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	<title>6-geradores-eletricos-de-pequeno-porte &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/6-geradores-eletricos-de-pequeno-porte/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "6-geradores-eletricos-de-pequeno-porte"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:39:52 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Energia solar concentrada (11.7.2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=154</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agência FAPESP – Um dos problemas do uso de energia solar em residências é a quantidade de plac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agência FAPESP – Um dos problemas do uso de energia solar em residências é a quantidade de placas coletoras que precisam ser instaladas, o que influi no tamanho da área de instalação e no custo. Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, acabam de apresentar uma alternativa eficiente e de baixo custo.</p>
<p>A idéia, descrita em artigo publicado na edição de 11 de julho da revista Science, substitui os telhados por janelas, que, além de oferecer vista e claridade, passam a fornecer energia elétrica para uso dos moradores.</p>
<p>O segredo está no uso de um dispositivo chamado concentrador fotovoltaico orgânico, que usa tecnologias desenvolvidas para lasers e diodos emissores de luz. Como a luz é coletada em toda a área da janela e acumulada nas pontas, diminui o uso das caras células solares – os dispositivos semicondutores que transformam luz solar em eletricidade.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, dos departamentos de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do MIT, a concentração aumenta em dez vezes a energia gerada por cada célula em relação aos valores normais. Como o sistema tem fabricação simples, os pesquisadores estimam que deverá estar disponível no mercado em até três anos.</p>
<p>Os dispositivos também poderão ser usados em sistemas existentes, com um aumento, de acordo com os pesquisadores, de 50% na eficiência com um pequeno custo.</p>
<p>Diferente dos dispositivos atuais, que usam grandes e caros espelhos, o novo modelo envolve uma mistura de tintas feitas de compostos como o dicianometileno. Ao serem aplicadas em camadas de vidro ou plástico, as tintas agem em conjunto para absorver a luz em uma faixa luminosa. As ondas são então emitidas novamente em comprimento de onda diferente e transportadas pelo painel para os coletores nas bordas.</p>
<p>"O projeto utiliza design inovador para alcançar alta conversão solar. Os resultados demonstram a importância crítica de pesquisa básica inovativa para trazer avanços na utilização da energia solar com baixo custo", disse Aravinda Kini, gerente do Escritório de Ciências Energéticas Básicas do Departamento de Energia do governo norte-americano.</p>
<p>O artigo High-Efficiency organic solar concentrators for photovoltaics, de Michael Currie e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.</p>
<p><em>http://www.agencia.fapesp.br/materia/9107/divulgacao_cientifica/energia_solar_concentrada.htm</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Taiwan cria vidro autolimpante e gerador de energia (21-08-2007)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 05:25:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma equipe de pesquisadores taiuaneses anunciou hoje o desenvolvimento de um vidro para janelas auto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe de pesquisadores taiuaneses anunciou hoje o desenvolvimento de um vidro para janelas autolimpante, com isolamento térmico e que produz eletricidade.</p>
<p>O professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Taiwan Chin-huai Young iniciou a pesquisa em 2003 e explicou ao jornal Diário Econômico de Taiwan que "o projeto busca proteger o meio ambiente".</p>
<p>O vidro tem três camadas: um nanômetro de dióxido de titânio que funciona como um limpador ao produzir oxigênio e íon OH que retira substâncias orgânicas, uma camada de silicone que gera eletricidade e uma camada isolante. Um metro quadrado deste tipo de vidro produz "6,8 quilowatts por hora a um custo de US$ 0,30 ao mês", diz Young.</p>
<p>A camada isolante bloqueia 90% do calor e das radiações, deixando passar apenas 7% da luz visível, enquanto outros vidros isolantes "bloqueiam 63% da luz e dos raios ultravioleta, mas permitem a passagem de raios infravermelhos, levando ao aquecimento", acrescentou.</p>
<p>Um modelo de casa com este tipo de vidro manteve uma temperatura média de 25ºC em experimentos realizados por Young em Taiwan, quando a temperatura exterior era de 34ºC. O projeto foi financiado pelo Ministério da Educação de Taiwan com US$ 1,5 bilhão.</p>
<p>Fonte: <em>http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1842201-EI300,00.html</em></p>
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</item>
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<title><![CDATA[Técnica gera eletricidade a partir de calor desperdiçado (02-06-2004)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=126</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 05:21:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Processos industriais que dependem de combustíveis fósseis, seja carvão, diesel ou gás natural t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Processos industriais que dependem de combustíveis fósseis, seja carvão, diesel ou gás natural têm, na melhor das hipóteses, uma eficiência de 35%. Isto significa que 65% da energia contida no combustível utilizado é desperdiçada, sendo lançada no ambiente na forma de fluidos ou gases em alta temperatura.</p>
<p>De olho nessa oportunidade, dois pesquisadores norte-americanos criaram uma nova tecnologia, que está em processo de patenteamento, que é capaz de gerar "energia nova" a partir dessa energia desperdiçada. Os cientistas cunharam o termo "energia reutilizável", para diferenciar esse reaproveitamento da utilização de energias renováveis, já que o que seu método faz é, na verdade, reaproveitar uma energia que está sendo jogada fora.</p>
<p>A tecnologia, batizada de CCLC ("Cascading Closed Loop Cycle": ciclo fechado em cascata), é capaz de gerar energia a partir de fluidos exauridos a temperaturas acima de 450º C. Isto significa que a CCLC pode ser utilizada acoplada a sistemas de geração de eletricidade tradicionais, que operam a temperaturas acima de 1000º C.</p>
<p>Uma segunda turbina CCLC, segundo os criadores da técnica, será capaz de aproveitar praticamente toda a energia desperdiçada pela primeira turbina, liberando gases a apenas 55º C. Isso significará um incremento na geração de eletricidade de até 35% na mesma instalação, com o mesmo gasto de combustível.</p>
<p>Daniel Stinger e Farouk Mian criaram uma empresea, a Wow Energy, para comercializar a nova tecnologia.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115040602</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Inventor demonstra gerador que utiliza energia de origem desconhecida (13-02-2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aceleração regenerativa. É assim que o inventor canadense Thane Heins chama o mecanismo de funcio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aceleração regenerativa. É assim que o inventor canadense Thane Heins chama o mecanismo de funcionamento de um novo tipo de equipamento eletromagnético criado por ele. O invento consiste em um aparato bastante simples, formado por um conjunto de ímãs permanentes e bobinas eletromagnéticas e construído inteiramente com materiais comprados no comércio.</p>
<p><strong>Funcionamento comprovado</strong></p>
<p>Apesar da imediata associação do aparelho com as seculares idéias dos moto-contínuos, a invenção de Heins funcionou perfeitamente quando ele a apresentou para engenheiros do MIT, uma das maiores e mais conceituadas universidades dos Estados Unidos.</p>
<p>Heins afirma que não se trata de um motor, mas de um gerador de energia, que explora alguma forma de força eletromagnética ainda não conhecida pela física. Ele batizou seu invento de Perepiteia, um termo do teatro grego que se refere a uma ação que tem o efeito oposto ao esperado.</p>
<p><strong>Aceleração regenerativa</strong></p>
<p>É isso justamente o que acontece com o gerador que Heins apresentou para a equipe do professor Markus Zahn, do MIT. Quando o gerador é submetido a uma carga - representada por um motor elétrico ligado a ele - ele gera mais energia, fazendo com que o motor acelere.</p>
<p>Heins já apresentou o Perepiteia para outras universidades. Segundo ele, porém, o interesse dos cientistas e engenheiros parece se diluir, ao invés de aumentar, quando eles vêem que o equipamento funciona mas não conseguem dar uma explicação para esse funcionamento.</p>
<p><strong>Motos-contínuos</strong></p>
<p>Ao contrário da Steorn, que não conseguiu demonstrar o funcionamento do seu Orbo, Heins agora já conta com alguns investidores dispostos a provê-lo com os recursos necessários para o aprimoramento de sua invenção. Para isso, ele fundou a Potential Difference Inc., com o objetivo de divulgar e comercializar seu invento.</p>
<p><strong>O que dizem os cientistas</strong></p>
<p>"É um fenômeno incomum que eu não havia previsto. Mas eu vi. É real. Agora eu estou simplesmente tentando entendê-lo," disse o professor Zahn logo depois de ter assistido à apresentação do Perepiteia e checado seu funcionamento.</p>
<p>Heins não fala e não autoriza falar em moto-contínuo - o que poderia fatalmente levá-lo ao descrédito. Segundo ele, sua expectativa é de comercializar uma nova tecnologia que poderá revolucionar a forma com que são feitos os motores elétricos, permitindo, por exemplo, a construção de carros inteiramente elétricos que recarreguem suas baterias com a energia reaproveitada dos seus freios.</p>
<p>Fonte: <em>http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=inventor-demonstra-gerador-que-retira-energia-de-fonte-desconhecida&#38;id=010170080213</em></p>
<p><strong>Assista os vídeos de Demonstração no YouTube:</strong></p>
<p>Parte 1 e 2: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=ogLeKTlLy5E&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=ogLeKTlLy5E&#38;feature=related</a><br />
Parte 3: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=1vX8Cxkrpqs&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=1vX8Cxkrpqs&#38;feature=related</a><br />
Parte 4: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=jpIdu1lWVW0&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=jpIdu1lWVW0&#38;feature=related</a><br />
Parte 5: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=Q18eSaiKMyc&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=Q18eSaiKMyc&#38;feature=related</a><br />
Parte 6: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=3WrzCRimtHc&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=3WrzCRimtHc&#38;feature=related</a><br />
Parte 7: <a href="http://br.youtube.com/watch?v=wie2ZLWHUEk&#38;feature=related">http://br.youtube.com/watch?v=wie2ZLWHUEk&#38;feature=related</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo forno usa ondas sonoras para esquentar e esfriar alimentos (11-05-2007)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:08:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Ben Hirschler
Um revolucionário forno a lenha que funciona com base em ondas sonoras está send]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ben Hirschler</em></p>
<p>Um revolucionário forno a lenha que funciona com base em ondas sonoras está sendo desenvolvido para cozinhar e resfriar alimentos. A pesquisa pode ajudar milhões de pessoas em países pobres que não têm acesso a eletricidade, afirmaram cientistas britânicos na sexta-feira.</p>
<p>O aparelho tudo-em-um, que reúne funções de forno, refrigerador e gerador de energia, usa tecnologia termoacústica, um sistema mais eficiente na geração de energia a partir da madeira do que simplesmente colocar fogo nela.</p>
<p>O "superforno" vai canalizar calor em um tubo especial para produzir bolsões de gás de alta e baixa pressão. Isso gera uma onda sonora que é aproveitada por um alternador capaz de converter o som em eletricidade que alimenta o aparelho.</p>
<p>A tecnologia termoacústica tem sido usada por sondas espaciais e, mais recentemente, ela vem sendo utilizada para liquefazer gás natural. O novo forno é o primeiro dispositivo voltado a aplicações domésticas.</p>
<p>A máquina ainda precisa de aperfeiçoamentos antes de chegar ao mercado, mas o diretor do projeto SCORE (sigla em inglês para Forno para Cozinhar, Refrigerar e Eletricidade), Paul Riley, disse que o objetivo é torná-la comercialmente viável em quatro anos.</p>
<p>"Esperamos produzir um milhão deles por ano depois do ano cinco, essa é a aspiração, e o preço que definimos está entre 15 e 20 libras (US$ 30 a US$ 40) por unidade", disse o cientista à Reuters.</p>
<p>O custo final da máquina vai depender do tamanho da unidade. Uma opção é fabricar aparelhos maiores, capazes, por exemplo, de fornecer energia a alguns computadores portáteis.</p>
<p>O projeto de 2 milhões de libras é resultado de uma joint-venture entre quatro universidades britânicas, a organização internacional de caridade Practical Action, o Laboratório Nacional de Los Alamos (EUA) e da companhia acústica GP Acoustics.</p>
<p>A GP Acoustics planeja trabalhar com a parceira das Filipinas Dai-ichi Electronics na fabricação do dispositivo da maneira mais barata possível.</p>
<p>Cerca de 2 bilhões de pessoas, principalmente em comunidades rurais na África e Ásia, usam fogueiras como método principal de cozinhar alimentos. Porém, 93% da energia gerada por essas fogueiras é perdida e a fumaça pode causar problemas de saúde.</p>
<p>Fonte: <em>http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/reuters/2007/05/11/ult3949u1548.jhtm</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um gerador de energia limpa, grátis e livre!]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=94</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 19:25:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Procurando inicialmente sobre &#8220;extra terrestres&#8221;, porque vira na TV uma reportagem sobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Procurando inicialmente sobre "extra terrestres", porque vira na TV uma reportagem sobre UFOS na Rússia, lembrei de outra matéria que falava do efeito colateral descoberto quase que por acidente, onde um enrolado de cobre, energizado, produziu uma luz intensa e literalmente flutuou sobre a bancada de um cientista. Sem perceber, lá estava eu já digitando palavras como "plasma" e "anti-gravidade" nos mecanismos de busca.</p>
<p>Não raro varo as noites absorto completamente em leituras caóticas e por alguma razão desconexas e incrivelmente prazeirosas. Desta vez, senti uma vontade enorme de citar algumas das informações nas quais tropecei numa dessas minhas "incursões cibernéticas". Refiro-me, em especial, ao incrível trabalho do professor John Searl, o qual, não entendo por quê, continua escondido e, nas próprias palavras dele, já deveria ter produzido resultados reais lá pelos idos de 1968.</p>
<p>Ainda para este ano, lá por junho ou julho, o professor e sua equipe pretendem concluir a construção de um gerador SEG (Gerador de Efeito Searl - Searl Effect Generator) de 15kW, capaz de produzir de forma barata e segura, eletricidade sem utilizar combustível algum, sem gerar poluição, fricção ou ruído. Este parágrafo parece ter sido extraído de uma novela de ficção científica não parece? Em tempos de aquecimento global e preocupação com o planeta, estou torcendo que este inventor tenha sucesso!</p>
<p><strong>A Lenda</strong></p>
<p>INGLATERRA - Em 1960, o Professor John Searl estava construindo geradores de eletricidade que não usavam energia alguma (ou quase isso), mas foi posto atrás das grades, acusado de estar roubando eletricidade. Ele alimentava sua casa com energia gerada por seu gerador, não a energia da rua. Além de preso, teve seus projetos recolhidos. Projetos estes que até hoje ainda não foram recuperados após todos esses anos.</p>
<p>O dispositivo é como um motor magnético, exceto que o produto final da rotação não é torque, mas sim eletricidade, a qual é liberada quando rolamentos completam sua rotação. É essencialmente um motor magnético e um alternador em uma única peça. Além disso, se a corrente é sugada do dispositivo em um determinado nível, ele se transforma em um supercondutor, momento em que o aparelho gera um inusitado efeito colateral: distorce os campos gravitacionais, o que faz com que ele "levite". Isso mesmo! flutue! O inventor passou por tempos difíceis mas não desistiu e dedicou-se a reunir os fundos e os talentos necessários para que pudesse reproduzir o que ele havia desenvolvido lá na década de 60. Com o tempo, ele conseguiu emprego em uma empresa Britânica, onde teve acesso a um laboratório com equipamentos e ferramentas. Utilizando-se deles, ele conseguiu chegar bem perto, várias vezes, mas todas as tentativas renderam infrutíferas e terminaram em frustração.</p>
<p><strong>O Vídeo demonstração postado no Youtube</strong></p>
<p>Há algumas semanas, um amigo e associado de Searl postou dois vídeos no You Tube que demonstram duas variações do gerador que garantem ao inventor o direito de solicitar a patente (viável somente através da prova de conceito, ou seja, prova real de que a invenção funciona). Os protótipos ainda são rudimentares e por enquanto ainda foram construídos de forma a prevenir o efeito anti-gravidade. No primeiro vídeo, um único cilindro foi montado de forma a se mover em torno de um rolamento estacionário. Ele acelera enquanto contorna o perímetro de um anel até estabilizar a rotação em torno de 100 rpm.</p>
<p>Youtube vídeo 1: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TM_s0dXRk48">http://www.youtube.com/watch?v=TM_s0dXRk48</a><br />
Youtube vídeo 2: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=yID01RjBzDE">http://www.youtube.com/watch?v=yID01RjBzDE</a></p>
<p>O dispositivo de demonstração que aparece nos vídeos ainda não produz energia, ele foi montado apenas para prova de conceito e estudos, ou seja, ainda estamos na fase da "teoria", mas os cientistas estão otimistas que conseguirão em breve resultados reais.</p>
<p>O vídeo foi produzido em 05/fev/2007, mas a equipe tem trabalhado nele há algum tempo, discutindo o que eles queriam fazer com o material. Decidiram torná-lo público, acreditando que a exposição irá protegê-los de serem esmagados novamente. Vários documentários de TV, incluíndo uma produção em Hollywood já estão sendo produzidos.</p>
<p><strong>O Gerador SEG</strong></p>
<p>Os dispositivos de testes foram construídos por um engenheiro da Califórnia chamado Fernando Morris, que foi exposto a tecnologia por 20 anos, tendo investido sete anos trabalhando indiretamente com John Thomas, associado de Searl, e agora, nos últimos três anos, diretamente com Searl, quando outras pessoas aderiram a idéia, colaborando com investimentos para o projeto até este ponto. Ainda serão necessários fundos da ordem de 500 mil Libras para completar a construção de um gerador "full SEG", o que pode ocorrer ainda em junho ou julho deste ano. Searl espera que a primeira unidade produzida custará algo em torno de 14 milhões de libras, mas que as próximas linhas terão o custo cada vez menor. As primeiras unidades comerciais projetadas para ter uma potência de 15 kilowatts - mais do que o necessário para alimentar uma residência - têm um custo previsto por volta de 16 mil Libras, algo como 32 mil dólares americanos. Este preço será dez vezes menor, quando as unidades forem produzidas em massa. "É uma coisa muito excitante", disse Searl. "1968 foi a última vez que eu vi magnetos rodando sobre um anel". Ele está confiante que "desta vez chegaremos lá". E completou: "Isto deveria ter acontecido em 1968".</p>
<p>Fonte: <em>http://www.gramadosite.com.br/cultura/artigos/id:11971</em></p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="http://gramadosite.com/cultura/artigos/id:12021/search:target=_blank"><em>http://gramadosite.com/cultura/artigos/id:12021/search:target=_blank</em></a></p>
<p><em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Searl_Effect_Generator">http://en.wikipedia.org/wiki/Searl_Effect_Generator</a></em> (descrição do dispositivo, em inglês)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fogão, geladeira e gerador, tudo a lenha, graças à tecnologica termoacústica (28.05.2007)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 11:33:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=27</guid>
<description><![CDATA[Um fogão a lenha que também gera energia elétrica, uma criação de um engenheiro brasileiro, foi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um fogão a lenha que também gera energia elétrica, uma criação de um engenheiro brasileiro, foi notícia aqui no IT há pouco tempo.</p>
<p>Agora, cientistas norte-americanos e europeus estão querendo dar um passo a mais e estão desenvolvendo um equipamento que utiliza a queima de lenha para produzir calor, frio e eletricidade. Ou seja, o equipamento é fogão, geladeira e gerador de energia ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Energia termoacústica</strong></p>
<p>O projeto SCORE ("Stove for Cooking, Refrigeration and Electricity") utiliza uma tecnologia termoacústica para aproveitar a energia da queima da madeira. Ao invés de uma chama viva, o calor é usado para a criação de ondas sonoras, que são então utilizadas para fazer funcionar os diversos equipamentos.</p>
<p>A queima de lenha em um fogão tradicional desperdiça 93% da energia contida na madeira. Já os equipamentos termoacústicos são muito mais eficientes. Até agora, porém, eles estavam restritos a aplicações de alta tecnologia, como na geração de eletricidade para sondas espaciais a partir de combustível nuclear.</p>
<p><strong>Comunidades carentes</strong></p>
<p>Além de aproveitar melhor a energia da madeira, o equipamento termoacústico produz menos poluentes. E como ele tem poucas partes móveis, deverá ter uma vida útil bastante longa, tornando-o uma opção para comunidades carentes principalmente em países do terceiro mundo.</p>
<p>Várias instituições já se inscreveram para participar do projeto, oferecendo financiamento para que o equipamento possa chegar até essas comunidades, que jamais teriam condições para comprá-lo.</p>
<p>As partes móveis estão limitadas ao alternador linear, responsável pela geração de eletricidade. O aquecimento, para o fogão, e o resfriamento, para a geladeira, são gerados a partir das ondas sonoras, sem a necessidade de chamas ou partes mecânicas.</p>
<p><em>Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115070528</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calor vira som que vira eletricidade ( 14-06-2007 )]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 14:12:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agência FAPESP – Um grupo de físicos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveu pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agência FAPESP – Um grupo de físicos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveu pequenos dispositivos que transformam calor em som e, em seguida, em eletricidade. Os pesquisadores destacam o potencial da tecnologia, que poderá ter diversas aplicações.</p>
<p>“Trata-se de uma nova fonte de energia renovável a partir do calor dissipado. Estamos convertendo calor desperdiçado em eletricidade de modo eficiente”, disse Orest Symko, coordenador do projeto de pesquisa. Os dispositivos construídos pelo professor e sua equipe foram apresentados no dia 8, na reunião anual da Sociedade Acústica Norte-Americana, em Salt Lake City.</p>
<p>Para converter calor em som, os pesquisadores desenvolveram equipamentos termoacústicos. Em seguida, converteram som em eletricidade por meio de dispositivos piezoelétricos, que reagem em resposta a pressão – como de ondas sonoras –, gerando correntes elétricas.</p>
<p>O desafio seguinte para o grupo de Symko foi integrar as duas etapas em um único equipamento e diminuir suas dimensões. O resultado são pequenos aparelhos, contidos em ressonadores cilíndricos, que cabem na palma da mão.</p>
<p>Quando o ressonador é estimulado – com fósforos ou isqueiro, por exemplo –, o calor aumenta até que o ar produzido resulte em uma emissão sonora em uma freqüência determinada. Em seguida, as ondas sonoras comprimem o dispositivo piezoelétrico, produzindo uma corrente. Segundo Symko, o processo é similar ao que ocorre quando se bate com o nervo do cotovelo em uma mesa, produzindo dor a partir de um impulso.</p>
<p>O objetivo dos cientistas é testar os equipamentos em breve para a geração de eletricidade em uma base militar e em uma estação elétrica na Universidade de Utah.</p>
<p>“O estudo é financiado pelo Exército, que tem grande interesse em encontrar usos para o calor dissipado de seus radares, assim como produzir uma fonte portátil de eletricidade que possa ser usada em campos de batalha para alimentar equipamentos eletrônicos”, disse Symko.</p>
<p>Segundo o cientista, a tecnologia poderá se tornar, em um prazo de dois anos, uma alternativa viável para células fotovoltaicas na conversão de luz solar em eletricidade. Outra aplicação estaria em dispositivos para dissipar o calor em computadores – que geram cada vez mais calor à medida que seus componentes eletrônicos se tornam mais complexos.</p>
<p><em>Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7287</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fogão a lenha gera energia elétrica ( 28.08.2006 )]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 03:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[O fogão a lenha ainda é um dos mais comuns &#8220;geradores de energia&#8221; utilizados no interi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O fogão a lenha ainda é um dos mais comuns "geradores de energia" utilizados no interior do Brasil e de vários outros países em desenvolvimento, principalmente na zona rural. De concepção milenar e construção simples, o fogão a lenha é utilizado basicamente no preparo de alimentos.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115060828-geralux.jpg" alt="fogaogerador" width="188" height="218" /></p>
<p>Mas o pesquisador brasileiro Ronaldo Sato acreditou que poderia melhorar o projeto do milenar fogão, tornando-o mais ambientalmente amigável e, sobretudo, utilizando-o para gerar energia elétrica.</p>
<p>Agora ele apresentou o protótipo que resultou dos seus sete anos de pesquisas - um novo conceito de fogão a lenha/gerador de eletricidade, batizado de Geralux. Apesar de ter sido inteiramente construído com recursos próprios, o novo fogão já chamou a atenção da Eletronorte, que está estudando a possibilidade de utilizar a nova tecnologia no Acre, na região do Xapuri.</p>
<p>Na mesma queima de biomassa utilizada para o preparo dos alimentos, o fogão Geralux produz energia suficiente para acender cinco lâmpadas e ligar uma televisão ou outros equipamentos de baixo consumo de eletricidade, como rádios ou até um computador pessoal.</p>
<p>O Geralux é também mais ambientalmente correto do que os fogões tradicionais. Ele economiza até 50% da biomassa hoje empregada, além de reter toda a fuligem no próprio fogão - a inalação de fuligem é apontada pela OMS como a 8ª causa de morte no mundo.</p>
<p>O fogão não utiliza caldeira, o que simplifica sua construção e reduz riscos de acidentes. O vapor gerado no trocador de calor é transformado em energia mecânica e, a seguir, elétrica. A energia é armazenada em uma bateria comum de automóvel - cerca de 30% de sua carga é suficiente para a iluminação da residência em um período de 4 a 5 horas.</p>
<p>"Para recarregar a bateria utiliza-se o calor produzido no fogão durante o cozimento diário de alimentos. A tecnologia poderá ser dimensionada conforme a demanda como, por exemplo, para as 30.000 escolas na Amazônia, enquanto se faz a merenda," afirma Sato.</p>
<p>Sato agora espera receber apoio de entidades governamentais ou privadas para viabilizar a adoção de sua tecnologia em benefício de populações que, em pleno século XXI, ainda estudam à luz de velas. O protótipo do Geralux está em exposição na Fundação de Tecnologia do Acre.</p>
<p>http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115060828</p>
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