por exemplo).</p>
<p>Entre as besteiras que o "jornalista" José Cristian Góes divulga, algumas merecem atenção:</p>
<p>1) Diz o jornalista mal-informado (ou mal-intencionado) que "<span style="color:#993300;"><em>Em 1997, o presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) "vendeu" a CVRD por apenas R$ 3,3 bilhões. Curiosamente a avaliação dos auditores privados e do próprio Governo davam a Vale um preço de R$ 93 bilhões, ainda assim um valor muito abaixo do real</em></span>". Tudo mentira. O leilão das ações da CVRD previa a venda de cerca de 41,73% das ações ON (ordinárias) da empresa, não "toda a empresa", como o pseudo-jornalista tenta levar o leitor a acreditar. Além disso, a privatização, ocorrida em 07 de Maio de 1997, não poderia identificar o valor de mercado da CVRD em R$ 93 bilhões: HOJE, o valor de mercado da CVRD é de R$ 127 bilhões, com um lucro líquido anual de R$ 7 bilhões. O "jornalista" inventou um lucro de incríveis R$ 13,4 bilhões em 1996 - MENTIRA !!!! Em 1998, primeiro ano de demonstrações contáveis pós-privatização, o balanço da CVRD indicava lucro que aproximadamente R$ 1 bilhão (basta consultar o site da Comissão de Valores Mobiliários, <a href="http://www.cvm.gov.br" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, ou da própria Vale do Rio Doce, <a href="http://www.cvrd.com.br" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>2) O mentiroso jornalista afirma, ainda, que "<span style="color:#993300;"><em>E tem mais: quase 70% do lucro da Vale, isto é, os dividendos construídos em cima dos minérios desta terra, do nosso povo, estão nas mãos dos controladores privados estrangeiros da CVRD, ou seja, quase nada fica aqui.</em></span>". Ele mente, novamente - e continua mentindo, algumas linhas abaixo: "<span style="color:#993300;"><em>os lucro </em>[sic]<em> da Vale privatizada enriquecem os acionistas, principalmente, estrangeiros que investem na bolsa de valores nos EUA e na Ásia</em></span>".O pior é que grande parte dos eleitores do PT, por ignorantes, acabam acreditando nestas bobagens..... As empresas que compraram os 41,73% das ações ordinárias da CVRD foram: CSN (Companhia Siderúrgica Nacional, <strong>empresa brasileira</strong>), Bradesco (maior banco privado <strong>brasileiro</strong>), Previ (Fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, <strong>brasileiro</strong>), além de grande parcela negociada em bolsas de valores. A composição acionária da empresa é pública, e pode ser conferida <a href="http://www.cvrd.com.br/cvrd/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=99" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, ou então diretamente nas Bolsas de Valores nas quais opera (NYSE e Bovespa inclusas).</p>
<p><strong><em>O "jornalista" José Cristian Góes continua mentindo, sempre com base nestas deturpações - que são as mais graves, porque embasam argumentos sofismáticos. Pior, MENTIROSOS.</em></strong></p>
<p><strong><em>Ele mente para tentar justificar o injustificável.</em></strong></p>
<p>A privatização de empresas brasileiras, ao longo dos 2 mandatos FHC, foram positivas: criaram empregos, dinamizaram diversos setores da Economia brasileira, beneficiaram a população diretamente (via de regra, através da oferta de melhores serviço) e, em alguns casos, colocaram empresas brasileiras em posição competitiva MUNDIALMENTE. Além da Vale do Rio Doce (que, antes da privatização, era a nona maior mineradora do mundo; HOJE, É A SEGUNDA), a Embraer: estava à beira da falência quando foi a leilão, em 1995; hoje é a terceira maior fabricante mundial de aviões. Sob o comando da iniciativa privada, a Embraer passou por um ajuste brutal, impossível de ser feito numa companhia regida pelos princípios do Estado. Foi isso que a colocou na posição de empresa de classe mundial. Guinadas como essas são tarefas para executivos profissionais - não para políticos, que chegam e vão embora de acordo com o resultado das eleições.Maurício Botelho, presidente da Embraer, está no cargo há 12 anos (para maiores detalhes, ler a íntegra da reportagem, da Revista Exame, Edição 880, de 02/11/2006, <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&#38;COD_RECURSO=211&#38;URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0880/economia/m0115553.html" target="_blank">aqui</a></strong>).</p>
<p>O presidente do Banco do Brasil (estatal) já mudou mais de 3 vezes APENAS no primeiro mandato (sic) Lulla. Em 1994, antes da privatização, a Embraer empregava 6.100 pessoas. Em 2005, já privatizada há 10 anos, o número era de 17.000. Em 1994, a empresa entregou 4 aviões; em 2005, foram 141.</p>
<p>As empresas que compraram as malhas da Rede Ferroviária Federal - típica estatal com muitos funcionários e pouco investimento - hoje transportam 80% de carga a mais. Para dar conta desse aumento, a indústria de equipamento ferroviário renasceu: o número de vagões produzidos saltou de 200 em 1992 para 7 500 em 2005, o que representou a construção de quatro novas fábricas e a criação de 30.000 empregos.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>São vários os exemplos de privatizações bem-sucedidas - mas a "imprensa vermelha" bancada pelo PT distorce fatos, mente e tergiversa. Má-fé aliada à ignorância.</strong></span></p>
<p><em><strong>Por que os (pseudo) "jornalistas" que abastecem as páginas de mentiras do site do PT, da "Agência Carta Maior" e de outras publicações deste mesmo (baixo) nível, como Caros Amigos, não têm coragem de buscar fatos verdadeiros para tentar argumentar ?</strong></em></p>
<p>Por que os militantes do PT e seus asseclas (remunerados ou não) recorrem a tantas mentiras ? <strong>Só porque eles não têm argumentos que respaldem suas propostas ridículas ? </strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[André Lux ( jornalista e crítico-spam)]]></title>
<link>http://macacau.wordpress.com/2007/09/15/andre-lux-jornalista-e-critico-spam/</link>
<pubDate>Sat, 15 Sep 2007 02:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>macacau</dc:creator>
<guid>http://macacau.pt-br.wordpress.com/2007/09/15/andre-lux-jornalista-e-critico-spam/</guid>
<description><![CDATA[Sou leitora e fã do site Agência Carta Maior, da Revista Carta Capital (tenho coleção, pode?), e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sou leitora e fã do site Agência <a href="http://www.cartamaior.com.br" target="blank"><strong>Carta Maior</strong></a>, da Revista <a href="http://www.cartacapital.com.br" target="blank"><strong>Carta Capital</strong></a> (tenho coleção, pode?), entre outras fontes de informação, e graças, são muitas. Gosto também das críticas do <strong>André Lux</strong> (jornalista e crítico-spam), na Carta Maior, Arte &#38; Cultura  e do seu blog <a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/" target="blank"><strong>Tudo em Cima</strong></a>. Creio que ele age como melhor lhe convém e muitas vezes tenho uma boa diversão e conhecimento.</p>
<p>Li por lá:</p>
<p><a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2007/09/ego-inflado-outra-vez-mais-crticas.html" target="blank"><strong>Ego Inflado, outra vez… Mais críticas publicadas</strong><br />
</a><br />
"Críticas minhas aos filmes <a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&#38;pid=755" target="blank"><strong>"O Que Você Faria?"</strong></a> e <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14615" target="blank"><strong>"Diários de Motocicleta"</strong></a> foram publicadas no site <a href="http://www.novae.inf.br/" target="blank"><strong>NovaE</strong></a> (A Corporatocracia em Ação) e na Agência <strong>Carta Maior</strong> (Humanizando o Mito), respectivamente.<br />
Para quem não sabe, não recebo nada por esse trabalho, faço-o voluntariamente, por pura ideologia e prazer.<br />
Imagina só um daqueles neoliberais de direita cheio de goma no cabelo, terninho e gravata lendo isso. No mínimo vai ter um colapso nervoso: "Como assim, faz por ideologia? Não ganha nada para trabalhar?? Isso não é possí....ARRRRRRRRGHH!"."</p>
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<p>Imagina se eles convivessem mais comigo (o que não fazemos questão). Trabalho tem um conceito sagrado, para mim. Assim como respeito o ócio. Ócio é ócio e não aceito o ócio criativo, perdoe-me. Minha cabeça não pára, o tempo todo crio, tenho idéias e teorias, hum… Não uso o termo trabalho para essa idiotice que está por aí. O horror… Como disse, quem mandou começar cedo e entender o mercado antes do tempo (?).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/itzafineday/" target="blank"><img src="http://macacau.wordpress.com/files/2007/09/men.jpg" alt="men.jpg" /></a></p>
<p>Sou fã de <a href="http://www.theyesmen.org/" target="blank"><strong>Mike Bonnano e Andy Bichlbaum</strong></a>, que em 1999, depois de satirizarem malevolamente a OMC no endereço <a href="http://www.gatt.org" target="blank">www.gatt.org</a>, foram surpreendidos por convites para conferências e debates sobre o comércio mundial, da parte de redes de tevê e instituições internacionais que não haviam percebido a impostura. Não perderam a oportunidade. Como porta-vozes da OMC, foram a uma conferência sobre comércio internacional, munidos de títulos de doutor, maletas pretas, ternos caros, apresentações em PowerPoint (vixi) e duas inquebrantáveis caras-de-pau.</p>
<p>Eles explicaram as vantagens da escravidão, ou melhor, do "modelo de trabalho baseado em mão-de-obra involuntariamente importada". Propuseram a aplicação das leis do mercado à democracia por meio de um sistema internacional de compra e venda de votos alegadamente estudado nos EUA, que permitiria a grandes corporações arrematarem o resultado de eleições nacionais. Terminaram por demonstrar, a representantes da indústria têxtil, um traje dourado, dotado de monitor e pênis inflável, com o qual o executivo monitoraria relatórios sobre o Terceiro Mundo em suas horas de lazer e castigaria empregados com choques elétricos do "pênis" de 90 centímetros. A audiência aceitou tudo sem pestanejar e os organizadores elogiaram calorosamente a intervenção.</p>
<p>Apresentações semelhantes foram gravadas em vários países. Jornalistas econômicos, altos funcionários, executivos e economistas caíram como patinhos. Só uma vez houve resistência: em uma faculdade australiana, (graças…, digo eu) estudantes se levantaram  em protesto ante a proposta do ReBurger, um hambúrguer para países pobres feito a partir de excrementos de consumidores de países ricos, reciclados até dez vezes. O resultado foi o documentário The Yes Men, lançado em 2003.</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0379593/" target="blank"><img src="http://macacau.wordpress.com/files/2007/09/tym.jpg" alt="tym.jpg" align="left" /></a></p>
<p>Não parou por aí. Durante a campanha eleitoral dos EUA, apresentaram-se como cabos eleitorais de Bush, pedindo aos eleitores que subscrevessem petições em prol do aquecimento global e documentos nos quais, supostamente, abriam mão de seus direitos civis.</p>
<p>Em novembro de 2004, os embusteiros, por fim, foram apanhados com a boca na botija. No 20º aniversário da tragédia de Bhopal, apresentaram-se na BBC como porta-vozes da Dow, admitiram a responsabilidade da empresa e prometeram uma indenização de US$ 12 bilhões. Duas horas depois, a emissora pediu desculpas aos telespectadores: a empresa desmentira tudo. Era nobre e sensato demais para parecer verdade.</p>
<p><em>(Partes retiradas de: <strong>Uma Pegadinha para Economistas</strong><br />
Como a tropa de choque da globalização neoliberal caiu em uma<br />
armadilha montada por dois gozadores – <strong>Carta Capital</strong><br />
Por <strong>Antonio Luiz M. C. Costa</strong>)</em></p>
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<p>Além de todo o conteúdo, também li em seu blog:<br />
<a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2007/09/dvd-o-que-voc-faria.html" target="blank"><strong>O Que Você Faria?<br />
A Corporatocracia em Ação</strong></a></p>
<p>"Quem já possui uma visão crítica acerca da atuação das transnacionais e do auto-destrutivo modelo neoliberal certamente vai se deleitar com a abordagem ácida e demolidora dessa obra.</p>
<p>- por André Lux, jornalista e crítico-spam</p>
<p>CartaCapital, a única revista semanal imprensa que ainda pratica jornalismo sério no Brasil, publicou na edição 452 uma <a href="http://www.cartacapital.com.br/2007/07/452/o-mundo-de-dilbert/?searchterm=sele%C3%A7%C3%A3o" target="blank">reportagem</a> sobre os absurdos que as empresas cometem contra candidatos a uma nova vaga de trabalho, muitas vezes submetendo-os a situações, no mínimo, humilhantes.</p>
<p>Depois de ler essa reportagem e tomar consciência desse fato, o filme “O Que Você Faria?” não parece assim tão absurdo. Embora algumas situações retratadas na obra sejam realmente exageradas (como o sexo no banheiro e as agressões físicas) e os personagens beirem o estereótipo, não existe ali compromisso com a realidade, mas sim com a construção de uma metáfora à loucura que tomou conta hoje do meio empresarial, especialmente das grandes corporações, onde a busca pelo lucro a qualquer preço e a exploração da mão de obra virou obsessão, com raríssimas e nobres exceções.</p>
<p>A verdade é que vivemos hoje numa ditadura do mercado, que alguns chamam ironicamente de “corporatocracia”, na qual a ordem mundial é dominada por meia dúzia de mega-empresas transnacionais que pairam acima de governos e estados democráticos, restando à grande maioria dos cidadãos alugarem suas forças de trabalho a elas em troca da sobrevivência diária. Acima de tudo isso, grupos de acionistas sem rosto e dirigentes absolutamente subservientes a eles dominam com mão de ferro esse sistema que, nas palavras do lingüista e ativista político Noam Chomsky, é o mais totalitário que existe – já que as ordens vêm de cima sem qualquer discussão, sobrando aos que estão abaixo a única opção de segui-las à risca sem questionamento." <a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2007/09/dvd-o-que-voc-faria.html" target="blank"><strong> Mais no blog…</strong></a></p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0427582/" target="blank"><img src="http://macacau.wordpress.com/files/2007/09/m.jpg" alt="m.jpg" /></a></p>
<p>Não iria asssitir ao filme em questão. Mas aplaudo e muito o trabalho.</p>
<p>Sou meio seletiva, o que não tem relação alguma com o filme, e já vi (e li) muitas coisas. Que se repetem por aí. Os tais produtos culturais. Mas tenho muito a ler, aprender e ver. Que bom!</p>
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<title><![CDATA[Flávio Aguiar]]></title>
<link>http://macacau.wordpress.com/2007/09/08/flavio-aguiar/</link>
<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 17:10:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>macacau</dc:creator>
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<description><![CDATA[Carta Maior
Os valores da nossa “élite”.
Em clima de feriadão, elaborei um decálogo para quem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3><font color="#e12d1d"><strong><a href="http://www.agenciacartamaior.com.br" target="blank">Carta Maior</a></strong></font></h3>
<p><font color="#e43e1a"><strong>Os valores da nossa “élite”.</strong></font><br />
Em clima de feriadão, elaborei um decálogo para quem queira disputar espaço na “élite” nacional. Porque, convenhamos, elite mesmo é outra coisa, é Noel Rosa, Lupicínio Rodrigues, Eduardo das Neves, Santos Dumont, Bartolomeu de Gusmão, Chico Buarque, Chiquinha Gonzaga, Maísa, Elis Regina, Gilda de Mello e Souza, Tarsila do Amaral, Pagu, só pra começar...</p>
<p><strong>Eu já escrevi alhures que o Brasil tem uma elite e uma “élite”.</strong></p>
<p>Nossa elite é formada por gente como José de Alencar, Machado de Assis, Maria Esther Bueno, Tostão, José Mindlin, Carvalho Pinto, Celso Furtado, Didi, Daiane dos Santos, Maria da Conceição Tavares, Luis Gonzaga Belluzzo, Raymundo Faoro, Antonio Candido, Chico de Oliveira, Abdias do Nascimento, Marilena Chauí, Anita Garibaldi, Sepé Tiaraju, Zumbi, Tiradentes, Maria Quitéria e por aí foi e vai por este Brasil afora e adentro.</p>
<p>Já a nossa “élite”...</p>
<p><a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3716" target="blank"><strong>continua…</strong></a></p>
<p><strong>Flávio Aguiar</strong> é escritor, professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo (USP) e editor da TV Carta Maior. (E um ser incrível.)</p>
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