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	<title>acesso-livre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/acesso-livre/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "acesso-livre"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 01:29:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Revista DataGramaZero - Agosto 2008]]></title>
<link>http://marcussilva.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 21:30:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcus Vinícius Silva</dc:creator>
<guid>http://marcussilva.pt-br.wordpress.com/2008/08/15/revista-datagramazero-de-agosto-2008/</guid>
<description><![CDATA[Este número do DataGramaZero sai excepcionalmente com seis artigos. Isso porque queriamos incluir o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align:left;"><span style="font-size:small;">Este número do DataGramaZero sai excepcionalmente com seis artigos. Isso porque queriamos incluir o artigo, em espanhol, de Miguel Ángel Rendón Rojas. professor e pesquisador do Centro Universitario de Investigaciones Bibliotecológicas da Universidad Nacional Autónoma de México.</span></p>
<p>O seu texto sobre a ciência da informação no contexto das ciências sociais e humanas realiza uma reflexão epistemológica sobre a ciência da informação. O professor Rendón Rojas será um  dos conferencista da próxima ENANCIB em São Paulo e achamos que uma publicação sua, anterior a reunião, poderia ampliar o conhecimento sobre o autor e seus temas</p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000000;"><em>O DataGramazero de </em><span style="font-size:small;"><em><span style="text-decoration:underline;"><strong>Agosto</strong></span></em></span><em><strong> </strong></em><span style="font-size:small;"><em>t</em></span>raz os seguintes artigos:</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong>1</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"> </span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;">- </span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>Taxonomia e Classificação: o princípio de categorização<br />
</strong></span></span><span style="font-size:small;">por Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong>2 - </strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>Semelhanças e Diferenças entre Tesauros e Ontologias</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><br />
</span></span><span style="font-size:small;">por Rodrigo de Sales e  Ligia Café</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="font-size:small;"><br />
</span><span style="font-size:medium;"><strong>3 -</strong></span> <span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>Análise da gestão do conhecimento no INPA baseada em práticas gerenciais</strong></span></span><span style="font-size:small;"><strong><br />
</strong></span><span style="font-size:small;">por Maysa Alves da Conceição Silva e José Laurindo Campos dos Santos</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong>4 -</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong> </strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>Modelos de tomada de decisão em empresas de pequeno porte: estudo de caso em uma escola de atendimento especializado de Belo Horizonte</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><br />
</span></span><span style="font-size:small;">por Frederico Cesar Mafra Pereira e Ricardo Rodrigues Barbosa</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong>5 - </strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>A importância dos instrumentos auxiliares de seleção: considerações da literatura do século XIX e usos no Real Gabinete Português de Leitura</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><br />
</span></span><span style="font-size:small;">por Fabiano Cataldo de Azevedo</span></p>
<p class="western" align="left"><span style="color:#000080;"><span style="font-size:medium;"><strong>6 - </strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><strong>La ciencia de la información en el contexto de las ciencias sociales y humanas. Ontología, epistemología, metodología e interdisciplina</strong></span></span><span style="color:#000080;"><span style="font-size:small;"><br />
</span></span><span style="font-size:small;">por Miguel Ángel Rendón Rojas </span></p>
<p class="western" align="left">----------------------------------------------------------</p>
<p class="western" align="left"><span style="font-size:small;">Ainda, no DZG   temos a recensão  dos livros  "Inscrever e Apagar: Cultura Escrita e Literatura" de Roger Chartier.   Em <span style="text-decoration:underline;"><strong>Colunas</strong></span> o artigo de opinião  nos fala sobre: " Há algo de positivo nessa simultaneidade dos novos escritos, nesse aqui-e- agora, que se impõem como negação do tempo do texto tradicional. É uma a busca da interioridade com um tempo místico, um tempo de celebração de todos os tempos."</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>O </em><em><strong>DataGramaZero</strong></em> de AGOSTO 2008 está disponível em<strong>:<a href="http://www.datagramazero.org.br/" target="_blank"><br />
</a> </strong></span><span style="font-size:small;"> <a href="http://www.datagramazero.org.br/" target="_blank"> http://www.datagramazero.org.br</a><a href="http://www.datagramazero.org.br/" target="_blank"> </a><br />
<a href="http://www.dgz.org.br/" target="_blank"> http://www.dgz.org.br</a><a href="http://www.dgz.org.br/" target="_blank"> </a><br />
<a href="http://www.dgzero.org/" target="_blank"> http://www.dgzero.org</a></span></p>
<p>Enviado por e-mail por Aldo Barreto ( Bib_virtual mailing list)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palestra sobre Acesso Livre, por Hélio Kuramoto]]></title>
<link>http://doraexlibris.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 22:12:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://doraexlibris.pt-br.wordpress.com/2008/08/10/palestra-sobre-acesso-livre-por-helio-kuramoto/</guid>
<description><![CDATA[Sexta-feira à tarde, depois de assinar o contrato da bolsa de pesquisa, a professora me indicou que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Sexta-feira à tarde, depois de <a href="http://doraexlibris.wordpress.com/2008/08/09/algumas-mudancas/">assinar o contrato da bolsa de pesquisa</a>, a professora me indicou que eu assistisse à palestra do <a href="http://kuramoto.wordpress.com/">Kuramoto</a>, pois o tema tem a ver com o meu projeto de pesquisa. Fui ao auditório da reitoria e a palestra começou às 14:30.</p>
<p style="text-align:justify;">Kuramoto mostrou algumas motivações para que se apóie o Acesso Livre, mas basicamente a motivação maior é financeira mesmo, uma vez que algumas assinaturas de periódicos internacionais são absurdamente caras. Outras motivações não são menos importantes: dificuldades (não especificadas) no ciclo da comunicação científica tradicional, maximização da visibilidade das pesquisas e aceleração do desenvolvimento científico.</p>
<p style="text-align:justify;">O Acesso Livre em si não é complicado de se entender: é o acesso online, instantâneo, com textos e imagens completos, disponível permanentemente e livre de custos, por assim dizer. Acredito que isso independa  unicamente de repositórios, mas enfim.. Seria, de fato, uma revolução nas comunicações e nos processos das pesquisas científicas se levarmos em conta a quantidade de material produzido anualmente por todas as instituições de ensino superior do Brasil e do mundo. Sem contar nos conteúdos de áreas específicas do conhecimento, como a informática e ciências biológicas em geral, que precisam ser revistos contínuamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Kuramoto também defende que se faz necessário crias "novas políticas informacionais" dentro das próprias IES, voltadas ao compartilhamento de conhecimento. Concordo que o Acesso Livre faz mesmo parte do futuro, pois é inevitável que a comunicação se torne cada vez mais convergente mesmo. No entanto esse o assunto é um tanto mais complexo que isso. Acho que ainda não li o suficiente pra poder ter uma opinião consistente sobre o tema, mas ao longo do projeto de pesquisa que eu vou realizar, acho que poderei encontrar algumas pistas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Recomendo a leitura:</strong></p>
<p><a href="http://kuramoto.wordpress.com/2007/11/03/resistencia-ao-projeto-11202007/">Resistência ao Projeto de Lei 1120/2007</a>, por Hélio Kuramoto.<a href="http://kuramoto.wordpress.com/2007/11/03/resistencia-ao-projeto-11202007/"><br />
</a><br />
<a href="http://extralibris.org/blog/?p=399">A polêmica lei dos repositórios digitais</a>, por Gustavo Henn.<a href="http://extralibris.org/blog/?p=399"><br />
</a><br />
<a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=440DAC002">Limitação, retrocesso, futilidade e algumas suspeitas</a>, por Alex Lennine.</p>
<p><a href="http://ec.europa.eu/research/science-society//document_library/pdf_06/open-access-handbook_en.pdf">Open Access Opportunities and Challenges: A Handbook</a> (uma tradução para inglês da obra Open Access: Chancen und Herausforderungen - ein Handbuch, que tinha sido publicada pela UNESCO na Alemanha em Junho de 2007);</p>
<p><a href="http://eprints.qut.edu.au/archive/00013935/01/Microsoft_Word_-_Final_Draft_-_website.pdf">Understanding Open Access in the Academic Environment: A Guide for Authors</a> (uma publicação do projecto OAK Law da Queensland University of Technology);</p>
<p><a href="http://sdu.ictp.it/openaccess/book.html">Science Dissemination using Open Access</a> (um compêndio e colectânea de textos e documentos sobre o Open Access publicado pelo ICTP-SDU de Itália com o apoio do CERN e do INASP).</p>
<p>-</p>
<p style="text-align:justify;">Esses últimos 3 links são livros online. Ainda não os li, mas os encontrei no blog <a href="http://cibertecario02.blogspot.com/">Cibertecário 0.2</a></p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisa GPOPAI: "O mercado de livros técnicos e científicos no Brasil"]]></title>
<link>http://impropriedades.wordpress.com/?p=56</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:35:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Vieira</dc:creator>
<guid>http://impropriedades.pt-br.wordpress.com/2008/04/03/pesquisa-g-popai-o-mercado-de-livros-tecnicos-e-cientificos-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[O GPOPAI (Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação, da EACH/USP) publ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.gpopai.usp.br/">GPOPAI</a> (Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação, da <a href="http://www.each.usp.br/">EACH/USP</a>) publicou recentemente o relatório de uma pesquisa realizada por eles. O tema é "O mercado de livros técnicos e científicos no Brasil: subsídio público e acesso ao conhecimento". O texto integral do relatório está disponível <a href="http://www.gpopai.usp.br/relatoriolivros.pdf" title="Relatório (em PDF)">aqui</a>. É um trabalho inédito e de peso, recheado de dados empíricos relevantes para discutir esse setor (bem como o tema dos direitos autorais de maneira geral), e com recomendações objetivas de políticas públicas para a área.</p>
<p>Da introdução do relatório:</p>
<blockquote><p>Ao longo de 2007, o [GPOPAI] realizou estudos empíricos para obter dados que permitissem melhor avaliar o alcance do subsídio público à produção do livro técnico-científico e as barreiras de direito autoral que se interpõem entre essa produção e o público. Esses estudos buscaram medir o grau de financiamento público na produção industrial do livro (por meio da imunidade tributária), na geração de conteúdos (por meio do financiamento das pesquisas científicas) e na própria atividade editorial (por meio das editoras públicas).</p>
<p>Alguns dos resultados foram surpreendentes, mostrando, de maneira geral, que o livro técnico-científico é, em enorme medida, produzido a partir de pesquisas financiadas com recursos públicos. Além disso, parte da sua produção industrial é subsidiada diretamente pelo Estado por meio de editoras universitárias e, como um todo, altamente subsidiada por uma política estatal de imunidade tributária. Não obstante esse cenário, o Estado tem criado poucas políticas de acesso público à informação que subsidia e tem defendido com pouca força o controverso direito de acesso garantido pelas limitações na nossa lei de direitos autorais. É nossa ambição que esta pesquisa contribua para a mudança deste cenário, sugerindo modificações na lei de direito autoral e políticas para garantir o acesso ao conhecimento nas universidades, escolas técnicas e em centros de pesquisa públicos.</p></blockquote>
<p>O relatório refere-se à parte já realizada da pesquisa, que é mais ampla (abrangerá também livros didáticos e softwares). Do <a href="http://www.gpopai.usp.br/wiki/index.php/Pesquisa:Acesso_ao_Conhecimento_Cient%C3%ADfico_no_Brasil">site do grupo</a>:</p>
<blockquote><p>A hipótese da pesquisa, a ser testada, é que a maior parte da produção científica protegida por direitos autorais é financiada com recursos públicos e não adota uma política de acesso aberto. Desta forma, o público pagaria duas vezes pelo conhecimento científico: pagaria para produzi-lo por meio das universidades, institutos de pesquisa e agências de fomento públicas e pagaria para ter acesso a ele comprando as revistas, os livros e os softwares.</p></blockquote>
<p>(O <a href="http://samadeu.blogspot.com/2008/03/caso-do-livro-cientfico-pesquisa-mostra.html">Sérgio Amadeu</a> e, em especial, o <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=3019">Observatório do Direito à Comunicação</a> também publicaram comentários interessantes sobre o relatório.)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software (SBES)]]></title>
<link>http://jcspl.wordpress.com/2007/10/27/simposio-brasileiro-de-engenharia-de-software-sbes/</link>
<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 12:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.wordpress.com/2007/10/27/simposio-brasileiro-de-engenharia-de-software-sbes/</guid>
<description><![CDATA[Reproduzo abaixo mensagem que enviei à lista da Sociedade Brasileira de Computação.
&#8220;O even]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzo abaixo mensagem que enviei à lista da <a target="_blank" href="http://www.sbc.org.br/" title="sbc">Sociedade Brasileira de Computação</a>.</p>
<p>"<em>O evento que reuniu o <a target="_blank" href="http://www.sbbd-sbes2007.ufpb.br/index.php?section=sbes" title="sbes 07">XXI SBES</a> e o XXII SBBD aconteceu na semana<br />
passada na Paraíba.</em></p>
<p><em>O SBES atingiu a maioridade. Gostaria de observar que essa<br />
maioridade é apropriada.</em></p>
<p><em>Quem esteve em João Pessoa presenciou um congresso<br />
dinâmico e muito bem organizado.</em></p>
<p><em>A maioridade é presente também no nível de debate e nos<br />
temas discutidos. Reflete, sem dúvida, a constante preocupação<br />
da comunidade em manter o SBES como um marco para a atividade<br />
de pesquisa em Engenharia de Software. Escutei alguns comentários<br />
sobre o SBES como uma incubadora de eventos, e<br />
isso é notável, ou seja, além de fomentar que grupos de interesse<br />
ganhem autonomia, mantém a tradição da reunião de<br />
muitos (creio que por volta de 500 pessoas) centrados nos<br />
assuntos da pesquisa em Engenharia de Software.</em></p>
<p><em>Um das perguntas freqüentes que o SBES se faz é sobre a interação da<br />
comunidade com a indústria. No painel sobre isso, foi perguntado à<br />
platéia, quem vinha da indústria. Creio que cerca de 2% dos presentes<br />
levantaram a mão. No entanto, um dos membros do painel,<br />
o Professor Don Batory, lembrou da importante missão da pesquisa<br />
atrelada às universidades. Segundo sua visão, é aí onde reside a<br />
principal fonte de transferência de conhecimento: os alunos, que<br />
serão os futuros profissionais. O SBES é fundamentalmente um lugar<br />
para o debate de resultados de pesquisas e, portanto, mais próximo<br />
do interesse acadêmico. Creio que isso é positivo.</em></p>
<p><em>A integração com a indústria se dá, e se dará como, importante,<br />
efeito colateral.</em></p>
<p><em>Em uma das sessões técnicas foi apresentado um trabalho<br />
que surgiu da colaboração entre uma universidade e uma empresa<br />
de software, porque esta empresa assistiu, no ano anterior no SBES,<br />
uma apresentação da ferramenta da universidade. É obvio que isso<br />
é só um exemplo, mas é um fato concreto.</em></p>
<p><em>Enfim: na verdade, a mensagem era para agradecer ao<br />
comitê organizador e ao comitê de programa. Fizeram um excelente trabalho. Parabéns!</em></p>
<p><em>jcl </em>"</p>
<p>Em comemoração aos 21 anos do SBES, coloco <a target="_blank" href="http://jcspl.wordpress.com/simposio-brasileiro-de-engenharia-de-software-sbes/" title="sbes">aí ao lado, uma página</a> com elos para artigos publicados no simpósio bem como para as páginas dos simpósios desde de 1998. Quem tiver endereços para eventos anteriores, favor informar, que atualizarei as informações.</p>
<p>-----</p>
<p>Leia sobre <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/" title="sisdinf">Sistemas de Informação</a>.</p>
<p>Veja a página do <a target="_blank" href="http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/" title="jcspl">autor</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aula 17/07]]></title>
<link>http://fontesdeinformacao.wordpress.com/2007/10/22/aula-1707/</link>
<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 14:23:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fábio</dc:creator>
<guid>http://fontesdeinformacao.pt-br.wordpress.com/2007/10/22/aula-1707/</guid>
<description><![CDATA[Teses e Dissertações e Arquivos Abertos
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fontesdeinformacao.wordpress.com/files/2007/10/f17out07.ppt" title="Teses e Dissertações e Arquivos Abertos">Teses e Dissertações e Arquivos Abertos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquivos abertos]]></title>
<link>http://toti2.wordpress.com/2007/10/21/arquivos-abertos/</link>
<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 13:06:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fábio</dc:creator>
<guid>http://toti2.pt-br.wordpress.com/2007/10/21/arquivos-abertos/</guid>
<description><![CDATA[Arquivos abertos
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://toti2.wordpress.com/files/2007/10/ti15out07.ppt" title="Arquivos abertos">Arquivos abertos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca Digital - Engenharia de Requisitos]]></title>
<link>http://jcspl.wordpress.com/2007/07/21/biblioteca-digital-engenharia-de-requisitos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Jul 2007 14:11:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.wordpress.com/2007/07/21/biblioteca-digital-engenharia-de-requisitos/</guid>
<description><![CDATA[Já está disponível o novo conjunto de artigos do  Workshop em Engenharia de Requisitos.
Nessa edi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível o novo conjunto de artigos do <span> </span><a href="http://wer.inf.puc-rio.br/index.html" title="wer" target="_blank">Workshop em Engenharia de Requisitos</a>.</p>
<p><a href="http://www.cin.ufpe.br/~wer07/" target="_blank">Nessa edição</a>, a língua inglesa foi  preponderante, principalmente porque o evento foi organizado pela <span> </span>Universidade de York no Canadá.<span>  </span>São<a href="http://wer.inf.puc-rio.br/WERpapers/search.php?searchg=wer07" title="wer07" target="_blank"> 21 artigos</a> tratando de diferentes temas, tais como: elicitação de requisitos, modelagem de processos, testes, inspeções, variabilidade, aspectos, requisitos não-funcionais entre outros. <a href="http://wer.inf.puc-rio.br/WERpapers/search.php?searchg=wer07" title="wer07b" target="_blank">Confira</a>.</p>
<p>Vale lembrar que o <a href="http://wer.inf.puc-rio.br/WERpapers/" target="_blank">WERpapers</a> é uma biblioteca digital que disponibiliza todos os artigos aceitos e revistos que foram selecionados ao longo dos dez anos de existência do Workshop em Engenharia de Requisitos. <span> </span></p>
<p>Essa biblioteca digital é de livre acesso e pode ser pesquisada em todo seu conteúdo usando o “Google”.<span>  </span>Além disso, a biblioteca fornece a lista das citações dos artigos publicados fornecida pelo “<a href="http://scholar.google.com/scholar?q=werpapers&#38;hl=pt-BR&#38;lr=" title="scholar" target="_blank">Google Scholar</a>”.</p>
<p>A WERpapers é indexada no <a href="http://www.lbd.dcc.ufmg.br/bdbcomp/servlet/PesquisaEvento?evento=wer" title="bdbcomp" target="_blank">BDBComp</a> e na <a href="http://www.informatik.uni-trier.de/~ley/db/conf/wer/index.html" title="dblp" target="_blank">DBLP</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ipsis litteris  -- Redução Sociológica]]></title>
<link>http://jcspl.wordpress.com/2007/06/11/ipsis-litteris-reducao-sociologica/</link>
<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 19:42:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.wordpress.com/2007/06/11/ipsis-litteris-reducao-sociologica/</guid>
<description><![CDATA[Ipsis litteris significa: pelas mesmas letras.
Segue abaixo uma mensagem que postei na lista da Soci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ipsis litteris significa: pelas mesmas letras.</p>
<p>Segue abaixo uma mensagem que postei na lista da Sociedade Brasileira de Computação, em função do levantamento feito por Carlos Montez e divulgado naquela lista.  Listo aqui a mensagem completa, conforme o texto acima, inclusive com o erro de digitação que cometi no texto original.  Esse assunto está diretamente ligado a uma nota que publiquei sobre <a href="http://sisdinf.blogspot.com/2006/06/biblioteca-digital.html" title="biblioteca digital" target="_blank">Biblioteca Digital</a>.</p>
<p>Portanto, segue ipsis litteris:</p>
<p>"Prezada(o)s,</p>
<p>Gostaria de agradecer ao Luiz por me chamar atenção para essa<br />
mensagem. Gostaria de agradecer ao Carlos Montez pelas<br />
informações que coletou. Venho durante muito tempo defendido<br />
à idéia da importância de escrevermos em Português.  Alguns de<br />
vocês já conhecem meu discurso e muitas vezes podem pensar:<br />
"o Julio de novo com a  mesma ladainha".  Para dizer a verdade,<br />
estou um pouco cansado, mas não morto.  Continuo a acreditar<br />
que é nosso dever publicar em Português.<br />
São vários os argumentos.</p>
<p>No entanto, ao ler a mensagem, me veio à mente o trabalho<br />
de Guerreiro Ramos. Lembro que meu pai costumava atender<br />
ao telefone dizendo: "Guerreiro, meu chefe".  Isso mostrava<br />
claramente sua admiração por esse grande brasileiro, um<br />
verdadeiro<a href="http://www.blackwell-synergy.com/doi/abs/10.1111/j.1540-6210.2005.00459.x" title="guerreiro" target="_blank"> cientista social brasileiro</a>. É dele o<br />
livro "A redução sociológica".</p>
<p>Creio que nós, acadêmicos da computação, temos falhado<br />
em fazer a “redução sociológica”. Até porque, alguns crêem<br />
que não faz sentido fazer isso numa área que por natureza é<br />
global e que, portanto deve usar a língua do mundo: "Inglês".<br />
No entanto, isso não nos ajudará a romper a barreira da<br />
grande divisão que se instala no mundo e em particular<br />
no nosso país. Falo da exclusão digital. É obvio que assumo<br />
que o uso da linguagem natural, no caso o Português, é<br />
fundamental para uma redução sociológica.</p>
<p>Se você chegou a ler até aqui.  Continue.  Faço abaixo<br />
uma citação "Ipis-littris" do  texto que achei (Google/Google Scholar)<br />
que mais refletia minha lembrança sobre "redução sociológica".<br />
O trecho citado pertence ao artigo <a href="http://www.cchla.ufpb.br/caos/n11/07.pdf" title="guerreiro 2" target="_blank">GUERREIRO RAMOS: UMA SOCIOLOGIA EM MANGAS DE CAMISA</a> de<br />
Edison Bariani, publicado em ISSN 1517-6916,<br />
CAOS - Revista Eletrônica de Ciências Sociais<br />
Número 11 – Outubro de 2006, Pág. 84-92.</p>
<p>O texto segue:</p>
<p>"Para Guerreiro Ramos a nossa formação econômica, política e<br />
social dependente foi erigida sob as hostes do colonialismo<br />
cultural, da subordinação mental da elite nativa em relação à<br />
cultura dos países dominantes. A visão etnocêntrica ancorada<br />
na cultura européia e norte-americana teria disseminado entre<br />
nós uma concepção alienada da “realidade nacional”,<br />
homogeneizadora e propagadora de um universalismo<br />
abstrato que relegava a especificidade do “fenômeno nacional”.</p>
<p>Essa visão alienadora, segundo ele, tentava solapar as<br />
contradições da sociedade brasileira, desconsiderando a<br />
originalidade da estrutura social, tomando-a como simples<br />
reflexo, imitação vil das determinações reinantes<br />
nos países de capitalismo central, avançado.<br />
Tal modalidade de pensamento intentava uniformizar o diferente,<br />
apagar os antagonismos, isolar o estranho, abafar o ruído,<br />
sincronizar os tempos históricos. A vivência nacional, situada<br />
numa outra fase cultural3, reclamava fidelidade à sua própria<br />
temporalidade, sua condição de<br />
“contemporaneidade do não-coetâneo”4 instaurava uma<br />
existência cultural própria e requisitava uma dialética específica.</p>
<p>Era mister - então - fazer uso da razão sociológica, da<br />
capacidade da sociologia de aplicar(se) seu instrumental,<br />
de rever-se, refletir a respeito de si e com relação à<br />
estrutura social à qual estava vinculada, refazendo(se) métodos<br />
e objetivos. Ao método crítico capaz de proceder a uma<br />
reflexão dessa natureza, assimilando criticamente as<br />
contribuições teóricas “importadas”,<br />
Guerreiro Ramos chamou “redução sociológica”."</p>
<p>jcl</p>
<p>&#62; Prezados Colegas,<br />
&#62;<br />
&#62; Acho muito preocupante a situação, e bastante pertinente a colocação do<br />
&#62; Carlos<br />
&#62; Montez. Os professores que atuam em programas de mestrado, acredito que<br />
&#62; principalmente os que estão em programas novos, enfrentam sérias<br />
&#62; dificuldades<br />
&#62; em aumentar o número de publicações em períódicos frente a esta situação.<br />
&#62;<br />
&#62; O que podemos fazer, enquanto comunidade, para melhorar este quadro ?<br />
&#62; Penso que este assunto precisa ser amplamente debatido por nós.<br />
&#62;<br />
&#62; Luiz Eduardo Martins<br />
&#62; UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba<br />
&#62; ===============================================<br />
&#62;<br />
&#62;<br />
&#62;<br />
&#62; On Wed, 30 May 2007 17:21:49 -0300, Carlos Montez wrote<br />
&#62;&#62; Colegas<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; Em tempos de webqualis, resolvi averiguar a quantidade de revistas<br />
&#62;&#62; classificadas<br />
&#62;&#62; como NACIONAL Qualis-A por área.<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; Abaixo uma lista obtida em<br />
&#62;&#62; (http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaPeriodicos.faces)<br />
&#62;&#62; com o número de periódicos Qualis A Nacional e a sua respectiva área.<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; 65 - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS I<br />
&#62;&#62; 69 - CIÊNCIAS AGRÁRIAS<br />
&#62;&#62; 47 - ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO<br />
&#62;&#62; 44 - ANTROPOLOGIA / ARQUEOLOGIA<br />
&#62;&#62; 36 - ENGENHARIAS II<br />
&#62;&#62; 51 - ENGENHARIAS III<br />
&#62;&#62; 40 - ENGENHARIAS I<br />
&#62;&#62; 31 - ENGENHARIAS I<br />
&#62;&#62; 229 - MULTIDISCIPLINAR  ( Isso mesmo, 229 periódicos classificados<br />
&#62;&#62; como Nacional A)<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO<br />
&#62;&#62; A Nacional - nenhuma !!!<br />
&#62;&#62; B Nacional - 6<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; Fico imaginando o quão difícil deve ser o trabalho de um consultor CNPq<br />
&#62;&#62; ao ter que comparar o currículo de 2 pesquisadores de áreas<br />
&#62;&#62; diferentes, caso um deles seja da Computação.<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62; Estou errado?<br />
&#62;&#62;<br />
&#62;&#62;     Carlos Montez<br />
&#62;&#62;</p>
<p>"</p>
<p>Pense! É <a href="http://jcspl.wordpress.com/o-que-significa-amazing/" title="amazing" target="_blank">incrível</a>: certo?</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Acesso livre às bibliotecas digitais]]></title>
<link>http://jcspl.wordpress.com/2006/06/08/acesso-livre-as-bibliotecas-digitais/</link>
<pubDate>Thu, 08 Jun 2006 04:30:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.wordpress.com/2006/06/08/acesso-livre-as-bibliotecas-digitais/</guid>
<description><![CDATA[O conceito de biblioteca digital é um dos grandes avanços produzidos pelas tecnologias de informa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de biblioteca digital é um dos grandes avanços produzidos pelas tecnologias de informação. Com a biblioteca digital facilita-se o acesso a determinada obra literária, como também novas formas de encontrar-se a obra desejada. Vale ressaltar que, supondo-se o suporte adequado da tecnologia, essa biblioteca poderá ser visitada globalmente 24 horas por dia 7 dias na semana (24/7).</p>
<p>Muitas vezes, é difícil conscientizar-se, mas esse fato, acessibilidade, é uma mudança fantástica em termos de proliferação do conhecimento. No extremo das possibilidades é como se pudéssemos ter acesso a todas as bibliotecas do mundo sem precisar sair de casa, ou do trabalho ou do centro de convivência, enfim do lugar onde nos conectamos a rede.</p>
<p>Some-se a acessibilidade, o fato de que a busca de uma obra de nosso interesse é agora facilitada, porque podemos procurar por qualquer palavra escrita em qualquer dessas obras literárias!</p>
<p>Isso traz uma liberdade incrível, face às tradicionais formas que a busca a obras literárias são feitas em bibliotecas convencionais. Claro que essa liberdade tem um preço. Esse preço significa que dada a busca por uma palavra qualquer o resultado pode ser de pouca utilidade, face o número de respostas que se obteria. Tem dúvida, então veja ao usar o <a target="_blank" href="http://www.google.com.br/" title="google">google</a> quantas respostas teremos se procurarmos pela palavra “mundo” 272.000.000, no entanto se procuramos por “world” teremos como resposta 6.450.000.000. Ambos os números são intratáveis para qualquer pessoa.</p>
<p>Aqui se abre um novo mundo, que começa a ser gradativamente explorado. São vários os exemplos de uso de biblioteca digitais: seus portais de acesso, sua forma de catalogação, as possibilidades da construção de <a target="_blank" href="http://scholar.google.com.br/" title="scholar">referências cruzadas</a>, bem como a possibilidade de que se possa saber como essas obras estão relacionadas (que obra refere à outra obra).</p>
<p>Os desafios para o tratamento dessa liberdade, trazida pelas bibliotecas digitais, são imensos. Abre-se uma nova fronteira de pesquisa tanto do ponto de vista de hardware como no ponto de vista de software, mas principalmente de software. No entanto, os desafios não param por aí. Grandes, também, são os desafios para questões de outras áreas, como a economia e a política social.</p>
<p>Dentre os vários desafios um dos que tem despertado grande debate é sobre como regular a acessibilidade. Isto é, essas bibliotecas são bibliotecas públicas ou são bibliotecas privadas?</p>
<p>Em particular, queremos focar em bibliotecas com resultados de pesquisas científicas. Estas bibliotecas devem ser públicas? Lembre-se estamos falando de biblioteca digital. Ao se tornarem públicas, estarão disponíveis para <strong>todos</strong> com acesso a rede. É um nível de liberdade de grande impacto.</p>
<p>Para que essas bibliotecas sejam públicas quem vai pagar a sua construção e manutenção? São <a target="_blank" href="http://www.biomedcentral.com/openaccess/news/?issue=19" title="open access">várias, as propostas</a>, e aí reside a interseção com as áreas de <a target="_blank" href="http://www.earlham.edu/~peters/fos/overview.htm" title="open access">políticas sociais</a> e economia.</p>
<p>Uma das maiores editoras de publicações científicas, a <a target="_blank" href="http://www.springer.com/west/home/open+choice?SGWID=4-40359-12-115394-0" title="open choice">Springer</a>, está repassando esse custo aos autores ( <a target="_blank" href="http://www.libraryjournal.com/article/CA512200.html?display=NewsNews&#38;industry=News&#38;industryid=1986&#38;verticalid=151" title="blackwell">a Blackwell também</a>), isto é, propõe-se a disponibilizar a obra de forma livre, mas os custos seriam de responsabilidade dos autores. A Springer <a target="_blank" href="http://www.biomedcentral.com/openaccess/news/?issue=19" title="springer">está cobrando</a> cerca de 6 mil reais por artigo para que o mesmo tenha acesso público.</p>
<p>Outra estratégia é a da <a href="http://portal.acm.org/dl.cfm" title="acm dl">ACM </a>e do <a target="_blank" href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/guesthome.jsp" title="explorer">IEEE </a>que são detentores de grande acervo na área de informática. As duas entidades implementam bibliotecas privadas. No Brasil, uma i<a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/2006/04/um-exemplo-de-sistema-de-informao-do.html" title="capes portal">niciativa da Capes/MEC</a> possibilita que algumas instituições de ensino superior façam acesso a várias bibliotecas científicas de acesso privado. O custo é bancado com recursos públicos da Capes/Mec que negociou com vários editores para disponibilizar o acesso a pesquisadores das instituições de ensino brasileiras. No entanto, é importante uma conscientização da comunidade científica em geral para o debate ao acesso livre.</p>
<p>Voltaremos a esse tema. Como sempre; comentários são bem vindos!</p>
<p>Jun/07 -- Se o tema é de seu interesse,  leia a nota <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/2006/06/biblioteca-digital.html" title="bib digital">Biblioteca Digital</a>.<br />
............</p>
<p>Leia sobre <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/" title="sisdinf">Sistemas de Informação</a>.</p>
<p>Veja a página do <a target="_blank" href="http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/" title="jcspl">autor</a>.</p>
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